Minha história com o gomero do bairro

Uns anos atrás, tive uma história, que nunca contei, com o borracheiro do meu bairro. Ele se chama Roberto, é um cara meio gordinho, bem fortão, e vive sujo por causa do trampo — dava pra dizer que o Roberto parecia um caminhoneiro.
Nossa história de sexo começou um dia em que saí correndo de casa na minha bicicleta e um dos pneus estava murcho. Aí, passando pela borracharia, resolvi parar e pedir pro Roberto me fazer o favor de encher o pneu. Ele respondeu:
_Claro, gostosa
O comentário dele me chamou atenção, porque na época eu tinha 18 anos. Naquele dia, eu tava indo pra minha aula de ginástica, então tava de short esportivo e uma regata que, admito, deixava meus peitos à mostra. Talvez por isso, nesse primeiro encontro com o Roberto, ele não parou de me olhar como se tivesse pasmo.
O segundo encontro foi quando rolou, tenho que admitir, uma das minhas aventuras sexuais mais eróticas e pesadas que já tive na vida. Saí de casa de novo num dia de calorão daqueles, daqueles dias em que, sei lá por que, o espírito sexual da gente desperta e a gente fica meio excitado pela vida. Resolvi murchar um dos pneus da bike e parar na borracharia. Eu tava vestida com uma saia jeans que terminava bem onde acaba a bunda e uma regata bem soltinha que deixava ver meu sutiã tanto de lado quanto de frente. Meus colegas na escola e os caras que me conheceram sempre elogiaram meu corpo desde novinha, e assim como recebi elogios, também ouvi uns cantadas bem pesadas. Naquele dia, falei pro Roberto de propósito, pra ver como ele reagia, que queria que ele me ensinasse a encher o pneu. Aí ele conectou uma mangueira comprida que tava no chão a uma pistola com um botão que, quando aperta, solta o ar. Ele disse: "Segura firme a pistola e aperta no bico do pneu que sai o ar". Eu obedeci e, vendo como aquele homem robusto me olhava... Sem disfarçar nada, me abaixei toda, deixando à mostra a calcinha fio dental que eu tava usando e boa parte da minha bunda. Roberto não parou de olhar e, disfarçadamente (eu cheguei a ver de relance), ele esfregava por cima da calça o pau dele, que eu ia apreciar e saborear minutos depois. Quando terminei de encher o pneu e me despedi do Roberto, ele falou:

_ Espera, espera, tenho que te cobrar o empréstimo do inflador, vai te custar três contos.

Eu fiquei sem saber o que dizer, porque não tinha saído com dinheiro, nem uma moeda, então falei: _ Depois te trago.

Mas ele respondeu: _ Aqui não se fia.

Eu, que tava excitadíssima naqueles dias de um calor do caralho, falei: _ Beleza, Roberto, me diz o que posso fazer por você e sem dúvida vou fazer. E ele disse: _ Queria te ver de lingerie pra admirar esse corpo gostoso que você tem, pode ser, princesa?

Eu fiquei estupefata por um momento, mas a excitação, depois de pensar uns segundos, me fez responder que sim. Entramos pra dentro da borracharia e comecei a me despir, enquanto olhava pro Roberto, tirava a saia e depois a regata bem sensual, e ele respondeu: _ Uff, mamãe, como você é gostosa.

Eu, ao ouvir isso, sentia algo correndo por dentro de mim, tipo um fogo. Roberto se apalpava sem parar por cima da calça e dava pra ver que ali embaixo se escondia um pauzão como nunca tinha visto na vida. Depois de alguns minutos me observando, ele desabotoou o cinto e baixou a cueca, deixando à vista aquela maravilha. Roberto começou a bater punheta enquanto me olhava e, depois de uns segundos, disse: _ Agora queria que você tirasse tudo, mamãe, e que provasse o que eu tenho aqui pra você, putinha.

A situação começou a ficar tensa e eu, sem saber o que fazer, com medo mas ao mesmo tempo excitadíssima, aceitei. Tirei toda a minha roupa e Roberto, muito eufórico, me pegou pelo braço e me fez apoiar sobre uns pneus que tinham ali. Ele disse: _ Agora você vai ver como vai gritar, garota.

Eu fiquei parada e comecei a... sentir como aquela pica grossa entrava na minha buceta até que, de uma só vez, o Roberto enfiou tudo. Eu gemi de dor, mas era algo incrível sentir aquilo lá dentro. Ele me comia com total brutalidade, e meus gritos pareciam se misturar com choro, mas eu dizia pro Roberto: "é assim, me come assim, eu adoro, eu amo, vai, me come toda, filho da puta, mete em mim", eu estava tesuda pra caralho.
Naquele dia, o Roberto me deu duas gozadas incríveis, tanto que, quando lembro, minha calcinha fica toda molhada.
Depois vou contar como, dias depois, excitada e já viciada naquela pica, quis voltar disposta a ter outra grande aventura com meu amigo Robertinho...

6 comentários - Minha história com o gomero do bairro

ufffffffffffffffffffffffffff nena terribleeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee+2
ufff mamita veni q te inflo la colita con leche...
van p