Transando com o enfermeiro, um gostoso dos nossos filhos

Claudia é uma puta vingativa 83

Ao meio-dia acordei com a Claudia chupando minha pica. Ela tava tesuda como nunca.
—Preciso de pica… o que rolou ontem me deixou muito excitada… você achou que a gente ia transar na calma, né…? E aí o Mario veio me buscar com aquele jeito gostoso que ele me fode…
—Tô meio cansado, amor…
—Quer que eu chame ele de volta… ou vou no apartamento dele… dou pra ele sozinha… juro que ele não vai me encher de porra… deixa eu ir… —minha pica tava dura igual um cacete, peguei ela e montei em cima de mim.
—Puta loira, vou te matar…
—Então me mata… assim toda excitada… me dá essa pica bem dura… —ela gozou na hora, virei ela na cama e comi por um tempão sem gozar, não queria naquele momento. A gente se beijou e se trocou pra ir almoçar na casa do meu cunhado. O almoço foi tranquilo, falamos de besteiras, tudo de boa. À noite em casa, quando fomos pra cama, a Claudia montou em mim de novo. Ela continuava tesuda.
—Não sei o que tá rolando, papai… quero pica… —e ela rebolou com força em cima de mim até gozar de novo. Agradeci por não ter gozado antes, senão não ia conseguir comer ela. Ela tava hiperexcitada o tempo todo. Na terça de manhã, quando voltei de deixar os meninos na creche, ela tava com o vestido preto e os brincos.
—O que foi, amor…? Vamos pra algum lugar…?
—Convidei o Exe… quero estar bonita…
Eu ia falar algo, mas não falei nada. Não sabia o que fazer.
—Tira meu sutiã, melhor… gosto quando os bicos dos peitos aparecem…

Quando ele entrou, ficou encantado com a vista. Começaram a se beijar e logo a Claudia já tava pelada. Os dois na cama se beijando enquanto a Claudia segurava a nuca dele e ele se entretinha massageando a buceta dela. Ele bateu uma punheta nela por um tempão.
—Que puta que o loiro te faz… e esses peitos que você colocou… você tá demais… —e mostrou pra ela como a pica dele tava dura, segurando ela. Continuaram se comendo de boca por uma eternidade, me dava nos nervos eles se beijarem tanto, feito namorados. Ele ia se ajeitar entre as pernas dela, e ela disse pra ele se Colocou uma camisinha, eu alcancei pra ele e ele colocou. Depois foi penetrando ela devagar, do jeito que ele gostava, aproveitando cada centímetro da pica e se beijando. Claudia segurava ele pelo cu e enfiava ele nela.
— Que delícia te dar inteira por dentro…
— Não tô me cuidando…
Continuaram em silêncio, aumentando o ritmo da foda, e ela continuava segurando ele forte pelo cu.
— Que pena que você foi pro interior… precisava transar com você…
— E tô aqui… pra te pegar, loira…
— É, que sorte… e sua esposa…?
— O que que tem…
— Não te incomoda… me comer… enganar ela…
— Você é minha puta… adoro te comer… além disso, é mãe de uma filha minha…
— É… que puta que eu sou… qualquer um me fode…
Depois ficaram um tempão em silêncio, ele meteu até quase gozar, saiu dela, tirou a camisinha e enfiou na boca dela. Ela engoliu tudo que ele deu enquanto se masturbava a buceta e continuava gozando.
A pica dele ainda tava dura, ele colocou ela de quatro na cama, levantando bem a bunda dela.
— Outro dia você tava apressada… agora quero esse rabo gostoso… — e foi enfiando devagar nele. Começou a meter, e eu via a mão de Claudia se masturbando a buceta. Enquanto ela gemia igual uma puta no cio. Ele enfiou até o talo e ficou parado assim um tempo.
— Senti falta do seu cu… minha esposa não curte muito por aqui… — Claudia só gemia. Eu tava excitada. Queria participar de algum jeito.
— O que tão fazendo com você, puta…? — perguntei.
— Tão arrombando meu cu… — Claudia adorou que eu entrei no jogo dela.
— E por que tão arrombando… hein..? — perguntei, Exequiel respondeu.
— Porque é uma puta… uma puta loira que esquenta pica… — eu tava me tocando um pouco, tava ficando excitada de novo. Ele metia bem forte, enfia e tira sem parar.
— Tão furando teu cu, hein..?
— Sim, adoro… sou uma puta fácil… aaaiii… aiii… aiii… — ela reclamava.
— Tá sofrendo, puta, hein..?
— Sim… sim… sim… — ela falava com aquela voz de puta. Ele não falava nada, só bombava duro e firme, e Claudia reclamava de prazer.
— É, me dá duro… tô toda sua… o cu rachado… -agora eu a esmagava contra a cama, não parava de gozar, continuava perfurando forte e firme. Da Claudia só se ouvia de vez em quando
-ohh sim… aaaaa… aaa…. Aaa….. –sempre quente. Depois ela montou nele de frente, enfiando no cu dela. Ela gozava cada vez mais puta, como sempre. Depois ela ficou de joelhos se masturbando, ele se levantou na cama e de novo se masturbava na frente do rosto dela, ela olhava pra ele com tesão enquanto se masturbava.
-Mete na minha carinha… espirra teu gozo na minha cara toda… quero ficar suja pra você… ser sua puta suja… que você me veja no hospital e lembre como enche minha carinha de gozo… quando eu tomar um café com alguém… você pense que pode cuspir teu gozo em mim quando quiser… que sou sua puta… -ele ia ficando cada vez mais excitado e cuspiu uns jorros grossos na cara toda dela, ela com a língua pegava um pouco e engolia. Quando ele terminou de gozar, agarrou ela forte pela nuca e beijou, depois foi tomar banho. Claudia quis que ele comesse ela, metesse bem forte na posição do missionário, ela continuava gozando e eu enchi a buceta dela de porra.

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