História de um Enfermeiro Tarado...

Depois de tanto ler vocês, me animei a escrever essa história real da minha vida. Pra começar, quero dizer que sou um jovem de trinta e tantos anos, profissional da saúde na área de enfermagem, no auge da vida. Sem mais delongas, a história começa assim:


Já trabalhava há algum tempo nessa instituição, era o único homem no serviço naquela escala, com um grupo de garotas que eu realmente queria devorar hahaha, sempre conversando sobre qualquer coisa mas nunca faltava o tema sexual… um dia, quase sem nada pra fazer, elas e eu na sala de descanso enquanto conversávamos sobre vários assuntos e olhando a televisão, o assunto foi ficando um tanto quente, meu companheiro não estava nada mal naquela reunião com essas garotas e menos ainda de ouvir aquelas conversas que o deixavam duro como um mastro no pátio central. Havia uma das garotas que era um pouco mais expressiva e extrovertida, muito engraçada, com uma bunda de morrer, uns peitos enormes, corpinho de violão um pouquinho acima do peso pra estar como Deus manda (sem intenção de machucar susceptibilidades). Existia uma certa afinidade entre ela e eu. Naquele dia nos pediram pra preparar algo num centro cirúrgico, saímos da sala de descanso, eu saí primeiro pra tentar disfarçar minha tremenda ereção por aquele monte de mulheres e a conversa tão boa, ela me seguiu. Depois de fechar a porta e no meio do corredor, ela tocou uma das minhas nádegas como se quisesse arrancá-la e me disse com cara de puta no cio e com um tom muito lascivo: "Essa bunda, Papi…" Naquele momento eu soube que tinha que morrer na tentativa, porque isso não dava pra deixar passar. Me virei e disse: "Deixa eu te pegar, você vai ver o que vai te acontecer". Seguimos como se nada ou ninguém fosse nos ver até a sala cirúrgica. Ao chegar lá, consegui ficar atrás dela e ela ficou numa pose que me permitiu encostar o meu, ainda meio duro, nela. O ato seguinte dela foi apertar aquele bumbum gostoso contra mim. Pelo gesto dela, intuí que ela já sabia que logo seu corpo seria meu…

Terminamos de fazer o que tínhamos que fazer no centro cirúrgico, claro, de vez em quando eu passava por trás dela e a encostava, ela só se apertava contra mim pra me fazer sentir aquele bumbum apertado. Chegou a hora quase do final do turno, mandei um zap pra ela pedindo pra ficar depois que acabasse. que eu levaria ela até a casa dela…

Ela me esperou sem trocar de roupa e a convidei para um ponto de transferência que estava em reforma pela instituição e naquela hora já não tinha mais ninguém, um pouco receosa mas ela aceitou ir, eu disse ao entrar: achou que ia escapar sem passar por nada?… pois não, ali a encostei na parede e dei um beijo no qual ela seguiu o ritmo da minha língua, ela tremia só de me sentir tão dentro, me disse: faz tanto tempo que não sinto um dentro de mim que já me deixou toda molhada e escorrendo e foi só um beijo…

Nessa altura eu estava duro como um poste, ela não aguentou e meteu a mão por dentro da calça de cirurgia e tocou por cima do boxer que eu usava, meu pau duro, realmente a situação me tinha muito excitado mas alerta, parei um momento, me certifiquei de ter a porta trancada, apaguei a luz e deixei acesa só a do banheiro daquele pequeno cômodo em reforma, foi aí que levantei a blusa de uniforme dela, ela usava um sutiã branco que combinava com a calcinha, minhas mãos soltaram aquela amarração que ela ofereceu de boa vontade e me deixou lamber seus lindos peitos redondos e firmes, mamilos escuros e duros me faziam saber que ela estava gostando da coisa como estava ficando, minhas mãos não paravam de acariciar seu corpo, minha língua não parava de viajar entre sua boca e suas tetinhas lindas (só de lembrar já me dá uma ereção gostosa), minhas mãos continuavam fazendo suas travessuras e se dispuseram a baixar a calça e aquela calcinha branca de renda na frente e nos glúteos, coloquei-a de costas enquanto uma mão tocava e massageava seus seios a outra tocava um de seus glúteos duros, aquela pele tão macia e gostosa, seu cheiro e o calor que emanava do seu bundinha e da sua buceta eram incrivelmente encantadores… eu beijava sua bunda, minhas mãos começaram a buscar outros caminhos, fui me metendo entre suas pernas com minha mão esquerda, ela virou e me disse: por favor deixa eu chupar ele, quero te comer, eu disse: ainda não Acabou, eu quero que você esteja louco quando tiver na boca. Obviamente, eu estava com o pau a ponto de explodir, não entrava mais sangue naquele músculo que parecia e sentia que iria estourar a qualquer momento. Dava para ouvir os gemidos suaves dela e a respiração que ela abafava com a boca para não sermos descobertos naquela salinha. Resolvi colocar minha mão na sua buceta; estava molhada, na verdade, muito molhada. Na posição em que estávamos, não resisti e tirei meu pau, colocando bem pertinho da sua periquita, que estava uma delícia, quentinha e bem limpinha… Ela me disse: "Me mete de uma vez, por favor…" Foi muito difícil segurar a vontade, mas eu sabia que seria melhor esperar. Levei minha boca para brincar no seu sexo, passando minha língua entre os sulcos das suas pernas, entre seus lábios, lambendo seu clitóris. Ela já não aguentava mais; dava para sentir o corpo dela se mexendo de um jeito meio involuntário, fazendo ela se contorcer de prazer. Ela falou: "Você é um desgraçado, não vai me meter e já está me fazendo gozar", ao que eu só respondi com uma chupada forte no clitóris dela. Ela pôde ver nos meus olhos que eu não pararia até ela terminar. Queria sentir ela gozar na minha cara, com minha língua e as carícias dos meus dedos. Foi glorioso sentir como, enquanto dois dos meus dedos estavam dentro dela, espasmos musculares produzidos pelo músculo vaginal dela apertavam meus dedos. Aquilo foi espetacular; eu queria sentir isso no meu pau. Me levantei e me preparei para introduzir na sua periquita safada e gulosa. Ela fechou as pernas e disse: "Não, meu doutor, agora é que você vai gozar"…

Ela se levantou com dificuldade e me atrevo a dizer que com um certo esforço para não ficar deitada ali recebendo prazer. Ela me empurrou e me levou até um divã ou maca de exame. Deitado lá, ela pegou meu membro e disse: "Você se comportou muito bem comigo, agora é minha vez de pagar isso". Ela brincou com meu pau de cima para baixo, como quem não quer nada, suave mas constante, enquanto beijava minha virilha. Antes de enfiar na boca, ela lançou um olhar rápido que sumiu quando engoliu meu pau. Era voraz e ousada, uma chupada colossal daquelas que tiram o fôlego. Uma verdadeira especialista: quatro dedos agarrando o membro, o resto dentro da boca, a língua fazendo movimentos circulares. Eu, desesperado de prazer com aquela boca, quase explodindo. Ela continuou por uns instantes beijando minhas bolas, nunca parando de acariciar a cabeça. Parou, se levantou e disse: "Agora sim você vai sentir algo gostoso, meu licenciado…"

Depois desse ato, passou a mão pelos lábios maiores, que estavam pingando seus fluidos, e me deu para provar com os dedos de novo. Depois agarrou minha cabeça e colocou na sua xereca, introduzindo devagar e delicadamente, de cócoras, enquanto eu estava deitado no chão com o colchonete do sofá — o sofá faria muito barulho. Ela começou suave, com movimentos direcionais para cima e para baixo, pegou minhas mãos e colocou nos seus peitos, que balançavam com o vai e vem do quadril. Era um espetáculo lindo ver e sentir aquela mulher cavalgando meu pau. Um sonho estar ali.

Mudamos de posição, ela mostrando aquele rabinho apoiado nos joelhos. Enfiei como nunca, as investidas eram muito rítmicas e fortes. Sentia como ela apertava de vez em quando, a buceta me fazendo explodir de prazer. Toquei os peitos dela, que ficavam ao ar livre enquanto a fodia. Foi aí que eu disse que não aguentava mais, que já queria encher aquela xoxotinha de porra — eu estava incontrolável naquela altura do jogo. Ela respondeu, sutil e apropriadamente: "Enche-me de porra e faz-me sua, meu amor. Me come como uma putinha."

Ela aumentou o ritmo dos movimentos circulares, e eu não pude evitar fazer o mesmo, mas com vai e vem, de novo e de novo, até que não aguentamos mais. Incrivelmente, chegamos juntos: eu jorrando uns jatos de porra descomunais, e ela contraindo o músculo vaginal de um jeito que eu sentia como… eu me espremia... ali naquele momento nos demos um beijo gostoso, extasiados pelo prazer de ter nos comido um ao outro, depois nos vestimos e um saiu primeiro e o outro depois. Passou algum tempo, nosso turno acabou, eu levei ela pra casa e de vez em quando a gente se encontra em algum lugar pra dar prazer um ao outro...

Valeu pelo prazer, L...... se um dia você ler isso, foi espetacular aquela primeira vez e as outras...


Obrigada por tirar um tempo para ler este post, seus comentários vão ser o combustível pra eu continuar com minhas histórias

7 comentários - História de um Enfermeiro Tarado...

me recalento la historia!!! van unos puntos mi hermano
Gracias por pasar y comentar... pronto mas... Recomiendalo
Gracias por pasar y comentar... pronto mas...
seckos +1
Buenisimo amigo, GPC!
Gracias por pasar y comentar... pronto mas...
Hot!! muy bueno...
Gracias por pasar y comentar... pronto mas...
van puntos capo, está muy bueno el relato.
Gracias por los puntos...
¿Por que una palabra castellana y tan común como Estar la pones como si fuera inglesa Star? Además quieren decir cosas muy distintas. . .