Minha tia Carolina, a mais putinha 3

hola amigos y amigas de poringa.net.

acá les dejo la continuación de mi historia secreta con mi tía carolina.
para seguir el hilo de este relato recomiendo leer los post anteriores.

acá les dejo los link.

http://www.poringa.net/posts/relatos/2837371/Mi-tia-carolina-la-mas-puta.html.

http://www.poringa.net/posts/relatos/2838813/Mi-tia-carolina-la-mas-puta-2.html

después de ser amantes con mi tía por varios meses.
mi estadía en aquel campo era cada vez mejor.
tenia trabajo y una puta a mi total  disposición.
mi tía y yo disfrutábamos del sexo cuando queríamos y donde queríamos.
una día el mejor amigo de mi tío, falleció de una enfermedad que lo tenia internado hacia meses.

mi tío Osvaldo. estaba devastado y nos pidió acompañarlo al velorio.
mi tía no quería ir ya que ella odia esas cosas, pero mi tío dijo vos vas con nosotros con un gesto de disgusto en la cara.
si mas remedio ella subió a la habitación y se puso una vestido negro.
ella es una mujer hermosa su cabellera roja y su piel bien blanca. hacia resaltar el luto de su vestido.
sus ojos pintados de negro daban un marco increíble al azul de sus ojos,
sus labios rojos eran como la frutilla del tan apetitoso manjar.
subimos al auto y nos dirigimos hacia la casa velatoria.
después de unas horas y de saludos y lamentos mi tía no aguantaba mas la situación y llevo a su esposo a un rincón para decirle que no quería estar mas en ese lúgubre sitio.
el la miro con disgusto y moviendo la cabeza me llama con disimulo.

me dijo: pibe, lleva a la tía a casa y acostaste a dormir que mañana a la mañana tenes que pasarme a buscar para acompañar los restos de mi a migo al cementerio, entendiste?
con muy mala cara.
si señor respondí, como respeto a ver su cara de ogro.
mi tía se relamió sabiendo que el viaje de vuelta seria muy excitante para los dos.

prendió un cigarrillo mientras yo abría la puerta de la camioneta y antes de ponernos cómodos.
mi tío llega caminando con una vieja diciendo ellos la van a llevar hasta su casa.
carolina en vos baja dijo cagamos y tiro el cigarrillo con furia al piso.
baje y ayude a la anciana a subir.
la señora viajaba a un par de kilómetros de la casa de mis tíos así que deje a mi tía primero y lleve lo mas rápido a la señora a la casa.
me pareció raro que mi tía quisiera bajar antes y que no hablara en todo el viaje con migo.
pero bueno pensé que la muerte de aquel hombre y la situación la dejo sin ganas.
al abrir la puerta allí estaba.
sentada en la escalera cruzada de piernas con su cabellos tapando la mitad de su rostro.
que bella te vez así tía exclame.
que suerte que llegaste rápido me dijo,
necesito que me cambies el animo.
no te muevas de hay le dije. ya vuelvo.
fui por mi cámara fotográfica, quería inmortalizar esa mujer esperando a su joven amante.



Minha tia Carolina, a mais putinha 3Ela riu e me disse: "Sabe, me excita quando tiram fotos minhas assim."
Espera um pouco, ela disse, e pôs pra fora aquelas tetonas lindas pelo decote.
Tirei um monte de fotos enquanto me aproximava dela.
Com a mão, ela agarrou o volume da minha calça, e ouviu-se o clique da câmera indicando que o filme acabou.
Deixei a câmera no degrau da escada, enquanto curtia o apalpão dela. Peguei os peitos dela e comecei a acariciar os bicos, isso a acendia e a deixava louca.
Só de desabotoar minha calça e com um puxão suave, o zíper desceu até embaixo, deixando à mostra aquilo que a fascinava.
Uma piroca longa e grossa, cheia de veias e cabeçuda, que a fazia gozar por todos os buracos.
A ternura dela era única pra tratar uma piroca jovem.
Ela pegava com suavidade, mas com firmeza, tocava ela toda, cheirava e beijava com beijos muito carinhosos.
Parecia que tratava como um bebê. Passava um tempão nisso, sem parar de brincar com minhas bolas também.
Ela adorava brincar com minha piroca e minhas bolas.
Assim começou, até começar a chupar primeiro a cabeça, depois mais pra baixo, e voltava pra cabeça.
Assim até chupar o máximo que podia aquela piroca que parecia querer atravessar a garganta dela.
Por mais que se esforçasse, não conseguia engolir ela inteira.
Isso a deixava louca, e ela cuspia e metia de novo até engasgar.
Ela marcava até onde chegava com muito esforço, com as lágrimas escorrendo a maquiagem.
Eu gozava igual um louco enquanto continuava causando pequenos gemidos nela ao brincar com os bicos dos peitos.
Deitei ela nos degraus e, abrindo as pernas dela, me ajoelhei e beijei e chupei aquela buceta tão gostosa e molhada, um verdadeiro néctar que agora sinto uma puta saudade.
Ela gemia e gritava. Isso me esquentava ainda mais e era pra mim a melhor das melodias.
Chupava a bunda dela e a buceta ao mesmo tempo, com uma passada de língua, lubrificando os dois buracos de uma vez.
Ela me agarrou pelos cabelos e me puxou pro rosto dela, se dando num beijo apaixonado.
Minha piroca dura, sem pedir Com licença, entro. É a sua buceta apertada.
Com um forte impulso, chegando até o fundo do seu ser. O orgasmo dela ecoou pela casa toda.
Bomba e bomba por um bom tempo, fazendo aquela puta da minha tia gozar uma e outra vez.
Minha excitação virou loucura junto com ela.
Virei ela, e ela esperava ansiosa pelo que viria a seguir. Ajoelhou-se e, sozinha, ficou de quatro na escada, cuspiu na mão pra lubrificar aquele cu faminto por um pau grande e jovem que enchesse ela de porra.
Abrindo as nádegas, esperou meu falo cravar no cu dela.
Com minha baba escorrendo do meu pau pra ela, minha cabeça enfiou bem devagarinho.
Ela gemeu. Hummm... devagar, neném...
Enquanto, sem piedade, o pau desaparecia dentro dela.
Ela falou de novo, tentando me olhar por cima do ombro direito:
"Como isso dói, Maury... mas eu gosto tanto, que odeio quando você não me come, amor."
Eu disse: "Adoro te comer e ser o dono de cada canto do seu corpo."
Minha porra começou a inundar o cu dela, e com meus gemidos, ela gozou de novo. Ficamos nos beijando ali mesmo, e eu adorava ver minha porra grossa e abundante escorrendo do cu dela.
Ela limpou a bagunça do meu pau com a boca, deixando ele brilhante enquanto chupava, e o cu dela continuava cuspindo porra.
Aquela imagem me encantou.
Meu pau se recusava a amolecer. Então, levei ela pro meu quarto e comi mais uma vez.
Vários orgasmos depois, meu pau descarregou todo o sêmen na buceta da minha amada tia.
Fomos tomar banho juntos. Ela dormiu comigo a noite toda.
De manhã bem cedo, ela me acordou com um boquete, do jeito que só ela sabia fazer. E transamos de novo. Ela subiu em cima de mim e começou a cavalgar até ficar exausta.
"É hora do meu café da manhã", disse ela, com uma cara de puta genial.
Beijou meu pescoço, meu peito, até chegar naquele pau que ela adorava.
As chupadas dela, fortes e seguidas, diferentes das do começo,
fazem meu pau jorrar porra aos borbotões. A porra que meu adorada tia queria de café da manhã. com gosto saboreio e engulo sem desperdiçar nada. antes que meu pau perca a ereção, pego ela e coloco na bunda dela, gozando e me fazendo gozar pra caralho.
me ajudo a me vestir e fui buscar meu tio antes que ele ficasse puto comigo.

FIM

PS: espero que tenha gostado e que comente, sempre na boa pra eu poder melhorar e continuar postando.
pontos são bem-vindos.

até a próxima.....

4 comentários - Minha tia Carolina, a mais putinha 3

Donde puedo leer las primeras dos partes de este relato ???
Un matutino como corresponde... 10pts señores!
con la tia , era genial cogerla en todo momento .
era terrible trola