Chapeuzinho Vermelho e o Lobo 7
Quando a Denisse saiu, fiquei vestido só com a calcinha para limpar, limpei tudo o que tinha sujado, me sentia na obrigação de limpar com a calcinha vestida. Depois me despi, olhei o relógio, eram 21h30, decidi preparar algo para jantar e abrir um bom vinho tinto. Abri a geladeira, peguei um pedaço de queijo roquefort que tinha, amassei com um pouco de porra morna, adicionei um toque de uísque, e depois coloquei um pouco de creme de leite numa panelinha, acrescentei meio caldinho de legumes e o queijo roquefort para dissolver, fiz uns talharim e coloquei o molho por cima. Não pensava na Denisse, tentava aproveitar meu momento. Abri o vinho, que era um cabernet realmente delicioso, e fui degustando, jantei com o vinho e fiquei meio sensível. Pensava nos meus pais, sempre foram bons comigo, mas talvez duros demais, humilhantes, pensava no meu pai, um cara fechado, se me visse vestido com uma tanga ou uma calcinha. Ele tratava as mulheres de outro jeito. Me sentia quase chorando, o vinho me deixou muito sensível. Fui um tempo pro sofá da sala, assisti um pouco de TV, perto da meia-noite meu celular tocou, só a Denisse falava sem esperar resposta.
— Oi, amor... como cê tá? Como tá o plantão... sai tarde? Ah, tá bom... eu vou pra casa dormir, já já chego... tô exausta... um beijo... te amo...
Desliguei a TV, levei um balde pro armário, caso precisasse mijar em algum momento, mesmo assim pensava como faria sem fazer barulho. Peguei a calcinha em cima da cama e vesti, coloquei uma camisinha, e me enfiei no armário com mais algumas camisinhas. Em uns dez minutos, ouvi a porta, uma conversa baixinha e depois os passos subindo a escada. A Denisse se colocou na frente do espelho e o Tomás pegou ela por trás, eu via de frente como ele amassava os peitos dela e começou a acariciar a bucetinha dela bem suave. A Denisse se virou e beijou ele, ele acariciava a bunda dela agora, levantando o vestido e tocando as nádegas dela. nu, eu via ele em primeiro plano. Denisse falou.
—Tira a roupa e deita na cama, que vou fazer um strip pra você... — em dois segundos ele já estava pelado na cama, mostrando o pau bem duro pra Denisse. — Que gostoso que ele tá... vou comer ele todinho... — ela colocou música e começou a se despir de um jeito sensual, ele pediu pra ela ficar de meia-calça com liga e salto alto. Ela se deitou na cama e ele começou a chupar a bucetinha dela, comia com gosto e Denisse gemia fundo. — Isso... que delícia, papi... mas por que não me dá essa pica que é mais gostosa? — ele se ajeitou por cima dela. — Coloca uma camisinha...
— Primeiro quero sentir um pouco assim... — e enfiou. Um gemido forte escapou de Denisse.
— Mas só um pouco... viu que não to cuidando...
— Que delícia que é... — e começou um vai e vem lento.
— Você coloca uma camisinha?
— Que pressa... não gosta assim?
— É uma delícia... com meu marido a gente sempre transa com camisinha...
— Então aproveita agora e curte...
— Isso... que gostoso sentir assim no pelo...
— Quer que eu coloque uma camisinha?
— Não, continua assim... mas não goza dentro, é muito perigoso...
— Fica tranquila...
Eles se entregaram com força, ele mordia a boca dela, chupava e mordia o pescoço.
— Cuidado... não vai me deixar marcada... — ele só seguia no que tava fazendo. Denisse teve um orgasmo que sacudiu ela, ele continuava bombando.
— To quase... quer que eu tire? — ela cruzou as pernas atrás das dele.
— To bem pertinho... continua mais um pouco... assim... mete forte... que gostoso, Tomy... adoro seu pau... mete forte... ahhh to gozandooooo... isso... me dá seu leite... me dá... — ele meteu mais forte e se enterrou fundo nela, gozando gostoso, enquanto ela gemia ainda mais. Meu pau começou a jorrar porra sem nem tocar nela, não dava pra acreditar, meu corpo tremia, não aguentava mais de tesão, não reconhecia a Denisse. — Isso, que delícia, papi... como eu gosto de sentir você explodir... ahhhhh... isso... que gostoso... — Eles ficaram Um pouco mais, ele saiu, pegou um travesseiro, fez ela apoiar a pélvis, ficando de bunda pra cima, enfiou um pouco a pica na buceta, tirando parte da gozada e levando pra bunda dela. Sem dizer nada, primeiro entrou a cabeça, com uma exclamação da Denisse.
— Que lindaaa... devagarzinho, papi... sim?
— Você quer ela toda dentro... igual da última vez...
— Sim, papi, sim... toda dentro...
— Sua bunda me enlouquece...
— Então aproveita... e me faz gozar também...
— Se esfrega na sua buceta... vai... — Ela começou a se masturbar devagar, enquanto ele começava a bombar lentamente.
— É a segunda vez que você me come o cu... você é o único que fez isso... desde que você fez da outra vez... eu tava esperando repetir...
— E você ficou me evitando... se eu tô sempre pronto pra você...
— Fica parado no fundo e deixa eu ver se consigo te fazer gozar... apertando com meu cu... quer...?
— Vai, se exercita... Ele ficou parado sobre a Denisse e eu via como ela se masturbava com uma mão e apertava a bunda dela de vez em quando, de vez em quando ficava quieta como se curtindo a penetração.
— Você tá resistindo, hein...?
— Não vai tirar ela tão fácil... vai ter que trabalhar mais...
— Vou espremer você, cara... não vou deixar uma gota de porra...
— É, que bunda linda e como você mexe bem... aprendeu rápido...
— Sim, mas senhor... não vai encher minha bunda pequenininha...? não gosta da minha bunda pequenininha...? enche ela de porra, senhor... — enquanto falava, eu via como apertava e soltava a bunda dela.
— Sim, gata, você vai tirar tudo de mim... mexe um pouco mais que eu gozo...
— Assim, senhor... — disse ela, que apertava a bunda, dava pra ver que ele começava a gozar — siiiim... enche meu cu com sua porra... sim, conta como eu sinto você... meu chafariz... — eu me masturbava freneticamente e gozei ao mesmo tempo que Tomás enchia a bunda dela de porra, me senti um infeliz, um mal-dotado, ela virou a cabeça e eles se beijavam profundamente enquanto ele ainda tava metido na bunda dela. Descansaram depois um tempo. Ela disse pra ele que era melhor ele ir, sim. queria que ele chegasse em algum lugar. ele disse que não. mas que ela o acompanhasse até a porta que ia dar um presente na boquinha dela. devem ter demorado uns dez minutos lá embaixo, Denisse me mandou sair. entreguei os dois preservativos cheios de porra.
—Muito bem, punheteiro... gostou do que viu, hein... fica tranquilo que hoje não é um dia arriscado... mas vou colocar um DIU, é outra coisa transar sem camisinha. Você gostaria de enfiar um pouquinho na minha buraquinha...?
—Sim, adoraria...
—Mas tá cheio da porra do Tomy...
—Sim, por favor...
—Se me der um beijo... só o gosto você vai sentir... porque engoli tudo que ele me deu... topa...? mas um beijo longo... demorado... quer?
—Quero enfiar um pouco... —Ela aproximou a boca da minha, coloquei minha língua e ela devolveu com a dela, prolongamos o beijo pra caralho, meu pau ficou mais duro.
—Muito bem, meu amorzinho... vem pra caminha... —Ela se deitou de pernas abertas.— enfia um pouco e não mexe... como você sente?
—Quente e cremosa...
—Gostou?
—Adorei...
—Beleza, tem cinco bombadas... aproveita... um... dois... três... quatro... cinco... (Denisse foi contando em voz alta) muito bem, sai agora... —Ela virou na cama— agora brinca com a creminha no meu rabo e bate uma devagar... isso aí... muito bem... que marido tão punheteiro e obediente... se continuar... anda logo... que tô com sono... vai, corna... não vai gozar...? vai, acaricia a bunda que outro comeu... —essas palavras me encheram de raiva e tesão e meu pau cuspiu um monte de novo.— Ha... ha... muito bem, cuck... tem que te estimular um pouco, me dá um beijo... descansa, te amo. Apaguei a luz do abajur e ela foi dormir.
Quando a Denisse saiu, fiquei vestido só com a calcinha para limpar, limpei tudo o que tinha sujado, me sentia na obrigação de limpar com a calcinha vestida. Depois me despi, olhei o relógio, eram 21h30, decidi preparar algo para jantar e abrir um bom vinho tinto. Abri a geladeira, peguei um pedaço de queijo roquefort que tinha, amassei com um pouco de porra morna, adicionei um toque de uísque, e depois coloquei um pouco de creme de leite numa panelinha, acrescentei meio caldinho de legumes e o queijo roquefort para dissolver, fiz uns talharim e coloquei o molho por cima. Não pensava na Denisse, tentava aproveitar meu momento. Abri o vinho, que era um cabernet realmente delicioso, e fui degustando, jantei com o vinho e fiquei meio sensível. Pensava nos meus pais, sempre foram bons comigo, mas talvez duros demais, humilhantes, pensava no meu pai, um cara fechado, se me visse vestido com uma tanga ou uma calcinha. Ele tratava as mulheres de outro jeito. Me sentia quase chorando, o vinho me deixou muito sensível. Fui um tempo pro sofá da sala, assisti um pouco de TV, perto da meia-noite meu celular tocou, só a Denisse falava sem esperar resposta.
— Oi, amor... como cê tá? Como tá o plantão... sai tarde? Ah, tá bom... eu vou pra casa dormir, já já chego... tô exausta... um beijo... te amo...
Desliguei a TV, levei um balde pro armário, caso precisasse mijar em algum momento, mesmo assim pensava como faria sem fazer barulho. Peguei a calcinha em cima da cama e vesti, coloquei uma camisinha, e me enfiei no armário com mais algumas camisinhas. Em uns dez minutos, ouvi a porta, uma conversa baixinha e depois os passos subindo a escada. A Denisse se colocou na frente do espelho e o Tomás pegou ela por trás, eu via de frente como ele amassava os peitos dela e começou a acariciar a bucetinha dela bem suave. A Denisse se virou e beijou ele, ele acariciava a bunda dela agora, levantando o vestido e tocando as nádegas dela. nu, eu via ele em primeiro plano. Denisse falou.
—Tira a roupa e deita na cama, que vou fazer um strip pra você... — em dois segundos ele já estava pelado na cama, mostrando o pau bem duro pra Denisse. — Que gostoso que ele tá... vou comer ele todinho... — ela colocou música e começou a se despir de um jeito sensual, ele pediu pra ela ficar de meia-calça com liga e salto alto. Ela se deitou na cama e ele começou a chupar a bucetinha dela, comia com gosto e Denisse gemia fundo. — Isso... que delícia, papi... mas por que não me dá essa pica que é mais gostosa? — ele se ajeitou por cima dela. — Coloca uma camisinha...
— Primeiro quero sentir um pouco assim... — e enfiou. Um gemido forte escapou de Denisse.
— Mas só um pouco... viu que não to cuidando...
— Que delícia que é... — e começou um vai e vem lento.
— Você coloca uma camisinha?
— Que pressa... não gosta assim?
— É uma delícia... com meu marido a gente sempre transa com camisinha...
— Então aproveita agora e curte...
— Isso... que gostoso sentir assim no pelo...
— Quer que eu coloque uma camisinha?
— Não, continua assim... mas não goza dentro, é muito perigoso...
— Fica tranquila...
Eles se entregaram com força, ele mordia a boca dela, chupava e mordia o pescoço.
— Cuidado... não vai me deixar marcada... — ele só seguia no que tava fazendo. Denisse teve um orgasmo que sacudiu ela, ele continuava bombando.
— To quase... quer que eu tire? — ela cruzou as pernas atrás das dele.
— To bem pertinho... continua mais um pouco... assim... mete forte... que gostoso, Tomy... adoro seu pau... mete forte... ahhh to gozandooooo... isso... me dá seu leite... me dá... — ele meteu mais forte e se enterrou fundo nela, gozando gostoso, enquanto ela gemia ainda mais. Meu pau começou a jorrar porra sem nem tocar nela, não dava pra acreditar, meu corpo tremia, não aguentava mais de tesão, não reconhecia a Denisse. — Isso, que delícia, papi... como eu gosto de sentir você explodir... ahhhhh... isso... que gostoso... — Eles ficaram Um pouco mais, ele saiu, pegou um travesseiro, fez ela apoiar a pélvis, ficando de bunda pra cima, enfiou um pouco a pica na buceta, tirando parte da gozada e levando pra bunda dela. Sem dizer nada, primeiro entrou a cabeça, com uma exclamação da Denisse.
— Que lindaaa... devagarzinho, papi... sim?
— Você quer ela toda dentro... igual da última vez...
— Sim, papi, sim... toda dentro...
— Sua bunda me enlouquece...
— Então aproveita... e me faz gozar também...
— Se esfrega na sua buceta... vai... — Ela começou a se masturbar devagar, enquanto ele começava a bombar lentamente.
— É a segunda vez que você me come o cu... você é o único que fez isso... desde que você fez da outra vez... eu tava esperando repetir...
— E você ficou me evitando... se eu tô sempre pronto pra você...
— Fica parado no fundo e deixa eu ver se consigo te fazer gozar... apertando com meu cu... quer...?
— Vai, se exercita... Ele ficou parado sobre a Denisse e eu via como ela se masturbava com uma mão e apertava a bunda dela de vez em quando, de vez em quando ficava quieta como se curtindo a penetração.
— Você tá resistindo, hein...?
— Não vai tirar ela tão fácil... vai ter que trabalhar mais...
— Vou espremer você, cara... não vou deixar uma gota de porra...
— É, que bunda linda e como você mexe bem... aprendeu rápido...
— Sim, mas senhor... não vai encher minha bunda pequenininha...? não gosta da minha bunda pequenininha...? enche ela de porra, senhor... — enquanto falava, eu via como apertava e soltava a bunda dela.
— Sim, gata, você vai tirar tudo de mim... mexe um pouco mais que eu gozo...
— Assim, senhor... — disse ela, que apertava a bunda, dava pra ver que ele começava a gozar — siiiim... enche meu cu com sua porra... sim, conta como eu sinto você... meu chafariz... — eu me masturbava freneticamente e gozei ao mesmo tempo que Tomás enchia a bunda dela de porra, me senti um infeliz, um mal-dotado, ela virou a cabeça e eles se beijavam profundamente enquanto ele ainda tava metido na bunda dela. Descansaram depois um tempo. Ela disse pra ele que era melhor ele ir, sim. queria que ele chegasse em algum lugar. ele disse que não. mas que ela o acompanhasse até a porta que ia dar um presente na boquinha dela. devem ter demorado uns dez minutos lá embaixo, Denisse me mandou sair. entreguei os dois preservativos cheios de porra.
—Muito bem, punheteiro... gostou do que viu, hein... fica tranquilo que hoje não é um dia arriscado... mas vou colocar um DIU, é outra coisa transar sem camisinha. Você gostaria de enfiar um pouquinho na minha buraquinha...?
—Sim, adoraria...
—Mas tá cheio da porra do Tomy...
—Sim, por favor...
—Se me der um beijo... só o gosto você vai sentir... porque engoli tudo que ele me deu... topa...? mas um beijo longo... demorado... quer?
—Quero enfiar um pouco... —Ela aproximou a boca da minha, coloquei minha língua e ela devolveu com a dela, prolongamos o beijo pra caralho, meu pau ficou mais duro.
—Muito bem, meu amorzinho... vem pra caminha... —Ela se deitou de pernas abertas.— enfia um pouco e não mexe... como você sente?
—Quente e cremosa...
—Gostou?
—Adorei...
—Beleza, tem cinco bombadas... aproveita... um... dois... três... quatro... cinco... (Denisse foi contando em voz alta) muito bem, sai agora... —Ela virou na cama— agora brinca com a creminha no meu rabo e bate uma devagar... isso aí... muito bem... que marido tão punheteiro e obediente... se continuar... anda logo... que tô com sono... vai, corna... não vai gozar...? vai, acaricia a bunda que outro comeu... —essas palavras me encheram de raiva e tesão e meu pau cuspiu um monte de novo.— Ha... ha... muito bem, cuck... tem que te estimular um pouco, me dá um beijo... descansa, te amo. Apaguei a luz do abajur e ela foi dormir.
2 comentários - Chapeuzinho Vermelho e o Lobo 7
gracias