Depois de terminar aquele boquete gostoso, a gente se deitou na cama, peguei nos peitos dela e comecei a brincar com eles com meus dedos, colocar minha boca, mordiscar de leve, percorrendo todo o peito dela, descendo devagar até chegar numa buceta lisinha, sem pelos, com uns lábios fininhos. Coloquei meus dedos lá, abri devagar, vendo um rosa lindo, pus meus lábios ali e enfiei minha língua, começando a brincar com ela. Com os dedos, eu enfiava e tirava devagar no começo, depois rápido, até que ela começou a se contorcer de um lado pro outro, pedindo aos gritos pra eu meter. Continuei nessa brincadeira até sentir meus lábios molhados daquele néctar gostoso dos sucos da buceta. Ela gritou de novo, gozou duas vezes. Aí, tirei meus dedos e a boca, coloquei ela de jeito, abrindo bem as pernas, e pus meu pau bem duro na porta daquela buceta linda, que há muitos anos não era usada. Tava bem lubrificada, mas no começo custou a entrar, porque tava muito apertada. Devagar, enfiei uns 5 cm quando minha avó falou baixinho: "Devagar, por favor, tá doendo". Então fui trabalhando lentamente até que deve ter entrado uns três quartos do meu membro, começando a meter e tirar suave, enquanto os dois se moviam perfeitamente, até que ela gritou: "Meu bebê, gozei!" E gozou mesmo. Eu continuei metendo e tirando com meu corpo por cima dela, e senti que ela teve outro orgasmo. Ela colocou as mãos no meu peito, me afastou um pouco, e com um movimento habilidoso dessa mulher gostosa, eu fiquei por baixo e ela por cima, começando a cavalgar meu pauzão, que já tinha entrado inteiro. Ficou assim um tempão, entrando e saindo, até que eu falei: "Aqui vou eu". Gozei, e na mesma hora ela também. Era uma torrente de fluidos entre nós dois. Ela ficou imóvel um momento em cima de mim, me beijando, quando de novo começou com os movimentos de cavalgar, indo e vindo como uma verdadeira amazona. Gozou muitas vezes. Às vezes, ela ficou um tempão em cima de mim, depois se soltou, deitou de lado e disse: "Sou uma mulher multiorgásmica, meu gatinho lindo". Meu pau começou a acordar de novo, e eu mandei ela ficar de quatro, posição de cachorrinho. Comecei a brincar com meu pau na racha do cu, passando de leve também pela buceta, até enfiar o falo bem duro dentro dela, começando a meter e tirar de novo. Minha avó ficou doida ao sentir aquele membro tocando o ponto G dela, se contorcia e gritava pra eu continuar mais forte. Dava pra ouvir o barulho das minhas bolas batendo na bunda dela, até que ela gozou de novo num orgasmo do caralho. Eu continuava metendo e tirando, até que ela tirou o pau, pegou com as mãos e enfiou na boca dela, fazendo sinal pra eu gozar ali. E foi o que eu fiz: ela tomou até a última gota do meu leite. A gente se deitou e ficou assim um tempão, até irmos tomar banho. — Hoje a gente transa todo dia, os dois, e espero que continue assim por muito tempo ainda.
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