Pedro, meu colega gostoso

OLÁ, É MINHA PRIMEIRA CONTRIBUIÇÃO, SOU NOVA, NÃO CURTO MUITO PORNOGRAFIA, MAS GOSTO DO ERÓTICO, E ACHO QUE É UM BOM LUGAR PRA MOSTRAR MEUS CONTOS. ESPERO QUE GOSTEM E DEIXEM COMENTÁRIOS.

Pedro tava me chamando pra sair há várias semanas. No começo, eu recusava porque tava saindo de um relacionamento longo e conturbado, e queria dar um tempo antes de aceitar conhecer outra pessoa. Ele dizia que sair não significava nada além daquilo: ficar juntos num bar, tomar um drink, jantar, ver um filme no cinema. Pedro é muito respeitoso, é meu colega de trabalho e o único que não faz comentários safados ou de duplo sentido. Às vezes, quando eu respondo nesse tom pros outros e todo mundo ri, ele fica calado, como se não entrasse na brincadeira, e isso, quando ficamos a sós, me faz sentir vergonha.
Ele cuida do caixa, anota os pedidos e prepara o café no restaurante onde trabalho, um resto pub bem elitista. Eu sou garçonete.

Naquela tarde, enquanto me vestia depois de um longo banho quente, tirando selfies sensuais com meu celular na frente do espelho — porque tenho dessas atitudes egocêntricas de me fotografar, nunca mostro essas fotos pra ninguém, só tenho pra mim —, comecei a pensar que já fazia um bom tempo que não saía pra me divertir, nem sozinha nem com amigas, e muito menos com outro homem. Minha última relação íntima tinha sido há mais de seis meses, e eu já nem lembrava quando foi a última vez que me masturbei. Percebi que estava, curiosamente, muito assexuada.

Assim que cheguei no trabalho, falei pro Pedro que queria conversar com ele na saída. O expediente foi meio tenso, eu tava meio tímida e ele não fazia ideia do que eu ia falar.
— Ainda tá de pé aquela de sairmos juntos? — tive coragem de perguntar.
Ele disse que sim, que quando eu quisesse, pra onde eu quisesse. Combinamos finalmente pra terça-feira que vem, dia que nenhum dos dois trabalha, iríamos jantar e sem obrigação de nada. Função do cinema da madrugada.
Nos dias seguintes, praticamente não nos falamos, só o necessário para o trabalho, como se o encontro tivesse deixado os dois desconfortáveis, ou como se desconfiássemos que algo poderia rolar. Eu me perguntava toda noite o que ele pensava sobre aquilo, com quais intenções iria, se teria fantasias comigo, que coisas pretendia me fazer. Do meu lado, imaginava que pelo menos nos beijaríamos no cinema, não por muito tempo, só alguns minutos no meio do filme.

Na segunda-feira à noite, meus pensamentos se intensificaram. Já era tarde, porque sempre saímos tarde do trabalho, e depois de um banho rápido, eu estava deitada e comecei a pensar nele, em como seria o jeito dele beijar. Imaginei ele carinhoso, que demoraria, por exemplo, a colocar a língua na minha boca, que primeiro provaria meus lábios suavemente. Ficava curiosa pra saber o que faria com as mãos, se acariciaria minhas coxas ou seguraria minha nuca. Me peguei me tocando ao imaginá-lo pelado, sei que ele tem o peito peludo porque no verão, quando usa regata, não consegue esconder. Imaginei o pau dele, rodeado de muito pelo.

Na terça-feira à tarde, ele me escreveu pra dizer que passaria me buscar de carro. Fiquei nervosa e já desde cedo comecei a me preparar. Depilei as pernas, passei vários cremes e sais de banho, fiquei na dúvida sobre o que fazer com os pelos da buceta, se deixava um pouco ou tirava tudo. Sem ter certeza, no final aparei tudo direitinho em formato de triângulo. Me maquiei pouco, só um pouco de sombra nos olhos e um brilho leve nos lábios, decidi prender o cabelo pra destacar mais o pescoço. Quase chorei sem saber se usava um vestido ou uma calça jeans apertada. De novo, sem certeza, escolhi a calça jeans colada no corpo, até ficava pequena e toda a minha raba aparecia muito, que era exatamente o que eu queria. Coloquei uma blusa não muito comprida, a ideia de usar uma calça apertada pra marcar os glúteos é pra mostrar mesmo, e uma blusa larga os tapetes. Sentei no sofá pra esperar até que a campainha tocou.
Dava pra perceber o nervosismo dos dois. No carro, praticamente não conversamos, só o básico, ele disse que tava frio e eu falei que o tempo tava louco. Durante o jantar, a gente foi se soltando, batemos papo, relaxamos e demos umas risadas.
— Que mau jeito o meu — ele me disse — Não te falei que você tá muito gostosa hoje à noite.
Eu sorri. Senti minhas bochechas corarem, e me senti idiota me abanando com a mão pra esfriar enquanto respondi com um “obrigada” meio sem graça.
Pra entrar no cinema, ele segurou a porta e me deixou passar na frente, todo cavalheiro, e eu sabia que ele tava fazendo aquilo pra olhar minha bunda, então, sem chamar atenção, arqueei as costas pra destacar mais e fui andando devagar, rebolando até a bilheteria, feito uma modelo, pra comprar os ingressos, mas ele não deixou eu pagar e me convidou, assim como no jantar.
A sala tava quase vazia. Só um outro casal sentado nas primeiras fileiras e um velho sozinho no meio, além da gente, que sentou no fundão, como se os dois já soubessem, sem precisar falar, o que ia rolar. Eu de vez em quando passava a língua nos lábios e olhava ele de canto. Num certo momento, ele me ofereceu uma bala, mas eu mostrei minhas mãos ocupadas com o refri e o balde de pipoca, falei pra ele descascar e me dar, e foi o que ele fez. Ele aproximou a bala da minha boca, e eu, olhando firme nos olhos dele, separei os lábios e deixei a língua aparecer de leve, coloquei a bala pra dentro, fechei a boca, e a pontinha dos dedos dele ficou dentro da minha boca tempo suficiente pra molhar. Sorri pra ele e pedi outra. Repetimos isso várias vezes. Os dedos dele entravam na minha boca cada vez mais. Eu lambia eles, sempre olhando nos olhos dele.
— É a última — ele sussurrou no meu ouvido, mostrando a última bala do pacote.
Ele descascou. Mordeu a metade com os dentes, deixando a outra metade pra fora, e se aproximou do meu rosto. Eu mordi a outra. metade do caramelo e senti o calor dos lábios dele, que não demoraram a se abrir pra me beijar. A língua dele, ao contrário do que eu imaginava, não demorou a acariciar a minha com força, puxando ela pra trás, a língua dele é comprida e carnuda, yummy. Tive que fazer força com a minha língua pra frente pra contrapor o avanço dele. As duas mãos dele me seguraram firme pelos lados da minha cabeça, na altura da mandíbula, debaixo das orelhas, como se quisesse impedir que eu me afastasse. Eu, com as mãos ocupadas, não tive outra opção a não ser ficar submissa ali, ele tava comendo minha boca, saboreando minha língua como nenhum homem nunca tinha saboreado, e ia continuar fazendo isso o tempo que quisesse, porque eu tava indefesa. De vez em quando eu abria os olhos pra ver ele, senti que ele tava curtindo porque nunca abriu os olhos. Quando eu fazia uma tentativa sutil de me inclinar pra trás pra respirar, as mãos dele, firmes, me apertavam e me grudavam mais no corpo dele. Mesmo estando no salão do cinema, nossa saliva já tava fazendo barulho, pelo menos eu conseguia ouvir, e soube que ele também ouvia, aquele som nos incentivava ainda mais. Foram beijos super molhados. Finalmente, como se ele tivesse sentido que já era demais, parou de usar a língua e só me deu beijinhos com os lábios, até que veio o último selinho e nos separamos, deixando nossas testas encostadas. Continuávamos de olhos fechados. Respirávamos ofegantes os dois. Nos olhamos e sorrimos um pro outro. Ele acariciou meu cabelo e continuamos assistindo o filme normalmente. Percebi que entre minhas pernas tinha uma umidade que não estava ali há alguns minutos. Me senti realmente excitada. Pedro tinha conseguido me molhar só de me beijar, e senti muita ansiedade pra transar com ele. Mas nada disso aconteceu naquela noite. Depois da sessão de cinema ele me levou até minha casa, eu não podia convidar ele pra entrar porque moro com minha família, e da parte dele também não se ofereceu pra me convidar pra casa dele. ou pelo menos me levar pra um motel, ou fazer no banco de trás do carro, ou um mísero boquete no banco da frente. Ele simplesmente me deixou em casa e se despediu sem nem parar o carro. Eu tava morrendo de vontade de beijar ele de novo, quase falei, mas me segurei porque ele nem mencionou o beijo do cinema. A gente se despediu com um beijo na bochecha e fui dormir puta da vida.

Nos dias seguintes, ele agiu como se nada tivesse acontecido, como se a gente ter se beijado não significasse nada. Às vezes eu ficava com raiva, pensando que ele tinha contado pros outros colegas, mas no fundo sabia que ele não é desse tipo. Nunca fui de ficar contando minhas conquistas, só pras minhas amigas mais íntimas, e as outras garçonetes eram só boas colegas de trabalho, então não falei nada.

Uma noite choveu pra caramba, tinha vento e um alerta meteorológico de possível sudestada. Ele se ofereceu pra me levar em casa e eu aceitei. Corremos até o carro, mas mesmo assim ficamos ensopados. A gente riu, parecia que tinham nos jogado numa piscina de roupa. Quando a risada passou, ficou um silêncio estranho, a tensão sexual aumentou, e sem dizer nada a gente se beijou. Dessa vez eu tava com as mãos livres e pude abraçar ele pelo pescoço, brincar com os pelinhos da nuca dele pra estimular mais. De vez em quando eu descia a mão pra tocar o ombro dele ou acariciar o peito. Ele tinha uma mão na minha cintura e a outra apoiada na minha coxa nua e gelada, porque eu ainda tava com a fantasia de garçonete, uma saia curta com as iniciais do bar.

Eu sentia a mão dele subindo cada vez mais. Primeiro só encostava no meu joelho. Depois subiu um pouco e desceu. Depois apertava de leve. Subia, como se tivesse procurando alguma coisa. Quanto mais a mão dele subia, mais eu tinha que abrir as pernas pra deixar ele continuar subindo e não prender a mão entre minhas coxas. Quando minhas pernas se abriram completamente e eu senti os dedos dele me acariciando A buceta por cima da calcinha, parei de beijar ele e suspirei, fiquei com vergonha dele me ouvir fazendo isso e pra disfarçar comecei a beijar o pescoço dele quase ao mesmo tempo que os dedos dele conseguiram vencer a barreira do tecido da roupa íntima pelo lado e se enfiaram no meu corpo.

Não são muitos os homens que já me masturbaram na vida. Meu ex-namorado, um amante, meu primeiro garoto e agora ele. Mas pelo jeito que ele fazia, soube que era um cara experiente. Movia os dedos devagar, procurando meu clitóris, e quando encontrava, ficava ali brincando com carinho por uns segundos que me faziam delirar de prazer. Enfiava os dedos e tirava, me deixando toda molhada, dava pra ouvir o barulho dos meus fluidos fazendo ventosa com a mão dele, isso me excitava demais. Tive um momento de lucidez e me peguei gemendo e rebolando no ritmo que ele marcava: se ele me masturbava rápido, eu me mexia rápido; se ele mudava pra movimentos mais lentos, meu corpo fazia o mesmo. Ele tava me comendo com a mão, e eu senti que tava comendo os dedos dele. Fiquei com vergonha porque meus gemidos já estavam bem altos, não queria olhar pra ele, meus olhos estavam fechados, mas sabia que minha cara mostrava muito prazer, também tenho vergonha de me verem de cara quando tô perto de gozar.

Quando senti que a chegada ao clímax já era inevitável, pedi pra ele não parar, que mantivesse aquele ritmo com um sussurrado “sim, sim, assim, assim”, aí meus músculos vaginais se contraíram, minhas coxas tremeram e tentei não gritar, mas não consegui, e o “aahhh” do orgasmo botou um ponto final no momento. Ele secou os dedos no banco. Eu fiquei com a cabeça apoiada no ombro dele por uns instantes, tentando recuperar o fôlego. Depois me deitei no banco e abaixei um pouco o vidro, tava muito calor. Lá fora continuava chovendo. Ele ligou o carro e me levou pra minha casa do mesmo jeito que no dia do jantar e do cinema, não parou a marcha e se despediu de mim com um beijo na a bochecha.
—Até amanhã — ouvi ele gritar enquanto eu corria até a porta da entrada.
Senti uma vergonha danada nos dias seguintes no trabalho. Cumprimentava ele de forma fria, se dava pra evitar o beijo na bochecha, eu evitava, e só falava o mínimo. Ele não tocou no assunto do encontro no carro em momento nenhum, nem comentários safados nem nada. Pra aumentar meu desconforto, durante uma conversa entre todos os funcionários, surgiu o assunto da masturbação feminina, se a gente gostava mais de fazer sozinha ou com outro fazendo. Lembro que minha visão ficou turva e nem sei o que respondi.

Nosso terceiro encontrol rolou umas duas semanas depois, foi tudo bem devagar. Foi por minha causa, porque vi ele conversando todo carinhoso com outra garçonete e aí explodi, falei com ironia, em tom de brincadeira, que ele tinha me esquecido muito rápido. Ele deu uma gargalhada e disse que não, que nada a ver, e me convidou pra sair naquela mesma noite, depois do trabalho. Aceitei só pra não ficar por baixo, mas não sabia bem pra onde iríamos; na hora que saímos do trampo já tá tudo fechado.
— Então — ele disse, ligando o carro —, um hotel te parece? — desafiou.
— Fechou.

Ir pra um hotel com alguém com quem nunca transei antes me deixa desconfortável. É como se, enquanto a gente vai no caminho, eu penso que daqui a pouco aquela pessoa que agora tá de roupa, sentada do meu lado, vai estar pelada, se mexendo em cima de mim, dentro do meu corpo, e que eu vou estar na mesma situação, vou passar de vestida pra ficar de joelhos fazendo um boquete nele, ele vai me ouvir gemer, é bem morbidão o mundo do hotel.

No quarto, tudo aconteceu rápido. Mal fechamos a porta, ele me espremeu contra a parede e começou a me beijar e a pegar na minha bunda, eu abraçava ele pelo pescoço enquanto sentia o pau dele encostando na minha barriga. Eu me mexia pra frente, tentando buscar ele pra sentir melhor, dava pra ver como tava endurecendo. Sem pedir permissão, tirei a camisa dele, e depois me deitei. Para trás, desafivelei o cinto dele e soltei os botões da calça. Pedro usa cueca slip, não boxer, e eu pude ver as coxas fortes dele — de roupa, não parece que tem músculos nas pernas, mas tem, e eu sabia que na hora de se mexer, ele poderia me foder com força se quisesse, cada estocada seria profunda. Como eu suspeitava, o pau dele era cercado de muito pelo, não parecia muito grande, mas era grosso, e a ereção dele dobrava pra baixo. Sem pensar, me ajoelhei e, longe de fazer um oralzinho, meti ele na minha boca e comecei a masturbar ele enquanto chupava. Meu nariz esbarrava nos pelos dele e dava uma cosquinha. O tronco dele tava bem duro, não é muito comprido, mas mesmo assim lambi da base até a ponta, onde parei pra brincar com a língua por uns segundos, roubando um gemido dele. Com a outra mão, acariciei os ovos dele, que pendiam e pareciam cheios, e pensei que quando ele gozasse, ia jorrar uma porrada de porra.
Me levantei e me despi sozinha, enquanto ele terminava de tirar os sapatos e as meias. Olhei ele com calma — por trás de todo aquele pelo corporal, tinha um corpo tonificado e definido. Queria que aquele corpo entrasse no meu o mais rápido possível, queria sentir ele por cima de mim e eu por cima dele pra dar prazer.
Uma vez nua, ele se abaixou, fez eu levantar uma perna e enfiou dois dedos na minha buceta enquanto lambia meu clitóris com a língua. Fez tudo rápido, sem me dar tempo pra nada. Eu gemi e apoiei uma mão na cabeça dele, igual os caras fazem quando tão chupando, e dali eu dava o ritmo que ele devia seguir. Olhei pra ele — os olhos dele apareciam por entre meus pelos pubianos. Pelas minhas coxas escorria um pouco de lubrificação misturada com saliva.
Ele me levantou e me levou pra cama. Me deitou de barriga pra cima e abriu minhas pernas. Depois, pegou na calça que tava no chão um pacote de camisinha. Enquanto ele colocava, eu me masturbei por uns segundos pra não perder o tesão. Ele voltou pra mim. Me virou e levantou. minhas cadeiras. Eu tava de quatro com ele atrás de mim. Senti a estocada dele e gritei. As coxas dele batiam na minha bunda fazendo um estalo igual tapa. Ele me puxou pelo cabelo pra trás, como se eu fosse uma putinha que precisava ser domada. Eu sentia o pau dele cavucando dentro do meu corpo, fazendo círculos, como se quisesse alargar meu buraco, adorava quando ele fazia isso. Quando ele metia, tentava entrar o máximo possível, mesmo com o tamanho pequeno. Mesmo assim, não demorei pra gozar, avisei ele gritando "assim, assim, vou gozar, vou gozar", ele me deu um tapa na bunda e a gente gozou junto.
Caímos exaustos na cama. A camisinha dele parecia que ia estourar de porra. Ele tirou, deu um nó e jogou no chão. Me perguntou se eu tinha gostado. Falei que sim. Ele disse que eu tinha uma bunda gostosa e que era casado com um filho.
Me senti muito usada, mas não tava nos meus planos fazer escândalo. Antes do nosso tempo acabar, a gente transou de novo, um pouco mais longo que a primeira. Nessa segunda vez, não consegui gozar, mas tive a delicadeza de fingir o orgasmo pra ele se sentir bem.
O resto foi igual de sempre. Ele me levou pra casa, a gente se despediu com um beijo no rosto e nos dias seguintes a gente mal se falou.

22 comentários - Pedro, meu colega gostoso

Mmmmm que ricura
Esas salidas donde deseas tanto pero no sabes que hacer y te atreves y se da son, de las mas excitantes que pueden haber.
Excelente relato +10
gracias! beso
hermosa novela!
por ahi junto varios relatos y hago una novela jaja
muy buen relato y aunque no interesa que sea todo como lo contas hay algo que me parece que no sos sincera. Tenes erotismo a flor de piel tanto que no creo que te hubieras olvidado de masturbarte.
IPaXuI +1
muy bueno el relato, muy detallado, seguí así !! quede un poco caliente, voy por un vaso de agua,
jajaja gracias!! se ve q te gustó
Si te calentaste leyendo un relato es bueno. Espero mas. Gracias por el aporte linda.
Me re calentó tu relato hermosa, espero el próximo!
muy buen relato, bien redactado y se nota q es real, me gusta como describiste todas las sensaciones que ibas teniendo, me calenté leyéndolo. Besos, van puntos
Precioso relato, lleno de erotismo creciente y con esa incertidumbre adolescente que le ataca hasta al más experimentado cuando comienza una historia.
ME ENCANTO¡¡¡¡
UN RELATO EXELENTE
ME DEJASTE DURISIMOOOOOOOO GENIAL¡¡¡ DEJO PUNTOS
Excelente relato, muy buenas palabras, prosa y hasta ortografía. Te felicito. Van puntos para tí.
tus relatos estan buenos pero estarian mejor si pusieras fotos de ti de vez en cuando
prefiero dejar todo a la imaginacion.
fotos en mis shouts
que feo, pensé que iba a haber mas. no por el relato, sino xq no te dijo que era casado, en fin. muy lindo relato, no tengo mas puntos. beso
muy buen relato y si vos no tenias otras intenciones no te debe preocupar que es casado. Ojala que algún día podamos ver fotitos tuyas. Besos