Ana é a minha melhor terapia

Depois de anos sem escrever, por medo, por raiva, por fracassos e simplesmente por idas e vindas, aqui estou eu de novo. Não sei se é realmente o fim de uma fase ou um novo começo. Vocês dirão.

O certo é que depois da Luli, com quem tive muitas noites de sexo, mas que só foram isso mesmo porque ela voltou com o ex, fiquei à deriva. Com pouco trabalho e muito tempo livre, decidi estudar psicologia (acho que um pouco foi por causa da minha fase com a Ana e outro pouco porque me sentia capacitado ou apto pra isso). Sem dúvidas, fui me inscrever, preferi escolher uma particular porque é mais rápido e menos exigente, se você quiser.

Depois de me inscrever, durante muitos dias, pensei se era certo tentar reencontrar a Ana de novo, ligar pra ela ou talvez ver como ela estava (pra quem não sabe quem é a Ana, leia os relatos anteriores). Finalmente me decidi, encarei a casa dela, visualizei a porta, sabia que ela ainda morava lá por amigos em comum, e toquei sem hesitar...

Ana: Oiiii (a voz dela estava ofegante, como se estivesse correndo)
Eu: O- o- oi, Ana (gaguejei, estava com os maiores nervos do mundo)
Ana: Quem é? (ela certamente franziu a testa, levantando um pouco a sobrancelha sem se lembrar de mim, como costumava fazer)
Eu: É, hmm, eu, seu ex, hehe (soltou aquela risada nervosa que não tem graça nenhuma, só mostra o pânico da situação)...

A porta se abriu de repente. Ela estava com um vestidinho bem curto, bem florido, meio transparente, bem gostoso, e me disse: "O que você está fazendo aqui?" A cara não era das mais felizes. "Posso entrar?" perguntei, com um pé meio pra dentro, pra ela não ter como me expulsar. "Não! Você tá louco, moleque?" ela disse furiosa, balançando o dedo na testa: "Você some por um tempão e do nada aparece na minha casa, o que você acha que eu sou, uma putinha dessas que você come por aí?" Ela não me deixava falar, cada vez levantava mais a voz, mas quando percebia que tava exagerando, baixava tanto que era difícil ouvir. Ela continuou me enchendo de porrada: "...Ou você vai achar que Não sei todas as que você anda comendo, promíscuo?" Por dentro eu pensava: "quem caralho te ensinou essa palavra horrível?" Mas nem dava tempo de pensar, com a invasão de agressões que ele me jogava. Assim que consegui meter uma palavra, pedi pra entrar pra poder explicar, e ele negou de novo: "Não posso porque tô ocu..." De dentro ouviu-se uma voz de homem que, pelos nervos, não pude saber se conhecia: "Quem é?" E os passos se aproximavam. Nós dois nos olhamos, e ele continuou falando: "É um pacien... Ah, é você. O que faz, crack, quer entrar?" Era um amigo da família dela do interior. Nós já nos conhecíamos muito antes de ela e eu termos um relacionamento, e acho que ele não sabia que isso tinha acontecido ou disfarçava muito bem. Disse que não, que ia embora. Ela me fez um sinal de que me chamava, respondi em voz baixa "logo mais", e ela respondeu: "Me espera 10 minutos lá fora, já te abro." Acertei com a cabeça, pensando que bom, ela tinha que se livrar daquele pacote, que tinha uma cara de otário tremenda e provavelmente veio visitar a tia e tinha que passar na casa dela. E eu me perguntava por dentro que porra ele tinha que fazer na casa dela, mas a verdade é que eu tinha desaparecido.

Os dez minutos mais longos da minha vida, mas finalmente a porta se abriu. Era aquele triste que nem lembrava o nome: "Vem, entra que já saio", ele disse enquanto fechava. Eu, feliz, fui caminhando até a Ana, e antes de fechar, ouvi ele dizer: "Te amo..." Uma lágrima caiu. Ana me olhou, deu uma risada e na hora perguntou: "O que foi, otário? Ia te esperar? Tava morrendo de vontade de foder e você desapareceu não sei por quanto tempo." Pedi desculpas, ela tinha toda razão, mas não era jeito de me dizer. Sentamos, tomamos uns mates, contei tudo que tinha acontecido e os motivos, obviamente exagerei porque senão era impossível e injustificável. Depois de um tempo começamos a rir, eu olhava aquela boca e pensava como chupava bem e que com certeza agora ela chupa melhor depois de tanto tempo, toquei sua perna quase sem querer, estavam macias como nunca, não notei que ela ficou incomodada, pedi desculpas tímido e ela me pediu pra não começar, essa parte de não começar me complicou...

Eu: Ana, vim por você, faz muito tempo que sinto sua falta - peguei sua mão porque ficava mais romântico -
Ana: Você tá muito bêbado, moço. A gente se separou, já era - pude notar uma lágrima pequena então sem hesitar me joguei sobre ela e a beijei. Ela me empurrou na hora de um jeito que parecia um trampolim - Tá bêbado, idiota? Tenho namorado agora. Baixei minha cabeça, pedi desculpas e ela continuou - ... além do mais, cara, a janela tá aberta - Entre tudo que disse, ela se preocupou com a janela. Se levantou indo em direção a ela, ainda tinha aquele bumbum que me deixava louco, deve ter destruído ele, eu pensava, mas que delícia.
Eu: Me escuta - respondi desesperado, era minha única jogada pra ficar mais um pouco - preciso de terapia como nos velhos tempos
Ana: Eu não posso fazer isso - balançava a cabeça mas nela era um sim tímido, com voz suave meio de putinha - Não me olha assim, sério.
Eu: É só dessa vez e depois eu sumo - Fiz beicinho como ela gostava.
Ana: Que cara de merda você é. - Ela riu e começou a ficar corada - Vai pro lugar de sempre

Entrei no quarto dela, estava intacto, não tinha movido nem a caneta preta, e atrás dela. Ela fez um gesto pra eu sentar na cadeira: "Não dá, deixa eu deitar" respondi, ela resmungou e disse que tudo bem. Daquele lugar dava pra ver suas pernas tão macias e com a cor certinha do verão. Comecei a falar com ela e não conseguia tirar minha vista de entre suas pernas, tentando deduzir o que ela estava usando, ela me olhava e ria, até que não aguentei mais e disse: "O que você tem aí embaixo?" Ela abriu os olhos e respondeu: "Como você me pergunta uma coisa dessas?", "é um jogo, vai" retruquei. Depois de um tempo ela cedeu: "Levanto um pouquinho e pronto" quando levantou só um tiquinho consegui detectar uma calcinha fio dental branquinha com renda, só me saiu dizer: "Que putinha Estás!" nós dois rimos do comentário repentino. Eu já estava de pau duro, então decidi me levantar rápido pra ver se isso ia avançar. Por alguns segundos ficamos assim, ela na minha frente, entre minhas pernas, e eu olhando pra seus peitos bem durinhos que continuava tendo. "Tem coisas que não mudam", ela riu. A coisa tava no ponto. Olhei pra ela e devorei sua boca. Ela tentou se opor, mas o beijo era daqueles que a gente se dava antes, tão apaixonadamente, nossas línguas se misturavam tanto que pareciam uma só. Nós gemíamos como loucos, meu coração batia a mil como fazia tempo que não acontecia, e o dela também, com certeza. Depois de uns instantes, o beijo continuou e minhas mãos se aventuraram a percorrer de novo aquelas curvas que me davam tanta adrenalina, aquelas curvas que me faziam querer me jogar em cada centímetro dela. Passei suavemente pelo seu rosto, contornei seus peitos e a agarrei pelos quadris. Sem hesitar, a levantei e a joguei no sofá. "Isso que a gente tá fazendo é errado", ela me disse enquanto eu começava a descer pra tirar sua calcinha fio-dental. "Você não tá resistindo muito", respondi, e os dois voltamos a nos encontrar com risadas maliciosas. Comecei a chupar sua buceta, ela estava depiladinha do jeito que eu gosto. Em poucos minutos, ela começou a gemer e a falar coisas, acho que por impulso: "Mmmm, que bom que você ainda sabe chupar uma buceta", "Mmm, isso, continua assim!" Isso me deixava a mil quando ela falava e agarrava minha cabeça com força enquanto mordia os lábios. Não demorou pra ela se contrair toda quando começou a responder: "Ai, isso, continua assim, faz tempo que não tenho isso... Ai! Isso!" Ela gozou, gozou tanto que pude sentir todos seus fluidos. Não hesitei um segundo, abaixei minha calça e embarcou meu navio pra atracar no seu cais. Entrei bem rápido, ela gritou de prazer: "Aaaaah, continua, vai!" Eu tava com tanta vontade de gozar, mas não podia, tinha aquele corpo todo de volta pra mim. Esperei um pouco enquanto tirava tudo que ela tinha vestido, o vestido e o sutiã. A embestida várias vezes até que comecei a dizer que queria gozar: "Vai, gordinha, não... Posso mais", "Faz isso fora", ela respondeu, mas eu retruquei: "Vira de costas, por favor". Me afastei, ela riu e ficou de quatro. Tinha toda aquela bunda à vista: "Faz devagar, porque desde que você foi embora não teve ação", ela suplicou. Mentirosa do caralho, olha se essa raba não vai ter ação. Entrei suave, com bastante vaselina, ela não reclamou muito. Comecei a aumentar o ritmo, não conseguia parar, Ana gritava que nem louca: "Ai, sim, goza aí, vai, sim, sim, tudo aí". Enquanto agarrava um peito e, de novo, mordia os lábios, comecei a sentir o pau duro e ela também: "Lá vem, me dá todo o leite, por favor". Não pude evitar, gozei tudo naquela bunda linda.

Os dois ficamos mortos, fazia tempo que não gozávamos assim. Ela foi se limpar e eu me troquei no sofá...

EU: Você continua gostosa como sempre – falei agitado, sem fôlego, mas com alegria.

Ana: Você também – gritou do banheiro – mas você tem que ir agora.

EU: Hmm, bom – nos dirigimos à porta, tento dar um beijo antes de abrir – Por que vira o rosto?

Ana: Por precaução – com cara de rejeição.

EU: Precaução do quê?

Ela abriu a porta, eu fui embora surpreso com tudo que tinha acontecido e fui para o ponto. Peguei o ônibus, cheguei em casa, preparei algo e ouvi o celular vibrar, era Ana: "Precaução de me apaixonar de novo. Não posso sofrer outra vez. Te amei e acho que algo está acontecendo comigo. Beijos até nunca". Chorei, não sei se de alegria ou tristeza, porque não sabia se isso era bom ou ruim. Ana simplesmente é minha melhor terapia.

3 comentários - Ana é a minha melhor terapia

colt45
Esperemos k siga Ana....
Excelente terapia