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22 http://www.poringa.net/posts/relatos/2846240/Minha-mãe-passou-a-ser-minha-mulher-22-para-18.htmlUma aventura com a Pilar, a mãe do Sebas, meu amigo, uma das minhas putas, mas dessa vez ela se supera...
De tarde, eu tinha combinado com a Pilar, a mãe do Sebas. Ela tinha um serviço que queria que eu fizesse. A gente tinha falado por telefone.- Oi, podemos conversar?
- Meu marido tá por aqui...
- Beleza, então escuta: cê tá afim de dar?
- Sim, claro, cê sabe que sim…
- Acho que cê vai gostar, uns caras tão querendo se divertir com uma mulher fácil, mas não uma puta profissional, uma mina tesuda, que goste de foder, que meta bem sem frescura, não sei se cê topa ou se procuro outra.
- Hum, bom, não precisa, acho que posso ir eu mesma.
- Tem certeza? Olha que são vários. Não se sinta obrigada…
- Que não, tá de boa, vou eu mesma.
- Eles têm tesão em casada, cê sabe como é bom comer a mulher dos outros. Sua calcinha já molhou?
- Ufa, sim, pra caralho, cê sabe que tô disposta a ajudar – ouvi ela falando com o marido – tô combinando de ir na paróquia preparar umas coisas – ela voltou a falar – vamos em vários, né?
- Vão ser cinco, puta. Cê vai dar pra cinco caras. Vou cobrar uma grana deles.
- Uu, então… bom, sim, tô afim. E o que tem que fazer?
- Ufff, cê fica excitada falando disso com seu marido por perto, hein? Cê é uma porca.
- E mais… mas me fala…
- Cê sabe, primeiro um teatrinho, eles acharem que tão te seduzindo, e depois, então… cê vai ter que chupar uns pau, isso é certo. A maioria dos caras não consegue que a mulher chupe eles, então vão adorar chupar a mulher dos outros.
- Ahã, beleza, sem problema. Eu sou boa nisso.
- É, verdade que cê é boa em chupar rola. Continuo?
- Sim, por favor.
- Vão chupar seus peitos de pera. Bem apalpados, eles gostam muito, e depois vão meter o pau em você, um atrás do outro, as cinco pirocas, e até algum vai te comer no cu, com certeza. Ainda tá interessada?
- Ufa… bom, acho que consigo, sim.
- E vai engolir porra, puta, bem servida vai ficar, vão gozar na sua boca e cê vai engolir tudo.
- Também curto, sim. Sim, você dá conta deles em um par de horas e te devolvo em casa como nova, bem fodida e gozada. Seu marido nem vai saber do corno que você fez ele. Esta tarde.
- Tá bom, sim – ela virou pro marido – amor, marquei pra esta tarde – ouvi ele responder algo – Sem problema, vou sim.
- Você nasceu puta.
Sabia que a Pilar ficava excitada em fazer de puta, depois de uma vida inteira negando a própria sexualidade, ela tinha descoberto que precisava recuperar o tempo perdido. Me excitava e me surpreendia o quanto ela gostava de se aprofundar na perversão e na humilhação sexual, quanto mais eu pressionava, mais ela curtia, ainda não sabia se tinha limite.
Tinha me ligado o professor de matemática do colégio. Fazia tempo que ele tinha comido a Pilar em troca de passar a Sara na matéria e facilitar pra eu poder foder ela.
- Roger, seu filho da puta, queria alugar aquela putinha francesa que você tem, a casada. A gente tem uma despedida de solteiro e queria brincar com sua puta, a loirinha, a Putette. O que você acha?
- Buceta, com quantos ela vai ter que foder?
- Somos cinco, mas acho que não vão comer todos. Quanto você cobra?
Falei o preço que queria.
- Porra, mano, isso é grana.
- A mina vale a pena, você sabe. Ela é gostosa e dá jogo, além de serem vários, mano, ela vai ter que se esforçar, vão deixar os peitos dela doloridos.
- Isso sim, esses peitos de pêra alongados são muito gostosos.
- E se derem pelo cu, mais 20%.
- Caralho...
- Ah, e eu entro com as camisinhas.
Ele barganhou e eu aceitei. Uma grana ia me fazer bem. A Pilar ia fazer por vício, mas o cara podia pagar, e me dava tesão cobrar pra ele foder minha puta. Além disso, combinamos uma encenação realmente excitante.
Peguei a Pilar e levei ela pra uma clareira na mata do Tibidabo, na minha moto. Um parque que é visitado diariamente por milhares de pessoas.
- Te trouxe aqui pra você se vestir de senhora. Francesa gostosa, é assim que vou te levar. Ummmmmm, Roger, então vou trabalhar de puta? Vou fazer isso por você.
- Você vai fazer porque é uma puta e gosta.
Eu dei uma sacola para ela.
- Veste isso – era roupa que eu tinha comprado de propósito.
- Essa roupa? – ela olhou dentro – uffff, deixa eu ver... E onde eu vou vestir isso?
- Aqui mesmo, raposa, tira a roupa.
- Aqui? Vão me ver.
- Então que te vejam. Eu gosto muito de você pelada.
- Mas passa gente perto... tem grupos de garotos vindo de excursão...
- Melhor ainda... você é muito gostosa... eles vão adorar ver uma mulher madura... com essas pernas lindas e essas tetas balançando... você não ia gostar que eles batessem uma punheta te olhando?
- Uff... Roger – ela estava vestida com um daqueles tailleurs marrons nada sexy, quase de freira, com saia reta abaixo do joelho, uma blusinha bem comportada por baixo, tirou o casaco. Olhou em volta e se decidiu a tirar a blusa – uff
Eu sentei no chão, com as costas contra uma árvore, olhando para ela.
- O sutiã, puta, agora mostra as tetas pro ar, antes de tirar a saia.
Ela sempre usava uns sutiãs duros de taça grande, que escondiam completamente os peitos dela e os comprimiam para dentro, ninguém podia imaginar que ela tinha umas tetas compridas, umas tetas que caíam muito quando estavam soltas, desciam até a barriga com os bicos apontando para o chão e separadas em V invertido, marcando o formato de pera.
- Ummm, eu gosto de você, puta... você fica estranha com essas saias marrons retas, que te tapam tudo, quase de freira, e as tetas de fora. Elas fazem um bom contraste.
- Você me faz fazer coisas que eu nunca pensei que faria.
- E você gosta de ser vadia. Segura as tetas com as mãos e oferece elas – o melhor dela é que sempre obedecia, gostava de ser escrava, de eu mandar ela fazer obscenidades.
- Assim? – Elas segurava por baixo, mantendo O mamilo dela apontando pra frente.
- Sim, assim, vagabunda. Agora vira e fica de costas pra mim, oferece essas tetas pra quem passar.
- Uffff… – ela fez – isso é muito putaria…
- Muito, tá molhando a buceta?
- Ummm… tô excitada… você vai me foder…
- Não, quero que você vá gostosa pra fazer seu trabalho de puta.
- Uffff… quero que me coma…
- Primeiro seus clientes.
Levei ela de moto até a casa do professor. Um espetáculo, um vestidinho de duas peças de tricô fino verde escuro que destacava a pele branca dela, de loira natural, a saia curta pra verem bem as pernas perfeitas e com um pouco de balanço, pra ser levantada sem problema. E uma blusa de manga curta justinha mas flexível e com muito decote ombro a ombro. Sem sutiã, as tetas bem caídas, podia ter um decotão, mas os peitos marcavam bem porque a roupa era apertada, mas bem embaixo, realmente chamava atenção uns peitos redondos quase na altura da barriga e separados. Finalizava com meia-calça de cristal marfim também e uns sapatos de salto preto. Uma bolsa preta. Uma mulher com classe. Levei ela numa loja e pintaram os olhos dela, bem feitos e os lábios de vermelho sangue. Uns brincos dourados exagerados, e um colar preto.
- Quero que você tenha orgulho da sua puta… ufff… quem diria que eu seria puta e teria sexy.
- Vou te fazer foder. Quero ter uma puta bem comida. E depois te levar pra casa com seu marido e seus filhos.
- Ummm… fodo pra você com quem mandar…
Fomos pra casa do professor. Quando abriu a porta, ficou de boca aberta.
- Porra… você se superou, filho da puta. Oi, Putette.
- Oi, professor – ela disse – cê gostou? – Pilar tentava fazer um sotaque francês, guturando os erres, que ficava muito bom e dava muito tesão.
- Vamos nos acabar com você – ele colocou a mão na bunda dela – ummm… que Coisa tão boa… não sei se vou conseguir esperar…
- Eu tô disponível, professor – disse ela, sorrindo, levantou a saia – se quiser, pode me foder agora.
- Ufff… não, meus amigos estão quase chegando e a gente precisa preparar o cenário. – Mesmo assim, Pilar continuava com a saia levantada e o professor não se segurou, meteu a mão na buceta dela.
- Ummmm… deus, que buceta! Que fodas que a gente vai te dar, Putette.
- Professor… é… os serviços de puta se pagam adiantado – falei.
- Porra, cara, você concorda, Putette?
- Sim, paga a minha gostosa primeiro.
- Ok, ok. Você me lembra alguém, Putette.
- Pode ser… – o cara tirou o dinheiro e me deu.
- Pronto. Agora você é minha.
- Sim – falei, guardando a grana – toda sua. Putette vai deixar todo mundo satisfeito – entreguei umas caixas de camisinha pra ele – vocês vão ter o bastante.
O cenário era:
Eu fazia de garçom eventual, o professor tinha um quintal com jardim e aí montamos um balcão pequeno, eu devia preparar as bebidas e os canapés pra todo mundo, como um serviço contratado. Pilar devia chegar quando os amigos já estivessem lá. Representava que era a esposa de um colaborador que trazia uns documentos pro professor por encomenda, se desculpando por ele não ter vindo pessoalmente porque estava viajando. O professor a convidaria pra tomar uma bebida, apresentaria aos amigos e a partir daí, ver como iam se virar com ela. As mulheres dos caras também estavam montando uma festinha na casa de outro, mas numa cidade a 30 km, ou seja, sem perigo.
Dito e feito, Pilar foi pra uma cafeteria perto esperar meia hora.
Aos poucos os caras foram chegando, todos na faixa dos trinta e poucos anos, eu ia servindo o que pediam, com meu uniforme, camisa branca e colete. Logo se esqueceram de mim e ficaram batendo papo, trocando piadas pesadas e safadas com o cara que ia casar.
A chegada de Pilar foi Eletrizante, a campainha tocou e o professor foi atender, logo depois apareceu no jardim com a Putette. Apresentou ela como a esposa de um amigo que tinha trazido um recado.
- Convidei ela pra tomar algo – todos concordaram, examinando ela dos pés à cabeça.
- Não quero atrapalhar – disse Pilar – vocês tão na festa – o professor apresentou um por um aos amigos e ela beijava cada um – vou deixar vocês continuarem a festa logo
- Esse é o Miguel, o que vai casar
- Ahh, muito prazer – Pilar deu um beijo nele nos lábios, suave – dá sorte beijar o noivo, eu tô casada há 20 anos – Miguel ficou impactado – você é muito atraente.
- O prazer é meu, Putette – disse Miguel – mas dois é melhor que um, né?
- Kkkkk, sim, tenho certeza que sim, mas tô afim de uma taça, talvez depois… – preparei uma taça de espumante e levei pra ela, Miguel já não apertava ela mas continuava com a mão na cintura dela – Merci, garçon – ela me disse
- Vamos brindar – disse o professor.
- Pelo noivo – disse Pilar.
- Pelas mulheres bem dotadas – disse outro cara, o Angel
- Pelas francesinhas gostosas – disse o professor.
Eles viraram a taça inteira.
- Humm… muito bom… – disse Pilar – outra, garçon – servi ela e também os outros – vocês tão na festa de despedida, não quero atrapalhar – Miguel continuava com a mão na cintura de Pilar
- Uma mulher tão gostosa nunca atrapalha – disse outro, um tal de Javier.
- Hum, obrigada, vocês são muito gentis.
- Que jardim lindo você tem, professor.
Ele mostrou num canto um balanço que tava preso numa barra com quatro correntes.
- Ah, um balanço, eu adorava quando era pequena, posso? – disse Pilar – só um momentinho
- Claro, Putette – ela sentou e começou a balançar devagar – quer ajuda?
- Por favor, sim. – O professor ficou atrás dela e começou a empurrar, claro, pela bunda. – aah, que divegtido…
Pilar ganhava velocidade, e de repente, com o vento, a saia subiu até em cima, deixando ver as coxas e as meias, além da calcinha transparente. Teve um murmúrio de aprovação. Ela, sem pressa, tentava alisar a saia com uma mão, sem muito sucesso, porque precisava se equilibrar. Desistiu e continuou balançando assim.
- Que espetáculo - disse Angel - que pernas…
- Porra, ela é uma gostosa - disse Miguel em voz baixa - que buceta gostosa.
- Porra, mais de um - disse Javier - dá mais cava pra ela, garoto - ele me disse - pra ver se fica um pouco bêbada e a gente consegue pegar um pedaço.
- Ufa, seria foda - disse Adrián - mas somos muitos. E ela é casada.
- Pelo menos ver se ela chupa a gente - disse Javier - essas francesinhas não são tão caretas na hora de mamar pau como as nossas mulheres. Pararam o balanço, mas Pilar continuou sentada, com todos ao redor, a saia um pouco levantada.
- Você é muito bonita - disse Javier. Dei mais uma taça pra elas e beberam.
- Realmente linda - disse Miguel - seu marido deve estar encantado.
- Vocês vão me deixar sem jeito com tantos elogios. Bom, meu marido já tá acostumado, são 20 anos. E vocês exageram pra me agradar.
- Eu nunca me acostumaria com umas pernas tão lindas - disse Adrián - vamos brindar a essas pernas - beberam.
- Humm, acho que tô ficando um pouco tonta… faz tempo que não ouço tantos elogios.
- Você merece, linda - todos foram ficando mais ousados, em parte pelo cava e em parte pela atitude dela, sem vergonha de mostrar as coxas.
- Então seu marido não te dá atenção direito, gostosa? - disse o professor, tomando a iniciativa.
- Bom, é um pouco de indiscrição, mas faz muito tempo que estamos juntos… às vezes eu gostaria de um pouco mais de… vocês sabem…
- Sim, a gente entende… um pouco mais de sexo… Hum, sim. —Pilar balançava suavemente—, pego, é meu marido…
— Bem, a gente pode te ajudar, gostosa… —disse o professor, ela sorriu—, cê tem a gente à disposição…
— Vocês são muito gentis, pego, sou casada e… vocês também…
— Isso não deixa marca…
— Uffff… vocês são pervertidos e eu tô meio bêbada…
Miguel se aproximou pela frente, abaixando a braguilha.
— Minha namorada nunca quis chupar minha pica… acho que vocês francesas gostam… faz pra mim, Putette…
— Oh, pego… O que cê tá fazendo?
— Come meu pau, desde que você entrou eu tô morrendo de vontade de saber como você usa essa boquinha pra chupar pica… com certeza não é a primeira…
— Uffff… pego… pego… —Miguel tirou a pica duríssima pela braguilha, bem grossa, Pilar olhou, com tesão—, sou casada… não, não tá certo… preciso ir embora…
A resistência era parte do teatro. O professor se aproximou por trás de Pilar e segurou as mãos dela contra a corrente do balanço.
— Com certeza você já chupou vários paus… então não vai custar nada chupar mais um, querida — colocou a mão na cabeça dela e inclinou em direção à pica dele — hummm… chupa minha pica, Putette… você tem cara de quem adora se enfiar num pauzão — Pilar resistia
— Oh, pelo amor de deus, professor, isso não é… meu marido não vai gostar… cê tem que me soltar
— Seu marido não vai saber, linda — o professor continuava segurando ela — vai, seja boazinha e chupa a pica do meu amigo.
— Pego… é um abuso… professor… deixa eu ir embora…
— Quando você tiver mamado a pica do meu amigo, eu deixo você ir…
— Vai logo, loirinha, com certeza você já mamou vários, não custa nada mais um — disse Miguel, aproximando a glande até a boca dela e segurando ela pelo cabelo.
— Vocês se aproveitam que eu bebi, vão me deixar ir depois… meu marido…
— Seu marido não vai perceber que você comeu uma pica, linda, não deixa marca… —disse o professor—, abre Essa boquinha e mamãe, Putette – Pilar deixou Miguel enfiar o pau na boca dela
- Dioooosss…que gostoso…continua, continua, gostosa, ummmm – Pilar chupava o pau– Aaaaaah…siiiiiii…dava pra ver que ela sabia, caralho…- Pilar subia e descia no pau e engolia ele inteiro- porraaaa….deus como essa mina chupa bem…ufffff…
- Tava falando – disse Javier – as francesas são livres dessas frescuras e na primeira oportunidade já metem o pau na boca. E engolem o leite sem problema.
- Não fode – disse Adrián - você engole o leite, Putette?
- A boca dela tá ocupada agora, porra, não atrapalha – disse Miguel – já tô quase…uauuuu…deus…vou gozar…porra que boquete ela tá fazendo…
- Até o saco, mano…é uma garganta profunda…
- Uuuuuuu…Putette…vou gozar…porraaa…continua, continua chupando, loirinha….-Pilar chupava com vontade, enfiando tudo – tomaaaaaaaaaaaa…toma leite, tomaaaaaaaaaa…-na frente de todo mundo, Pilar recebeu a porra com o pau dentro da boca, sem mais – porraaaa…siiiiii…engole, engole…puta…engoleeeee
- Caralho, que loucura, ela tá engolindo tudo…- disse Adrián – que tesão…
- Dá um espumante pra loirinha, parceiro – eu levei uma taça. Pilar soltou o pau mole do Miguel, os lábios com resto de porra e bebeu o espumante, engolindo todo o leite também.
- Ufff…devo estar maluca…
- Ninguém vai ficar sabendo, gata…-disse o professor – parece que você gostou…
- Que boquete, porra, mas que boquete! –disse Miguel – você é uma deusa…sabe muito de chupar paus…
- Tô com vergonha…
- Você é uma mulher linda sem frescura, diferente das daqui – disse Javier – e também não é nada demais, né…e você gostou
- Bom…não sei…não me desagrada…mas não é muito correto…
- Chupa o meu, linda – disse Javier, abaixando a braguilha – já tô bem duro…olha – ele tirou um pauzão duro e grosso – vai, gata, aposto que não te custa nada…
- Ah, pego… - Javier inclinou a cabeça dela pro pau dele – ufff…não, não…p*rra…você tinha dito…
- Seu marido não vai ligar se você chupar mais um pau, chupa, gostosa – Javier batia a cabeça da pica na cara dela – abre essa boca, francesinha, e chupa bem esse pau…melhor que o do seu maridinho…
Claro que Pilar tava morrendo de vontade, mas tinha que disfarçar. Pilar olhou pro Javier, depois pra todo mundo e…abriu a boca. Javier enfiou a piroca.
- Hummm…essa boquinha quente…hummm…assim, gostosa…muito bem…uau… - Javier guiava a cabeça dela com a mão e mexia a cintura – chupa essa vara, linda…deus, como você mama bem, p*rra…sabe mesmo, sabe… - Pilar continuava com as mãos presas nas correntes do balanço e todo mundo em volta assistindo a segunda mamada – uaaaa…a loirinha…que delícia, continua, continua mamando assim…ufffff… - Javier tava superexcitado, tirou a pica da boca dela e bateu na cara dela com ela – como você mama bem, tia, hummm você adora uns paus grandes, né? – ele batia sem parar – gostosa, vai engolir meu leite? – Pilar concordou enquanto levava as batidas – hummm…você gosta de porra, né? – Pilar concordou de novo, sem tirar os olhos dele – então vou te dar um gole bem grosso, toma, Putette – enfiou a piroca grossa, Pilar engoliu abrindo bem a boca – à saúde do seu marido… engoleeeee…uuauuuuuuuuu…toma porra, toma porra, toma, toma…siiiiiiiiiiiiii
O clima já tava quente pra caralho, vendo Pilar sentada no balanço, agarrada nas correntes, a saia levantada e recebendo a segunda gozada dentro da boca, sem frescura nem se afastar, Javier despejando o leite, bufando de prazer…
- Francesa mama naturalmente, caras, é normal pra elas dar uns boquetes, chupam os amigos ou conhecidos, sem complicação nenhuma – achei incrível que uma fantasia, ele falasse como se tivesse experiência com 100 francesas, e Pilar nem era francesa.
Levei uma taça de espumante e Pilar me Olhou, bebeu o espumante e arrastou a porra. Javier guardava a pica, com uma expressão de felicidade no rosto. Pilar olhou ao redor, balançava suavemente, como se nada tivesse acontecido. Mesmo assim, não fez nenhum movimento pra cobrir as coxas, mantendo a saia levantada. Ninguém dizia nada.
O professor se aproximou dela e deu a mão, ela se levantou.
- Não vai me deixar ir embora?
- Ainda não, gostosa – disse o professor – mais uma coisinha.
- Você disse... já chupei duas picas... engoli a porra... tenho que voltar pro meu corno...
- Vai pro seu cuck daqui a pouco
Ela se deixou levar até uma mesa grossa de madeira, todo mundo olhando curioso e tarado. O professor indicou que ela apoiasse as mãos na mesa, ela não disse nada e fez isso, o professor enfiou as mãos por baixo da saia e vimos a calcinha descendo pelas pernas dela e depois ela facilitou pra tirarem pelos pés. A excitação subia às alturas. Tudo sem ninguém falar nada.
Sem mais, o professor levantou a saia dela até a cintura, com os pés afastou as pernas dela e olhou pros outros.
- Olha que égua que esse cuck tem!
- Porra, que gostosa essa mina, que vontade de meter uma piroca nela... – disse um.
O professor acariciou as nádegas dela, depois tocou a buceta, ela gemeu. Fomos nos aproximando.
- Oooh... – o professor enfiou dois dedos na boceta – aaaaaaaaaaayhhh...
- Tá ardendo, tá toda molhada... – ela não disse nada, abriu mais as pernas. O professor começou a foder ela com os dedos, primeiro devagar, depois mais rápido
- AAAAAAAAAAHH... – Pilar gemia, o professor fodía ela quase com violência, enfiando e tirando os dedos – Aaaaaaayhh... – Pilar reclamava, mas o professor continuava violentando a boceta dela.
- Dá pra ver que seu marido não te dá o suficiente, cê tá com vontade de pica... – o professor se agachou e começou a chupar a boceta dela. Pilar gemeu como uma puta no cio. OOOOOOOOOOh…aaaaaaaaaaahh…mmmmmmmmmmmmmmm…- o professor deu um tapa na bunda dela – aaaaaaaaaaaaayhh…uuuuuuummmmm…- Pilar esfregava a buceta dela na boca do professor, que deu outro tapa – aaaay… - mas o gemido não era de raiva, era de prazer, vendo isso, o professor deu mais uns tapas – Aaaaaaaaaahh…- Pilar gozava que nem uma porquinha.
O professor se levantou e agarrou ela pelo cabelo.
- Vamos te ver pelada, pra ver se a gente tem vontade de brincar com você. Tira a roupa enquanto pensa no que seu marido diria se soubesse que a gente vai usar a mulher dele pra se divertir.
De frente pra todo mundo, com um ar meio sem graça, como se não tivesse gostado muito, Pilar tirou a blusa e deixou os peitos em formato de pera à mostra.
- Porra, umas tetonas caídas –
Ela ficou olhando pra eles, com jeito tímido, com vergonha de oferecer os peitos pros 5 homens que tavam excitados com ela, seis comigo, meio se escondendo com as mãos.
Todo mundo chegou perto pra apalpar os peitos dela. Pilar me olhou extasiada, nunca tinha sentido cinco pares de mãos apalpando, amassando os peitos dela e dando tapinhas. O professor agarrou as mãos dela e prendeu nas costas.
- Você vai ser nossa putinha, então entende duas coisas: putinha e nossa. A gente vai se divertir com você do jeito que a gente quiser.
- Mas professor…eu…isso não é…meu marido não…
- Você já engoliu duas boas pirocas, gata, seu marido já é um corno manso, a boquinha da sua mulher leitada duas vezes…aproveita um pouco você também, vai.
Adrian agarrou os bicos dos peitos dela e puxou pra cima, quando as tetas tavam bem levantadas, soltou, pra alegria de todo mundo. Angel meteu a mão na buceta dela por baixo da saia. Pilar gritou, Angel tinha enfiado os dedos. A coisa foi esquentando, Pilar percebeu que os peitos dela, que sempre deixavam ela insegura por serem tão caídos, moles e separados, longe do padrão do que se considera uns peitos redondos e firmes, davam tesão nos homens.
Ela tinha uma auréola muito grande, quase metade Peito e uns mamilos bem compridos, apontando pra baixo e pros lados. Elas ficavam excitadas puxando os próprios mamilos e mantendo os peitos esticados pra cima e pra frente, dando tapas neles pra ver balançar. Com certeza causava dor, mas não exagerada, e ela aguentava de boa.
Angel não tinha parado de meter os dedos nela.
- Peraí – disse Angel – tô com vontade de chupar esses peitos – Segurou as mãos da Pilar por trás com a mão esquerda, com a direita pegou na cintura dela e se jogou no peito dela, mamando com gosto. Pilar jogou a cabeça pra trás, gemendo alto.
- AAAAAAAmmmmmmmmmmm…óóóó…sim, sim, sim….
- Porra, que mulher, caralho… – Angel ficava mais animado a cada minuto e literalmente devorava o peito dela, mordendo e chupando – como me excita…tenho que foder ela…quero te foder, Putette… – olhou pra ela.
- Me fode…óóó…pelo amor…só transo com meu marido…
- Então agora você vai saber o que é uma pica boa…
Num instante tiraram a saia dela e Angel sentou ela na beirada da mesa, o professor e Javier seguraram as pernas dela bem abertas. Sem mais, Angel puxou a pica pra fora e colocou na entrada da buceta dela.
- Óóó, pelo amor de Deus…não me fode…meu marido…
- Humm…seu marido não te dá pica o suficiente…
- Óóóó…não, mas é meu marido… – Angel enfiou de uma vez – aaaaaaah…você me comeu…mmmmmmmm
- Por isso ele é um corno, por ter pica mole eu como a mulher dele…uffff…que tesão você me dá, puta…
- Óóóó…sim… – Angel bombava ela no meio da bagunça de todo mundo – aaaaaaaah…
- Toma pica, gostosa…
- Óóóó…que vergonha, você me come na frente de todo mundo…feito uma qualquer…
- Feito uma puta – disse o professor – hoje vamos tirar a puta que existe dentro de você…
- Toma pica, puta…melhor que seu marido, né?
- Ó, uma puta…sim…melhor que meu marido…aaaaaaaah…
Pilar sabia como excitar eles e lisonjear. Angel continuou metendo nela por um tempo. entre gemidos dos dois. Pilar gemeu forte:
- Aaaaaaaaaah... vou gozaaaaar... aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah... - ela gozou com um baita estardalhaço. Angel ficou tão excitado que gozou dentro sem mais.
- UUUAAAAAaaaaa... toma, toma gozo... uuaaaa... tô gozando dentoooo...
Ficaram ofegantes com os orgasmos e finalmente Angel tirou a pica já quase mole de dentro. Todo mundo viu os jatos de porra saindo da buceta. Pilar estava estirada na mesa com as pernas bem abertas, que ainda seguravam o professor e Javier.
Pilar tocou a buceta e os dedos ficaram cheios da porra do Javier.
- Você me deixou cheia do seu esperma... oooh...
- Vamos te dar muito esperma, gatinha, muito mais que seu marido... - disse o professor.
Ele a tirou da mesa e a fez se apoiar com as mãos de novo. A porra do Javier escorria da buceta dela e descia pelas coxas. Ele puxou a pica, duríssima.
Todo mundo pensou que ele ia foder ela, mas não, ele apontou o pau pro cu dela e apertou. Ela gritou quando sentiu a pica entrando no cu. O professor deu uma estocada de quadril e ela gritou ainda mais, todo mundo entendeu que ele tava enfiado até o talo. Ela passou de gritar a gemer.
- Ela adora levar no cu, cara!
- Não tem nada mais foda que meter no cu - disse o professor, os peitos balançavam violentamente com as estocadas da pica.
- AAAAAAAAAAAh... pelo amor de deus, professor... oooh... meu cu... aaaaaaaaaah...
- Seu cu, sim, fode-te no cu... toma pica... cê gosta?
- OOOh... professor... ummm... sim... meu cu dói... eu gosto... aaaaaaaaaaayhh...
O professor meteu e meteu com vontade no cu dela, agarrou o cabelo dela e puxou pra trás, violentamente, ela reclamava, arqueada e recebendo. O professor deu tapas na bunda dela com a mão.
- Mexe essa bunda, puta, me dá prazer - Pilar mexeu a bunda pra enfiar a pica do professor e pros lados pra dar prazer ao pau dele - ummmm... assim, que puta gostosa seu marido tem em casa... sem sabendo disso… kkkkkkkkk… – todos riram excitados
– Uuuuuummm… aaaaaaaah… sou uma puta boa…
– Muito boa, você tá descobrindo o que é – o professor, sem parar de mantê-la arqueada e metendo no cu dela, deu tapas nos peitos dela – uma puta dada pelo cu, tomaaaaaaaaaaa – o professor gozou dentro do cu dela, segurando ela pelo pescoço e arqueando ela mais pra trás enquanto apertava um peito dela – deeeeus… vadiazona…
A partir daí foi uma loucura, depois do professor todo mundo quis comer o cu dela. Fizeram ela subir de quatro na mesa, eles adoravam os peitos dela balançando. Batiam neles, pesavam e ordenhavam.
Um atrás do outro foram subindo na mesa e enfiando no cu dela, enquanto os outros batiam uma.
– Mais fundo, enfia tudo…
Deixaram o cu dela igual um bebedouro de pato. Achei que vi ela gozar duas vezes enquanto eles se revezavam no cu dela e gozavam dentro. Quando ela desceu da mesa, o leite escorria claramente até os tornozelos dela, descendo pelas pernas lindas dela, as meias amarrotadas e manchadas de porra. Ela se apoiou com as mãos na mesa, mostrando a bunda violentada e humilhada.
De pernas abertas, mostrando um cu dilatadíssimo, muito fodido, jorrando porra em borbotões, respirando ofegante, não tinha mais a aparência distinta de senhora com que tinha entrado.
– Ufffff… tô exausta… meu pobrinho cu… vocês se divertiram muito com meu cu
– Ummmm essa bunda tão delicada… nunca tinham te dado antes?
– Meu marido nunca teve coragem de me foder pelo cu… ele tentou mas eu não deixei… achava humilhante…
– Ummmm… então agora você levou uma bela ração, gata… todos nós enfiamos o rabo em você
– Ufffff… vocês cinco me comeram pelo cu… que vergonha…
– Seu marido devia te ver assim, com essa cara de putona, bem leitada, cercada de paus, uns chifres bem colocados
– E satisfeita, coisa que ele não faz.
Eles sentaram na grama. Em redondo pra descansar, o professor sentou ela entre as pernas dele, acariciou a pele dela, os peitos, tudo, os outros ao redor. Levei taças de espumante pra eles e brindaram
- Pelo bum dessa mulher gostosa que a gente comeu
- Ummm…ggrigada…vocês também me deram prazer…embora nunca pensei que conseguira satisfazer cinco homgrem…e ainda mais pelo cu…tô orgullosa…
- Já levou cinco gozadas no cu, gata…- ela sorriu
- Tô sentindo…vocês abusaram de mim…
- Você gozou, não disfarça…- ela sorriu
- Sim…uffff…também curti…meu magido nunca me comeu pelo cu…
- Ummmmm… seu marido…ufff…me dá muito tesão ter comido a esposa dele pelo cu…e mais ainda se ele nunca fez isso…ummmmm
- Meu pobgre magido…ele é muito cognudo…
- Quase o máximo de cuck, devolver a mulher comida pelo cu é foda…
- E vocês gozaram dentro…
- O sêmen te excitou, hein?
- Sim…e eu gosto…
- Vem cá, gostosa – disse Adrián – vem comigo – Pilar se soltou do professor e foi de quatro até Adrián – uffff, gostosa, assim mesmo, cola na minha pica…já que você gosta, vou te dar leite…uuauuu…chupa como a puta que você é…que boa boceta…seu marido ficaria orgulhoso da mulher dele de quatro chupando uma pica…deusss e como ela chupa…
- Uuuuffff…porra…vou meter assim mesmo…- disse o professor, se posicionou atrás e enfiou na buceta dela – toma pica, puta loira…ummmm bucetinha gostosa de puta casada…
- Ufffffff…que espetáculo…ela se mostrou uma puta, a mina…que vício em rabo…dois ao mesmo tempo…
- Ummmmmm…tava com vontade de rabo sim…meu corno não me dá…uuuuumm…pgrofe, me come…uuuuummm…
- Você é uma putona, francesinha…continua chupando minha pica, promíscua…adoro…uuuuuauuu…você é uma puta…uma puta adúltera…
- Uma putona…uffff…e uma pegga adúltega…- o professor deu dois tapas nela nas nádegas – aaaaaaai... tô comendo o cipote... aaaaaaaggg...
- Uma puta promíscua, fodida e enrabada... – o professor tava empolgado, bombava com violência – uma porca que se deixa usar por cinco caras... vou encher tua buceta de leite, sua slut... pra você levar uma boa porra pra casa com seu marido...
- Porraaa... caras... como ela engole o pau... eu vou entupir tua garganta de porra, sua slut...
Quando acabaram de gozar dentro dela, largaram ela na grama. Pilar escorria esperma pela buceta e pela boca. Levei espumante pra ela e ela bebeu.
- Ufffff... como você é boa, Putette... não pensei que fosse tão slut...
- Nem eu – ela disse, se esticou na grama de barriga pra cima, de pernas abertas – não me reconheço... na verdade me comportei como uma verdadeira slut...
- Mas você curtiu.
- Ufffff... vocês me foderam muito... NUNCA ME FODERAM TANTO... tô dolorida... mas estranhamente feliz... e cheia de porra...
- Porra... 10 gozadas, loirinha, 10 porradas que você leva...
- Ufffffff... é uma sacanagem... – o professor fez um sinal pra mim
- Ainda dava pra mais um...
- Uffffff... tô destruída... acho que não... – ela me olhou e arregalou os olhos.
- Come ela, moleque – disse o professor – enfia nessa buceta de slut casada... – eu tirei o pau durasso – porra cara, que cipotezão que você tem... enfia na putinha...
- Uffff... não... não... é grande demais... não... – Pilar fingiu que queria se afastar – outro pau, não... pelo amor... – ela tava morrendo de vontade, mas tinha que fazer teatro.
- Segurem ela – disse o professor. – vai moleque, fode ela...
Com os caras segurando as pernas dela bem abertas e aproveitando pra pegar nos peitos dela, me ajoelhei entre as coxas dela e coloquei meu pau na boceta.
- AAAAAAAaih... oooh... não, não... é grande demais... aaaaaaah... outro pau nãooo... pelo amog... – os caras seguravam ela bem escancarada – não me estupra, nãooo – eu meti, a buceta da Pilar tava pegando fogo, ela reclamava mas eu sabia que ia gozar logo – besta…aaaahh – eu bombeava devagar – aaaah…pog deusss…que grande…
- Você vai embora bem, mas bem fodida, loirinha… seis caras… mas que puta gostosa… você gosta desse pauzão, hein, vadiazona?
- Uuuuuuuuuu…aaaaaaaah…grande demais…aaaaaa…
- Dá rabeta, moleque… grande mas cabe inteirinho, puta, até os ovos… – Comecei a bombear forte – Seu marido vai ter que dançar com a rola na buceta que a gente deixou pra ele… vadiazona… indecente e tarada… chupeteira… dada pelo cu…
- AAAAAAAAAAAAh…siiiiiiiiiiiii…sou uma putona…chupeteira…
- E agora você vai levar meu gozo pra casa bem dentro da sua buceta…
Depois de alguns minutos, Pilar gozava gritando.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAh…seus filhos da puta…
- Porra, que puta gostosa, caras, ela goza de novo…CONTINUA AS HISTÓRIAS ANTERIORES1 http://www.poringa.net/posts/relatos/2457321/Minha-mãe-virou-minha-mulher-1-para-18.html
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22 http://www.poringa.net/posts/relatos/2846240/Minha-mãe-passou-a-ser-minha-mulher-22-para-18.htmlUma aventura com a Pilar, a mãe do Sebas, meu amigo, uma das minhas putas, mas dessa vez ela se supera...
De tarde, eu tinha combinado com a Pilar, a mãe do Sebas. Ela tinha um serviço que queria que eu fizesse. A gente tinha falado por telefone.- Oi, podemos conversar?
- Meu marido tá por aqui...
- Beleza, então escuta: cê tá afim de dar?
- Sim, claro, cê sabe que sim…
- Acho que cê vai gostar, uns caras tão querendo se divertir com uma mulher fácil, mas não uma puta profissional, uma mina tesuda, que goste de foder, que meta bem sem frescura, não sei se cê topa ou se procuro outra.
- Hum, bom, não precisa, acho que posso ir eu mesma.
- Tem certeza? Olha que são vários. Não se sinta obrigada…
- Que não, tá de boa, vou eu mesma.
- Eles têm tesão em casada, cê sabe como é bom comer a mulher dos outros. Sua calcinha já molhou?
- Ufa, sim, pra caralho, cê sabe que tô disposta a ajudar – ouvi ela falando com o marido – tô combinando de ir na paróquia preparar umas coisas – ela voltou a falar – vamos em vários, né?
- Vão ser cinco, puta. Cê vai dar pra cinco caras. Vou cobrar uma grana deles.
- Uu, então… bom, sim, tô afim. E o que tem que fazer?
- Ufff, cê fica excitada falando disso com seu marido por perto, hein? Cê é uma porca.
- E mais… mas me fala…
- Cê sabe, primeiro um teatrinho, eles acharem que tão te seduzindo, e depois, então… cê vai ter que chupar uns pau, isso é certo. A maioria dos caras não consegue que a mulher chupe eles, então vão adorar chupar a mulher dos outros.
- Ahã, beleza, sem problema. Eu sou boa nisso.
- É, verdade que cê é boa em chupar rola. Continuo?
- Sim, por favor.
- Vão chupar seus peitos de pera. Bem apalpados, eles gostam muito, e depois vão meter o pau em você, um atrás do outro, as cinco pirocas, e até algum vai te comer no cu, com certeza. Ainda tá interessada?
- Ufa… bom, acho que consigo, sim.
- E vai engolir porra, puta, bem servida vai ficar, vão gozar na sua boca e cê vai engolir tudo.
- Também curto, sim. Sim, você dá conta deles em um par de horas e te devolvo em casa como nova, bem fodida e gozada. Seu marido nem vai saber do corno que você fez ele. Esta tarde.
- Tá bom, sim – ela virou pro marido – amor, marquei pra esta tarde – ouvi ele responder algo – Sem problema, vou sim.
- Você nasceu puta.
Sabia que a Pilar ficava excitada em fazer de puta, depois de uma vida inteira negando a própria sexualidade, ela tinha descoberto que precisava recuperar o tempo perdido. Me excitava e me surpreendia o quanto ela gostava de se aprofundar na perversão e na humilhação sexual, quanto mais eu pressionava, mais ela curtia, ainda não sabia se tinha limite.
Tinha me ligado o professor de matemática do colégio. Fazia tempo que ele tinha comido a Pilar em troca de passar a Sara na matéria e facilitar pra eu poder foder ela.
- Roger, seu filho da puta, queria alugar aquela putinha francesa que você tem, a casada. A gente tem uma despedida de solteiro e queria brincar com sua puta, a loirinha, a Putette. O que você acha?
- Buceta, com quantos ela vai ter que foder?
- Somos cinco, mas acho que não vão comer todos. Quanto você cobra?
Falei o preço que queria.
- Porra, mano, isso é grana.
- A mina vale a pena, você sabe. Ela é gostosa e dá jogo, além de serem vários, mano, ela vai ter que se esforçar, vão deixar os peitos dela doloridos.
- Isso sim, esses peitos de pêra alongados são muito gostosos.
- E se derem pelo cu, mais 20%.
- Caralho...
- Ah, e eu entro com as camisinhas.
Ele barganhou e eu aceitei. Uma grana ia me fazer bem. A Pilar ia fazer por vício, mas o cara podia pagar, e me dava tesão cobrar pra ele foder minha puta. Além disso, combinamos uma encenação realmente excitante.
Peguei a Pilar e levei ela pra uma clareira na mata do Tibidabo, na minha moto. Um parque que é visitado diariamente por milhares de pessoas.
- Te trouxe aqui pra você se vestir de senhora. Francesa gostosa, é assim que vou te levar. Ummmmmm, Roger, então vou trabalhar de puta? Vou fazer isso por você.
- Você vai fazer porque é uma puta e gosta.
Eu dei uma sacola para ela.
- Veste isso – era roupa que eu tinha comprado de propósito.
- Essa roupa? – ela olhou dentro – uffff, deixa eu ver... E onde eu vou vestir isso?
- Aqui mesmo, raposa, tira a roupa.
- Aqui? Vão me ver.
- Então que te vejam. Eu gosto muito de você pelada.
- Mas passa gente perto... tem grupos de garotos vindo de excursão...
- Melhor ainda... você é muito gostosa... eles vão adorar ver uma mulher madura... com essas pernas lindas e essas tetas balançando... você não ia gostar que eles batessem uma punheta te olhando?
- Uff... Roger – ela estava vestida com um daqueles tailleurs marrons nada sexy, quase de freira, com saia reta abaixo do joelho, uma blusinha bem comportada por baixo, tirou o casaco. Olhou em volta e se decidiu a tirar a blusa – uff
Eu sentei no chão, com as costas contra uma árvore, olhando para ela.
- O sutiã, puta, agora mostra as tetas pro ar, antes de tirar a saia.
Ela sempre usava uns sutiãs duros de taça grande, que escondiam completamente os peitos dela e os comprimiam para dentro, ninguém podia imaginar que ela tinha umas tetas compridas, umas tetas que caíam muito quando estavam soltas, desciam até a barriga com os bicos apontando para o chão e separadas em V invertido, marcando o formato de pera.
- Ummm, eu gosto de você, puta... você fica estranha com essas saias marrons retas, que te tapam tudo, quase de freira, e as tetas de fora. Elas fazem um bom contraste.
- Você me faz fazer coisas que eu nunca pensei que faria.
- E você gosta de ser vadia. Segura as tetas com as mãos e oferece elas – o melhor dela é que sempre obedecia, gostava de ser escrava, de eu mandar ela fazer obscenidades.
- Assim? – Elas segurava por baixo, mantendo O mamilo dela apontando pra frente.
- Sim, assim, vagabunda. Agora vira e fica de costas pra mim, oferece essas tetas pra quem passar.
- Uffff… – ela fez – isso é muito putaria…
- Muito, tá molhando a buceta?
- Ummm… tô excitada… você vai me foder…
- Não, quero que você vá gostosa pra fazer seu trabalho de puta.
- Uffff… quero que me coma…
- Primeiro seus clientes.
Levei ela de moto até a casa do professor. Um espetáculo, um vestidinho de duas peças de tricô fino verde escuro que destacava a pele branca dela, de loira natural, a saia curta pra verem bem as pernas perfeitas e com um pouco de balanço, pra ser levantada sem problema. E uma blusa de manga curta justinha mas flexível e com muito decote ombro a ombro. Sem sutiã, as tetas bem caídas, podia ter um decotão, mas os peitos marcavam bem porque a roupa era apertada, mas bem embaixo, realmente chamava atenção uns peitos redondos quase na altura da barriga e separados. Finalizava com meia-calça de cristal marfim também e uns sapatos de salto preto. Uma bolsa preta. Uma mulher com classe. Levei ela numa loja e pintaram os olhos dela, bem feitos e os lábios de vermelho sangue. Uns brincos dourados exagerados, e um colar preto.
- Quero que você tenha orgulho da sua puta… ufff… quem diria que eu seria puta e teria sexy.
- Vou te fazer foder. Quero ter uma puta bem comida. E depois te levar pra casa com seu marido e seus filhos.
- Ummm… fodo pra você com quem mandar…
Fomos pra casa do professor. Quando abriu a porta, ficou de boca aberta.
- Porra… você se superou, filho da puta. Oi, Putette.
- Oi, professor – ela disse – cê gostou? – Pilar tentava fazer um sotaque francês, guturando os erres, que ficava muito bom e dava muito tesão.
- Vamos nos acabar com você – ele colocou a mão na bunda dela – ummm… que Coisa tão boa… não sei se vou conseguir esperar…
- Eu tô disponível, professor – disse ela, sorrindo, levantou a saia – se quiser, pode me foder agora.
- Ufff… não, meus amigos estão quase chegando e a gente precisa preparar o cenário. – Mesmo assim, Pilar continuava com a saia levantada e o professor não se segurou, meteu a mão na buceta dela.
- Ummmm… deus, que buceta! Que fodas que a gente vai te dar, Putette.
- Professor… é… os serviços de puta se pagam adiantado – falei.
- Porra, cara, você concorda, Putette?
- Sim, paga a minha gostosa primeiro.
- Ok, ok. Você me lembra alguém, Putette.
- Pode ser… – o cara tirou o dinheiro e me deu.
- Pronto. Agora você é minha.
- Sim – falei, guardando a grana – toda sua. Putette vai deixar todo mundo satisfeito – entreguei umas caixas de camisinha pra ele – vocês vão ter o bastante.
O cenário era:
Eu fazia de garçom eventual, o professor tinha um quintal com jardim e aí montamos um balcão pequeno, eu devia preparar as bebidas e os canapés pra todo mundo, como um serviço contratado. Pilar devia chegar quando os amigos já estivessem lá. Representava que era a esposa de um colaborador que trazia uns documentos pro professor por encomenda, se desculpando por ele não ter vindo pessoalmente porque estava viajando. O professor a convidaria pra tomar uma bebida, apresentaria aos amigos e a partir daí, ver como iam se virar com ela. As mulheres dos caras também estavam montando uma festinha na casa de outro, mas numa cidade a 30 km, ou seja, sem perigo.
Dito e feito, Pilar foi pra uma cafeteria perto esperar meia hora.
Aos poucos os caras foram chegando, todos na faixa dos trinta e poucos anos, eu ia servindo o que pediam, com meu uniforme, camisa branca e colete. Logo se esqueceram de mim e ficaram batendo papo, trocando piadas pesadas e safadas com o cara que ia casar.
A chegada de Pilar foi Eletrizante, a campainha tocou e o professor foi atender, logo depois apareceu no jardim com a Putette. Apresentou ela como a esposa de um amigo que tinha trazido um recado.
- Convidei ela pra tomar algo – todos concordaram, examinando ela dos pés à cabeça.
- Não quero atrapalhar – disse Pilar – vocês tão na festa – o professor apresentou um por um aos amigos e ela beijava cada um – vou deixar vocês continuarem a festa logo
- Esse é o Miguel, o que vai casar
- Ahh, muito prazer – Pilar deu um beijo nele nos lábios, suave – dá sorte beijar o noivo, eu tô casada há 20 anos – Miguel ficou impactado – você é muito atraente.
- O prazer é meu, Putette – disse Miguel – mas dois é melhor que um, né?
- Kkkkk, sim, tenho certeza que sim, mas tô afim de uma taça, talvez depois… – preparei uma taça de espumante e levei pra ela, Miguel já não apertava ela mas continuava com a mão na cintura dela – Merci, garçon – ela me disse
- Vamos brindar – disse o professor.
- Pelo noivo – disse Pilar.
- Pelas mulheres bem dotadas – disse outro cara, o Angel
- Pelas francesinhas gostosas – disse o professor.
Eles viraram a taça inteira.
- Humm… muito bom… – disse Pilar – outra, garçon – servi ela e também os outros – vocês tão na festa de despedida, não quero atrapalhar – Miguel continuava com a mão na cintura de Pilar
- Uma mulher tão gostosa nunca atrapalha – disse outro, um tal de Javier.
- Hum, obrigada, vocês são muito gentis.
- Que jardim lindo você tem, professor.
Ele mostrou num canto um balanço que tava preso numa barra com quatro correntes.
- Ah, um balanço, eu adorava quando era pequena, posso? – disse Pilar – só um momentinho
- Claro, Putette – ela sentou e começou a balançar devagar – quer ajuda?
- Por favor, sim. – O professor ficou atrás dela e começou a empurrar, claro, pela bunda. – aah, que divegtido…
Pilar ganhava velocidade, e de repente, com o vento, a saia subiu até em cima, deixando ver as coxas e as meias, além da calcinha transparente. Teve um murmúrio de aprovação. Ela, sem pressa, tentava alisar a saia com uma mão, sem muito sucesso, porque precisava se equilibrar. Desistiu e continuou balançando assim.
- Que espetáculo - disse Angel - que pernas…
- Porra, ela é uma gostosa - disse Miguel em voz baixa - que buceta gostosa.
- Porra, mais de um - disse Javier - dá mais cava pra ela, garoto - ele me disse - pra ver se fica um pouco bêbada e a gente consegue pegar um pedaço.
- Ufa, seria foda - disse Adrián - mas somos muitos. E ela é casada.
- Pelo menos ver se ela chupa a gente - disse Javier - essas francesinhas não são tão caretas na hora de mamar pau como as nossas mulheres. Pararam o balanço, mas Pilar continuou sentada, com todos ao redor, a saia um pouco levantada.
- Você é muito bonita - disse Javier. Dei mais uma taça pra elas e beberam.
- Realmente linda - disse Miguel - seu marido deve estar encantado.
- Vocês vão me deixar sem jeito com tantos elogios. Bom, meu marido já tá acostumado, são 20 anos. E vocês exageram pra me agradar.
- Eu nunca me acostumaria com umas pernas tão lindas - disse Adrián - vamos brindar a essas pernas - beberam.
- Humm, acho que tô ficando um pouco tonta… faz tempo que não ouço tantos elogios.
- Você merece, linda - todos foram ficando mais ousados, em parte pelo cava e em parte pela atitude dela, sem vergonha de mostrar as coxas.
- Então seu marido não te dá atenção direito, gostosa? - disse o professor, tomando a iniciativa.
- Bom, é um pouco de indiscrição, mas faz muito tempo que estamos juntos… às vezes eu gostaria de um pouco mais de… vocês sabem…
- Sim, a gente entende… um pouco mais de sexo… Hum, sim. —Pilar balançava suavemente—, pego, é meu marido…
— Bem, a gente pode te ajudar, gostosa… —disse o professor, ela sorriu—, cê tem a gente à disposição…
— Vocês são muito gentis, pego, sou casada e… vocês também…
— Isso não deixa marca…
— Uffff… vocês são pervertidos e eu tô meio bêbada…
Miguel se aproximou pela frente, abaixando a braguilha.
— Minha namorada nunca quis chupar minha pica… acho que vocês francesas gostam… faz pra mim, Putette…
— Oh, pego… O que cê tá fazendo?
— Come meu pau, desde que você entrou eu tô morrendo de vontade de saber como você usa essa boquinha pra chupar pica… com certeza não é a primeira…
— Uffff… pego… pego… —Miguel tirou a pica duríssima pela braguilha, bem grossa, Pilar olhou, com tesão—, sou casada… não, não tá certo… preciso ir embora…
A resistência era parte do teatro. O professor se aproximou por trás de Pilar e segurou as mãos dela contra a corrente do balanço.
— Com certeza você já chupou vários paus… então não vai custar nada chupar mais um, querida — colocou a mão na cabeça dela e inclinou em direção à pica dele — hummm… chupa minha pica, Putette… você tem cara de quem adora se enfiar num pauzão — Pilar resistia
— Oh, pelo amor de deus, professor, isso não é… meu marido não vai gostar… cê tem que me soltar
— Seu marido não vai saber, linda — o professor continuava segurando ela — vai, seja boazinha e chupa a pica do meu amigo.
— Pego… é um abuso… professor… deixa eu ir embora…
— Quando você tiver mamado a pica do meu amigo, eu deixo você ir…
— Vai logo, loirinha, com certeza você já mamou vários, não custa nada mais um — disse Miguel, aproximando a glande até a boca dela e segurando ela pelo cabelo.
— Vocês se aproveitam que eu bebi, vão me deixar ir depois… meu marido…
— Seu marido não vai perceber que você comeu uma pica, linda, não deixa marca… —disse o professor—, abre Essa boquinha e mamãe, Putette – Pilar deixou Miguel enfiar o pau na boca dela
- Dioooosss…que gostoso…continua, continua, gostosa, ummmm – Pilar chupava o pau– Aaaaaah…siiiiiii…dava pra ver que ela sabia, caralho…- Pilar subia e descia no pau e engolia ele inteiro- porraaaa….deus como essa mina chupa bem…ufffff…
- Tava falando – disse Javier – as francesas são livres dessas frescuras e na primeira oportunidade já metem o pau na boca. E engolem o leite sem problema.
- Não fode – disse Adrián - você engole o leite, Putette?
- A boca dela tá ocupada agora, porra, não atrapalha – disse Miguel – já tô quase…uauuuu…deus…vou gozar…porra que boquete ela tá fazendo…
- Até o saco, mano…é uma garganta profunda…
- Uuuuuuu…Putette…vou gozar…porraaa…continua, continua chupando, loirinha….-Pilar chupava com vontade, enfiando tudo – tomaaaaaaaaaaaa…toma leite, tomaaaaaaaaaa…-na frente de todo mundo, Pilar recebeu a porra com o pau dentro da boca, sem mais – porraaaa…siiiiii…engole, engole…puta…engoleeeee
- Caralho, que loucura, ela tá engolindo tudo…- disse Adrián – que tesão…
- Dá um espumante pra loirinha, parceiro – eu levei uma taça. Pilar soltou o pau mole do Miguel, os lábios com resto de porra e bebeu o espumante, engolindo todo o leite também.
- Ufff…devo estar maluca…
- Ninguém vai ficar sabendo, gata…-disse o professor – parece que você gostou…
- Que boquete, porra, mas que boquete! –disse Miguel – você é uma deusa…sabe muito de chupar paus…
- Tô com vergonha…
- Você é uma mulher linda sem frescura, diferente das daqui – disse Javier – e também não é nada demais, né…e você gostou
- Bom…não sei…não me desagrada…mas não é muito correto…
- Chupa o meu, linda – disse Javier, abaixando a braguilha – já tô bem duro…olha – ele tirou um pauzão duro e grosso – vai, gata, aposto que não te custa nada…
- Ah, pego… - Javier inclinou a cabeça dela pro pau dele – ufff…não, não…p*rra…você tinha dito…
- Seu marido não vai ligar se você chupar mais um pau, chupa, gostosa – Javier batia a cabeça da pica na cara dela – abre essa boca, francesinha, e chupa bem esse pau…melhor que o do seu maridinho…
Claro que Pilar tava morrendo de vontade, mas tinha que disfarçar. Pilar olhou pro Javier, depois pra todo mundo e…abriu a boca. Javier enfiou a piroca.
- Hummm…essa boquinha quente…hummm…assim, gostosa…muito bem…uau… - Javier guiava a cabeça dela com a mão e mexia a cintura – chupa essa vara, linda…deus, como você mama bem, p*rra…sabe mesmo, sabe… - Pilar continuava com as mãos presas nas correntes do balanço e todo mundo em volta assistindo a segunda mamada – uaaaa…a loirinha…que delícia, continua, continua mamando assim…ufffff… - Javier tava superexcitado, tirou a pica da boca dela e bateu na cara dela com ela – como você mama bem, tia, hummm você adora uns paus grandes, né? – ele batia sem parar – gostosa, vai engolir meu leite? – Pilar concordou enquanto levava as batidas – hummm…você gosta de porra, né? – Pilar concordou de novo, sem tirar os olhos dele – então vou te dar um gole bem grosso, toma, Putette – enfiou a piroca grossa, Pilar engoliu abrindo bem a boca – à saúde do seu marido… engoleeeee…uuauuuuuuuuu…toma porra, toma porra, toma, toma…siiiiiiiiiiiiii
O clima já tava quente pra caralho, vendo Pilar sentada no balanço, agarrada nas correntes, a saia levantada e recebendo a segunda gozada dentro da boca, sem frescura nem se afastar, Javier despejando o leite, bufando de prazer…
- Francesa mama naturalmente, caras, é normal pra elas dar uns boquetes, chupam os amigos ou conhecidos, sem complicação nenhuma – achei incrível que uma fantasia, ele falasse como se tivesse experiência com 100 francesas, e Pilar nem era francesa.
Levei uma taça de espumante e Pilar me Olhou, bebeu o espumante e arrastou a porra. Javier guardava a pica, com uma expressão de felicidade no rosto. Pilar olhou ao redor, balançava suavemente, como se nada tivesse acontecido. Mesmo assim, não fez nenhum movimento pra cobrir as coxas, mantendo a saia levantada. Ninguém dizia nada.
O professor se aproximou dela e deu a mão, ela se levantou.
- Não vai me deixar ir embora?
- Ainda não, gostosa – disse o professor – mais uma coisinha.
- Você disse... já chupei duas picas... engoli a porra... tenho que voltar pro meu corno...
- Vai pro seu cuck daqui a pouco
Ela se deixou levar até uma mesa grossa de madeira, todo mundo olhando curioso e tarado. O professor indicou que ela apoiasse as mãos na mesa, ela não disse nada e fez isso, o professor enfiou as mãos por baixo da saia e vimos a calcinha descendo pelas pernas dela e depois ela facilitou pra tirarem pelos pés. A excitação subia às alturas. Tudo sem ninguém falar nada.
Sem mais, o professor levantou a saia dela até a cintura, com os pés afastou as pernas dela e olhou pros outros.
- Olha que égua que esse cuck tem!
- Porra, que gostosa essa mina, que vontade de meter uma piroca nela... – disse um.
O professor acariciou as nádegas dela, depois tocou a buceta, ela gemeu. Fomos nos aproximando.
- Oooh... – o professor enfiou dois dedos na boceta – aaaaaaaaaaayhhh...
- Tá ardendo, tá toda molhada... – ela não disse nada, abriu mais as pernas. O professor começou a foder ela com os dedos, primeiro devagar, depois mais rápido
- AAAAAAAAAAHH... – Pilar gemia, o professor fodía ela quase com violência, enfiando e tirando os dedos – Aaaaaaayhh... – Pilar reclamava, mas o professor continuava violentando a boceta dela.
- Dá pra ver que seu marido não te dá o suficiente, cê tá com vontade de pica... – o professor se agachou e começou a chupar a boceta dela. Pilar gemeu como uma puta no cio. OOOOOOOOOOh…aaaaaaaaaaahh…mmmmmmmmmmmmmmm…- o professor deu um tapa na bunda dela – aaaaaaaaaaaaayhh…uuuuuuummmmm…- Pilar esfregava a buceta dela na boca do professor, que deu outro tapa – aaaay… - mas o gemido não era de raiva, era de prazer, vendo isso, o professor deu mais uns tapas – Aaaaaaaaaahh…- Pilar gozava que nem uma porquinha.
O professor se levantou e agarrou ela pelo cabelo.
- Vamos te ver pelada, pra ver se a gente tem vontade de brincar com você. Tira a roupa enquanto pensa no que seu marido diria se soubesse que a gente vai usar a mulher dele pra se divertir.
De frente pra todo mundo, com um ar meio sem graça, como se não tivesse gostado muito, Pilar tirou a blusa e deixou os peitos em formato de pera à mostra.
- Porra, umas tetonas caídas –
Ela ficou olhando pra eles, com jeito tímido, com vergonha de oferecer os peitos pros 5 homens que tavam excitados com ela, seis comigo, meio se escondendo com as mãos.
Todo mundo chegou perto pra apalpar os peitos dela. Pilar me olhou extasiada, nunca tinha sentido cinco pares de mãos apalpando, amassando os peitos dela e dando tapinhas. O professor agarrou as mãos dela e prendeu nas costas.
- Você vai ser nossa putinha, então entende duas coisas: putinha e nossa. A gente vai se divertir com você do jeito que a gente quiser.
- Mas professor…eu…isso não é…meu marido não…
- Você já engoliu duas boas pirocas, gata, seu marido já é um corno manso, a boquinha da sua mulher leitada duas vezes…aproveita um pouco você também, vai.
Adrian agarrou os bicos dos peitos dela e puxou pra cima, quando as tetas tavam bem levantadas, soltou, pra alegria de todo mundo. Angel meteu a mão na buceta dela por baixo da saia. Pilar gritou, Angel tinha enfiado os dedos. A coisa foi esquentando, Pilar percebeu que os peitos dela, que sempre deixavam ela insegura por serem tão caídos, moles e separados, longe do padrão do que se considera uns peitos redondos e firmes, davam tesão nos homens.
Ela tinha uma auréola muito grande, quase metade Peito e uns mamilos bem compridos, apontando pra baixo e pros lados. Elas ficavam excitadas puxando os próprios mamilos e mantendo os peitos esticados pra cima e pra frente, dando tapas neles pra ver balançar. Com certeza causava dor, mas não exagerada, e ela aguentava de boa.
Angel não tinha parado de meter os dedos nela.
- Peraí – disse Angel – tô com vontade de chupar esses peitos – Segurou as mãos da Pilar por trás com a mão esquerda, com a direita pegou na cintura dela e se jogou no peito dela, mamando com gosto. Pilar jogou a cabeça pra trás, gemendo alto.
- AAAAAAAmmmmmmmmmmm…óóóó…sim, sim, sim….
- Porra, que mulher, caralho… – Angel ficava mais animado a cada minuto e literalmente devorava o peito dela, mordendo e chupando – como me excita…tenho que foder ela…quero te foder, Putette… – olhou pra ela.
- Me fode…óóó…pelo amor…só transo com meu marido…
- Então agora você vai saber o que é uma pica boa…
Num instante tiraram a saia dela e Angel sentou ela na beirada da mesa, o professor e Javier seguraram as pernas dela bem abertas. Sem mais, Angel puxou a pica pra fora e colocou na entrada da buceta dela.
- Óóó, pelo amor de Deus…não me fode…meu marido…
- Humm…seu marido não te dá pica o suficiente…
- Óóóó…não, mas é meu marido… – Angel enfiou de uma vez – aaaaaaah…você me comeu…mmmmmmmm
- Por isso ele é um corno, por ter pica mole eu como a mulher dele…uffff…que tesão você me dá, puta…
- Óóóó…sim… – Angel bombava ela no meio da bagunça de todo mundo – aaaaaaaah…
- Toma pica, gostosa…
- Óóóó…que vergonha, você me come na frente de todo mundo…feito uma qualquer…
- Feito uma puta – disse o professor – hoje vamos tirar a puta que existe dentro de você…
- Toma pica, puta…melhor que seu marido, né?
- Ó, uma puta…sim…melhor que meu marido…aaaaaaaah…
Pilar sabia como excitar eles e lisonjear. Angel continuou metendo nela por um tempo. entre gemidos dos dois. Pilar gemeu forte:
- Aaaaaaaaaah... vou gozaaaaar... aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah... - ela gozou com um baita estardalhaço. Angel ficou tão excitado que gozou dentro sem mais.
- UUUAAAAAaaaaa... toma, toma gozo... uuaaaa... tô gozando dentoooo...
Ficaram ofegantes com os orgasmos e finalmente Angel tirou a pica já quase mole de dentro. Todo mundo viu os jatos de porra saindo da buceta. Pilar estava estirada na mesa com as pernas bem abertas, que ainda seguravam o professor e Javier.
Pilar tocou a buceta e os dedos ficaram cheios da porra do Javier.
- Você me deixou cheia do seu esperma... oooh...
- Vamos te dar muito esperma, gatinha, muito mais que seu marido... - disse o professor.
Ele a tirou da mesa e a fez se apoiar com as mãos de novo. A porra do Javier escorria da buceta dela e descia pelas coxas. Ele puxou a pica, duríssima.
Todo mundo pensou que ele ia foder ela, mas não, ele apontou o pau pro cu dela e apertou. Ela gritou quando sentiu a pica entrando no cu. O professor deu uma estocada de quadril e ela gritou ainda mais, todo mundo entendeu que ele tava enfiado até o talo. Ela passou de gritar a gemer.
- Ela adora levar no cu, cara!
- Não tem nada mais foda que meter no cu - disse o professor, os peitos balançavam violentamente com as estocadas da pica.
- AAAAAAAAAAAh... pelo amor de deus, professor... oooh... meu cu... aaaaaaaaaah...
- Seu cu, sim, fode-te no cu... toma pica... cê gosta?
- OOOh... professor... ummm... sim... meu cu dói... eu gosto... aaaaaaaaaaayhh...
O professor meteu e meteu com vontade no cu dela, agarrou o cabelo dela e puxou pra trás, violentamente, ela reclamava, arqueada e recebendo. O professor deu tapas na bunda dela com a mão.
- Mexe essa bunda, puta, me dá prazer - Pilar mexeu a bunda pra enfiar a pica do professor e pros lados pra dar prazer ao pau dele - ummmm... assim, que puta gostosa seu marido tem em casa... sem sabendo disso… kkkkkkkkk… – todos riram excitados
– Uuuuuummm… aaaaaaaah… sou uma puta boa…
– Muito boa, você tá descobrindo o que é – o professor, sem parar de mantê-la arqueada e metendo no cu dela, deu tapas nos peitos dela – uma puta dada pelo cu, tomaaaaaaaaaaa – o professor gozou dentro do cu dela, segurando ela pelo pescoço e arqueando ela mais pra trás enquanto apertava um peito dela – deeeeus… vadiazona…
A partir daí foi uma loucura, depois do professor todo mundo quis comer o cu dela. Fizeram ela subir de quatro na mesa, eles adoravam os peitos dela balançando. Batiam neles, pesavam e ordenhavam.
Um atrás do outro foram subindo na mesa e enfiando no cu dela, enquanto os outros batiam uma.
– Mais fundo, enfia tudo…
Deixaram o cu dela igual um bebedouro de pato. Achei que vi ela gozar duas vezes enquanto eles se revezavam no cu dela e gozavam dentro. Quando ela desceu da mesa, o leite escorria claramente até os tornozelos dela, descendo pelas pernas lindas dela, as meias amarrotadas e manchadas de porra. Ela se apoiou com as mãos na mesa, mostrando a bunda violentada e humilhada.
De pernas abertas, mostrando um cu dilatadíssimo, muito fodido, jorrando porra em borbotões, respirando ofegante, não tinha mais a aparência distinta de senhora com que tinha entrado.
– Ufffff… tô exausta… meu pobrinho cu… vocês se divertiram muito com meu cu
– Ummmm essa bunda tão delicada… nunca tinham te dado antes?
– Meu marido nunca teve coragem de me foder pelo cu… ele tentou mas eu não deixei… achava humilhante…
– Ummmm… então agora você levou uma bela ração, gata… todos nós enfiamos o rabo em você
– Ufffff… vocês cinco me comeram pelo cu… que vergonha…
– Seu marido devia te ver assim, com essa cara de putona, bem leitada, cercada de paus, uns chifres bem colocados
– E satisfeita, coisa que ele não faz.
Eles sentaram na grama. Em redondo pra descansar, o professor sentou ela entre as pernas dele, acariciou a pele dela, os peitos, tudo, os outros ao redor. Levei taças de espumante pra eles e brindaram
- Pelo bum dessa mulher gostosa que a gente comeu
- Ummm…ggrigada…vocês também me deram prazer…embora nunca pensei que conseguira satisfazer cinco homgrem…e ainda mais pelo cu…tô orgullosa…
- Já levou cinco gozadas no cu, gata…- ela sorriu
- Tô sentindo…vocês abusaram de mim…
- Você gozou, não disfarça…- ela sorriu
- Sim…uffff…também curti…meu magido nunca me comeu pelo cu…
- Ummmmm… seu marido…ufff…me dá muito tesão ter comido a esposa dele pelo cu…e mais ainda se ele nunca fez isso…ummmmm
- Meu pobgre magido…ele é muito cognudo…
- Quase o máximo de cuck, devolver a mulher comida pelo cu é foda…
- E vocês gozaram dentro…
- O sêmen te excitou, hein?
- Sim…e eu gosto…
- Vem cá, gostosa – disse Adrián – vem comigo – Pilar se soltou do professor e foi de quatro até Adrián – uffff, gostosa, assim mesmo, cola na minha pica…já que você gosta, vou te dar leite…uuauuu…chupa como a puta que você é…que boa boceta…seu marido ficaria orgulhoso da mulher dele de quatro chupando uma pica…deusss e como ela chupa…
- Uuuuffff…porra…vou meter assim mesmo…- disse o professor, se posicionou atrás e enfiou na buceta dela – toma pica, puta loira…ummmm bucetinha gostosa de puta casada…
- Ufffffff…que espetáculo…ela se mostrou uma puta, a mina…que vício em rabo…dois ao mesmo tempo…
- Ummmmmm…tava com vontade de rabo sim…meu corno não me dá…uuuuumm…pgrofe, me come…uuuuummm…
- Você é uma putona, francesinha…continua chupando minha pica, promíscua…adoro…uuuuuauuu…você é uma puta…uma puta adúltera…
- Uma putona…uffff…e uma pegga adúltega…- o professor deu dois tapas nela nas nádegas – aaaaaaai... tô comendo o cipote... aaaaaaaggg...
- Uma puta promíscua, fodida e enrabada... – o professor tava empolgado, bombava com violência – uma porca que se deixa usar por cinco caras... vou encher tua buceta de leite, sua slut... pra você levar uma boa porra pra casa com seu marido...
- Porraaa... caras... como ela engole o pau... eu vou entupir tua garganta de porra, sua slut...
Quando acabaram de gozar dentro dela, largaram ela na grama. Pilar escorria esperma pela buceta e pela boca. Levei espumante pra ela e ela bebeu.
- Ufffff... como você é boa, Putette... não pensei que fosse tão slut...
- Nem eu – ela disse, se esticou na grama de barriga pra cima, de pernas abertas – não me reconheço... na verdade me comportei como uma verdadeira slut...
- Mas você curtiu.
- Ufffff... vocês me foderam muito... NUNCA ME FODERAM TANTO... tô dolorida... mas estranhamente feliz... e cheia de porra...
- Porra... 10 gozadas, loirinha, 10 porradas que você leva...
- Ufffffff... é uma sacanagem... – o professor fez um sinal pra mim
- Ainda dava pra mais um...
- Uffffff... tô destruída... acho que não... – ela me olhou e arregalou os olhos.
- Come ela, moleque – disse o professor – enfia nessa buceta de slut casada... – eu tirei o pau durasso – porra cara, que cipotezão que você tem... enfia na putinha...
- Uffff... não... não... é grande demais... não... – Pilar fingiu que queria se afastar – outro pau, não... pelo amor... – ela tava morrendo de vontade, mas tinha que fazer teatro.
- Segurem ela – disse o professor. – vai moleque, fode ela...
Com os caras segurando as pernas dela bem abertas e aproveitando pra pegar nos peitos dela, me ajoelhei entre as coxas dela e coloquei meu pau na boceta.
- AAAAAAAaih... oooh... não, não... é grande demais... aaaaaaah... outro pau nãooo... pelo amog... – os caras seguravam ela bem escancarada – não me estupra, nãooo – eu meti, a buceta da Pilar tava pegando fogo, ela reclamava mas eu sabia que ia gozar logo – besta…aaaahh – eu bombeava devagar – aaaah…pog deusss…que grande…
- Você vai embora bem, mas bem fodida, loirinha… seis caras… mas que puta gostosa… você gosta desse pauzão, hein, vadiazona?
- Uuuuuuuuuu…aaaaaaaah…grande demais…aaaaaa…
- Dá rabeta, moleque… grande mas cabe inteirinho, puta, até os ovos… – Comecei a bombear forte – Seu marido vai ter que dançar com a rola na buceta que a gente deixou pra ele… vadiazona… indecente e tarada… chupeteira… dada pelo cu…
- AAAAAAAAAAAAh…siiiiiiiiiiiii…sou uma putona…chupeteira…
- E agora você vai levar meu gozo pra casa bem dentro da sua buceta…
Depois de alguns minutos, Pilar gozava gritando.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAh…seus filhos da puta…
- Porra, que puta gostosa, caras, ela goza de novo…CONTINUA AS HISTÓRIAS ANTERIORES1 http://www.poringa.net/posts/relatos/2457321/Minha-mãe-virou-minha-mulher-1-para-18.html
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