Voltava de umas férias em Córdoba pra Mendoza
No carro, minha família toda dormindo, já que o último dia tinha sido bem puxado, passando o dia todo se divertindo no rio
Quando cheguei em San Luis, já eram quase 3 da manhã, e resolvi parar pra ir ao banheiro e tomar um café
Antes de parar, perguntei pra minha esposa se ela queria um café, e ela respondeu que preferia continuar dormindo
Parei num posto YPF gigante que tem na velha ruta 7, na entrada da cidade, do lado da nova rodoviária
Estacionei o carro num dos estacionamentos que tem lá pra minha família continuar descansando confortável enquanto eu tomava um café pra seguir viagem
Os banheiros ficam no fundo, entrando por um corredor comprido que também dá pra oficina
Primeiro vem o banheiro feminino e no fundo o masculino
Quando passei pelo feminino, encostada na pia, tinha uma travesti meio baixinha, com umas leggings pretas bem apertadas e uma regatinha minúscula que deixava os peitões dela meio de fora
ela era mais ou menos parecida com essa, mas com uma pica enorme
Olho pra ela e ela me dá um sorrisinho, que eu respondo com um "oi".
Tudo isso nos segundos que dá pra passar na frente da porta do banheiro.
Segui meu caminho até o banheiro e fui mijar no mictório, imaginando como um boquete da travesti cairia bem, já que nas férias não tinha conseguido comer ninguém porque aluguei uma casa com um quarto só e minhas filhas dormiam no mesmo quarto que eu e minha esposa, então voltei cheio de porra.
Segundos depois, enquanto mijava, o que imaginei virou realidade: tinha essa travesti parada do meu lado, esticando a mão e pegando na minha pica enquanto eu urinava.
Ela me diz que se chama Sheila e pergunta de onde eu venho e pra onde vou.
Enquanto respondo, termino de mijar, sempre com minha pica na mão dela.
Ela começa a sacudir bem pra não ficar nenhuma gota de mijo, porque depois fica com gosto ruim, ela dizia enquanto me oferecia um boquete que, segundo ela, eu nunca ia esquecer.
Puxando minha pica, que já tava ficando dura, e eu com as calças semi-baixadas, ela me leva pra um banheiro privativo pra deficientes.
Tranca a porta e a gente começa a se beijar apaixonadamente.
Enquanto nos beijávamos, eu dizia que não tinha muito tempo, e ela continuava esfregando o corpo no meu pra eu sentir os peitos dela, e virava de costas, esfregando a raba perfeita na minha pica, que já tava explodindo.
Quando ela virou de frente pra mim de novo, o feminino da legging tinha ido pro caralho, porque já tava marcando um belo volume.
Ela se ajoelha e, segurando minhas nádegas com as mãos, enfia toda minha pica na boca até o fundo, e com a língua lambia minhas bolas.
Era uma verdadeira garganta profunda, do jeito que chupava.
De vez em quando, massageava minhas bolas com a saliva que escorria da boca dela.
O barulho que a boca dela fazia chupando minha pica me excitava ainda mais.
E ela começou a molhar com saliva também meu cu e depois enfiar um dedo lá dentro.
Até que não aguentei mais e gozei uma quantidade enorme de porra dentro da boca dela.
Que ela saboreou até o fim. Última gota sem tirar o dedo de dentro do meu cu.
Quando termina de limpar bem meu pau, ela diz que pena que eu não aguentei mais e me recrimina por não avisar que ia gozar na boca dela.
Quando ela se levanta, não consigo resistir à tentação de beijá-la enquanto minha mão toca o pau duro dela por cima da legging.
Enquanto me beijava, ela pergunta: — Quer que eu tire?
Eu sento no vaso, abaixo a legging dela, e aparece um pau grosso e enorme que, sinceramente, não sei como ela escondia na calça sem dar pra notar o tamanho.
Bato uma pra ela um pouco e, quando puxo pra trás, escorre um pouco de líquido pré-seminal da cabeça.
Ela estava muito bem depilada e tinha um cheiro muito feminino — aquele pau enorme tinha um cheiro gostoso de perfume de mulher.
Pego um pouco de papel higiênico, limpo o líquido que saía e começo a chupar devagar com a língua até que, com esforço, enfio tudo na boca.
Ela começa a foder minha boca e aperta minha cabeça até o pau dela estar no fundo da minha garganta.
Peço pra ela ir mais devagar porque o pau venoso dela machucava minha garganta.
De repente, ela me ajuda a levantar e, enquanto nossos paus se tocavam, a gente se beijava e eu apertava os peitos dela.
Não sei em que momento ela colocou uma camisinha, me virou, me inclinou pra frente e começou a chupar meu cu por só alguns segundos.
Ela ficou atrás de mim e tentava me penetrar bem devagar, mas sem sucesso, porque a cabeça grande dela tinha dificuldade pra abrir meu cu.
Depois de várias tentativas, ela conseguiu enfiar o pau no meu cu, mas quando tentava começar a meter, pela dor, ele saía.
Então ela sentou no vaso e pediu pra eu sentar em cima do pau dela.
Eu, de costas pra ela, sentei em cima do pau dela e, com muito esforço, fui enfiando aos poucos até o fundo do meu cu, enquanto ela batia uma pra mim e falava no meu ouvido coisas como: "Promíscua, como você engole tudo enquanto sua esposa te espera".
Quando entrou tudo, ela me fazia cavalgar pra entrar e sair do meu cu.
Não aguentei. Não aguentei mais de 2 ou 3 investidas e tive que tirar por causa da dor.
Coloquei ela de pé, sentei no vaso, tirei a camisinha e chupei ela até gozar na minha boca, enquanto com as mãos esticadas apertava os peitos dela.
Juntei todo o leite dela na minha boca, levantei e beijei ela, passando o gozo dela pra boca dela, escorrendo pelos lábios e caindo nos peitos.
Ela não parava de falar que momento bom a gente tinha passado, enquanto eu me higienizava e me vestia.
Me despedi com um selinho e fui tomar o café com um pouco de dor no cu e a pica meio dura de tesão.
Uns minutos depois, minha esposa entra no banheiro e pede um café.
Ao sentar, ela comenta que no banheiro tem uma travesti muito gostosa, com uns peitões enormes e uma bunda incrível, e se perguntava como ela conseguia esconder o pau numa legging tão apertada.
Tomei meu café sem comentar nada.
Sendo que minutos antes eu tinha aquela bunda e aqueles peitos nas minhas mãos, e também aquele pau que disfarçava no meu cu e na minha boca.
Segui a viagem bem aliviado e com um pouco de dor no cu.
No carro, minha família toda dormindo, já que o último dia tinha sido bem puxado, passando o dia todo se divertindo no rio
Quando cheguei em San Luis, já eram quase 3 da manhã, e resolvi parar pra ir ao banheiro e tomar um café
Antes de parar, perguntei pra minha esposa se ela queria um café, e ela respondeu que preferia continuar dormindo
Parei num posto YPF gigante que tem na velha ruta 7, na entrada da cidade, do lado da nova rodoviária
Estacionei o carro num dos estacionamentos que tem lá pra minha família continuar descansando confortável enquanto eu tomava um café pra seguir viagem
Os banheiros ficam no fundo, entrando por um corredor comprido que também dá pra oficina
Primeiro vem o banheiro feminino e no fundo o masculino
Quando passei pelo feminino, encostada na pia, tinha uma travesti meio baixinha, com umas leggings pretas bem apertadas e uma regatinha minúscula que deixava os peitões dela meio de fora
ela era mais ou menos parecida com essa, mas com uma pica enorme
Olho pra ela e ela me dá um sorrisinho, que eu respondo com um "oi". Tudo isso nos segundos que dá pra passar na frente da porta do banheiro.
Segui meu caminho até o banheiro e fui mijar no mictório, imaginando como um boquete da travesti cairia bem, já que nas férias não tinha conseguido comer ninguém porque aluguei uma casa com um quarto só e minhas filhas dormiam no mesmo quarto que eu e minha esposa, então voltei cheio de porra.
Segundos depois, enquanto mijava, o que imaginei virou realidade: tinha essa travesti parada do meu lado, esticando a mão e pegando na minha pica enquanto eu urinava.
Ela me diz que se chama Sheila e pergunta de onde eu venho e pra onde vou.
Enquanto respondo, termino de mijar, sempre com minha pica na mão dela.
Ela começa a sacudir bem pra não ficar nenhuma gota de mijo, porque depois fica com gosto ruim, ela dizia enquanto me oferecia um boquete que, segundo ela, eu nunca ia esquecer.
Puxando minha pica, que já tava ficando dura, e eu com as calças semi-baixadas, ela me leva pra um banheiro privativo pra deficientes.
Tranca a porta e a gente começa a se beijar apaixonadamente.
Enquanto nos beijávamos, eu dizia que não tinha muito tempo, e ela continuava esfregando o corpo no meu pra eu sentir os peitos dela, e virava de costas, esfregando a raba perfeita na minha pica, que já tava explodindo.
Quando ela virou de frente pra mim de novo, o feminino da legging tinha ido pro caralho, porque já tava marcando um belo volume.
Ela se ajoelha e, segurando minhas nádegas com as mãos, enfia toda minha pica na boca até o fundo, e com a língua lambia minhas bolas.
Era uma verdadeira garganta profunda, do jeito que chupava.
De vez em quando, massageava minhas bolas com a saliva que escorria da boca dela.
O barulho que a boca dela fazia chupando minha pica me excitava ainda mais.
E ela começou a molhar com saliva também meu cu e depois enfiar um dedo lá dentro.
Até que não aguentei mais e gozei uma quantidade enorme de porra dentro da boca dela.
Que ela saboreou até o fim. Última gota sem tirar o dedo de dentro do meu cu.
Quando termina de limpar bem meu pau, ela diz que pena que eu não aguentei mais e me recrimina por não avisar que ia gozar na boca dela.
Quando ela se levanta, não consigo resistir à tentação de beijá-la enquanto minha mão toca o pau duro dela por cima da legging.
Enquanto me beijava, ela pergunta: — Quer que eu tire?
Eu sento no vaso, abaixo a legging dela, e aparece um pau grosso e enorme que, sinceramente, não sei como ela escondia na calça sem dar pra notar o tamanho.
Bato uma pra ela um pouco e, quando puxo pra trás, escorre um pouco de líquido pré-seminal da cabeça.
Ela estava muito bem depilada e tinha um cheiro muito feminino — aquele pau enorme tinha um cheiro gostoso de perfume de mulher.
Pego um pouco de papel higiênico, limpo o líquido que saía e começo a chupar devagar com a língua até que, com esforço, enfio tudo na boca.
Ela começa a foder minha boca e aperta minha cabeça até o pau dela estar no fundo da minha garganta.
Peço pra ela ir mais devagar porque o pau venoso dela machucava minha garganta.
De repente, ela me ajuda a levantar e, enquanto nossos paus se tocavam, a gente se beijava e eu apertava os peitos dela.
Não sei em que momento ela colocou uma camisinha, me virou, me inclinou pra frente e começou a chupar meu cu por só alguns segundos.
Ela ficou atrás de mim e tentava me penetrar bem devagar, mas sem sucesso, porque a cabeça grande dela tinha dificuldade pra abrir meu cu.
Depois de várias tentativas, ela conseguiu enfiar o pau no meu cu, mas quando tentava começar a meter, pela dor, ele saía.
Então ela sentou no vaso e pediu pra eu sentar em cima do pau dela.
Eu, de costas pra ela, sentei em cima do pau dela e, com muito esforço, fui enfiando aos poucos até o fundo do meu cu, enquanto ela batia uma pra mim e falava no meu ouvido coisas como: "Promíscua, como você engole tudo enquanto sua esposa te espera".
Quando entrou tudo, ela me fazia cavalgar pra entrar e sair do meu cu.
Não aguentei. Não aguentei mais de 2 ou 3 investidas e tive que tirar por causa da dor.
Coloquei ela de pé, sentei no vaso, tirei a camisinha e chupei ela até gozar na minha boca, enquanto com as mãos esticadas apertava os peitos dela.
Juntei todo o leite dela na minha boca, levantei e beijei ela, passando o gozo dela pra boca dela, escorrendo pelos lábios e caindo nos peitos.
Ela não parava de falar que momento bom a gente tinha passado, enquanto eu me higienizava e me vestia.
Me despedi com um selinho e fui tomar o café com um pouco de dor no cu e a pica meio dura de tesão.
Uns minutos depois, minha esposa entra no banheiro e pede um café.
Ao sentar, ela comenta que no banheiro tem uma travesti muito gostosa, com uns peitões enormes e uma bunda incrível, e se perguntava como ela conseguia esconder o pau numa legging tão apertada.
Tomei meu café sem comentar nada.
Sendo que minutos antes eu tinha aquela bunda e aqueles peitos nas minhas mãos, e também aquele pau que disfarçava no meu cu e na minha boca.
Segui a viagem bem aliviado e com um pouco de dor no cu.
7 comentários - Travesti de férias 2016
Ese dolor de culo que te queda despues de coger, pero a la ves te quedas satisfecha, no tiene precio jaja