Minhas filhas e eu, uma família muito carinhosa cap 14

Olá! Bom, então vou adiantar a continuação. Isso aqui seria tipo o final da primeira parte ou primeira temporada, então espero que vocês gostem.

Depois daquela noite, o sexo anal com Laura virou coisa do dia a dia. Foram noites quase intermináveis em que minha filhinha participou com a gente. Nós três devorávamos o Daniel, dividíamos o esperma dele e ele nos penetrava na ordem de idade: primeiro eu e por último a garota.
Isso acabou fazendo todo mundo se sentir mais unido, a ponto de o Daniel poder transar com quem quisesse e nenhuma de nós sentir ciúmes. Bom, só a Laura que ficava meio chateada quando o Daniel me levava ou levava a Kim pra cama.
Tinha, no entanto, uma coisa que eu ainda não deixava eles fazerem: era penetrar a Laura pela buceta. Tanto a Kim quanto o Daniel falavam que queriam romper o hímen da garota, e até a Laura pedia pra eles fazerem isso. Bastava um olhar meu pra calar esses desejos, mas não pra sempre.
Eu disse pra Laura que tudo bem se ela quisesse, mas não era a hora porque aquela entrada era só pra quem merecesse. Claro que a Kim e o Daniel caíram matando em cima de mim por causa disso, dizendo que eu era uma caretice que vivia no século XIX.
Assim, passou quase um ano até a Laura fazer 19 anos. Agora ela era uma garota mais alegre, e o desempenho dela na cama era dos melhores. Imitando a gente, ela tinha desenvolvido um bom repertório de posições sexuais.
Comentei isso com a Lorena e ela disse que era perfeitamente normal.
— Se você quer que rompam a buceta da sua garota, é melhor arrumar um namorado pra ela logo. Aproveita o Daniel. Ele poderia tirar a virgindade da Laura e a menina parece mais do que disposta pra isso.
A Holy desceu as escadas. Ela vinha totalmente nua e melada de suor. Atrás descia o pai dela, igualmente sem roupa e com o pau murcho balançando.
— Oi, Karen — o homem bonito me cumprimentou e sentou do meu lado. A Holy foi até a mãe dela e se deitou no colo dela. pernas.
—Oi. Manhã divertida, hein?
—Você quer provar, né? —ela disse enquanto se masturbava ao meu lado. Olhei pra Lorena e ela riu. Entendi aquilo como um sim, então aproveitei pra dar uma chupadinha naquela rola enorme, do mesmo tamanho da do Daniel. Tinha um gosto que eu conhecia bem: o dos suquinhos de uma garota. Não fazia muito tempo, aquele pau devia estar dentro da filha dela.
—Ele tirou a virgindade da Holy —disse Lorena —. Não queria tirar essa honra dele.
—Honra?
—Sim. Olha, se foi ele quem começou isso com a gente, bem que podia terminar.
—Por esse lado... pode ser que você tenha razão. O Daniel esteve com a gente desde o começo. Não sei se tirar esse desejo dele é legal.
—Não é. E ele ficaria triste.
Ótimo. Agora eu me sentia culpada.
—Deixa ele fazer isso —disse Lorena, tirando a roupa.
—Tá bom. Vou pensar. Sério. E acho melhor eu ir.
—Pode ficar se quiser.
—Não, obrigada. São família. Não quero me meter. Tchau, tesouro.
Dei um beijo na boca da Holy e me despedi dos pais dela.

Quando cheguei em casa, me deparei com uma cena peculiar. A Laurita de quatro, com o Daniel furando o cu dela de novo. E dessa vez estavam fazendo na sala. A Kim estava lá, mas só olhando a televisão.
—Muito bonito —falei e me sentei na sala pra descansar.
Fechei os olhos e me concentrei no som gostoso dos gemidos da Laura. Depois de um tempo, acabou e vi o Daniel gozando na cara dela toda.
—Mamãe, você me limpa?
—Claro. Vem, love.
Ela veio até mim toda meiga e eu passei a língua no rosto dela inteiro pra limpar o esperma. Depois, ela se deitou do meu lado com a cabeça apoiada nas minhas pernas. A Laura cansava muito depois do sexo e dormia quase na hora.
—Tomei uma decisão —falei enquanto acariciava minha menina —. Daniel, aceito que você tire a virgindade da Laura.
—Sério? —perguntaram três vozes ao mesmo tempo.
—Sim, mas tem que ser hoje à noite antes que eu mude de ideia.
—Pode Virgem, Holy?" —a garota me perguntou. Holy e ela eram amigas próximas, embora não tivéssemos conseguido que as duas se envolvessem na cama. Elas recusavam, dizendo que não se curtiam pra isso.
—Sim. Acho que sim. Igual os pais dela.
—Legal. Uma orgia. Fiquei molhada só de pensar —disse Kim.
—Mas de camisinha.
—Não inventa, mãe.
—Essa é a condição. Acho que todo mundo aceita. O evento principal vai ser penetrar a Laura. Depois a gente pode fazer o que quiser.
Obviamente ninguém recusou, então liguei rapidinho pra Lorena e convidei ela pra orgia. Ela topou na hora e na mesma tarde fomos comprar umas coisas pra noite. Na real, não precisávamos de muita coisa, só velas aromáticas, um vidrinho novo de lubrificante, um strap-on pra Kim, que tava morrendo de vontade de fazer de homem e meter o troço inteiro no meu cu, e alguns doces e quitutes pro jantar em geral.
Parecia uma reunião de amigos normal. Laura e Holy jogavam videogame no console da sala. Lorena e eu cozinhávamos. Daniel e Henry batiam papo sobre os trabalhos e as promoções, e Kim tava no quarto preparando o clima pra noite.
—Será que a Laura toparia fazer algo lésbico com a Holy?
—Por mim, tudo bem.

Mais tarde, jantamos na sala de jantar. Tinha um monte de piadas picantes e comentários aleatórios. Kim tava entre o Daniel e o Henry, e os dois não perdiam chance de dar em cima dela. Os dois caras tavam famintos pra comer minha filha adolescente. Laura e Holy trocavam fotos nos celulares e tiravam selfies. Lorena e eu conversávamos sobre largar aquele trampo e partir pra outra coisa menos estressante, que desse pra passar mais tempo com a família. Ainda não sabíamos o que fazer.

Depois do jantar, lavamos a louça eu e a Lorena. Kim já tava na sala se pegando com o marido da minha amiga, enquanto Holy se beijava com o Daniel. Laurita assistia tudo do sofá e tirava fotos pro nosso álbum.
—Bom —falamos —. Não... Comecem sem a gente. Lorena e eu vamos tomar banho. A gente se vê no quarto.
Entrei no banheiro com a Lorena. A gente se despiu uma à outra e se ensaboou com a espuma. Era foda ter minha melhor amiga naquele momento, e enquanto passava as mãos nos peitos dela pelas costas, sussurrei no ouvido dela que naquela noite queria que ela não se segurasse e me tocasse. Entre a gente, sem sermos lésbicas, tinha surgido uma atração deliciosa.
O corpo da Lorena era espetacular, por sinal. A pele bronzeada dela, os peitões generosos e os lábios me matavam de tesão. Parecia uma modelo e não resisti à vontade de beijá-la por um tempão enquanto a água do chuveiro caía sobre a gente. A gente ia dividir nossos maridos e nossas filhas, então a gente se sentia mais próxima do que o normal.
Tava ficando tarde, então a gente não enro lou mais e saiu vestida só com uma toalha. No quarto, inacreditavelmente, ninguém tinha se despido ainda. No chão tinha vários travesseiros. As minas ocupavam a cama e conversavam entre si. Kim e os dois caras estavam batendo papo nos almofadões. A luz era fraca e tinha um cheirinho doce gostoso por causa das velas.
— Beleza. Só tenho uma regra. Ninguém além do Daniel vai penetrar a Laura e quando ele for fazer, todo mundo para o que tá fazendo e a gente dá o espaço que eles precisam. Podem escolher seu par, fazer o que quiserem. Aproveitem.
Kim colocou uma música suave e a orgia começou. Quando ela disse "aproveitem", a Lorena foi quem pulou em cima de mim e a gente caiu nos almofadões. Ela me beijava com tanta paixão que foi difícil me adaptar ao ritmo dela, mas quando consegui, foi sensacional. Minhas mãos percorriam as costas dela toda enquanto a língua dela brincava com meus bicos e depois subia até meu pescoço.
De canto de olho, vi que o Daniel e a Laura formaram um casal e tavam se beijando na cama. Do lado deles, a Holy tava montada no pai dela, beijando ele com uma urgência desenfreada. Me perguntei onde a Kim tava e encontrei ela colocando um Um pouco de lubrificante num dildo. Ela se posicionou atrás da Lorena e, do meu ângulo, dava pra ver minha filha enfiando o brinquedo na minha amiga. Lorena gemeu no meu ouvido.
Voltei o olhar pras garotas, que continuavam se beijando com seus pais. Todos, menos a gente, estavam vestidos. Isso não durou muito. A pequena Holy desabotoou a camisa do homem dela e começou a lamber os peitorais do pai. Foi descendo com a linguinha até a calça dele e se apressou pra tirar. Fez isso com movimentos rápidos até deixá-lo de cueca. Enfiou as mãozinhas naquele volume e, sem perder tempo, puxou o pau dele pra fora e meteu tudo na boca. Daqui dava pra sentir a fome daquela garota.
Por outro lado, a Laura era menos apaixonada. O Daniel tava em cima dela, beijando o pescoço e passando a mão nas pernas dela. Num instante, Daniel tirou a blusinha dela e, faminto, se jogou nos peitos dela.
Senti um espasmo de prazer na minha entreperna. Vi que a Lorena e a Kim se revezavam pra lamber meu clitóris e me morder na parte interna das coxas. Tava difícil me controlar com umas línguas daquelas me convidando a gemer.
Elas me viraram de um jeito que minha bunda ficou exposta pra elas. Enquanto faziam estragos de prazer em mim, eu tava de olho na cama. Ver a Holy chupando o pai era excitante. Ela tava acomodada como se tivesse chupando um doce, com a rola vermelha entrando e saindo da boca dela devagar.
O Daniel já tinha tirado o short da Laura e tava dando uma mamada sagrada na buceta dela. As pernas da garota estavam bem abertas. Minha filha tava vermelha que nem um tomate e dava pra ver a língua do Daniel entrando naquele espaço que logo ia perfurar.
O Henry foi o primeiro a agir. Colocou a Holy de quatro e se apressou pra meter nela pela buceta. Fez isso num movimento só e a garota gritou. A cama tremeu. Depois disso, os gemidos da pequena encheram o quarto. Dava pra ver as tetinhas dela tremendo quando o papai embestia. Tava com a boquinha aberta de puro prazer.
Um gemido forte da Lorena me chamou a atenção. A Kim tava atrás dela, com o strap-on amarrado na cintura e metendo na minha amiga pelo cu. Fazia com tanta grossura que os peitões da mulher balançavam pra todo lado. A cara da garota tava toda acesa de tesão e ela sorria enquanto dava tapas na bunda dela.

As meninas tavam mais ativas. Agora a Holy tava em cima do papi dela, pulando e se tocando nos peitos. O pau afundava inteiro na buceta dela e ela gemia, toda corada. A Laura, do lado, subiu no Daniel e o homem encaixou o pau no furinho anal da garota. Depois a Laura se deixou cair e ficou enfiada. As duas se olharam e riram baixinho. A Holy ficou com vontade de dar o cu e trocou de buraco.

A cama rangia. As meninas se mexiam ao mesmo tempo, enfiadas no pau do pai delas. Era uma imagem tão safada, tão quente. O sexo perdia o sentido diante daquela visão gostosa.

Ficaram assim por um tempo até que as duas desceram. Depois conversaram entre si e chegaram num acordo. De repente, a Holy tava em cima do Daniel e a Laura em cima do Henry. As meninas tinham trocado os pais.

O pau do marido da Lorena furava a minha filha pelo cu. A Laura gritava um pouco mais por causa da diferença de tamanho. O homem calou a boca da minha bebê quando puxou ela pra beijar. Do lado, a Holy se deixava comer, mas com o cu virado pra cara do meu homem e o rosto dela olhando pra gente. Nunca vou esquecer aquele olhar cheio de êxtase. A garota era uma… bem, sim, uma verdadeira fera que lambia os lábios e beliscava os próprios mamilos.

A gente não aguentou. Queríamos os homens também. Me levantei, embora a Kim não tenha soltado a Lorena e rapidamente se meteu entre as pernas dela pra furar com o strap-on. Eu andei até a cama onde tava minha Laurita e cobri a boca dela com a minha. Ela gemia dentro dos meus lábios. Meu peito pulava desesperado.

Ela sorriu pra mim. Se soltou e deixei que eu montasse no Henry. O pau entrou com muita facilidade por causa dos suquinhos lubrificantes da minha filha.
—Vem, love —falei, e a garota sentou na cara do homem, de um jeito que ele pudesse lamber o cu dela com a língua. Mãe e filha transando com o mesmo cara. O que mais eu podia pedir.

Os gemidos da Holy aumentaram. Do meu lado, Daniel se colocou entre as pernas da garota, mas continuou enfiando a rola no cu dela. Deu duas boas enfiadas e depois colocou uma camisinha pra evitar qualquer dano, em seguida levantou as pernas da Holy e meteu na buceta dela.

A garota se agarrou no cabelo do meu futuro marido enquanto ele enfiava e tirava o pau numa velocidade moderada. Já o Henry parecia estar cravando algo dentro de mim. As cadeiras dele se moviam como uma furadeira e a língua dele encharcava de saliva a bucetinha da garota.

A Lorena gozou junto com a Kim. As duas se beijavam e nos olhavam transando. Depois se aproximaram da cama pedindo a vez, e eu e a Laura topamos. A Lorena montou no marido dela. A Kim sentou na cara do Henry pra ele chupar a boceta dela. Eu e a Laura assistíamos tudo das almofadas. Minha filha se acomodou entre minhas pernas, de olho na irmã dela. Eu dei um beijo na cabecinha dela e coloquei minha mão na bucetinha quente dela pra masturbá-la e continuar ouvindo os gemidos dela.

Tinha tanta vontade de enfiar os dedos e tirar a virgindade dela de uma vez, mas não podia, e além disso minha garota nunca me perdoaria. O corpinho inteiro dela estava quente. O suor do meu peito molhava as costas dela. O cabelo dela cheirava maravilhosamente bem.

O Daniel e a Holy se separaram pra fazer um delicioso 69. Sugeri pra minha filha que a gente se juntasse, e ela milagrosamente aceitou. Deitei e recebi a bucetinha da minha filha direto na boca. O gosto era delicioso. Abri os lábios dela e explorei com a língua devagar, aproveitando a maciez das dobras dela. Mas a Laura não fazia nada além de morder meu clitóris. Falei pra ela tomar cuidado e parou de fazer aquilo para se concentrar nos meus gemidos.
Os gritos de Kim ficaram mais profundos. Vi minha filha agora debaixo de Daniel, com as pernas bem abertas e apoiadas nos ombros dele. Lorena estava colocando o strap-on e se aproximava da filha para enfiá-lo na buceta dela, enquanto dava tapas na bunda dela. Depois, o pai dela se aproximou e enfiou o pau na boca dela, deixando a garota entre os dois pais, gozando e gemendo. Quando Henry tirava o pênis, fios de saliva escorriam. Holy tossiu e o pai dela enfiou o membro de novo.
— Atenção — falei entre ofegos —. É hora da… Laura.
Todos pararam a duras penas.
Kim já tinha a câmera de vídeo pronta. Laura se deitou na cama com as pernas bem abertas. Parecia nervosa, e eu a consolei com uns beijos. O corpo inteiro dela suava. A bucetinha dela estava ali, rosada como sempre e com uma fina camada de sucos. Os mamilos dela estavam durinhos por causa da excitação. Ao redor, estavam Lorena e a família dela, atentos a tudo.
Coloquei a camisinha no Daniel e olhei sério para ele.
— Se você for devagar, vai doer mais. Quando entrar, seja rápido.
— Tá bom. Tô pronta.
Me afastei um pouco pra dar espaço. Daniel estava com a testa cheia de suor. Ele também estava nervoso. O pau dele estava firme. Ele aproximou da entrada da Laurinha e começou a enfiar devagar.
A garota se contorceu de dor e fechou os olhos.
Deixei meus peitos ao alcance dos lábios dela, e ela os pegou e começou a chupar. Que fofa. Parecia uma bebezona, e isso a relaxou. Holy começou a beijar a barriga dela. Lorena também. Chamei o Henry e falei pra ele dar o pau dele pra minha filha.
Laura relaxou um pouco mais quando o membro entrou na boca dela. O objetivo era deixar a garota calma. Daniel enfiou um pouco mais. A menina fez uma careta de dor, mas continuou agarrada no pau do Henry, que franzia o nariz quando minha filha mordia.
— Agora.
Daniel respirou fundo e perfurou a buceta da Laura.
A garota gritou de dor. Daniel quis tirar, mas Dissemos não pra ela.
—Continua. Vai doer mais se você tirar.
Laura chorava como toda mulher na primeira vez. Fiquei com tanta pena, mas já tava feito. Daniel tirou o pau e meteu de novo. Continuou fazendo aquilo várias vezes até os soluços de Laura pararem e virarem gemidos de prazer de verdade.
Nós aplaudimos. Laurita me olhou com carinho e eu pisquei um olho pra ela.
Aí voltamos pra ação. Holy, apressada, deitou do lado da amiga e abriu as pernas pro pai dela também meter. De repente, tinha duas garotas sendo comidas por dois homens muito bem armados.
Deixamos elas aproveitarem. Essa era uma noite pras meninas. Eu tava cansada, então me recostei na almofada. Lorena colocou o strap-on pra dar amor na minha filha mais velha.
—Uau! Mais rápido! —gritei pros homens, que aceleraram o ritmo das metidas. O quarto se encheu do coro das garotas gemendo. Era tão gostoso de ouvir.
Em pouco tempo, os dois tavam prontos pra gozar. Me aproximei pra ver melhor. Daniel tirou a camisinha e na hora Laura enfiou o pau dele na boca, bem quando uma descarga de porra jorrava nela. Daniel produzia esperma demais, então minha filhinha mal engoliu e um pouco escorreu pelos lábios dela.
Do lado, Henry se masturbava e soltava muita porra no pescoço e peito da filha adorada. Holy espalhou com as mãos e, rindo, tocou no ombro de Laura.
—Oooolha.
—Ah! Me dá!
Minha filha se jogou em cima da amiguinha pra encher ela de beijos e lambidas. Holy explodia em risadas. A gente tava surpreso porque finalmente via elas se pegando. E pelo visto gostaram. Quando o peito de Holy ficou limpo de porra, Laura continuou beijando ela. A garota mais velha tomou a iniciativa e rapidinho ficou por cima da minha neném. Encheu ela de beijos e abriu as pernas dela pra chupar a buceta.
Laura se arqueou com a outra garota. Holy era tão bem treinada na arte do sexo que enfiou três dedinhos na minha filha e começou a Masturbar ela.
Os homens se punhetavam tentando ficar duros de novo. As garotas se davam prazer uma na outra, e especialmente a Holy, que fazia a outra gritar de tesão.
Decidimos terminar com uma competição. Quando os homens estavam com o pau bem duro, eles se levantaram e as garotas se ajoelharam na frente dos seus papais. As regras eram: ganhava quem fizesse o cara gozar primeiro.
Na contagem de três, as duas meninas começaram a chupar num ritmo acelerado. Os cabelos longos delas balançavam enquanto enfiavam os paus até o fundo da garganta. Eram jovens, mas já nos igualavam, as mais velhas. Lorena torcia pela filha dela, e eu pela minha.
— Dá uma mordidinha, Holy!
— Laura, você consegue!
— No cu, filha. Você já sabe onde.
— Trapaceira! — falei pra Lorena.
Essa era uma boa tática. A filha dela concentrou as lambidas na região debaixo dos ovos do pai. Isso fez o homem se contorcer de prazer. Pedi pra Laura fazer o mesmo, mas já era tarde. Henry gozou primeiro, e jorrou dentro da boca da filhinha dele. Laura, emburrada, parou de chupar e olhou com inveja pra amiga.
— Bu! Não é justo. Mãe, ela trapace…
Antes que ela pudesse evitar, Daniel disparou mais uma porra no peito de Laura. A garota reagiu e enfiou o membro na boca pra mamar o resto do sêmen. Depois, limpou a boca e olhou pra amiga. Parecia ter uma certa rivalidade entre as duas, mas não durou muito até que caíram na risada.
Os homens finalmente descansaram na cama. Kim foi com eles pra dar uns beijos. Agora era a vez das mães. Eu coloquei o strap-on. Lorena também tirou um que estava guardando, e nos deitamos no chão. Nossas filhas vieram até nós e sentaram em cima dos brinquedos pra que as mamães as penetrassem.
Aquilo se tornou o momento mais feliz da minha vida. Era como se eu tivesse um pau enorme pra arrebentar o cu da minha Laura, que me olhava com carinho e tesão. Puxei ela pra perto, beijei e sorri.
— Te amo, filha. —Também te amo, mamãe. Ah… mais rápido.
—Sim, love.

Troquei de buraco pra furar ela analmente. Isso fazia Laura gemer mais forte. Olhei pra Lorena, que trocava beijos com a filhinha dela.
—Parece que você tava certa. É a coisa mais divertida.
—Te falei. Você não sabia o que tava perdendo.
—Laura. Vai com a Lorena.

Num piscar de olhos, trocamos nossas filhas.
—Oi, docinho — falei pra Holy assim que ela sentou em cima de mim.
—Posso te chamar de tia Karen?
—Sim, love.

Lorena tava metendo na minha filha e eu na dela. Aquilo era só o começo.
De repente, ouvimos os gemidos do Daniel e do Henry. Vimos que eles tinham os paus dentro da boca da Kim ao mesmo tempo e gozaram nela. Mas não saiu porra nenhuma.
—Buu! Essas minas não deixaram nada pra mim.

Todo mundo riu em família.
Aquela noite virou a melhor da minha vida inteira, e se esticou até ninguém aguentar mais. Dormimos pelados. A Kim entre os dois caras. A Lorena e a filha dela juntas, e eu, com minha Laurita, conversando baixinho e trocando beijinhos amorosos de mãe e filha.
—Quando a gente faz isso de novo?
—Quando você quiser, meu love. Já somos uma família feliz.
—Sim! Te adoro, mãe.

Beijei ela nos lábios e nos cobrimos com o lençol.
—Te amo. Descansa, coração. Amanhã vamos estar doloridas.
Laura riu e eu dei um beijo na testa dela, pronta pra dormir com o love da minha vida.

***********

Beeeem, aí terminou a primeira temporada haha, o que acharam? Acho que esqueci das sutilezas e fui pro lado mais direto. Sei que muitos vão odiar o Daniel por isso, mas se coloquem no lugar dele. Logo começo a segunda parte, quando eu inventar mais aventuras pra linda Laura e a família dela.

Até mais, se cuidem, beijos em todo lugar, e lembrem de comentar o que acharam dessa série de contos. Muito obrigada a todos meus seguidores, pontos, favs e comentários.

31 comentários - Minhas filhas e eu, uma família muito carinhosa cap 14

Estuvo bueno, Te sugiero des por terminado esta historia con estos personajes y arranques con otra nueva. Creo que se agotó, pese a ser excelente
Sí, honestamente pienso lo mismo, porque la historia ya no dá para más jeje, se rompió el morbo cuando se enfiestaron a Laura, así que probablemente haga otra histoiria, cuando se me ocurra 🙂
@hammer30 Avisa por privado cuando la largues porque a veces se me pasan los post y me gusta como escribis . Gracias por esta historia
Mas fotos subí de tus hija y de holy
jaja no tengo hijas, ya lo dije como cincuenta mil veces xD
Excelente las 14 partes.... lastima que se termino?? creo que al relato se le puede sacar mas... gracias de todas formas..
van puntos..
muchas gracias por los puntos, y sí, hasta aquí llego y que bueno que me hayas seguido todo el rato jaja besos
uuu de verdad excelente!! al fin se la comio laura!!!!
sip, finalmente le dieron por todos lados jaja le encantó
para ti todos mis puntos como siempre me dejas impresionado y ademas me lleve una agradable sorpresa con este final impecable historia
.......... puede q en un futuro la resusitars en un cap especial contando la noche de bodas de cada una
noche de bodas? jaja suena bien, y gracias por la sugerencia y los puntitos, espero que la hayas disfgrutado como se debe hacer >D
djsv18
yo me llamo Daniel, así que no siento envidia de ese Daniel, trato de ser él xD jajaja muy bueno, esperaré la proxima entrega, sigue asi 🙂
Jaja, yo me llamo Laura, así que tampoco estoy tan desconectada de mi personaje
djsv18
@hammer30 aaah laurita jaja 😛 ahora todo tiene sentido jaja
Excelente esperó un nuevo relato ya sea de laurita o una nueva historia... Eres muy buena sigue escribiendo y dejándonos la verga bien dura con tus historias
Gracias! parece que soy buena en ese trabajo jajaja, me alegra que lo disfrutaras
Muy buena cimo siempre,extrañare la historia para mis pajas
De nada! que bueno qe haya sido tan significativa jaja 😃
No!!! l final no queremos mas!!
ni modos jjaja pero ya me sacaré alguna otra historia, prometido
@hammer30 queda faltando las 3 menores con los dos hombres o las 3 chicas jugando entre ellas
Me has tenido de pajas extremas con tus relatos :"D ... mas mas mas :v
oh más más papi más xD oki no, jeje que bueno que te gustaron, dame un tiempecito para que piense en algo más
muy bueno gran final, estarer pendiente de la segunda parte
gracias, si, tengo bastantitos seguidores que me tienen en la mira jaja
Excelente final!!! Me calentó muchísimo!!! Gracias por compartirlo...
De nada, a ustedes por animarse a leerlo y mtarse a pajas
@hammer30 creeme que eso último es completamente cierto! jajaja
GENIAAAAAALLL, que linda familia, muy buen relato, tremendo este ultimo me mate a pajas, leia un poco y paja... otro y paja..., ja ja ja termian como daniel y henry, sin salir nadaaaa, ja ja ja.
Muchas gracias genia.
jaja! te ordeñaste por completo! xD me alegra que lo hicieras, para eso era y darles un buen momento de amor gracias por seguirme y estar al pendiente de mis proximas historias
Total y absolutamente genial!!! gracias por compartir estas fantasias y hacerlas letras.....uno y cada uno de los capitulos fueron fantasticos!
gracias! 🙂 es un placer escribirlas y que me leyeran. Traté de que cada capítulo fuera igual o mejor que el siguiente, y estoy muy feliz con el resultado y su apoyo fue muy importante para mí
Aunque la parte en la que Holy le lamió en ano a su padre me mato la erección y no pude eyacular, me gusto mucho la historia espero otra temporada o otra historia
Em, no fue en esa parte jaja, ustedes tienen una parte muy sensible justo debajo de sus bajos, en el espacio intermedio, y créeme que he lamido allí y ustedes se derriten xD
megak_0 +1
es genial,pero me parece que la historia ya esta agotada
sí, pienso lo mismo, pero con lo de la universidad no tengo mucho tiempo de ponerme a pensar en otra historia, pero nada mas sean vacaciones de diciembre, trataré de sacar otra jaja
Excelente relato, mantienes en todo momento la intensidad erótica y el morbo de la historia, considérame desde ahora tu admirador y tu seguidor, esperaré con ansias tus próximas producciones
hola! jeje muchas gracias por el apoyo, y que bueno que te haya parecido excelente mis relatos, traté de mantener siempre el aire seductor, coqueto y erotico para dejar volar la imaginación, especialmente la mía xD
super muy buena la primera temporada estaré esperando la segunda temporada fueros noches de muchas pajas leyendo tus relatos espero no te olvides se hacernos sentir esos deseos de pajiarno nuevamente con esa segunda temporada espero nos informe en cuento empieces con con la segunda temporada
sera que ya no piensas seguir con otros nuevos relatos me hacen mucha faltar tus relatos todos los días llego con la esperanza de encontrar algo nuevo de tu parte y no lo encuentro
Rubmor
Sencillamente genial, la historia completa fue espectacular, me calentó y me erotizo como nunca. Espero ansioso una segunda parte. Seguí así.
Excelente historia, te felicito por ella
vaco_
Bastante buenas historias si alguna vez quieres masturbarte mandame mp tengo 21 😉
De maravilla el final de esta historia, todos los 14 capítulos de mas de buenos, muy excitantes me calentaron a mas no poder admiro tu capacidad de imaginación eres buena con este tema de los relatos eroticos en especial el incesto. Ha sido un placer interactuar contigo por esta vía, gracias por los buenos momentos compaetidos...
jeje gracias!! me encanta recibir comentarios de mis historias y que digan qué es lo que piensasn 🙂, un gusto entretenerte con mis escritos
simplemente, fenomenalmente excitante jaja :3 te felicito tanto esta historia como la de hermanos sin tabu son recalientes e interezantes a ver cuando me relatas una historia por privado jeje saludos hermosa un beso.
jaja no mando historias privadas, todo lo comparto, no sería justo xD, pero gracias, y saludos!!
Tenes que seguir con la historia... Es muy buena... Te felicito... Muy bien detallada, muy excitante...
Gracias! la verdad es que esta no creo seguirla, pero tengo otras que se que te gustarán oo3
Te felicito me encantó mucho la historia es de mis mayores fantasías, debo admitir que gusto más los primeros capítulos, me exitaba mucho cuando había sutileza, entre la madre y sus hijas, cuando llegó Daniel no me produjo tanto placer la verdad.
Y la parte que más me excitó fue cuando Lorena le dice a Karen que mire a su hija y también cuando con su voz imitó a Kim haciendo que la mente de la karen imaginara a su propia hija.