Deixo com vocês mais um relato sobre por que amamos as putas.
Sou uma garota de 18 anos, moro na cidade de Mérida, no estado de Yucatán, no México. Meu nome pode não ser importante, mas mesmo assim vou contar: me chamo Claudia Beatriz.
Por que resolvi escrever este relato? Na verdade, não sei e nem quero saber. Talvez seja uma forma de expulsar de mim os demônios que me acompanham.
Exerço a profissão mais antiga do mundo numa sala de massagem. Vocês podem pensar: "o que uma prostituta pode contar de novo e interessante sobre sexo, se vive imersa nisso todo dia?" É isso que torna este relato especial: o fato de que, mesmo nesse meio, encontrei novas formas de prazer com um homem.
Fui criada no seio de uma família de classe média. Sou uma mulher normal de estatura, magra, mas com um quadril de dar água na boca e uns peitos bem grandinhos.
Meus primeiros encontros amorosos foram aos quinze anos, e aos dezesseis perdi a virgindade com um garoto da minha rua.
Como fui parar nesse trabalho não importa. O que importa é o que vou detalhar pra vocês.
No dia em que isso aconteceu, estava bem parado, sem clientes. O máximo que tinha feito foi atender um garoto novato que o primo trouxe pra iniciar, e só no oral ele já gozou. O último cliente foi um senhor que só me pediu pra dar uma massagem e dizer que eu o amava muito. Acho que o coitado nunca foi bem tratado na vida.
Então, quando ele entrou, pensei que era mais um.
Ao chegar, a recepcionista o atendeu, avisando que tinha várias garotas e que iria chamá-las pra ele escolher a que mais agradasse pro serviço. Nessa hora, fomos passando uma por uma diante dos olhos dele. Quando passei na frente dele, vi um olhar como nunca tinha visto antes. Ele olhava cada uma de nós como se estivesse estudando uma presa, como se estivesse definindo o que... Isso poderia acontecer com cada uma de nós: um olhar onde se concentrava o vício e os mais baixos prazeres e instintos, um olhar de animal.
No momento em que passei na frente dele, ele só abriu a boca para dizer: ela, que me atenda ela.
A recepcionista disse: "perfeito, pode ir para a sala da frente". Ele foi e eu o segui.
Dentro da sala, me apresentei dizendo que meu nome era Jéssica, meu nome artístico.
"Eu sou Javier", ele respondeu.
Um pouco nervosa, não pelo que ia acontecer, já que fiz isso inúmeras vezes, mas pelo olhar que ele tinha cravado em mim, comecei a detalhar os serviços que poderia oferecer.
"Olha", eu disse: "Temos vários serviços: o primeiro é só uma massagem, o segundo inclui um oral... uma mamada?" ele perguntou, e eu respondi: "Sim, uma mamada."
"Fala como deve ser, não gosto de palavras rebuscadas. O que é, é. Me fala assim."
"Tá bom", e comecei de novo. Eu já sentia um pouco de medo, mas acima de tudo excitação. Quando fui detalhando os serviços, me peguei pensando que tomara que ele pedisse o serviço completo. Eu estava desejando que ele me tocasse e fizesse as piores sacanagens que já tinham feito comigo.
Ele não respondeu nada do que eu disse. Só tirou a carteira e pegou duas notas que me entregou, que correspondiam ao preço exato de um serviço completo.
Saí para entregar o dinheiro para a recepcionista, que me olhou e disse: "Agora sim você vai descontar o dinheiro, Jessy. Parece que ele é um porco." Eu respondi: "Sim, com certeza, e a verdade é que minha buceta já estava bem molhada."
Quando entrei na sala, encontrei ele sentado na mesa de massagem e, sem mais, ele disse: "Tira a roupa, devagar."
Comecei tirando a blusa azul que eu estava usando, deixando à mostra meus peitos brancos com uns mamilos grandes e gordinhos que já pediam aos berros para serem chupados, mordiscados e torcidos por aquele homem.
Continuei com minha saia, que já estava... deixava minhas pernas à mostra até o alto das coxas, deixando à mostra uma cueca boxer branca que me fazia parecer muito gostosa. quando levantei a vista, percebi que ele estava se masturbando. ao ouvir o barulho de chas, chas, chas, vi ele com um pau de pelo menos vinte e cinco centímetros, e com uma cabeça grande o suficiente para machucar em qualquer lugar onde entrasse.
Sem tirar aquele olhar, ele disse: "chega mais perto". Ele continuava sentado na mesa de massagem, e eu fui me aproximando devagar, olhando praquele falo enorme que tinha na minha frente. A mesa é alta o bastante pra que eu, que não sou tão alta assim, mesmo de pé, ficasse com meus lábios a poucos centímetros do pau dele, que já tava todo melado de líquido na cabeça.
Ele continuava batendo uma com a mão direita, enquanto eu olhava pra aquele membro gigante que, pra mim, só crescia. Isso me dava uma excitação do caralho e uma vontade incontrolável de lamber, de sentir o gosto daquele líquido que não parava de escorrer do furinho da glande enorme. Ele começou a bater nos meus lábios e bochechas com aquele bastão de carne que segurava na mão, enquanto continuava com o sobe e desce no próprio pau. Tentei passar a língua, e ele me puxou pelo cabelo com a mão esquerda. Tentei de novo, e ele me segurou de um jeito mais violento. Eu tava completamente cheia de desejo por aquele homem e pelo pau dele, e mais ainda pelo jeito que ele tava agindo.
Ele continuou batendo no meu rosto, cada vez mais coberto daquela baba que o pau dele estava soltando. Eu, quase sem perceber, comecei a me acariciar devagar por cima da cueca, percebendo que já estava completamente molhada na minha buceta.
Finalmente, ele soltou meu cabelo e, sem mais delongas, como uma bezerrinha atacando a teta que dá o leite, eu engoli aquele pau que, de cara, me deu uns engasgos porque, na minha desesperação de chupar, enfiei ele até a garganta. Ele, ouvindo os sons que eu fazia por ter o cock enfiado até lá, começou a rir de um jeito debochado enquanto dizia:
"Era isso que você queria, não é, putinha? Sentir o cock enfiado até a garganta. Tá aí, gostosa, chupa, chupa..."
Enquanto ele falava isso, continuava apoiando a mão esquerda na minha nuca, me dando uma sensação de sufoco que eu já não aguentava mais. Os engasgos estavam cada vez mais fortes.
De repente, ele me separou daquele pedaço enorme de cock que estava entalado na minha garganta e me empurrou na cama que tinha do lado do quarto.
Eu caí na cama e, quando levantei o olhar pra ver ele, vi minha imagem num espelho que estava em cima da cômoda. A imagem que me voltou me deixou ainda mais excitada: minha cara estava toda brilhando com os líquidos que ele tinha espalhado nela e com a quantidade de saliva que eu tinha derramado no cock dele. Meus olhos estavam lacrimejando e vermelhos de tanto esforço, enquanto duas lágrimas escorriam pelas minhas bochechas doloridas.
Senti a mão dele no meu cabelo de novo e, de forma violenta, ele me fez virar pra ele e parar de me olhar no espelho. Quando virei, vi que ele já tinha tirado a calça. Eu ainda estava de cueca, com a buceta queimando.
O cock dele continuava duro como um tronco, mais rijo do que eu já tinha visto nos meus dias de puta, e completamente cheio e brilhando com a minha saliva.
Peguei o pau dele na boca de novo, chupando como se fosse a última mamada da minha vida. Queria engolir ele inteiro. Completamente aquele pedaço de carne, eu tava louca, entrava e saía da minha boca, ele me segurava pela nuca e me empurrava mais, mesmo sem precisar, porque eu já tava com ele enfiado até o fundo. Ele ria e dizia que sabia escolher as putas e por isso tinha me escolhido, que dava pra ver a vadia que eu era nos meus olhos e no meu cheiro de mulher, enquanto falava isso continuava pressionando minha nuca.
Comecei a empurrar as pernas dele porque senti que não aguentava mais, e foi assim, sem conseguir evitar, vomitei nele, que continuava de pé e eu de quatro na cama.
Ele me olhou com prazer, e sem mais me levantou pelos braços, me jogando na cama de barriga pra cima.
Enfiou as mãos por cima dos meus quadris pra tirar a cueca que eu ainda tinha, arrancando ela de uma vez, e com ela limpou meu rosto de uma passada, que não tirou muito do que eu tinha cuspido.
Jogo pro lado o resto do pano da cueca suja, e me puxo pra beirada da cama, levantando as pernas, deixando a entrada da minha racha toda exposta. Eu implorava pra ele meter logo, já que não aguentava mais, que fizesse comigo o que viesse na cabeça, mas pelo amor de Deus, que metesse. E ele fez, sem carinho nem cuidado nenhum. Afinal, eu era só uma puta que não merecia nada, segundo ele. Então os 25 cm de pau dele deslizaram pra dentro de mim, sem esforço nenhum, porque eu tava toda encharcada dos meus próprios sucos. Mesmo assim, senti uma dor gostosa. Finalmente minha buceta tava preenchida.
A metida e tirada começou por uns minutos naquela posição, ele me segurando pelas pernas enquanto me empurrava com toda força, enquanto o sorriso e o olhar sujo continuavam no rosto dele. De repente, ele parou, me pegou pelo braço, me virou e me colocou de quatro na cama. As plantas dos meus pés ficaram pra fora do colchão. Notei que ele apoiou um pé na cama e senti a mão dele na minha bunda direita, abrindo ela e colocando o pau na entrada da minha coisinha. Num segundo, ela já tava cheia de carne de macho, de uma só vez. Ele me segurou pelos quadris e bombou, bombou dentro de mim até eu gozar pela primeira vez. Eu gritei.
Você tá gozando, sua puta, sinto seus sucos molhando minha pica, que delícia, puta, me dá mais, molha minha pica!!!!!
Não aguentei mais e desabei na cama.
Levanto de novo de um pulo, e de novo de quatro, e senti o dedo dele acariciando a entrada do meu cu, só de pensar no tamanho da pica que ele tinha e que mesmo com a buceta encharcada doeu quando ele meteu, não achei que ia aguentar a pica dele no meu cu apertado.
Do jeito que pude, virei e segurei a mão dele.
Espera – falei – já fiz isso antes, mas não com uma pica igual a sua, por favor, poupa meu cu, chupo você de novo, e engulo seu leite, mas por favor, se fizer isso, vai me partir no meio, papai, eu imploro, não mete no meu cu.
Ele me olhou e senti um medo do caralho.
Olha – ele disse – de qualquer jeito vou meter, foi por isso que paguei, e por enquanto você é minha puta, mas me diz, dói muito?
Sim, por favor, me deixa.
Hahaha não, é isso que eu gosto, saber que tá doendo.
Nessa hora ele pegou o espelho que tava na cômoda e colocou na cama encostado na parede bem na minha frente, e eu pude ver o rosto dele e o meu.
Senti a cabeça da pica dele na entrada do meu esfíncter, empurrando sem piedade, via o rosto dele no espelho, o esforço que ele fazia pra atravessar meu cu, e ele via meu rosto chorando pela dor que tinha começado a sentir, porque ele tava começando a romper a resistência fraca do meu rabo, num momento que não consigo definir, tudo ficou preto, uma dor terrível tomou conta das minhas entranhas, parecia que um tição ardente tava chegando nos meus intestinos, quando abri os olhos pude ver o rosto dele cheio de satisfação pelo que tava fazendo.
De repente a dor começou a diminuir, dando lugar a uma sensação diferente que eu não sabia definir, se era uma leve vontade de cagar, ou se era no meu sexo a aproximação de uma nova gozada, não sabia.
Sem conseguir evitar, senti como se algo começasse a querer sair do meu cu, mas o pau dele entrando e saindo não deixava, eu implorava:
Já, chega… Por favor, já chega.
E ele continuava bombando fundo, enquanto ria e me olhava pelo espelho,
Já… tá me rasgando o cu, por favor, já.
E ele não sentiu nenhuma compaixão, eu continuava sentindo aquela sensação de que algo queria sair do meu cu, e naquele exato momento ouvi alguns sons que ele fazia, e pude ver pelo espelho que o rosto dele se desfigurava e ele me agarrava mais forte pelos quadris e bombava com mais força até que senti o pau dele crescer mais e finalmente a sensação quente no meu reto do gozo dele.
Ele continuou bombando por mais alguns segundos até se espremer completamente, e quando tirou o pau, não consegui evitar soltar uns gases, o que deu muita graça pro pervertido.
Sem conseguir mais, caí como uma boneca quebrada na cama, e ele junto de mim. Me disse:
— Você é a melhor puta que já comi, falo sério, você é muito boa.
Como pude, me levantei e fui ao banheiro, tava com uma vontade danada de cagar. Ele me seguiu e tomou banho enquanto eu continuava sentada no vaso, com umas sensações terríveis no estômago.
Terminou de se lavar, e eu levantei do vaso sem fazer nada. Nos vestimos e eu acompanhei ele até a porta. Ele pegou na minha mão, deixou uma gorjeta e disse que voltaria.
Tenho que admitir que ainda tô esperando por ele.
Sou uma garota de 18 anos, moro na cidade de Mérida, no estado de Yucatán, no México. Meu nome pode não ser importante, mas mesmo assim vou contar: me chamo Claudia Beatriz.
Por que resolvi escrever este relato? Na verdade, não sei e nem quero saber. Talvez seja uma forma de expulsar de mim os demônios que me acompanham.
Exerço a profissão mais antiga do mundo numa sala de massagem. Vocês podem pensar: "o que uma prostituta pode contar de novo e interessante sobre sexo, se vive imersa nisso todo dia?" É isso que torna este relato especial: o fato de que, mesmo nesse meio, encontrei novas formas de prazer com um homem.
Fui criada no seio de uma família de classe média. Sou uma mulher normal de estatura, magra, mas com um quadril de dar água na boca e uns peitos bem grandinhos.
Meus primeiros encontros amorosos foram aos quinze anos, e aos dezesseis perdi a virgindade com um garoto da minha rua.
Como fui parar nesse trabalho não importa. O que importa é o que vou detalhar pra vocês.
No dia em que isso aconteceu, estava bem parado, sem clientes. O máximo que tinha feito foi atender um garoto novato que o primo trouxe pra iniciar, e só no oral ele já gozou. O último cliente foi um senhor que só me pediu pra dar uma massagem e dizer que eu o amava muito. Acho que o coitado nunca foi bem tratado na vida.
Então, quando ele entrou, pensei que era mais um.
Ao chegar, a recepcionista o atendeu, avisando que tinha várias garotas e que iria chamá-las pra ele escolher a que mais agradasse pro serviço. Nessa hora, fomos passando uma por uma diante dos olhos dele. Quando passei na frente dele, vi um olhar como nunca tinha visto antes. Ele olhava cada uma de nós como se estivesse estudando uma presa, como se estivesse definindo o que... Isso poderia acontecer com cada uma de nós: um olhar onde se concentrava o vício e os mais baixos prazeres e instintos, um olhar de animal.
No momento em que passei na frente dele, ele só abriu a boca para dizer: ela, que me atenda ela.
A recepcionista disse: "perfeito, pode ir para a sala da frente". Ele foi e eu o segui.
Dentro da sala, me apresentei dizendo que meu nome era Jéssica, meu nome artístico.
"Eu sou Javier", ele respondeu.
Um pouco nervosa, não pelo que ia acontecer, já que fiz isso inúmeras vezes, mas pelo olhar que ele tinha cravado em mim, comecei a detalhar os serviços que poderia oferecer.
"Olha", eu disse: "Temos vários serviços: o primeiro é só uma massagem, o segundo inclui um oral... uma mamada?" ele perguntou, e eu respondi: "Sim, uma mamada."
"Fala como deve ser, não gosto de palavras rebuscadas. O que é, é. Me fala assim."
"Tá bom", e comecei de novo. Eu já sentia um pouco de medo, mas acima de tudo excitação. Quando fui detalhando os serviços, me peguei pensando que tomara que ele pedisse o serviço completo. Eu estava desejando que ele me tocasse e fizesse as piores sacanagens que já tinham feito comigo.
Ele não respondeu nada do que eu disse. Só tirou a carteira e pegou duas notas que me entregou, que correspondiam ao preço exato de um serviço completo.
Saí para entregar o dinheiro para a recepcionista, que me olhou e disse: "Agora sim você vai descontar o dinheiro, Jessy. Parece que ele é um porco." Eu respondi: "Sim, com certeza, e a verdade é que minha buceta já estava bem molhada."
Quando entrei na sala, encontrei ele sentado na mesa de massagem e, sem mais, ele disse: "Tira a roupa, devagar."
Comecei tirando a blusa azul que eu estava usando, deixando à mostra meus peitos brancos com uns mamilos grandes e gordinhos que já pediam aos berros para serem chupados, mordiscados e torcidos por aquele homem.
Continuei com minha saia, que já estava... deixava minhas pernas à mostra até o alto das coxas, deixando à mostra uma cueca boxer branca que me fazia parecer muito gostosa. quando levantei a vista, percebi que ele estava se masturbando. ao ouvir o barulho de chas, chas, chas, vi ele com um pau de pelo menos vinte e cinco centímetros, e com uma cabeça grande o suficiente para machucar em qualquer lugar onde entrasse.
Sem tirar aquele olhar, ele disse: "chega mais perto". Ele continuava sentado na mesa de massagem, e eu fui me aproximando devagar, olhando praquele falo enorme que tinha na minha frente. A mesa é alta o bastante pra que eu, que não sou tão alta assim, mesmo de pé, ficasse com meus lábios a poucos centímetros do pau dele, que já tava todo melado de líquido na cabeça.Ele continuava batendo uma com a mão direita, enquanto eu olhava pra aquele membro gigante que, pra mim, só crescia. Isso me dava uma excitação do caralho e uma vontade incontrolável de lamber, de sentir o gosto daquele líquido que não parava de escorrer do furinho da glande enorme. Ele começou a bater nos meus lábios e bochechas com aquele bastão de carne que segurava na mão, enquanto continuava com o sobe e desce no próprio pau. Tentei passar a língua, e ele me puxou pelo cabelo com a mão esquerda. Tentei de novo, e ele me segurou de um jeito mais violento. Eu tava completamente cheia de desejo por aquele homem e pelo pau dele, e mais ainda pelo jeito que ele tava agindo.
Ele continuou batendo no meu rosto, cada vez mais coberto daquela baba que o pau dele estava soltando. Eu, quase sem perceber, comecei a me acariciar devagar por cima da cueca, percebendo que já estava completamente molhada na minha buceta.Finalmente, ele soltou meu cabelo e, sem mais delongas, como uma bezerrinha atacando a teta que dá o leite, eu engoli aquele pau que, de cara, me deu uns engasgos porque, na minha desesperação de chupar, enfiei ele até a garganta. Ele, ouvindo os sons que eu fazia por ter o cock enfiado até lá, começou a rir de um jeito debochado enquanto dizia:
"Era isso que você queria, não é, putinha? Sentir o cock enfiado até a garganta. Tá aí, gostosa, chupa, chupa..."
Enquanto ele falava isso, continuava apoiando a mão esquerda na minha nuca, me dando uma sensação de sufoco que eu já não aguentava mais. Os engasgos estavam cada vez mais fortes.
De repente, ele me separou daquele pedaço enorme de cock que estava entalado na minha garganta e me empurrou na cama que tinha do lado do quarto.
Eu caí na cama e, quando levantei o olhar pra ver ele, vi minha imagem num espelho que estava em cima da cômoda. A imagem que me voltou me deixou ainda mais excitada: minha cara estava toda brilhando com os líquidos que ele tinha espalhado nela e com a quantidade de saliva que eu tinha derramado no cock dele. Meus olhos estavam lacrimejando e vermelhos de tanto esforço, enquanto duas lágrimas escorriam pelas minhas bochechas doloridas.
Senti a mão dele no meu cabelo de novo e, de forma violenta, ele me fez virar pra ele e parar de me olhar no espelho. Quando virei, vi que ele já tinha tirado a calça. Eu ainda estava de cueca, com a buceta queimando.
O cock dele continuava duro como um tronco, mais rijo do que eu já tinha visto nos meus dias de puta, e completamente cheio e brilhando com a minha saliva.
Peguei o pau dele na boca de novo, chupando como se fosse a última mamada da minha vida. Queria engolir ele inteiro. Completamente aquele pedaço de carne, eu tava louca, entrava e saía da minha boca, ele me segurava pela nuca e me empurrava mais, mesmo sem precisar, porque eu já tava com ele enfiado até o fundo. Ele ria e dizia que sabia escolher as putas e por isso tinha me escolhido, que dava pra ver a vadia que eu era nos meus olhos e no meu cheiro de mulher, enquanto falava isso continuava pressionando minha nuca.
Comecei a empurrar as pernas dele porque senti que não aguentava mais, e foi assim, sem conseguir evitar, vomitei nele, que continuava de pé e eu de quatro na cama.
Ele me olhou com prazer, e sem mais me levantou pelos braços, me jogando na cama de barriga pra cima.
Enfiou as mãos por cima dos meus quadris pra tirar a cueca que eu ainda tinha, arrancando ela de uma vez, e com ela limpou meu rosto de uma passada, que não tirou muito do que eu tinha cuspido.
Jogo pro lado o resto do pano da cueca suja, e me puxo pra beirada da cama, levantando as pernas, deixando a entrada da minha racha toda exposta. Eu implorava pra ele meter logo, já que não aguentava mais, que fizesse comigo o que viesse na cabeça, mas pelo amor de Deus, que metesse. E ele fez, sem carinho nem cuidado nenhum. Afinal, eu era só uma puta que não merecia nada, segundo ele. Então os 25 cm de pau dele deslizaram pra dentro de mim, sem esforço nenhum, porque eu tava toda encharcada dos meus próprios sucos. Mesmo assim, senti uma dor gostosa. Finalmente minha buceta tava preenchida.A metida e tirada começou por uns minutos naquela posição, ele me segurando pelas pernas enquanto me empurrava com toda força, enquanto o sorriso e o olhar sujo continuavam no rosto dele. De repente, ele parou, me pegou pelo braço, me virou e me colocou de quatro na cama. As plantas dos meus pés ficaram pra fora do colchão. Notei que ele apoiou um pé na cama e senti a mão dele na minha bunda direita, abrindo ela e colocando o pau na entrada da minha coisinha. Num segundo, ela já tava cheia de carne de macho, de uma só vez. Ele me segurou pelos quadris e bombou, bombou dentro de mim até eu gozar pela primeira vez. Eu gritei.
Você tá gozando, sua puta, sinto seus sucos molhando minha pica, que delícia, puta, me dá mais, molha minha pica!!!!!Não aguentei mais e desabei na cama.
Levanto de novo de um pulo, e de novo de quatro, e senti o dedo dele acariciando a entrada do meu cu, só de pensar no tamanho da pica que ele tinha e que mesmo com a buceta encharcada doeu quando ele meteu, não achei que ia aguentar a pica dele no meu cu apertado.
Do jeito que pude, virei e segurei a mão dele.
Espera – falei – já fiz isso antes, mas não com uma pica igual a sua, por favor, poupa meu cu, chupo você de novo, e engulo seu leite, mas por favor, se fizer isso, vai me partir no meio, papai, eu imploro, não mete no meu cu.
Ele me olhou e senti um medo do caralho.
Olha – ele disse – de qualquer jeito vou meter, foi por isso que paguei, e por enquanto você é minha puta, mas me diz, dói muito?
Sim, por favor, me deixa.
Hahaha não, é isso que eu gosto, saber que tá doendo.
Nessa hora ele pegou o espelho que tava na cômoda e colocou na cama encostado na parede bem na minha frente, e eu pude ver o rosto dele e o meu.
Senti a cabeça da pica dele na entrada do meu esfíncter, empurrando sem piedade, via o rosto dele no espelho, o esforço que ele fazia pra atravessar meu cu, e ele via meu rosto chorando pela dor que tinha começado a sentir, porque ele tava começando a romper a resistência fraca do meu rabo, num momento que não consigo definir, tudo ficou preto, uma dor terrível tomou conta das minhas entranhas, parecia que um tição ardente tava chegando nos meus intestinos, quando abri os olhos pude ver o rosto dele cheio de satisfação pelo que tava fazendo.
De repente a dor começou a diminuir, dando lugar a uma sensação diferente que eu não sabia definir, se era uma leve vontade de cagar, ou se era no meu sexo a aproximação de uma nova gozada, não sabia.Sem conseguir evitar, senti como se algo começasse a querer sair do meu cu, mas o pau dele entrando e saindo não deixava, eu implorava:
Já, chega… Por favor, já chega.
E ele continuava bombando fundo, enquanto ria e me olhava pelo espelho,
Já… tá me rasgando o cu, por favor, já.
E ele não sentiu nenhuma compaixão, eu continuava sentindo aquela sensação de que algo queria sair do meu cu, e naquele exato momento ouvi alguns sons que ele fazia, e pude ver pelo espelho que o rosto dele se desfigurava e ele me agarrava mais forte pelos quadris e bombava com mais força até que senti o pau dele crescer mais e finalmente a sensação quente no meu reto do gozo dele.
Ele continuou bombando por mais alguns segundos até se espremer completamente, e quando tirou o pau, não consegui evitar soltar uns gases, o que deu muita graça pro pervertido.
Sem conseguir mais, caí como uma boneca quebrada na cama, e ele junto de mim. Me disse:— Você é a melhor puta que já comi, falo sério, você é muito boa.
Como pude, me levantei e fui ao banheiro, tava com uma vontade danada de cagar. Ele me seguiu e tomou banho enquanto eu continuava sentada no vaso, com umas sensações terríveis no estômago.
Terminou de se lavar, e eu levantei do vaso sem fazer nada. Nos vestimos e eu acompanhei ele até a porta. Ele pegou na minha mão, deixou uma gorjeta e disse que voltaria.
Tenho que admitir que ainda tô esperando por ele.
5 comentários - Confissão anal de uma puta
muy bueno
gracias por compartir