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21 http://www.poringa.net/posts/relatos/2846228/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-21-para-18.htmlMinha mãe trabalha como uma puta doméstica e eu tô na irmã da Anna e no marido dela... corno manso... nunca tinha me visto assim.Depois da foda a dois que a gente deu na nossa mãe, meu irmão ficou tipo transtornado, em choque.
- Nunca ia imaginar isso, mano… uff
- O quê?
- A parada de foder com a mãe… mano, eu comi minha mãe! A primeira mina… e foi minha mãe…
- Qual é, não curtiu?
- Porra, curti sim, pra caralho… e você, mano, você também, a gente comeu nossa mãe… não acredito…
- Olha aqui, pivete, é a mãe, sim, mas também é uma mulher, é gostosa e, principalmente, é daquelas que curte uma pica. Não tem nada de errado em comer ela.
- Porra… nunca tinha pensado assim… você tava certo, mano, ela é super gostosa e adora foder, gozou comigo…
- No melhor sentido, sua mãe é bem puta. Percebeu como ela chupa bem a rola?
- Porraaa… foda demais… e engoliu a porra toda!
- Então imagina quantas picas ela já deve ter mamado pra fazer tão bem assim.
- Ufa, cê tá dizendo?
- Você mesmo…
- Porra… deve ter razão… - ficou um tempo calado – o mais estranho é que penso nisso e… porra… me excita imaginar ela… não sei se devia sentir isso.
- Isso é bom, mano, não fica viajando. Sua mãe é uma mulher fogosa que adora levar pica. Só pensa no bem que ela se diverte…
- Isso sim, porra. Inacreditável… ela pedia pra gente se revezar pra meter… Gosto que ela seja assim.
- Então pronto.
Jantamos os quatro com um humor visivelmente bom, até meu pai.
Eu pensava como ele ia lidar com o que minha mãe diria depois, como aceitaria ser pai de novo. Supunha que minha mãe ia falar que foi ele quem engravidou ela, embora não tivesse certeza.
Eu, de qualquer forma, ainda não tinha dito que logo seria avó graças à Anna e, possivelmente, à irmã dela, Julia. E com ela eu tinha pendente uma sessão com marido corno.
Cheguei na casa da Julia no Sábado no horário combinado, impecável, com uma camisa branca e uma calça jeans, tudo bem passado. Mas acima de tudo, muito excitado.
Quem me abriu a porta foi Joel, o marido dela. Me cumprimentou sorrindo.
- Oi Roger, bem pontual. A Julia tá se arrumando, já já sai.
- Oi Joel, como é que eu não ia ser pontual, com a excitação que tô? E a menina?
- A menina ficou com os avós, então a gente tá tranquilo.
- Ufa, te confesso que tô um pouco nervoso… nunca passei por uma situação igual…
- Não se preocupa, você vai ver que vai saber o que fazer… - ele piscou o olho pra mim – pega algo pra beber enquanto esperamos minha mulher.
Na quinta-feira anterior, à tarde, eu tinha ido até a cidade. O marido da Julia, o Joel, antes de me receber em casa e me dar a mulher dele, queria saber se eu era adequado. Joel era um cara de uns 40 anos, magro e agradável, culto e de conversa tranquila.
A gente se encontrou na praça da cidade, sentados num bar, tomando umas cervejas. Tudo muito familiar, com a filha pequena dele, muito simpática, loirinha, igualzinha a mãe. Os dois estavam elegantes, mas convencionais, como manda o figurino de uma família de bem.
Passou perto um casal de idosos, os avós, eles me disseram, e a menina quis ir com eles. Enquanto eu olhava a Julia acompanhando ela, não pude deixar de lembrar daquele rabo que tinha sido macetado por 4 caras desconhecidos dias antes e do quanto ela tinha curtido. Um contraste.
- Então você é amigo da Anna, a irmã da Julia – eu concordei – Hum. Você me parece novo demais…
- O que você quer dizer com novo demais?
- Sinceramente, acho que elas não têm amigos 10 ou 12 anos mais novos, você deve ser outra coisa… - ele me olhou sorrindo – Se a gente vai se acertar, nisso é preciso ser franco, Roger.
- Eu gosto de franqueza… mas também de discrição. A Anna e eu somos amigos…
- Ok. Você tem razão, ser discreto é fundamental. Imagina… principalmente por causa das mulheres… E pelos maridos.
- Hahaha… claro, lógico. Você me caiu bem.
Ficamos falando de mim e deles, ele quis saber como eu sou e que vida, no geral, eu levava. Eu também quis saber.
- Minha mulher precisa de mais sexo do que eu consigo dar. Começamos a experimentar e descobrimos que o tesão é melhor, e agora isso excita nós dois.
- Você gosta que a gente pegue a sua mulher?
- Isso é simplificar demais, mas dá pra dizer que sim, embora com ressalvas. O que eu gosto é de estar com ela quando ela transa com outro. Gosto de saber como ela é e de ver. Soa estranho?
- Só de acordo com as convenções, mas é muito mais comum do que parece.
- É, verdade… você me agrada… embora… seja mais do que uma foda o que a gente quer… não sei se você é novo demais…
- Você quer que eu faça algo mais com a Júlia… que a gente tenha cumplicidade… claro… com tesão… sem pressa…
- Isso, algo assim…
- Sê franco, o que você quer exatamente.
- Fantasia, teatro, sexo, tesão… jogo…
- Já tô sacando… e gosto… mas você também precisa saber que eu gosto de dominar… vou fazer sexo, não fazer amor… adoro foder e me divertir com as minas… fazer elas gozarem muito… talvez você possa sentir ciúme.
- Hum, pode ser, mas não se preocupa, gosto do que você diz… quero que você deixe ela bem fodida e satisfeita…
- Desculpa se te incomodo, posso perguntar sobre a Júlia?
- Não, não me incomoda, pergunta.
- Já deram o fio nela muitos caras?
- Umas meia dúzia.
- E ela gozou?
- Não, nem sempre. Mas foi muito tesudo todas as vezes.
- Vocês gostam que a Júlia chupe a pica? Desculpa se pareço grosso.
- Como você diz, não é fazer amor, o obsceno é mais tesudo. Ela não costuma chupar paus, não curte muito, ela diz. Pra mim, pessoalmente, dá tesão.
- Te dá o tesão de cuck ver como Eles estão aproveitando o que só você deveria fazer.
- Sim, é isso. Vejo que você é jovem, mas sabe do que está falando.
- Estou morrendo de vontade de dar uns amassos na sua mulher. Acho que vocês vão gostar de mim.
Nisso, a Julia chegou.
- A pequena vai pro parque com seus pais. E aí, se entenderam?
- Esse garoto me agrada, querido. Acho que seria interessante convidá-lo pra jantar.
- Eu gostei dele – ela disse – ele é gostoso e interessante. – ela me olhou – Você gostou de mim?
- Você me encanta, Julia. Você é uma delícia, me dá muito tesão. – ela me olhou com uma expressão meio safada, claramente estávamos fazendo um teatro pro marido dela, ela sabia que me deixava duro, principalmente a bunda dela, mas tinha que encenar.
- Mais uma coisa… – ela olhou pro marido e sorriu – como é que tá a pica? – ela já sabia, a pergunta era pra provocar e excitar o marido – eu sou… somos exigentes.
- Bem grande e grossa, acho que vai dar conta do que vocês querem. E pretendo te foder várias vezes.
- Hummm, isso eu gosto, às vezes fiquei na vontade com outros. Meu marido tem uma muito pequena e tô com vontade de ficar com um homem de verdade.
- Uf, já tá me deixando duro só de ouvir. O Joel já me disse que você gosta de ficar bem comida.
- Kkkk… foi isso que ele disse, hein? Vamos esperar até sábado.
E aqui estava eu, esperando sentado no sofá a Julia sair. Esperava a garota que eu conhecia, talvez mais arrumada, mas quando a porta se abriu, vi outra mulher.
A primeira coisa que apareceu foi uma perna enfiada numa meia de renda preta e um salto agulha fino. E atrás veio ela. Estava com o rosto todo maquiado, lábios vermelho-fogo e olhos bem pintados. Vestia uma mini túnica, bem curta, sem mangas, aberta dos lados de cima a baixo, com umas tiras finas na altura do quadril e abaixo dos peitos, ligando a parte da frente com a de trás. parte de trás do minivestido. Uma gargantilha preta justa com argolinhas no pescoço e também nos pulsos, ela usava duas pulseiras combinando, pretas com argolinhas.
Uma mulher sofisticada e sexual, nada a ver com a esposa do interior que ele conhecia.
Fiquei mudo olhando pra ela. Ela se aproximou do marido rebolando, parou na frente dele e colocou o pé esquerdo, o salto, em cima do pacote dele, pressionando. Joel gemeu.
— E aí, querido… — ela disse. Mexia o salto agulha contra a rola dele.
Joel acariciou com as duas mãos a perna dela, abaixo do joelho, a que estava apertando os genitais dele com o salto agulha. Ele gemia de dor e prazer, ela apertava. Joel aproximou a boca e beijou a perna dela. Minha rola tava endurecendo só de ver os dois.
— Aaaah… meu amor — ele disse — você tá linda — continuava beijando a panturrilha dela
— Você me ama, meu marido?
— Muito, meu amor… aaah… te amo… você tá muito gostosa…
— É? Você acha que eu tou atraente?
— Ufff… com certeza, céu… aaah… demais…
— Você é meu marido… o que você vai fazer?
— Oh, querida… vou pedir pro Roger te comer… mas eu te amo… aaah
— Você me ama mas vai deixar outro fazer papel de marido? — mexia o salto na rola dele — Outro comer sua mulher?
— Uuff… — beijava a panturrilha dela — sim, querida… aaaayh… te adoro… vou ver o Roger comendo minha mulher… sim…
— Olha só que cuck… — continuava apertando — quer que eu dê prazer pra outro, seu cuck…
— Aaah… sim, meu amor… aaah…
Tava alucinado, o jogo que eles tinham me excitava pra caralho. Joel gostava da humilhação. Ela tirou o salto do pacote dele e virou pra mim. Colocou o salto no meu pacote também, mas não apertou. Quando fez isso, a saia dela levantada na coxa me mostrava a buceta completamente depilada.
— E você, o que tá olhando, hein?
— Uma deusa da luxúria… com uma buceta que tá pedindo pra ser comida
— Nem pense Sonhe, otário… não pense que vai ser fácil… mesmo que ele seja um corno manso… eu não sou qualquer uma…
- Pois pra mim você parece exatamente isso… aliás, me parece uma puta… uma puta provocadora de pau.
Sem deixar ela reagir, agarrei a perna dela e puxei pra mim, desequilibrando-a. Ela ficou sentada de pernas abertas em cima de mim, segurei as mãos dela e as prendi atrás com uma mão, com a outra abri minha calça e tirei meu pau duro.
- Eeeeeh! O que cê tá fazendo?... Não…
- Putas casadas como você existem pra serem fodidas – levantei ela e empalei no meu pau – e você tá aqui pra levar rola sem mais nem menos.
- AAAAAAAAAAaiii… nãooo… filho da puta… o que cê tá fazendo… aaah… desgraçado… cê tá metendo… nãooo… tira… tá me ouvindo?... é grosso demais… aaahh… deusss… filho duma égua…
- Ummmmm… que delícia!... uaaaaaa… que porra gostosa… toma pau, sua vadia… sim, corno, tô comendo sua mulher, tô metendo na buceta de puta dela… ummm… adoro sua buceta apertada… ufff… tô com dificuldade de enfiar tudo… – empurrei ela pra mim – assim, mais fundo, porra… uuaaaa… siiiim… boa égua… tô abrindo a xereca dela, corno… adoro foder sua mulher…
Eles não esperavam que eu reagisse assim, era óbvio, Joel olhava com os olhos arregalados de surpresa e se acariciava o volume.
- AAAAAAAAhhh… ufff… filho da puta… sem avisar… deusss… é… é… um estupro…
- Sua buceta tá molhando, gostosa… cê adora se empalar no meu pau… estuprada mas com tesão.
- Ooooh… deusss… uffff… grande demais… – ela exagerava, claro, na frente do marido.
- Maior ainda é essa sua buceta de vagabunda… toma rola!... até o saco, putinha… – soltei as mãos dela e dei um tapa na bunda dela – vai!, mexe essa xereca de puta insatisfeita… mostra pro seu marido como se monta num pau de verdade entre as coxas… deixa ele ver você foder… deixa ele ver o quanto a mulher dele é uma vadia…
- Ooooh… deus… filho da puta… ummmmmm… que pau, desgraçado… siiiim – ela se movia no meu pau subindo e descendo – porraaa… cê me abre toda… dois… ufff…
- Ummmmm… sabia que era uma puta, cê gosta de pica, hein?… como essa rabuda fode bem, corno… aaaaaaahhh… ela engole minha pica inteira…
- Meu Deus… filho da puta… MMMMMMMM… sim… – ela gritava e gemia bem alto.
- Pelo amor de Deus, querida – disse Joel – você gosta tanto assim?
- É… uffff… uma pica de verdade, corno… aaaaaaaaaaaaah… e bem dura, não igual à sua… isso sim é foder… meu deeeeeeus… filho da puta… enfia dentro de mim… me fode… siiiiiim… com um cara assim, eu sou uma puta… sim, corno, ele tá me comendo gostoso… aaaahhh
- Ufffff… Julia… você vai arrebentar minha pica… de tanto subir e descer… que vício você tem… Ummmm… você fode como uma puta de feira… aaahhh… continua, puta, continua…
- Você já comeu muitas putas… quero ser sua puta… quero sua pica, filho da puta… – ela aproximou a boca e a gente se beijou de língua, as línguas iam e vinham bem fundo, o marido dela olhava com os olhos arregalados – eu gosto de você, Roger… você é meu… – ela me beijou de novo – AAAAAAAAAH… MEU DEUS… ME FODE MAIS… SIM… EU GOSTO DE SER UMA PUTAAAAA…
- Você é minha, putinha… minha puta… ouviu, corno?... sua mulher já é uma das minhas putas…
- Chupa meus peitos… – ela baixou as alças da mini túnica e enfiou um peito na minha boca – OOOOOOOOH… MEU DEUS… querido… meu corno… como ele me fode bem… ME CHUPA – ela literalmente enfiava os peitos na minha boca – UUUUUUUUHH… ME CHUPA OS PEITOS, FILHO DA PUTA… vou gozar… PORRA… VOU GOZAAAAAR… CONTINUA, FILHO DA PUTA, CONTINUA, SOU SUA PUTAAAA… ME CHUPA E ME FODEEEEEEE… PORRA… ME DEIXA LOUCA SER UMA DAS SUAS PUTAAAAASSSS…. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA… SIM… SIM… SIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
Ela teve o primeiro orgasmo se contorcendo e gritando. Acho que exagerava, mas me excitava vê-la assim. Ela ficou em cima de mim, ofegante, ainda penetrada.
- Ufffff… que foda do caralho, cristo!… – ela olhou pro marido, que tava se masturbando, realmente era uma pica pequena e salsichuda – que comilança, querido!... uuuuff… – senti ela apertar meu pau com os músculos da buceta – porra, filho da puta… como você tá duro…
- Meu amor, nunca te vi assim assim…tão…safada…
- Nunca tinham me fodido assim, céu…deusss…ainda tô empalada, amor…ainda tô sendo fodida…sinto o pauzão dele dentro…me beija, cuck…
- Uff, sim, amor… – ele se aproximou e beijou a boca dela – você tá empalada…tão te fodendo, meu amor… – começou a acariciar os peitos dela – você é uma gostosa… – Joel tirou a rola pra fora e se masturbava. Era uma rola pequena mesmo, curta e fina.
- Nunca comi uma casada com o marido olhando…ufff…cê gosta que eu coma sua mulher, hein?
- Minha mulher é sua, Roger…você é mais macho que eu…
- Que tesão ter o pau dentro dela enquanto você vê eu te fazer de cuck…tô vendo que você também fica excitado…
- Ummm…tão me deixando com vontade…sinto o pau dele bem fundo, meu amor… – ela voltou a rebolar a buceta – você é muito cuck… – era o que ele gostava – deusss…aaaah… mas muito, muito cuck…
Eu levantei ela e falei:
- Tira a roupa da sua mulher toda, Joel…vou pegar sua mulher como minha mulher…
Joel tirou a minitúnica dela, deixando ela só com as meias de renda e os sapatos de salto, enquanto eu tirava minha roupa rápido.
- Senta no sofá, Joel. – fiquei atrás da Julia, abraçando ela e coloquei meu pau entre as coxas dela, roçando na buceta, de jeito que a vara aparecia na frente – toca no meu pau, Julia – ela obedeceu, esfregando ele no clitóris dela, bem na vista do marido. Eu peguei nos peitos dela – mmmmmm…adoro me divertir com sua mulher, Joel…que peitão gostoso…cê gosta do meu pau, vadiazinha?
- Ummm, adoro seu pau, safado… – ela se inclinou pro marido e beijou ele, oferecendo a buceta pra mim – amor, isso vai te dar tesão…me fode, safado, que meu marido veja bem como um macho fode.
- Vadia, vou te encher de vara até o talo…
Fiquei bombando ela contra o próprio marido com gosto, ela gemia alto e de vez em quando beijava o cuck dela.
- Aaaaah…amor…que pau gostoso…aaaaah…que bom que você é tão cuck, amor… Meu…
- Você gosta de ver eu comendo sua mulher, corno?
- Sim, Roger, gosto de ver como você me faz de corno, metendo o pau na minha mulher.
- Hummm, e que pau, meu amor, que pau que ele enfia em mim…
- Que puta que é sua mulher, Joel – eu me excitava com a humilhação do corno, e vi que eles também – minha própria puta… me dando minha puta…
Comecei a sentir que ia gozar, então deitei ela de barriga pra cima no sofá, com a cabeça apoiada na coxa do marido, e enfiei de novo na buceta dela, devagar e com carinho, mas com força.
- Hummm… eu te adoro, Julia… você é uma delícia… – dei umas duas bombadas lentas – adoro foder com sua mulher, Joel… – beijei a boca dela bem perto do marido – olha como eu meto o rabo nessa bucetinha gostosa… – tirei e enfiei devagar pra ele ver bem como eu sumia dentro dela – sua mulher é minha, corno…
- Uff… sem dúvida você é o melhor comedor que já vi… gosto de ver minha esposa feliz… você enfia esse pauzão nela…
- Sou a puta dele, meu amor, inteirinha dele, pra ele me foder até quando quiser…
- Que delícia estar entre as coxas de uma mulher como essa… uffff… Julia… que gostoso – eu tirava o pau todo e enfiava devagar – Joel, tá vendo como eu possuo sua mulherzinha… hummm… ela é minha… meu pau vai explodir… você quer meu leite…
- Hummm… sim, seu safado, quero seu esperma bem no fundo da minha buceta…
- Hummm… tem certeza…
- E meu marido também… né, meu amor?
- Sim, é isso, ufff, é… eu concordo…
- Ufffff… deus… meu esperma bem no fundo… – olhei nos olhos dela, cheio de tesão – TE ENGRAVIDAR?
- Me beija enquanto goza, quero sentir você bem… esvazia tudo… hummm… me enche de porra… quero… queremos… ter outro filho… você quer que seja seu?
- Adoraria te engravidar, linda… uffff… – não parava de bombar a buceta dela – Joel… é isso que você quer?
- Sim, Roger… deixa a Julia grávida… engravida ela pra mim… Eu adoraria ter um filho com sua esposa, Joel… adoro engravidar minhas putas… e sua mulher vai ser sempre minha slut…
- Vai fundo, Roger, faz um filho na minha mulher… siiiim… sua slut…
- Dioss… minha cock tá explodindo – peguei ela pelos tornozelos e coloquei nos meus ombros pra deixar a penetração mais intensa – toma cock!… vou te encher o bucho, sua slut… – meti de uma vez – uuuuaaaaaaa
- AAAAAAAAhhh… porraaa… que fundo, meu deus… – ela segurou minha cabeça e me apertou contra ela, me beijando de língua – siiiiiim… quero… aaahh… ter um… filho… seu, filho da puta… me engravida… uuuuuffff… me engravida na frente do meu marido… faz um filho em mim… vou ser sempre sua slut…
- Dioss… toma cum, sua slut… meu espermaaa…
Nem preciso dizer que joguei litros e litros de cum dentro da buceta linda e receptiva dela, beijando a boca dela e gemendo de prazer os dois, embora ela e eu soubéssemos que provavelmente já tava prenha de mim. O marido dela se masturbava a cock pequena dele, excitado por saber que a mulher dele ia conceber meu bebê na barriga dela.
Fiquei exausto daquela gozada violenta. Ela me acariciava enquanto minha cock ia amolecendo dentro da pussy dela. Me beijou na boca.
Saí dela e fiquei de pé, na frente deles, minha cock mole escorrendo cum. Joel tinha a cock pequena dele pra fora, perto do rosto dele. Aproximei o rabo da boca da Anna.
- Limpa meu cipote, sua slut. Prova o cum que te engravidou – os dois me olharam – Abre essa boquinha e chupa a cock do seu macho… – encostei a glande escorrendo nos lábios pintados de vermelho, ela hesitou um instante mas abriu a boca e eu meti dentro – ummmmmm… que gostoso, sua slut… ummmm que língua… uuuuuu… – olhei pro Joel – você é casado com uma das minhas melhores putas…
Quando ela terminou, me retirei e ela se levantou.
- Porra, filho da puta, você meteu um litro de cum em mim… tava carregado… – mostrou pra nós dois a imagem do semen escorrendo pelas coxas dela, saindo em jorros da pussy dela.
- Uffffff — disse Joel — é uma barbaridade de sêmen… porra de outro macho…
— Ainda tenho muito mais pra minha mulher…
Era terrivelmente excitante pra mim ver aquela mulher naquela posição, segurando a saia pra que o marido dela e eu pudéssemos ver bem meu sêmen escorrendo da buceta dela, como se fosse um troféu.
Por um momento tive uma sensação de “déjà vu”, mas era porque a Júlia se parecia enormemente com a irmã dela, a Anna, que eu também tinha visto escorrendo meu sêmen igual, toda feliz de eu engravidar ela. A pica foi endurecendo de leve ao pensar que eu tinha engravidado duas irmãs, que elas queriam ter filhos do mesmo pai, o que me dava um tesão do caralho. E pensei que a Anna tinha me falado das quatro. Ficava duro só de pensar em ter quatro irmãs grávidas, quatro irmãs maduras casadas, cúmplices entre elas, com certeza a chave era essa, essa cumplicidade entre irmãs, parindo irmãozinhos do mesmo pai.
Ou o tesão tava em compartilhar homem, compartilhar a experiência do mesmo cara comendo elas. E eu sou o cara que serve pra isso. Pois, adorando.
E lá estava eu, depois de me lavar, esperando com o Joel, petiscando umas tapas e tomando uma cervejinha, esperando a Júlia sair de novo. Clima muito bom, o Joel era um cara maduro, sabia o que fazia e sabia do que gostava.
— A Júlia é uma graça, Joel — falei pra ele — você tem muita sorte de estar com ela.
— Certo. E gosto dela assim. Fico feliz que você não ache ruim o nosso esquema. Adorei ver ela dando pra você, ela curtiu de verdade.
— E eu. Gozei igual um animal, como poucas vezes, nem te conto o tesão que me deu você pedir pra eu engravidar ela.
— Você me agrada, Roger, é o melhor cara que conheço pra Júlia. Além disso, mesmo que você não queira admitir, sei que você come a irmã dela, a Anna, e tenho certeza que também engravidou ela.
— Eu não falei isso.
— Hahaha, já sei, já sei. E você vai negar também que Você engravidou minha mulher. Mas tenho certeza de que as duas adoram ter um filho seu. Meu cunhado não saca nada, mas eu gosto de ver a Julia grávida de novo.
- Você é um cara raro, Joel.
Quando a Julia saiu de novo, fiquei de boca aberta, com uma torrada no meio do caminho pra boca.
Acho que vou explicar como a noite terminou outra hora, foi bestial e morbidão, mas não quero ficar repetitivo. A verdade é que fiquei a noite toda e até dormi na cama de casal deles. Além de engravidar ela, a Julia tinha vicia do em dar o cu e me fez comer ela várias vezes, na frente do marido corno e escandalizado.
Queria terminar esse relato com um detalhe sobre a relação do meu irmão com a minha mãe, pra não encher o saco.
Minha mãe, minha amada mamãe, estava grávida. Eles nos contaram no dia seguinte, durante o jantar. Meu pai estava feliz.
- Vocês vão ter um irmãozinho, ou irmãzinha.
Nem preciso dizer que meu irmão arregalou os olhos. Ele me olhou. Eu levantei e abracei minha mãe com carinho.
- Que surpresa! E que notícia boa, fico muito feliz – também abracei meu pai – Vocês são os melhores pais do mundo.
Meu irmão, depois de se recuperar da surpresa, também os parabenizou. Tudo era alegria e parabéns.
Depois do jantar, meu irmão veio me ver.
- Porra, cara, não tinha pensado que a mamãe podia engravidar.
- Mas se quando a gente comeu ela já tava grávida, cara, sem problema.
- Uffa, ela tava grávida... porra.
- Qual é, estar grávida não significa que tá doente, e foda-se, ela transa igual. Já pensa no tesão que vai ser quando a gente comer ela com a barrigona?
- Ufa, você vai continuar comendo ela?
- Você não tá com vontade?
- Porra, tô, muita.
- Então é isso, é só foder a mamãe quando der. Já pensa nas tetas que ela vai ter.
- Ufffff... que delícia... adoro aqueles peitões dela, tão grandes e duras…
- Já já, quando ela gozar… tu vai ficar cego de tanto leite.
- Cê acha que ela vai querer?
- Claro que sim… com certeza vai sobrar porra, mano.
- Uffff, até fico duro só de pensar…
- Chama ela, deixa ela chupar suas tetas e, de quebra, mamar teu pau.
- Ela tá com o pai na cama.
- Já sei, tão fodendo, não cê ouve? – dava pra ouvir minha mãe dando gritinhos.
- Porra, é verdade, do meu quarto não dá pra ouvir.
- Depois a mamãe vai sair pro banheiro. Recém-fodida. Cê pede pra ela chupar teu pau.
- Porra, mano… ela não vai querer, depois de foder com o pai…
- Cê pede, vai ver…
Nem preciso dizer que minha mãe saiu meia hora depois e foi pro banheiro. Meu irmão, um caco de nervos, esperou ela no corredor, só de shortinho de pijama e com o pau duro na mostra.
Eu olhava do meu quarto com a porta entreaberta. Minha mãe, ao ver ele, não se surpreendeu, sorriu e olhou pro pau dele. Ela tava com um robe curto e super decotado, praticamente mostrando as tetas todas.
- Meu neném tá com tesão, né? – passou a mão no pau dele por cima do short – ummm… meu menino fica excitado com a mamãe… o pau dele fica duro… tá virando homem…
- Oooooh… mamãe… – ele colocou as mãos nos peitos dela e começou a apalpar.
- Ummm… meu filho gosta das tetas da mamãe… – ela puxou os peitos pra fora sem esforço – oooh… – meu irmão amassava com vontade.
- Mamãe… que tetas você tem…
- Mamãe dá teta pra você, tesouro… – ele se jogou no mamilo dela como um louco – ooooooh… amor… aproveita… mmmmmm… – depois de um tempo, deu a outra teta – cê gosta de mamar nas minhas tetas, meu anjo, vejo que deixei esse pau duro, quer foder com a mamãe?
- Ooooh… mamãe… siiiim… chupa meu pau… – ela se agachou, puxou o short dele pra baixo e começou o boquete – Uuuuuuh… que gostoso, mamãe…
Nisso, ouvimos meu pai chamando ela. mulher.
- Lina… você não vem?
- Só um segundo, querido – ela disse – tô me divertindo um pouco com seu filho mais novo, já vou – meu irmão tinha ficado paralisado de susto, mas minha mãe continuou chupando a pica dele – mmmmmm… meu menino… já é um homem…
- Oooooh… mamãe… como você chupa bem a pica…
- Adoro sua pica, amor… mas um homem tem que foder…
- Mas… mamãe… aqui? – Minha mãe se levantou e se apoiou no batente da porta, se inclinando e oferecendo a raba pro meu irmão, abrindo as coxas.
- Monta em mim, filho… enfia sua pica na minha buceta… fode a mamãe…
- Ooooooh… mamãe… – não custou nada ele se encaixar na mãe, num instante a pica dele tava dentro – oooh… mamãe… to te fodendo…
- Ummm siiiim… filho… você me fode… me monta… continua… ummmm… siiiim
Ele demorou um pouco, mas não custou muito pra gozar dentro da buceta da mãe. Minha mãe se lavou rapidinho e foi pro quarto dela com o marido, que não fazia ideia que, no meio tempo, o filho tinha fodido a mulher dele. Eu queria ter comido o cu dela, mas tive que deixar pra outro dia.
Vi que as tetas dela eram a obsessão do meu irmão. Agora que ela tava grávida, o que mais me dava vontade na minha mãe era comer o cu dela, achava a raba dela muito sensual e, além disso, era morbidamente gostoso encher o cu da minha própria mãe. Ainda mais agora, que meu irmão tinha entrado na brincadeira.
Pensei que já tinha três mulheres grávidas, finalmente tanto pó tava dando fruto. Pensei que tinha que deixar a Pilar, mãe do Sebas, ainda mais puta, e que a Sara tava esperando a sessão a três com minha mãe. Pensei que adoraria comer de novo o cu da mãe dominadora da Sara.CONTINUA AS HISTÓRIAS ANTERIORES1 http://www.poringa.net/posts/relatos/2457321/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-1-para-18.html
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21 http://www.poringa.net/posts/relatos/2846228/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-21-para-18.htmlMinha mãe trabalha como uma puta doméstica e eu tô na irmã da Anna e no marido dela... corno manso... nunca tinha me visto assim.Depois da foda a dois que a gente deu na nossa mãe, meu irmão ficou tipo transtornado, em choque.
- Nunca ia imaginar isso, mano… uff
- O quê?
- A parada de foder com a mãe… mano, eu comi minha mãe! A primeira mina… e foi minha mãe…
- Qual é, não curtiu?
- Porra, curti sim, pra caralho… e você, mano, você também, a gente comeu nossa mãe… não acredito…
- Olha aqui, pivete, é a mãe, sim, mas também é uma mulher, é gostosa e, principalmente, é daquelas que curte uma pica. Não tem nada de errado em comer ela.
- Porra… nunca tinha pensado assim… você tava certo, mano, ela é super gostosa e adora foder, gozou comigo…
- No melhor sentido, sua mãe é bem puta. Percebeu como ela chupa bem a rola?
- Porraaa… foda demais… e engoliu a porra toda!
- Então imagina quantas picas ela já deve ter mamado pra fazer tão bem assim.
- Ufa, cê tá dizendo?
- Você mesmo…
- Porra… deve ter razão… - ficou um tempo calado – o mais estranho é que penso nisso e… porra… me excita imaginar ela… não sei se devia sentir isso.
- Isso é bom, mano, não fica viajando. Sua mãe é uma mulher fogosa que adora levar pica. Só pensa no bem que ela se diverte…
- Isso sim, porra. Inacreditável… ela pedia pra gente se revezar pra meter… Gosto que ela seja assim.
- Então pronto.
Jantamos os quatro com um humor visivelmente bom, até meu pai.
Eu pensava como ele ia lidar com o que minha mãe diria depois, como aceitaria ser pai de novo. Supunha que minha mãe ia falar que foi ele quem engravidou ela, embora não tivesse certeza.
Eu, de qualquer forma, ainda não tinha dito que logo seria avó graças à Anna e, possivelmente, à irmã dela, Julia. E com ela eu tinha pendente uma sessão com marido corno.
Cheguei na casa da Julia no Sábado no horário combinado, impecável, com uma camisa branca e uma calça jeans, tudo bem passado. Mas acima de tudo, muito excitado.
Quem me abriu a porta foi Joel, o marido dela. Me cumprimentou sorrindo.
- Oi Roger, bem pontual. A Julia tá se arrumando, já já sai.
- Oi Joel, como é que eu não ia ser pontual, com a excitação que tô? E a menina?
- A menina ficou com os avós, então a gente tá tranquilo.
- Ufa, te confesso que tô um pouco nervoso… nunca passei por uma situação igual…
- Não se preocupa, você vai ver que vai saber o que fazer… - ele piscou o olho pra mim – pega algo pra beber enquanto esperamos minha mulher.
Na quinta-feira anterior, à tarde, eu tinha ido até a cidade. O marido da Julia, o Joel, antes de me receber em casa e me dar a mulher dele, queria saber se eu era adequado. Joel era um cara de uns 40 anos, magro e agradável, culto e de conversa tranquila.
A gente se encontrou na praça da cidade, sentados num bar, tomando umas cervejas. Tudo muito familiar, com a filha pequena dele, muito simpática, loirinha, igualzinha a mãe. Os dois estavam elegantes, mas convencionais, como manda o figurino de uma família de bem.
Passou perto um casal de idosos, os avós, eles me disseram, e a menina quis ir com eles. Enquanto eu olhava a Julia acompanhando ela, não pude deixar de lembrar daquele rabo que tinha sido macetado por 4 caras desconhecidos dias antes e do quanto ela tinha curtido. Um contraste.
- Então você é amigo da Anna, a irmã da Julia – eu concordei – Hum. Você me parece novo demais…
- O que você quer dizer com novo demais?
- Sinceramente, acho que elas não têm amigos 10 ou 12 anos mais novos, você deve ser outra coisa… - ele me olhou sorrindo – Se a gente vai se acertar, nisso é preciso ser franco, Roger.
- Eu gosto de franqueza… mas também de discrição. A Anna e eu somos amigos…
- Ok. Você tem razão, ser discreto é fundamental. Imagina… principalmente por causa das mulheres… E pelos maridos.
- Hahaha… claro, lógico. Você me caiu bem.
Ficamos falando de mim e deles, ele quis saber como eu sou e que vida, no geral, eu levava. Eu também quis saber.
- Minha mulher precisa de mais sexo do que eu consigo dar. Começamos a experimentar e descobrimos que o tesão é melhor, e agora isso excita nós dois.
- Você gosta que a gente pegue a sua mulher?
- Isso é simplificar demais, mas dá pra dizer que sim, embora com ressalvas. O que eu gosto é de estar com ela quando ela transa com outro. Gosto de saber como ela é e de ver. Soa estranho?
- Só de acordo com as convenções, mas é muito mais comum do que parece.
- É, verdade… você me agrada… embora… seja mais do que uma foda o que a gente quer… não sei se você é novo demais…
- Você quer que eu faça algo mais com a Júlia… que a gente tenha cumplicidade… claro… com tesão… sem pressa…
- Isso, algo assim…
- Sê franco, o que você quer exatamente.
- Fantasia, teatro, sexo, tesão… jogo…
- Já tô sacando… e gosto… mas você também precisa saber que eu gosto de dominar… vou fazer sexo, não fazer amor… adoro foder e me divertir com as minas… fazer elas gozarem muito… talvez você possa sentir ciúme.
- Hum, pode ser, mas não se preocupa, gosto do que você diz… quero que você deixe ela bem fodida e satisfeita…
- Desculpa se te incomodo, posso perguntar sobre a Júlia?
- Não, não me incomoda, pergunta.
- Já deram o fio nela muitos caras?
- Umas meia dúzia.
- E ela gozou?
- Não, nem sempre. Mas foi muito tesudo todas as vezes.
- Vocês gostam que a Júlia chupe a pica? Desculpa se pareço grosso.
- Como você diz, não é fazer amor, o obsceno é mais tesudo. Ela não costuma chupar paus, não curte muito, ela diz. Pra mim, pessoalmente, dá tesão.
- Te dá o tesão de cuck ver como Eles estão aproveitando o que só você deveria fazer.
- Sim, é isso. Vejo que você é jovem, mas sabe do que está falando.
- Estou morrendo de vontade de dar uns amassos na sua mulher. Acho que vocês vão gostar de mim.
Nisso, a Julia chegou.
- A pequena vai pro parque com seus pais. E aí, se entenderam?
- Esse garoto me agrada, querido. Acho que seria interessante convidá-lo pra jantar.
- Eu gostei dele – ela disse – ele é gostoso e interessante. – ela me olhou – Você gostou de mim?
- Você me encanta, Julia. Você é uma delícia, me dá muito tesão. – ela me olhou com uma expressão meio safada, claramente estávamos fazendo um teatro pro marido dela, ela sabia que me deixava duro, principalmente a bunda dela, mas tinha que encenar.
- Mais uma coisa… – ela olhou pro marido e sorriu – como é que tá a pica? – ela já sabia, a pergunta era pra provocar e excitar o marido – eu sou… somos exigentes.
- Bem grande e grossa, acho que vai dar conta do que vocês querem. E pretendo te foder várias vezes.
- Hummm, isso eu gosto, às vezes fiquei na vontade com outros. Meu marido tem uma muito pequena e tô com vontade de ficar com um homem de verdade.
- Uf, já tá me deixando duro só de ouvir. O Joel já me disse que você gosta de ficar bem comida.
- Kkkk… foi isso que ele disse, hein? Vamos esperar até sábado.
E aqui estava eu, esperando sentado no sofá a Julia sair. Esperava a garota que eu conhecia, talvez mais arrumada, mas quando a porta se abriu, vi outra mulher.
A primeira coisa que apareceu foi uma perna enfiada numa meia de renda preta e um salto agulha fino. E atrás veio ela. Estava com o rosto todo maquiado, lábios vermelho-fogo e olhos bem pintados. Vestia uma mini túnica, bem curta, sem mangas, aberta dos lados de cima a baixo, com umas tiras finas na altura do quadril e abaixo dos peitos, ligando a parte da frente com a de trás. parte de trás do minivestido. Uma gargantilha preta justa com argolinhas no pescoço e também nos pulsos, ela usava duas pulseiras combinando, pretas com argolinhas.
Uma mulher sofisticada e sexual, nada a ver com a esposa do interior que ele conhecia.
Fiquei mudo olhando pra ela. Ela se aproximou do marido rebolando, parou na frente dele e colocou o pé esquerdo, o salto, em cima do pacote dele, pressionando. Joel gemeu.
— E aí, querido… — ela disse. Mexia o salto agulha contra a rola dele.
Joel acariciou com as duas mãos a perna dela, abaixo do joelho, a que estava apertando os genitais dele com o salto agulha. Ele gemia de dor e prazer, ela apertava. Joel aproximou a boca e beijou a perna dela. Minha rola tava endurecendo só de ver os dois.
— Aaaah… meu amor — ele disse — você tá linda — continuava beijando a panturrilha dela
— Você me ama, meu marido?
— Muito, meu amor… aaah… te amo… você tá muito gostosa…
— É? Você acha que eu tou atraente?
— Ufff… com certeza, céu… aaah… demais…
— Você é meu marido… o que você vai fazer?
— Oh, querida… vou pedir pro Roger te comer… mas eu te amo… aaah
— Você me ama mas vai deixar outro fazer papel de marido? — mexia o salto na rola dele — Outro comer sua mulher?
— Uuff… — beijava a panturrilha dela — sim, querida… aaaayh… te adoro… vou ver o Roger comendo minha mulher… sim…
— Olha só que cuck… — continuava apertando — quer que eu dê prazer pra outro, seu cuck…
— Aaah… sim, meu amor… aaah…
Tava alucinado, o jogo que eles tinham me excitava pra caralho. Joel gostava da humilhação. Ela tirou o salto do pacote dele e virou pra mim. Colocou o salto no meu pacote também, mas não apertou. Quando fez isso, a saia dela levantada na coxa me mostrava a buceta completamente depilada.
— E você, o que tá olhando, hein?
— Uma deusa da luxúria… com uma buceta que tá pedindo pra ser comida
— Nem pense Sonhe, otário… não pense que vai ser fácil… mesmo que ele seja um corno manso… eu não sou qualquer uma…
- Pois pra mim você parece exatamente isso… aliás, me parece uma puta… uma puta provocadora de pau.
Sem deixar ela reagir, agarrei a perna dela e puxei pra mim, desequilibrando-a. Ela ficou sentada de pernas abertas em cima de mim, segurei as mãos dela e as prendi atrás com uma mão, com a outra abri minha calça e tirei meu pau duro.
- Eeeeeh! O que cê tá fazendo?... Não…
- Putas casadas como você existem pra serem fodidas – levantei ela e empalei no meu pau – e você tá aqui pra levar rola sem mais nem menos.
- AAAAAAAAAAaiii… nãooo… filho da puta… o que cê tá fazendo… aaah… desgraçado… cê tá metendo… nãooo… tira… tá me ouvindo?... é grosso demais… aaahh… deusss… filho duma égua…
- Ummmmm… que delícia!... uaaaaaa… que porra gostosa… toma pau, sua vadia… sim, corno, tô comendo sua mulher, tô metendo na buceta de puta dela… ummm… adoro sua buceta apertada… ufff… tô com dificuldade de enfiar tudo… – empurrei ela pra mim – assim, mais fundo, porra… uuaaaa… siiiim… boa égua… tô abrindo a xereca dela, corno… adoro foder sua mulher…
Eles não esperavam que eu reagisse assim, era óbvio, Joel olhava com os olhos arregalados de surpresa e se acariciava o volume.
- AAAAAAAAhhh… ufff… filho da puta… sem avisar… deusss… é… é… um estupro…
- Sua buceta tá molhando, gostosa… cê adora se empalar no meu pau… estuprada mas com tesão.
- Ooooh… deusss… uffff… grande demais… – ela exagerava, claro, na frente do marido.
- Maior ainda é essa sua buceta de vagabunda… toma rola!... até o saco, putinha… – soltei as mãos dela e dei um tapa na bunda dela – vai!, mexe essa xereca de puta insatisfeita… mostra pro seu marido como se monta num pau de verdade entre as coxas… deixa ele ver você foder… deixa ele ver o quanto a mulher dele é uma vadia…
- Ooooh… deus… filho da puta… ummmmmm… que pau, desgraçado… siiiim – ela se movia no meu pau subindo e descendo – porraaa… cê me abre toda… dois… ufff…
- Ummmmm… sabia que era uma puta, cê gosta de pica, hein?… como essa rabuda fode bem, corno… aaaaaaahhh… ela engole minha pica inteira…
- Meu Deus… filho da puta… MMMMMMMM… sim… – ela gritava e gemia bem alto.
- Pelo amor de Deus, querida – disse Joel – você gosta tanto assim?
- É… uffff… uma pica de verdade, corno… aaaaaaaaaaaaah… e bem dura, não igual à sua… isso sim é foder… meu deeeeeeus… filho da puta… enfia dentro de mim… me fode… siiiiiim… com um cara assim, eu sou uma puta… sim, corno, ele tá me comendo gostoso… aaaahhh
- Ufffff… Julia… você vai arrebentar minha pica… de tanto subir e descer… que vício você tem… Ummmm… você fode como uma puta de feira… aaahhh… continua, puta, continua…
- Você já comeu muitas putas… quero ser sua puta… quero sua pica, filho da puta… – ela aproximou a boca e a gente se beijou de língua, as línguas iam e vinham bem fundo, o marido dela olhava com os olhos arregalados – eu gosto de você, Roger… você é meu… – ela me beijou de novo – AAAAAAAAAH… MEU DEUS… ME FODE MAIS… SIM… EU GOSTO DE SER UMA PUTAAAAA…
- Você é minha, putinha… minha puta… ouviu, corno?... sua mulher já é uma das minhas putas…
- Chupa meus peitos… – ela baixou as alças da mini túnica e enfiou um peito na minha boca – OOOOOOOOH… MEU DEUS… querido… meu corno… como ele me fode bem… ME CHUPA – ela literalmente enfiava os peitos na minha boca – UUUUUUUUHH… ME CHUPA OS PEITOS, FILHO DA PUTA… vou gozar… PORRA… VOU GOZAAAAAR… CONTINUA, FILHO DA PUTA, CONTINUA, SOU SUA PUTAAAA… ME CHUPA E ME FODEEEEEEE… PORRA… ME DEIXA LOUCA SER UMA DAS SUAS PUTAAAAASSSS…. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA… SIM… SIM… SIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
Ela teve o primeiro orgasmo se contorcendo e gritando. Acho que exagerava, mas me excitava vê-la assim. Ela ficou em cima de mim, ofegante, ainda penetrada.
- Ufffff… que foda do caralho, cristo!… – ela olhou pro marido, que tava se masturbando, realmente era uma pica pequena e salsichuda – que comilança, querido!... uuuuff… – senti ela apertar meu pau com os músculos da buceta – porra, filho da puta… como você tá duro…
- Meu amor, nunca te vi assim assim…tão…safada…
- Nunca tinham me fodido assim, céu…deusss…ainda tô empalada, amor…ainda tô sendo fodida…sinto o pauzão dele dentro…me beija, cuck…
- Uff, sim, amor… – ele se aproximou e beijou a boca dela – você tá empalada…tão te fodendo, meu amor… – começou a acariciar os peitos dela – você é uma gostosa… – Joel tirou a rola pra fora e se masturbava. Era uma rola pequena mesmo, curta e fina.
- Nunca comi uma casada com o marido olhando…ufff…cê gosta que eu coma sua mulher, hein?
- Minha mulher é sua, Roger…você é mais macho que eu…
- Que tesão ter o pau dentro dela enquanto você vê eu te fazer de cuck…tô vendo que você também fica excitado…
- Ummm…tão me deixando com vontade…sinto o pau dele bem fundo, meu amor… – ela voltou a rebolar a buceta – você é muito cuck… – era o que ele gostava – deusss…aaaah… mas muito, muito cuck…
Eu levantei ela e falei:
- Tira a roupa da sua mulher toda, Joel…vou pegar sua mulher como minha mulher…
Joel tirou a minitúnica dela, deixando ela só com as meias de renda e os sapatos de salto, enquanto eu tirava minha roupa rápido.
- Senta no sofá, Joel. – fiquei atrás da Julia, abraçando ela e coloquei meu pau entre as coxas dela, roçando na buceta, de jeito que a vara aparecia na frente – toca no meu pau, Julia – ela obedeceu, esfregando ele no clitóris dela, bem na vista do marido. Eu peguei nos peitos dela – mmmmmm…adoro me divertir com sua mulher, Joel…que peitão gostoso…cê gosta do meu pau, vadiazinha?
- Ummm, adoro seu pau, safado… – ela se inclinou pro marido e beijou ele, oferecendo a buceta pra mim – amor, isso vai te dar tesão…me fode, safado, que meu marido veja bem como um macho fode.
- Vadia, vou te encher de vara até o talo…
Fiquei bombando ela contra o próprio marido com gosto, ela gemia alto e de vez em quando beijava o cuck dela.
- Aaaaah…amor…que pau gostoso…aaaaah…que bom que você é tão cuck, amor… Meu…
- Você gosta de ver eu comendo sua mulher, corno?
- Sim, Roger, gosto de ver como você me faz de corno, metendo o pau na minha mulher.
- Hummm, e que pau, meu amor, que pau que ele enfia em mim…
- Que puta que é sua mulher, Joel – eu me excitava com a humilhação do corno, e vi que eles também – minha própria puta… me dando minha puta…
Comecei a sentir que ia gozar, então deitei ela de barriga pra cima no sofá, com a cabeça apoiada na coxa do marido, e enfiei de novo na buceta dela, devagar e com carinho, mas com força.
- Hummm… eu te adoro, Julia… você é uma delícia… – dei umas duas bombadas lentas – adoro foder com sua mulher, Joel… – beijei a boca dela bem perto do marido – olha como eu meto o rabo nessa bucetinha gostosa… – tirei e enfiei devagar pra ele ver bem como eu sumia dentro dela – sua mulher é minha, corno…
- Uff… sem dúvida você é o melhor comedor que já vi… gosto de ver minha esposa feliz… você enfia esse pauzão nela…
- Sou a puta dele, meu amor, inteirinha dele, pra ele me foder até quando quiser…
- Que delícia estar entre as coxas de uma mulher como essa… uffff… Julia… que gostoso – eu tirava o pau todo e enfiava devagar – Joel, tá vendo como eu possuo sua mulherzinha… hummm… ela é minha… meu pau vai explodir… você quer meu leite…
- Hummm… sim, seu safado, quero seu esperma bem no fundo da minha buceta…
- Hummm… tem certeza…
- E meu marido também… né, meu amor?
- Sim, é isso, ufff, é… eu concordo…
- Ufffff… deus… meu esperma bem no fundo… – olhei nos olhos dela, cheio de tesão – TE ENGRAVIDAR?
- Me beija enquanto goza, quero sentir você bem… esvazia tudo… hummm… me enche de porra… quero… queremos… ter outro filho… você quer que seja seu?
- Adoraria te engravidar, linda… uffff… – não parava de bombar a buceta dela – Joel… é isso que você quer?
- Sim, Roger… deixa a Julia grávida… engravida ela pra mim… Eu adoraria ter um filho com sua esposa, Joel… adoro engravidar minhas putas… e sua mulher vai ser sempre minha slut…
- Vai fundo, Roger, faz um filho na minha mulher… siiiim… sua slut…
- Dioss… minha cock tá explodindo – peguei ela pelos tornozelos e coloquei nos meus ombros pra deixar a penetração mais intensa – toma cock!… vou te encher o bucho, sua slut… – meti de uma vez – uuuuaaaaaaa
- AAAAAAAAhhh… porraaa… que fundo, meu deus… – ela segurou minha cabeça e me apertou contra ela, me beijando de língua – siiiiiim… quero… aaahh… ter um… filho… seu, filho da puta… me engravida… uuuuuffff… me engravida na frente do meu marido… faz um filho em mim… vou ser sempre sua slut…
- Dioss… toma cum, sua slut… meu espermaaa…
Nem preciso dizer que joguei litros e litros de cum dentro da buceta linda e receptiva dela, beijando a boca dela e gemendo de prazer os dois, embora ela e eu soubéssemos que provavelmente já tava prenha de mim. O marido dela se masturbava a cock pequena dele, excitado por saber que a mulher dele ia conceber meu bebê na barriga dela.
Fiquei exausto daquela gozada violenta. Ela me acariciava enquanto minha cock ia amolecendo dentro da pussy dela. Me beijou na boca.
Saí dela e fiquei de pé, na frente deles, minha cock mole escorrendo cum. Joel tinha a cock pequena dele pra fora, perto do rosto dele. Aproximei o rabo da boca da Anna.
- Limpa meu cipote, sua slut. Prova o cum que te engravidou – os dois me olharam – Abre essa boquinha e chupa a cock do seu macho… – encostei a glande escorrendo nos lábios pintados de vermelho, ela hesitou um instante mas abriu a boca e eu meti dentro – ummmmmm… que gostoso, sua slut… ummmm que língua… uuuuuu… – olhei pro Joel – você é casado com uma das minhas melhores putas…
Quando ela terminou, me retirei e ela se levantou.
- Porra, filho da puta, você meteu um litro de cum em mim… tava carregado… – mostrou pra nós dois a imagem do semen escorrendo pelas coxas dela, saindo em jorros da pussy dela.
- Uffffff — disse Joel — é uma barbaridade de sêmen… porra de outro macho…
— Ainda tenho muito mais pra minha mulher…
Era terrivelmente excitante pra mim ver aquela mulher naquela posição, segurando a saia pra que o marido dela e eu pudéssemos ver bem meu sêmen escorrendo da buceta dela, como se fosse um troféu.
Por um momento tive uma sensação de “déjà vu”, mas era porque a Júlia se parecia enormemente com a irmã dela, a Anna, que eu também tinha visto escorrendo meu sêmen igual, toda feliz de eu engravidar ela. A pica foi endurecendo de leve ao pensar que eu tinha engravidado duas irmãs, que elas queriam ter filhos do mesmo pai, o que me dava um tesão do caralho. E pensei que a Anna tinha me falado das quatro. Ficava duro só de pensar em ter quatro irmãs grávidas, quatro irmãs maduras casadas, cúmplices entre elas, com certeza a chave era essa, essa cumplicidade entre irmãs, parindo irmãozinhos do mesmo pai.
Ou o tesão tava em compartilhar homem, compartilhar a experiência do mesmo cara comendo elas. E eu sou o cara que serve pra isso. Pois, adorando.
E lá estava eu, depois de me lavar, esperando com o Joel, petiscando umas tapas e tomando uma cervejinha, esperando a Júlia sair de novo. Clima muito bom, o Joel era um cara maduro, sabia o que fazia e sabia do que gostava.
— A Júlia é uma graça, Joel — falei pra ele — você tem muita sorte de estar com ela.
— Certo. E gosto dela assim. Fico feliz que você não ache ruim o nosso esquema. Adorei ver ela dando pra você, ela curtiu de verdade.
— E eu. Gozei igual um animal, como poucas vezes, nem te conto o tesão que me deu você pedir pra eu engravidar ela.
— Você me agrada, Roger, é o melhor cara que conheço pra Júlia. Além disso, mesmo que você não queira admitir, sei que você come a irmã dela, a Anna, e tenho certeza que também engravidou ela.
— Eu não falei isso.
— Hahaha, já sei, já sei. E você vai negar também que Você engravidou minha mulher. Mas tenho certeza de que as duas adoram ter um filho seu. Meu cunhado não saca nada, mas eu gosto de ver a Julia grávida de novo.
- Você é um cara raro, Joel.
Quando a Julia saiu de novo, fiquei de boca aberta, com uma torrada no meio do caminho pra boca.
Acho que vou explicar como a noite terminou outra hora, foi bestial e morbidão, mas não quero ficar repetitivo. A verdade é que fiquei a noite toda e até dormi na cama de casal deles. Além de engravidar ela, a Julia tinha vicia do em dar o cu e me fez comer ela várias vezes, na frente do marido corno e escandalizado.
Queria terminar esse relato com um detalhe sobre a relação do meu irmão com a minha mãe, pra não encher o saco.
Minha mãe, minha amada mamãe, estava grávida. Eles nos contaram no dia seguinte, durante o jantar. Meu pai estava feliz.
- Vocês vão ter um irmãozinho, ou irmãzinha.
Nem preciso dizer que meu irmão arregalou os olhos. Ele me olhou. Eu levantei e abracei minha mãe com carinho.
- Que surpresa! E que notícia boa, fico muito feliz – também abracei meu pai – Vocês são os melhores pais do mundo.
Meu irmão, depois de se recuperar da surpresa, também os parabenizou. Tudo era alegria e parabéns.
Depois do jantar, meu irmão veio me ver.
- Porra, cara, não tinha pensado que a mamãe podia engravidar.
- Mas se quando a gente comeu ela já tava grávida, cara, sem problema.
- Uffa, ela tava grávida... porra.
- Qual é, estar grávida não significa que tá doente, e foda-se, ela transa igual. Já pensa no tesão que vai ser quando a gente comer ela com a barrigona?
- Ufa, você vai continuar comendo ela?
- Você não tá com vontade?
- Porra, tô, muita.
- Então é isso, é só foder a mamãe quando der. Já pensa nas tetas que ela vai ter.
- Ufffff... que delícia... adoro aqueles peitões dela, tão grandes e duras…
- Já já, quando ela gozar… tu vai ficar cego de tanto leite.
- Cê acha que ela vai querer?
- Claro que sim… com certeza vai sobrar porra, mano.
- Uffff, até fico duro só de pensar…
- Chama ela, deixa ela chupar suas tetas e, de quebra, mamar teu pau.
- Ela tá com o pai na cama.
- Já sei, tão fodendo, não cê ouve? – dava pra ouvir minha mãe dando gritinhos.
- Porra, é verdade, do meu quarto não dá pra ouvir.
- Depois a mamãe vai sair pro banheiro. Recém-fodida. Cê pede pra ela chupar teu pau.
- Porra, mano… ela não vai querer, depois de foder com o pai…
- Cê pede, vai ver…
Nem preciso dizer que minha mãe saiu meia hora depois e foi pro banheiro. Meu irmão, um caco de nervos, esperou ela no corredor, só de shortinho de pijama e com o pau duro na mostra.
Eu olhava do meu quarto com a porta entreaberta. Minha mãe, ao ver ele, não se surpreendeu, sorriu e olhou pro pau dele. Ela tava com um robe curto e super decotado, praticamente mostrando as tetas todas.
- Meu neném tá com tesão, né? – passou a mão no pau dele por cima do short – ummm… meu menino fica excitado com a mamãe… o pau dele fica duro… tá virando homem…
- Oooooh… mamãe… – ele colocou as mãos nos peitos dela e começou a apalpar.
- Ummm… meu filho gosta das tetas da mamãe… – ela puxou os peitos pra fora sem esforço – oooh… – meu irmão amassava com vontade.
- Mamãe… que tetas você tem…
- Mamãe dá teta pra você, tesouro… – ele se jogou no mamilo dela como um louco – ooooooh… amor… aproveita… mmmmmm… – depois de um tempo, deu a outra teta – cê gosta de mamar nas minhas tetas, meu anjo, vejo que deixei esse pau duro, quer foder com a mamãe?
- Ooooh… mamãe… siiiim… chupa meu pau… – ela se agachou, puxou o short dele pra baixo e começou o boquete – Uuuuuuh… que gostoso, mamãe…
Nisso, ouvimos meu pai chamando ela. mulher.
- Lina… você não vem?
- Só um segundo, querido – ela disse – tô me divertindo um pouco com seu filho mais novo, já vou – meu irmão tinha ficado paralisado de susto, mas minha mãe continuou chupando a pica dele – mmmmmm… meu menino… já é um homem…
- Oooooh… mamãe… como você chupa bem a pica…
- Adoro sua pica, amor… mas um homem tem que foder…
- Mas… mamãe… aqui? – Minha mãe se levantou e se apoiou no batente da porta, se inclinando e oferecendo a raba pro meu irmão, abrindo as coxas.
- Monta em mim, filho… enfia sua pica na minha buceta… fode a mamãe…
- Ooooooh… mamãe… – não custou nada ele se encaixar na mãe, num instante a pica dele tava dentro – oooh… mamãe… to te fodendo…
- Ummm siiiim… filho… você me fode… me monta… continua… ummmm… siiiim
Ele demorou um pouco, mas não custou muito pra gozar dentro da buceta da mãe. Minha mãe se lavou rapidinho e foi pro quarto dela com o marido, que não fazia ideia que, no meio tempo, o filho tinha fodido a mulher dele. Eu queria ter comido o cu dela, mas tive que deixar pra outro dia.
Vi que as tetas dela eram a obsessão do meu irmão. Agora que ela tava grávida, o que mais me dava vontade na minha mãe era comer o cu dela, achava a raba dela muito sensual e, além disso, era morbidamente gostoso encher o cu da minha própria mãe. Ainda mais agora, que meu irmão tinha entrado na brincadeira.
Pensei que já tinha três mulheres grávidas, finalmente tanto pó tava dando fruto. Pensei que tinha que deixar a Pilar, mãe do Sebas, ainda mais puta, e que a Sara tava esperando a sessão a três com minha mãe. Pensei que adoraria comer de novo o cu da mãe dominadora da Sara.CONTINUA AS HISTÓRIAS ANTERIORES1 http://www.poringa.net/posts/relatos/2457321/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-1-para-18.html
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