Fala galera, tô aqui com mais um relato, espero que vocês curtam tanto quanto os anteriores.
Um dia no meu trampo, meu parceiro e comparsa nas putarias me pede um favor:
Juan: — Mano, preciso de um puta favor, vou te agradecer pra caralho se fizer.
Eu: — Olha, por enquanto não tô a fim de arrebentar teu cu, hahahaha!!!
Juan: — Não, idiota, tô falando sério!!!
Eu: — Ué, véi, então fala logo?
Juan: — Neguinho, minha sobrinha vem estudar em Buenos Aires e vai usar um endereço daqui, e não pensei em outro senão você?
Eu: — Sim, mano, sem problema, depois me passa os dados, se vier alguém perguntar, aviso a bruxa pra dizer que mora aqui, mas que saiu pra comprar algo...
Juan: — Valeu, véi!!! Tô te devendo uma...
Eu: — Valeu nada, cara!!! Se tua sobrinha for gostosa, vou dar uns amassos e comer ela...
Ele me encarou, riu e a gente foi trabalhar como sempre, nunca perguntei idade, estado civil, se tinha um corpão, nada... O tempo passou e ela veio fazer uns tramites, mas não peguei ela, fiquei na vontade de conhecer. Uns quatro ou cinco meses depois, ela voltou pra ficar mais um tempo. A verdade é que eu já tinha feito um filme na cabeça: mina de 18 anos, peitinhos não muito pequenos e uma bunda redondinha...
Vou contar onde trampo: meu parceiro também faz o papel de vigia, já que é um depósito grande, e ofereceram um quarto pra ele, que topou pra economizar aluguel, tendo menos gastos. No meio, tá cheio de caixas empilhadas tão alto que mal dá pra ver a cabeça (só os cabelos) e corredores entre as pilhas (já vão sacar por que tô descrevendo isso).
Um dia, chega um pedido grande e a gente tem que montar num setor perto do quarto onde ele dorme. Foi aí que encontrei ela (a sobrinha). Eu não sabia que ela tinha vindo, nem que tava ficando na casa do tio pra economizar hospedagem (o filha da puta do meu parceiro não me falou nada). Quando olhei pra ela, nada a ver com o que eu tava imaginando:
Sobrinha: — Oi!!! Sou Rosa, a sobrinha do... Juan... (dava pra ver que minha cara de punheteiro era muito óbvia, porque ela começou a rir na hora)
Eu: — O-o-o-olá!!! Sou o Ricky, o sócio do seu tio...
Sobrinha: — Sim, já percebi, pelas suas risadas, já me falaram de você...
Eu: — Uffff, bem ou mal???
Sobrinha: — Nããão!!!! Bem, bem —
A gente começou a falar besteira e continuou trabalhando, não atrasamos o prazo e pediram pra eu vir mais tempo, então comecei a ir aos sábados, que não era meu dia. Nesse dia, como éramos menos gente trabalhando, a sobrinha me perguntou se eu não podia dar uma mão, que ela tava entediada. Claro que eu disse que sim. Tomávamos mate, fazíamos piadas de duplo sentido. Enquanto os dias passavam, ela cuidava dos trâmites dela de manhã e à tarde dava uma força. Até que um dia fiquei mais tarde do que devia, os outros tinham ido embora e meu parceiro foi comprar comida. Foi aí que, no meio das caixas, aproveitei e joguei todo meu arsenal. Com a desculpa do mate, a gente conversou até que num momento ficamos cara a cara. Ela me olhou, eu olhei pra ela, sem pensar dei um beijo e ela correspondeu. Eu me aproximei dela.
Rosa: — A gente tá fazendo errado, eu sou a sobrinha do seu amigo e você tá no seu trabalho...
Eu: — Desde que te vi, você me virou a cabeça e agora não quero parar, nem vou parar...
Ela tava com uma camiseta de manga longa, uma legging cinza e tênis. Eu fui direto, meti a mão na bunda dela, beijei o pescoço, puxei a legging pra baixo. Ela começou a desabotoar meu cinto, calça, cueca e a abaixar tudo. Agarrou minha rola enquanto eu enfiava os dedos na buceta dela.
Eu: — Vira, quero te comer agora!!!
Rosa: — Sim, papai!!! Você me deixou com muito tesão, quer que eu chupe ela??
Ela não virou e, se ajoelhando na minha frente, agarrou minha rola como uma louca, bateu uma punheta forte enquanto chupava o tronco e as bolas.
Rosa: — Mmmmm, Ricky, que rola gostosa você tem... mmmmm.
Eu: — Adoro como você chupa, docinho, você é bem experiente. Rosa:.-Mmmm, não, meu amor, meu marido não gosta que eu chupe ele, e com você eu queria matar a vontade...-.
Eu:.-Uhhhhh!!! Mata a vontade quantas vezes quiser, mamãe!!!-.
Ela continuou me punhetando e chupando a pica, não aguentei mais, gozei sem falar nada, só consegui dizer "vai vir...... ahhhhhhhhhhhhh" e ela se surpreendeu porque espirrou na cara toda, na boca, no cabelo, mas não se assustou, ela continuou chupando até sair a última gota "mmmmmm que porra gostosa, bebê..... mmm adoro" ela dizia enquanto esfregava minha pica mole no rosto dela, passava os dedos no rosto pegando o leitinho e colocando na boca como se nada, eu guardei o menino dentro da calça, me arrumei, mandei ela parar, virei ela, abaixei a legging, a calcinha, encostei ela na pia com as pernas abertas, começando a chupar a buceta dela, o cu, enfiando os dedos dentro dela e fazendo ela gozar,
Rosa:.-Sim, sim, Ricky, chupa assim, enfia os dedos, sim, sim, uuuuuuhhh, adoro, adoro-.
Eu:.-Ahhh!!! Gosta, putinha, no final você é bem putinha!!!! Seu marido não faz isso em você...-.
Rosa:.-Não, o idiota diz que não gosta do cheiro-.
Eu:.-Meu amor, você tem um cheiro lindo de buceta doce...-.(enquanto eu continuava serrando a buceta dela com os dedos e chupando o clitóris pra caralho)
Rosa:.-Ai, Ricky, me faz gozar, sim, sim, vai, docinho, sim, sim, sim, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!-.
Gozando assim e enchendo minha cara toda do suco dela, foi quando ouvi a voz do meu colega... "Rosa, Rosa, você está aí?????" ela respondeu que "sim, já vou" enquanto eu me enfiava no banheiro fingindo passar mal, depois fui embora, aí começamos a sair como namorados (ela sabia da minha situação e eu da dela, mas ela dizia o que acontece em Buenos Aires fica em Buenos Aires), a gente dava beijinhos, saía ao meio-dia pra comer juntos e depois do trabalho eu ficava por perto e a gente se pegava um tempo. depois voltava pra casa e pegava minha esposa no flagra trepando, ela toda molhada claro. na semana juntei uma grana e levei ela num hotel, paguei o quarto e pegamos um no sétimo andar. fomos pro elevador e foi ali que, como uma desesperada, ela baixou minha calça e cueca e começou a chupar minha pica como se fosse a última vez, engolia tudo até engasgar e batia uma forte pra mim.
Eu: — Meu amor!!! precisa disso agora? já vamos chegar no quarto...
Rosa: — Ah!! não seja chato, não corta minha inspiração...
Chegamos, abri a porta e fechei. ela me pegou pela mão e me jogou na cama. como eu já tava meio desabotoado e com a cueca pra baixo, ela tirou tudo e continuou me chupando.
Rosa: — Que pica gostosa, Ricky, adoro...
Eu: — Se continuar chupando assim, vou gozar, docinho!!
Rosa: — Não, não, não, para, para. quero que me coma, quero sentir essa pica linda.
Ela rapidinho baixou a legging e a calcinha fio dental sem tirar a parte de cima, virou de costas pra mim e sentou de uma vez em cima da minha pica.
Rosa: — Aii, que gostoso, shhhhh...
Eu: — Uff, mamãe!!! calma que vai quebrar ela...
(ela virou a cabeça e disse)
Rosa: — Ai, papai, ai, sim, sim, sim, ainda nem comecei, vou te destruir, meu amor!!!
E continuou cavalgando com muita raiva e gritando pra caralho, "me come com tudo", que seria minha puta pra sempre, até que vi ela ficar paradinha e senti os jatos da gozada dela batendo e molhando minha pica. aí eu aproveitei, agarrei as bundas dela e de uma vez levantamos grudados igual cachorro no cio, fiz ela apoiar os braços no sofá de dois lugares que tinha, ficamos os dois de pé, e comecei a me mexer rápido, dando pirocada até matar ela.
Rosa: — Ricky, para, para, meu amor, tá me matando, não quero mais gozar, minhas pernas tão bambas, por favor, Ricky.
(eu já tava todo empolgado)
Eu: — Então ia me destruir, puta? vou deixar sua buceta toda ardida...
Rosa: — Sim, Ricky, sim, me arrebenta toda. usa a palavra: buceta, sim, sim, sim, aaagghhhhrrrrrr!!!!!-.
E senti de novo aqueles chicotadas no meu pau, continuei comendo ela, mas agora de quatro, porque como ela disse, as pernas dela bambearam e ela não aguentava mais de pé.
Eu:.- amor, tô sentindo que vou gozar, onde você quer meu gozo, gostosa???-.
Rosa:.- Me come, me come, Ricky, me dá, me dá forte...-.
Eu:.- Ah sim!!, então quer forte, vou te dar, vagabunda...toma, toma, toma, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!-.
e joguei todo meu gozo dentro daquela buceta bem apertada, foram uns chicotadas lindos e longos.
Rosa:.- Ai meu amor, tô sentindo seu gozo me enchendo, uuuuuuuuhhhhhhh, aghhhhhhhh!!!-.
sentindo de novo os chicotadas do gozo dela, ela desabou pra frente, ficando largada no sofá, e eu me joguei pra trás, morto na cama....
Continua.
Um dia no meu trampo, meu parceiro e comparsa nas putarias me pede um favor:
Juan: — Mano, preciso de um puta favor, vou te agradecer pra caralho se fizer.
Eu: — Olha, por enquanto não tô a fim de arrebentar teu cu, hahahaha!!!
Juan: — Não, idiota, tô falando sério!!!
Eu: — Ué, véi, então fala logo?
Juan: — Neguinho, minha sobrinha vem estudar em Buenos Aires e vai usar um endereço daqui, e não pensei em outro senão você?
Eu: — Sim, mano, sem problema, depois me passa os dados, se vier alguém perguntar, aviso a bruxa pra dizer que mora aqui, mas que saiu pra comprar algo...
Juan: — Valeu, véi!!! Tô te devendo uma...
Eu: — Valeu nada, cara!!! Se tua sobrinha for gostosa, vou dar uns amassos e comer ela...
Ele me encarou, riu e a gente foi trabalhar como sempre, nunca perguntei idade, estado civil, se tinha um corpão, nada... O tempo passou e ela veio fazer uns tramites, mas não peguei ela, fiquei na vontade de conhecer. Uns quatro ou cinco meses depois, ela voltou pra ficar mais um tempo. A verdade é que eu já tinha feito um filme na cabeça: mina de 18 anos, peitinhos não muito pequenos e uma bunda redondinha...
Vou contar onde trampo: meu parceiro também faz o papel de vigia, já que é um depósito grande, e ofereceram um quarto pra ele, que topou pra economizar aluguel, tendo menos gastos. No meio, tá cheio de caixas empilhadas tão alto que mal dá pra ver a cabeça (só os cabelos) e corredores entre as pilhas (já vão sacar por que tô descrevendo isso).
Um dia, chega um pedido grande e a gente tem que montar num setor perto do quarto onde ele dorme. Foi aí que encontrei ela (a sobrinha). Eu não sabia que ela tinha vindo, nem que tava ficando na casa do tio pra economizar hospedagem (o filha da puta do meu parceiro não me falou nada). Quando olhei pra ela, nada a ver com o que eu tava imaginando:
Sobrinha: — Oi!!! Sou Rosa, a sobrinha do... Juan... (dava pra ver que minha cara de punheteiro era muito óbvia, porque ela começou a rir na hora)
Eu: — O-o-o-olá!!! Sou o Ricky, o sócio do seu tio...
Sobrinha: — Sim, já percebi, pelas suas risadas, já me falaram de você...
Eu: — Uffff, bem ou mal???
Sobrinha: — Nããão!!!! Bem, bem —
A gente começou a falar besteira e continuou trabalhando, não atrasamos o prazo e pediram pra eu vir mais tempo, então comecei a ir aos sábados, que não era meu dia. Nesse dia, como éramos menos gente trabalhando, a sobrinha me perguntou se eu não podia dar uma mão, que ela tava entediada. Claro que eu disse que sim. Tomávamos mate, fazíamos piadas de duplo sentido. Enquanto os dias passavam, ela cuidava dos trâmites dela de manhã e à tarde dava uma força. Até que um dia fiquei mais tarde do que devia, os outros tinham ido embora e meu parceiro foi comprar comida. Foi aí que, no meio das caixas, aproveitei e joguei todo meu arsenal. Com a desculpa do mate, a gente conversou até que num momento ficamos cara a cara. Ela me olhou, eu olhei pra ela, sem pensar dei um beijo e ela correspondeu. Eu me aproximei dela.
Rosa: — A gente tá fazendo errado, eu sou a sobrinha do seu amigo e você tá no seu trabalho...
Eu: — Desde que te vi, você me virou a cabeça e agora não quero parar, nem vou parar...
Ela tava com uma camiseta de manga longa, uma legging cinza e tênis. Eu fui direto, meti a mão na bunda dela, beijei o pescoço, puxei a legging pra baixo. Ela começou a desabotoar meu cinto, calça, cueca e a abaixar tudo. Agarrou minha rola enquanto eu enfiava os dedos na buceta dela.
Eu: — Vira, quero te comer agora!!!
Rosa: — Sim, papai!!! Você me deixou com muito tesão, quer que eu chupe ela??
Ela não virou e, se ajoelhando na minha frente, agarrou minha rola como uma louca, bateu uma punheta forte enquanto chupava o tronco e as bolas.
Rosa: — Mmmmm, Ricky, que rola gostosa você tem... mmmmm.
Eu: — Adoro como você chupa, docinho, você é bem experiente. Rosa:.-Mmmm, não, meu amor, meu marido não gosta que eu chupe ele, e com você eu queria matar a vontade...-.
Eu:.-Uhhhhh!!! Mata a vontade quantas vezes quiser, mamãe!!!-.
Ela continuou me punhetando e chupando a pica, não aguentei mais, gozei sem falar nada, só consegui dizer "vai vir...... ahhhhhhhhhhhhh" e ela se surpreendeu porque espirrou na cara toda, na boca, no cabelo, mas não se assustou, ela continuou chupando até sair a última gota "mmmmmm que porra gostosa, bebê..... mmm adoro" ela dizia enquanto esfregava minha pica mole no rosto dela, passava os dedos no rosto pegando o leitinho e colocando na boca como se nada, eu guardei o menino dentro da calça, me arrumei, mandei ela parar, virei ela, abaixei a legging, a calcinha, encostei ela na pia com as pernas abertas, começando a chupar a buceta dela, o cu, enfiando os dedos dentro dela e fazendo ela gozar,
Rosa:.-Sim, sim, Ricky, chupa assim, enfia os dedos, sim, sim, uuuuuuhhh, adoro, adoro-.
Eu:.-Ahhh!!! Gosta, putinha, no final você é bem putinha!!!! Seu marido não faz isso em você...-.
Rosa:.-Não, o idiota diz que não gosta do cheiro-.
Eu:.-Meu amor, você tem um cheiro lindo de buceta doce...-.(enquanto eu continuava serrando a buceta dela com os dedos e chupando o clitóris pra caralho)
Rosa:.-Ai, Ricky, me faz gozar, sim, sim, vai, docinho, sim, sim, sim, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!-.
Gozando assim e enchendo minha cara toda do suco dela, foi quando ouvi a voz do meu colega... "Rosa, Rosa, você está aí?????" ela respondeu que "sim, já vou" enquanto eu me enfiava no banheiro fingindo passar mal, depois fui embora, aí começamos a sair como namorados (ela sabia da minha situação e eu da dela, mas ela dizia o que acontece em Buenos Aires fica em Buenos Aires), a gente dava beijinhos, saía ao meio-dia pra comer juntos e depois do trabalho eu ficava por perto e a gente se pegava um tempo. depois voltava pra casa e pegava minha esposa no flagra trepando, ela toda molhada claro. na semana juntei uma grana e levei ela num hotel, paguei o quarto e pegamos um no sétimo andar. fomos pro elevador e foi ali que, como uma desesperada, ela baixou minha calça e cueca e começou a chupar minha pica como se fosse a última vez, engolia tudo até engasgar e batia uma forte pra mim.
Eu: — Meu amor!!! precisa disso agora? já vamos chegar no quarto...
Rosa: — Ah!! não seja chato, não corta minha inspiração...
Chegamos, abri a porta e fechei. ela me pegou pela mão e me jogou na cama. como eu já tava meio desabotoado e com a cueca pra baixo, ela tirou tudo e continuou me chupando.
Rosa: — Que pica gostosa, Ricky, adoro...
Eu: — Se continuar chupando assim, vou gozar, docinho!!
Rosa: — Não, não, não, para, para. quero que me coma, quero sentir essa pica linda.
Ela rapidinho baixou a legging e a calcinha fio dental sem tirar a parte de cima, virou de costas pra mim e sentou de uma vez em cima da minha pica.
Rosa: — Aii, que gostoso, shhhhh...
Eu: — Uff, mamãe!!! calma que vai quebrar ela...
(ela virou a cabeça e disse)
Rosa: — Ai, papai, ai, sim, sim, sim, ainda nem comecei, vou te destruir, meu amor!!!
E continuou cavalgando com muita raiva e gritando pra caralho, "me come com tudo", que seria minha puta pra sempre, até que vi ela ficar paradinha e senti os jatos da gozada dela batendo e molhando minha pica. aí eu aproveitei, agarrei as bundas dela e de uma vez levantamos grudados igual cachorro no cio, fiz ela apoiar os braços no sofá de dois lugares que tinha, ficamos os dois de pé, e comecei a me mexer rápido, dando pirocada até matar ela.
Rosa: — Ricky, para, para, meu amor, tá me matando, não quero mais gozar, minhas pernas tão bambas, por favor, Ricky.
(eu já tava todo empolgado)
Eu: — Então ia me destruir, puta? vou deixar sua buceta toda ardida...
Rosa: — Sim, Ricky, sim, me arrebenta toda. usa a palavra: buceta, sim, sim, sim, aaagghhhhrrrrrr!!!!!-.
E senti de novo aqueles chicotadas no meu pau, continuei comendo ela, mas agora de quatro, porque como ela disse, as pernas dela bambearam e ela não aguentava mais de pé.
Eu:.- amor, tô sentindo que vou gozar, onde você quer meu gozo, gostosa???-.
Rosa:.- Me come, me come, Ricky, me dá, me dá forte...-.
Eu:.- Ah sim!!, então quer forte, vou te dar, vagabunda...toma, toma, toma, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!-.
e joguei todo meu gozo dentro daquela buceta bem apertada, foram uns chicotadas lindos e longos.
Rosa:.- Ai meu amor, tô sentindo seu gozo me enchendo, uuuuuuuuhhhhhhh, aghhhhhhhh!!!-.
sentindo de novo os chicotadas do gozo dela, ela desabou pra frente, ficando largada no sofá, e eu me joguei pra trás, morto na cama....
Continua.
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