Falaê, amigos poringa boys
Antes de tudo, preciso agradecer pelos comentários e pontos no post anterior "a empregada do meu amigo". Agora vou contar como a história continuou.
Depois daquela tarde em casa com a Laura, continuei indo no negócio do meu amigo e, embora nem eu nem a Laura comentássemos nada do que tinha rolado, por pura dedução todo mundo no lugar desconfiava que na visita dela a gente tinha transado. Mas a real era outra. Depois de uns 2 ou 3 dias, não lembro direito, a gente combinou que ela viria me visitar em casa e, obviamente, nem preciso dizer que a ideia era se acabar na cama. Marcamos de nos encontrar no sábado à noite.
Umas onze da noite ela viria. Eu, lá pelas oito, já tava mais que livre. Comprei umas bebidas: vinho, cerveja, fernet, porque não sabia o que ela curtia. Quando perguntei o que ela bebia, ela disse que tava de boa com o que eu tivesse tomando. Comi alguma coisa e, sinceramente, tava ansioso pra pegar aquela bunda nas minhas mãos e pra ela me fazer outro boquete como o anterior, que tinha me deixado louco. Lá pelas nove, tomei um banho e, pra passar o tempo e porque tava calor, abri uma cerveja e fumei um cigarro. O relógio tava andando bem devagar (claro, por causa da ansiedade) e, sem perceber, já tinha tomado a garrafa de cerveja rapidinho. Decidi continuar bebendo, mas mais devagar, não queria estar bêbado antes dela chegar.
Onze horas da noite, bem pontual, bateram na porta. Era ela. Tava com um vestido vermelho colado no corpo que deixava a bunda linda, saltos não muito altos e o cabelo liso. Tava uma gostosa. Assim que entrou, já queria comer ela na hora, mas ia ser tão bruto assim? Dei uma taça pra ela e ofereci algo pra beber, perguntei se tinha jantado e ela disse que sim. Pediu pra eu servir cerveja, igual eu tava tomando. Sentamos num sofá de três lugares e conversamos por um tempo, entre uns beijos e umas carícias leves, porque a gente ainda tava batendo papo. Não tinha pressa, a noite toda era nossa. juntos e, de qualquer forma, no domingo também. tava bem quente, então as janelas estavam abertas pra circular o ar. ela com o vestido dela e eu de bermuda e camiseta. já tinham ido duas cervejas e uns cigarros quando a gente começou a deixar a conversa de lado e começou a se beijar. tentei não apressar ela pra não parecer desesperado. a gente se comia de boca, ela enfiava a língua até minha garganta enquanto passava a mão nas minhas costas. eu fazia o mesmo e, devagar, fui puxando o zíper do vestido até conseguir tirar. ali estava ela, só de uma tanguinha preta, daquelas com elástico só nas laterais, bem pequenininha atrás e na frente. ela tirou minha camiseta e começou a beijar meu pescoço. fui descendo e ela lambeu meus mamilos por um tempo até chegar na bermuda e desabotoar. ela pediu pra eu levantar, abaixou minha bermuda e minha cueca até os tornozelos e começou a chupar meu pau do mesmo jeito que uns dias atrás. a cada chupada, meu pau ficava mais duro. quando viu que não ia crescer mais, ela falou: — senta, gostoso. eu fiz o que ela pediu. ela se ajoelhou entre minhas pernas e começou a lamber minhas bolas e a me bater uma punheta. colocava elas na boca e brincava com a língua fazendo círculos. depois soltava e, com a ponta da língua, percorria desde as bolas até a ponta do meu pau. aí enfiava a cabeça na boca e passava a língua por ela enquanto, com uma mão, acariciava minhas bolas e, com a outra na base do meu pau, me batia uma. sem dúvida, ela era experiente em boquetes. mas eu queria ver se também era boa na cama. falei pra ela levantar porque não queria gozar sem comer ela de novo. nessa hora, ela disse: — que foi, não gostou? — claro que gostei, mas se continuar, você vai me fazer gozar e eu quero te comer. — você vai me comer, mas primeiro vai gozar na minha boca igual no outro dia, porque eu amei. ela colocou uma mão no meu peito, me empurrou pra trás sem me deixar escolha e continuou o trabalho excelente dela, cada vez com mais vontade. continuou por uns minutos e eu confessei que... Já não aguentava mais, me levantei e ela abriu a boca pra eu enfiar meu pau e dar toda a porra, e foi o que eu fiz, enchi aquela boca linda de porra, ela engoliu tudo, eu tava no céu de novo, ela pegou meu pau e limpou tudinho com a língua, depois se levantou e me disse:
— Gostou, gostoso?
— Adorei, linda, não sei onde aprendeu, mas você é a melhor chupadora do mundo
— Não é pra tanto, bobinho
A gente riu e sentou no sofá, ela deu um gole na cerveja, provavelmente pra enxaguar a boca, acendeu um cigarro e pediu pra eu trazer outra cerveja, claro que obedeci, servi ela e ficamos fumando um cigarro juntos abraçados, eu peladão e ela só de tanguinha, que eu não conseguia parar de olhar e já tava ficando excitado de novo. Terminamos o cigarro e começamos a nos beijar, peguei ela pela cintura e sentei ela de frente pra mim com as pernas abertas, segurava a bunda dela enquanto beijava e chupava aquele par de peitos pequenos mas com uns bicos deliciosos. Depois de um tempo, levantei e levei ela direto pra cama, ela perguntou:
— Aonde a gente vai?
— Pro meu quarto, quem vai trabalhar agora sou eu
— E você vai trabalhar de quê?
— De minerador
— De minerador?
— É, porque vou entrar numa caverna que precisa de muito serviço
A gente riu até chegar na cama e eu deitei ela, beijei um pouco os peitos dela e fui descendo até a tanguinha, passei a mão na buceta dela e tava literalmente encharcada, tirei a calcinha bem devagar e na minha frente ficou toda a buceta molhada, brilhava de tão molhada com a pouca luz que tinha e dava pra ver que não tinha um pelo pra atrapalhar o serviço. Aproximei a boca e beijei o clitóris dela, fazendo um barulhinho de chupada suave, ela suspirou fundo, tava mais que excitada, afastei os lábios dela com os dedos e passei a língua de baixo até o clitóris, sentia ela começar a respirar mais fundo, tava encharcada e a verdade é que tava uma delícia, lambi o clitóris dela por um tempo e depois comecei a penetrar ela com meu língua, ela pegou minha cabeça e me apertava contra aquela buceta gostosa, levantava a pélvis e eu sentia ela começando a gozar. Tentei lamber o cu dela, mas ela não deixou, voltei automaticamente pro clitóris e enfiei dois dedos, entraram como se nada fosse, percebi que dava pra colocar pelo menos mais um dedo de boa. Toquei o cu dela e notei que tava encharcado igual a pussy, isso me deixava louco. Continuei lambendo e comecei a enfiar um dedo no cu dela, mas quando senti ela reclamar, tirei. Lambia a pussy dela com a língua de baixo pra cima e ela se contorcia de prazer. Voltei pro clitóris e enfiei três dedos de uma vez na vagina dela, ela não parava de gozar e entre gemidos me disse pra parar porque ia gozar. Óbvio que não liguei e continuei o trabalho até sentir todos os fluidos dela entrarem na minha boca e escorrerem pra todo lado. Ela teve um orgasmo bem longo e eu nunca parei de lamber. Aquele suco e aquela pussy eram as coisas mais gostosas que eu já tinha provado nos meus 28 anos, uma mina de 19 que me deixava louco. Correção, me deixa louco. Depois disso, subo, beijo ela, e a única coisa que ela disse foi: - Filho da puta, você me fez gozar. Falei que era a ideia, e ela disse: - Você é o primeiro que me faz gozar chupando minha pussy. - Haha, sempre tem uma primeira vez. Ela olhou pra minha piroca e tava dura pra caralho, ela ficou de quatro e começou a chupar de novo. Em dois segundos já tava me esporrando como já tinha feito antes. Enquanto isso, eu batia uma punheta pra ela com meus dedos, mas dessa vez ela não falou nada quando enfiei algum no cu dela. Levantei e só falei pra ela ficar como tava, de quatro. Me ajoelhei por trás e apoiei a cabeça da piroca na entrada da pussy dela. - Coloca devagar. - Beleza, gostosa. Devagar, a pussy foi engolindo minha piroca, eu tinha aquele cu na minha frente e já queria comer ele, mas decidi continuar pela pussy, a oportunidade ia aparecer. Bombeava cada vez mais rápido e ela só pedia mais: "Mais forte, mais forte". Meti com tudo até sentir que ela gozou de novo, gritou como nunca. Ouviu, ela usou a palavra: buceta encharcada, e meu pau duríssimo, tinha que continuar. Ela ficou parada uns segundos e me disse pra eu deitar.
— Adoro como você me come, gostoso.
— A gente tem todo o tempo que quiser, a noite inteira e amanhã também.
— Se você for assim, não vou mais embora. Deita, lindo.
Ela montou no meu pau e começou a se mexer como a melhor puta, subia e descia devagar, deixava o pau quase fora da buceta e fazia movimentos circulares pra depois enfiar de uma vez. Foi aumentando a velocidade até que eu disse que não aguentava mais e que já ia gozar. Ela disse que também. Eu segurava ela pela bunda e nós dois nos entregamos com tudo até eu encher a buceta dela com meu leite. Os fluidos dela e os meus escorriam da buceta, e ficamos todos melados. Demos um beijo longo, e ela se jogou de lado na cama, exausta. E eu, exausto também. Me levantei, peguei na mão dela e fomos pro banheiro. Abri o chuveiro e tomamos um banho relaxante juntos, enquanto os beijos e carícias continuavam.
A noite seguiu, mas já conto mais pra frente.
Espero que tenham gostado. Obrigado a todos por passarem aqui.
Antes de tudo, preciso agradecer pelos comentários e pontos no post anterior "a empregada do meu amigo". Agora vou contar como a história continuou.
Depois daquela tarde em casa com a Laura, continuei indo no negócio do meu amigo e, embora nem eu nem a Laura comentássemos nada do que tinha rolado, por pura dedução todo mundo no lugar desconfiava que na visita dela a gente tinha transado. Mas a real era outra. Depois de uns 2 ou 3 dias, não lembro direito, a gente combinou que ela viria me visitar em casa e, obviamente, nem preciso dizer que a ideia era se acabar na cama. Marcamos de nos encontrar no sábado à noite.
Umas onze da noite ela viria. Eu, lá pelas oito, já tava mais que livre. Comprei umas bebidas: vinho, cerveja, fernet, porque não sabia o que ela curtia. Quando perguntei o que ela bebia, ela disse que tava de boa com o que eu tivesse tomando. Comi alguma coisa e, sinceramente, tava ansioso pra pegar aquela bunda nas minhas mãos e pra ela me fazer outro boquete como o anterior, que tinha me deixado louco. Lá pelas nove, tomei um banho e, pra passar o tempo e porque tava calor, abri uma cerveja e fumei um cigarro. O relógio tava andando bem devagar (claro, por causa da ansiedade) e, sem perceber, já tinha tomado a garrafa de cerveja rapidinho. Decidi continuar bebendo, mas mais devagar, não queria estar bêbado antes dela chegar.
Onze horas da noite, bem pontual, bateram na porta. Era ela. Tava com um vestido vermelho colado no corpo que deixava a bunda linda, saltos não muito altos e o cabelo liso. Tava uma gostosa. Assim que entrou, já queria comer ela na hora, mas ia ser tão bruto assim? Dei uma taça pra ela e ofereci algo pra beber, perguntei se tinha jantado e ela disse que sim. Pediu pra eu servir cerveja, igual eu tava tomando. Sentamos num sofá de três lugares e conversamos por um tempo, entre uns beijos e umas carícias leves, porque a gente ainda tava batendo papo. Não tinha pressa, a noite toda era nossa. juntos e, de qualquer forma, no domingo também. tava bem quente, então as janelas estavam abertas pra circular o ar. ela com o vestido dela e eu de bermuda e camiseta. já tinham ido duas cervejas e uns cigarros quando a gente começou a deixar a conversa de lado e começou a se beijar. tentei não apressar ela pra não parecer desesperado. a gente se comia de boca, ela enfiava a língua até minha garganta enquanto passava a mão nas minhas costas. eu fazia o mesmo e, devagar, fui puxando o zíper do vestido até conseguir tirar. ali estava ela, só de uma tanguinha preta, daquelas com elástico só nas laterais, bem pequenininha atrás e na frente. ela tirou minha camiseta e começou a beijar meu pescoço. fui descendo e ela lambeu meus mamilos por um tempo até chegar na bermuda e desabotoar. ela pediu pra eu levantar, abaixou minha bermuda e minha cueca até os tornozelos e começou a chupar meu pau do mesmo jeito que uns dias atrás. a cada chupada, meu pau ficava mais duro. quando viu que não ia crescer mais, ela falou: — senta, gostoso. eu fiz o que ela pediu. ela se ajoelhou entre minhas pernas e começou a lamber minhas bolas e a me bater uma punheta. colocava elas na boca e brincava com a língua fazendo círculos. depois soltava e, com a ponta da língua, percorria desde as bolas até a ponta do meu pau. aí enfiava a cabeça na boca e passava a língua por ela enquanto, com uma mão, acariciava minhas bolas e, com a outra na base do meu pau, me batia uma. sem dúvida, ela era experiente em boquetes. mas eu queria ver se também era boa na cama. falei pra ela levantar porque não queria gozar sem comer ela de novo. nessa hora, ela disse: — que foi, não gostou? — claro que gostei, mas se continuar, você vai me fazer gozar e eu quero te comer. — você vai me comer, mas primeiro vai gozar na minha boca igual no outro dia, porque eu amei. ela colocou uma mão no meu peito, me empurrou pra trás sem me deixar escolha e continuou o trabalho excelente dela, cada vez com mais vontade. continuou por uns minutos e eu confessei que... Já não aguentava mais, me levantei e ela abriu a boca pra eu enfiar meu pau e dar toda a porra, e foi o que eu fiz, enchi aquela boca linda de porra, ela engoliu tudo, eu tava no céu de novo, ela pegou meu pau e limpou tudinho com a língua, depois se levantou e me disse:
— Gostou, gostoso?
— Adorei, linda, não sei onde aprendeu, mas você é a melhor chupadora do mundo
— Não é pra tanto, bobinho
A gente riu e sentou no sofá, ela deu um gole na cerveja, provavelmente pra enxaguar a boca, acendeu um cigarro e pediu pra eu trazer outra cerveja, claro que obedeci, servi ela e ficamos fumando um cigarro juntos abraçados, eu peladão e ela só de tanguinha, que eu não conseguia parar de olhar e já tava ficando excitado de novo. Terminamos o cigarro e começamos a nos beijar, peguei ela pela cintura e sentei ela de frente pra mim com as pernas abertas, segurava a bunda dela enquanto beijava e chupava aquele par de peitos pequenos mas com uns bicos deliciosos. Depois de um tempo, levantei e levei ela direto pra cama, ela perguntou:
— Aonde a gente vai?
— Pro meu quarto, quem vai trabalhar agora sou eu
— E você vai trabalhar de quê?
— De minerador
— De minerador?
— É, porque vou entrar numa caverna que precisa de muito serviço
A gente riu até chegar na cama e eu deitei ela, beijei um pouco os peitos dela e fui descendo até a tanguinha, passei a mão na buceta dela e tava literalmente encharcada, tirei a calcinha bem devagar e na minha frente ficou toda a buceta molhada, brilhava de tão molhada com a pouca luz que tinha e dava pra ver que não tinha um pelo pra atrapalhar o serviço. Aproximei a boca e beijei o clitóris dela, fazendo um barulhinho de chupada suave, ela suspirou fundo, tava mais que excitada, afastei os lábios dela com os dedos e passei a língua de baixo até o clitóris, sentia ela começar a respirar mais fundo, tava encharcada e a verdade é que tava uma delícia, lambi o clitóris dela por um tempo e depois comecei a penetrar ela com meu língua, ela pegou minha cabeça e me apertava contra aquela buceta gostosa, levantava a pélvis e eu sentia ela começando a gozar. Tentei lamber o cu dela, mas ela não deixou, voltei automaticamente pro clitóris e enfiei dois dedos, entraram como se nada fosse, percebi que dava pra colocar pelo menos mais um dedo de boa. Toquei o cu dela e notei que tava encharcado igual a pussy, isso me deixava louco. Continuei lambendo e comecei a enfiar um dedo no cu dela, mas quando senti ela reclamar, tirei. Lambia a pussy dela com a língua de baixo pra cima e ela se contorcia de prazer. Voltei pro clitóris e enfiei três dedos de uma vez na vagina dela, ela não parava de gozar e entre gemidos me disse pra parar porque ia gozar. Óbvio que não liguei e continuei o trabalho até sentir todos os fluidos dela entrarem na minha boca e escorrerem pra todo lado. Ela teve um orgasmo bem longo e eu nunca parei de lamber. Aquele suco e aquela pussy eram as coisas mais gostosas que eu já tinha provado nos meus 28 anos, uma mina de 19 que me deixava louco. Correção, me deixa louco. Depois disso, subo, beijo ela, e a única coisa que ela disse foi: - Filho da puta, você me fez gozar. Falei que era a ideia, e ela disse: - Você é o primeiro que me faz gozar chupando minha pussy. - Haha, sempre tem uma primeira vez. Ela olhou pra minha piroca e tava dura pra caralho, ela ficou de quatro e começou a chupar de novo. Em dois segundos já tava me esporrando como já tinha feito antes. Enquanto isso, eu batia uma punheta pra ela com meus dedos, mas dessa vez ela não falou nada quando enfiei algum no cu dela. Levantei e só falei pra ela ficar como tava, de quatro. Me ajoelhei por trás e apoiei a cabeça da piroca na entrada da pussy dela. - Coloca devagar. - Beleza, gostosa. Devagar, a pussy foi engolindo minha piroca, eu tinha aquele cu na minha frente e já queria comer ele, mas decidi continuar pela pussy, a oportunidade ia aparecer. Bombeava cada vez mais rápido e ela só pedia mais: "Mais forte, mais forte". Meti com tudo até sentir que ela gozou de novo, gritou como nunca. Ouviu, ela usou a palavra: buceta encharcada, e meu pau duríssimo, tinha que continuar. Ela ficou parada uns segundos e me disse pra eu deitar.
— Adoro como você me come, gostoso.
— A gente tem todo o tempo que quiser, a noite inteira e amanhã também.
— Se você for assim, não vou mais embora. Deita, lindo.
Ela montou no meu pau e começou a se mexer como a melhor puta, subia e descia devagar, deixava o pau quase fora da buceta e fazia movimentos circulares pra depois enfiar de uma vez. Foi aumentando a velocidade até que eu disse que não aguentava mais e que já ia gozar. Ela disse que também. Eu segurava ela pela bunda e nós dois nos entregamos com tudo até eu encher a buceta dela com meu leite. Os fluidos dela e os meus escorriam da buceta, e ficamos todos melados. Demos um beijo longo, e ela se jogou de lado na cama, exausta. E eu, exausto também. Me levantei, peguei na mão dela e fomos pro banheiro. Abri o chuveiro e tomamos um banho relaxante juntos, enquanto os beijos e carícias continuavam.
A noite seguiu, mas já conto mais pra frente.
Espero que tenham gostado. Obrigado a todos por passarem aqui.
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