Olá pra todo mundo, dessa vez conheci a Paola, uma mulher de 36 anos, na época separada e com vários filhos, de San Miguel.
Depois de um tempinho (quase nada) de conversar e criar intimidade, trocamos os números. Ela me perguntou se eu ligava pra parte física, tipo altura e outras coisas, e como vocês sabem, pra mim isso é o de menos, o que vale é a atitude e a vontade.
Combinamos de nos ver em Liniers, um ponto intermediário. Quando nos encontramos, pra ser sincero, ela não é uma mulher linda, mas a altura dela de 1,55 realmente me deu um frio na barriga, hahahaha.
Fomos a um café por ali, e meia hora depois já estávamos entrando num motel em Liniers. Entramos, comecei a beijar ela e me sentei num pufe. Ela ficava exatamente na altura da minha boca, o que me permitia aproveitar pra tirar a roupa dela e beijar o corpo todo. Fui domando ela do meu jeito, e a baixa estatura e o peso leve dela me deixavam levantá-la e comer ela de pé quase sem cansar. Poder colocá-la nos meus ombros e ter aquela bucetinha pequena foi algo lindo. Me surpreendi com a buceta totalmente depilada e pequenininha, poder lamber algo que um gaúcho como eu adora fazer. O mais impressionante é que ela teve 5 filhos e o controle da buceta dela era incrível. Quando ela me fez um boquete sensacional, pude vê-la tão pequenininha nos espelhos, de joelhos, o que me deixou ainda mais excitado. E o mais foda foi quando ela disse: "Agora é a minha vezeeee". Subiu em mim e começou a cavalgar devagar, bem devagar... Eu sentia os músculos da buceta dela apertando minha pica e tentei não gozar, mas foi impossível. Não consegui me segurar e gozei, ela não... Percebi que ela ainda queria mais, queria um segundo orgasmo depois do que eu já tinha dado com minha língua no clitóris dela.
Ficamos mais um tempinho e depois fomos tomar banho. O tempo tinha passado e, como os dois moravam longe, era melhor voltar e deixar pra outra hora. Isso aconteceu mais duas vezes, em momentos espaçados daquele ano.
Próxima experiência: conhecendo a Yolanda, de Monte Grande.
Depois de um tempinho (quase nada) de conversar e criar intimidade, trocamos os números. Ela me perguntou se eu ligava pra parte física, tipo altura e outras coisas, e como vocês sabem, pra mim isso é o de menos, o que vale é a atitude e a vontade.
Combinamos de nos ver em Liniers, um ponto intermediário. Quando nos encontramos, pra ser sincero, ela não é uma mulher linda, mas a altura dela de 1,55 realmente me deu um frio na barriga, hahahaha.
Fomos a um café por ali, e meia hora depois já estávamos entrando num motel em Liniers. Entramos, comecei a beijar ela e me sentei num pufe. Ela ficava exatamente na altura da minha boca, o que me permitia aproveitar pra tirar a roupa dela e beijar o corpo todo. Fui domando ela do meu jeito, e a baixa estatura e o peso leve dela me deixavam levantá-la e comer ela de pé quase sem cansar. Poder colocá-la nos meus ombros e ter aquela bucetinha pequena foi algo lindo. Me surpreendi com a buceta totalmente depilada e pequenininha, poder lamber algo que um gaúcho como eu adora fazer. O mais impressionante é que ela teve 5 filhos e o controle da buceta dela era incrível. Quando ela me fez um boquete sensacional, pude vê-la tão pequenininha nos espelhos, de joelhos, o que me deixou ainda mais excitado. E o mais foda foi quando ela disse: "Agora é a minha vezeeee". Subiu em mim e começou a cavalgar devagar, bem devagar... Eu sentia os músculos da buceta dela apertando minha pica e tentei não gozar, mas foi impossível. Não consegui me segurar e gozei, ela não... Percebi que ela ainda queria mais, queria um segundo orgasmo depois do que eu já tinha dado com minha língua no clitóris dela.
Ficamos mais um tempinho e depois fomos tomar banho. O tempo tinha passado e, como os dois moravam longe, era melhor voltar e deixar pra outra hora. Isso aconteceu mais duas vezes, em momentos espaçados daquele ano.
Próxima experiência: conhecendo a Yolanda, de Monte Grande.
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