Oi!! obrigada por todos os comentários, votos, pontos, favoritos e tal 🙂 fico feliz que vocês tão curtindo a história hehe, então como me sinto apoiada (e meio assediada às vezes xD) vou trazer a continuação, espero que curtamhttp://www.poringa.net/posts/relatos/2828169/Hermanos-sin-tabu.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2830339/Hermanos-sin-tabu--cap-2.html?notification#comment-125937*** Sem mais incidentes naquela noite, no dia seguinte todo mundo já tava a caminho de umas férias gostosas na casa de veraneio que tinham emprestado pro meu irmão Alec só pra essa ocasião. Era interessante pra todo mundo saber que tipo de pessoa era o amigo dele pra emprestar um luxo desses que permitia a gente ficar lá. Nós sete íamos no carro, que era meio pequeno, então estávamos meio apertados. Meus pais nos bancos da frente e a gente atrás. Bom, eu tinha sentado no colo do meu irmão pra abrir espaço pra Lorena, a namorada da minha irmã gêmea Ângela, e a Estefy tava no canto, muito entretida jogando no videogame dela. —Não mexe muito, mana —falou Alec, que tava se divertindo pra caralho com minha bunda bem em cima dele. Lorena e Ângela trocavam uns beijinhos e riam de mim, que tava corada de sentir o volume da pica do meu irmão dura debaixo da minha bunda. —Cuidado aí atrás —avisou minha mãe, especialmente pra mim. Desde o incidente, eu não ousava olhar na cara dela, e a Estefy também não, porque a gente tava muito envergonhada pelo surto incestuoso que a gente tinha feito. Meu pai não tava totalmente por dentro, e ainda bem. O Alec parecia se divertir muito com a situação, e tinha as mãos inocentes nas minhas pernas e não perdia um momento pra acariciá-las às escondidas. Eu mordi o lábio inferior de tesão, e mais ainda quando ele, silenciosamente, começou a deslizar um dedo dentro do meu short de banho, que era bem curto e sexy. —Vou fazer devagar —falou no meu ouvido. Eu me arrepiei ao sentir as mãos dele perto da minha bucetinha e soltei uma risadinha quando ele achou meu clitóris e começou a brincar com ele. Minha gêmea percebeu e franziu a testa, apontando pro pai com o olhar como um aviso. Ela tava sabendo do nosso encontro com o Alec. Revirou os olhos e continuou dando carinhos na namorada dela. A coitada da Estefy tava sozinha. Durante quase uma hora, me acostumei a ter os dedos do meu irmão acariciando suavemente a entrada da minha buceta, e naquela altura eu já estava bem molhada e com vontade de que ele enfiasse até o fundo. Desejei até que ele tirasse a calça pra eu sentir o pau dele na minha pele, e quem sabe enfiar em algum outro lugar. Não tive sorte e continuei aproveitando. De repente, senti a mão da minha irmã gêmea pousar na minha perna e começar a me acariciar. Olhei pra ela com uma cara de interrogação, e ela, rindo, tirou os dedos. O que aquilo significava?
No fim, chegamos na praia depois de umas duas horas. O Alec falou pro meu pai onde era a casa do amigo dele e fomos direto pra lá. Achamos rápido, porque era meio afastada das outras, rodeada de palmeiras e areia. Tinha dois andares, era branca e com uma varanda bonita que dava pra praia.
Meus pais foram os primeiros a entrar, enquanto a gente deu uma volta pra ver o oceano. A brisa era fresca e salgada. Não tinha muita gente e o sol estava uma delícia.
— Bem-vindas — disse meu irmão e abraçou eu e a Ângela.
— Ai, odeio me queimar — reclamou nossa irmã mais nova e, fazendo cara de nojo, foi pra casa.
A Lorena não perdeu tempo e tirou a blusa e o shorts. Por baixo, tava usando um biquíni fio dental sexy que destacava as nádegas grandes e bem formadas dela. Minha gêmea abraçou ela e se deram um puta beijo de língua.
— Vai entrar no mar comigo, love?
— Não coloquei meu biquíni ainda.
— Espero você. E vocês?
— A gente já volta.
A Lorena mergulhou na água primeiro.
Nós voltamos pra casa e nos apressamos pra dividir os quartos, já que íamos passar uns dias lá. Só tinha três cômodos. Minha mãe e meu pai escolheram um, o da cama maior, enquanto eu, a Estefy e a Lorena ficamos em outro. A Ângela, que era a lésbica da família, colocaram pra dormir com meu irmão. Essa era a estratégia da mamãe pra gente não fazer nada indevido, já que, como ela Gostavam mais de minas do que de caras, e praticamente era o anjo da família… bom. Já sabem qual foi a lógica materna ali.
—Vão entrar na água? — perguntou meu pai.
—Sim! — respondemos ao mesmo tempo.
Entramos pra trocar de roupa só as mulheres, incluindo a mamãe, que não tinha vergonha de se pelar na frente das filhas. Não tinha sacanagem, exceto pela Estefy, que olhava meio incomodada os peitos das outras. Mesmo sendo parecida com a gente, em algumas medidas não tinha se desenvolvido igual. Tinha uma bunda bonita, com as nádegas empinadinhas, mas os peitos dela não chegavam nem perto dos da mamãe, uma coroa no auge da beleza, nem dos da Ângela e dos meus, que éramos mais novas e um pouco mais bronzeadas que ela.
O que nos surpreendeu foi o biquíni dela, cuja parte de baixo era tão pequena e branca que quase dava pra ver tudo.
—Filha? Não tá meio pequenininho?
—Você acha? — disse ela, inocente, dando uma voltinha. O fio dental se enfiava entre as nádegas —. Eu gosto.
—Sim, mas se seu pai e seu irmão te virem, não vão te deixar em paz. Especialmente seu irmão.
—Mãe, o que aconteceu… — comecei a dizer, tentando me desculpar —, foi um erro. Não sei como rolou…
—Já, já. Sei que o Alec atrai vocês. Até eu, que sou mãe dele, posso dizer que ele é muito gostoso.
Isso surpreendeu todas nós.
—Mas entendam que vocês são irmãs dele e devem respeitar ele e não fazer esse tipo de coisa. Podem arrumar um namorado pra isso, ou façam como sua irmã Ângela — ela piscou pra ela e riu. Minha irmã ficou vermelha.
—O quê? — perguntou Estefy — Que a gente arrume uma namorada? Bah. Eu gosto é de pica bem grande.
Minha mãe riu, meio sem graça com a ousadia do docinho de açúcar que era a Estefy. Desde que a pestinha era pequena, sempre foi meio safadinha e falava cada coisa na hora mais errada, e agora que era mais velha, as coisas não melhoraram.
—Bom, bom. Vamos, nadar.
O sol bateu na pobre Estefy, que teve que passar protetor. com medo de perder a tonalidade clara da pele. Angela e eu nos demos as mãos e corremos para a água, onde Alec e Lorena estavam se banhando. Meu pai, que estava com a barriga torneada no sol, ficou na areia com minha mãe ao lado, abraçados e trocando alguns beijos. Como meu pai usava um sunga justa, eu não perdi detalhe de como o pau dele começava a tomar forma por causa da língua da nossa mãe, que dava beijos amorosos.
— Já viram isso? — disse minha gêmea —, parecem adolescentes.
— A gente também devia se divertir — disse Alec e puxou o sutiã da Estefy de uma vez, fazendo ela ficar paralisada por um segundo e depois cobrir os peitos.
— Alec! Não seja idiota! — ela gritou e deu uns tapinhas nele.
— Por que não? — Lorena disse pra gente e, na mesma hora, tirou o sutiã dela. Os peitos morenos dela ficaram de fora, molhados. Minha irmã gêmea também tirou o dela, e eu, sem poder ficar pra trás, e excitada por ver os peitos das minhas irmãs, fiz o mesmo. Estefy bufou.
— Tá bom, pelo menos me deem as coisas de vocês pra eu levar pra praia.
Ela voltou pouco depois.
— Mamãe falou alguma coisa quando te viu sem sutiã? — Alec perguntou.
— Ela riu e disse que tá tudo bem, que eu preciso de um pouco de cor nos meus mamilos.
— Mas se eles são lindos — Lorena não perdeu tempo e apertou eles.
— Ei! Não sou sapatão, não me toca!
— Mas bem que sua irmã te masturba, né?
— Isso é diferente. Ah! Alec, você também não!
Estefy estava meio diferente. Quando não estava excitada, podia ser a garota mais santa do mundo, mas bastava se molhar um pouco ou ouvir a palavra anal pra se transformar numa putinha que adorava ver os pais transando.
Resumindo, as quatro sem sutiã fomos nadar. Teve uns roçados, especialmente entre Alec e eu. Eu gostava porque estávamos jogando bola e ele ficava atrás de mim, esfregando o pau dele na minha bunda de propósito. Lorena, que tinha pegado a coitada da Estefy como brinquedo, ficava incomodá-la beliscando os peitos ou a bunda dela de vez em quando. Nossa irmã mais nova levava na brincadeira e ria. Naquela altura, todo mundo já tava se divertindo.
—Ei! Venham aqui! — papai nos chamou e a gente saiu.
A cara dele quando viu as quatro garotas sem sutiã foi épica. Principalmente os melões da Lorena balançando.
—Hmm… eu ia pescar. Vocês vêm?
—Eu vou — falei na hora.
—A gente passa — os outros disseram em uníssono. Lorena e Ângela queriam continuar brincando, e Estefy me lançou uns olhares safados e apontou pro Alec com o olhar. Entendi quais eram as intenções dela, mas já não dava pra deixar o papai sozinho.
Pegamos a vara de pescar e fomos pra uma área meio afastada dos outros, onde não tinha ninguém e tinha um cais velho que ninguém usava. Sentamos na margem e ele preparou as varas. Eu tava de camisola pra me resguardar dele por causa dessas coisas de decência e pra mamãe não encher o saco por andar semi nua na frente do marido dela.
—O que houve entre vocês? — ele me perguntou —. Tô sentindo um clima estranho. Falo de você e do Alec. Também a Estefy. Brigaram?
—Hmm… não exatamente — ri ao lembrar. Meu pai me olhou curioso.
—Não sou bobo. Dá pra ver que o Alec atrai vocês como homem, e não culpo ele. Vocês já tão bem desenvolvidas.
—Ai, papai. É que…
—O que foi? Pela sua risada, já tenho uma ideia.
—Bom… — eu confiava muito no meu pai, mas será que o suficiente pra confessar que quase tiramos a virgindade da minha irmã Estefy?
—Vocês fizeram?
—O quê? Bom…
—Não importa. Pode me contar. Mais que isso. Vou te confessar que na sua idade eu sentia uma atração forte pela minha irmã, sua tia Sofi.
—Tia Sofi? Você?
Agora meu pai ficou meio vermelho.
—Sim. Vou te contar, mas promete que não vai contar pra sua mãe. Em troca, você me diz o que aconteceu, tá?
—É… tá bom.
—Como você sabe, meu pai, seu avô, morreu de câncer, então ficamos só eu, mamãe e minha irmã. Por causa da depressão, sua avó ficou meio alcoólatra e deixou de cuidar da casa. Sofi e eu tivemos que ser os que cuidavam dela e, com o tempo, a atração que sentíamos um pelo outro era enorme. Desde crianças, tomávamos banho juntos e nossas primeiras apalpadelas foram entre nós.
— Igualzinho eu e minhas irmãs.
— Sim — ele riu ao lembrar —. O primeiro boquete que ganhei foi dela.
Dei um tapinha no ombro dele.
— Tia Sofi com certeza adorou.
— Hahaha! Adorou pra caralho — ele ficou em silêncio por um instante —. Quer ver minha rola?
— O quê?
— Posso te mostrar, mas não conta pra mãe. Você já viu sem querer, mas nunca de propósito.
— Ehm… — falei enquanto um sorriso safado se desenhava no meu rosto —. Tá bom. Mostra.
Ele olhou em volta pra ver se tinha alguém, e depois me passou a vara de pescar pra eu segurar. Num movimento só, puxou o short do maiô pra baixo e o pau dele ficou no ar. Senti meu rosto ficar vermelho ao ver aquela rola começando a endurecer. A glande estava exposta e umas veias cheias de sangue apareciam por baixo da pele.
— Papai… — ri que nem uma idiota, sem conseguir desviar o olhar.
— Toca.
— Eh… acho que não.
— Vai, ninguém vai saber. Sei que você tá morrendo de vontade.
— Não te incomoda que eu seja sua filha?
— Pelo contrário. Eu adoro o que você faz com sua irmã Estefy, e mais ainda o que vocês fizeram com o Alec.
Enquanto ele falava, o pau dele começou a subir ainda mais. As bolas dele pendiam como dois sacos pesados.
— Você gosta? Aprova que a gente se toque entre nós? — perguntei surpresa. Meu pai era meio que o inocente, e só minha mãe era mais pervertida em comparação.
— Sim. Olha como eu mexo.
O pau dele pulsou. Meu Deus! Eu… estava ficando excitada com o pinto do meu pai. Olhei pra ver se tinha alguém e, ainda meio sem jeito, envolvi o pau dele com minha mão pequena. Ele fervia e pulsava. Meu pai fechou os olhos.
— Mexe um pouco, Andrea.
— Assim?
Naquela altura, que diferença fazia se eu tava masturbando ele. Engoli seco. Meu coração dava pulos enquanto eu batia uma punheta pro meu próprio pai, que parecia estar adorando.
— Mais rápido, Andrea.
Eu tava me divertindo. Mais do que excitada, eu achava aquilo deliciosamente divertido e mórbido. É, eu já tinha sonhado com a arma dele, mas não com isso. Era algo bem diferente. Comecei a mover minha mão mais rápido, e de repente percebi os dedos dele deslizando pela minha perna e entrando pra acariciar minha bucetinha bem em cima do biquíni. Um choque elétrico me percorreu quando o dedo dele abriu caminho entre as dobras do tecido e começou a brincar com meu clitóris.
— Ah, filha.
Naquele momento, nada mais importava. Absolutamente nada. Afastei meu cabelo pra um lado. Baixei a cabeça e enfiei aquela deliciosa pica do meu pai na minha boca. Ele parou de brincar com minha buceta e ficou imóvel, curtindo minha boca. Passei minha língua pela glande, e soltei saliva pra tentar engolir todo aquele pedaço de carne. O pau dele pulsava dentro dos meus lábios. Ele acariciava minhas costas e meu cabelo, depois me segurou pelo rabo de cavalo e começou a marcar o ritmo que queria que eu chupasse. Tive que me afastar pra pegar um pouco de ar, e aí, sem mais, ele me empurrou de novo pra me penetrar pela boca.
Ficamos assim por um tempo. Meu pescoço e minha mandíbula já doíam por causa da posição em que eu tava chupando. Sentir a pica do meu pai coberta pela minha saliva me excitava, mas também me enchia de algo parecido com amor. Eu tava dando prazer pro homem que me trouxe à vida, e que jeito melhor do que na pica dele? Suavemente, eu percorria ela com a boca.
— Assim, pussy?
— Assim, coração. Continua, bebê.
— Quero gozo — provoquei feito uma menininha — cê me dá gozo, papai?
— Sim… o quanto você quiser. Vai, chupa.
Eu adorava brincar assim. Chupei e chupei até que, de repente, uma descarga inteira de gozo delicioso chegou até minha garganta. Me pegou de surpresa. Não tava preparada pra engolir o esperma do papai, e um pouco caiu na base do pau dele. Me afastei, e aí um segundo jato me banhou o rosto.
— hahaha caramba, cê tava cheio, hein. pussy, que gozo gostoso você tem.
— Ah, adoro quando você fala assim.
Eu limpei o esperma do rosto. O pau dele começou a murchar, mas ainda mantendo um bom tamanho.
—Isso, minha querida filha, é o incesto. Você gostou?
—Enquanto for porra —falei rindo. Ele passou o braço por mim e me deu um beijo no canto da boca.
—Vai ser umas férias boas, Andrea.
—Não duvido.
*****************
hahaha essa Andrea parece que ama muito o pai dela, e o que é melhor que o leite da buceta pra se alimentar bem,
Espero que tenham ficado de pau duro com a atualização e me digam o que acharam e o que estão sentindo :p, amo vocês, até a próxima e boas punhetas.
http://www.poringa.net/posts/relatos/2830339/Hermanos-sin-tabu--cap-2.html?notification#comment-125937*** Sem mais incidentes naquela noite, no dia seguinte todo mundo já tava a caminho de umas férias gostosas na casa de veraneio que tinham emprestado pro meu irmão Alec só pra essa ocasião. Era interessante pra todo mundo saber que tipo de pessoa era o amigo dele pra emprestar um luxo desses que permitia a gente ficar lá. Nós sete íamos no carro, que era meio pequeno, então estávamos meio apertados. Meus pais nos bancos da frente e a gente atrás. Bom, eu tinha sentado no colo do meu irmão pra abrir espaço pra Lorena, a namorada da minha irmã gêmea Ângela, e a Estefy tava no canto, muito entretida jogando no videogame dela. —Não mexe muito, mana —falou Alec, que tava se divertindo pra caralho com minha bunda bem em cima dele. Lorena e Ângela trocavam uns beijinhos e riam de mim, que tava corada de sentir o volume da pica do meu irmão dura debaixo da minha bunda. —Cuidado aí atrás —avisou minha mãe, especialmente pra mim. Desde o incidente, eu não ousava olhar na cara dela, e a Estefy também não, porque a gente tava muito envergonhada pelo surto incestuoso que a gente tinha feito. Meu pai não tava totalmente por dentro, e ainda bem. O Alec parecia se divertir muito com a situação, e tinha as mãos inocentes nas minhas pernas e não perdia um momento pra acariciá-las às escondidas. Eu mordi o lábio inferior de tesão, e mais ainda quando ele, silenciosamente, começou a deslizar um dedo dentro do meu short de banho, que era bem curto e sexy. —Vou fazer devagar —falou no meu ouvido. Eu me arrepiei ao sentir as mãos dele perto da minha bucetinha e soltei uma risadinha quando ele achou meu clitóris e começou a brincar com ele. Minha gêmea percebeu e franziu a testa, apontando pro pai com o olhar como um aviso. Ela tava sabendo do nosso encontro com o Alec. Revirou os olhos e continuou dando carinhos na namorada dela. A coitada da Estefy tava sozinha. Durante quase uma hora, me acostumei a ter os dedos do meu irmão acariciando suavemente a entrada da minha buceta, e naquela altura eu já estava bem molhada e com vontade de que ele enfiasse até o fundo. Desejei até que ele tirasse a calça pra eu sentir o pau dele na minha pele, e quem sabe enfiar em algum outro lugar. Não tive sorte e continuei aproveitando. De repente, senti a mão da minha irmã gêmea pousar na minha perna e começar a me acariciar. Olhei pra ela com uma cara de interrogação, e ela, rindo, tirou os dedos. O que aquilo significava?
No fim, chegamos na praia depois de umas duas horas. O Alec falou pro meu pai onde era a casa do amigo dele e fomos direto pra lá. Achamos rápido, porque era meio afastada das outras, rodeada de palmeiras e areia. Tinha dois andares, era branca e com uma varanda bonita que dava pra praia.
Meus pais foram os primeiros a entrar, enquanto a gente deu uma volta pra ver o oceano. A brisa era fresca e salgada. Não tinha muita gente e o sol estava uma delícia.
— Bem-vindas — disse meu irmão e abraçou eu e a Ângela.
— Ai, odeio me queimar — reclamou nossa irmã mais nova e, fazendo cara de nojo, foi pra casa.
A Lorena não perdeu tempo e tirou a blusa e o shorts. Por baixo, tava usando um biquíni fio dental sexy que destacava as nádegas grandes e bem formadas dela. Minha gêmea abraçou ela e se deram um puta beijo de língua.
— Vai entrar no mar comigo, love?
— Não coloquei meu biquíni ainda.
— Espero você. E vocês?
— A gente já volta.
A Lorena mergulhou na água primeiro.
Nós voltamos pra casa e nos apressamos pra dividir os quartos, já que íamos passar uns dias lá. Só tinha três cômodos. Minha mãe e meu pai escolheram um, o da cama maior, enquanto eu, a Estefy e a Lorena ficamos em outro. A Ângela, que era a lésbica da família, colocaram pra dormir com meu irmão. Essa era a estratégia da mamãe pra gente não fazer nada indevido, já que, como ela Gostavam mais de minas do que de caras, e praticamente era o anjo da família… bom. Já sabem qual foi a lógica materna ali.
—Vão entrar na água? — perguntou meu pai.
—Sim! — respondemos ao mesmo tempo.
Entramos pra trocar de roupa só as mulheres, incluindo a mamãe, que não tinha vergonha de se pelar na frente das filhas. Não tinha sacanagem, exceto pela Estefy, que olhava meio incomodada os peitos das outras. Mesmo sendo parecida com a gente, em algumas medidas não tinha se desenvolvido igual. Tinha uma bunda bonita, com as nádegas empinadinhas, mas os peitos dela não chegavam nem perto dos da mamãe, uma coroa no auge da beleza, nem dos da Ângela e dos meus, que éramos mais novas e um pouco mais bronzeadas que ela.
O que nos surpreendeu foi o biquíni dela, cuja parte de baixo era tão pequena e branca que quase dava pra ver tudo.
—Filha? Não tá meio pequenininho?
—Você acha? — disse ela, inocente, dando uma voltinha. O fio dental se enfiava entre as nádegas —. Eu gosto.
—Sim, mas se seu pai e seu irmão te virem, não vão te deixar em paz. Especialmente seu irmão.
—Mãe, o que aconteceu… — comecei a dizer, tentando me desculpar —, foi um erro. Não sei como rolou…
—Já, já. Sei que o Alec atrai vocês. Até eu, que sou mãe dele, posso dizer que ele é muito gostoso.
Isso surpreendeu todas nós.
—Mas entendam que vocês são irmãs dele e devem respeitar ele e não fazer esse tipo de coisa. Podem arrumar um namorado pra isso, ou façam como sua irmã Ângela — ela piscou pra ela e riu. Minha irmã ficou vermelha.
—O quê? — perguntou Estefy — Que a gente arrume uma namorada? Bah. Eu gosto é de pica bem grande.
Minha mãe riu, meio sem graça com a ousadia do docinho de açúcar que era a Estefy. Desde que a pestinha era pequena, sempre foi meio safadinha e falava cada coisa na hora mais errada, e agora que era mais velha, as coisas não melhoraram.
—Bom, bom. Vamos, nadar.
O sol bateu na pobre Estefy, que teve que passar protetor. com medo de perder a tonalidade clara da pele. Angela e eu nos demos as mãos e corremos para a água, onde Alec e Lorena estavam se banhando. Meu pai, que estava com a barriga torneada no sol, ficou na areia com minha mãe ao lado, abraçados e trocando alguns beijos. Como meu pai usava um sunga justa, eu não perdi detalhe de como o pau dele começava a tomar forma por causa da língua da nossa mãe, que dava beijos amorosos.
— Já viram isso? — disse minha gêmea —, parecem adolescentes.
— A gente também devia se divertir — disse Alec e puxou o sutiã da Estefy de uma vez, fazendo ela ficar paralisada por um segundo e depois cobrir os peitos.
— Alec! Não seja idiota! — ela gritou e deu uns tapinhas nele.
— Por que não? — Lorena disse pra gente e, na mesma hora, tirou o sutiã dela. Os peitos morenos dela ficaram de fora, molhados. Minha irmã gêmea também tirou o dela, e eu, sem poder ficar pra trás, e excitada por ver os peitos das minhas irmãs, fiz o mesmo. Estefy bufou.
— Tá bom, pelo menos me deem as coisas de vocês pra eu levar pra praia.
Ela voltou pouco depois.
— Mamãe falou alguma coisa quando te viu sem sutiã? — Alec perguntou.
— Ela riu e disse que tá tudo bem, que eu preciso de um pouco de cor nos meus mamilos.
— Mas se eles são lindos — Lorena não perdeu tempo e apertou eles.
— Ei! Não sou sapatão, não me toca!
— Mas bem que sua irmã te masturba, né?
— Isso é diferente. Ah! Alec, você também não!
Estefy estava meio diferente. Quando não estava excitada, podia ser a garota mais santa do mundo, mas bastava se molhar um pouco ou ouvir a palavra anal pra se transformar numa putinha que adorava ver os pais transando.
Resumindo, as quatro sem sutiã fomos nadar. Teve uns roçados, especialmente entre Alec e eu. Eu gostava porque estávamos jogando bola e ele ficava atrás de mim, esfregando o pau dele na minha bunda de propósito. Lorena, que tinha pegado a coitada da Estefy como brinquedo, ficava incomodá-la beliscando os peitos ou a bunda dela de vez em quando. Nossa irmã mais nova levava na brincadeira e ria. Naquela altura, todo mundo já tava se divertindo.
—Ei! Venham aqui! — papai nos chamou e a gente saiu.
A cara dele quando viu as quatro garotas sem sutiã foi épica. Principalmente os melões da Lorena balançando.
—Hmm… eu ia pescar. Vocês vêm?
—Eu vou — falei na hora.
—A gente passa — os outros disseram em uníssono. Lorena e Ângela queriam continuar brincando, e Estefy me lançou uns olhares safados e apontou pro Alec com o olhar. Entendi quais eram as intenções dela, mas já não dava pra deixar o papai sozinho.
Pegamos a vara de pescar e fomos pra uma área meio afastada dos outros, onde não tinha ninguém e tinha um cais velho que ninguém usava. Sentamos na margem e ele preparou as varas. Eu tava de camisola pra me resguardar dele por causa dessas coisas de decência e pra mamãe não encher o saco por andar semi nua na frente do marido dela.
—O que houve entre vocês? — ele me perguntou —. Tô sentindo um clima estranho. Falo de você e do Alec. Também a Estefy. Brigaram?
—Hmm… não exatamente — ri ao lembrar. Meu pai me olhou curioso.
—Não sou bobo. Dá pra ver que o Alec atrai vocês como homem, e não culpo ele. Vocês já tão bem desenvolvidas.
—Ai, papai. É que…
—O que foi? Pela sua risada, já tenho uma ideia.
—Bom… — eu confiava muito no meu pai, mas será que o suficiente pra confessar que quase tiramos a virgindade da minha irmã Estefy?
—Vocês fizeram?
—O quê? Bom…
—Não importa. Pode me contar. Mais que isso. Vou te confessar que na sua idade eu sentia uma atração forte pela minha irmã, sua tia Sofi.
—Tia Sofi? Você?
Agora meu pai ficou meio vermelho.
—Sim. Vou te contar, mas promete que não vai contar pra sua mãe. Em troca, você me diz o que aconteceu, tá?
—É… tá bom.
—Como você sabe, meu pai, seu avô, morreu de câncer, então ficamos só eu, mamãe e minha irmã. Por causa da depressão, sua avó ficou meio alcoólatra e deixou de cuidar da casa. Sofi e eu tivemos que ser os que cuidavam dela e, com o tempo, a atração que sentíamos um pelo outro era enorme. Desde crianças, tomávamos banho juntos e nossas primeiras apalpadelas foram entre nós.
— Igualzinho eu e minhas irmãs.
— Sim — ele riu ao lembrar —. O primeiro boquete que ganhei foi dela.
Dei um tapinha no ombro dele.
— Tia Sofi com certeza adorou.
— Hahaha! Adorou pra caralho — ele ficou em silêncio por um instante —. Quer ver minha rola?
— O quê?
— Posso te mostrar, mas não conta pra mãe. Você já viu sem querer, mas nunca de propósito.
— Ehm… — falei enquanto um sorriso safado se desenhava no meu rosto —. Tá bom. Mostra.
Ele olhou em volta pra ver se tinha alguém, e depois me passou a vara de pescar pra eu segurar. Num movimento só, puxou o short do maiô pra baixo e o pau dele ficou no ar. Senti meu rosto ficar vermelho ao ver aquela rola começando a endurecer. A glande estava exposta e umas veias cheias de sangue apareciam por baixo da pele.
— Papai… — ri que nem uma idiota, sem conseguir desviar o olhar.
— Toca.
— Eh… acho que não.
— Vai, ninguém vai saber. Sei que você tá morrendo de vontade.
— Não te incomoda que eu seja sua filha?
— Pelo contrário. Eu adoro o que você faz com sua irmã Estefy, e mais ainda o que vocês fizeram com o Alec.
Enquanto ele falava, o pau dele começou a subir ainda mais. As bolas dele pendiam como dois sacos pesados.
— Você gosta? Aprova que a gente se toque entre nós? — perguntei surpresa. Meu pai era meio que o inocente, e só minha mãe era mais pervertida em comparação.
— Sim. Olha como eu mexo.
O pau dele pulsou. Meu Deus! Eu… estava ficando excitada com o pinto do meu pai. Olhei pra ver se tinha alguém e, ainda meio sem jeito, envolvi o pau dele com minha mão pequena. Ele fervia e pulsava. Meu pai fechou os olhos.
— Mexe um pouco, Andrea.
— Assim?
Naquela altura, que diferença fazia se eu tava masturbando ele. Engoli seco. Meu coração dava pulos enquanto eu batia uma punheta pro meu próprio pai, que parecia estar adorando.
— Mais rápido, Andrea.
Eu tava me divertindo. Mais do que excitada, eu achava aquilo deliciosamente divertido e mórbido. É, eu já tinha sonhado com a arma dele, mas não com isso. Era algo bem diferente. Comecei a mover minha mão mais rápido, e de repente percebi os dedos dele deslizando pela minha perna e entrando pra acariciar minha bucetinha bem em cima do biquíni. Um choque elétrico me percorreu quando o dedo dele abriu caminho entre as dobras do tecido e começou a brincar com meu clitóris.
— Ah, filha.
Naquele momento, nada mais importava. Absolutamente nada. Afastei meu cabelo pra um lado. Baixei a cabeça e enfiei aquela deliciosa pica do meu pai na minha boca. Ele parou de brincar com minha buceta e ficou imóvel, curtindo minha boca. Passei minha língua pela glande, e soltei saliva pra tentar engolir todo aquele pedaço de carne. O pau dele pulsava dentro dos meus lábios. Ele acariciava minhas costas e meu cabelo, depois me segurou pelo rabo de cavalo e começou a marcar o ritmo que queria que eu chupasse. Tive que me afastar pra pegar um pouco de ar, e aí, sem mais, ele me empurrou de novo pra me penetrar pela boca.
Ficamos assim por um tempo. Meu pescoço e minha mandíbula já doíam por causa da posição em que eu tava chupando. Sentir a pica do meu pai coberta pela minha saliva me excitava, mas também me enchia de algo parecido com amor. Eu tava dando prazer pro homem que me trouxe à vida, e que jeito melhor do que na pica dele? Suavemente, eu percorria ela com a boca.
— Assim, pussy?
— Assim, coração. Continua, bebê.
— Quero gozo — provoquei feito uma menininha — cê me dá gozo, papai?
— Sim… o quanto você quiser. Vai, chupa.
Eu adorava brincar assim. Chupei e chupei até que, de repente, uma descarga inteira de gozo delicioso chegou até minha garganta. Me pegou de surpresa. Não tava preparada pra engolir o esperma do papai, e um pouco caiu na base do pau dele. Me afastei, e aí um segundo jato me banhou o rosto.
— hahaha caramba, cê tava cheio, hein. pussy, que gozo gostoso você tem.
— Ah, adoro quando você fala assim.
Eu limpei o esperma do rosto. O pau dele começou a murchar, mas ainda mantendo um bom tamanho.
—Isso, minha querida filha, é o incesto. Você gostou?
—Enquanto for porra —falei rindo. Ele passou o braço por mim e me deu um beijo no canto da boca.
—Vai ser umas férias boas, Andrea.
—Não duvido.
*****************
hahaha essa Andrea parece que ama muito o pai dela, e o que é melhor que o leite da buceta pra se alimentar bem,
Espero que tenham ficado de pau duro com a atualização e me digam o que acharam e o que estão sentindo :p, amo vocês, até a próxima e boas punhetas.
17 comentários - Irmãos sem tabu - capítulo 3
Espero ansioso el proximo