Descobrindo com minha prima (2 de 6)

Esta é a continuação do meu primeiro relato, o segundo encontro.

Já estava voltando de deixar minha prima em casa e, um dia depois, lembrava de tudo que eu e Fanny fizemos, com vontade de saber dela de novo, que se repetisse. Liguei pra ela, mas não atendeu. O dia inteiro não soube dela. E assim se passaram três dias sem notícias. Eu queria repetir aquilo, até que vejo ela entrar no WhatsApp.

- Oi Fanny, como você tá?
- Tô bem, vendo as coisas da faculdade.
- Ah, que bom. É que você não aparecia nem no celular nem no Facebook.
- É que perdi meu celular também. Já imagino como você passou esses dias.
- Sim, pensando em você, no tesão que foi sua formatura.
- Ah, Fer, e aí, quer me comer de novo?
- E você, não?
- A verdade é que sim. Essas noites fiquei brincando com meus dedinhos, mas sinto falta do seu pau na minha buceta.
- Vamos repetir?
- Bom, no fim de semana é a primeira comunhão da Lupita, vai ser na casa de campo. Eu conheço um lugar por perto.
- Mas você não acha que vão nos descobrir?
- Ah, não. Eu sempre sumo por lá quando a gente vai.
- Ok, então tá...

Chegou o dia da festa. Cheguei junto com minha família, procurando por ela, mas não encontrei. Só estavam a mãe dela e a irmã Perla.

Perla tem 24 anos. Quando a vi, imaginei quantas coisas faria com ela. Perla é mais alta que Fanny, cabelo longo castanho, umas pernas bem torneadas, uns peitões grandes. Um pouco descuidada da cintura porque é mãe, mas ainda assim é uma mulher linda.

Sentei com ela e conversei um bom tempo.
- Oi Perla, como você tá linda hoje.
- Oi, obrigada, Fer. E você, como vai?
- Bem, Perla. Fanny não veio?
- Daqui a meia hora ela chega, vai vir com seu tio Sérgio.
- Ah, ok.
- E aí? Onde você levou a Fanny na formatura dela? Porque ela chegou muito sorridente.
- (Fiquei na dúvida, será que ela sabe o que rolou?) Ah, fomos nas micheladas das galerias, ficamos dançando e bebendo. Depois fomos pra minha casa e ela dormiu lá.
- Ok, Fer.

Fanny chegou, cumprimentando todo mundo. No final, todo mundo se cumprimentou, e eu também me apresentei.
- Oi, primo, como você tá?
- Tô bem, Fanny, só um pouco desesperado.
- Bom, primeiro a gente come e depois vaza, sim? É que tô com muita fome.
- Eu também, vamos.

Eu e ela sentamos, ela do meu lado. Debaixo da toalha da mesa, sinto uma mão me tocando por cima da calça. Sentia como eu ficava duro, ela me agarrava como se estivesse me masturbando. Eu também quis fazer a minha parte. Com minha mão, coloquei por cima da bucetinha dela — sorte que ela tava de minissaia. Passei os dedos na calcinha fio dental, comecei com carícias leves no clitóris dela. Dava pra ver na cara dela o prazer que eu tava causando. Nisso, a Perla vem vindo. Rapidinho a gente se ajeitou e continuou comendo...

Acabamos, demos um jeito de escapar e fomos pra aquele lugar. Atravessamos um rio e encontramos uma casinha na árvore, isolada da cabana.
- Aqui cê tem certeza que ninguém vai aparecer?
- Fica tranquilo, pai. Venho aqui há 6 anos e ninguém nunca me seguiu ou pegou.

Ela começou a me beijar, me sentou numa cadeira, subiu em cima das minhas pernas, de frente um pro outro, se beijando. Consegui tirar a camiseta dela — era uma camiseta de futebol mexicano. Vi que ela não tava de sutiã.
- Hummm, que delícia.
- Tava com saudades delas?
- Sim, do jeito que eu sonhava.

Eu apertava, lambia, com a língua desenhava o contorno dos peitos dela. Ela soltava uns gemidinhos baixos. Tirei a calcinha fio dental dela, ela se levantou, tirou minha calça e minha cueca, e sentou em cima de mim. Devagarzinho, ela foi enfiando no meu pau. Subia e descia, sentia as bundas dela quicando nas minhas pernas. Os gemidos dela aumentavam cada vez mais.
- Aaaah, céus, me fode, me fode, me mata, cachorro.
- Haaaay, Fanny, você é a melhor.

Nisso, vejo um flash. Viro.
- Era assim que eu queria ver vocês.
- Irmã, pelo amor, não conta pra ninguém.
- Já desconfiava, segui vocês e olha que surpresa. E claro que a família vai ficar sabendo.
- Perla, imagina o que vão falar da gente. Pelo amor, não conta pra ninguém, a gente não vai fazer mais.
- Isso vocês deviam ter pensado antes.
- Pois é, mas a vontade falou mais alto. Sentir isso é mais forte que a gente, sim. Querem que a gente faça tudo que vocês pedirem?
– Mmmm, pode ser. Tenho várias dívidas. Tá bom, mas só o que eu pedir.
– Sim, o que você pedir, irmã.
– Bom, primeiro se vistam. Espero vocês no balanço do lado da cabana.
– Tá bom, Perla.

Ela foi, a gente se vestiu e fomos.
– O que sua irmã vai fazer com a gente?
– Não sei, tô com medo.
– Calma, tudo vai dar certo.
– Bom, vamos.
– Sim, vamos.

Chegamos na Perla.
– Oi, par de taradas.
– Oi, Perla. Como a gente vai pagar?
– Até eu recuperar e pagar todas as minhas dívidas, vocês vão ficar livres, ok?
– Sim. E quanto você deve?
– 10.000 pesos.
– Quanto tenho que te dar por semana ou como vão ser os pagamentos?
– Dinheiro vocês não têm. E não é só você que vai pagar, não. Você também, Fanny.
– Sim, irmã. O que a gente vai fazer?
– Fer, você mora sozinha, né? Vou ver vocês amanhã às 7 da noite.
– Sim, tá bom.

Essa é a segunda parte, não é muito longa. Espero que vocês gostem e espero a crítica de vocês. A terceira parte sai em 5 dias: "Com minha prima (3) de (6) – O castigo começa".

4 comentários - Descobrindo com minha prima (2 de 6)

jajaja cachado.. como pagaras eso se ve como que la pagaras caro
Esta bueno el relato, pero hay muchos errores ortográficos. Van 5 puntos, espero el siguiente relato.
Me encantó el relato bro, te dejo +10, esperando la continuación