mi esposa cristina, se la cojen tres en la fiesta

Fala aí, galera do poringa. Sou novo por aqui, e que jeito melhor de começar do que mandando esse relato de como minha esposa Cristina me traiu.......................

Vou contar como minha esposa Cristina me traiu. Preciso deixar claro que todas essas vezes foram, digamos... com meu consentimento. Depois de um tempo experimentando troca de casais num clube, ela resolveu fazer fora de lá. No começo, eu deixei, mas depois a coisa saiu do controle e, num piscar de olhos, Cristina começou a dar pra outros caras, com ou sem minha permissão. E agora não consigo mais parar a situação. Deixa eu contar algumas dessas histórias.

Uma de tantas foi não faz muito tempo, em meados de dezembro, num sábado. Uns vizinhos do lado organizaram uma festa e convidaram a Cristina. Então, naquele dia, desde as quatro da tarde, ela foi pra casa dos vizinhos pra ver no que podia ajudar. Eu, por minha vez, decidi ficar em casa, porque quando sua esposa resolve ser uma mulher de pernas abertas, você nunca sabe onde ela vai acabar dando.

- Bom, corno manso, vou pra casa do lado. A vizinha disse que precisava de ajuda pra preparar umas coisas. Sei que você não vai, então deixei um pouco de comida na cozinha. Tchau.

E sem dizer mais nada, saiu de casa. A casa da vizinha do lado tem um quintal pequeno que dá pra ver da janela do nosso quarto. Então é só abrir um pouco a janela pra enxergar fácil o quintal da vizinha. E foi o que eu fiz. Subi pro quarto e vi quando Cristina entrava na casa e atravessava aquele quintal até entrar. Sabia que, além de ajudar, ela ia atrás de algum amante casual. Mas, sem alternativa, saí do quarto de novo, desci e fui sentar no sofá. O resto da tarde fiquei vendo TV, até que umas 7 da noite a porta abriu e Cristina entrou, me cumprimentou e... Passo rapidinho por mim, indo pro banheiro, então meio curioso pra saber como tava a pousadinha, levantei e perguntei:

— Por que tanta pressa, Cristina...???

— Como assim por que — ela reclamou meio exaltada...??

— Tenho que tomar banho ou você queria o quê...??? que eu me lavasse na casa da vizinha, e que os amigos dela esfregassem minhas costas ou minhas pernas, ou melhor ainda..!! a bunda..!!

E sem dizer mais nada, entrou no banheiro, fechando a porta na minha cara.

Percebi que a Cristina já tava cheirando a álcool, era muito cedo pra começar a beber, então imaginei que já tinha encontrado algum cara e isso ia acabar com a Cristina na cama com alguém.

Aí decidi me servir de um drink e voltar pro sofá pra esperar. Passaram vários minutos e ouvi ela fechar o chuveiro, sair do banheiro e entrar no nosso quarto. Não quis mais ir perguntar nada, já tinha uma ideia do que ia rolar, então resolvi esperar. E foi isso mesmo, não demorou pra porta do quarto abrir e a Cristina sair em direção à sala. Ela ainda vinha secando o cabelo e meio vestida, parou na minha frente e disse:

— Sabe de uma coisa, corno, conheci melhor a vizinha e a gente se deu super bem. Ela é divorciada e tem muitos amigos, e alguns vão vir pra festa, e então... já imaginou.

— Já imaginei sim. — respondi.

Hahahaha... — riu a Cristina — enquanto voltava pro quarto.

Sim, era lógico, a Cristina ia acabar na cama com alguém, mas isso já era normal, e como a gente era novo naquela rua, a oportunidade tava mais do que certa.

A Cristina não parava de ir do quarto pro banheiro e eu continuava sentado no meu sofá bebendo, até que depois de alguns minutos, ela saiu do quarto. Notei que já tava vestida, usava uma legging preta, bem justa, que marcava perfeitamente as formas da bunda dela, e por cima tinha colocado um suéter de gola alta de manga longa, e uns sapatos de salto. Ela foi até onde eu tava e Ela parou de novo na minha frente e me disse:

—Bem, corno, vou nessa...!!! Não bebe muito ou vai perder o show...!!! E falando isso, levou a mão até a cintura, baixou um pouco a legging e me deixou ver que não estava de calcinha.

—Tô mais que pronta pra arranjar um bom rala e rola e quero que você saiba... que por baixo do suéter não tem nada, tô de entrega imediata... hahahaha...

Depois de me dizer isso, virou as costas, pegou a jaqueta e saiu de casa.

Levantei do sofá, subi as escadas rapidinho e fui direto pra janela. Consegui ver a Cristina atravessando o pátio depressa. Nessa hora, já tinha mais gente lá fora, e ela sumiu de vista num instante. Fiquei uns minutos olhando pra ver se acontecia algo mais, mas ela não apareceu de novo. Então, decidi voltar pra sala.

Nas horas seguintes, só dava pra ouvir as vozes da galera, mas depois de um tempo a música começou a aumentar de volume. Aí pensei que a festa já tinha melhorado um pouco e fui de novo pra janela. Percebi que o pátio já tava quase cheio de gente e alguns já estavam dançando. Comecei a procurar a Cristina no meio do povo e, depois de uns segundos varrendo o pátio com o olhar, encontrei ela num canto, sentada, conversando com três caras. Tinha um copo numa mão e um cigarro na outra. Conhecendo a Cristina, sabia que ela já tinha achado o parceiro dela, porque tava conversando e rindo animada com todos eles. Então, resolvi esperar pra ver qual dos três ia ser o sortudo que ia comer a Cristina. Fiquei um bom tempo na expectativa, vendo o que ia rolar. Os quatro continuavam sentados, acho que por causa do frio da noite, não queriam se mexer. Até que, de repente, um deles levantou, foi até a Cristina e puxou ela pra dançar. Ela, toda gostosa, pegou na mão dele e foram pro meio do pátio.

Tudo normal. Cristina dançava com um cara, depois com outro, e assim os três iam se divertindo, mas ninguém queria passar dos limites. Então decidi dar um tempo pra eles, fui pegar outra bebida e voltei pra janela. Já era mais ou menos uma da manhã, quando de repente alguém colocou uma daquelas músicas românticas. E lá estava Cristina dançando de novo com um dos caras, mas agora eu conseguia ver direitinho como o parceiro dela passou as mãos na cintura dela e puxou ela pra perto. Ela respondeu passando os braços no pescoço dele, e os dois começaram a dançar devagar. Cristina parecia super à vontade, rebolando no ritmo dele e de vez em quando sussurrando algo no ouvido dele.

Sabia que era só questão de tempo até rolar alguma coisa. E sim, depois de alguns minutos dançando, o cara começou a descer as mãos devagar até chegar na bunda de Cristina. E ela, claro, não se importou nem um pouco. Pelo contrário, notei que apertou o pescoço dele com mais força.

Nessa altura, acho que por causa das bebidas, eu já tava começando a ficar duro. Resolvi continuar olhando. O cara não tirava as mãos da bunda de Cristina, e ela, além de se deixar apalpar, começou a mexer a bunda de um lado pro outro. Os outros dois caras não paravam de olhar pra eles e trocavam cochichos, mas Cristina tava pouco se lixando. Ela continuava se mexendo de um jeito bem safado, e de repente um dos outros caras levantou, chegou perto e pediu pra dançar com ela. O amigo aceitou e soltou Cristina, que agora era abraçada por outro homem. Ele sorriu pra ela sem dizer nada e segurou ela do mesmo jeito que o anterior, colocando as mãos na bunda de Cristina.

Nesse momento, quase não tinha mais ninguém no pátio. Aproveitando isso, o segundo cara começou a passar a mão na bunda de Cristina. Primeiro, foi de cima pra baixo devagar, percorrendo tudo. Depois, começou a fazer movimentos circulares, esfregando e acariciando. Por completo, dava pra ver que ele tava mesmo tentando aproveitar ao máximo a bunda da Cristina, e ela do mesmo jeito mexia a cintura pra lá e pra cá, até que de repente notei que os dois se afastavam um pouquinho, trocavam umas palavras, a Cristina balançou a cabeça rapidamente de um lado pro outro e depois começaram a rir.

Era óbvio, pensei. Depois de tanto ficar acariciando ela, ele percebeu que ela não tava de calcinha, o que fez ele ficar ainda mais excitado, porque a partir daquele momento, as carícias ficaram mais ousadas. Ele começou a passar a mão e apertar mais forte a bunda da Cristina, e não só isso, começou a dar uns tapinhas leves nela, enquanto os outros dois não paravam de olhar. Depois de um tempo, o terceiro cara se aproximou deles e a mesma coisa se repetiu, mas agora eles pararam por um instante, os três trocaram algumas palavras, e a Cristina levou as mãos até os próprios glúteos e os acariciou de leve.

Acho que ele tinha contado pro amigo que a Cristina não tava de calcinha. Os filhos da puta estavam tentando aproveitar ela ao máximo.

Quando esse outro cara pegou a Cristina entre as mãos, a primeira coisa que fez foi segurar ela pela cintura com uma mão e com a outra começou a percorrer devagar a bunda dela. Depois virou a cabeça pro outro lado do pátio e, vendo que não tinha mais ninguém, puxou ela pra um canto onde quase não tinha luz. Assim que a colocou lá, ele apoiou as duas mãos na bunda da Cristina e, igual aos amigos, começou a apertar forte os glúteos dela. Mas ele não só agarrou a bunda da Cristina, também começou a passar as mãos pelas costas dela, descendo de cima pra baixo, mas de um jeito descarado e muito safado. Os amigos dele, vendo aquele espetáculo, começaram a se aproximar daquele canto.

Não acreditei. Os três estavam se revezando pra passar a mão nela, e a Cristina tava deixando fazerem tudo.

E depois de alguns minutos, ele se aproximou de novo. Outro cara foi praquele canto, e o que tava com a Cristina se separou dela, deixando o lugar pra esse último. Mas agora, esse cara não abraçou ela pela cintura; em vez disso, deu um jeito brusco, virou ela de frente pro muro e a envolveu com os braços, colocando as mãos nos peitos dela. Cristina só apoiou as mãos na parede enquanto o corpo dela se contorcia entre os braços daquele homem. De onde eu tava, dava pra ver as mãos dele subindo e descendo pelo corpo todo dela, enquanto ele esfregava a cintura contra a bunda dela. Mas alguma coisa fez com que ele soltasse ela de repente. Na hora, pensei que tinham me visto, então me afastei um pouco da janela, sem parar de olhar. Mas não, não era eu que tinha feito aquele cara soltar ela. Me ajeitei de novo e virei o olhar pra casa. A vizinha tinha saído, e nem eu, que tava lá em cima, tinha visto. Rápido, um dos caras que tava olhando foi encontrar ela, e tanto a Cristina quanto o cara que tava apalpando ela saíram devagar daquele canto como se nada tivesse acontecido e se encostaram nuns tanques de lavar roupa. Conhecendo a Cristina, sabia que ela já tava bem excitada. O cabelo dela tava meio bagunçado, e ela tava abanando o rosto com as mãos, se ventilando. Depois de um tempo, o outro cara voltou pro grupo e continuaram bebendo. Pensei que já tinha acabado tudo, mas decidi esperar mais um pouco. Fui pegar outro gole pra tentar baixar a ereção que eu tava. Quando voltei, os três continuavam no mesmo lugar, mas já tinham chegado mais perto dela. Um deles tinha a mão na cintura da Cristina, outro tava na frente, e o terceiro tava do outro lado. Os três conversavam de boa, parecia que tavam convencendo ela de alguma coisa, porque a Cristina ficava olhando pros três de vez em quando, e de vez em quando olhava pra nossa janela. Sabia que eu tava observando ela, e isso fascinava ela. Depois de uns minutos, um dos caras se separou do grupo e se aproximou. Na entrada da casa, dei uma olhada rápida lá dentro e depois fechei a porta, me aproximei de onde a Cristina estava e os quatro começaram a andar, mas agora até o outro canto do quintal, onde tinha um daqueles brinquedos infantis. Era uma casinha na árvore, mais ou menos uns dois metros de altura. Do lado do quintal, tinha a entrada e de um lado dava pra ver uma janela. Chegando lá, colocaram os copos em cima do telhado da casinha. Depois, a Cristina olhou pros três e rapidamente entrou na casinha. Uns segundos depois, um dos caras foi até uma das janelas e dois ficaram na porta.

Demorei pra perceber o que tava rolando, até que vi o cara da janela abaixando o zíper e se aproximando da casinha. Como eu falei, demorei pra sacar o que tava acontecendo. A puta da Cristina tinha entrado na casinha e tava chupando o pau do cara que tava parado na janela, enquanto os outros dois conversavam de boa na porta. Assim, se alguém aparecesse, dava pra ver como se estivessem só batendo papo. A Cristina tava se comportando que nem uma puta mesmo.

Nos minutos seguintes, o cara que tava na janela não se mexia nada, só colocou o braço no telhado da casinha e apoiou a cabeça. De vez em quando, pegava o copo da Cristina e passava pela janela, depois tirava de novo.

De onde eu tava, tentava ver a Cristina, mas não conseguia. Só via, de vez em quando, parte do cabelo preto dela se mexendo de um lado pro outro. A putinha tava de joelhos mamando o pau.

Depois de uns minutos, o cara que tava de pé aproximou mais o quadril da janela e começou a se mexer de um jeito estranho. Tinha gozado. Depois, rapidinho, passou o copo pra ela, o que me fez suspeitar que ele tinha gozado dentro da boca da Cristina. Aí ele se afastou e, na hora, outro cara se posicionou na frente da janela, abaixou o zíper e se encostou o máximo que pôde.

Não acreditava até onde ela ia. Capaz que a Cristina, só pra satisfazer os desejos dela, já tinha engolido uma pica e tava indo pra segunda, e ainda faltava outra. O que mais ela seria capaz de fazer…

Nos minutos seguintes, o ritual se repetiu: o cara gozava e de vez em quando passava o copo pra Cristina, e depois colocava de novo no telhado da casa. Tavam nessa quando, de repente, os que estavam na porta se afastaram um pouco e eu consegui ver tudo dentro daquela casa. Cristina tava ajoelhada e a cabeça dela balançava freneticamente pra frente e pra trás. A puta parecia desesperada, tavam chupando e chupando sem parar. De novo, o cara da janela se encostou bem na parede e depois se afastou bruscamente. Tinha terminado, e Cristina tinha tomado a segunda ração de porra. Rapidinho, o terceiro se posicionou na frente da janela, abaixou o zíper e se encostou o máximo que pôde.

Nessa hora, eu já tava com a pica na mão, pensando na Cristina, como ela tava lá dentro metendo e tirando aquelas picas da boca dela, e como os amantes dela jogavam toda a porra na boca dela.

Esse último demorou um pouco mais pra gozar, mas igual aos outros dois, depois de um tempo se aproximou o máximo que pôde da janela e, depois de uns segundos, se afastou rapidamente.

Eu não acreditava. Cristina tinha engolido porra de três picas diferentes. Era inacreditável o quanto ela tinha virado uma puta.

Rapidamente, ajudaram a Cristina a sair. Ela saiu meio curvada e com as pernas abertas, então um deles passou o copo pra ela, que pegou apressada. Ajudaram ela a se sacudir um pouco e voltaram pro outro canto. Cristina já parecia totalmente recuperada e eles conversavam animados.

Pensei mais uma vez que já tinham terminado de usar a Cristina, mas me enganei de novo, porque os três começaram a andar em direção à casa, entraram e fecharam a porta atrás deles. Depois de alguns minutos, as luzes de baixo se apagaram, mas no andar de cima… Acendeu a luz em um dos quartos. Tinha uma janela grande, mas não dava pra ver nada porque uma cortina branca cobria tudo. Mas era óbvio que não iam dormir, então resolvi esperar um pouco. Não demorou muito pra aquela cortina ser puxada de lado, deixando ver a Cristina de pé, completamente pelada. A filha da puta só tinha aparecido pra ter certeza de que eu tava vendo. Depois, deixou a cortina aberta e apagaram as luzes.

Fiquei uns minutos olhando aquela janela. Dava pra ver só um sofazinho, que era ocupado por um dos caras. Depois de um tempo, ele levantava e outro sentava. Era óbvio que tavam comendo ela de dois, igual no pátio, se revezando pra usar a Cristina.

Cristina chegou em casa bem cedo. Tava com uma olheira danada, a legging meio suja nos joelhos, o suéter cheio de manchas brancas em várias partes, principalmente no peito e nas mangas. A cara dela também tava meio brilhosa. Era óbvio que tinha levado várias gozadas pelo corpo todo. Ela parou na minha frente e falou:

— Foi uma noite foda. Tava vendo tudo, né, corno… hahahaha… você é um cuck olheiro e tarado… hahahahaha… mas relaxa, um dos caras é irmão da vizinha e ano que vem ele muda de cidade, então nunca mais vai ver ele… e os outros dois, pooooode ser que um dia… hahahahaha… vou tomar um banho e dormir.

Essa é a primeira história. Depois conto outras. Falou, e até mais…

3 comentários - mi esposa cristina, se la cojen tres en la fiesta

muy bueno....te dejo 10. me calento muchisimo cristina!!