Oi, sou a Adriana, talvez vocês tenham lido quando eu me entreguei na Barraca pro primo dele e um amigo, mas quero contar minha história, como cheguei a ser tão puta, desejar e amar as pirocas.Filha única, com mãe controladora e pai gente boa, me desenvolvi bem cedo. Minha velha me obrigava a usar roupas largas, mas eu adorava me ver pelada, me masturbar com os dedos, cenouras, etc.
Sendo virgem e morrendo de vontade de começar, queria encontrar alguém que me esquentasse muito e me desse segurança. Um dia, meu pai fez um churrasco em casa com os amigos pra ver futebol. Eu fui pra casa de uma amiga, minha mãe foi com a irmã passear no shopping.
Voltei e todo mundo já tava bem bebido, mas no controle. Comprimentei geral e fui pro meu quarto. Ficava olhando eles pela janela, no escuro, me masturbando a buceta e os bicos. Num momento, não aguentei mais, coloquei uma minissaia, uma regata sem sutiã e fui no banheiro... me mandei uma siririca divina me olhando no espelho, gemei pra caralho. Adorava chupar meus dedos, me lavar com água morna no bidê. Me acalmei, me vesti e saí... aparece meu Padrinho, o melhor amigo do meu pai.
"Menina, você tá quase pelada e sem sutiã, não sai assim que vão te estuprar."
Sorri e fui pro meu quarto, fechei a porta. Meu Padrinho era divorciado, tinha um mercadinho na garagem perto de onde eu estudava.
Na segunda-feira, não aguentei mais. Matei aula e fui visitar ele.
"Padri, posso ir no banheiro?"
"Claro, lógico."
Entrei na sala, me despi e chamei ele.
"Menina, se veste, você não sabe o que tá fazendo."
"Sei sim, e combina com esse aí de baixo que quer me ver pelada."
Ele sorriu, foi e fechou a garagem. Entrou e perguntou se eu era virgem. Óbvio que falei que sim. Começou a apalpar meus bicos, minha bunda e quando começou a roçar meu clitóris foi uma loucura. Me sentou na mesa da sala e começou a fazer sexo oral em mim. Era tanto delírio, tanto prazer, sentia que ia embora e não sabia se tava certo. Gozei e ele continuou, até eu me acalmar e acariciar ele. Aí ele me levou pro quarto dele, me deitou na cama, se despiu. Ver o primeiro pau de verdade, hoje sou experiente, não mais que 15 cm, mas parecia gigante. Aí ele colocou uma camisinha e me comeu. Diz, vamos devagar, se doer, eu tiro e começo o papai-e-mamãe. Foi bem suave, doeu, óbvio, você sente que algo tá rasgando, que a buceta parece pequenininha comparada com a rola, mas aguentei. Depois daquela dor, veio um incômodo, e comecei a sentir um pouco de prazer. Ele continuou até gozar, eu tive meu orgasmo antes, mas foi algo inesquecível.
Aí ele tira e me fala: nada de contar, é entre nós dois, e volta a estudar, vão ligar na sua casa. Outro dia a gente continua e te ensino mais coisas.
E foi assim, comecei a ir duas vezes por semana. Ele me ensinou a chupar, a montar nele, dominar ele, mordia meus peitos, cada vez melhor. Depois de um mês... pedi pra ele fazer a bunda.
Minha melhor amiga me dizia que preferia mais. Aí usou lubrificante, e ufff, doeu pra caralho, mas eu queria de qualquer jeito. Na terceira tentativa entrou, e a verdade é que a dor foi de rasgar. Fiz sinal pra ele parar, me acalmei, depois de um tempo ele continuou, e aí falei pra ele seguir. Ele me olhava num espelho de quatro, e as palmadas você sentia. Comecei a me tocar, vi a cara de tesão do meu padrinho, que loucura. Ele gozou com camisinha, óbvio.
Já com dois meses, a bunda uma vez por semana, e um dia pedi um... ménage... minha amiga já tinha feito. Ele disse:
Arruma pra ter um domingo à tarde livre, tenho um amigo que tem um sítio, a dele é parecida com a minha.
Com minha amiga de cúmplice, falei que a gente ia passear pra tomar chimarrão. Fui naquele sítio, foi meu primeiro ménage: chupar duas rolas, amei. Masturbar elas e chupar, comer um de cada vez e depois ser a puta, os dois no vaginal um atrás do outro, depois os dois no anal e, finalmente, a dupla. Uma loucura de prazer. Pedi um espelho apoiado numa prateleira pra ver, e isso me excitou ainda mais.
Combinamos de fazer um ménage uma vez por mês, até que alguém contou pro meu pai que eu ia direto no bar. Ele me perguntou:
E aí, pai, quando tenho uma hora livre vou visitar ele e volto... Combinamos de parar por um tempo.
Mas já tava viciada, e um dia marquei de novo. Estudar com dois colegas, os pais saíram, começaram a contar histórias das experiências deles, botaram pornô no computador... fiquei excitada... eles pelaram os paus e eu chupei os dois... na real, cuspi o sêmen porque não gostei, mas eles ficaram loucos. Deixei eles lamberem meus mamilos, me tocarem um pouco, mas fui embora, e falei:
se contarem, nunca mais estudo com vocês. Queria caras mais velhos, com as coisas mais claras.
E bom, já mais experiente, provocadora, gostava que me dissessem coisas. Um dia conheci o Enrique na loja de ferragens onde o pai dele trabalhava, 25 anos, me excitava pra caralho. Um dia ele me chamou pra sair, mas não contei pros meus pais, acabei no apartamento dele, um que era dos pais mas ele usava... não acreditava como eu era experiente e puta... aí comecei a vê-lo direto, cada vez melhor. Um dia perguntei se ele tinha um amigo pra um trio, e ele falou de um amigo mudo e bem dotado. Sorri, sabia quem era, do bairro, fazia bicos em casas, jardim, etc.
Quando rolou aquele primeiro trio, vi a primeira pica grande, mais de 20 centímetros e cabeçuda, uff, na boca era uma loucura, mas ele me comeu sempre depois do Enrique, tanto vaginal quanto anal. Mas garanto que foi como estrear de novo dos dois jeitos, dor e prazer, dor e prazer, prazer, muito prazerrrrr.
Foi o primeiro que tomei o sêmen e gostei, grosso, gostoso. Os anteriores sempre cuspia ou mandava gozar nos meus peitos. Assim comecei a fazer aqueles trios inesquecíveis com dupla penetração.
Um dia, minha amiga que já tinha namorado me convidou pra um jogo de futebol que o namorado dela jogava. Lá conheci o Rolo e começou a história que venho contando.
Aquela primeira experiência cuckold já estando namorando com ele e comendo o Enrique foi perturbadora. Não sei o que o Rolo sentia, mas amava que ele me visse mamando e sendo comida até morrer. A cara dele não era de ciúmes, mas de admiração e excitação, o pau dele explodia... depois, quando ele me entregou pro primo dele, Pablo, e pro amigo Cacho. Foi aí que percebi que ele era o homem da minha vida, e acho que com ele foi o mesmo... eu nunca ia ser fiel, e ele também não. Nós dois precisávamos de alguém parecido, e depois de um tempo, também de ser um casal aberto, mas contando um pro outro depois.
Claro que no meio disso tive várias experiências extras, mas amo paus, o cheiro, o gosto. Na próxima, Raul vai contar a primeira vez que fui comida pelo Enrique e pelo mudo, ele só olhando, pra depois se juntar. Queria ter três paus juntos, uffffffffff.
Muaaaaaaaa.
Sendo virgem e morrendo de vontade de começar, queria encontrar alguém que me esquentasse muito e me desse segurança. Um dia, meu pai fez um churrasco em casa com os amigos pra ver futebol. Eu fui pra casa de uma amiga, minha mãe foi com a irmã passear no shopping.
Voltei e todo mundo já tava bem bebido, mas no controle. Comprimentei geral e fui pro meu quarto. Ficava olhando eles pela janela, no escuro, me masturbando a buceta e os bicos. Num momento, não aguentei mais, coloquei uma minissaia, uma regata sem sutiã e fui no banheiro... me mandei uma siririca divina me olhando no espelho, gemei pra caralho. Adorava chupar meus dedos, me lavar com água morna no bidê. Me acalmei, me vesti e saí... aparece meu Padrinho, o melhor amigo do meu pai.
"Menina, você tá quase pelada e sem sutiã, não sai assim que vão te estuprar."
Sorri e fui pro meu quarto, fechei a porta. Meu Padrinho era divorciado, tinha um mercadinho na garagem perto de onde eu estudava.
Na segunda-feira, não aguentei mais. Matei aula e fui visitar ele.
"Padri, posso ir no banheiro?"
"Claro, lógico."
Entrei na sala, me despi e chamei ele.
"Menina, se veste, você não sabe o que tá fazendo."
"Sei sim, e combina com esse aí de baixo que quer me ver pelada."
Ele sorriu, foi e fechou a garagem. Entrou e perguntou se eu era virgem. Óbvio que falei que sim. Começou a apalpar meus bicos, minha bunda e quando começou a roçar meu clitóris foi uma loucura. Me sentou na mesa da sala e começou a fazer sexo oral em mim. Era tanto delírio, tanto prazer, sentia que ia embora e não sabia se tava certo. Gozei e ele continuou, até eu me acalmar e acariciar ele. Aí ele me levou pro quarto dele, me deitou na cama, se despiu. Ver o primeiro pau de verdade, hoje sou experiente, não mais que 15 cm, mas parecia gigante. Aí ele colocou uma camisinha e me comeu. Diz, vamos devagar, se doer, eu tiro e começo o papai-e-mamãe. Foi bem suave, doeu, óbvio, você sente que algo tá rasgando, que a buceta parece pequenininha comparada com a rola, mas aguentei. Depois daquela dor, veio um incômodo, e comecei a sentir um pouco de prazer. Ele continuou até gozar, eu tive meu orgasmo antes, mas foi algo inesquecível.
Aí ele tira e me fala: nada de contar, é entre nós dois, e volta a estudar, vão ligar na sua casa. Outro dia a gente continua e te ensino mais coisas.
E foi assim, comecei a ir duas vezes por semana. Ele me ensinou a chupar, a montar nele, dominar ele, mordia meus peitos, cada vez melhor. Depois de um mês... pedi pra ele fazer a bunda.
Minha melhor amiga me dizia que preferia mais. Aí usou lubrificante, e ufff, doeu pra caralho, mas eu queria de qualquer jeito. Na terceira tentativa entrou, e a verdade é que a dor foi de rasgar. Fiz sinal pra ele parar, me acalmei, depois de um tempo ele continuou, e aí falei pra ele seguir. Ele me olhava num espelho de quatro, e as palmadas você sentia. Comecei a me tocar, vi a cara de tesão do meu padrinho, que loucura. Ele gozou com camisinha, óbvio.
Já com dois meses, a bunda uma vez por semana, e um dia pedi um... ménage... minha amiga já tinha feito. Ele disse:
Arruma pra ter um domingo à tarde livre, tenho um amigo que tem um sítio, a dele é parecida com a minha.
Com minha amiga de cúmplice, falei que a gente ia passear pra tomar chimarrão. Fui naquele sítio, foi meu primeiro ménage: chupar duas rolas, amei. Masturbar elas e chupar, comer um de cada vez e depois ser a puta, os dois no vaginal um atrás do outro, depois os dois no anal e, finalmente, a dupla. Uma loucura de prazer. Pedi um espelho apoiado numa prateleira pra ver, e isso me excitou ainda mais.
Combinamos de fazer um ménage uma vez por mês, até que alguém contou pro meu pai que eu ia direto no bar. Ele me perguntou:
E aí, pai, quando tenho uma hora livre vou visitar ele e volto... Combinamos de parar por um tempo.
Mas já tava viciada, e um dia marquei de novo. Estudar com dois colegas, os pais saíram, começaram a contar histórias das experiências deles, botaram pornô no computador... fiquei excitada... eles pelaram os paus e eu chupei os dois... na real, cuspi o sêmen porque não gostei, mas eles ficaram loucos. Deixei eles lamberem meus mamilos, me tocarem um pouco, mas fui embora, e falei:
se contarem, nunca mais estudo com vocês. Queria caras mais velhos, com as coisas mais claras.
E bom, já mais experiente, provocadora, gostava que me dissessem coisas. Um dia conheci o Enrique na loja de ferragens onde o pai dele trabalhava, 25 anos, me excitava pra caralho. Um dia ele me chamou pra sair, mas não contei pros meus pais, acabei no apartamento dele, um que era dos pais mas ele usava... não acreditava como eu era experiente e puta... aí comecei a vê-lo direto, cada vez melhor. Um dia perguntei se ele tinha um amigo pra um trio, e ele falou de um amigo mudo e bem dotado. Sorri, sabia quem era, do bairro, fazia bicos em casas, jardim, etc.
Quando rolou aquele primeiro trio, vi a primeira pica grande, mais de 20 centímetros e cabeçuda, uff, na boca era uma loucura, mas ele me comeu sempre depois do Enrique, tanto vaginal quanto anal. Mas garanto que foi como estrear de novo dos dois jeitos, dor e prazer, dor e prazer, prazer, muito prazerrrrr.
Foi o primeiro que tomei o sêmen e gostei, grosso, gostoso. Os anteriores sempre cuspia ou mandava gozar nos meus peitos. Assim comecei a fazer aqueles trios inesquecíveis com dupla penetração.
Um dia, minha amiga que já tinha namorado me convidou pra um jogo de futebol que o namorado dela jogava. Lá conheci o Rolo e começou a história que venho contando.
Aquela primeira experiência cuckold já estando namorando com ele e comendo o Enrique foi perturbadora. Não sei o que o Rolo sentia, mas amava que ele me visse mamando e sendo comida até morrer. A cara dele não era de ciúmes, mas de admiração e excitação, o pau dele explodia... depois, quando ele me entregou pro primo dele, Pablo, e pro amigo Cacho. Foi aí que percebi que ele era o homem da minha vida, e acho que com ele foi o mesmo... eu nunca ia ser fiel, e ele também não. Nós dois precisávamos de alguém parecido, e depois de um tempo, também de ser um casal aberto, mas contando um pro outro depois.
Claro que no meio disso tive várias experiências extras, mas amo paus, o cheiro, o gosto. Na próxima, Raul vai contar a primeira vez que fui comida pelo Enrique e pelo mudo, ele só olhando, pra depois se juntar. Queria ter três paus juntos, uffffffffff.
Muaaaaaaaa.
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