Adoro ver minha mina gozar e fazer gozar

Esperávamos há muito tempo para fazer essa viagem. Finalmente consegui que meu dia de folga coincidisse com o da minha namorada.

Mas antes de tudo, acho que devo me apresentar. Eu sou Carlos, 45 anos, moreno, em boa forma física, mas acho que quem interessa é ela: Laura, 25 anos, loira com cabelo na altura das costas e um corpo que faz todo mundo, garotos e garotas, virarem o pescoço para olhar, porque ela tem peitos generosos, cintura fina e um quadril marcado por uma bunda pequena e durinha que eu adoro apertar e sentir como ela é sempre fria.

Eu sou casado, bom, na verdade continuo solteiro, quem é casada é minha mulher, mas Laura e eu somos um casal há 4 anos, e tenho que admitir que sempre gostei de ver minha garota se divertir com outras pessoas, sejam homens ou mulheres, embora eu prefira sempre que sejam homens a aproveitar esse corpo, estando eu presente ou não. Já fizemos ménage, troca de casais, e até às vezes pedi para ela sair sozinha para pegar um cara pra transar com ela, e depois, ao chegar em casa, sou eu quem faz o amor com ela e a faz gozar enquanto ela me conta tudo o que fez ou o que fizeram com ela. Considero que não sou um cuck, porque estou sempre por dentro das aventuras dela e até as incentivo, então não considero isso traição.

Busquei ela naquela tarde e ela veio exatamente como eu pedi: maquiada perfeitamente, blusa com um bom decote sem sutiã e uma minissaia rodada. Os saltos faziam a saia balançar de um lado para o outro a cada passo que ela dava. Ela estava linda, e essa mulher me enlouquece.

- Oi, gostosa, você está muito linda hoje, bom, como sempre.
- Obrigada, amor, foi assim que você me pediu, né?

Na tarde anterior, eu tinha ligado para ela para dizer o que esperava que ela vestisse, porque gosto que ela chame atenção, sem parecer uma puta, mas sim mostrando só quando a gente quiser.

Pegamos o carro e fomos para Madri, umas 2 horas de estrada, onde ninguém nos conhece. Eu estava com a intenção de ir num clube de troca de casais onde me falaram que deixavam entrar homens sozinhos e eu queria que aquela noite fosse muito especial pra todo mundo.

Já no caminho, fomos brincando, adoro acariciar as pernas dela, principalmente quando ela usa meia com liga ou daquelas que grudam com silicone, dava pra sentir ela ficando nervosa e se jogando pra trás, principalmente quando a gente ultrapassava algum caminhão e eu sabia que o motorista podia ver ela por estar mais alto que a gente. Quando cheguei na buceta dela, enfiei a mão dentro da calcinha fio dental e descobri como ela tava molhada.

— Mas que putinha que você é, fica molhada só de pensar que alguém pode te ver, rabuda.

— Sabe que não, amor, é você quem me deixa assim, bom, e a outra coisa também — ela falou com um sorriso de safada.

— Então vai se preparando, porque hoje à noite vão te dar tudo o que você merece.

— Hummm... Já sei, amor, fico pensando nisso desde que você me falou ontem e fui muito safada, hoje à noite não conseguia parar de me tocar imaginando.

Enquanto a gente continuava conversando, eu seguia acariciando a buceta dela, sentindo como tava cada vez mais molhada e até como às vezes ela fechava os olhos aproveitando as carícias.

Quando chegamos em Madri, procuramos um restaurante pra jantar e, depois de sentarmos na mesa, continuei com minhas carícias.

— Você tá com uma calcinha fio dental linda, mas como não quero que você perca, prefiro que tire.

— Quer que eu faça aqui ou me deixa ir ao banheiro tirar? Sabe que faço do jeito que você quiser, amor — ela respondeu com um olhar safado no rosto.

— Melhor ir ao banheiro e assim deixa eles te olharem daquela mesa — onde estavam sentados três caras jovens — que tão te encarando o tempo todo.

— Que filho da puta você é, fala isso porque sabe que me excita, então eles vão ver.

Vi ela indo pro banheiro e tive que ajeitar a piroca, porque tava doendo de tão dura que ficou entre a conversa e ver como ela mexia a raba. Sobre os saltos. O tempo que ela passou no banheiro pareceu uma eternidade, mas quando saiu estava espetacular, tinha molhado o cabelo e desabotoado mais alguns botões da blusa, e além de dar pra ver perfeitamente a forma dos peitos, você ficava com a impressão de que a qualquer momento mostraria um mamilo, que estava duro por baixo do tecido. Na mão dela dava pra ver um pedaço de pano que eu sabia o que era, a calcinha fio dental dela. Antes de chegar na nossa mesa, ela parou na mesa dos jovens e vi que, apoiando nela, comentava algo com eles. Quando chegou perto de mim, perguntei o que tinha dito pra eles.

- Nada, amor, falei que somos de fora e perguntei onde a gente podia ir pra beber algo e se divertir. Primeiro queriam que eu ficasse com eles porque eu disse que você era um amigo, e depois insistiram pra ir numa balada que eles conhecem, mas eu falei que hoje não dava.

- Que safada, então hoje não dava, mas você deixou eles na dúvida de que qualquer outro dia poderia ser, né? Que gostosa você é, como eu te amo, princesa.

- A verdade é que não me importaria de ver eles um dia, porque os três são muito gostosos. Você já sabe que eu tô sempre aberta a conhecer gente interessante. A propósito, guarda isso pra mim, amor - disse ela, deixando na mesa a calcinha fio dental que estava úmida.

- Sim, eu já sei o quão aberta você é, putinha, por isso te amo tanto. Te amo, minha vida.

- E eu você, meu amor.

Chamei um dos garçons que não tinham tirado os olhos da gente a noite toda pra pedir a conta, e quando ele veio, tenho certeza de que percebeu perfeitamente o que era o pedaço de pano que ainda estava na mesa. Isso me agradou.

Depois de pagar o jantar e guardar a calcinha fio dental no meu bolso, nos levantamos pra ir embora, mas antes de sair, e sabendo que todos os clientes, até os que estavam acompanhados, estavam olhando pra bunda dela, ela se virou pra mandar um beijo com a mão pros três novos amigos dela. Que gostosa.

Chegamos onde estava o carro e, quando ela sentou, deixou que ela levantasse a saia pra dar pra ver a buceta. Pena que não passava ninguém por ali naquele momento pra se deliciar com a vista. Ela tem a buceta linda, totalmente depilada, com uns lábios fininhos, mesmo depois de foder parece buceta de virgem de tão fechadinha que é. Mas engana, quando você enfia a ponta da pica, parece que ela suga e você não quer tirar nunca.

Chegamos no local e fomos atendidos pela relações públicas, que nos serviu uma dose e mostrou o lugar. Não vou negar que estávamos bem nervosos, mas logo relaxamos e começamos a curtir o que tinha por ali. Vários casais estavam sentados na mesma sala que a gente e não se seguravam em mostrar suas paixões e tesão, porque vi do nosso lado um casal se beijando enquanto a mão dele sumia entre as pernas da parceira, deixando à mostra as pernas e a ponta das meias, o que me deixou muito excitado.

- Tô gostando disso, acho que vamos nos divertir - comentei com a Laura.

- Acho que sim - ela respondeu, olhando pros vários caras sozinhos que estavam no bar.

- Minha putinha já deve ter de olho em algum dos que tão sozinhos, né?

Virei pra ela e, enquanto a beijava, enfiei a mão pela abertura da blusa dela, beliscando o mamilo que ficou ainda mais duro do que já tava, mostrando como ela adora que eu faça isso.

- Filho da puta, não faz isso que você sabe como me deixa com tesão, e se eu começar não vou conseguir parar.

- É isso que eu quero, foxy, que você não consiga parar, que se comporte como uma puta, como minha puta, e saia daqui cheia de porra.

Daí a pouco entramos na pista de dança escura, onde já tinha vários casais, porque de vários lugares se ouviam gemidos de prazer. Me apoiei na parede e, segurando ela pela bunda, apertei a Laura contra mim enquanto a beijava na boca, e ela correspondia enfiando a língua enquanto também começava a gemer. Passei uma das mãos pra frente e terminei de abrir a blusa dela, deixando os peitos dela saírem. levando um deles à minha boca enquanto mordia suavemente o mamilo, enquanto passava a outra mão na buceta dela, ajudado pelo quanto ela estava molhada. Sentindo minhas carícias, ela jogou a cabeça pra trás enquanto gemia mais alto e apertava minha cabeça pela nuca, pedindo pra eu morder um pouco mais forte, porque excita ela sentir um pouco de dor. Tirei a pica e, pegando a cabeça dela, a guiei pra chupar minha pica. Adoro que ela abra a boca e ser eu quem fode a cara dela, enfiando até o fundo. Ela tinha ficado sem dobrar as pernas, com a saia na cintura, então acariciei a buceta dela, enfiando um dedo aos poucos até sentir que estava lubrificada o suficiente pra enfiar outro e começar a foder ela com eles, ouvindo os gemidos abafados pela minha pica enchendo a boca dela completamente. De repente, senti outra mão acariciando a bunda dela e tirei a minha pra pegar um peito e apertar forte enquanto ela continuava chupando pica. Levantei o queixo dela pra beijar, enfiando a língua, e aí parece que ela percebeu que tinha mais mãos que as minhas no corpo dela.

- Tão me apalpando, amor.

- Eu sei, enquanto eu não falar nada, deixa.

Enquanto beijava ela de novo, notei umas mãos mais finas, com certeza da companheira do cara que tinha a mão na buceta, nos peitos dela.

- Aperta forte, que é assim que essa puta gosta - falei.

Enquanto o cara por trás continuava masturbando ela e a mulher brincando com os peitos dela, empurrei a cabeça dela de novo pra continuar fodendo a boca dela enquanto apalpava a bunda da novata. Agora eram gritos o que a Laura dava, enquanto o cara enfiava com toda força que podia até três dedos na buceta dela, porque tinha percebido o quanto minha namorada é submissa e puta. Como vi que o cara tava começando a se empolgar demais e, pra ser sincero, não me dava tesão que ele fodesse ela assim sem eu poder ver, levantei a Laura e, depois de beijar ela de novo, peguei a mão dela e tirei ela da pista escura com a saia na cintura e os peitos dela pra fora da blusa, visíveis pra todo mundo, pra gente sentar de novo num sofá.

- Como é que tá minha putinha? - perguntei assim que sentamos.
- Porra, tava quase gozando, o cara sabia tocar. Se a gente continuasse mais um pouco, podia ter deixado ele me foder.
- Fica tranquila que ainda tem muita noite pela frente e você vai se encher de pica. Vem, vamos dar uma volta. - falei pegando ela pela mão.

Ela se levantou e com uma mão tentou arrumar a saia curta, conseguindo só pela metade, deixando uma banda da bunda ainda à mostra. Fomos pra área dos reservados e ficamos olhando como em todas as camas tinha gente fodendo, tanto casais quanto trios, mas o que mais me chamou a atenção foi uma mina bem novinha que sozinha tava dando conta de satisfazer três caras enquanto o que parecia ser o parceiro dela, mais velho que ela, se tocava a pica olhando pra eles. Voltamos pra área dos sofás, mas dessa vez pra parte onde os caras sozinhos também têm acesso. Sentei e, fazendo ela ficar de quatro no sofá, meti a pica de novo na boca dela. Amo essa posição porque enquanto ela me chupa, os peitos dela balançam e eu posso beliscá-los. Dava pra ver que ela também gostava, porque cada vez tentava engolir mais pedaço de pau, mesmo sem conseguir enfiar tudo na boca. De vez em quando eu tirava e ela passava a língua pra cima e pra baixo, parando de vez em quando pra chupar minhas bolas enquanto uma das minhas mãos já tinha chegado na bunda dela e, molhando um dedo, comecei a brincar com o buraquinho dela, fazendo intenção de ir enfiando aos poucos. Logo estávamos rodeados de caras que se aproximaram pra ver o boquete de perto. Rapidinho um deles, sem parar de me olhar, começou a acariciar as costas dela e, vendo que nem eu nem ela falávamos nada, foi se soltando cada vez mais, chegando a tocar os peitos dela e a banda da bunda que tava mais perto dele. Quando vi aquilo, fiquei excitado pra caralho e, pegando ela pelo cabelo, fiz ela tirar a pica da Abri a boca pra não correr e beijei ela enquanto continuavam tocando ela. Fiz ela levantar e, de costas pra mim, ela se deixou cair no meu pau, enfiando ele na buceta dela. Porra, que gostosa que ela tava, entre isso e o molhado que ela tinha deixado meu rabo, logo senti as bolas batendo na buceta, como se quisesse enfiar elas também. Embora meu pau não seja nada pequeno, principalmente muito grosso, ele já tá mais que acostumado a entrar ali, então ela logo começou a subir e descer nele enquanto eu pegava um peito dela com uma mão, apertando forte, e com a outra comecei a fazer círculos no clitóris. Os caras que estavam por perto foram se aproximando mais e já tocavam as pernas dela, os peitos e até o rosto. Quando vi ela com tanta mão em cima e um deles até enfiava um dedo na boca dela e ela começou a chupar como se fosse um pau, meu pau dentro da buceta deu um espasmo de prazer. Levantando ela pela cintura, tirei o pau e coloquei ela no chão de quatro, enquanto ela lambia meu pau e as bolas. Nessa nova posição, eles também tinham acesso à buceta e ao cu dela, e logo começaram a tocar ela, parecia mesmo que aquela noite era bem especial naquele lugar. Reparei no cara que tava atrás dela enfiando os dedos e tocando os peitos dela, porque achei que podia agradar a Laura, e embora ela fizesse o que eu pedisse, se eu posso, também tento fazer ela curtir. Beijei ela de novo e fiz ela se virar, ficando com a cara na frente do volume do cara que tinha levantado. Me olhando, Laura logo sacou o que eu queria quando eu concordei com a cabeça. Ela soltou o cinto dele e, abaixando a calça, pulou um pau que quase acertou a cara dela. Adoro ver Laura chupar um pau bom, e aquele era. Ela fechou a mão em volta e começou a mover pra cima e pra baixo, passando a língua devagar na ponta até enfiar na boca, e dava pra ver que, sem tirar, ela continuava passando a língua em volta da glande. Peguei os braços dela e coloquei eles. atrás, então eu gosto que ela chupe as rolas sem usar as mãos, ela sabendo disso, colocou as mãos segurando e abrindo as próprias nádegas.

- Fode a boca dela que isso a deixa com tesão - falei pro moleque -

Coloquei a mão na cabeça dela e comecei a empurrar pra cada vez entrar mais pedaço. Como vi que ela pegou o ritmo rápido, fiquei passando a mão na buceta e no cu, enfiando um dedo em cada buraco. Agora já tinham várias mãos na cabeça dela ajudando a engolir, embora de vez em quando eu tirasse pra ela respirar e aproveitava pra lamber e chupar os ovos um por um. Sei que ela fica muito puta quando sente que os homens tão usando ela prazer.

- Que tal ela chupa minha puta? - perguntei

- Putaria de mãe, mano, dá pra ver que já comeu umas quantas. Se continuar assim, acho que não vou aguentar muito sem gozar.

- Continua dando a pica e quando quiser goza, que ela adora leite.

- Porra, que puta.

Realmente não aguentou muito mais, porque com um gemido empurrou até a rola inteira desaparecer na boca e começou a gozar direto no estômago. Eu via minha mina engolindo até não sair mais leite e tirou a pica da boca pra terminar de limpar. Sabe que eu gosto que ela deixe as rolas bem limpinhas depois que gozam nela. Depois de se lamber toda, Laura sentou do meu lado com a saia na cintura e a blusa aberta enquanto passava a mão na buceta, porque adora se masturbar com o gosto do leite de um desconhecido na boca e ainda mais tendo vários caras por perto batendo punheta vendo o quanto ela é puta.

- Quero mais leite por aqui - disse passando as mãos nos peitos e na buceta -.

- Já ouviram, encham de leite minha puta -

Os caras foram se aproximando enquanto batiam punheta até que os primeiros começaram a gozar nela. Ela passava a mão onde o sêmen caía e com a mão melada se acariciava os peitos e a buceta enfiando os dedos ou chupava eles sentindo os diferentes sabores. Algum teve uma gozada espetacular e até no rosto dela chegaram várias descargas. Me dava muito tesão ver ela passar a língua pelo rosto tentando pegar alguma gota enquanto gozava com as carícias dela. Quando todos tinham terminado nela, eu a deitei no sofá, me coloquei por cima e comecei a foder ela bem forte, buscando meu prazer e dando pra ela ao mesmo tempo. Não tem nada que eu goste mais do que comer ela quando tá cheia de porra de outros caras, ver a cara linda dela coberta de sêmen e recém-fodida.

- Que puta que você é, meu amor.

- Tudo pela sua porra, minha vida, agora enche minha buceta.

Não aguentei mais e, coincidindo com o último orgasmo dela, deixei toda minha porra na buceta dela. Poucas vezes gozei tanto. Quando tirei ele de dentro, vi um fio de porra saindo de dentro junto com meu pau. Os caras já tinham ido embora, então depois de relaxar e tomar um último drink, decidimos sair do local e voltar pra nossa cidade. No caminho pro carro, ela comentou que ainda sentia a porra escorrendo da buceta descendo pelas pernas e que amava a sensação. Depois de sentados no carro, acariciei ela um pouco mais enquanto beijava e dizia o quanto a amo.

Durante toda a viagem, foi ela que ficou se tocando e, depois de tirar os dedos, chupava eles me olhando, o que me deixou excitado de novo e resolvi parar numa área de descanso. Fomos pros bancos de trás e ela subiu em cima de mim olhando pro vidro traseiro. Logo depois, um caminhão parou atrás da gente.

- Amor, hoje ninguém me comeu ainda, além de você claro, não ia gostar que um desconhecido também enchesse minha bucetinha?

- Ainda tá com vontade de mais?

- Se quiser, vou no caminhão enquanto você me espera aqui. - disse com a voz de puta que ela fica quando tá com tesão.

- Você que sabe, amor, sabe que se depois me contar tudo, também vou curtir e vou te foder mais forte depois.

Mas o que ela decidiu, e outras aventuras que tivemos, sozinhos ou em casal, deixo pra uma próxima. Bom, acho que essa história ficou longa demais.
Essa é minha primeira história e espero comentários pra poder melhorar. Só pra constar, tudo que escrevi é rigorosamente verdade, e embora eu não esteja mais com ela — ela teve que se mudar pra outra cidade —, tô procurando alguma mina ou casal que curta as mesmas coisas que eu.

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