Olá, amigos do poringa.net:
Este é o meu quarto conto. De minha autoria.
São histórias que nunca contei a ninguém.
Há uns anos, fui de férias para a costa atlântica, um lugar que amo.
Fui por 15 dias para um camping com meu trailer.
Não é a primeira vez que vou a esse lugar, é perto do mar e é um lugar muito familiar e tranquilo.
Depois de alguns dias, chegou um casalzinho que eu já conhecia do ano anterior. Ela é a Roxana, uma gostosa. Uns 23 anos. Cabelos longos, entre loiros e avermelhados.
Pele branca e um corpo incrível. E o Migue, de 27, gordinho, moreno, nada atraente.
Este ano, eles acamparam na frente do meu trailer, com a barraca deles.
O que me dava uma vista genial dela.
Toda manhã eu acordava um pouco mais cedo, preparava o mate e curtia a brisa do mar. Muitas vezes, dividimos mates.
Depois de alguns dias, já era costume passar tempo com eles. Até na praia íamos juntos.
Rapidamente, percebi que entre a Roxana e eu rolava algo.
Ela sempre me tratava com muito carinho, elogiava meu perfume e meu físico.
Nossas conversas eram bem íntimas, mas sempre interrompidas pelo marido dela.
Ele vivia com o celular na mão, por causa de negócios.
Uma noite, estávamos dividindo um churrasco e o Miguel exagerou nas doses e acabou dormindo na cadeira.
Aproveitamos o momento para conversar melhor sobre tudo o que nos desse na telha.
Sem interrupções. A conversa era bem quente em alguns momentos.
E minha calça não deixava esconder minha ereção.
E ela percebia.
Ela me contou que o marido dela era um péssimo amante... O sexo era normal e até entediante.
E por isso sentia inveja das amigas, que tinham um sexo muito mais divertido.
Eu não acreditava no que ela estava me dizendo. E isso nem era nada.
Ela não fazia ideia de como foder como Deus manda.
Roxana: Você é mais velho que a gente.
Deve ter muitas experiências, igual minhas amigas, né?
Sexo anal é verdade que dói, mas ao mesmo tempo é muito prazeroso? ? Eu nunca fiz isso. Meu marido nunca faria isso pra mim, porque ele diz que é nojento.
Eu: Não acredito no que você tá me contando.
Se tenho muita experiência, não costumo ter sexo sem graça hahaha.
Eu queria pular da cadeira e pegar ela ali mesmo. Tive que me acalmar de algum jeito. Pedi licença e levantei, dizendo que ia no banheiro.
Ao me levantar, ela percebeu minha ereção e nem disfarçou. O olhar dela pro meu volume foi na cara, ainda mais quando passei na frente dela.
Cheguei no banheiro e molhei a cabeça e o pescoço.
Quando minha ereção baixou um pouco, me preparei pra sair.
Não dava pra bater uma, porque tinha gente por perto. Fiquei um tempão tentando não pensar.
Tomei um susto ao sair.
Ela tava parada no banheiro feminino e me pediu pra esperar, pra eu acompanhar ela.
Eu falei: "sem problema", e esperei.
Ela saiu na hora e perguntou se tinha gente no banheiro masculino, e eu respondi que sim.
Ela voltou pro feminino e depois de um tempo saiu.
Me contou que no banheiro tinha muita gente e que achou que no masculino não tivesse ninguém.
Roxana: Sorte que encontrei uma mulher que ia tomar banho.
O camping tá escuro a essa hora e você não me deu tempo de falar que te acompanho.
Eu: Ué, desculpa, não percebi, linda.
Roxana: Sem problema, só que eu tenho medo do escuro.
Eu: Não se preocupa, eu cuido de você.
Abracei ela pelo ombro e ela me abraçou pela cintura com naturalidade.
Eu aproveitei com a mão que tava no ombro dela pra roçar nas tetas redondas e perfeitas dela.
Ela não falou nada e continuamos andando assim.
Faltando uns metros pra chegar no trailer,
ela pisou num buraco e nós dois caímos no chão.
Eu caí por cima dela.
Perguntei se ela tava bem, enquanto meu pau marcava distância entre nós.
Ela respondeu: "Sim, tô muito bem", com uma cara de puta do caralho.
Eu não resisti à tentação e beijei ela com um beijo bem apaixonado, e ela respondeu com gosto.
Os dois entregues à nossa paixão. Ouvimos... desilusão. que o marido tinha acordado e a chamava.
ela se levantou e saiu apressada pro encontro.
eu esperei um pouco pra aparecer, pra não levantar suspeitas do marido.
quando cheguei, eles já não estavam mais, tinham ido se deitar.
no dia seguinte, como se nada, seguimos com a rotina.
nós dois procurávamos outros momentos a sós, mas não conseguíamos. sempre tinha alguém por perto.
um dia a sorte ficou do nosso lado.
estando na praia, Miguel, por motivos de negócio, teve que ir pra cidade, deixando a mulher sozinha por algumas horas.
mal ele foi, voltamos pro camping cortando caminho pela mata pra chegar rápido na minha trailer. mas não aguentamos a tentação, a mata tava muito tranquila. e não se via movimento por quilômetros.
nos beijamos e nos acariciávamos.
embora ela quisesse seguir pra ficar mais confortável, nosso tesão falou mais alto.
levantei a blusa dela e comecei a chupar os peitos enquanto ela tocava no meu pau por cima da calça.
ela tirou meu pau pra fora. bateu uma bem de leve. fez cara de admiração.
Roxana: desde que vi tua ereção quando a gente conversava e ao sentir quando caímos —
notei que era grande, mas não pensei que fosse tanto.
eu: também não é pra tanto. não me diga que tá com medo?
Roxana: haha... já quero comer ele agora.
vou deixar minhas amigas com inveja haha...
e sem dizer mais nada, começou a lamber como se fosse um sorvete. depois a chupar, primeiro devagar, e depois mais forte.
a putinha curtiu minha piroca por um bom tempo.
eu joguei ela no chão e, enquanto ela me chupava o pau, me dediquei a chupar aquela buceta gostosa.
ela gemia que nem uma puta no cio.
Roxana: hmm, sim, que gostoso que tá, m...
meu marido faz anos que não me chupa.
mas nunca igual a você, papai. hmm
ai, sim, hmm... que gostoso.
a buceta dela encharcada era uma delícia, ela não demorou muito pra gozar e pedir por favor pra comer meu pau sem demora.
deitado de costas, deixei que ela montasse em mim. Sozinha na minha pica dura.
Ela pega com a mão e introduz bem devagar.
Dava pra sentir aquela bucetinha tão pequena se abrindo pra minha pica, e ela sentia a carne rasgando com a minha porra grossa e comprida.
Isso causava dor, mas um prazer que ela nunca sentiu na vida.
Em pouco tempo, ela gozou umas duas vezes até ficar exausta no meu peito.
Ela me surpreendeu ao se levantar e pegar a câmera fotográfica da bolsa.
E colocou no modo de timer, tirando uma foto por segundo.
Roxana: Vamos tirar fotos da minha primeira vez sendo infiel e do meu primeiro anal, quer?
Eu: Adoro, é uma lembrança gostosa.
Coloquei ela de quatro, tentando achar o melhor ângulo da câmera.
E com o protetor solar, lubrifiquei bem aquele furinho fechadinho e virgem.
Que esperava ansioso pela minha pica carnuda.
Enquanto eu fazia meu trabalho, dava pra ouvir a câmera tirando fotos.
Eu: Tá pronta, gata?
Só relaxa e deixa comigo.
Vamos bem devagar.
Roxana: Tô pronta, com medo, mas tô pronta.
Comecei a penetrar aquele cu bem devagar e sentia os músculos do ânus apertando minha pica.
Ela gritava e chorava pela dor que eu causava.
Mas ao mesmo tempo, isso a excitava ainda mais.
E ela não parava de dar pequenas empurradas pra minha pica entrar cada vez mais.
Dediquei um bom tempo comendo aquela bunda gostosa.
A dor virou prazer, e ela pediu pra minha porra encher o cu dela.
Depois de um tempo comendo aquele cu apertado, minha pica não aguentou mais e derramou toda a porra.
Ela curtiu pra caralho aquela sensação.
Ficamos deitados um tempão, curtindo um cigarro enquanto olhávamos as fotos do evento.
Quando chegamos no camping, ela foi pro banheiro enquanto eu baixava as fotos no meu notebook e apagava da câmera, só por precaução pro marido não ver.
Desde aquele dia, a gente aproveitava sempre que dava pra foder sem limites. As férias acabaram, mas eu continuo em contato com eles e visito de vez em quando. isso é outra história.
FIM
P.S.: Não consegui baixar as fotos porque não deixa e não sei por quê. Quando der, baixo elas. Espero que vocês gostem e comentem.
Este é o meu quarto conto. De minha autoria.
São histórias que nunca contei a ninguém.
Há uns anos, fui de férias para a costa atlântica, um lugar que amo.
Fui por 15 dias para um camping com meu trailer.
Não é a primeira vez que vou a esse lugar, é perto do mar e é um lugar muito familiar e tranquilo.
Depois de alguns dias, chegou um casalzinho que eu já conhecia do ano anterior. Ela é a Roxana, uma gostosa. Uns 23 anos. Cabelos longos, entre loiros e avermelhados.
Pele branca e um corpo incrível. E o Migue, de 27, gordinho, moreno, nada atraente.
Este ano, eles acamparam na frente do meu trailer, com a barraca deles.
O que me dava uma vista genial dela.
Toda manhã eu acordava um pouco mais cedo, preparava o mate e curtia a brisa do mar. Muitas vezes, dividimos mates.
Depois de alguns dias, já era costume passar tempo com eles. Até na praia íamos juntos.
Rapidamente, percebi que entre a Roxana e eu rolava algo.
Ela sempre me tratava com muito carinho, elogiava meu perfume e meu físico.
Nossas conversas eram bem íntimas, mas sempre interrompidas pelo marido dela.
Ele vivia com o celular na mão, por causa de negócios.
Uma noite, estávamos dividindo um churrasco e o Miguel exagerou nas doses e acabou dormindo na cadeira.
Aproveitamos o momento para conversar melhor sobre tudo o que nos desse na telha.
Sem interrupções. A conversa era bem quente em alguns momentos.
E minha calça não deixava esconder minha ereção.
E ela percebia.
Ela me contou que o marido dela era um péssimo amante... O sexo era normal e até entediante.
E por isso sentia inveja das amigas, que tinham um sexo muito mais divertido.
Eu não acreditava no que ela estava me dizendo. E isso nem era nada.
Ela não fazia ideia de como foder como Deus manda.
Roxana: Você é mais velho que a gente.
Deve ter muitas experiências, igual minhas amigas, né?
Sexo anal é verdade que dói, mas ao mesmo tempo é muito prazeroso? ? Eu nunca fiz isso. Meu marido nunca faria isso pra mim, porque ele diz que é nojento.
Eu: Não acredito no que você tá me contando.
Se tenho muita experiência, não costumo ter sexo sem graça hahaha.
Eu queria pular da cadeira e pegar ela ali mesmo. Tive que me acalmar de algum jeito. Pedi licença e levantei, dizendo que ia no banheiro.
Ao me levantar, ela percebeu minha ereção e nem disfarçou. O olhar dela pro meu volume foi na cara, ainda mais quando passei na frente dela.
Cheguei no banheiro e molhei a cabeça e o pescoço.
Quando minha ereção baixou um pouco, me preparei pra sair.
Não dava pra bater uma, porque tinha gente por perto. Fiquei um tempão tentando não pensar.
Tomei um susto ao sair.
Ela tava parada no banheiro feminino e me pediu pra esperar, pra eu acompanhar ela.
Eu falei: "sem problema", e esperei.
Ela saiu na hora e perguntou se tinha gente no banheiro masculino, e eu respondi que sim.
Ela voltou pro feminino e depois de um tempo saiu.
Me contou que no banheiro tinha muita gente e que achou que no masculino não tivesse ninguém.
Roxana: Sorte que encontrei uma mulher que ia tomar banho.
O camping tá escuro a essa hora e você não me deu tempo de falar que te acompanho.
Eu: Ué, desculpa, não percebi, linda.
Roxana: Sem problema, só que eu tenho medo do escuro.
Eu: Não se preocupa, eu cuido de você.
Abracei ela pelo ombro e ela me abraçou pela cintura com naturalidade.
Eu aproveitei com a mão que tava no ombro dela pra roçar nas tetas redondas e perfeitas dela.
Ela não falou nada e continuamos andando assim.
Faltando uns metros pra chegar no trailer,
ela pisou num buraco e nós dois caímos no chão.
Eu caí por cima dela.
Perguntei se ela tava bem, enquanto meu pau marcava distância entre nós.
Ela respondeu: "Sim, tô muito bem", com uma cara de puta do caralho.
Eu não resisti à tentação e beijei ela com um beijo bem apaixonado, e ela respondeu com gosto.
Os dois entregues à nossa paixão. Ouvimos... desilusão. que o marido tinha acordado e a chamava.
ela se levantou e saiu apressada pro encontro.
eu esperei um pouco pra aparecer, pra não levantar suspeitas do marido.
quando cheguei, eles já não estavam mais, tinham ido se deitar.
no dia seguinte, como se nada, seguimos com a rotina.
nós dois procurávamos outros momentos a sós, mas não conseguíamos. sempre tinha alguém por perto.
um dia a sorte ficou do nosso lado.
estando na praia, Miguel, por motivos de negócio, teve que ir pra cidade, deixando a mulher sozinha por algumas horas.
mal ele foi, voltamos pro camping cortando caminho pela mata pra chegar rápido na minha trailer. mas não aguentamos a tentação, a mata tava muito tranquila. e não se via movimento por quilômetros.
nos beijamos e nos acariciávamos.
embora ela quisesse seguir pra ficar mais confortável, nosso tesão falou mais alto.
levantei a blusa dela e comecei a chupar os peitos enquanto ela tocava no meu pau por cima da calça.
ela tirou meu pau pra fora. bateu uma bem de leve. fez cara de admiração.
Roxana: desde que vi tua ereção quando a gente conversava e ao sentir quando caímos —
notei que era grande, mas não pensei que fosse tanto.
eu: também não é pra tanto. não me diga que tá com medo?
Roxana: haha... já quero comer ele agora.
vou deixar minhas amigas com inveja haha...
e sem dizer mais nada, começou a lamber como se fosse um sorvete. depois a chupar, primeiro devagar, e depois mais forte.
a putinha curtiu minha piroca por um bom tempo.
eu joguei ela no chão e, enquanto ela me chupava o pau, me dediquei a chupar aquela buceta gostosa.
ela gemia que nem uma puta no cio.
Roxana: hmm, sim, que gostoso que tá, m...
meu marido faz anos que não me chupa.
mas nunca igual a você, papai. hmm
ai, sim, hmm... que gostoso.
a buceta dela encharcada era uma delícia, ela não demorou muito pra gozar e pedir por favor pra comer meu pau sem demora.
deitado de costas, deixei que ela montasse em mim. Sozinha na minha pica dura.
Ela pega com a mão e introduz bem devagar.
Dava pra sentir aquela bucetinha tão pequena se abrindo pra minha pica, e ela sentia a carne rasgando com a minha porra grossa e comprida.
Isso causava dor, mas um prazer que ela nunca sentiu na vida.
Em pouco tempo, ela gozou umas duas vezes até ficar exausta no meu peito.
Ela me surpreendeu ao se levantar e pegar a câmera fotográfica da bolsa.
E colocou no modo de timer, tirando uma foto por segundo.
Roxana: Vamos tirar fotos da minha primeira vez sendo infiel e do meu primeiro anal, quer?
Eu: Adoro, é uma lembrança gostosa.
Coloquei ela de quatro, tentando achar o melhor ângulo da câmera.
E com o protetor solar, lubrifiquei bem aquele furinho fechadinho e virgem.
Que esperava ansioso pela minha pica carnuda.
Enquanto eu fazia meu trabalho, dava pra ouvir a câmera tirando fotos.
Eu: Tá pronta, gata?
Só relaxa e deixa comigo.
Vamos bem devagar.
Roxana: Tô pronta, com medo, mas tô pronta.
Comecei a penetrar aquele cu bem devagar e sentia os músculos do ânus apertando minha pica.
Ela gritava e chorava pela dor que eu causava.
Mas ao mesmo tempo, isso a excitava ainda mais.
E ela não parava de dar pequenas empurradas pra minha pica entrar cada vez mais.
Dediquei um bom tempo comendo aquela bunda gostosa.
A dor virou prazer, e ela pediu pra minha porra encher o cu dela.
Depois de um tempo comendo aquele cu apertado, minha pica não aguentou mais e derramou toda a porra.
Ela curtiu pra caralho aquela sensação.
Ficamos deitados um tempão, curtindo um cigarro enquanto olhávamos as fotos do evento.
Quando chegamos no camping, ela foi pro banheiro enquanto eu baixava as fotos no meu notebook e apagava da câmera, só por precaução pro marido não ver.
Desde aquele dia, a gente aproveitava sempre que dava pra foder sem limites. As férias acabaram, mas eu continuo em contato com eles e visito de vez em quando. isso é outra história.
FIMP.S.: Não consegui baixar as fotos porque não deixa e não sei por quê. Quando der, baixo elas. Espero que vocês gostem e comentem.
7 comentários - Sexo no mato com gostosa