Outra reunião chata pra caralho no escritório. Já tava de saco cheio delas. Tinha uns colegas com quem eu gostava de bater um papo, mas a maioria, especialmente as mulheres, era insuportável. Todas muito histéricas. A maioria esmagada pela rotina, sem a menor vontade de se mostrar sexy ou gostosa. Até ouvir elas falarem era deprimente. Sempre os filhos, o marido, o trabalho, a novela do momento.
Salváveis, só umas 2 ou 3.
A última que entrou na recepção, uma morena gostosa de no máximo 30 anos, a chefe do arquivo, com uns 40 e poucos, baixinha, magrinha e com uns olhos verdes lindos, e uma das secretárias, magérrima mas muito sensual com seus movimentos de gata e que ainda não tinha 30. E olhe lá. O resto não valia a pena.
Eu, com meus 50 anos nas costas e casado, já não tava mais pra namoro nem coisa complicada. Tenho que admitir que sou louco por mulher casada, porque são as que menos encheção de saco. Não vão te ligar de madrugada, não vão pedir pra passar o fim de semana juntos, nem dormir na sua casa. Têm filhos, marido e muito a perder se a parada for descoberta. Pra quem é casado que nem eu, é o ideal.
Um tempo atrás, achei que tinha uma certa afinidade com a Lía, a do arquivo, mas quando tentei chegar nela e falei que gostava dela, ela se assustou tanto que por vários dias não falou comigo nem ficou sozinha comigo. Depois voltou ao normal, pelo menos na frente dos outros, que é a única hora que ela fala comigo e faz piada, mas quando a gente fica a sós, ela se fecha totalmente. Casada, com dois filhos, tem o problema de manter a casa, porque o marido trabalha um dia sim e outro não, e também não se preocupa em trabalhar muito. Além disso, bebe, e pra piorar, carrega o peso de ter sido de uma família rica, hoje falida. Então a Lía, com o trabalho dela, sustenta a casa e mal mal. Ela satisfaz as necessidades dos filhos. É compreensível que o humor dela, muitos dias, não seja dos melhores.
Com muito sacrifício, ela tinha comprado um carro, e naquela noite, pensei que ela ia vir com ele pra reunião, mas em vez disso, chegou de táxi.
— Lía, falei quando ela entrou, não te imaginava a pé, disse sorrindo.
— Meu marido tinha uma reunião com os amigos e levou o carro, ela respondeu com desdém.
— Não devia ter emprestado, disse Raquel entrando naquele momento, a prestação quem paga é você.
— Não consegui evitar, mas se não se importa, vou com você, disse Lía indo se juntar ao resto dos funcionários.
Raquel ficou parada ali, tentou chamá-la, mas ela não ouviu. Me aproximei dela e a cumprimentei.
— O que foi? Falei ao ver a surpresa dela.
— É que eu também não vim com o carro, disse decepcionada.
— Então não se preocupe, falei, no final eu levo vocês até em casa.
— Agradeço, Omar, assim evito ter que explicar nada pra Lía, disse sorrindo e entrando de braço dado comigo no salão.
O jantar foi muito divertido, com a fofoca de sempre sobre a vida e obra dos outros. Lía e Raquel estavam numa mesa na frente da minha, e de lá pude ver as mulheres tomando uma taça de vinho atrás da outra, e como, conforme a noite avançava, as gargalhadas delas ficavam cada vez mais frequentes, e de repente, um plano começou a se formar na minha cabeça.
Raquel e Lía moravam muito perto, a não mais que três quadras uma da outra, e não tinha como evitar deixar Raquel em casa primeiro. Depois vinha a casa de Lía, onde terminava o bairro. Na verdade, na frente da casa dela, tinha uma nova que estava começando a ser construída, mas ainda era um terreno praticamente baldio.
Na hora do champanhe, me levantei da minha mesa e me aproximei da mesa das garotas, e lá, piada vai, piada vem, me certifiquei de que ambas tomassem umas quantas taças, enquanto eu evitava exagerar na bebida.
As brincadeiras subiram de tom e as duas mulheres ficavam vermelhas e riam, tirando sarro de mim, especialmente a Lía. que se via totalmente desinibida.
- Vocês tão tirando com a minha cara, mas vou ficar bravo e vocês vão ter que ir a pé, falei fingindo estar puto.
- Mas não, Omar, disse Lía, é que a Raquel vai me levar.
- E eu vou com o Omar, porque não trouxe a porra do carro, disse Raquel começando a dar risada.
- Ahh, tá bom, disse Lía, então é melhor a gente parar de zoar o Omar, pra ele não querer se vingar, falou enquanto também começava a rir.
- Agora decidi que vou cobrar a carona, falei rindo também.
- Sem problema, com certeza a gente dá um jeito de pagar, não é, Lía? Disse Raquel.
- Claro, e ele vai ficar satisfeito, falou continuando com as gargalhadas.
Enfim, depois de mais um tempo nesse clima, o pessoal foi indo embora aos poucos. Quando ficamos quase sozinhos, as mulheres viraram o resto das taças e se levantaram pra ir. Dava pra ver que tavam tendo dificuldade pra ficar em pé e se seguraram no braço uma da outra, enquanto continuavam rindo, agora de como estavam tontas.
Fui até meu carro e abri as portas pra elas.
Raquel sentou na frente e Lía atrás, o que não era bom pros meus planos. Mas não dava pra falar nada. Depois que se acomodaram no carro, arranquei devagar.
Fez-se um silêncio no carro, que eu quebrei colocando uma música suave. Pelo espelho, via que a Lía tava com dificuldade pra ficar acordada, nessa viagem que não duraria mais de 15 minutos.
Parei na frente da casa da Raquel e, antes de descer, ela começou a rir.
- No fim, a gente não acertou o pagamento, disse olhando pra Lía e sorrindo.
- É verdade, disse Lía, acordando da moleza.
- Sem problemas, meninas. Raquel, amanhã no trabalho eu te falo como você pode me pagar.
- Beleza, então, galera. Até mais, disse Raquel, saindo do carro e acenando enquanto, com esforço, conseguia abrir a porta de casa e entrar.
Arranquei devagar. Fiz as quadras que faltavam pra casa da Lía, e quando cheguei na rua dela, a que estava Condenadamente escura e em silêncio, parei um pouco depois da casa dela, na calçada do outro lado, a que dava pro terreno baldio. Chegando lá, desliguei o motor. Lia estava quase dormindo de novo.
— Já chegamos, falei baixinho.
Ela abriu os olhos devagar, olhou pro lugar como se não conhecesse, até se situar no tempo e no espaço. A garagem da casa dela tava vazia. O marido ainda não tinha chegado.
— Valeu, falou, o inútil do meu marido ainda não chegou. Amanhã no trampo você me fala como vou te pagar, disse rindo enquanto se ajeitava pra sair do carro.
— Não. Da Raquel vou cobrar amanhã, mas você não tem crédito, falei sorrindo.
Ela me olhou e sorriu.
— Não seja mau, disse enquanto procurava a chave na bolsa.
Desci do carro e rapidamente subi no banco de trás.
Lia me olhou surpresa.
Me aproximei e beijei ela. Surpresa, não fez nada. Ficou parada enquanto meus lábios selavam os dela. Depois de um instante, me afastei.
— Não tá certo, Omar. Não tá certo. Você se aproveitou que eu não percebi o que tava rolando, disse fazendo cara de brava. Peguei ela pelo pescoço e beijei de novo, dessa vez com mais urgência. Agora ela tentou resistir, mas não conseguia nada contra minha determinação. Quando me afastei, tentou me bater, mas segurei as mãos dela no ar e a contive.
— Qual é o seu problema?, falou, antes que eu jogasse ela pra trás e beijasse de novo, dessa vez segurando as mãos dela, que tentavam me afastar, mas depois de uns segundos, ela afrouxou a resistência, e então apertei e consegui que ela entreabrisse os lábios, e minha língua entrou na boca dela. Aquele beijo molhado me excitou pra caralho e notei que ela começava a responder aos meus ataques.
A música suave que ainda tocava, a escuridão total lá fora reforçada pelo insulfilm dos meus vidros, nossos corpos amontoados, tudo fazia aquele momento ser único. Me senti como nos tempos de colégio. Fazia anos que não vivia cenas tão quentes no banco de trás de um carro. automático.
Quando senti que as mãos dela já não resistiam, soltei elas e uma das minhas mãos começou a acariciar as pernas dela desde os tornozelos, entrando por dentro de uma calça de seda bem larga que ela estava usando. Nada oferecia resistência. De um lado da minha mão, eu roçava a seda quente da roupa dela, e do outro lado, a seda quente da pele dela. Lía começou a suspirar diante da situação, e era evidente que as doses a mais que ela tinha tomado já tinham evaporado e ela estava totalmente consciente do que estava rolando.
Quando minha mão chegou na coxa dela, ela gemeu e suspirou, enquanto minha outra mão, por baixo da camiseta dela, tomava posse dos seios pequenos, mas durinhos. Quando apertei os mamilos dela, ela tremeu como se tivesse levado um choque elétrico, e aí eu soube que naquele momento ela era minha, talvez como nunca mais seria. Não podia deixar essa chance passar.
O problema é que a gente estava na porta da casa dela, meio afastados, mas os vizinhos podiam estranhar aquele carro parado ali tanto tempo, mas a hora e o lugar faziam com que ninguém estivesse na rua.
— Não, não, não — ela dizia entre os dentes enquanto as mãos dela puxavam meu cabelo. Eu me afastei um instante e, pegando a barra da camiseta dela, puxei pra cima. Os braços dela acompanharam o movimento e deixaram metade do corpo dela nu, só com um sutiã transparente. Minhas mãos sumiram nas costas dela e desafivelaram ele, tirando também enquanto ela continuava colaborando com os movimentos pra que fosse rápido e certeiro. Em seguida, a calça pantalona dela recebeu o mesmo tratamento. Como era larga, foi muito fácil puxar pra baixo, e então, no banco de trás do meu carro, ficou Lía, só de calcinha fio dental, o melhor pedaço de mulher que tinha passado pela minha mão nos últimos anos. Até hoje.
Totalmente nua, ela me olhou, com os olhos abertos e mostrando claramente que todo o efeito do álcool já tinha evaporado. Que nada do que acontecesse ia ser sem que ela quisesse. consentiu plenamente. Sem tirar os olhos dela, desabotoei minha calça, peguei meu pau e tirei pra fora. Me posicionei entre as pernas dela e, puxando a calcinha dela pro lado, a ponta da minha vara procurou o melhor lugar. Ela se agarrou nos meus ombros, enquanto as pernas dela me envolviam, e, nos olhando fundo, avancei e fui enfiando devagar. Conforme meu pau entrava, ela fechava os olhos e jogava a cabeça pra trás. Quando enfiei tudo, ela gemeu e gozou desesperada. Tava mais necessitada do que eu imaginava.
— Que gostosa você tá, falei no ouvido dela, quanto tempo que seu marido não te come?
— Faz tempo. Ultimamente ele me deixou de lado, mas me fode, por favor me fode. Me parte no meio, sussurrou no meu ouvido, e então comecei um vai e vem lento que nos levou junto.
Depois de um tempo, desmontei e coloquei ela de quatro no banco, e me posicionando atrás dela, enfiei de novo. Enquanto a gente transava com gosto, as luzes de um carro se aproximaram. Ela tremeu, mas falei pra ela não se preocupar, que com os vidros escuros a gente via pra fora mas ninguém conseguia ver o que rolava dentro do carro. Ficamos parados um segundo, e vimos o marido dela estacionar, descer pra abrir a garagem e guardar o carro. Quando reconheci ele, comecei a bombar com força enquanto ela tentava não fazer barulho.
Quando o marido dela entrou, ela se soltou e começou a gemer com minhas investidas. Continuamos por uns minutos e quando eu tava quase gozando, o celular dela tocou.
Ela ficou parada um segundo e depois pegou a bolsa com uma mão, achou o celular e olhou.
— É meu marido, preciso atender, falou, se mexendo pra eu desmontar. Sentamos os dois no banco.
— Oi, meu amor, disse enquanto eu olhava pra ela e sorria.
— Oi, minha vida, já vai voltar?
— Daqui a pouco.
— Quer que eu vá te buscar?
— Não precisa, já resolvi que uma colega me leva.
Nisso, a gente vê uma figura aparecendo na janela. Era ele, olhando pra onde a gente tava estacionado. Me diz uma coisa, Lia, o Omar tá aí?
Ela ficou pálida e me olhou. Eu fiz sinal que não.
— Não. Ele foi embora há um tempo — disse ela, fingindo.
— Com quem ele foi? — perguntou o marido dela.
Fiz sinal pra casa da Raquel.
— Com a Raquel, meu amor, por quê?
— Tô ligado. Não vai acreditar se eu te falar que o carro dele tá estacionado na frente de casa e parece que ele tá comendo a Raquel.
Quase caímos na risada ao mesmo tempo.
— Cê é louco — disse ela, sorrindo.
— Juro que não. Invejo o estômago dele, se precisa se deitar com esse bicho — ele falou e riu.
— Não seja mau, a Raquel é gente boa.
— Pode ser, mas não dá pra transar com ela, sinceramente. Bom, meu amor, vou dormir que tô cansado. Volta logo. E desligou.
Nós dois nos olhamos por um segundo e depois nos abraçamos e começamos a nos beijar de novo. De canto de olho, vi o corno se afastar da janela e apagar a luz da sala pra acender a do quarto. Peguei a Lia pela cintura e coloquei ela montada em mim. Ela mesma pegou meu pau e se empalou, começando a subir e descer no mastro com maestria. Em questão de minutos, ela acabou comigo, e eu me esvaziei dentro dela como um chafariz, enquanto ela vinha junto com o segundo orgasmo dela. Continuamos nos beijando e, por fim, ela desmontou, se espalhando no banco do meu lado. Me ajoelhei no banco e, pegando a cabeça dela, aproximei do meu pau pra ela chupar, coisa que ela começou a fazer com dedicação. O que nunca: passaram poucos minutos e eu já tava duro de novo.
Lia tirou a boca e me olhou.
— Não temos tempo, filho da puta. Dá tudo na minha boca agora — disse ela, enquanto guardava minha ferramenta de novo. As carícias dela nas minhas bolas e a língua brincando com a cabeça do meu pau fizeram eu gozar na boca dela, e a putinha engoliu até a última gota.
Devagar, arrumei minha roupa e passei pro banco da frente, enquanto Lia se vestia. Liguei o carro e dei a volta no quarteirão. Quando estacionei, ela já tava arrumada como se não tivesse acontecido nada. Ela abriu a porta. Porta e desceu na esquina do quarteirão oposto ao da casa dela.
— Te agradeço pela carona e acho que não vai poder reclamar do pagamento — disse, e saiu andando rápido pra casa dela.
No dia seguinte, na empresa, quando nos encontramos, perguntei como tinha sido quando ela voltou.
— Genial. Meu marido ficou desiludido que você já tinha ido embora e eu não tinha conseguido te ver transando com a Raquel, mas isso deixou ele tão excitado que a gente transou pela primeira vez em muito tempo.
— Bom, imagino que agora você deve estar satisfeita e não vai precisar que eu te leve a lugar nenhum — falei, decepcionado.
— Não se iluda. Semana que vem tenho que ir até o centro e, na volta, tem um hotelzinho bem discreto onde estou disposta a pagar o taxista — disse, piscando um olho e saindo em direção ao escritório dela.
Salváveis, só umas 2 ou 3.
A última que entrou na recepção, uma morena gostosa de no máximo 30 anos, a chefe do arquivo, com uns 40 e poucos, baixinha, magrinha e com uns olhos verdes lindos, e uma das secretárias, magérrima mas muito sensual com seus movimentos de gata e que ainda não tinha 30. E olhe lá. O resto não valia a pena.
Eu, com meus 50 anos nas costas e casado, já não tava mais pra namoro nem coisa complicada. Tenho que admitir que sou louco por mulher casada, porque são as que menos encheção de saco. Não vão te ligar de madrugada, não vão pedir pra passar o fim de semana juntos, nem dormir na sua casa. Têm filhos, marido e muito a perder se a parada for descoberta. Pra quem é casado que nem eu, é o ideal.
Um tempo atrás, achei que tinha uma certa afinidade com a Lía, a do arquivo, mas quando tentei chegar nela e falei que gostava dela, ela se assustou tanto que por vários dias não falou comigo nem ficou sozinha comigo. Depois voltou ao normal, pelo menos na frente dos outros, que é a única hora que ela fala comigo e faz piada, mas quando a gente fica a sós, ela se fecha totalmente. Casada, com dois filhos, tem o problema de manter a casa, porque o marido trabalha um dia sim e outro não, e também não se preocupa em trabalhar muito. Além disso, bebe, e pra piorar, carrega o peso de ter sido de uma família rica, hoje falida. Então a Lía, com o trabalho dela, sustenta a casa e mal mal. Ela satisfaz as necessidades dos filhos. É compreensível que o humor dela, muitos dias, não seja dos melhores.
Com muito sacrifício, ela tinha comprado um carro, e naquela noite, pensei que ela ia vir com ele pra reunião, mas em vez disso, chegou de táxi.
— Lía, falei quando ela entrou, não te imaginava a pé, disse sorrindo.
— Meu marido tinha uma reunião com os amigos e levou o carro, ela respondeu com desdém.
— Não devia ter emprestado, disse Raquel entrando naquele momento, a prestação quem paga é você.
— Não consegui evitar, mas se não se importa, vou com você, disse Lía indo se juntar ao resto dos funcionários.
Raquel ficou parada ali, tentou chamá-la, mas ela não ouviu. Me aproximei dela e a cumprimentei.
— O que foi? Falei ao ver a surpresa dela.
— É que eu também não vim com o carro, disse decepcionada.
— Então não se preocupe, falei, no final eu levo vocês até em casa.
— Agradeço, Omar, assim evito ter que explicar nada pra Lía, disse sorrindo e entrando de braço dado comigo no salão.
O jantar foi muito divertido, com a fofoca de sempre sobre a vida e obra dos outros. Lía e Raquel estavam numa mesa na frente da minha, e de lá pude ver as mulheres tomando uma taça de vinho atrás da outra, e como, conforme a noite avançava, as gargalhadas delas ficavam cada vez mais frequentes, e de repente, um plano começou a se formar na minha cabeça.
Raquel e Lía moravam muito perto, a não mais que três quadras uma da outra, e não tinha como evitar deixar Raquel em casa primeiro. Depois vinha a casa de Lía, onde terminava o bairro. Na verdade, na frente da casa dela, tinha uma nova que estava começando a ser construída, mas ainda era um terreno praticamente baldio.
Na hora do champanhe, me levantei da minha mesa e me aproximei da mesa das garotas, e lá, piada vai, piada vem, me certifiquei de que ambas tomassem umas quantas taças, enquanto eu evitava exagerar na bebida.
As brincadeiras subiram de tom e as duas mulheres ficavam vermelhas e riam, tirando sarro de mim, especialmente a Lía. que se via totalmente desinibida.
- Vocês tão tirando com a minha cara, mas vou ficar bravo e vocês vão ter que ir a pé, falei fingindo estar puto.
- Mas não, Omar, disse Lía, é que a Raquel vai me levar.
- E eu vou com o Omar, porque não trouxe a porra do carro, disse Raquel começando a dar risada.
- Ahh, tá bom, disse Lía, então é melhor a gente parar de zoar o Omar, pra ele não querer se vingar, falou enquanto também começava a rir.
- Agora decidi que vou cobrar a carona, falei rindo também.
- Sem problema, com certeza a gente dá um jeito de pagar, não é, Lía? Disse Raquel.
- Claro, e ele vai ficar satisfeito, falou continuando com as gargalhadas.
Enfim, depois de mais um tempo nesse clima, o pessoal foi indo embora aos poucos. Quando ficamos quase sozinhos, as mulheres viraram o resto das taças e se levantaram pra ir. Dava pra ver que tavam tendo dificuldade pra ficar em pé e se seguraram no braço uma da outra, enquanto continuavam rindo, agora de como estavam tontas.
Fui até meu carro e abri as portas pra elas.
Raquel sentou na frente e Lía atrás, o que não era bom pros meus planos. Mas não dava pra falar nada. Depois que se acomodaram no carro, arranquei devagar.
Fez-se um silêncio no carro, que eu quebrei colocando uma música suave. Pelo espelho, via que a Lía tava com dificuldade pra ficar acordada, nessa viagem que não duraria mais de 15 minutos.
Parei na frente da casa da Raquel e, antes de descer, ela começou a rir.
- No fim, a gente não acertou o pagamento, disse olhando pra Lía e sorrindo.
- É verdade, disse Lía, acordando da moleza.
- Sem problemas, meninas. Raquel, amanhã no trabalho eu te falo como você pode me pagar.
- Beleza, então, galera. Até mais, disse Raquel, saindo do carro e acenando enquanto, com esforço, conseguia abrir a porta de casa e entrar.
Arranquei devagar. Fiz as quadras que faltavam pra casa da Lía, e quando cheguei na rua dela, a que estava Condenadamente escura e em silêncio, parei um pouco depois da casa dela, na calçada do outro lado, a que dava pro terreno baldio. Chegando lá, desliguei o motor. Lia estava quase dormindo de novo.
— Já chegamos, falei baixinho.
Ela abriu os olhos devagar, olhou pro lugar como se não conhecesse, até se situar no tempo e no espaço. A garagem da casa dela tava vazia. O marido ainda não tinha chegado.
— Valeu, falou, o inútil do meu marido ainda não chegou. Amanhã no trampo você me fala como vou te pagar, disse rindo enquanto se ajeitava pra sair do carro.
— Não. Da Raquel vou cobrar amanhã, mas você não tem crédito, falei sorrindo.
Ela me olhou e sorriu.
— Não seja mau, disse enquanto procurava a chave na bolsa.
Desci do carro e rapidamente subi no banco de trás.
Lia me olhou surpresa.
Me aproximei e beijei ela. Surpresa, não fez nada. Ficou parada enquanto meus lábios selavam os dela. Depois de um instante, me afastei.
— Não tá certo, Omar. Não tá certo. Você se aproveitou que eu não percebi o que tava rolando, disse fazendo cara de brava. Peguei ela pelo pescoço e beijei de novo, dessa vez com mais urgência. Agora ela tentou resistir, mas não conseguia nada contra minha determinação. Quando me afastei, tentou me bater, mas segurei as mãos dela no ar e a contive.
— Qual é o seu problema?, falou, antes que eu jogasse ela pra trás e beijasse de novo, dessa vez segurando as mãos dela, que tentavam me afastar, mas depois de uns segundos, ela afrouxou a resistência, e então apertei e consegui que ela entreabrisse os lábios, e minha língua entrou na boca dela. Aquele beijo molhado me excitou pra caralho e notei que ela começava a responder aos meus ataques.
A música suave que ainda tocava, a escuridão total lá fora reforçada pelo insulfilm dos meus vidros, nossos corpos amontoados, tudo fazia aquele momento ser único. Me senti como nos tempos de colégio. Fazia anos que não vivia cenas tão quentes no banco de trás de um carro. automático.
Quando senti que as mãos dela já não resistiam, soltei elas e uma das minhas mãos começou a acariciar as pernas dela desde os tornozelos, entrando por dentro de uma calça de seda bem larga que ela estava usando. Nada oferecia resistência. De um lado da minha mão, eu roçava a seda quente da roupa dela, e do outro lado, a seda quente da pele dela. Lía começou a suspirar diante da situação, e era evidente que as doses a mais que ela tinha tomado já tinham evaporado e ela estava totalmente consciente do que estava rolando.
Quando minha mão chegou na coxa dela, ela gemeu e suspirou, enquanto minha outra mão, por baixo da camiseta dela, tomava posse dos seios pequenos, mas durinhos. Quando apertei os mamilos dela, ela tremeu como se tivesse levado um choque elétrico, e aí eu soube que naquele momento ela era minha, talvez como nunca mais seria. Não podia deixar essa chance passar.
O problema é que a gente estava na porta da casa dela, meio afastados, mas os vizinhos podiam estranhar aquele carro parado ali tanto tempo, mas a hora e o lugar faziam com que ninguém estivesse na rua.
— Não, não, não — ela dizia entre os dentes enquanto as mãos dela puxavam meu cabelo. Eu me afastei um instante e, pegando a barra da camiseta dela, puxei pra cima. Os braços dela acompanharam o movimento e deixaram metade do corpo dela nu, só com um sutiã transparente. Minhas mãos sumiram nas costas dela e desafivelaram ele, tirando também enquanto ela continuava colaborando com os movimentos pra que fosse rápido e certeiro. Em seguida, a calça pantalona dela recebeu o mesmo tratamento. Como era larga, foi muito fácil puxar pra baixo, e então, no banco de trás do meu carro, ficou Lía, só de calcinha fio dental, o melhor pedaço de mulher que tinha passado pela minha mão nos últimos anos. Até hoje.
Totalmente nua, ela me olhou, com os olhos abertos e mostrando claramente que todo o efeito do álcool já tinha evaporado. Que nada do que acontecesse ia ser sem que ela quisesse. consentiu plenamente. Sem tirar os olhos dela, desabotoei minha calça, peguei meu pau e tirei pra fora. Me posicionei entre as pernas dela e, puxando a calcinha dela pro lado, a ponta da minha vara procurou o melhor lugar. Ela se agarrou nos meus ombros, enquanto as pernas dela me envolviam, e, nos olhando fundo, avancei e fui enfiando devagar. Conforme meu pau entrava, ela fechava os olhos e jogava a cabeça pra trás. Quando enfiei tudo, ela gemeu e gozou desesperada. Tava mais necessitada do que eu imaginava.
— Que gostosa você tá, falei no ouvido dela, quanto tempo que seu marido não te come?
— Faz tempo. Ultimamente ele me deixou de lado, mas me fode, por favor me fode. Me parte no meio, sussurrou no meu ouvido, e então comecei um vai e vem lento que nos levou junto.
Depois de um tempo, desmontei e coloquei ela de quatro no banco, e me posicionando atrás dela, enfiei de novo. Enquanto a gente transava com gosto, as luzes de um carro se aproximaram. Ela tremeu, mas falei pra ela não se preocupar, que com os vidros escuros a gente via pra fora mas ninguém conseguia ver o que rolava dentro do carro. Ficamos parados um segundo, e vimos o marido dela estacionar, descer pra abrir a garagem e guardar o carro. Quando reconheci ele, comecei a bombar com força enquanto ela tentava não fazer barulho.
Quando o marido dela entrou, ela se soltou e começou a gemer com minhas investidas. Continuamos por uns minutos e quando eu tava quase gozando, o celular dela tocou.
Ela ficou parada um segundo e depois pegou a bolsa com uma mão, achou o celular e olhou.
— É meu marido, preciso atender, falou, se mexendo pra eu desmontar. Sentamos os dois no banco.
— Oi, meu amor, disse enquanto eu olhava pra ela e sorria.
— Oi, minha vida, já vai voltar?
— Daqui a pouco.
— Quer que eu vá te buscar?
— Não precisa, já resolvi que uma colega me leva.
Nisso, a gente vê uma figura aparecendo na janela. Era ele, olhando pra onde a gente tava estacionado. Me diz uma coisa, Lia, o Omar tá aí?
Ela ficou pálida e me olhou. Eu fiz sinal que não.
— Não. Ele foi embora há um tempo — disse ela, fingindo.
— Com quem ele foi? — perguntou o marido dela.
Fiz sinal pra casa da Raquel.
— Com a Raquel, meu amor, por quê?
— Tô ligado. Não vai acreditar se eu te falar que o carro dele tá estacionado na frente de casa e parece que ele tá comendo a Raquel.
Quase caímos na risada ao mesmo tempo.
— Cê é louco — disse ela, sorrindo.
— Juro que não. Invejo o estômago dele, se precisa se deitar com esse bicho — ele falou e riu.
— Não seja mau, a Raquel é gente boa.
— Pode ser, mas não dá pra transar com ela, sinceramente. Bom, meu amor, vou dormir que tô cansado. Volta logo. E desligou.
Nós dois nos olhamos por um segundo e depois nos abraçamos e começamos a nos beijar de novo. De canto de olho, vi o corno se afastar da janela e apagar a luz da sala pra acender a do quarto. Peguei a Lia pela cintura e coloquei ela montada em mim. Ela mesma pegou meu pau e se empalou, começando a subir e descer no mastro com maestria. Em questão de minutos, ela acabou comigo, e eu me esvaziei dentro dela como um chafariz, enquanto ela vinha junto com o segundo orgasmo dela. Continuamos nos beijando e, por fim, ela desmontou, se espalhando no banco do meu lado. Me ajoelhei no banco e, pegando a cabeça dela, aproximei do meu pau pra ela chupar, coisa que ela começou a fazer com dedicação. O que nunca: passaram poucos minutos e eu já tava duro de novo.
Lia tirou a boca e me olhou.
— Não temos tempo, filho da puta. Dá tudo na minha boca agora — disse ela, enquanto guardava minha ferramenta de novo. As carícias dela nas minhas bolas e a língua brincando com a cabeça do meu pau fizeram eu gozar na boca dela, e a putinha engoliu até a última gota.
Devagar, arrumei minha roupa e passei pro banco da frente, enquanto Lia se vestia. Liguei o carro e dei a volta no quarteirão. Quando estacionei, ela já tava arrumada como se não tivesse acontecido nada. Ela abriu a porta. Porta e desceu na esquina do quarteirão oposto ao da casa dela.
— Te agradeço pela carona e acho que não vai poder reclamar do pagamento — disse, e saiu andando rápido pra casa dela.
No dia seguinte, na empresa, quando nos encontramos, perguntei como tinha sido quando ela voltou.
— Genial. Meu marido ficou desiludido que você já tinha ido embora e eu não tinha conseguido te ver transando com a Raquel, mas isso deixou ele tão excitado que a gente transou pela primeira vez em muito tempo.
— Bom, imagino que agora você deve estar satisfeita e não vai precisar que eu te leve a lugar nenhum — falei, decepcionado.
— Não se iluda. Semana que vem tenho que ir até o centro e, na volta, tem um hotelzinho bem discreto onde estou disposta a pagar o taxista — disse, piscando um olho e saindo em direção ao escritório dela.
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