Toda manhã,
Me arrumo com cuidado. Hoje escolhi uma blusa branca de seda bem justa, com os primeiros botões abertos o suficiente pra aparecer a renda do sutiã quando me inclino. A saia preta justa bate na altura do joelho, mas aperta tanto minhas curvas que marca cada detalhe.
—Tá uma gostosa, amor —meu marido fala da cama, ainda meio sonolento.
Sorrio e vou dar um beijo nele. Cheira a sono e a homem. A mão dele sobe pela minha coxa, tentando se enfiar por baixo da saia.
—Vou me atrasar —reclamo de leve, mas deixo os dedos dele roçarem minha pele por mais uns segundos.
—Hoje à noite te compenso, tá? Tenho trabalho até tarde.
Concordo, mesmo sabendo que quando chegar em casa ele provavelmente já vai estar dormindo ou eu cansada demais.
Meu chefe, 38 anos, o sócio principal. Alto, terno impecável, voz grave que vibra no peito. Toda vez que me chama no escritório dele, sinto um formigamento gostoso e proibido entre as pernas.
Tava saindo da sala de reunião quando vi movimento no fim do corredor. A porta do escritório do Alex abriu e saiu a Sofia Vargas, a mina que tinha sido promovida faz pouco. Quando passou por mim, deu pra sentir: aquele cheiro inconfundível de sexo recente.
Nossos olhares se cruzaram por um segundo. Ela sorriu estranho, quase cúmplice, e seguiu o caminho dela.
Fiquei paralisada. Sabia exatamente o que tinha rolado ali dentro. E, em vez de me chocar… senti um calor. Muito calor. Uma pulsação insistente entre as coxas que me fez apertar as pernas.
Naquela mesma noite, às 21h40, quase todo mundo já tinha ido embora. Eu ainda tava organizando arquivos na minha mesa quando o Alex saiu do escritório dele, paletó na mão.
—Amor —a voz grave dele me fez levantar a cabeça—. É muito tarde. Como você vai voltar?
—Vou pegar um táxi.
Ele balançou a cabeça, se aproximando.
—Não vou deixar. Te levo. Meu carro tá no estacionamento.
Hesitei. Sabia que devia recusar. Meu marido… tava trabalhando, mas mesmo assim...
—Tá bom… valeu —respondi finalmente, com a voz mais suave do que queria.
Descemos juntos no elevador. O espaço era apertado e o perfume masculino dele preenchia tudo. Quando as portas se abriram, ele colocou a mão de leve na minha lombar pra me guiar. Aquele simples toque arrepiou minha pele toda.
O carro dele era preto, elegante, com vidros escuros. Me abriu a porta do carona feito um cavalheiro. Quando entrei, a saia subiu um pouco nas minhas coxas. Não puxei pra baixo.
Enquanto dirigia pelas ruas quase vazias, o silêncio ficou pesado. Dava pra sentir o olhar dele escorregando de vez em quando pelas minhas pernas.
A mão direita dele largou o câmbio e pousou casualmente no meu joelho. Não mexeu. Só deixou ali, quente, pesada.
—Tá confortável? —perguntou, subindo os dedos bem devagar pela parte de dentro da minha coxa, só uns centímetros.
—Tô… —sussurrei, sem coragem de olhar pra ele.
Sabia que tava cruzando uma linha. Sabia que meu marido existia, mas ele começou a me incentivar com outros caras. Mas naquele momento, com a mão do Alex subindo cada vez mais e minha respiração ficando sem ritmo, só conseguia pensar numa coisa:
Essa era minha chance.
Mal tínhamos saído do estacionamento quando a mão do Alex voltou a pousar na minha coxa, dessa vez mais pra cima, por baixo da barra da saia. Minhas pernas tremeram de leve.
—Alex… —sussurrei, tentando soar firme—. Eu sou casada.
—Eu sei —respondeu calmo, sem tirar a mão—. E eu tenho namorada. Mas isso não muda o que tá rolando aqui.
Os dedos dele subiram devagar, roçando a pele sensível da parte de dentro da minha coxa até chegar na beirada da minha calcinha fio dental. Senti que fiquei molhada na hora.
—Você já tá toda molhada —murmurou, passando um dedo por cima do tecido fininho—. Isso é por minha causa?
Não consegui responder. Só soltei um gemido baixinho quando ele apertou meu clitóris por cima da calcinha. Meu quadril se mexeu sozinho. para sua mão.
Com a outra mão, ele mantinha o volante firme, dirigindo pelas ruas. Eu, sem pensar muito, abri um pouco mais as pernas, dando a ele melhor acesso.
Enfiou dois dedos por baixo do tecido e os deslizou entre meus lábios molhados, se lambuzando com minha excitação. Quando encontrou minha entrada, os afundou devagar, curvando-os dentro de mim. Eu gemi mais alto, me agarrando ao banco.
Só gemia enquanto os dedos dele entravam e saíam num ritmo experiente, o polegar esfregando meu clitóris inchado em círculos perfeitos. O prazer subiu rápido, rápido demais. Minhas coxas tremiam e meus mamilos marcavam duros contra a blusa de seda.
— Alex… vou… — tentei avisar.
Ele se inclinou para mim, — Deixa eu sentir como você goza nos meus dedos.
O orgasmo me atingiu forte. Me arqueei no banco, apertando as coxas em volta da mão dele. Gemi o nome dele entre os dentes, tentando não fazer muito barulho, embora soubesse que era inútil.
Quando desci do orgasmo, ele tirou os dedos devagar e os levou à boca, lambendo-os com gosto na minha frente.
— Deliciosa — disse com um sorriso safado.
Ainda tremendo, olhei para a virilha dele. A ereção era evidente, marcando grossa contra a calça do terno. Sem dizer mais nada, me deslizei até ele, torcendo o corpo no banco do carona. Abri o zíper da calça dele e puxei o pau dele pra fora.
Era grande. Mais grosso e mais comprido que o do meu marido. A cabeça estava inchada. Passei a língua nos lábios e enfiei na boca sem pensar duas vezes.
Comecei a chupar com gosto, movendo a cabeça pra cima e pra baixo, usando a língua na parte de baixo. Sentia ele pulsar dentro da minha boca enquanto eu sugava mais fundo, tentando ir o mais longe possível. Os gemidos graves dele me incentivavam.
— Assim… chupa bem, gostosa. Usa essa boquinha inocente que você tem.
Acelerei o ritmo, masturbando ele com a mão ao mesmo tempo que chupava. O quadril dele se movia levemente.
— Vou gozar — avisou com a voz rouca.
Não me afastei. Pelo contrário, chupei mais forte. Chupei mais forte. Com um gemido profundo, Alex gozou dentro da minha boca. Jatos quentes e grossos bateram na minha língua e no fundo da minha garganta. Engoli tudo que consegui, mas um pouco escapou. Fiquei mais alguns segundos com o pau dele na boca, lambendo ele com a língua enquanto ele respirava ofegante.
Quando me levantei, meus lábios estavam inchados e o gosto do sêmen dele ainda fresco na boca. Limpei com o dedo e lambi, olhando nos olhos dele.
Ele sorriu satisfeito.
Chegamos no meu prédio. Bem quando ele estacionou na esquina, vi a moto do meu marido se aproximando pela rua. Ele apagou as luzes do carro e se virou para mim. Me pegou pela nuca e me deu um beijo profundo, possessivo, enfiando a língua na minha boca ainda com gosto da própria porra dele.
— Te vejo na segunda — murmurou contra meus lábios —. Descansa esse fim de semana… porque a semana que vem vai ser bem longa e intensa.
Ele baixou minha saia com delicadeza, como se nada tivesse acontecido. Só então me deu outro beijo rápido e me deixou descer.
Subi as escadas com as pernas ainda tremendo e o gosto do Alex na boca. Quando entrei em casa e já estava jantando, contei tudo pro meu marido tarado.
Me arrumo com cuidado. Hoje escolhi uma blusa branca de seda bem justa, com os primeiros botões abertos o suficiente pra aparecer a renda do sutiã quando me inclino. A saia preta justa bate na altura do joelho, mas aperta tanto minhas curvas que marca cada detalhe.
—Tá uma gostosa, amor —meu marido fala da cama, ainda meio sonolento.
Sorrio e vou dar um beijo nele. Cheira a sono e a homem. A mão dele sobe pela minha coxa, tentando se enfiar por baixo da saia.
—Vou me atrasar —reclamo de leve, mas deixo os dedos dele roçarem minha pele por mais uns segundos.
—Hoje à noite te compenso, tá? Tenho trabalho até tarde.
Concordo, mesmo sabendo que quando chegar em casa ele provavelmente já vai estar dormindo ou eu cansada demais.
Meu chefe, 38 anos, o sócio principal. Alto, terno impecável, voz grave que vibra no peito. Toda vez que me chama no escritório dele, sinto um formigamento gostoso e proibido entre as pernas.
Tava saindo da sala de reunião quando vi movimento no fim do corredor. A porta do escritório do Alex abriu e saiu a Sofia Vargas, a mina que tinha sido promovida faz pouco. Quando passou por mim, deu pra sentir: aquele cheiro inconfundível de sexo recente.
Nossos olhares se cruzaram por um segundo. Ela sorriu estranho, quase cúmplice, e seguiu o caminho dela.
Fiquei paralisada. Sabia exatamente o que tinha rolado ali dentro. E, em vez de me chocar… senti um calor. Muito calor. Uma pulsação insistente entre as coxas que me fez apertar as pernas.
Naquela mesma noite, às 21h40, quase todo mundo já tinha ido embora. Eu ainda tava organizando arquivos na minha mesa quando o Alex saiu do escritório dele, paletó na mão.
—Amor —a voz grave dele me fez levantar a cabeça—. É muito tarde. Como você vai voltar?
—Vou pegar um táxi.
Ele balançou a cabeça, se aproximando.
—Não vou deixar. Te levo. Meu carro tá no estacionamento.
Hesitei. Sabia que devia recusar. Meu marido… tava trabalhando, mas mesmo assim...
—Tá bom… valeu —respondi finalmente, com a voz mais suave do que queria.
Descemos juntos no elevador. O espaço era apertado e o perfume masculino dele preenchia tudo. Quando as portas se abriram, ele colocou a mão de leve na minha lombar pra me guiar. Aquele simples toque arrepiou minha pele toda.
O carro dele era preto, elegante, com vidros escuros. Me abriu a porta do carona feito um cavalheiro. Quando entrei, a saia subiu um pouco nas minhas coxas. Não puxei pra baixo.
Enquanto dirigia pelas ruas quase vazias, o silêncio ficou pesado. Dava pra sentir o olhar dele escorregando de vez em quando pelas minhas pernas.
A mão direita dele largou o câmbio e pousou casualmente no meu joelho. Não mexeu. Só deixou ali, quente, pesada.
—Tá confortável? —perguntou, subindo os dedos bem devagar pela parte de dentro da minha coxa, só uns centímetros.
—Tô… —sussurrei, sem coragem de olhar pra ele.
Sabia que tava cruzando uma linha. Sabia que meu marido existia, mas ele começou a me incentivar com outros caras. Mas naquele momento, com a mão do Alex subindo cada vez mais e minha respiração ficando sem ritmo, só conseguia pensar numa coisa:
Essa era minha chance.
Mal tínhamos saído do estacionamento quando a mão do Alex voltou a pousar na minha coxa, dessa vez mais pra cima, por baixo da barra da saia. Minhas pernas tremeram de leve.
—Alex… —sussurrei, tentando soar firme—. Eu sou casada.
—Eu sei —respondeu calmo, sem tirar a mão—. E eu tenho namorada. Mas isso não muda o que tá rolando aqui.
Os dedos dele subiram devagar, roçando a pele sensível da parte de dentro da minha coxa até chegar na beirada da minha calcinha fio dental. Senti que fiquei molhada na hora.
—Você já tá toda molhada —murmurou, passando um dedo por cima do tecido fininho—. Isso é por minha causa?
Não consegui responder. Só soltei um gemido baixinho quando ele apertou meu clitóris por cima da calcinha. Meu quadril se mexeu sozinho. para sua mão.
Com a outra mão, ele mantinha o volante firme, dirigindo pelas ruas. Eu, sem pensar muito, abri um pouco mais as pernas, dando a ele melhor acesso.
Enfiou dois dedos por baixo do tecido e os deslizou entre meus lábios molhados, se lambuzando com minha excitação. Quando encontrou minha entrada, os afundou devagar, curvando-os dentro de mim. Eu gemi mais alto, me agarrando ao banco.
Só gemia enquanto os dedos dele entravam e saíam num ritmo experiente, o polegar esfregando meu clitóris inchado em círculos perfeitos. O prazer subiu rápido, rápido demais. Minhas coxas tremiam e meus mamilos marcavam duros contra a blusa de seda.
— Alex… vou… — tentei avisar.
Ele se inclinou para mim, — Deixa eu sentir como você goza nos meus dedos.
O orgasmo me atingiu forte. Me arqueei no banco, apertando as coxas em volta da mão dele. Gemi o nome dele entre os dentes, tentando não fazer muito barulho, embora soubesse que era inútil.
Quando desci do orgasmo, ele tirou os dedos devagar e os levou à boca, lambendo-os com gosto na minha frente.
— Deliciosa — disse com um sorriso safado.
Ainda tremendo, olhei para a virilha dele. A ereção era evidente, marcando grossa contra a calça do terno. Sem dizer mais nada, me deslizei até ele, torcendo o corpo no banco do carona. Abri o zíper da calça dele e puxei o pau dele pra fora.
Era grande. Mais grosso e mais comprido que o do meu marido. A cabeça estava inchada. Passei a língua nos lábios e enfiei na boca sem pensar duas vezes.
Comecei a chupar com gosto, movendo a cabeça pra cima e pra baixo, usando a língua na parte de baixo. Sentia ele pulsar dentro da minha boca enquanto eu sugava mais fundo, tentando ir o mais longe possível. Os gemidos graves dele me incentivavam.
— Assim… chupa bem, gostosa. Usa essa boquinha inocente que você tem.
Acelerei o ritmo, masturbando ele com a mão ao mesmo tempo que chupava. O quadril dele se movia levemente.
— Vou gozar — avisou com a voz rouca.
Não me afastei. Pelo contrário, chupei mais forte. Chupei mais forte. Com um gemido profundo, Alex gozou dentro da minha boca. Jatos quentes e grossos bateram na minha língua e no fundo da minha garganta. Engoli tudo que consegui, mas um pouco escapou. Fiquei mais alguns segundos com o pau dele na boca, lambendo ele com a língua enquanto ele respirava ofegante.
Quando me levantei, meus lábios estavam inchados e o gosto do sêmen dele ainda fresco na boca. Limpei com o dedo e lambi, olhando nos olhos dele.
Ele sorriu satisfeito.
Chegamos no meu prédio. Bem quando ele estacionou na esquina, vi a moto do meu marido se aproximando pela rua. Ele apagou as luzes do carro e se virou para mim. Me pegou pela nuca e me deu um beijo profundo, possessivo, enfiando a língua na minha boca ainda com gosto da própria porra dele.
— Te vejo na segunda — murmurou contra meus lábios —. Descansa esse fim de semana… porque a semana que vem vai ser bem longa e intensa.
Ele baixou minha saia com delicadeza, como se nada tivesse acontecido. Só então me deu outro beijo rápido e me deixou descer.
Subi as escadas com as pernas ainda tremendo e o gosto do Alex na boca. Quando entrei em casa e já estava jantando, contei tudo pro meu marido tarado.
1 comentários - Esposa gostosa quer meu marido