Claudia vengativa... Cap 13 a 16

Claudia é uma puta vingativa 13

Fui direto pro quarto, ela tava de barriga pra cima na cama, se masturbando na buceta que transbordava de porra daquele filho da puta.
—Viu como ele me encheu bem… como ele fica tesudo comigo… com certeza você queria me comer… quero que você me sinta assim… cheia de porra… com a pussy bem quente da trepada do Exequiel… e pela dureza que eu sinto na sua calça, parece que você tá afim… —eu fiquei calado.— a diferença é… que se você quiser me comer, vai ter que responder cada pergunta que eu fizer… —enquanto falava, ela se punhetava e tinha uma vibração na barriga, parecia estar num pós-orgasmo bem gostoso que a sacudia de vez em quando.— Cada pergunta que eu fizer… se você não responder… a gente para… —ela deu um tapinha na buceta indicando qual era meu lugar, eu me despi rápido, desesperado, e fui enfiando devagar. Que sensação estranha e ao mesmo tempo eu adorava, tava bem cremosa. E essa foi a primeira pergunta óbvia dela.
—Você gosta de me sentir assim… cheia da porra do Exequiel…
—Sim, adoro…
—Aaaaaaaaahhhhhhh como isso me excita… que marido tão prestativo… adoro… não serve pra nada… mas prestativo… aaaaaaaa…… —eu tentava meter o mais forte que podia e aguentar o máximo possível.
—O que você acha do que ele disse…?
—Do que…? Ela colocou a mão no meu peito e tirou meu pau da pussy dela.—
—Me deixa descansar um pouco que tô cansada, não se masturba. —fui pra cozinha, me servi um gancia e fui pro sofá da sala ver TV um pouco, tava louco de tesão. Ela queria respostas, eu tava um nó. Desliguei a TV e fui pro quarto.
—Quero te comer… —ela abriu as pernas e deu outro tapinha na buceta—
—Vem, cornínha, vem… mas última chance… se fizer de besta, fica com tesão, cornínha… —enfiei de novo e deixei bem no fundo enquanto beijava a boca dela como um desesperado, ela devolvia o beijo até que mordeu meu lábio, tirando sangue. Afastei minha boca.
—O que você acha do que ele disse…?
—É um jogo bonitinho de fantasias só…
– Te excita fantasiar que ele me enche…
– Me excita sim…
– Isso mesmo, corno manso, é assim que você tem que responder aaaaaaaaaaaaaa…. Como me excita… você ser tão inútil e infeliz… entregador talvez…?
– O que te der prazer…
– E se me der prazer que o Exe me encha…? – eu tentei acelerar minha metida pra gozar, mas ela me apertou a bunda contra ela sem me deixar mexer. Esperava minha resposta. Eu me sentia à beira de gozar, tinha uma angústia profunda mas meu tesão era maior, ao mesmo tempo sabia que me aproximava perigosamente de sentir prazer com o maltrato cada vez mais, me sentia flutuar de tesão e a pausa dela me segurando e esperando me excitava mais. Ela encostou a boca no meu ouvido:
– Fica quieto… não me fode mais… – soltou a mão da minha bunda, não me mexi, pareceu gostar e continuou falando no meu ouvido, com voz de puta num sussurro, mas exagerando a voz de puta. – da próxima vez que ele vier… você vai chupar minha pussy… bem devagar… e vai excitar nós dois pra caralho… lembra que no começo você não queria olhar… pois é… da próxima você vai chupar ela pra ele me foder… pra ele me encontrar bem molhadinha e quente com a chupada do corno do meu marido que me entrega… que me chupa bem… pra ele me foder e deixar o leite dele bem no fundo da minha pussy… enquanto meu marido olha que nem um otário…. – meu pau começou a jorrar porra e eu comecei a furar ela com violência, sabia que era um caminho sem volta, que cada vez eu buscaria mais humilhação e que ela iria aumentando a dose pra me fazer gozar no momento mais humilhante possível, sentia a marca no meu corpo. Senti que explodi como há muito tempo não explodia e que me sentia ao mesmo tempo humilhado e grato. Ela se levantou da cama, saiu do quarto e foi tomar banho, me pediu pra ir ensaboar ela, limpar o corpo dela, ensaboar bem. Me fazia parar em alguma marca que tivesse, mordida ou beliscão, que eu observasse com cuidado e limpasse. Ela se acariciava de vez em quando a pussy. Pepita, feliz como uma menina safada. Depois, enrolei ela na toalha, ela me deu um beijo bem profundo na boca e foi pra cama descansar um pouco. Eu me joguei no sofá pra ver TV e acabei dormindo. Acordei com meu pau na boca da Claudia, chupando ele de mansinho.
— Você foi muito bem… tô muito feliz… acho que vamos ser muito felizes agora… acho que você finalmente entendeu qual é o seu lugar… — eu só fiquei calado. Segunda-feira vou chamar o Exe no consultório… quero ver se a gente faz o que te falei… — meu pau ficou mais duro, ela tirou da boca e me olhou sorrindo. — Como você aprendeu rápido… e seu corpo já quer mais… tá ávido por mais… segunda-feira tá bom pra você… ou é muito cedo…?
— Quando você mandar…
— Segunda-feira então… quero que você escolha minha roupa íntima… escolhe pensando em qual vai deixar o cara mais excitado… — meu pau deu outro pulo, me senti indefeso, queria esconder os sinais do meu corpo, ela me olhou de novo sorrindo.
— Te amo, corno… vou dormir mais um pouco… não fica até tarde vendo TV. Amanhã a gente podia sair os três com a Lúcia, né? Feito uma família linda. — disse enquanto se afastava andando pelada e bem rebolando pro quarto.

Claudia é uma puta vingativa, 14

Escolhi uma calcinha vermelha rendada que fica linda nela, valoriza essa rabuda e realça toda a beleza. Ela tava encantada com a escolha.
— Muito bem, meu amorzinho… já tá excitado…? — falava enquanto andava pelo quarto com uns saltos brancos, a calcinha vermelha, o sutiã do conjunto e colocou os peitos por cima do sutiã, andava como se tivesse desfilando pra mim, cruzava uma perna na frente da outra igual modelo. — Olha quando o Exe me ver assim… e na sua frente… e você olhando pra gente feito um bobão… com o pau duro igual agora… te excita, hein, cachorro…?
— Sim… me excita muito…
— Já sei… olha só o corno manso que não queria olhar… — dizia enquanto colocava aqueles brincos redondos grandes que me deixam louco — lembra que eu usava eles? só pra você… porque te deixavam com tesão… agora também… eu coloco porque sei que te excita… - ela passou batom nos lábios e alisou o cabelo. Eu olhava besta pra transformação lenta dela, tava dando vontade de comer ela ali mesmo. Levei ela com o carro dela pro hospital e voltei pra casa pra cuidar da Lucía, não tava indo bem na escola, não queria estudar, não queria fazer nada, a gente ficou uns meia hora discutindo sem parar, me senti puto e frustrado. Ainda por cima ela falava que eu não tinha nada pra falar, que não era pai dela, me segurei pra não dar um tapa nela, nunca achei certo bater em criança e óbvio menos numa menina adolescente, mas a verdade é que ultimamente ela me tirava do sério mais do que nunca. Saí de casa e fui dar uma volta. Voltei um tempo depois de cabeça fria, fiz o almoço pra ela e fui pro consultório. Comecei a organizar o trabalho, os pacientes começaram a chegar, daí a pouco chegou a Dra., tava com um jaleco azul, tava uma delícia do meu jeito, com aqueles brincos e eu imaginava ela só de lingerie, me deu um beijo na bochecha porque não gostava de me beijar quando tinha paciente.
A tarde passou com muito trabalho, montes de pacientes, umas 20 horas tocou a campainha, já sabia quem era, entrou o Exequiel, com aquele sorriso debochado, apertou minha mão com superioridade, com ares de prazer e vitória.
- Avisa pra minha putinha que cheguei…
- Dra.… o Senhor Exequiel chegou… - Ela disse pra esperar sentado, que já sai pra atendê-lo. A Cláudia tinha me falado que não queria que eu tratasse o Exequiel por "você" mais, que eu tratasse ele de "senhor" e com um cuidado e respeito especial. Devíamos muito a ele. Saiu a última paciente do consultório e pediu um horário pro mês seguinte. Avisei a Cláudia que a última paciente tinha ido embora. O Exequiel continuava sentado e me olhava entre divertido e provocador.
- Quer um café…
- Tá, com pouco açúcar… - servi o café, nem olhava na cara dele, era assim que a Cláudia tinha mandado também, eu tinha que baixar o olhar pra falar com ele. Naquele instantaneamente apareceu a Claudia, igual que no quarto, peitos pra fora do sutiã, calcinha e salto alto, brincos redondos, desfilou um tempão sensual pra ele.
—Pedi pro meu marido escolher uma roupa que te excitasse… ele escolheu bem…?
—Você tá uma delícia… —ele se levantou e foi até ela, começaram a se pegar bem forte—
—Meu amorzinho… você gostaria de ver como meu marido chupa a minha… pussy… me deixaria muito excitada… ele fazer isso… te incomoda… —o cara me olhou divertido, eu baixei o olhar e a Claudia veio andando até mim. Ela puxou a parte da frente da calcinha pro lado e me deu a pussy dela pra chupar.— Ele chupa bem, infeliz… pra que meu amorzinho me coma… me encha bem por dentro… aaaaaaaaaaaaa……. como me excita…. Chupa, me aquece pro meu macho… —Exequiel se aproximou, não aguentava mais, apoiou ela no balcão da recepção, tirou o pau dele e enfiou de uma vez, a cara da Claudia era um poema, ela tava louca de tesão com toda a situação.
—Que pau lindo você tem, céu… que sorte a sua namorada…
—Você é minha putinha favorita… nunca canso de te foder… —ele mordia os bicos dos peitos dela como um desesperado, deixava tudo marcado, e bombava sem parar. Os dois completamente esquecidos da minha presença, continuaram na deles, até que ele gozou nela, bufando igual um animal de novo. Ficou um tempão dentro dela e depois saiu devagar enquanto se beijavam docemente.— Pensou no que eu te falei…
—Devagar, amorzinho… olha que prestativo meu maridinho tá ficando… com o tempo… —eles se beijaram de novo, o pau dele duro de novo, ele colocou ela de quatro contra o balcão, ela ainda tava de calcinha, e começou a dar tapas na bunda dela. Enquanto falava:
—Você é uma puta, puta…
—Sou sua puta, amorzinho… toda sua… —ele continuava dando tapas.
—Quando você vai me dar o cu…?
—Nããão… pelo cu eu não gosto… —ela falava com uma voz de puta relaxada que dava vontade de foder ela, mas o cara parecia não entender.— Coloca na pussy, vai, fala enquanto rebola a Booty pra esquentar ainda mais, e foi o que fez, meteu de novo usando a pussy e comeu gostoso de quatro puxando o cabelo dela e mordendo o pescoço até explodir de novo bufando. Saiu devagar e foi pro banheiro, Claudia se deixou cair como estava em cima da escrivaninha, toda ofegante.
— Me traz papel pra me limpar… senão vou sujar tudo… — exagerando sempre a voz de puta. Cheguei com o papel do lado dela e estendi.
— Me limpa, tá esperando o quê… junta toda a cum que conseguir… — limpei o melhor que pude, ela ficava mais excitada com a operação, eu me sentia estranho. Exequiel saiu do banheiro, beijou ela e disse que tinha que ir, que a namorada dele depois arrumava umas brigas daquelas. Se beijaram como namorados e ele foi embora. Claudia ficou se acariciando a pussy dela.
— Adoraria que você me chupasse um pouquinho… já que tirou a cum toda… os lábios pelo menos… sem abrir… vai, se anima… depois te deixo me comer gostoso… até quem sabe te deixo pela Booty… que meu amante não faz… — eu me sentia mais excitado a cada minuto, me ajoelhei na frente dela e só dei uns beijinhos nos lábios dela, tentando evitar qualquer resto da gozada do cara, o tesão da Claudia não tinha comparação com nada que eu lembrasse. Ela se virou de novo e falou:
— Arrebenta meu cu, tô muito excitada, não devia ser você… mas esse cara é um idiota… vai, é uma das últimas vezes que você vai usar isso, vai… — enfiei devagar e fui me divertindo, saboreando a entrada e saída do meu cock naquela gruta linda, ela sempre amou sexo anal. Mas queria que o cara recebesse aquilo como um prêmio exclusivo e não percebia.
— Você foi muito bem… cuckold… muito bem… aos poucos você vai me chupar mais… até perder toda a vergonha… — eu bombava cada vez mais forte — na próxima vamos fazer isso… sim… você vai me chupar bem na frente dele… depois que eu gozar primeiro… — me senti cheio de raiva e dor, e meu corpo respondeu com o novo aprendizado, eu também bufei como um animal, mas ferido.

Claudia é uma puta vingativa, 15.

E assim nossa vida começava a se organizar, eu aceitava minha condição, Claudia feliz, como uma puta de dois paus e tudo mais. Eu odiava profundamente o cara, e ele me odiava, eu sempre levava a pior. Um meio-dia, eu tinha que passar para buscar a Claudia pra levar ela pra fazer uns trâmites, ela me ligou no celular, eu tava com o carro dela, ela disse que tinha complicado tudo, que eu não esperasse mais, que fosse pra casa. Quando eu ia dar a partida, do lado da minha janela estava a Mary, terminando o turno dela. Ela cravou aqueles olhos claros em mim e eu pude ver os peitões dela numa espécie de regata semitransparente que tinha escrito "sexy" em letras prateadas. Ela me perguntou se eu não podia levar ela até a casa. Eu quis me desculpar, mas ela não me deu chance, cravou aqueles olhos e eu não resisti. Em dez segundos, ela tava sentada do meu lado, me disse pra onde ir e a gente arrancou.

— Você tem uma dívida comigo… — disse ela, e cravou aqueles olhos de novo — você não conseguiu me comer porque a ciumenta da sua mulher tava lá… em casa não tem ninguém… acho que você vai subir pra tomar um café…
— Olha, na real, eu amo a Claudia e se ela descobre, vai dar uma puta confusão. — Ela começou a acariciar os peitos dela devagar, tentando não chamar muita atenção.
— Por que ela ia descobrir… dizem que eu tenho uma buceta muito suculenta… e que é apertadinha igual um cu… pra mim, exageram… se eu sei o que sinto quando me enfiam e roçam todas as paredes da minha buceta… me desculpa, com essa conversa eu te complico mais… quer me deixar aqui e eu pego o busão? — Não consegui responder, queria sair correndo, mas tava morrendo de vontade de meter nela, ela tinha uns peitos enormes e transbordava sensualidade.
— Beleza, só um café… — falei e me senti o homem mais idiota e otário da terra.

Dez segundos depois de entrar no apartamento dela, os peitos dela já estavam pra fora do sutiã, a regata tinha voado e eu chupava igual um desesperado, aqueles peitos me esquentavam, me deixavam louco. Calor. Minha mão guiou até a buceta dela, que estava toda encharcada. Realmente, você lubrifica mesmo, sua puta, pensei, e achei que era bem apertadinha. O próximo passo foi meter de uma vez, e aquela era a sensação exata, tipo pegar um cu bem lubrificado. Não podia acreditar, mas ao mesmo tempo sabia que, se não fizesse algo, ia gozar em menos de quinze segundos.
— Que lindo como seu pau late… não aguenta mais… me dá que eu engulo tudo… adoro porra… me dá na boquinha… — ela espremeu meu pau, engoliu até a última gota e me olhava sorrindo e agradecida, eu não podia acreditar. Já mais calmo, falei que era melhor eu ir, que não estava certo. Nisso, meu celular tocou. Era a Cláudia.
— Oi, amor… como você está…
— Onde você está…? O Exe disse que viu a Mary subindo no carro… — e a puta que te pariu, seu filho da puta.
— Deixei ela em casa e só isso. Ela me convidou pra um café, e eu recusei.
— Sabe que não acredito em você… você está com ela, não está…? Você não tem direito de transar com ninguém… se eu te dei permissão, é uma coisa… se não, você está ferrado… vamos conversar em casa…
— Mas não estou com ninguém… você não entende…
— Vou ser clara… a Mary é apaixonada por mim… sou a pessoa que ela mais ama neste mundo… se amanhã eu der uma amassadinha nela e perguntar, ela vai contar tudo do começo ao fim. Se eu descobrir por ela amanhã, é a sua ruína… vamos de novo então… estou ouvindo… e não quero ouvir nenhuma das suas mentiras…
— Estou na casa da Mary…
— Você comeu ela…
— Um pouco, não aguentei muito… gozei rápido…
— Bom, pelo menos não está mentindo… passa ela pra mim…
— Oi, gostosa, como você está? — disse Mary. Pausa.
— Não aconteceu nada… o coitado não aguentou… espremi até a última gota, isso sim… não seja muito má, gostosa… te amo…
Saí da casa da Mary me sentindo o maior idiota do universo. Ficava pensando naquele filho da puta e odiando ele com toda a minha alma. A puta que te pariu, seu merda, e a buceta da sua mãe.
Quando cheguei em casa, cuidei da Lucia e fiquei a tarde toda lendo, não tínhamos consultório. Esperava. Ansioso pela chegada da Claudia, quando ela chegou, a Lúcia já estava lá. Eu tava com medo do que podia acontecer, me assustava o fantasma de ter que ir embora… a separação… A Claudia entrou… deu um beijo na Lúcia e depois me deu um beijo na boca, sorriu pra mim e passou a mão na minha cabeça. Eu não entendia nada do que tava rolando, no jantar conversamos animados sobre o dia dela.

Quando fomos pra cama, ela disse que já vinha e foi no banheiro trocar de roupa. Tinha comprado um conjunto de cinta-liga preto com uma tanguinha que sumia na bunda dela e um sutiã lindo todo rendado.

— Gostou, papai…? — meu pau reagiu na hora — Comprei pra Exe… quero ele cada dia mais tesudo… — Ela subiu em cima de mim e me montou, só afastando a tanguinha de lado, chegou perto do meu ouvido enquanto cavalgava. — O que você fez hoje me ajudou a decidir… — meu pau deu um pulo ansioso — Marquei consulta com um gineco… vou tirar o DIU… — Senti outro tranco nas bolas, mas tava longe de gozar. — Vamos ter que nos cuidar nos primeiros dois meses… — Ela começou a se mexer mais forte em cima de mim, tava tendo um orgasmo e sentiu que eu tava chegando no meu, aí se inclinou de novo no meu ouvido. — Com você vou continuar me cuidando… é, corno manso… meu amante vai me encher…

Meu pau explodiu, senti uma pontada no cu, uma angústia profunda, e soltei um gemido de bicho ferido de novo, mas mordendo o travesseiro porque a menina tava perto. Claudia me beijou na boca.

— Te amo, gostoso.

Claudia é uma puta vingativa, 16

Finalmente foi assim, fomos logo no ginecologista e ela tirou a porra do dispositivo. Eu não sabia muito bem até onde isso ia chegar, se era um jogo ou o quê. Mas tava alterado a maior parte do tempo. Claudia planejou umas férias com a Lúcia e o namorado incluso, íamos passar um mês na pausa de inverno dela. A menina tava mandando bem nos estudos, tinha feito 17 anos e a chance de ir de férias e levar o namoradinho parecia o máximo do mundo. Ficamos um mês no Brasil, com Claudia tudo em ordem, Nem falamos de nenhum assunto estranho, o nome do Exequiel não foi mencionado em toda a temporada entre a gente. Ela às vezes se afastava pra falar no celular, e acho que era lá que falava com ele. Mas entre nós, como se nada tivesse acontecido, férias, sexo bom, nos cuidando com camisinha e tudo mais. A verdade é que voltamos renovados. Começou a rotina normal, naquele fim de semana a menina ia ficar com o namorado. Íamos ficar sozinhos em casa, e fiquei feliz por isso. A Claudia me ligou no meu celular perto das quatro da tarde, falou bem melosa e pediu pra eu preparar um jantar especial. Mandou um beijo e desligou. Fui cozinhar e enquanto cozinhava, tomei um vinhozinho gostoso, daqueles que eu gosto. Preparei um filé mignon ao champignon. Perto da noite, a Claudia avisou que chegava em um pouco, pra eu colocar a mesa na sala de jantar. Lá pelas 21h, ouvi a porta, saí pra cumprimentá-la, ela me deu um beijo profundo.
— Vem me ajudar… vou me trocar rápido, que às 21h30 eu falei pro Exe vir… — senti como um choque, um arrepio. Ela me fez lavar ela com calma, colocar a cinta-liga, a roupa íntima, colocar os brincos. Vestiu um vestido que marcava aquele rabão delicioso. Quando terminamos de arrumar, a campainha tocou. Tinha alguém entrando, então não precisei descer pra abrir. A Claudia me olhou fixo e disse:
— Vai vestir o uniforme de garçom que eu comprei pra festa que íamos ter com o senhor do cartório, rápido. — Ela abriu a porta, se beijaram suavemente na entrada, eu ouvia enquanto me trocava, ele reclamava que ela tinha ido um mês comigo. Ela beijava ele docemente e colocava o dedo indicador na boca dele pra calar.
— Pronto, aí vem o garçom… — o cara me olhou com sarcasmo — Também é nosso cozinheiro… preparou um jantar especial… pra nós… e me banhou e vestiu pra você… pra você me comer… — o cara não disse nada, foram pra mesa e eu puxei as cadeiras pra eles sentarem, como se fosse um garçom de verdade.
— Traz aquele vinho pra gente. que me deram de presente outro dia... vai, mexe... bom... queria te dar uma surpresa... já sei que você ficou brava... mas fui descansar... sabe o que fiz antes de ir...?
-Não faço a menor ideia...
-Tirei o DIU... não tô me cuidando, se eu acabar transando com algum gatinho vou ter que me cuidar... -disse exagerando a voz de puta que ouvia da cozinha- senão vou ficar de barriguinha cheia... -o cara se levantou, contornou a mesa, beijou ela e começou a apalpar, Claudia o afastou- não seja apressado... temos a noite toda... a menina não vem... -eu chegava justo com o vinho.- sirva pro senhor provar-
-Senhor... -falei servindo um pouco de vinho e baixando o olhar
-É, serve, tá bom.
-Traz a janta agora, por favor... e depois dá um jeito... você tá de folga... se quiser ficar ou se mandar... desculpa... você o que prefere, amor...
-Quero que ela fique... que veja como encho você de porra...
-Bom, então não pode ir... traz a janta agora... mexe...

Durante a janta, conversaram animadamente, histórias do hospital, e tudo do mais chato possível. Quando terminaram de comer, decidiram ir direto pro quarto, se abraçaram e se pegaram um bom tempo, Claudia disse pra ele se despir e deitar, o pau dele tava bem duro e apontando pro teto.
-Vem... tira o vestido pra sua amante... devagar... aos poucos... esquenta bem... assim as bolas dele enchem de mais porra... devagarinho... -eu só desci um pouco os ombros do vestido, que ficaram expostos, ela ficou um tempo assim e depois mandou eu ir descendo aos poucos, me fez ajoelhar e só puxando a calcinha pro lado me fez chupar ela por um tempão. Depois montou nele, assim mesmo vestida- adoro seu pau... -ele virou ela na cama e começou a bombar- isso, mete forte... mas quando for gozar, tira... olha que não tô me cuidando... pode me encher... vai tirar, amorzinho, antes de explodir...? –e enquanto falava isso, cruzava as pernas atrás das coxas dele, puxando ele mais pra dentro e se oferecendo bem aberta- não vai me encher, hein... olha que é muito perigoso... me avisa se tiver perto...
- Tô segurando... sinto que vou explodir a qualquer momento...
- Mas é muito arriscado, pai... pode me encher... tira de mim, por favor... - ela dizia com cada vez mais voz de puta -
- E qual o problema se eu te encher...
- Tenho medo... além disso, meu marido tá aqui do lado... vai pensar que sou uma puta fácil... - ele ficou louco e explodiu, os dois se uniram num orgasmo como poucas vezes vi. Ficaram entrelaçados, a piroca do cara enterrada na Claudia, o celular que tava em cima do criado-mudo tocou, ele pegou e desligou. Saí do quarto e me joguei um tempo no sofá, tinha gozado sem nem me tocar, me senti um velho idiota. Me servi um uísque e tentei esvaziar a cabeça, mas não consegui. O cara saiu depois de um tempo, acompanhei ele até a porta da rua, e a Claudia me chamou do quarto.
- Como cê tá...
- Gozei sem me tocar...
- Vem me chupar... - me joguei nela, chupei como se quisesse tirar qualquer resto de sêmen de dentro dela, ela engatava uma espécie de orgasmo muito profundo, minha piroca tava dura de novo, coisa rara pra mim, enfiei nela, ela me fez sair e ajoelhar na cama. Pegou uma camisinha e ela mesma colocou em mim. - Tô sem proteção... é muito perigoso transar sem camisinha... pode me encher... - minha piroca deu um pulo, diante do sorriso safado da Claudia. Montei nela de uma vez e comecei a comê-la sabendo que ia durar um tempão.
Ela chegou perto do meu ouvido - isso, enfia a porra... sinto creme... como me encho... cê gosta de comer as sobras... - minha piroca dura igual um cacete - cê gosta, hein... cachorro...?? Comecei a comê-la violentamente, quase sem falar, me sentia cada vez mais violento e enfurecido, me joguei nela e mordi o pescoço dela, ela respirava cada vez mais ofegante -
- E você, puta..., o que sentia?
- Aaaaaaaa... uma mistura... pensava que não tava certo o que tava fazendo... mas meu corpo se entregava cada vez mais... me abria mais pra ele... pra que ele me enchesse como um verdadeiro macho... enquanto eu o provocava pra esquentar mais ele... e funcionou… aaaaaa… sim, me fode, puto, me fode… —peguei ela pelo cabelo e virei, deixei ela de bunda pra cima, tirei a camisinha e enfiei no cu dela.
—Toma, puta, cu arrombado… —falava enquanto metia na bucetinha dela com o cabelo dela na mão e mordia a nuca dela de vez em quando…
—Você parece um homem agora… mas ainda não aguenta competir… —meti umas bem fortes, os olhos dela se fecharam, a boca semiaberta que eu esmagava contra o travesseiro. Assim, de lado, cuspi na boca dela. Com a língua, ela tentava juntar meu cuspe—
Puta, cu arrombado… vou te matar na pica… filha da puta, você e aquele cara da bunda… —ela só gemia e não dizia nada, quando enchi o cu dela de porra, um orgasmo ainda mais profundo dela se juntou ao meu. Levantei e fui pro banheiro. Quando voltei e deitei na cama, ela colocou a mão direita no meu ombro e a cabeça no meu peito. Dormimos em silêncio.

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