O Peso da Minha Fantasia 4

Quarta-feira amanheceu com uma calma aparente, mas pra mim o clima dentro de casa já tava insuportável. Dava pra sentir a tensão no ar; as paredes pareciam guardar o eco dos suspiros da Laura e o desejo bruto do Pedro. Minha cabeça não parava de girar. Na noite anterior, mal consegui tocar na minha esposa sem imaginar as mãos daquele pedreiro deslizando pelo corpo dela. Já não bastavam mais os roços acidentais ou os olhares de esguelha da sacada. Eu queria mais. Queria ver até onde a Laura era capaz de ir sob minha pressão sutil, mas constante, e queria ver o maldito trabalhador perdendo completamente a linha com a dona da casa. Lá pelas dez da manhã, desci um instante na cozinha com a desculpa de pegar um copo d'água. Ao passar perto da entrada da biblioteca, parei pra observar o Pedro pela fresta da porta entreaberta. Ele tava com a mesma regata, agora manchada de suor fresco escorrendo pelo pescoço e pelos braços tensos enquanto arrumava os blocos de cimento pesados. Dava pra ver que ele tava distraído, impaciente. Olhava pra escada toda vez que ouvia o menor barulho no andar de cima. O anzol já tava cravado na garganta dele; o cara tava desesperado pra ver minha mulher de novo. Subi de volta pro quarto, um emaranhado de nervosismo e tesão. Encontrei a Laura sentada na cama, olhando pro celular, mas com a cabeça em outro lugar. As pernas cruzadas dela deixavam ver a pele lisa das coxas, e o contraste entre a timidez habitual dela e o jogo em que eu tava metendo ela me dava arrepios.O Peso da Minha Fantasia 4Me aproximei devagar dela, sentando ao lado e deslizando uma mão pela coxa dela, subindo lentamente até a beiça da calcinha. Me sentindo no controle da situação, sussurrei no ouvido dela minha próxima exigência. Anjo: O cara lá embaixo tá morrendo de vontade de te ver, Laura. Dá pra ver na cara dele. Hoje você não vai deixar ele na mão. Hoje quero que você vá atrás dele no território dele, quando ele estiver no banheiro do corredor do fundo. Laura: (Arrepiando com meu toque, virando pra me olhar com uma mistura de aflição e desejo contido) Anjo... o banheiro lá embaixo? Isso já é arriscado demais. E se alguém entrar? E se ele passar dos limites? Anjo: Ninguém vai entrar, meu bem. Eu vou trancar a porta da frente. Além disso, você quem manda. Quero que você vá vestida com aquela saia preta curta, a de seda, e que não use calcinha. Quero que você vá completamente no pelo lá embaixo. Laura: (Arregalando os olhos, com as bochechas ficando vermelhas enquanto o peito dela subia e descia) Anjo, pelo amor de Deus! Como você me pede uma coisa dessas? Se a saia levantar, ele vai ver minha bunda toda... vai ver que eu tô pelada. Anjo: (Apertando a coxa dela com força, obrigando ela a olhar nos meus olhos) Exato. É exatamente isso que eu quero. Quero que quando você chegar perto dele, ele sinta que você tá disponível, que não tem barreiras. Você vai pedir pra ele ajudar a ver um suposto vazamento no cano do banheiro pequeno. Quando vocês dois estiverem trancados naquele espaço apertado, deixa o calor fazer o resto. Eu vou ficar do lado de fora, colado na porta, ouvindo cada gemido, cada palavra. Faz isso por mim, gostosa. Imagina o que eu vou fazer você sentir hoje à noite se você me der esse prazer. Laura ficou calada por uns segundos, mordendo o lábio de baixo com tanta força que quase tirou sangue. O conflito interno tava corroendo ela, mas a submissão aos meus desejos e a faísca de perversão que tinha acendido no próprio corpo dela acabaram ganhar. Ela se levantou em silêncio e caminhou até o armário.vadiaVinte minutos depois, o plano tava rolando. Laura desceu as escadas usando uma blusa preta de manga curta colada no corpo que destacava os peitos firmes dela, e a saia de seda que mal cobria a metade da coxa. A cada passo que dava, o balanço do tecido deixava adivinhar a total falta de calcinha; cada movimento revelava sutilmente a silhueta da bunda dela.sexoEu desci atrás dela, me certificando de não fazer barulho, e me posicionei no corredor escuro que levava ao banheiro de serviço, bem atrás de um pequeno biombo de madeira de onde dava pra ouvir perfeitamente tudo que rolava. Laura caminhou até a biblioteca e chamou o Pedro. Poucos segundos depois, vi a silhueta do pedreiro fortão passando seguindo minha esposa em direção ao corredor estreito. O cara andava com o olhar grudado no movimento hipnótico da bunda da Laura, completamente hipnotizado pelo tecido que colava na pele dela com o suor. Entraram no banheiro e Laura fechou a porta só no trinco, deixando uma frestinha aberta. Eu me encostei na parede lateral, com o coração batendo nas costelas como um tambor e a mão enfiada direto na minha calça, me acariciando desesperado. Laura: Olha, Pedro... é aqui embaixo, atrás da pia. Ontem me pareceu ouvir um gotejo estranho e tô com medo que a umidade vá estragar o tapete da parede externa. Dá pra você se abaixar e dar uma olhada se tem alguma rachadura?**Relato**Pedro: (Com a voz notavelmente rouca, o tom de um homem tentando segurar seus instintos mais básicos) Claro que sim, dona Laura... Deixa eu ver o que encontro por aqui. O espaço era tão apertado que, pra Pedro poder se abaixar na frente dos canos inferiores, Laura teve que ficar de pé bem atrás dele, quase roçando a barriga nas costas dele. Eu vi pela fresta como Pedro se ajoelhou. Quando fez isso, a cabeça dele ficou exatamente na altura da saia da minha esposa. O cheiro de Laura, aquela mistura de perfume caro com o calor natural da pele dela, tomou conta do cubículo. Pedro fingiu que tava mexendo no cano por uns segundos, mas a respiração dele ficou pesada, barulhenta. Da minha posição, consegui ver como ele levantou a cabeça de leve. Laura, com uma ousadia que me deixou sem fôlego, abriu um pouco as pernas e se inclinou pra frente pra "observar" o trabalho. Esse movimento fez a saia de seda deslizar pra cima, expondo completamente a nudez das pernas dela e a parte de baixo da bunda branca e redonda, bem a centímetros do rosto do pedreiro. Pedro congelou. A mão direita dele, que segurava uma chave inglesa, começou a tremer. O cara não aguentou mais. Esqueceu o respeito, esqueceu o trabalho e se virou devagar, ficando de joelhos na frente das pernas nuas da dona da casa. Os olhos dele se cravaram direto na intimidade exposta de Laura, que tava completamente desprotegida debaixo da seda.cornudo
fantasiaPedro: (Com a voz falhando, ofegante, a respiração cortada pelo desejo bruto) Dona... a senhora... não tá usando nada por baixo. Meu Deus, me desculpa, mas isso... isso não é normal. A senhora tá me deixando louco desde ontem.

Laura: (Soltando um gemido abafado, se segurando na borda da pia porque as pernas tremiam de susto) Pedro... eu... só queria que você desse uma olhada no vazamento... não devia ter olhado ali...

Pedro: (Se levantando devagar, encurralando ela contra a parede do banheiro, quebrando toda distância. As mãos grandes e calejadas, cheias de pó de cimento, pousaram direto nas cadeiras de Laura, apertando com força bruta) Não mente pra mim, dona. A senhora sabe muito bem o que faz. Sabe que há dias eu tô querendo enfiar a mão debaixo dessa saia. Olha como o meu pau marca na calça por sua causa... não me fala que vai recuar agora. Quando ouvi aquilo do corredor, quase gozo nas calças. O tesão me corroía as entranhas ao escutar o pedreiro falar daquele jeito bruto com a minha esposa. Colei ainda mais o ouvido na madeira, prendendo a respiração. Laura não se afastou. Pelo contrário, jogou a cabeça pra trás, soltando um suspiro longo e molhado enquanto sentia as mãos sujas de Pedro subirem pelas coxas dela, amassando a seda da saia até chegar no começo da bunda dela. O pedreiro enfiou os dedos entre as nádegas, acariciando com aspereza, descobrindo que Laura tava completamente encharcada pela adrenalina do jogo.O Peso da Minha Fantasia 4Laura: *(Gemendo baixinho, com a voz trêmula de prazer e culpa)* Ah... Pedro, não... é perigoso... meu marido está lá em cima... pode descer a qualquer momento...

Pedro: *(Colando a boca no pescoço de Laura, dando um beijo molhado e mordendo a pele enquanto amassava uma das nádegas dela com ferocidade)* Que ele desça se quiser... mas daqui eu não saio sem provar o que você ficou me oferecendo a manhã inteira. Que pedaço de peito que a senhora tem... deixa eu apalpar bem. Pedro enfiou a mão livre por baixo da blusa de Laura, agarrando um dos seios dela sem sutiã. Apertou a teta com força, espremendo o mamilo duro entre os dedos rústicos.vadiaLaura soltou um grito abafado, um gemido de puro êxtase que ecoou nas paredes do banheiro e chegou direto aos meus ouvidos. Sabendo que o limite do dia tinha sido atingido e que eu não podia deixar que ele a comesse ali mesmo sem eu estar na posição certa pra ver tudo, resolvi intervir sutilmente. Caminhei até a cozinha fazendo barulho com meus passos de propósito e fingi tossir com força. O barulho alertou na hora os dois dentro do banheiro. Escutei o movimento frenético da roupa se ajeitando e o suspiro de pânico da Laura. Pedro abriu a porta do banheiro um instante depois, saindo de cabeça baixa, a respiração descontrolada e uma ereção evidente escondida debaixo da calça jeans de trabalho, voltando pra biblioteca sem dizer uma palavra. Laura subiu as escadas correndo, com a saia amassada e o pescoço marcado pelos beijos do pedreiro. Entrou no quarto tremendo igual uma folha, com os olhos arregalados e as mãos suadas. Me joguei em cima dela assim que fechou a porta. Peguei ela pelo cabelo com suavidade mas com firmeza, obrigando ela a me olhar enquanto levantava a saia dela por completo, expondo a intimidade dela impregnada com o cheiro do suor do Pedro. Anjo: (Gemendo sem controle, enfiando os dedos onde o Pedro tinha tocado ela) Eu te ouvi, Laura! Ouvi como ele apertava teu peito e como enfiava a mão no teu cu! Tá toda molhada... aquele filho da puta te deixou a mil. Laura: (Chorando e gemendo ao mesmo tempo, se agarrando no meu pescoço com desespero enquanto abria as pernas na cama) Ele me tocou toda, Anjo! Enfiou os dedos no meu cu e apertou meu peito com uma força que doeu! Senti que ele ia me comer ali mesmo contra a parede do banheiro... Por favor, não me deixa assim, me possuir agora, tira de mim essa vontade que aquele homem deixou!sexoNaquela tarde, ela respondeu com uma violência e uma paixão animalesca que nunca tínhamos experimentado antes, sabendo que o terreno estava totalmente preparado. Na próxima vez, não teria interrupções; na próxima vez, Pedro ia comer ela por completo na minha frente.

1 comentários - O Peso da Minha Fantasia 4