+18 ANOS.
Andres era irmão do Sergio, um amigo. Andres era mais novo que eu.
Uma vez estávamos na casa do Sergio com mais alguns amigos, jogando truco até a noite. Quase sempre a rotina era essa, passávamos horas na casa dele fazendo merda.
Uma tarde quente de janeiro, estávamos todos pelados (meio marcados, não muito), e começamos a falar sobre masturbação (era nosso começo como punheteiros kkkk), eu, claro, fui levando a conversa pra onde me interessava, falei que eu batia muita punheta porque tinha o pau muito grande, o que, obviamente, gerou dúvida em todo mundo.
Passaram os dias, e uma dessas noites fui ao banheiro e cruzei com o Andres, e ele me disse:
Andres: Então você tem o pau grande? e automaticamente pegou no meu (só pra constar, ele era bem mais novo que eu).
Eu: E você já viu. Mas solta.
Fiquei paralisado, frio, quente, impressionado, não saberia explicar a situação, era tudo muito extremo.
Andres: Agora vou contar pro meu irmão o que você fez comigo.
Eu: Não faz isso, eu não fiz nada.
Ficou por isso. Ele não disse nada.
Mais ou menos um mês depois, fui buscar algo na casa do Sergio e ele não estava, o único que estava era o Andres. Ele me atendeu, disse que todos tinham saído. Entrei no quarto do Sergio e o Andres atrás de mim.
Andres: Abre a calça, quero ver.
Por alguma razão eu estava com muito tesão, abaixei a calça e ele pegou no meu pau, ficou mexendo um pouco e eu falei:
Eu: Quer chupar?
Andres: Nem fodendo, isso é coisa de viado.
Eu: Vai lá, só um pouco, senão eu conto pro seu irmão.
Ele se ajoelhou e chupou meu pau por um tempo. Tirou a roupa e eu vi ele todo pelado. Ele chupou um pouco e eu pedi pra ele virar, e comecei a chupar o cu dele. Ele se mexia pra trás como se pedisse pra eu enfiar a língua, e eu, claro, fazia isso. Deixei o cu dele mais dilatado do que nunca ninguém teve kkkk. Deitei na cama e falei pra ele sentar em cima de mim.
Eu: Vai, senta devagar.
Andres: Tá doendo muito, muito.
Eu: Senta. Saliba.
Fui entrando devagar, mas ele fazia cara de muita dor, muita. Até que finalmente entrou a metade e ele disse "ahhhhhhhhhh seu pau tá quente". Depois de um tempo, eu me mexia devagar e ele pedia pra eu tirar, o que não fiz. Um pouco mais tarde, coloquei ele de quatro e me mexia mais rápido (embora lento pro normal).
Eu: Tá gostando?
Andrés: Tô gostando, mas dói muito.
Eu: Já vai passar.
Mal tinha terminado de falar isso:
Andrés: Sinto quente, tô gostando, acho que você tá mijando dentro da minha bunda.
Eu: É mijo.
Claro que não era mijo, eu tava gozando dentro de um jeito descomunal. Gozei e levei ele pro banheiro pra limpar a bunda.
Repetimos a situação umas cinco vezes mais, mas paramos porque era muito arriscado.
Espero que tenham gostado!
Andres era irmão do Sergio, um amigo. Andres era mais novo que eu.
Uma vez estávamos na casa do Sergio com mais alguns amigos, jogando truco até a noite. Quase sempre a rotina era essa, passávamos horas na casa dele fazendo merda.
Uma tarde quente de janeiro, estávamos todos pelados (meio marcados, não muito), e começamos a falar sobre masturbação (era nosso começo como punheteiros kkkk), eu, claro, fui levando a conversa pra onde me interessava, falei que eu batia muita punheta porque tinha o pau muito grande, o que, obviamente, gerou dúvida em todo mundo.
Passaram os dias, e uma dessas noites fui ao banheiro e cruzei com o Andres, e ele me disse:
Andres: Então você tem o pau grande? e automaticamente pegou no meu (só pra constar, ele era bem mais novo que eu).
Eu: E você já viu. Mas solta.
Fiquei paralisado, frio, quente, impressionado, não saberia explicar a situação, era tudo muito extremo.
Andres: Agora vou contar pro meu irmão o que você fez comigo.
Eu: Não faz isso, eu não fiz nada.
Ficou por isso. Ele não disse nada.
Mais ou menos um mês depois, fui buscar algo na casa do Sergio e ele não estava, o único que estava era o Andres. Ele me atendeu, disse que todos tinham saído. Entrei no quarto do Sergio e o Andres atrás de mim.
Andres: Abre a calça, quero ver.
Por alguma razão eu estava com muito tesão, abaixei a calça e ele pegou no meu pau, ficou mexendo um pouco e eu falei:
Eu: Quer chupar?
Andres: Nem fodendo, isso é coisa de viado.
Eu: Vai lá, só um pouco, senão eu conto pro seu irmão.
Ele se ajoelhou e chupou meu pau por um tempo. Tirou a roupa e eu vi ele todo pelado. Ele chupou um pouco e eu pedi pra ele virar, e comecei a chupar o cu dele. Ele se mexia pra trás como se pedisse pra eu enfiar a língua, e eu, claro, fazia isso. Deixei o cu dele mais dilatado do que nunca ninguém teve kkkk. Deitei na cama e falei pra ele sentar em cima de mim.
Eu: Vai, senta devagar.
Andres: Tá doendo muito, muito.
Eu: Senta. Saliba.
Fui entrando devagar, mas ele fazia cara de muita dor, muita. Até que finalmente entrou a metade e ele disse "ahhhhhhhhhh seu pau tá quente". Depois de um tempo, eu me mexia devagar e ele pedia pra eu tirar, o que não fiz. Um pouco mais tarde, coloquei ele de quatro e me mexia mais rápido (embora lento pro normal).
Eu: Tá gostando?
Andrés: Tô gostando, mas dói muito.
Eu: Já vai passar.
Mal tinha terminado de falar isso:
Andrés: Sinto quente, tô gostando, acho que você tá mijando dentro da minha bunda.
Eu: É mijo.
Claro que não era mijo, eu tava gozando dentro de um jeito descomunal. Gozei e levei ele pro banheiro pra limpar a bunda.
Repetimos a situação umas cinco vezes mais, mas paramos porque era muito arriscado.
Espero que tenham gostado!
9 comentários - O irmãozinho do meu amigo (Conto gay)