Como comentei na primeira parte do relato, anoiteceu, comemos alguma coisa, batemos papo sobre assuntos bestas e minha tia decidiu ir dormir. Eu falei que ia ficar vendo um filme, "sem problema", ela disse, me deu um beijo e foi pro quarto dela. Eu fui no banheiro, que como falei antes, era do lado do quarto dela. A porta estava entreaberta e vi minha tia se trocando, e vi ela quase pelada. Fiquei uns segundos olhando e entrei no banheiro. A pica ficou dura na hora e eu bati uma punheta daquelas, já com uma imagem totalmente real. Gozei pra caralho, me lavei e fui pra sala ver o filme. Nem sei do que era o filme, minha mente estava em outro lugar. Ficava pensando como podia me aproximar sexualmente da minha tia, mas o medo me travava. E se ela ficar brava? E se ela me mandar pastar? O que eu posso fazer? Com a cabeça cheia de dúvidas e confusão, fui dormir.
No outro dia, acordei e fui na cozinha preparar meu café. Minha tia estava lá fazendo contas. "Já trabalhando, tia?", perguntei. "Sim, tenho que fazer compras e preparar o pagamento dos fornecedores. Espera um pouco que te faço o café." "Sem pressa, tia." Daí a pouco ela levantou da cadeira e estava usando uns shortinhos jeans bem apertados que marcavam bem a bunda dela, um espetáculo. Tomamos café e ela disse: "Hoje à noite vou fazer pizza e tenho cerveja na geladeira. O que acha?" "Legal, tia, show!", respondi. Depois do café, fomos até a cidade fazer umas compras. Quando estávamos voltando, ela olhou pras serras e disse: "Acho que hoje vai ter tempestade." À tarde fomos pra piscina como sempre, e depois da aula ficamos tomando sol na borda da piscina. "Pena que a Julieta não veio", ela comentou. "Queria que você a conhecesse." "Bom, tia, ainda tem muitos dias pela frente." O sol já estava começando a baixar e o tempo fechou. "Acho que você tinha razão, tia, tá ficando tudo preto." "É, a tempestade vem aí", ela disse. "Melhor a gente ir pra dentro. Vamos guardar tudo e entrar na cabana. Me ajuda com as cadeiras de praia, Mati? Claro, tia, respondi. Ela naquele dia estava com um biquíni branco, um baita contraste com o bronzeado. Se abaixou pra pegar as toalhas, os peitos estouravam e a bunda era impressionante. Guardamos as cadeiras e fomos pra cabana. Tomamos banho e depois fomos pra cozinha. Ela começou a preparar a pizza e pegou duas latas de cerveja geladas. "Você bebe cerveja, Mati?", ela perguntou. "Claro, com os caras a gente toma várias antes de ir pra balada." "Bom, fico feliz", ela disse, "é chato beber sozinha." Servimos e brindamos pelo reencontro. Depois de um tempo, começamos a pizza, que tava muito gostosa, e continuamos bebendo. Foram várias. Ficamos falando besteira e rindo de tudo. Acho que a cerveja já tava fazendo efeito e a gente tava meio bêbado. Depois de um tempo, fomos pra sala de estar e ela disse: "Mati, coloca um filme e depois vamos dormir." Achei um de vampiros e começamos a ver. Nós dois estávamos sentados no sofá e eu falei: "Tia, se você tiver medo, vem cá que eu te abraço." Rimos muito. Ela gostou da piada e se aproximou de mim. Senti o contato da pele dela e já fiquei de pau duro. Tentei ajeitar a bermuda pra não ficar tão na cara. Depois de um tempo, começaram os relâmpagos e logo a tempestade desabou. Chovia pra caralho e o vento era forte pra dedéu. Caiu o cabo e a luz começou a piscar. Minha tia disse: "A qualquer hora a luz vai cair. Acho melhor a gente ir dormir. Amanhã a gente limpa tudo." "Tá bom, tia", respondi já conformado, considerando que ela tava bem animada e a gente tava se divertindo pra caramba. Mas a tempestade jogou a meu favor. Do teto do meu quarto voaram várias telhas e começou a chover na minha cama. Ela já tinha se deitado e eu, com a cama toda molhada, voltei pra sala pra dormir no sofá. A tempestade continuava e o vento abriu uma das janelas da sala. Fechei rápido, mas o baque fez minha tia Levantei, ela tava usando um baby doll transparente com uma calcinha preta e sem sutiã. "O que cê tá fazendo aqui, Mati?" ela perguntou, e eu contei o que tava rolando com minha cama. Mas aí ela falou: "Mati, por que não me avisou? Vem pro meu quarto e dorme comigo." Não dava pra acreditar, o "deus do vento" tava jogando a meu favor, ha.
Entramos no quarto dela, ela se deitou e eu fui pra perto. Claro, meus ratos tavam a mil. "Até amanhã, Mati", ela disse, me deu um beijo e virou de lado, com a bunda virada pra mim. Minha tesão não tinha limites, e a cerveja tinha me deixado mais ousado. Fui me aproximando devagar, e quando encostei de leve, já tava duro. Esperei uns segundos e acariciei suavemente as costas dela. Comecei a descer a mão e toquei de leve na bunda dela. Esperei a reação, mas ela não se mexia. Achei que tava completamente dormida, e encostei meu pau duro nas nádegas dela. No começo, ela não se mexeu, e eu apertei um pouco mais. De repente, ela se virou e falou com voz firme: "O que cê tá fazendo, Mati?"
"Putz, ferrei", pensei, "vou levar um pé na bunda". Gaguejando, falei: "Nada, tia, me desculpa, mas tenho que te falar: cê me atrai pra caralho." Já tava tudo perdido mesmo. Mas aí ela respondeu: "Mati, eu sou sua tia!" "Sei, mas faz tempo que quero te beijar", falei. "Cê tá louco? Sou irmã da sua mãe!" "Sei, mas cê me encanta, tô apaixonado por você desde pequeno, tia." "Isso não pode ser", ela respondeu. "Além do mais, sou irmã da sua mãe, e se ela descobrir, me mata." "Por favor, tia, nunca vou contar nada, juro." "Sim, mas ainda assim é uma loucura."
Eu não sabia como continuar e pedi: "Deixa eu te beijar uma vez, e não vou mais te incomodar." Tava tão perturbado que já me contentava com isso. "Tá bom", ela respondeu, "mas só um." "Claro", falei, e achei que minha "façanha" ia acabar ali. Mas aquele beijo abriu a porta do paraíso pra gente. Pousei meus lábios nos dela, os dois de lado. Abracei ela, senti o contato dos peitos e da pele dela, e enfiei minha língua na boca dela. Achei que tudo ia parar por ali, mas ela também mandou a língua, e a gente começou a... nos beijando com desespero, minha calcinha tava prestes a estourar porque meu pau tava durasso, de repente ela pegou no meu pau, baixou minha calcinha e começou a chupar
tirou da boca e falou "Ai Mati, que grande que você tem"
"Sim, tia, toda pra você"
"Não me chama mais de tia, sou a Patrícia" e voltou a chupar, passou a língua por todo o meu pau, desceu pras bolas e voltou a passar a língua na cabeça, e enfiou tudo de novo na boca dela
"Que prazer", falei
Me levantei um pouco, peguei ela pela nuca e comecei a foder a boca dela com umas poucas bombadas e gozei com toda força
Meu semen encheu a boca dela e ela engoliu até a última gota
Nós dois continuávamos no fogo, abri as coxas dela, coloquei minha cara na buceta dela e comecei a chupar, os sucos dela pareciam mel
"Vai, vai Mati, me chupa assim, assim, enfia mais a língua", ela gritava
Eu continuei chupando e de repente ela gritou "Tô gozando, tô gozando, finalmente gozei, lindo, lindo, enfia na minha buceta"
"Sim, vou te dar tudo", falei
Abri os grandes lábios dela, com minha saliva e os sucos dela tava toda lubrificada, comecei enfiando a cabeça e depois o resto do tronco
Que fodida! Primeiro eu por cima e depois ela, começou a cavalgar em cima do meu pau, foi genial como a gente fodeu como se fôssemos amantes há muito tempo
Enquanto isso, continuava chovendo a cântaros e a gente fodendo como dois desesperados
Ela gozou de novo, virei ela e coloquei de quatro
Que espetáculo ver o cu dela aberto, não hesitei e comecei a chupar, enfiei minha língua o máximo que pude e fiquei chupando um bom tempo, ela gritava de prazer
Primeiro enfiei um dedo e comecei a dilatar ela, ela continuava gozando e eu encostei a cabeça do pau, devagar comecei a enfiar
"Cuidado Mati, tá doendo, devagar assim, assim", ela foi me guiando até que entrou a cabeça e depois o resto
Finalmente enfiei tudo e ela gritava de prazer e eu também, sentir meu pau dentro daquele cu era um sonho realizado
Continuei fodendo o cu dela Cu com toda força, ela gritava e pedia mais e mais. Finalmente, gozei tudo dentro daquele cu dos sonhos.
Nos encontramos de novo de frente e nos beijamos com carinho. Éramos mesmo um casal de amantes — parentescos e preconceitos ficaram de lado. Eu disse: "Valeu, hoje eu soube o que é gozar de verdade, Patrícia. Eu te quero."
Ela riu e respondeu: "Eu também te quero, Mati. Amanhã a gente continua."
Espero que tenham gostado dessa história. Valeu por ler e que vocês curtam.
No outro dia, acordei e fui na cozinha preparar meu café. Minha tia estava lá fazendo contas. "Já trabalhando, tia?", perguntei. "Sim, tenho que fazer compras e preparar o pagamento dos fornecedores. Espera um pouco que te faço o café." "Sem pressa, tia." Daí a pouco ela levantou da cadeira e estava usando uns shortinhos jeans bem apertados que marcavam bem a bunda dela, um espetáculo. Tomamos café e ela disse: "Hoje à noite vou fazer pizza e tenho cerveja na geladeira. O que acha?" "Legal, tia, show!", respondi. Depois do café, fomos até a cidade fazer umas compras. Quando estávamos voltando, ela olhou pras serras e disse: "Acho que hoje vai ter tempestade." À tarde fomos pra piscina como sempre, e depois da aula ficamos tomando sol na borda da piscina. "Pena que a Julieta não veio", ela comentou. "Queria que você a conhecesse." "Bom, tia, ainda tem muitos dias pela frente." O sol já estava começando a baixar e o tempo fechou. "Acho que você tinha razão, tia, tá ficando tudo preto." "É, a tempestade vem aí", ela disse. "Melhor a gente ir pra dentro. Vamos guardar tudo e entrar na cabana. Me ajuda com as cadeiras de praia, Mati? Claro, tia, respondi. Ela naquele dia estava com um biquíni branco, um baita contraste com o bronzeado. Se abaixou pra pegar as toalhas, os peitos estouravam e a bunda era impressionante. Guardamos as cadeiras e fomos pra cabana. Tomamos banho e depois fomos pra cozinha. Ela começou a preparar a pizza e pegou duas latas de cerveja geladas. "Você bebe cerveja, Mati?", ela perguntou. "Claro, com os caras a gente toma várias antes de ir pra balada." "Bom, fico feliz", ela disse, "é chato beber sozinha." Servimos e brindamos pelo reencontro. Depois de um tempo, começamos a pizza, que tava muito gostosa, e continuamos bebendo. Foram várias. Ficamos falando besteira e rindo de tudo. Acho que a cerveja já tava fazendo efeito e a gente tava meio bêbado. Depois de um tempo, fomos pra sala de estar e ela disse: "Mati, coloca um filme e depois vamos dormir." Achei um de vampiros e começamos a ver. Nós dois estávamos sentados no sofá e eu falei: "Tia, se você tiver medo, vem cá que eu te abraço." Rimos muito. Ela gostou da piada e se aproximou de mim. Senti o contato da pele dela e já fiquei de pau duro. Tentei ajeitar a bermuda pra não ficar tão na cara. Depois de um tempo, começaram os relâmpagos e logo a tempestade desabou. Chovia pra caralho e o vento era forte pra dedéu. Caiu o cabo e a luz começou a piscar. Minha tia disse: "A qualquer hora a luz vai cair. Acho melhor a gente ir dormir. Amanhã a gente limpa tudo." "Tá bom, tia", respondi já conformado, considerando que ela tava bem animada e a gente tava se divertindo pra caramba. Mas a tempestade jogou a meu favor. Do teto do meu quarto voaram várias telhas e começou a chover na minha cama. Ela já tinha se deitado e eu, com a cama toda molhada, voltei pra sala pra dormir no sofá. A tempestade continuava e o vento abriu uma das janelas da sala. Fechei rápido, mas o baque fez minha tia Levantei, ela tava usando um baby doll transparente com uma calcinha preta e sem sutiã. "O que cê tá fazendo aqui, Mati?" ela perguntou, e eu contei o que tava rolando com minha cama. Mas aí ela falou: "Mati, por que não me avisou? Vem pro meu quarto e dorme comigo." Não dava pra acreditar, o "deus do vento" tava jogando a meu favor, ha.
Entramos no quarto dela, ela se deitou e eu fui pra perto. Claro, meus ratos tavam a mil. "Até amanhã, Mati", ela disse, me deu um beijo e virou de lado, com a bunda virada pra mim. Minha tesão não tinha limites, e a cerveja tinha me deixado mais ousado. Fui me aproximando devagar, e quando encostei de leve, já tava duro. Esperei uns segundos e acariciei suavemente as costas dela. Comecei a descer a mão e toquei de leve na bunda dela. Esperei a reação, mas ela não se mexia. Achei que tava completamente dormida, e encostei meu pau duro nas nádegas dela. No começo, ela não se mexeu, e eu apertei um pouco mais. De repente, ela se virou e falou com voz firme: "O que cê tá fazendo, Mati?"
"Putz, ferrei", pensei, "vou levar um pé na bunda". Gaguejando, falei: "Nada, tia, me desculpa, mas tenho que te falar: cê me atrai pra caralho." Já tava tudo perdido mesmo. Mas aí ela respondeu: "Mati, eu sou sua tia!" "Sei, mas faz tempo que quero te beijar", falei. "Cê tá louco? Sou irmã da sua mãe!" "Sei, mas cê me encanta, tô apaixonado por você desde pequeno, tia." "Isso não pode ser", ela respondeu. "Além do mais, sou irmã da sua mãe, e se ela descobrir, me mata." "Por favor, tia, nunca vou contar nada, juro." "Sim, mas ainda assim é uma loucura."
Eu não sabia como continuar e pedi: "Deixa eu te beijar uma vez, e não vou mais te incomodar." Tava tão perturbado que já me contentava com isso. "Tá bom", ela respondeu, "mas só um." "Claro", falei, e achei que minha "façanha" ia acabar ali. Mas aquele beijo abriu a porta do paraíso pra gente. Pousei meus lábios nos dela, os dois de lado. Abracei ela, senti o contato dos peitos e da pele dela, e enfiei minha língua na boca dela. Achei que tudo ia parar por ali, mas ela também mandou a língua, e a gente começou a... nos beijando com desespero, minha calcinha tava prestes a estourar porque meu pau tava durasso, de repente ela pegou no meu pau, baixou minha calcinha e começou a chupar
tirou da boca e falou "Ai Mati, que grande que você tem"
"Sim, tia, toda pra você"
"Não me chama mais de tia, sou a Patrícia" e voltou a chupar, passou a língua por todo o meu pau, desceu pras bolas e voltou a passar a língua na cabeça, e enfiou tudo de novo na boca dela
"Que prazer", falei
Me levantei um pouco, peguei ela pela nuca e comecei a foder a boca dela com umas poucas bombadas e gozei com toda força
Meu semen encheu a boca dela e ela engoliu até a última gota
Nós dois continuávamos no fogo, abri as coxas dela, coloquei minha cara na buceta dela e comecei a chupar, os sucos dela pareciam mel
"Vai, vai Mati, me chupa assim, assim, enfia mais a língua", ela gritava
Eu continuei chupando e de repente ela gritou "Tô gozando, tô gozando, finalmente gozei, lindo, lindo, enfia na minha buceta"
"Sim, vou te dar tudo", falei
Abri os grandes lábios dela, com minha saliva e os sucos dela tava toda lubrificada, comecei enfiando a cabeça e depois o resto do tronco
Que fodida! Primeiro eu por cima e depois ela, começou a cavalgar em cima do meu pau, foi genial como a gente fodeu como se fôssemos amantes há muito tempo
Enquanto isso, continuava chovendo a cântaros e a gente fodendo como dois desesperados
Ela gozou de novo, virei ela e coloquei de quatro
Que espetáculo ver o cu dela aberto, não hesitei e comecei a chupar, enfiei minha língua o máximo que pude e fiquei chupando um bom tempo, ela gritava de prazer
Primeiro enfiei um dedo e comecei a dilatar ela, ela continuava gozando e eu encostei a cabeça do pau, devagar comecei a enfiar
"Cuidado Mati, tá doendo, devagar assim, assim", ela foi me guiando até que entrou a cabeça e depois o resto
Finalmente enfiei tudo e ela gritava de prazer e eu também, sentir meu pau dentro daquele cu era um sonho realizado
Continuei fodendo o cu dela Cu com toda força, ela gritava e pedia mais e mais. Finalmente, gozei tudo dentro daquele cu dos sonhos.
Nos encontramos de novo de frente e nos beijamos com carinho. Éramos mesmo um casal de amantes — parentescos e preconceitos ficaram de lado. Eu disse: "Valeu, hoje eu soube o que é gozar de verdade, Patrícia. Eu te quero."
Ela riu e respondeu: "Eu também te quero, Mati. Amanhã a gente continua."
Espero que tenham gostado dessa história. Valeu por ler e que vocês curtam.
6 comentários - Transando com minha tia, parte 2
Excelente historia, muy bien relatada !!
Gracias por compartir
La mejor manera de agradecer es comentando a quien te comenta...