Agora eu tava numa enrascada. Se não era nenhum dos meus alunos, então quem era?
Voltei a lembrar da história toda. O começo, na biblioteca. O que veio depois, no banheiro da sala dos professores. As noites na minha casa. E em cada um dos atos, eles tinham uma álibi que os livrava de qualquer suspeita.
Quem quer que fosse o aproveitador, não podia ser mais inteligente que eu. E além disso, com certeza não tava guardando segredo. Ninguém come uma professora e depois não conta pros amigos. Com certeza metade da escola já sabia que tavam me comendo. Se não eram o Damián e o Osvaldo, com certeza sabiam quem era. Achei que tinha chegado a hora de encarar eles.
Naquela tarde, chamei os dois pra sala dos professores, quando tava vazia, já no final da aula. Mandei o Osvaldo entrar, deixando o Damián esperando lá fora.
— Pra que me chamou? — perguntou o sem-vergonha com a maior cara de inocente.
— Não me diga que não sabe de nada — falei, ficando séria.
Ele deu um sorrisinho.
— Se não me disser do que é, não posso ajudar — me desafiou.
— Você sabe que é responsável — repeti, mostrando que tava puta.
Meu jeito começou a fazer ele hesitar.
— Mas profe Mônica, não fique assim.
— Acha que não tenho motivo? — falei, queimando ele com o olhar.
— É que ainda não tô entendendo do que cê tá me acusando — disse ele, tímido, já quase se quebrando.
— Você se aproveitou de mim covardemente — falei, jogando todas as cartas na mesa.
— Não pode me culpar por isso — disse ele, mas sem mostrar surpresa.
— Quero o nome do culpado — falei com uma voz cortante.
Silêncio.
— Hoje à noite, às 9, espero o responsável no meu apartamento. Se não vier, amanhã te acuso pro diretor. E agora pode ir. Sai pela outra porta — apontei, pra evitar que cruzasse com o Damián.
Ele me olhou como se tivesse decidindo se minha ameaça era séria, e saiu pela porta.
Na hora, mandei o Damián entrar.
Diante da mesma acusação, ele se mostrou muito mais seguro, e por uns momentos duvidei que ele tivesse algumas informações, mas com a mesma ameaça, indiquei que queria o autor na minha casa às 9 da noite. Depois deixei ele ir.
Analisei o que aconteceu e fiquei satisfeita. Com a pressão, com certeza um dos dois encontraria o responsável e denunciaria. Talvez até trouxessem ele pro meu apartamento. Com certeza nenhum dos dois queria ficar livre na escola.
Fui pra minha casa e jantei cedo. Depois fiquei corrigindo trabalhos esperando a hora.
Quando deu 9 horas, nada aconteceu. Já começava a duvidar que viessem quando a campainha tocou. E lá estavam eles. Osvaldo e Damião juntos e sozinhos. Não tinham trazido ninguém, mas com certeza iam me dar informações.
Mandei eles entrarem.
— Podem entrar, jovens — falei séria.
— Com licença, professora — disseram quase em coro.
— Sentem-se.
— Obrigado — disse Osvaldo. Damião ficou em silêncio.
— Bom, espero que tragam as informações que pedi.
Os dois se olharam, e com um sinal de Osvaldo, Damião tomou a dianteira.
— Professora, só podemos contar o que vimos e ouvimos. Espero que seja o suficiente pra senhora tirar suas próprias conclusões. A gente não pode acusar ninguém.
— Isso a gente vê. Agora falem.
Damião respirou fundo.
— Olha, professora, a verdade é que há um tempo a senhora desperta o desejo da nossa turma. Não tem um só de nós que não sonha com a senhora. E por favor, não se ofenda. Tem que entender que é um elogio, já que, mesmo sendo mais velha que a gente, isso não nos excita menos do que as gurias da nossa idade. Pelo contrário. A gente sonha com sua experiência, e sempre comenta quando vê a senhora passar.
Me mexi na cadeira, desconfortável. O que ele dizia era verdade. Eu percebia os olhares de tesão dos meus alunos, e como me despiam com os olhos quando eu passava. Mas nunca tinha dado motivo pra pensarem que eu era uma puta experiente. Mesmo assim, preferi guardar minha opinião. Além disso, não deixava de ser gostoso saber que esses moleques cheios de hormônio se masturbavam sonhando comigo...
- Continua, e não se preocupa que não me ofendo.
- Naquele dia na biblioteca, quando a luz apagou, a gente rapidamente apostou pra ver quem conseguia acariciar a senhora, sabendo que a senhora não ia poder falar nada por causa da presença de todos os alunos. Depois de um tempo, quando a senhora saiu pra acabar com a sarrada que tinham dado, quem tinha tocado a senhora comentou que a senhora tava molhada e que ia continuar, o que fez. Depois ele me contou com todos os detalhes tudo que aconteceu, e a verdade é que fiquei com muito tesão.
- O mesmo colega pegou da bolsa da senhora as chaves da sua casa, dizendo que podia visitá-la quando desse vontade de repetir. Quando a senhora voltou, todo mundo tava alucinado. Por sorte a luz voltou e tudo se normalizou.
Ao lembrar da sequência, tenho que admitir que fiquei toda molhada. Mas me mantive firme e séria, sem deixar transparecer nada.
Damião calou a boca, e agora foi Osvaldo quem tomou a palavra.
- Pra mim contaram a primeira visita na casa dela. Como o cara apagou a luz e, ao vê-la dormindo, começou a acariciá-la até fazer ela gozar, pra depois, quando acordou, penetrá-la.
Meu sexo já tava muito molhado. Cruzei minhas pernas com força pra me controlar, mas tava certa de que as cores no meu rosto mostravam claramente o que tava rolando entre minhas pernas. Os jovens, no entanto, não disseram nada.
- A segunda vez, contaram pra mim, interveio Damião, dessa vez, sei que ele entrou antes da senhora chegar, descobriu a lanterna que tinha debaixo do travesseiro, inutilizou ela e se escondeu esperando a senhora dormir, pra depois possuir a senhora de novo.
- Professora, não fique brava, mas em todos os casos deu pra ver que a senhora gozou muito, e mesmo que no começo tenha resistido, depois parece que não foi bem assim, disse Osvaldo com inocência.
- Mas você acha que eu posso gostar de ser estuprada? Falei irritada, o que acontece é que eu não podia resistir porque nem sabia quando era e se eles estavam armados, completei.
Os dois jovens se olharam sem fazer nenhum gesto, e Ficaram em silêncio.
— O que você pretende fazer com o responsável? — perguntou Damião, depois de um tempo.
— Vou expor ele para as autoridades da escola, claro. Acho que não dá para uma denúncia criminal, porque não vou ter provas, mas pelo menos consigo que expulsem ele da escola — falei, como se pensasse em voz alta.
— Desculpa, profe, tem alguma coisa pra beber? Tô com a garganta seca — disse Osvaldo.
— Sim, desculpem. É que com essa história, até esqueci de receber direito as visitas. Já vou trazer um suco — falei, levantando e indo para a cozinha.
Já tinha eles onde queria. Era só questão de tempo até arrancar o nome do abusador. E era óbvio que conheciam ele, pela precisão dos relatos que tinham ouvido.
Peguei as bebidas da geladeira, deixei na bancada e fui até o armário pegar uns copos.
Quando estava indo pra lá, a luz apagou de vez, ficando tudo escuro. Fiquei parada, tentando me localizar, quando umas mãos acariciaram meu pescoço e desceram pelas minhas costas. Ele estava ali. Tentei chamar meus alunos, mas uma mão tapou minha boca, enquanto um corpo se encostava nas minhas costas.
— Caiu a luz, Profe — ouvi Osvaldo falar da sala. — Vamos ficar quietos até voltar, pra não correr risco de trombar um no outro, não se preocupa — disse ele, pra me acalmar. Não sabiam que eu não estava sozinha.
— Shhhh — sussurraram no meu ouvido. — Se gritar, vai ser pior — falou, enquanto a outra mão entrava pelo meu decote e tomava conta dos meus peitos. Devagar, apoiado em mim, me levou até a mesa, onde me inclinou pra frente, sem parar de fazer eu sentir a dureza dele entre minhas nádegas. Levantou minha saia até a cintura e a mão dele começou a percorrer meu cu e minha buceta. O filho da puta sabia como me excitar, e pra piorar, depois das lembranças do que aconteceu com meus alunos, eu tava mais do que sensibilizada. Comecei a gemer baixinho e afastei minhas pernas. Me entreguei mais uma vez ao meu abusador. Tanta virilidade, juventude e força era o que eu precisava todo dia, mesmo que me recusasse a admitir. A mão dele puxou minha calcinha de lado e agora a pele dele roçava a minha diretamente. Arrancou minha camisa de uma vez, fazendo os botões voarem pela cozinha toda, e aí foi a vez do meu sutiã, que ele desabotoou habilmente com uma mão. Abriu o zíper da minha saia, que foi caindo devagar no chão, e ali fiquei eu, praticamente nua. Mesmo ainda com a calcinha, como ele tinha puxado de lado, era a mesma coisa que estar sem nada.
Senti medo. Eu estava ficando excitada com aquele desconhecido, e a poucos metros, dois dos meus alunos podiam ouvir o que estava rolando, e todo mundo podia descobrir. Tentei ficar em silêncio e parei de oferecer qualquer resistência.
Meu parceiro momentâneo percebeu minha entrega. O barulho de um zíper se abrindo me mostrou o que ia acontecer. E aconteceu. De repente, uma rola dura e quente me preencheu por completo.
— Quer me conhecer, sua puta? — ele sussurrou no meu ouvido, enquanto começava a me bombar devagar, suave, sensual.
— Vai me denunciar mesmo? — perguntou enquanto continuava me possuindo.
— Não. Só preciso saber quem você é. Só isso, por favor, continua, continua — implorei.
Uma luz na sala me indicou que meus alunos tinham ligado o celular pra ver, e com pavor vi a luz se aproximando da cozinha. Tentei me separar do meu atacante, mas do jeito que ele me tinha enfiada em cima da mesa, qualquer fuga era impossível. Meus alunos iam entrar e me ver ali, em cima da mesa, sendo selvagemente possuída e gozando que nem uma puta.
E de repente, a luz entrou na cozinha e iluminou a mesa. Me cegou por um instante, e apagou na hora. A mão soltou minha boca.
— Não é o que você tá pensando — consegui dizer pra quem tinha visto o que rolava.
Uma mão pegou meu cabelo e me forçou a jogar a cabeça pra trás, e de repente, uma rola dura e quente se enfiou na minha boca. Fiquei petrificada. O quê? O que estava acontecendo? O que era aquilo?
Aos poucos, aquela vara foi pegando ritmo até possuir minha boca como se fosse minha buceta, entrando e saindo num ritmo gostoso.
Perdi a noção do que rolava. Não conseguia raciocinar. Me levantaram sem parar de me enfiar dos dois lados e, devagar, me levaram flutuando até meu quarto, me jogando na cama.
Fiquei ali perdida. Quando a luz do meu criado-mudo acendeu, tudo ficou claro.
Lá estavam Osvaldo e Damián, pelados, mostrando umas rolas intimidadoras e sorrindo que nem demônios.
- O que significa isso? Perguntei, tentando cobrir meu corpo com o lençol.
Osvaldo deitou em cima de mim, puxou o lençol e tomou posse dos meus peitos, de um jeito selvagem.
- Nunca pensou que era um trabalho em equipe, disse Damián enquanto se masturbava devagar.
- A gente se reveza pra te comer, Moni, falou Osvaldo no meu ouvido, mas agora não precisa. Hoje vamos te foder os dois juntos, disse enquanto se posicionava entre minhas pernas.
Damián se aproximou devagar e colocou o pau na frente da minha boca.
- Quero o tratamento que você deu pro Osvaldo na cozinha, disse sorrindo.
Pensei em recusar, mas na hora quem estava em cima de mim me enfiou até o talo e eu gritei de prazer e dor, e Damián avançando tomou conta da minha boca com o pau dele.
Aquela noite foi terrível e inesquecível.
Enquanto um me possuía, o outro se recuperava da sessão anterior. Pra piorar, ver o parceiro me comendo, e depois deixar minha boca endurecer o pau dele, fazia a recuperação ser muito rápida.
Primeiro foi a vez do Osvaldo, que muito tarado, mal aguentou uns minutos, e se esvaziou dentro de mim que nem um bicho. A mesma coisa com o Damián, mas já na segunda sessão foi mais controlada e longa. Cada um deles me bombou por pelo menos 25 minutos, me fazendo gozar um monte de vezes, e me obrigando a trocar de posição várias vezes.
A terceira me destruiu. Osvaldo bombou e bombou até eu implorar pra ele gozar, e ele só aceitou Quando me submeti a ele gozar na minha boca. Não soltou muito sêmen, dadas as circunstâncias, mas o orgasmo que ele teve foi o mais profundo que já vi um homem ter na vida. Ficou ofegante na cama, igual um peixe fora d'água. Damián não quis se contentar com menos e, depois de mais um bom tempo no pique, me entregou o pau dele pra eu ninar na minha boca.
Não sei em que momento a gente caiu no sono os três, abraçados na minha cama.
De madrugada, senti uma mão me acariciando e me forçou a virar. Meio dormindo, senti um corpo deslizar entre minhas pernas, e uma dureza conhecida começou a me perfurar. Não consegui distinguir qual dos meus alunos era, mas não tinha importância. Na minha mente e na minha cama, a partir daquele dia, seria um único homem, com dois paus, que só existiria pra me fazer gozar e descobrir em mim uma luxúria que me permitiria recuperar o tempo perdido... FIM
Voltei a lembrar da história toda. O começo, na biblioteca. O que veio depois, no banheiro da sala dos professores. As noites na minha casa. E em cada um dos atos, eles tinham uma álibi que os livrava de qualquer suspeita.
Quem quer que fosse o aproveitador, não podia ser mais inteligente que eu. E além disso, com certeza não tava guardando segredo. Ninguém come uma professora e depois não conta pros amigos. Com certeza metade da escola já sabia que tavam me comendo. Se não eram o Damián e o Osvaldo, com certeza sabiam quem era. Achei que tinha chegado a hora de encarar eles.
Naquela tarde, chamei os dois pra sala dos professores, quando tava vazia, já no final da aula. Mandei o Osvaldo entrar, deixando o Damián esperando lá fora.
— Pra que me chamou? — perguntou o sem-vergonha com a maior cara de inocente.
— Não me diga que não sabe de nada — falei, ficando séria.
Ele deu um sorrisinho.
— Se não me disser do que é, não posso ajudar — me desafiou.
— Você sabe que é responsável — repeti, mostrando que tava puta.
Meu jeito começou a fazer ele hesitar.
— Mas profe Mônica, não fique assim.
— Acha que não tenho motivo? — falei, queimando ele com o olhar.
— É que ainda não tô entendendo do que cê tá me acusando — disse ele, tímido, já quase se quebrando.
— Você se aproveitou de mim covardemente — falei, jogando todas as cartas na mesa.
— Não pode me culpar por isso — disse ele, mas sem mostrar surpresa.
— Quero o nome do culpado — falei com uma voz cortante.
Silêncio.
— Hoje à noite, às 9, espero o responsável no meu apartamento. Se não vier, amanhã te acuso pro diretor. E agora pode ir. Sai pela outra porta — apontei, pra evitar que cruzasse com o Damián.
Ele me olhou como se tivesse decidindo se minha ameaça era séria, e saiu pela porta.
Na hora, mandei o Damián entrar.
Diante da mesma acusação, ele se mostrou muito mais seguro, e por uns momentos duvidei que ele tivesse algumas informações, mas com a mesma ameaça, indiquei que queria o autor na minha casa às 9 da noite. Depois deixei ele ir.
Analisei o que aconteceu e fiquei satisfeita. Com a pressão, com certeza um dos dois encontraria o responsável e denunciaria. Talvez até trouxessem ele pro meu apartamento. Com certeza nenhum dos dois queria ficar livre na escola.
Fui pra minha casa e jantei cedo. Depois fiquei corrigindo trabalhos esperando a hora.
Quando deu 9 horas, nada aconteceu. Já começava a duvidar que viessem quando a campainha tocou. E lá estavam eles. Osvaldo e Damião juntos e sozinhos. Não tinham trazido ninguém, mas com certeza iam me dar informações.
Mandei eles entrarem.
— Podem entrar, jovens — falei séria.
— Com licença, professora — disseram quase em coro.
— Sentem-se.
— Obrigado — disse Osvaldo. Damião ficou em silêncio.
— Bom, espero que tragam as informações que pedi.
Os dois se olharam, e com um sinal de Osvaldo, Damião tomou a dianteira.
— Professora, só podemos contar o que vimos e ouvimos. Espero que seja o suficiente pra senhora tirar suas próprias conclusões. A gente não pode acusar ninguém.
— Isso a gente vê. Agora falem.
Damião respirou fundo.
— Olha, professora, a verdade é que há um tempo a senhora desperta o desejo da nossa turma. Não tem um só de nós que não sonha com a senhora. E por favor, não se ofenda. Tem que entender que é um elogio, já que, mesmo sendo mais velha que a gente, isso não nos excita menos do que as gurias da nossa idade. Pelo contrário. A gente sonha com sua experiência, e sempre comenta quando vê a senhora passar.
Me mexi na cadeira, desconfortável. O que ele dizia era verdade. Eu percebia os olhares de tesão dos meus alunos, e como me despiam com os olhos quando eu passava. Mas nunca tinha dado motivo pra pensarem que eu era uma puta experiente. Mesmo assim, preferi guardar minha opinião. Além disso, não deixava de ser gostoso saber que esses moleques cheios de hormônio se masturbavam sonhando comigo...
- Continua, e não se preocupa que não me ofendo.
- Naquele dia na biblioteca, quando a luz apagou, a gente rapidamente apostou pra ver quem conseguia acariciar a senhora, sabendo que a senhora não ia poder falar nada por causa da presença de todos os alunos. Depois de um tempo, quando a senhora saiu pra acabar com a sarrada que tinham dado, quem tinha tocado a senhora comentou que a senhora tava molhada e que ia continuar, o que fez. Depois ele me contou com todos os detalhes tudo que aconteceu, e a verdade é que fiquei com muito tesão.
- O mesmo colega pegou da bolsa da senhora as chaves da sua casa, dizendo que podia visitá-la quando desse vontade de repetir. Quando a senhora voltou, todo mundo tava alucinado. Por sorte a luz voltou e tudo se normalizou.
Ao lembrar da sequência, tenho que admitir que fiquei toda molhada. Mas me mantive firme e séria, sem deixar transparecer nada.
Damião calou a boca, e agora foi Osvaldo quem tomou a palavra.
- Pra mim contaram a primeira visita na casa dela. Como o cara apagou a luz e, ao vê-la dormindo, começou a acariciá-la até fazer ela gozar, pra depois, quando acordou, penetrá-la.
Meu sexo já tava muito molhado. Cruzei minhas pernas com força pra me controlar, mas tava certa de que as cores no meu rosto mostravam claramente o que tava rolando entre minhas pernas. Os jovens, no entanto, não disseram nada.
- A segunda vez, contaram pra mim, interveio Damião, dessa vez, sei que ele entrou antes da senhora chegar, descobriu a lanterna que tinha debaixo do travesseiro, inutilizou ela e se escondeu esperando a senhora dormir, pra depois possuir a senhora de novo.
- Professora, não fique brava, mas em todos os casos deu pra ver que a senhora gozou muito, e mesmo que no começo tenha resistido, depois parece que não foi bem assim, disse Osvaldo com inocência.
- Mas você acha que eu posso gostar de ser estuprada? Falei irritada, o que acontece é que eu não podia resistir porque nem sabia quando era e se eles estavam armados, completei.
Os dois jovens se olharam sem fazer nenhum gesto, e Ficaram em silêncio.
— O que você pretende fazer com o responsável? — perguntou Damião, depois de um tempo.
— Vou expor ele para as autoridades da escola, claro. Acho que não dá para uma denúncia criminal, porque não vou ter provas, mas pelo menos consigo que expulsem ele da escola — falei, como se pensasse em voz alta.
— Desculpa, profe, tem alguma coisa pra beber? Tô com a garganta seca — disse Osvaldo.
— Sim, desculpem. É que com essa história, até esqueci de receber direito as visitas. Já vou trazer um suco — falei, levantando e indo para a cozinha.
Já tinha eles onde queria. Era só questão de tempo até arrancar o nome do abusador. E era óbvio que conheciam ele, pela precisão dos relatos que tinham ouvido.
Peguei as bebidas da geladeira, deixei na bancada e fui até o armário pegar uns copos.
Quando estava indo pra lá, a luz apagou de vez, ficando tudo escuro. Fiquei parada, tentando me localizar, quando umas mãos acariciaram meu pescoço e desceram pelas minhas costas. Ele estava ali. Tentei chamar meus alunos, mas uma mão tapou minha boca, enquanto um corpo se encostava nas minhas costas.
— Caiu a luz, Profe — ouvi Osvaldo falar da sala. — Vamos ficar quietos até voltar, pra não correr risco de trombar um no outro, não se preocupa — disse ele, pra me acalmar. Não sabiam que eu não estava sozinha.
— Shhhh — sussurraram no meu ouvido. — Se gritar, vai ser pior — falou, enquanto a outra mão entrava pelo meu decote e tomava conta dos meus peitos. Devagar, apoiado em mim, me levou até a mesa, onde me inclinou pra frente, sem parar de fazer eu sentir a dureza dele entre minhas nádegas. Levantou minha saia até a cintura e a mão dele começou a percorrer meu cu e minha buceta. O filho da puta sabia como me excitar, e pra piorar, depois das lembranças do que aconteceu com meus alunos, eu tava mais do que sensibilizada. Comecei a gemer baixinho e afastei minhas pernas. Me entreguei mais uma vez ao meu abusador. Tanta virilidade, juventude e força era o que eu precisava todo dia, mesmo que me recusasse a admitir. A mão dele puxou minha calcinha de lado e agora a pele dele roçava a minha diretamente. Arrancou minha camisa de uma vez, fazendo os botões voarem pela cozinha toda, e aí foi a vez do meu sutiã, que ele desabotoou habilmente com uma mão. Abriu o zíper da minha saia, que foi caindo devagar no chão, e ali fiquei eu, praticamente nua. Mesmo ainda com a calcinha, como ele tinha puxado de lado, era a mesma coisa que estar sem nada.
Senti medo. Eu estava ficando excitada com aquele desconhecido, e a poucos metros, dois dos meus alunos podiam ouvir o que estava rolando, e todo mundo podia descobrir. Tentei ficar em silêncio e parei de oferecer qualquer resistência.
Meu parceiro momentâneo percebeu minha entrega. O barulho de um zíper se abrindo me mostrou o que ia acontecer. E aconteceu. De repente, uma rola dura e quente me preencheu por completo.
— Quer me conhecer, sua puta? — ele sussurrou no meu ouvido, enquanto começava a me bombar devagar, suave, sensual.
— Vai me denunciar mesmo? — perguntou enquanto continuava me possuindo.
— Não. Só preciso saber quem você é. Só isso, por favor, continua, continua — implorei.
Uma luz na sala me indicou que meus alunos tinham ligado o celular pra ver, e com pavor vi a luz se aproximando da cozinha. Tentei me separar do meu atacante, mas do jeito que ele me tinha enfiada em cima da mesa, qualquer fuga era impossível. Meus alunos iam entrar e me ver ali, em cima da mesa, sendo selvagemente possuída e gozando que nem uma puta.
E de repente, a luz entrou na cozinha e iluminou a mesa. Me cegou por um instante, e apagou na hora. A mão soltou minha boca.
— Não é o que você tá pensando — consegui dizer pra quem tinha visto o que rolava.
Uma mão pegou meu cabelo e me forçou a jogar a cabeça pra trás, e de repente, uma rola dura e quente se enfiou na minha boca. Fiquei petrificada. O quê? O que estava acontecendo? O que era aquilo?
Aos poucos, aquela vara foi pegando ritmo até possuir minha boca como se fosse minha buceta, entrando e saindo num ritmo gostoso.
Perdi a noção do que rolava. Não conseguia raciocinar. Me levantaram sem parar de me enfiar dos dois lados e, devagar, me levaram flutuando até meu quarto, me jogando na cama.
Fiquei ali perdida. Quando a luz do meu criado-mudo acendeu, tudo ficou claro.
Lá estavam Osvaldo e Damián, pelados, mostrando umas rolas intimidadoras e sorrindo que nem demônios.
- O que significa isso? Perguntei, tentando cobrir meu corpo com o lençol.
Osvaldo deitou em cima de mim, puxou o lençol e tomou posse dos meus peitos, de um jeito selvagem.
- Nunca pensou que era um trabalho em equipe, disse Damián enquanto se masturbava devagar.
- A gente se reveza pra te comer, Moni, falou Osvaldo no meu ouvido, mas agora não precisa. Hoje vamos te foder os dois juntos, disse enquanto se posicionava entre minhas pernas.
Damián se aproximou devagar e colocou o pau na frente da minha boca.
- Quero o tratamento que você deu pro Osvaldo na cozinha, disse sorrindo.
Pensei em recusar, mas na hora quem estava em cima de mim me enfiou até o talo e eu gritei de prazer e dor, e Damián avançando tomou conta da minha boca com o pau dele.
Aquela noite foi terrível e inesquecível.
Enquanto um me possuía, o outro se recuperava da sessão anterior. Pra piorar, ver o parceiro me comendo, e depois deixar minha boca endurecer o pau dele, fazia a recuperação ser muito rápida.
Primeiro foi a vez do Osvaldo, que muito tarado, mal aguentou uns minutos, e se esvaziou dentro de mim que nem um bicho. A mesma coisa com o Damián, mas já na segunda sessão foi mais controlada e longa. Cada um deles me bombou por pelo menos 25 minutos, me fazendo gozar um monte de vezes, e me obrigando a trocar de posição várias vezes.
A terceira me destruiu. Osvaldo bombou e bombou até eu implorar pra ele gozar, e ele só aceitou Quando me submeti a ele gozar na minha boca. Não soltou muito sêmen, dadas as circunstâncias, mas o orgasmo que ele teve foi o mais profundo que já vi um homem ter na vida. Ficou ofegante na cama, igual um peixe fora d'água. Damián não quis se contentar com menos e, depois de mais um bom tempo no pique, me entregou o pau dele pra eu ninar na minha boca.
Não sei em que momento a gente caiu no sono os três, abraçados na minha cama.
De madrugada, senti uma mão me acariciando e me forçou a virar. Meio dormindo, senti um corpo deslizar entre minhas pernas, e uma dureza conhecida começou a me perfurar. Não consegui distinguir qual dos meus alunos era, mas não tinha importância. Na minha mente e na minha cama, a partir daquele dia, seria um único homem, com dois paus, que só existiria pra me fazer gozar e descobrir em mim uma luxúria que me permitiria recuperar o tempo perdido... FIM
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