Primeiramente, essa história não é minha, peguei de um site, enfim, espero que curtam tanto quanto eu.
Sou uma mulher de 23 anos, tenho 1,60m, corpo magro, pele morena, cabelo castanho médio. Olhos grandes e expressivos, cara de safada e boca inquieta. É a primeira vez que me aventuro a escrever um relato, espero que curtam tanto quanto eu curti quando vivi isso 😉
Tava a quase 500 km da minha cidade, no enterro da minha avó, tinha pedido três dias de folga no trabalho, mas surgiu uma emergência e eu precisava estar no outro dia de manhã. Peguei um ônibus naquela noite de volta pra minha cidade. Naquele dia, fui o mais confortável possível: vestia uma regata, uma calça jeans justa no corpo e uma jaqueta.
Esperava que desse pra viajar sozinha no banco pra ficar mais à vontade, mas pra minha desgraça (mais tarde, pra minha sorte), não foi assim. Meu companheiro de viagem era um cara de uns 25 anos, porte normal, olhos castanhos, cabelo preto, pele morena, vestia uma calça jeans e uma camiseta.
Eu já tinha feito essa viagem antes, então sabia que de noite faz muito frio. Eu tinha lembrado de levar um cobertor. Lá pela meia-noite, meu companheiro de viagem tava morrendo de frio, e essa pobre alma benevolente que sou eu se ofereceu pra dividir o cobertor. A viagem seguia numa boa.
Eu tava dormindo em posição fetal, de costas pra ele. Numa curva, o ônibus balançou e eu acordei. Quando acordei, senti que meu companheiro de viagem tinha a mão dele na minha cintura. Na hora, fiquei na dúvida: será que foi sem querer? A ideia de transar com um completo estranho me excitou pra caralho. Decidi fingir que tava dormindo e, inocentemente, me ajeitei de novo, me encostei mais nele, mas na mesma posição. Ele percebeu que eu tava acordada e começou a mexer os dedos devagar na minha cintura. Eu tava louca de tesão, mas era melhor ser um pouco Mas prudente, de novo me mexi, só que dessa vez desci um pouquinho mais do banco pra mão dele subir mais, sentia como começava a molhar minha calcinha, meu corpo pedia por aquele homem aos berros. Ele começou a passar a mão em círculos nas minhas costelas, os dedos dele brincavam e começavam a entrar por baixo da minha blusa, roçando devagar meu umbigo. Minha respiração acelerava, meu coração batia mais forte, bombeando sangue pra minha buceta, tava com muita vontade, então peguei a mão dele e levei pros meus peitos. Cada toque das mãos dele nos meus mamilos era um choque elétrico pra mim, não acreditava que aquilo tava acontecendo, sentia a respiração dele cada vez mais rápida no meu pescoço. Deslizei minha mão até a virilha dele e notei como ele tava duro, ele tava de jeans, tava desesperada pra arrancar a roupa dele. Me virei e desabotoei o cinto dele, abaixei o zíper, e toquei no pau dele por dentro da cueca. Sentir o cheiro dele, sentir como aquele pau super duro pulsava na minha mão, me apressei e tirei ele da cueca, era um pau de bom tamanho, segurava com as duas mãos enquanto olhava o rosto dele, via o desejo nos olhos dele.
Me ajoelhei devagar e aproximei aquele pau do meu rosto, toquei ele com meus lábios, devagar comecei a percorrer a cabeça dele com minha língua, a saborear os líquidos pré-seminais dele. Enfiei a cabecinha dele na minha boca, apertava ela com meus lábios, enquanto mexia minha língua na ponta, minha mão passava na base pra cima e pra baixo. Comecei a enfiar todo aquele pau na minha boca, a cabeça dele chegava até minha garganta, ele me segurava pelo cabelo e guiava o movimento. Tirou o pau da minha boca e batia ele nos meus lábios, tava enlouquecida, chupando que nem uma louca, beijava ele inteiro, descia até as bolas dele e enfiava elas na minha boca, brincava com minha língua no períneo dele. Ele tava muito excitado, então me parou, sabia que se continuasse com o movimento dos meus lábios e da minha língua, ele não ia aguentar muito mais tempo.
Ele, com a mão dele... Cara, eu desabotoei meu jeans e ele começou a me tocar sem tirar a meia-calça, os dedos dele roçavam devagar no meu clitóris, ele puxou a calcinha fio dental pro lado, movia o dedo em círculos na entrada, aos poucos enfiou um dedo, o dedo dele entrava e saía, eu já tava toda molhada, ele puxou minha blusa pra baixo e começou a brincar com a língua nos meus mamilos enquanto continuava estimulando minha buceta, eu queria sentir aquele pau dentro na mesma hora, me sentir uma puta dando pra um desconhecido.
O ônibus tava lotado, então a gente tinha que ser bem discreto, meus gemidos ficavam presos na garganta, eu mordia a língua e os lábios pra não fazer barulho, eu desejava ser penetrada de um jeito bestial por aquele desconhecido, eu baixei meu jeans e baixei o dele até os joelhos, e me sentei de lado nas pernas dele, eu tava delirando de prazer sem ainda ser penetrada, a posição não era muito favorável, eu queria aquele pau dentro, sentia o pau dele na entrada da minha buceta, bem molhada e quente, bem devagar comecei a sentir ele entrando em mim, deslizando dentro de mim centímetro por centímetro, nossos fluidos se misturando, não aguentei mais, meu corpo tremia, minha mente ficou em branco, só conseguia sentir aquela rola dura dentro de mim, meu corpo foi tomado por correntes elétricas, eu tava tendo um orgasmo maravilhoso, as penetrações dele eram firmes mas lentas, sentia toda a tensão no corpo dele, as mãos dele apertando meus peitos, eu me deitei de barriga pra cima numa posição de total entrega, ele pegou minhas pernas e colocou em volta da cintura dele, colocou o pau de novo na entrada da minha buceta e me penetrou com força, a penetração era muito mais profunda, muito mais rápida, eu me sentia no céu, abraçando aquela rola com as paredes da minha buceta, ele apertava meus peitos, cada vez sentia ele mais tenso, começou a me penetrar de um jeito bestial, cada vez que saía e entrava era uma onda de prazer a mais pra mim, por um momento quase perdi a cabeça com todo o prazer que eu tava sentindo, senti que ele tava a ponto de Ponto de gozar dentro de mim, queria me sentir cheia de porra, comecei a ter outro orgasmo de novo, minhas contrações vaginais deixaram ele ainda mais excitado, percebi que ele também estava gozando, o pau dele pulsava dentro de mim, o sêmen dele jorrava pra dentro de mim, ele se deitou no meu peito, por uns segundos, sentou de novo no banco dele, eu peguei uns lenços na minha bolsa, e a gente limpou um pouco a bagunça pós-foda, não sei se mais alguém percebeu o que tinha acabado de rolar, mas eu tinha me divertido tanto que não liguei, a gente continuou dormindo.
No caminho, o ônibus fez várias paradas, numa delas ele desceu, só me disse: tenha uma boa viagem, obrigado e tchau, não lembro se em algum momento ele falou o nome dele, se falou, não me lembro, também não lembro direito do rosto dele, só dos olhos dele cheios de luxúria, desse dia só ficou a satisfação de ter me sentido uma puta, cheguei umas horas depois em casa, com um sorriso que não saía, e sentindo o sêmen dele ainda escorrendo na minha calcinha.
Sou uma mulher de 23 anos, tenho 1,60m, corpo magro, pele morena, cabelo castanho médio. Olhos grandes e expressivos, cara de safada e boca inquieta. É a primeira vez que me aventuro a escrever um relato, espero que curtam tanto quanto eu curti quando vivi isso 😉
Tava a quase 500 km da minha cidade, no enterro da minha avó, tinha pedido três dias de folga no trabalho, mas surgiu uma emergência e eu precisava estar no outro dia de manhã. Peguei um ônibus naquela noite de volta pra minha cidade. Naquele dia, fui o mais confortável possível: vestia uma regata, uma calça jeans justa no corpo e uma jaqueta.
Esperava que desse pra viajar sozinha no banco pra ficar mais à vontade, mas pra minha desgraça (mais tarde, pra minha sorte), não foi assim. Meu companheiro de viagem era um cara de uns 25 anos, porte normal, olhos castanhos, cabelo preto, pele morena, vestia uma calça jeans e uma camiseta.
Eu já tinha feito essa viagem antes, então sabia que de noite faz muito frio. Eu tinha lembrado de levar um cobertor. Lá pela meia-noite, meu companheiro de viagem tava morrendo de frio, e essa pobre alma benevolente que sou eu se ofereceu pra dividir o cobertor. A viagem seguia numa boa.
Eu tava dormindo em posição fetal, de costas pra ele. Numa curva, o ônibus balançou e eu acordei. Quando acordei, senti que meu companheiro de viagem tinha a mão dele na minha cintura. Na hora, fiquei na dúvida: será que foi sem querer? A ideia de transar com um completo estranho me excitou pra caralho. Decidi fingir que tava dormindo e, inocentemente, me ajeitei de novo, me encostei mais nele, mas na mesma posição. Ele percebeu que eu tava acordada e começou a mexer os dedos devagar na minha cintura. Eu tava louca de tesão, mas era melhor ser um pouco Mas prudente, de novo me mexi, só que dessa vez desci um pouquinho mais do banco pra mão dele subir mais, sentia como começava a molhar minha calcinha, meu corpo pedia por aquele homem aos berros. Ele começou a passar a mão em círculos nas minhas costelas, os dedos dele brincavam e começavam a entrar por baixo da minha blusa, roçando devagar meu umbigo. Minha respiração acelerava, meu coração batia mais forte, bombeando sangue pra minha buceta, tava com muita vontade, então peguei a mão dele e levei pros meus peitos. Cada toque das mãos dele nos meus mamilos era um choque elétrico pra mim, não acreditava que aquilo tava acontecendo, sentia a respiração dele cada vez mais rápida no meu pescoço. Deslizei minha mão até a virilha dele e notei como ele tava duro, ele tava de jeans, tava desesperada pra arrancar a roupa dele. Me virei e desabotoei o cinto dele, abaixei o zíper, e toquei no pau dele por dentro da cueca. Sentir o cheiro dele, sentir como aquele pau super duro pulsava na minha mão, me apressei e tirei ele da cueca, era um pau de bom tamanho, segurava com as duas mãos enquanto olhava o rosto dele, via o desejo nos olhos dele.
Me ajoelhei devagar e aproximei aquele pau do meu rosto, toquei ele com meus lábios, devagar comecei a percorrer a cabeça dele com minha língua, a saborear os líquidos pré-seminais dele. Enfiei a cabecinha dele na minha boca, apertava ela com meus lábios, enquanto mexia minha língua na ponta, minha mão passava na base pra cima e pra baixo. Comecei a enfiar todo aquele pau na minha boca, a cabeça dele chegava até minha garganta, ele me segurava pelo cabelo e guiava o movimento. Tirou o pau da minha boca e batia ele nos meus lábios, tava enlouquecida, chupando que nem uma louca, beijava ele inteiro, descia até as bolas dele e enfiava elas na minha boca, brincava com minha língua no períneo dele. Ele tava muito excitado, então me parou, sabia que se continuasse com o movimento dos meus lábios e da minha língua, ele não ia aguentar muito mais tempo.
Ele, com a mão dele... Cara, eu desabotoei meu jeans e ele começou a me tocar sem tirar a meia-calça, os dedos dele roçavam devagar no meu clitóris, ele puxou a calcinha fio dental pro lado, movia o dedo em círculos na entrada, aos poucos enfiou um dedo, o dedo dele entrava e saía, eu já tava toda molhada, ele puxou minha blusa pra baixo e começou a brincar com a língua nos meus mamilos enquanto continuava estimulando minha buceta, eu queria sentir aquele pau dentro na mesma hora, me sentir uma puta dando pra um desconhecido.
O ônibus tava lotado, então a gente tinha que ser bem discreto, meus gemidos ficavam presos na garganta, eu mordia a língua e os lábios pra não fazer barulho, eu desejava ser penetrada de um jeito bestial por aquele desconhecido, eu baixei meu jeans e baixei o dele até os joelhos, e me sentei de lado nas pernas dele, eu tava delirando de prazer sem ainda ser penetrada, a posição não era muito favorável, eu queria aquele pau dentro, sentia o pau dele na entrada da minha buceta, bem molhada e quente, bem devagar comecei a sentir ele entrando em mim, deslizando dentro de mim centímetro por centímetro, nossos fluidos se misturando, não aguentei mais, meu corpo tremia, minha mente ficou em branco, só conseguia sentir aquela rola dura dentro de mim, meu corpo foi tomado por correntes elétricas, eu tava tendo um orgasmo maravilhoso, as penetrações dele eram firmes mas lentas, sentia toda a tensão no corpo dele, as mãos dele apertando meus peitos, eu me deitei de barriga pra cima numa posição de total entrega, ele pegou minhas pernas e colocou em volta da cintura dele, colocou o pau de novo na entrada da minha buceta e me penetrou com força, a penetração era muito mais profunda, muito mais rápida, eu me sentia no céu, abraçando aquela rola com as paredes da minha buceta, ele apertava meus peitos, cada vez sentia ele mais tenso, começou a me penetrar de um jeito bestial, cada vez que saía e entrava era uma onda de prazer a mais pra mim, por um momento quase perdi a cabeça com todo o prazer que eu tava sentindo, senti que ele tava a ponto de Ponto de gozar dentro de mim, queria me sentir cheia de porra, comecei a ter outro orgasmo de novo, minhas contrações vaginais deixaram ele ainda mais excitado, percebi que ele também estava gozando, o pau dele pulsava dentro de mim, o sêmen dele jorrava pra dentro de mim, ele se deitou no meu peito, por uns segundos, sentou de novo no banco dele, eu peguei uns lenços na minha bolsa, e a gente limpou um pouco a bagunça pós-foda, não sei se mais alguém percebeu o que tinha acabado de rolar, mas eu tinha me divertido tanto que não liguei, a gente continuou dormindo.
No caminho, o ônibus fez várias paradas, numa delas ele desceu, só me disse: tenha uma boa viagem, obrigado e tchau, não lembro se em algum momento ele falou o nome dele, se falou, não me lembro, também não lembro direito do rosto dele, só dos olhos dele cheios de luxúria, desse dia só ficou a satisfação de ter me sentido uma puta, cheguei umas horas depois em casa, com um sorriso que não saía, e sentindo o sêmen dele ainda escorrendo na minha calcinha.
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