Quando eu era calouro na faculdade em La Plata, aconteceu essa situação que vou contar. Meus pais eram de Pergamino. Um dia fui visitar a casa deles, quando meus pais estavam dando uma festinha para os amigos. A maioria foi embora cedo, mas alguns ficaram. Uma delas era uma mulher chamada Verônica, e mais alguns outros cujos nomes não lembro. Mas consigo lembrar direitinho o que aconteceu em algum momento da madrugada. Tudo virou uma grande conversa e bebedeira, muito além de uma festa, e as camas da casa estavam todas ocupadas. Um dos mais jovens dormiu no sofá, dando a cama dele para a Verônica. Um casal foi para o meu quarto, mas era uma noite quente de verão, então dormi lá fora no chão dentro do meu saco de camping, e outro homem usou vários cobertores para não sentir o frio do chão também, mas ele estava a uma certa distância de mim. Eu estava no saco de dormir, dormindo profundamente, mas acordei com um barulho que nunca tinha ouvido antes. Era um som estranho e demorei um pouco, mas depois entendi. Parecia carne se batendo! Ai, meu Deus, falei comigo mesmo. Será que esse filho da puta tá batendo em alguém? (pensei), mas escutei mais de perto e era um tapa, também dava pra ouvir uns barulhos molhados. Comecei a sentir uma ereção e agora conseguia distinguir a respiração pesada também. Fingi que estava dormindo, mas aos poucos deslizei minha mão para dentro do meu short e comecei a acariciar meu pau duro. Imaginei que era a Verônica que tinha escapado no meio da noite para pegar algum cara. A respiração do homem ficou mais intensa; então a mulher sussurrou alto pra ele: "Me come gostoso... me fode..." Porra! Era a minha mãe! Sempre houve fofoca no bairro de que minha mãe tinha amantes – mas eu não queria pensar nisso – nunca soube ao certo. E agora, não só Descobri que era verdade, ela tá dando pra alguém quase na minha frente. Aí aconteceu algo surpreendente: fiquei ainda mais excitado! Porra! Pensei, minha mãe tá dando pra alguém! Enquanto eles continuavam se pegando, comecei a imaginar como era com as pernas grandes dela abertas, os peitões dela balançando, e a barriga madura subindo e descendo enquanto ele comia ela. Como eu podia fazer isso? Como eu podia estar imaginando minha mãe me deixando com tesão enquanto ela tava sendo comida? Mas não consegui evitar! Naquele momento, tudo que importava era que eu tava vendo duas pessoas transando. Meu pau ficou mais duro, e ouvi o cara falando: "Tá me segurando, puta, tô pronto pra encher você de leite..." "Faz isso," respondeu a Mãe. "Faz! Tô pronta! E goza tudo dentro de mim!" "Sim...", murmurou a mãe, se segurando pra não gemer enquanto os dois gozavam. Por uns minutos eles se beijaram antes da mãe se levantar. Mal abri os olhos e me vi olhando pra ela, como se fosse uma deusa, e me peguei admirando como os gominhos dela eram sexy enquanto a observava sob o luar. Por um momento, jurei que ela sabia que eu tinha visto tudo, mas aí ela deu de ombros e começou a vestir um roupão. Depois foi pra casa. Em pouco tempo, ouvi o cara roncando. Não aguentava mais minha ereção e queria gozar. Só conseguia imaginar que era eu com meu próprio pau enfiando e tirando da buceta da minha mãe. Mesmo estando na faculdade, nunca tinha transado com ninguém, tão ferrado, nem tinha visto um pornô, e agora minha primeira imagem de merda – que tinha se gravado a fogo no meu cérebro – era da minha própria mãe – e por algum motivo isso me deixou ainda mais doido. Abri o saco de dormir e puxei o shorts pra baixo. Acelerei a punheta enquanto imaginava minha velha se masturbando pra mim, e que naquele rabão gordo era eu. que dava nela por trás. E enquanto pensava nessas imagens incestuosas e terríveis, meu pau explodiu todo o meu leite na minha barriga. Demorei muito pra frear meus pensamentos, mas finalmente consegui dormir.
2 comentários - A noite da mamãe gostosa