Férias em Jeri (II)

Depois de cinco dias no Rio, um pouco mais relaxado e o sexo indo de mais a menos, arrancamos o caminho pra Jericoacoara. Sabia que, além do que tinha rolado na quinta, nessa viagem eu perdia o viço de vez.

Chegamos, o lugar era dos sonhos, praias larguíssimas e compridíssimas, tô falando de praias hein, olha. Nos instalamos numa pousada, num quarto com um terraço e uma janelona com vista pro mar e na frente da janela uma cama de casal enorme, alta, divina. O povoado é pequenininho cheio de barraquinhas, restaurantes pequenos, lojinhas e pousadas, tudo de europeus que investiam no lugar. Largamos as mochilas e fomos pra praia rapidinho. Rafa na hora começou a falar com um homem mais velho que tava na recepção — vai que já te alcanço — ele me disse, imaginei que tava perguntando sobre alguma praia de nudismo perto.

Me joguei no sol pra esperar ele, não sei quanto tempo passou, mas passou um tempão até ele chegar pra irmos pro mar. A água é incrivelmente transparente, me aproximo dele e, se colocando entre minhas pernas, me comeu a boca de chupão enquanto procurava o buraquinho puxando a sunga. Tirei a pica da sunga, encostei na barriga dele, abriu os lábios da minha buceta e começamos a nos punhetar ali, a praia não era a Bristol mas tinha um pouco de gente e a água tão cristalina dava pra ver tudo. — Ai viado! vão nos ver — falei como pude entre o tesão e as ondas atrapalhavam — você adora shhhh — e completou — amanhã veste uma das fio-dental que te comprei, tá? — nem fodendo... mmahhhh — respondi — é tipo ficar pelada ahhhh, fala que já vou gozar — era verdade, tava prestes a gozar e também a parada de ficar pelada — mmm fala não, não seja mal ahhhh — apressou a punheta — sabe que adoro te ver pelada ahh — tô pelada no quarto! — falei depois de cravar as unhas nos ombros dele e gozar, ele se sacudiu e também gozou; — que carinha de putinha que você faz quando goza!!! me deixa louco! — tudo isso enquanto enfiava um dedo no meu cuzinho. — Sabe do que eu tô falando, quero te ver pelada na praia e aqui não tem praia de nudismo — eu ri — isso você perguntou pro cara da recepção, otário! Já sabia — ele também riu — sim, mas eu descobri outras coisas — insistiu com aquelas microtangas e eu falei que não, encerrando o assunto.

Passaram-se dois ou três dias de uma vida mais que relaxada, o clima bom ajudava e o sexo voltava a ser como no começo. Rafa acabou ficando amigo do dono do hotel e o cara emprestou uma caminhonete pra ele, com a instrução de que se quisesse privacidade, se afastasse pelo menos meia hora do lugar e voltássemos tipo cinco da tarde. Dito e feito, andamos 45 minutos pela beira sem cruzar com ninguém. Quanto mais nos afastávamos, mais minha bunda se apertava, sabia que a distância tinha a ver com isso.

Paramos perto de umas palmeirinhas, a praia tava deserta, com vento e um mar lindo. Rafa desceu pelado — vamos pro mar, vai, tira tudo — aqui não tem ninguém — ele falou e correu pro mar. Dois minutos depois eu tava com ele. Nadamos um pouco, nos amassamos mais um tanto, saímos, nos besuntamos de bronzeador, deitamos no sol, uma trepadinha inocente com dedada no cu incluída, de novo no mar e assim a manhã toda. A sensação de ficar pelada na praia é maravilhosa e muito excitante.

Lá pro meio-dia bateu fome, abrimos a caixa térmica que Olivier, o dono da pousada, emprestou, com bebidas e uns petiscos de camarão, e arroz, tudo uma delícia. Terminamos de comer e deitamos no canga um pouco na sombra. Rafa começou com uma amassada quente e intensa, primeiro chupões amassando os peitos, depois desceu mordiscando meus bicos, enfiava o peito inteiro na boca e tirava devagar, como sugando. Eu, óbvio, já tava molhada e quente, peguei a cabeça dele, beijei e empurrei pra baixo até a buceta pra ele começar um daqueles boquetes lindos que ele faz em mim. Viramos pra um 69, tava morrendo de vontade de chupar aquela piroca dura e venosa do jeito que ela tava. Enquanto eu lambia a buceta, enfiei dois dedos no cu, puxando um serrote suave, pra esticar, óbvio. Eu percorria aquela pica enorme, tentando engolir ela toda, mesmo que não coubesse, chupei as bolas dele enquanto com uma mão puxava a barriga e com a outra tentava dedar o cu dele, devagar, relaxei as nádegas e consegui passar a ponta da língua pelo cu que tava mais fechado que o de uma boneca, não liguei, aquele rabo um dia ia ser meu. Depois de um tempo, eu tava pronta pro primeiro orgasmo, do jeito que tava, montei nele de costas, num ritmo frenético, descendo e subindo enquanto ele continuava serrando com os dedos o cu. Já gozando e com as costas arqueadas pra trás e pra frente, AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH, com toda liberdade, não tinha ninguém no lugar. Rafa tirou os dedos e, pelas minhas costas, me indicou pra me ajeitar de quatro, olhei pra ele – relaxa – não precisei de mais nada.

Ele se colocou atrás de mim e, com as duas mãos, separou bem as nádegas, deixando todos os buracos à vista, e começou uma lambida do clitóris até o cu, suave primeiro. Com uma mão, ele me punhetava a buceta, virada num vulcão, e com a outra começou a serrar de novo, com um dedo primeiro. Eu me mexia pouco, mas a situação me incendiava e a masturbação não me deixava pensar muito no que vinha.

Um tempo depois, ele tirou os dois dedos do cu e apoiou a cabeça, ajudado pelos polegares que abriam a área – bem pertinho do ouvido, ele disse – relaxa – e empurrou até enfiar a cabeça, meu corpo se tensionou, doeu um pouco, mas não tanto “o corpo tem memória”, pensei, logo ele se deitou em cima de mim e continuou com a masturbação, enquanto empurrava sem pressa a pica pra dentro. Continuou empurrando, bombeando devagar, meu corpo se rasgava no meio – você tá me matando – falei entre gemidos de tesão e dor, porque com um pouco de dor ainda tava quente igual uma pica – relaxa, falta pouco – ele disse enquanto apressava a Masturbação e eu enfiava a língua até a garganta. Tiro um pouquinho, passo um pouco de bronzeador no tronco e empurro de novo, devagar, bombeava devagar, cada bombeada enfiava um pouco mais. Eu sentia um ferro abrindo meu corpo no meio, mas a masturbação era tão incrível que eu mal conseguia me concentrar nisso, já tinha gozado várias vezes e podia continuar. Na última bombeada, senti as bolas batendo na minha bunda, mais uma vez ele empurrou e senti elas se esmagando contra mim, ficou parado, se ajeitou um pouco, não disse nada, mas sentia o corpo dele começando a ficar tenso, com a pica toda dentro de mim começou a bombear bem devagar, tirava até a metade pra enfiar de novo até o fundo, um serrote sem dentes. Sem parar de me masturbar, ele aumentou um pouco o ritmo, mas ainda era suave, meus gemidos e os dele se perdiam com o mar e o vento, ninguém podia nos ouvir – tira por favor!, tô me mijando!!! – falei, era verdade, aquela tripa tão apertada me dava vontade de fazer xixi – nem fodendo!!!!, mija aqui não tô nem aí ou aguenta até eu gozar!!! – não aguentei – mesmo assim tira, tá me machucando!!! – não doía mortalmente, mas sentia uma queimação forte, imaginava as bordas do cu como um pano rasgado..

Ele não deu bola, continuou bombeando, aumentou um pouco a intensidade, tava prestes a gozar, dava pra sentir o corpo e a pica dele se preparando, uns minutos depois senti ele começar a se descarregar em cada bombeada, me excitavam os gemidos dele e a masturbação, que continuava, tinha perdido a conta de quantos orgasmos tive. Nossos ofegos se misturavam, não dava pra estar mais tesuda, sentia o corpo dele se preparando pra cavar, a dor não importava, queria que ele gozasse; ele parou de bombear, me segurou pela cintura e empurrou mais uma vez, suave mas fundo, e senti ele se descarregar, o gemido virou um ofego, não sei quantas vezes ele fez isso, mas na última ele tava quase deitado nas minhas costas, não Descarrego mais, mas também não tiro ela, deixo sair sozinha. Eu sentia que a bunda tinha ficado igual uma verdadeira bunda de golfe, tipo uma flor. Ficamos deitados na canga por um tempo, meio ofegantes.

Um tempo depois, senti um incômodo na bunda e no corpo todo – "você me machucou, seu sem-vergonha, tá ardendo!" – ela sentou e virou de bruços, olhou de perto a bunda, passou um dedo na borda – "tá doendo aí?" – perguntou – "sim, um pouco, mas tá ardendo! Nem pense em fazer de novo amanhã ou depois, esquece por um tempo" – falei e completei – "não quero que fique igual uma bunda de golfe" – ela beijou minha bunda, levantou e me puxou de uma vez – "idiota, nunca vai ficar assim, você teria que transar todo dia, o dia inteiro, pelos próximos 20 anos pra isso" – ela ria – "além disso, o que você vê nas fotos é porque esticam pra ficar assim, senão teriam que usar fralda, e eu gosto muito dela assim, pequenininha e apertada. Agora vamos pro mar, lá passa tudo." No mar, senti uma ardência, tipo quando você machuca um dedo e a água salgada cura, pensei.

Voltamos pro hotel, devolvemos a caminhonete. Claro, voltamos praquela praia deserta várias vezes, mas nada de foda daquelas. Como Olivier se deu super bem com a gente, perguntou se queríamos ajudá-lo com um novo hotel que ele tava abrindo em Bocas del Toro, Panamá. Era uma ilhota, ainda sem funcionar, a gente ia ficar sozinho fazendo uns reparos, acabamentos e esperando fornecedores até ele chegar. Adoramos a ideia e topamos; o Rafa ficou com os olhos brilhando – "ilha, sozinhos, vai ter muito nu, muito sexo e vou comer esse buraquinho mais vezes, pode crer" – ele falou, piscou um olho, me deu um tapão na bunda e foi tomar banho. Eu fiquei sentada pensando que tava gostando de tudo.

15 comentários - Férias em Jeri (II)

corpi
Buen relato, hasta el próximo +10
Gracias por los puntis 😉
Buenísimo amiguita!!! me encantó y espero ansioso la próxima aventura...
Mañana los puntos...
Gracias!!!!!
@JulianaLynch 🌹 🌹 🌹
Bien esa rotura de culo!!!! Queremos más!!!! Te dejo diez puntos.
No puedo decirte otra cosa que +10!!!!!!!!! gracias por la dedicatoria preciosa!!!! la verdad? impresionante!!! (si queres detalles por MP) besotes enormes diosa! espero el proximo capitulo en la islita eh!
@DJSexxx jajajaja, me haces reir!!!

Gracias por los puntos
@JulianaLynch No hay nada que agradecer realmente el post los vale! impresionante!!!
que barbaro ¡¡¡¡tremendo¡¡caliente¡explosivo¡¡¡¡
casi m corro......¡¡¡
muy buen relato , para hacerlo en las playas del sur en mardel , ahi se permite de todo
totalmente.-
muy buen relato!!
y ese culito da para rato!!!
muy bueno el sexo en la playa y solos...
excelente!!!!
Gracias!!!
Deja puntitos!!!
@JulianaLynch ahora siii, ayer no me quedaban mas!
besosss
@nanoknight GROSO!!
@JulianaLynch la verdad que sos una genia,una mujer con muchas ganas de disfrutar de todo. Que hombre no querria vivir una experiencia asi a tu lado con esas ganas de disfrutar asi del buen sexo y de la vida!!! +10
Gracias por los puntos y el comentario.
La vida es una sola 😉
@JulianaLynch Gracias a vos por compartir la experiencia, muy buena!
Hermoso relato Juliana! Te mando besitos en el clitoris!!!!
que lindas vacaciones !!! espero la proxima. unas fotitos vendrian bien para complementar la historia!!!
Y otro relato sin faltas de ortografía jajajaja
El sexo anal se puede hacer siempre, no hace falta reservalor. Yo a mi ex se lo hacía casi siempre que teníamos sexo. Obviamente ya no apretaba tanto como al principio pero no se quejó de ningún problema jajajaja
Van diez puntos