Minha tia Caroline morava numa casa incrível, muito grande. Todo mundo sabia como ela ganhava a vida: ela secava os caras no sentido literal da palavra, deixava eles secos na carteira e nos culhões.
Eu tinha 18 anos e tava no segundo ano do ensino médio. Passava horas com a minha tia por causa de umas paradas de família, e ela me comprava roupa, livro e me dava dinheiro pra gastar — era generosa.
Naquele dia, ela me chamou no alpendre pra conversar sobre algo importante. O alpendre era um lugar fechado com vidraças grandes e até tinha uma mini bancada de bar. Não faltava nada naquela casa, mas devia ter também muita despesa.
Sentei numa cadeira confortável no alpendre e minha tia começou a falar nervosa. Acendeu um cigarro e me estendeu um.
— NÃO FUMO, TIA, VOCÊ SABE.
— MELHOR ASSIM, ISSO MATA, VOCÊ SABE, NÉ.
"É, tia, tem muita coisa que mata", pensei enquanto observava ela acender o cigarro toda nervosa.
Minha tia tinha 47 anos e ninguém diria. Eu sabia, claro, mas não as companhias dela. Às vezes eram caras bem mais novos que ela, de vinte e poucos e de trinta anos. Não sei o que minha tia fazia com eles, mas tava claro que fazia eles gozarem o corpo dela até limites inimagináveis, porque minha tia vivia como uma rainha e nunca faltava nada.
— TÔ FICANDO VELHA, MELISSA, MINHA MELISSINHA, TÔ FICANDO VELHA E NÃO POSSO EVITAR.
— QUAL É, TIA, NÃO FALA BESTEIRA, VOCÊ TÁ LINDA.
Com o vestido curto, ela exibia um corpão incrível. O cabelo moreno, a pele branca e bem cuidada, os quadris largos, mas a barriga lisa e dois peitos incríveis e enormes. Minha tia seria capaz de carregar o sétimo de cavalaria nas costas e continuar de boa, pelo menos era o que eu achava. Mas, afinal, o que eu sabia da vida ou de qualquer coisa?
Eu tinha 18 anos e tava ali sentada com o uniforme do colégio, ouvindo ela atentamente e vendo como ela ficava cada vez mais nervosa.
Meu cabelo era ruivo e eu usava duas tranças compridas. Meu corpo era lindo, minha cintura fina, meus peitos... lindos e duros, e minha bunda bem apertada. Minha tia sempre me dizia que eu era um docinho, que não me deixasse desperdiçar e que afastasse os "corre rápido", como ela chamava. Ela se referia aos caras da minha idade que só queriam meter e gozar bem rápido, eu morria de rir com minha tia, ela era uma safada, uma sem-vergonha e uma puta, sim, mas eu me divertia pra caralho com ela.
— VOCÊ É VIRGEM, MELISSA???
Ela me perguntou bem séria enquanto puxava uma tragada forte do cigarro dela.
— PRA QUE ESSA PERGUNTA, TIA?
— PORRA, RESPONDE, É MUITO IMPORTANTE.
Ela ficou vermelha, como se estivesse puta, e chegou bem perto de mim.
— SOU SIM, MAS PRA QUE ISSO?
— ENTENDE, VOCÊ VALE MUITO. HOJE VEM UM CLIENTE E EU TE OFERECI PRA ELE. ELE PAGA MUITO BEM, MUITO BEM MESMO, E VOCÊ NÃO VIVE DE AR, E EU NÃO SOU MAIS A QUE ERA ANTES.
Fiquei perplexa e reagi mal, ia sair dali puta, mas minha tia me agarrou pelo pescoço com violência, ela estava descontrolada e fora de si.
— SUA MALDITA MENINA MIMADA, QUEM VOCÊ ACHA QUE PAGA SUAS CONTAS? SUA MÃE? SEU PAI, LÁ DO INFERNO?
— ME DEIXA EM PAZ.
— VOU TE DEIXAR EM PAZ QUANDO AQUELE CARA TE ESTRÉIAR, ENTENDEU, MENINA?
No meio da discussão, fiquei sentada ali, não podia ir embora, minha tia era quase a única coisa que eu tinha nesse mundo. Foi quando ele chegou.
Um homem de uns trinta e poucos anos, pelo que calculei, forte, de altura mediana e simpático.
Cumprimentou minha tia, eles já se conheciam, ela disse pra ele:
— OLHA PRA ELA, O QUE ACHA? É UMA FLORZINHA PRONTA PRA SER ESTRÉIADA.
— VOCÊ TÁ LOUCA? É UMA GAROTA DO COLÉGIO, VOU PASSAR.
— MAS O QUE VOCÊ TÁ DIZENDO? VAMOS LÁ, ALEJANDRO, VOCÊ ACHA QUE VIRGEM DÁ EM ÁRVORE? QUE PORRA DE BUNDA MOLE TODO MUNDO TÁ TENDO? VOCÊ VAI COMER ELA, PORRA, E VAI ME PAGAR O QUE COMBINAMOS.
Ela chegou perto dele e começou a gritar, batendo com o dedo indicador no peito dele, xingando e ameaçando. Ele recuava diante daquela mulher, eu não conhecia esse lado da minha tia, mas com certeza ela era capaz de amedrontar um homem feito com seu gênio e sua raiva. Alexandre recuou e começou a... Assentir com a cabeça.
Minha tia se aproximou de mim e segurou meu rosto pelo queixo.
— E AGORA, FLORZINHA, VOU TE ENSINAR TUDO SOBRE ESSE NEGÓCIO. VOCÊ VAI VIVER COMO UMA RAINHA SEM FAZER NADA, VAI SER A MELHOR.
Alejandro se afastou, e minha tia encarou ele. No fim, desistiu dele e ameaçou não querer saber mais da existência dele, dizendo que contaria pra todo mundo que ele era um "merda". Alejandro ficou sem saber o que fazer, e naqueles segundos minha tia agiu como uma loba.
Ela ergueu o nariz, toda cheia de si, e encarou o rosto de Alejandro. Abriu a calça dele e começou a mexer no pau dele por cima da cueca. Ele tentou recuar, mas ela segurou firme e puxou ele pra perto.
Ela me chamou, e eu me levantei.
— SE AJOELHA, MELISA. VAMOS, OBEDECE, PORRA. QUE PAREJINHA VOCÊS DOIS FORMAM.
Me ajoelhei no chão frio, meus joelhos tocando as lajes geladas, e na minha cara tinha a cueca de Alejandro, cada vez mais inchada. Minha tia não parava de mexer no pau dele.
Ela puxou a cueca dele pra baixo, e o pau dele apareceu grosso e mole na minha frente. Tentei me levantar, mas minha tia me agarrou pelo rabo de cavalo, me machucando.
— CHUPA, VAGABUNDINHA. VAMOS, CHUPA ELE, PORRA.
Ela puxava meu cabelo com força, e eu comecei a chupar o pau dele no ritmo que minha tia marcava, me puxando pelo cabelo violentamente.
— ATÉ O FUNDO, METE ATÉ O FUNDO, PORRA.
Minha tia mandava. O pau de Alejandro crescia cada vez que eu enfiava até a garganta e tirava rápido. Minha tia puxava meu rabo de cavalo com muita força pra eu dar chupões intensos, da ponta até os testículos dele.
— VAMOS, PARA! ELA É UMA CRIANÇA, PORRA. PARA JÁ, CAROLINE. PARA, PORRA... COMO ELA CHUPA, PORRA.
O pau dele tava cada vez mais inchado e duro, mas não completamente, porque quando eu parava de chupar, ele caía pra baixo. Minha tia puxava meu cabelo de novo, gritando pra eu chupar, e eu enfiava de novo na boca até o fundo. Senti ânsia quando o pau dele bateu no fundo da minha garganta.
Minha tia começou a bater forte na base do pau dele. perto dos testículos enquanto eu enfiava na boca uma e outra vez, cada vez mais rápido, batendo forte, muito forte.
—AH, MEU DEUS DO CÉU
Alejandro gozou na minha boca, me afastei e tive uma ânsia forte, tossi e cuspi muito esperma no chão. Minha tia pegou no pau dele e esfregou com força nos meus lábios, e os últimos jatos de porra me acertaram na cara, na boca e no cabelo.
—VIU, MENINA? ELE GOZOU SEM TÁ DURO DE VERDADE AINDA, E ESSE CARA TÁ NO PONTO, TE FALO, VOCÊ VAI SER UMA PUTA DE LUXO DE PRIMEIRA.
Minha tia começou a bater uma nele devagar, Alejandro suspirava de prazer infinito, ela batia uma e colocava a bola dele nos meus lábios.
—MORDE COM OS LÁBIOS, MENINA, VAMOS, ASSIM, ASSIM.
Eu dava mordidinhas com meus lábios de menina vermelhos no prepúcio dele, minha tia era uma expert em fazer um homem nunca broxar, sabia onde tocar e como tocar.
—BOTA A LÍNGUA PRA FORA, MELISSA, TUDO PRA FORA.
Ela esfregou a bola dele na minha língua com força, o pau de Alejandro agora tava duro e enorme, um pau grande cheio de veias e bem vermelho, com a bola vermelha nua e molhada.
—OLHA, MENINA, ELE TÁ FICANDO DURO.
Minha tia enfiou aquele pau enorme na boca dela até os testículos e deu umas chupadas rápidas, Alejandro gemia e as pernas dele tremiam de prazer. "Como é que pussy faz pra não se afogar?", eu pensava ali de joelhos do lado da minha tia.
—AGORA VOCÊ, MELISSA
Enfiei na minha boca, mas só a metade, e chupei forte.
—VOCÊ TEM UNS LÁBIOS DE MENINA LINDO
Alejandro falou, segurando o pau dele enquanto eu chupava forte a metade com minha língua, ele gemia rápido e eu chupava o pau dele o mais forte que podia.
Minha tia levantou minha saia e pegou na minha calcinha, puxou pra cima e a calcinha entrou no meio da minha buceta.
—OLHA, ALEJANDRO, VOCÊ VAI COMER UMA BUCETINHA BEM APERTADA.
Alejandro tirou o pau enorme da minha boca e minha tia sentou na cadeira.
—VAMOS, MELISSA, ME CHUPA A BUCETA, VOCÊS DOIS ME DEIXARAM COM TESÃO.
Não discuti mais, pra quê? Sua A buceta dela tava sem depilar, com o púbis cheio de pelos pretos e no meio da buceta dela saía um clitóris grande, um pedaço de carne carnudo. Ela me segurava pelas marias-chiquinhas e me apertava contra a buceta dela, eu enfiava a língua dentro como ela pedia.
Eu tava de joelhos na frente da minha tia e ela sentada na cadeira, o Alejandro atrás de mim.
— VAMOS MONTAR ELA AGORA, JÁ TÁ PRONTA
O Alejandro me levantou por trás e afastou a calcinha branca, me apertou com o pau dele na minha buceta virgem. Eu parei de enfiar a língua na buceta da minha tia e senti o pau inteiro dele dentro de mim.
— AI AI AI OOH AI AI AI
Eu gemia e ofegava, mas tava muito molhada, não vou negar. Minha buceta engoliu o pau enorme dele até o fundo. Ele me comia com força e eu passei da dor ao prazer num segundo. Tava morrendo de prazer com o pau dele até o fundo. Senti me romper e uma dor intensa rasgando algo muito íntimo, mas quando ele começou a meter forte, só sentia prazer, um prazer que ardia lá no fundo e fazia eu ficar mais molhada a cada vez, gemendo igual uma puta no cio.
O Alejandro tirou minha saia e a calcinha quando parou de me comer. Eu tinha gozado igual uma novinha, gritando e suspirando com a cabeça enfiada entre as pernas da minha tia.
Minha tia tirou minha camisa branca e o sutiã e me colocou em cima dela, de frente pra ele, minhas pernas por cima das pernas abertas da minha tia.
O Alejandro chegou perto e abriu minha buceta, separando mais minhas pernas. Enfiou até a metade e aí doeu pra caralho.
Gritei e falei que não aguentava mais, que me deixasse, tava doendo como se tivessem separando minha carne com um ferro em brasa.
— PORRA, A MENINA É BEM FECHADA.
Falou o Alejandro, saindo de dentro de mim.
— ENFIA EM MIM, AMOR, A MENINA GOZOU UMA VEZ E TÁ SECA, MAS TÁ BEM ABERTA, TE GARANTO.
O Alejandro enfiou tudo na minha tia até o fundo.
Ele metia forte, muito forte, eu em cima da minha tia. Ele me segurava pela cintura enquanto comia minha tia. Tirou e enfiou em mim de novo, dessa vez com muita força. Eu gritei de dor e prazer, eu tirava de mim e metia na minha tia várias vezes.
— VAI, DONO, GOZA NOS PEITOS
Minha tia disse, o Alejandro colocou entre os peitões enormes dela, ela apertou e ele começou a bater punheta com os peitos dela.
— VAMOS, MENINA, COLABORA UM POUCO
Ele me pegou pelo cabelo bagunçado e, enquanto batia punheta nos peitos da minha tia, ela fazia eu chupar o prepúcio dele com a língua.
O Alejandro me colocou tipo uma putinha e meteu até o fundo, comendo gostoso pra se aliviar, meus gemidos e suspiros já eram uma loucura.
Depois colocou minha tia e também comeu ela com força.
— PORRA, TÔ QUASE, VOCÊS SÃO AS MELHORES PUTAS DA CIDADE, DE LONGE.
— CONTA PRA TODOS SEUS AMIGOS, ALEJANDRO.
Minha tia disse, ele nos colocou, eu e ela, fazendo 69, mas ele ficou atrás da minha tia metendo o pau na boceta enorme dela, e quando sentia que ia gozar, enfiava na minha boca até as bolas. Eu, deitada de costas, via a foda a centímetros, e quando o Alejandro metia, o pau dele tinha gosto de sexo de mulher e de homem quente.
Assim ele comeu com força e depois enfiou as bolas na minha boca, elas incharam e ele jorrou tudo na minha boca de menina.
Nessa posição, engoli tudo que pude até sentir os últimos jatos fortes.
— DEIXA ELE SECO, MENINA, CHUPA FORTE, FAZ DOER, PRA ELE NÃO QUERER NOS VER POR UM MÊS, VAI, FORTE.
O Alejandro não aguentou mais e saiu com violência, eu me afastei e cuspi duas bocadas de porra quente no chão.
Tudo passou.
— VOCÊ MANDOU MUITO BEM, MELISA.
Minha tia disse, e me deu 600.
Quanto ele pagou por mim? Nem ideia, mas pagou, e pagou bem.
Desde aquele dia, não vou mentir, sou puta, nasci pra ser puta, e daí? Como os homens como ela me ensinou, deixo eles secos e sem vontade de mulher por uns dias. Bom, depende do homem, isso é verdade, mas sexo é uma arte e eu aprendi com a melhor.
Com a puta da minha tia.
Eu tinha 18 anos e tava no segundo ano do ensino médio. Passava horas com a minha tia por causa de umas paradas de família, e ela me comprava roupa, livro e me dava dinheiro pra gastar — era generosa.
Naquele dia, ela me chamou no alpendre pra conversar sobre algo importante. O alpendre era um lugar fechado com vidraças grandes e até tinha uma mini bancada de bar. Não faltava nada naquela casa, mas devia ter também muita despesa.
Sentei numa cadeira confortável no alpendre e minha tia começou a falar nervosa. Acendeu um cigarro e me estendeu um.
— NÃO FUMO, TIA, VOCÊ SABE.
— MELHOR ASSIM, ISSO MATA, VOCÊ SABE, NÉ.
"É, tia, tem muita coisa que mata", pensei enquanto observava ela acender o cigarro toda nervosa.
Minha tia tinha 47 anos e ninguém diria. Eu sabia, claro, mas não as companhias dela. Às vezes eram caras bem mais novos que ela, de vinte e poucos e de trinta anos. Não sei o que minha tia fazia com eles, mas tava claro que fazia eles gozarem o corpo dela até limites inimagináveis, porque minha tia vivia como uma rainha e nunca faltava nada.
— TÔ FICANDO VELHA, MELISSA, MINHA MELISSINHA, TÔ FICANDO VELHA E NÃO POSSO EVITAR.
— QUAL É, TIA, NÃO FALA BESTEIRA, VOCÊ TÁ LINDA.
Com o vestido curto, ela exibia um corpão incrível. O cabelo moreno, a pele branca e bem cuidada, os quadris largos, mas a barriga lisa e dois peitos incríveis e enormes. Minha tia seria capaz de carregar o sétimo de cavalaria nas costas e continuar de boa, pelo menos era o que eu achava. Mas, afinal, o que eu sabia da vida ou de qualquer coisa?
Eu tinha 18 anos e tava ali sentada com o uniforme do colégio, ouvindo ela atentamente e vendo como ela ficava cada vez mais nervosa.
Meu cabelo era ruivo e eu usava duas tranças compridas. Meu corpo era lindo, minha cintura fina, meus peitos... lindos e duros, e minha bunda bem apertada. Minha tia sempre me dizia que eu era um docinho, que não me deixasse desperdiçar e que afastasse os "corre rápido", como ela chamava. Ela se referia aos caras da minha idade que só queriam meter e gozar bem rápido, eu morria de rir com minha tia, ela era uma safada, uma sem-vergonha e uma puta, sim, mas eu me divertia pra caralho com ela.
— VOCÊ É VIRGEM, MELISSA???
Ela me perguntou bem séria enquanto puxava uma tragada forte do cigarro dela.
— PRA QUE ESSA PERGUNTA, TIA?
— PORRA, RESPONDE, É MUITO IMPORTANTE.
Ela ficou vermelha, como se estivesse puta, e chegou bem perto de mim.
— SOU SIM, MAS PRA QUE ISSO?
— ENTENDE, VOCÊ VALE MUITO. HOJE VEM UM CLIENTE E EU TE OFERECI PRA ELE. ELE PAGA MUITO BEM, MUITO BEM MESMO, E VOCÊ NÃO VIVE DE AR, E EU NÃO SOU MAIS A QUE ERA ANTES.
Fiquei perplexa e reagi mal, ia sair dali puta, mas minha tia me agarrou pelo pescoço com violência, ela estava descontrolada e fora de si.
— SUA MALDITA MENINA MIMADA, QUEM VOCÊ ACHA QUE PAGA SUAS CONTAS? SUA MÃE? SEU PAI, LÁ DO INFERNO?
— ME DEIXA EM PAZ.
— VOU TE DEIXAR EM PAZ QUANDO AQUELE CARA TE ESTRÉIAR, ENTENDEU, MENINA?
No meio da discussão, fiquei sentada ali, não podia ir embora, minha tia era quase a única coisa que eu tinha nesse mundo. Foi quando ele chegou.
Um homem de uns trinta e poucos anos, pelo que calculei, forte, de altura mediana e simpático.
Cumprimentou minha tia, eles já se conheciam, ela disse pra ele:
— OLHA PRA ELA, O QUE ACHA? É UMA FLORZINHA PRONTA PRA SER ESTRÉIADA.
— VOCÊ TÁ LOUCA? É UMA GAROTA DO COLÉGIO, VOU PASSAR.
— MAS O QUE VOCÊ TÁ DIZENDO? VAMOS LÁ, ALEJANDRO, VOCÊ ACHA QUE VIRGEM DÁ EM ÁRVORE? QUE PORRA DE BUNDA MOLE TODO MUNDO TÁ TENDO? VOCÊ VAI COMER ELA, PORRA, E VAI ME PAGAR O QUE COMBINAMOS.
Ela chegou perto dele e começou a gritar, batendo com o dedo indicador no peito dele, xingando e ameaçando. Ele recuava diante daquela mulher, eu não conhecia esse lado da minha tia, mas com certeza ela era capaz de amedrontar um homem feito com seu gênio e sua raiva. Alexandre recuou e começou a... Assentir com a cabeça.
Minha tia se aproximou de mim e segurou meu rosto pelo queixo.
— E AGORA, FLORZINHA, VOU TE ENSINAR TUDO SOBRE ESSE NEGÓCIO. VOCÊ VAI VIVER COMO UMA RAINHA SEM FAZER NADA, VAI SER A MELHOR.
Alejandro se afastou, e minha tia encarou ele. No fim, desistiu dele e ameaçou não querer saber mais da existência dele, dizendo que contaria pra todo mundo que ele era um "merda". Alejandro ficou sem saber o que fazer, e naqueles segundos minha tia agiu como uma loba.
Ela ergueu o nariz, toda cheia de si, e encarou o rosto de Alejandro. Abriu a calça dele e começou a mexer no pau dele por cima da cueca. Ele tentou recuar, mas ela segurou firme e puxou ele pra perto.
Ela me chamou, e eu me levantei.
— SE AJOELHA, MELISA. VAMOS, OBEDECE, PORRA. QUE PAREJINHA VOCÊS DOIS FORMAM.
Me ajoelhei no chão frio, meus joelhos tocando as lajes geladas, e na minha cara tinha a cueca de Alejandro, cada vez mais inchada. Minha tia não parava de mexer no pau dele.
Ela puxou a cueca dele pra baixo, e o pau dele apareceu grosso e mole na minha frente. Tentei me levantar, mas minha tia me agarrou pelo rabo de cavalo, me machucando.
— CHUPA, VAGABUNDINHA. VAMOS, CHUPA ELE, PORRA.
Ela puxava meu cabelo com força, e eu comecei a chupar o pau dele no ritmo que minha tia marcava, me puxando pelo cabelo violentamente.
— ATÉ O FUNDO, METE ATÉ O FUNDO, PORRA.
Minha tia mandava. O pau de Alejandro crescia cada vez que eu enfiava até a garganta e tirava rápido. Minha tia puxava meu rabo de cavalo com muita força pra eu dar chupões intensos, da ponta até os testículos dele.
— VAMOS, PARA! ELA É UMA CRIANÇA, PORRA. PARA JÁ, CAROLINE. PARA, PORRA... COMO ELA CHUPA, PORRA.
O pau dele tava cada vez mais inchado e duro, mas não completamente, porque quando eu parava de chupar, ele caía pra baixo. Minha tia puxava meu cabelo de novo, gritando pra eu chupar, e eu enfiava de novo na boca até o fundo. Senti ânsia quando o pau dele bateu no fundo da minha garganta.
Minha tia começou a bater forte na base do pau dele. perto dos testículos enquanto eu enfiava na boca uma e outra vez, cada vez mais rápido, batendo forte, muito forte.
—AH, MEU DEUS DO CÉU
Alejandro gozou na minha boca, me afastei e tive uma ânsia forte, tossi e cuspi muito esperma no chão. Minha tia pegou no pau dele e esfregou com força nos meus lábios, e os últimos jatos de porra me acertaram na cara, na boca e no cabelo.
—VIU, MENINA? ELE GOZOU SEM TÁ DURO DE VERDADE AINDA, E ESSE CARA TÁ NO PONTO, TE FALO, VOCÊ VAI SER UMA PUTA DE LUXO DE PRIMEIRA.
Minha tia começou a bater uma nele devagar, Alejandro suspirava de prazer infinito, ela batia uma e colocava a bola dele nos meus lábios.
—MORDE COM OS LÁBIOS, MENINA, VAMOS, ASSIM, ASSIM.
Eu dava mordidinhas com meus lábios de menina vermelhos no prepúcio dele, minha tia era uma expert em fazer um homem nunca broxar, sabia onde tocar e como tocar.
—BOTA A LÍNGUA PRA FORA, MELISSA, TUDO PRA FORA.
Ela esfregou a bola dele na minha língua com força, o pau de Alejandro agora tava duro e enorme, um pau grande cheio de veias e bem vermelho, com a bola vermelha nua e molhada.
—OLHA, MENINA, ELE TÁ FICANDO DURO.
Minha tia enfiou aquele pau enorme na boca dela até os testículos e deu umas chupadas rápidas, Alejandro gemia e as pernas dele tremiam de prazer. "Como é que pussy faz pra não se afogar?", eu pensava ali de joelhos do lado da minha tia.
—AGORA VOCÊ, MELISSA
Enfiei na minha boca, mas só a metade, e chupei forte.
—VOCÊ TEM UNS LÁBIOS DE MENINA LINDO
Alejandro falou, segurando o pau dele enquanto eu chupava forte a metade com minha língua, ele gemia rápido e eu chupava o pau dele o mais forte que podia.
Minha tia levantou minha saia e pegou na minha calcinha, puxou pra cima e a calcinha entrou no meio da minha buceta.
—OLHA, ALEJANDRO, VOCÊ VAI COMER UMA BUCETINHA BEM APERTADA.
Alejandro tirou o pau enorme da minha boca e minha tia sentou na cadeira.
—VAMOS, MELISSA, ME CHUPA A BUCETA, VOCÊS DOIS ME DEIXARAM COM TESÃO.
Não discuti mais, pra quê? Sua A buceta dela tava sem depilar, com o púbis cheio de pelos pretos e no meio da buceta dela saía um clitóris grande, um pedaço de carne carnudo. Ela me segurava pelas marias-chiquinhas e me apertava contra a buceta dela, eu enfiava a língua dentro como ela pedia.
Eu tava de joelhos na frente da minha tia e ela sentada na cadeira, o Alejandro atrás de mim.
— VAMOS MONTAR ELA AGORA, JÁ TÁ PRONTA
O Alejandro me levantou por trás e afastou a calcinha branca, me apertou com o pau dele na minha buceta virgem. Eu parei de enfiar a língua na buceta da minha tia e senti o pau inteiro dele dentro de mim.
— AI AI AI OOH AI AI AI
Eu gemia e ofegava, mas tava muito molhada, não vou negar. Minha buceta engoliu o pau enorme dele até o fundo. Ele me comia com força e eu passei da dor ao prazer num segundo. Tava morrendo de prazer com o pau dele até o fundo. Senti me romper e uma dor intensa rasgando algo muito íntimo, mas quando ele começou a meter forte, só sentia prazer, um prazer que ardia lá no fundo e fazia eu ficar mais molhada a cada vez, gemendo igual uma puta no cio.
O Alejandro tirou minha saia e a calcinha quando parou de me comer. Eu tinha gozado igual uma novinha, gritando e suspirando com a cabeça enfiada entre as pernas da minha tia.
Minha tia tirou minha camisa branca e o sutiã e me colocou em cima dela, de frente pra ele, minhas pernas por cima das pernas abertas da minha tia.
O Alejandro chegou perto e abriu minha buceta, separando mais minhas pernas. Enfiou até a metade e aí doeu pra caralho.
Gritei e falei que não aguentava mais, que me deixasse, tava doendo como se tivessem separando minha carne com um ferro em brasa.
— PORRA, A MENINA É BEM FECHADA.
Falou o Alejandro, saindo de dentro de mim.
— ENFIA EM MIM, AMOR, A MENINA GOZOU UMA VEZ E TÁ SECA, MAS TÁ BEM ABERTA, TE GARANTO.
O Alejandro enfiou tudo na minha tia até o fundo.
Ele metia forte, muito forte, eu em cima da minha tia. Ele me segurava pela cintura enquanto comia minha tia. Tirou e enfiou em mim de novo, dessa vez com muita força. Eu gritei de dor e prazer, eu tirava de mim e metia na minha tia várias vezes.
— VAI, DONO, GOZA NOS PEITOS
Minha tia disse, o Alejandro colocou entre os peitões enormes dela, ela apertou e ele começou a bater punheta com os peitos dela.
— VAMOS, MENINA, COLABORA UM POUCO
Ele me pegou pelo cabelo bagunçado e, enquanto batia punheta nos peitos da minha tia, ela fazia eu chupar o prepúcio dele com a língua.
O Alejandro me colocou tipo uma putinha e meteu até o fundo, comendo gostoso pra se aliviar, meus gemidos e suspiros já eram uma loucura.
Depois colocou minha tia e também comeu ela com força.
— PORRA, TÔ QUASE, VOCÊS SÃO AS MELHORES PUTAS DA CIDADE, DE LONGE.
— CONTA PRA TODOS SEUS AMIGOS, ALEJANDRO.
Minha tia disse, ele nos colocou, eu e ela, fazendo 69, mas ele ficou atrás da minha tia metendo o pau na boceta enorme dela, e quando sentia que ia gozar, enfiava na minha boca até as bolas. Eu, deitada de costas, via a foda a centímetros, e quando o Alejandro metia, o pau dele tinha gosto de sexo de mulher e de homem quente.
Assim ele comeu com força e depois enfiou as bolas na minha boca, elas incharam e ele jorrou tudo na minha boca de menina.
Nessa posição, engoli tudo que pude até sentir os últimos jatos fortes.
— DEIXA ELE SECO, MENINA, CHUPA FORTE, FAZ DOER, PRA ELE NÃO QUERER NOS VER POR UM MÊS, VAI, FORTE.
O Alejandro não aguentou mais e saiu com violência, eu me afastei e cuspi duas bocadas de porra quente no chão.
Tudo passou.
— VOCÊ MANDOU MUITO BEM, MELISA.
Minha tia disse, e me deu 600.
Quanto ele pagou por mim? Nem ideia, mas pagou, e pagou bem.
Desde aquele dia, não vou mentir, sou puta, nasci pra ser puta, e daí? Como os homens como ela me ensinou, deixo eles secos e sem vontade de mulher por uns dias. Bom, depende do homem, isso é verdade, mas sexo é uma arte e eu aprendi com a melhor.
Com a puta da minha tia.
3 comentários - Sou puta, minha tia me iniciou.
jejej aun que por leer todo el relato se nota que la nena no tenia 18 años s enota que tenia menos