16 dias mudaram minha vida III

Quarta-feira, 10 de abril de 2013

Quando me levantei, por ter ouvido vozes, vi Lina, pelada, arrumando as crianças, preparando elas pra sair, chamando a Ana e dando instruções pra ela levar os moleques pra escola de táxi, ir pro instituto e buscar eles à tarde.
Vi a Ana furiosa gritando com a mãe.

Ana.— Já tô de saco cheio! Um dia desses vou te dar um susto! Vou vazar de casa!

Lina.— Já chega, Ana, por favor, não grita que minha cabeça tá doendo.

Lina volta pra cama, Marta acorda.

Marta.— Que gritaria é essa? Deixa eu dormir.

Lina.— É a Ana que foi embora puta. Não é nada, dorme, sua putinha.

Marta.— Um dia tudo vai ser descoberto e aí a gente vê como o pai reage.

Lina.— A Ana acha que o pai sabe de tudo e aceita, o que ela não sabe é que o pai tá por fora, não só não desconfia, como ainda me facilita, há três anos, três dias de farra por semana com as viagens dele.
Coitadinho, ainda por cima não deixo ele me comer.
Bom, que se foda, ele é muito sem graça.

Marta.— Deixa eu seduzir ele e a gente mete ele nas nossas putarias...

Lina.— Como? O que você quer é dar pra ele. Nem pensar, deixa ele assim que é mais feliz sem saber de nada.

Marta.— Rindo. Mas que puta você é, você se acaba toda e não deixa ele foder. Deixa ele comigo que você vai ver como eu animo ele. Além disso, dou prazer pra ele, já que você deixou ele na mão. Que desperdício de pau.

Lina se deita sobre Marta, beija ela na boca, belisca um peito dela. E enfia dois dedos na buceta dela.

Lina.— Quem você tem que foder sou eu. Deixa meu marido na dele, na inocência dele, que ele é feliz.

Marta abraça Lina, elas se rolam, se acariciam, as línguas se entrelaçam, enfiando os dedos na buceta uma da outra. Estimulando os clitóris.

Só se ouvem suspiros e gemidos de prazer. Lina vira e se encaixa num sessenta e nove com Marta, lambendo as bucetas uma da outra como se fossem uma iguaria. Uma fruta doce e madura.

Mas, ao contrário do que acontecia Com os caras de ontem à noite, não teve violência, eram carícias suaves, elas se acariciam o corpo todo com a ponta dos dedos, se lambem, a Lina deita de bruços e a Marta cobre o corpo dela se roçando, lambendo e chupando, mordiscando as coxas, as nádegas.

Desce até lamber os pés dela e encaixar as coxas numa tesoura dupla enquanto chupam os dedos dos pés uma da outra.
Os orgasmos se repetem, um, dois, três... sem conta, parece um orgasmo permanente, tremendo de prazer, elas se deixam cair largadas uma do lado da outra se beijando e acariciando com ternura.

Algo está mudando em mim, antes essas imagens me davam nojo, mas agora me excitam, meu pau tá duro e dói, eu passo a mão nele e acabo tirando da calça e batendo uma punheta, chegando a um orgasmo incontrolável.

Onze horas da manhã, vejo a Maria Helena entrar, a empregada que ajuda a Lina com os serviços de casa. Ela tem a chave da casa, entra direto na cozinha e depois vai pro quarto onde as duas amigas ainda estão se esfregando.

Mas que porra é essa? Até a empregada sabe o que rola? Eu sou o único imbecil que não sabe de nada?
A Maria é uma garota mexicana, de 22 anos, altura média, rosto redondo e bonito, cabelo preto, pele cor de canela e um corpo gostoso de dar água na boca.
Ela não é magra, mas também não tem gordura sobrando.

A verdade é que eu já tive umas fantasias com ela, mas sempre afastei da minha cabeça.

Maria: – Bom dia, já vi que vocês começaram sem mim.

Lina: – Você não imagina o que a gente fez a noite inteira. Anda, tira a roupa que uma parte vai te tocar.

Ela tira a roupa e deita no meio das duas.

Começam a beijar e acariciar ela, lambem e mordiscam uns peitos duros com mamilos grandes e escuros.
A Lina levanta, vai até o armário e abre, nas gavetas do lado trancado a chave, que eu nunca vi, tira uma coisa que no começo não consigo identificar.

Logo descubro o que é. É um arreio com um dildo enorme montado.

Marta tá beijando e lambendo a buceta da Maria, coloca ela de quatro e fica atrás, enfiando a língua no buraco do cu dela. Lambendo desde o púbis até o cóccix, passando pela buceta e o buraco do cu, onde se demora enfiando a língua.

Eu vejo claramente, de cor marrom escuro, a língua serpenteia ao redor e no centro, ouço os gemidos dela como um bichinho.

Lina derrama um jato de um líquido transparente no aparelho. Afasta a Marta, se coloca atrás e começa a esfregar o enorme aparelho na vulva da garota.
Começa a penetração, devagar, sem pressa.

Enquanto isso, a Marta se colocou embaixo, de cabeça pra baixo, num sessenta e nove, lambendo a buceta da garota e oferecendo a dela pra ser chupada.

A penetração foi total. Aos poucos, ela conseguiu enfiar o consolo na buceta dela e começa um vai e vem lento, aumentando a velocidade aos poucos.

Ouço as batidas do quadril da Lina contra as nádegas da garota.

É alucinante que uma garota jovem como essa consiga enfiar todo esse treco na buceta dela.

Deve ter uns vinte e cinco centímetros de comprimento, mas uns sete ou oito de diâmetro.
E ela não reclama, os gemidos são de prazer.

Ela levanta a cara da buceta da Marta, vira pra Lina e sorri com uma cara misturada de prazer e gratidão.

É inacreditável.

E volta a enfiar a cara na buceta da Marta, que segura ela com uma mão e aperta a cabeça dela contra si, como se quisesse enfiar ela dentro da própria buceta.

Eu fiquei excitado de novo, tenho minha mão no meu pau e tô me masturbando, devagar, pra atrasar o máximo possível o orgasmo.

Talvez isso tenha a ver com o comportamento da Lina. Talvez seja minha culpa, não soube dar o prazer que ela precisa como uma droga.

Eu sofro de ejaculação precoce, mal um ou dois minutos depois de enfiar nela. Lina e eu gozo. E agora não aguento mais, tô gozando.

Depois de me recuperar do orgasmo, o segundo do dia, sendo que o normal são dois ou três por mês, volto pro meu posto de observação.

A Lina tirou o arnês e a Marta colocou, a garota continua na mesma posição e minha mulher de quatro atrás. Marta fode a Lina pela buceta enquanto enfia a mão inteira até o pulso na vagina da Maria, que explode num orgasmo brutal.

Caralho... E eu achando que já tinha visto de tudo. A cena é de filmar, gravar e distribuir as cópias na internet como material pornô de alto nível. Qualquer produtor pagaria uma grana alta pela gravação.

Claro, se não fosse minha família envolvida nisso.

Os gritos, os espasmos das três mulheres fazem vibrar até as paredes. Lina, com seus múltiplos orgasmos, que eu desconhecia até agora, tira o aparelho e se deita de barriga pra cima enquanto a Marta enfia os dedos e a palma da mão na buceta dilatada dela. Lina se mija, tremendo e se contorcendo como se fosse um ataque epilético, e a garota, com a buceta aberta igual toca de coelho, coloca em cima da boca da Lina, que chupa e bebe os sucos dela.

Os corpos das três brilhando de suor, fluidos secretados e o mijo da Lina, elas se abraçam, roçam os corpos umas nas outras e caem desmaiadas na cama.

As três se levantam, Lina fala pra garota preparar algo rápido pra comer, e vão todas pra cozinha.

Quando voltam, entre brincadeiras e risadas, vão pro chuveiro, onde continuam os jogos, e ao sair se secam umas às outras, limpam os restos da cama e do banheiro e se deitam pra descansar.

Pouco depois, Maria levanta, se veste e começa a arrumar o apartamento, que tá uma zona com a orgia da noite passada. Quando termina, vai embora.

Ouço murmúrios, as mulheres estão dormindo, consigo vê-las graças aos infravermelhos da câmera.

Na sala. Vejo a Ana e as crianças, já voltaram da escola.
Parece que Ana já tá acostumada com essa rotina, porque foi ela quem levou e buscou.
Ana abre a porta do quarto e entra sem fazer barulho, chega perto da mãe e balança o ombro dela. Ela acorda e as duas conversam baixinho.

Ana sai do quarto fechando a porta e vai pra cozinha, pega uma bandeja com sanduíches pro lanche das crianças e leva pro quarto delas pra fazerem a lição de casa.
Minha filha sabe das putarias da mãe... Ela encoberta e ainda ajuda com os moleques, pelo amor de Deus!

Às onze da noite as duas acordam, se levantam, se vestem, parece que comem alguma coisa na cozinha e saem pra rua.
As crianças tão dormindo.

A porta de Ana abre, ela dá uma volta pela sala, entra no quarto da mãe e encontra o cintaralho no chão. Ela tira toda a roupa, coloca o negócio e se deita na cama, segura ele com as duas mãos de barriga pra cima e mexe pra cima e pra baixo como se tivesse se masturbando.

Ela tira o cintaralho e segura ele com a ponta em cima da buceta dela.
Esfrega, leva até a boca, chupa e coloca de novo sobre a
Virginal bucetinha dela?
Esfrega fazendo simulações de penetração sem realmente meter. Meu Deus, ela é tão pequena, e aquele trambolho poderia partir ela no meio.

Uns minutos depois ela se encolhe numa posição fetal, deixa o cintaralho cair no chão e dorme na cama.
Eu olho pra ela, é tão frágil, tão menina, tão indefesa.
Que experiências ela deve ter tido, e que coisas deve ter visto e vivido.

As lágrimas escorrem.
É uma loucura. O que aconteceu com a minha família?
Tava tudo bem e de repente o mundo, meu mundo, desaba, vem abaixo.

Às três da madrugada a porta da rua abre e fecha, a luz da sala acende.
Lina vem sozinha.
Ela cambaleia, tá tonta, entra no quarto onde encontra a Ana dormindo.

No banheiro ela tira a roupa, não tá de calcinha nem sutiã.
Ela tava usando quando saiu. Onde será que ela foi? muito...vadia?

Vejo o cabelo dela cheio de melecas brancas ressecadas e, quando tenta pentear, fica tudo embaraçado.

Ela decide tomar um banho e, ao ir se deitar, vê o arnês no chão, perto da cama. Pega ele sorrindo e guarda.

Apaga a luz e se aninha atrás da Ana, abraçando ela e dormindo logo depois.

Tenho que preparar minha volta, preciso desmontar os equipamentos de vigilância e achar um lugar pra instalar eles e continuar observando minha casa.

Quinta-feira, 11 de abril de 2013

Tenho tempo pra pegar minhas coisas, levar pro carro e devolver as chaves pro Eduardo.
Ligo no celular dele, ele tá em casa, marco na mesma cafeteria da outra vez, onde tô tomando café.
Conversamos, brincamos, ele tenta arrancar de mim com quem eu transei e, claro, disfarço, rio e não conto nada.

Ligo pro meu amigo Andrés pra perguntar o que preciso pra um teste comparativo de DNA.

Combinamos de nos ver em meia hora.
Tomamos uma cerveja e ele me entrega o kit e as instruções. Como é óbvio, pergunta o que tá rolando. Peço discrição e ele garante total confidencialidade.

Costumo chegar em casa por volta do meio-dia, dependendo da rota semanal, com uma margem de duas ou três horas.

A que, supostamente, fiz, fica a três horas de viagem; geralmente saio do hotel às dez, e à uma e meia tenho que estar em casa.

Lina me recebe como sempre, com um beijo, e sinto nojo. Como sempre, carinhosa, educada, perguntando como foi.

Respondo às perguntas com a maior calma possível.

Mas as imagens que vi e gravei me invadem, e por um instante passa pela minha cabeça a ideia de estrangular ela. Mas me seguro.

Me surpreende a frieza que consigo ter.

A comida tá pronta, sentamos e, enquanto comemos, não consigo evitar de olhar pra ela e me perguntar.

Como ela consegue ficar tão tranquila depois dos três dias de orgia que teve, sem dar nenhum sinal? Quantas vezes Será que ela fez isso sem eu desconfiar de nada?

Concentrado nos meus pensamentos sombrios, nem percebo que ela está me observando.

Lina: — O que houve, Juan? Você está estranho. Tudo bem?

Eu: — Hã? O quê? Ah, sim, sim, tudo bem, é que vim cansado da viagem, não se preocupa.

Lina: — Bom, se quiser, arrumo a cama pra você e você deita um pouco até a hora do jantar.

De repente, caio na real, porra, tenho que deitar onde vi as maiores putarias do mundo. Bom, já me deitei tantas vezes sem saber que mais umas quantas não vão fazer diferença.

Eu: — Beleza, sim, vou deitar um pouco, ver se clareio a cabeça.

Sinto náusea quando chego perto da cama, igual quando beijei ela, pensando nas picas que comeram a boca dela, nas bundas de caras que ela lambeu e chupou, nas chuvas douradas que ela deve ter aguentado.
Me sinto tonto, quase desmaiando.

Lina: — Juan. Você tá bem? Ficou pálido. Será que tá doente?

Eu: — Não, Lina, tô bem, foi uma tontura besta, deve ser da viagem. Já passou.

Deito na cama vestido, ela tira meus sapatos e se deita do meu lado.

Finjo que tô dormindo, Lina apoia a cabeça no meu ombro e dorme do meu lado. Parece tão inocente, com essa cara de menina, a pele macia.

Vejo o peito dela subindo e descendo com a respiração.

Agora ela é tão frágil, se eu quisesse, podia machucar ela. Tenho um metro e setenta e cinco, peso setenta e oito quilos, quinze centímetros a mais que ela e vinte quilos a mais.

Afasto esses pensamentos da minha cabeça.

Não consigo evitar, eu amo ela, mas o que ela fez comigo não dá pra perdoar, agora nem nunca.

Tenho que seguir o plano traçado. Sem desvios.

Finalmente consigo dormir.

Acordo com os gritos dos meus. Será que são meus filhos? Ou serão filhos de algum cara, uma rapidinha da Lina?

Lina buscou eles enquanto eu dormia.

Abraços, beijos.
Pablo e Mili em cima de mim na cama.

Mili: — O que você trouxe pra gente? Caralho! Esqueci, toda viagem eu trago algo pras crianças!

Eu: — Não tive tempo, amor. Na próxima viagem trago dois presentes pra cada um.

Mili: — Tá bom, papai, mas não esquece.

Eu: — Não vou esquecer, princesa.

Pepito me beija e sai correndo.

Me levanto e aperto a Mili nos meus braços, fico com um nó na garganta... Não sei se vou aguentar. A emoção faz meus olhos se encherem de lágrimas. Respiro fundo e seco as lágrimas com as costas da mão.

Mili: — Por que você tá chorando, papai?

Eu: — Por nada, amor, entrou alguma coisa no meu olho.

Ela sai correndo pro quarto dela pra brincar.

Vou pra sala e ligo a TV, notícias, novelas. Novelas? Será que o que eu tô vivendo não supera em drama a novela mais pesada? Sempre achei que exageravam, agora tô convencido de que a realidade supera de longe a imaginação mais fervilhante.

Tô na frente da TV mas não tô vendo nada, minha mente tá em outro lugar, no que eu vi minha mulherzinha, delicada e recatada, fazer.

Ela tá na cozinha cuidando das tarefas dela.

Como se nunca tivesse quebrado um prato!

Chega a Ana.

Ana: — Papai! Que alegria te ver!

Ela me abraça, me beija, acaricio o cabelo dela, olho nos olhos cor de mel dela, limpos, inocentes.

Por que ela tava chorando quando foi naquele bairro?

Que segredos guardava aquele olhar inocente?

Fico emocionado de novo. Consigo me controlar e pensar em outra coisa.

Eu: — Como tão as coisas na escola?

Ana: — Muito bem, papai, muito bem. Vou tirar notas boas, não se preocupa, a mamãe me ajuda muito com a lição de casa.

A verdade é que sempre deixei a Lina cuidar da educação das crianças. Sempre confiei nela. Mas agora...

Eu: — Tá bom, amor, confio em você. Sei que não vai me decepcionar. Aliás, você parece cansada.

Ana: — Bom, papai, já sabe, coisas de mulher. Kkkk

Eu: — Sim, Ana, entendo. Mas não tem nenhum problema, né?

Ana: — Kkkk. Não, papai, não tenho problemas. Por quê? Você tá me perguntando isso?
Eu.— Por nada, filha, por nada, foi só um comentário.

Ela vai pra cozinha ajudar a mãe. Chego perto e ouço elas cochichando...

Ana.— Mãe, o pai tá estranho, né?

Lina.— Agora que você falou, também notei. Perguntei pra ele e ele disse que tava cansado, não se preocupa, vai passar.

Ana.— Mãe, amanhã tenho que ir de manhã. Como eu faço?

Lina.— Amanhã, quando seu pai for pro escritório, a gente conversa, agora não.

Ana.— Tá bom, mas às vezes acho que isso não é certo. Será que o pai sabe mesmo?

Lina.— Sabe sim, bobinha. Mas ele não gosta de falar sobre o assunto. Continua assim e não se preocupa. Tudo vai dar certo.

Volto pra sala e sento no sofá. Lina sai e senta do meu lado. A gente vê TV, mas não presta atenção. Observo a Lina, que olha mas não enxerga a tela, parece preocupada.
Será que ela percebeu alguma coisa? Será que notou que eu não sou mais o mesmo? Ou é o que espera ela amanhã que tá preocupando?
Ela se deita no meu ombro, passando um braço pelas minhas costas. Eu também passo o braço pelos ombros dela e aperto ela contra mim.

Me falta mais uma prova. A gente tem que dormir junto.

Normalmente, eu uso um short de pijama pra dormir, mas hoje não aguentaria o contato da minha pele com os lençóis. Coloco uma calça comprida.
Lina me olha estranho, mas não fala nada.

Ela usa uma camisola longa que cobre do pescoço aos tornozelos. Agora entendo por quê. Assim esconde as marcas que as práticas aberrantes que ela faz deixam no corpo dela.

Mesmo assim, vejo no pescoço dela um roxo por causa dos chupões que levou. Sinto um arrepio. Me enfio entre os lençóis e deito de lado, de costas pra Lina. Ela apaga a luz e se deita me abraçando por trás. Desce a mão até pegar meu pau, que continua murcho. Fuck you, seguro a mão dela e afasto. Não consigo evitar o nojo que o contato dela me causa.

Lina vira de costas em silêncio. Espero. Verifico que ela tá dormindo e me levanto, com o kit de DNA nas mãos, vou até as crianças que tão dormindo e passo um cotonete na boca delas. Os dois pequenos nem percebem, mas a Ana acorda quando já terminei.

Ana: — Papai? O que cê tá fazendo?

Eu: — Nada, querida. Achei que ouvi você falando e vim ver o que tinha acontecido, devia ser um pesadelo.

Dorme.

Dei um beijo na testa dela e me deitei. A Lina continuava dormindo.

Autor: Pablo Andrade.

4 comentários - 16 dias mudaram minha vida III

Ojalá nada sea cierto, que tu imaginación sea frondosa, porque termine como termine, nunca aeraa la misma persona tu familia ha desaparecido. Suerte
derfaz
😳 😥 lo siento le iba a dar un +1 pero le di el otro y ahora no lo puedo cambiar.
Joder que historia sigo cautivado esperando la siguiente parte. Saludos