Uma mãe descobre o filho se masturbando com revistas obscenas, e decide ensinar a ele, para o próprio bem, que sexo real pode ser algo... diferente.
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Era uma noite como qualquer outra na casa da Glória, uma mulher que muitas invejavam pela aparência quase jovem. Ela tinha cabelo loiro e comprido até as costas, olhos castanhos claros e uma estatura normal, não baixinha como a maioria das amigas. Estava muito orgulhosa das suas medidas naturais, que eram 96-61-90. Há muitos anos se casou com o amor da sua vida, com quem teve dois filhos: Lilly, que agora tinha 21 anos, e Tomas, de 18.
Tomas era o que todos chamam de caso perdido. Na escola, sempre ia mal, só se importava com sexo e mulheres, principalmente com as histórias eróticas. Não era coincidência que passava horas trancado no quarto se masturbando, olhando revistas e gibis, se imaginando naquelas situações. Para ele, não existia mais nada. Naquela noite, o marido da Glória trabalhava até tarde e a Lilly tinha ido jantar com o namorado fora, então mãe e filho estavam sozinhos em casa. Tomas já tinha ido para o quarto há um tempinho, para "aproveitar" a privacidade enquanto a irmã estava fora. Glória foi até ele perguntar o que queria comer, e, acreditando na inocência do filho, entrou sem pedir permissão como sempre fazia, só que dessa vez encontrou algo diferente.
- Ei, Tomas, sua irmã está jantando com o Nicolau, então pensei que a gente podia... aiiiiii... o que você tá fazendo???
- M-m-m-mãe??? - gritou Tomas com o coração na boca.
Ela tentou se acalmar para não assustar o filho. Se aproximou das revistas que estavam espalhadas no chão enquanto Tomas levantava a calça, tentando mostrar um pouco de decência para a mulher que o trouxe ao mundo.
- Tá tudo bem - suspirou Glória - Que tipo de Obscenidade, você tá escondendo algo de mim? O quê... histórias em quadrinhos? Ai Tomas, você sabe que essas coisas vão destruir seu cérebro. Mmmm, na verdade, essa aqui é bem elegante e divertida! - disse Gloria pegando uma que não era indecente - Todas são tão boas assim? - perguntou com inocência.
Depois pegou outra revista, totalmente diferente da anterior, achando que ia encontrar algo interessante.
- Ai meu Deus!! Isso não é pornografia normal!! Dá pra sentir meus neurônios morrendo a cada segundo...
- Você tá exagerando, mãe. Não é tão ruim quanto você tá pintando. - disse o filho com um certo tom de raiva.
- Claro que é! Mulheres vestidas de porca montando um cavalo? Se é isso que te excita, então a gente precisa ter uma conversa séria.
Gloria tentou se acalmar, esboçou um sorriso no rosto e sentou na cama do filho enquanto apoiava a mão no ombro dele.
- Querido, não tem nada de errado em se entregar a uma diversão erótica... é a natureza do homem. Mas me pergunto que impacto essas historinhas têm em você. Não vou te encontrar dormindo com a puta da família, vou?
- Qual é, relaxa de uma vez, ok? Não sou nenhum pervertido que não sabe o que faz.
- Tá bom, talvez não, mas mesmo assim não quero que você aprenda sobre sexualidade por um livro de histórias em quadrinhos. Esse tipo de quadrinho celebra todo tipo de besteira absurda e ignorante - disse a mãe, cheia de razão.
Tomas olhou pra ela com um certo espanto, ele já tava acostumado com tudo aquilo e não achava que as coisas fossem tão diferentes assim. A mãe dele tava disposta a explicar custasse o que custasse, não queria que um dia o filho dela fosse conhecido como o mais degenerado de todos, isso é que não.
- Por exemplo - disse Gloria - ao contrário do que essas ilustrações mostram, as mulheres não curtem leite quente e molhado na boca delas.
- Impossível! - exclamou o filho espantado - Eu pensei que as fêmeas adorassem isso. Não é uma demonstração sutil de paixão? Por assim dizer?
- Uma boca cheia de 'paixão' não é minha ideia de sutileza. Outra sacanagem que esses quadrinhos fazem é como raramente descrevem o sexo como um ato de amor."
Naquele momento, Glória se levanta da cama e começa a tirar a roupa enquanto continuava falando.
- Não, não tô dizendo que as pessoas não curtem sexo sem amor... mas sem a parcela emocional, o significado de fazer amor fica vazio. Acredite, é muito melhor fazer isso com alguém que te corresponde.
Tomás olhava pra mãe meio inquieto, não entendia o que tava rolando, mas com certeza tava adorando ver aquela gostosa de calcinha e sutiã, quase pelada. Glória continuava explicando sem dar a mínima pro que tava fazendo na frente do filho.
- O maior erro de todos, eu acho, são as situações inacreditáveis que os personagens se metem (...).
Agora Glória só tava de sutiã, que mal segurava os peitões, uma calcinha que parecia saída de uma lua de mel e umas ligas presas nas meias. Tudo isso era demais pro Tomás, e mesmo nunca tendo visto a mãe daquele jeito, não conseguiu evitar ficar de boa com a situação. Glória sentou de novo na cama, enquanto aproximava as mãos da virilha do Tomás pra descobrir o pau dele, que já tava meio duro.
- As minas podem fazer um monte de coisa, mas cair na cama obedecendo o cara? Hahahaha! O otário que escreve isso não sai de casa. - falou enquanto olhava pra entreperna dele.
Tomás tava sentindo a mão macia da mãe acariciando o pau dele, era uma delícia, mas tudo era muito estranho, até parecia errado.
- Esse tipo de putaria nunca acontece na vida real, sabia?
- Ma... mamãe? O que cê tá fazendo, afinal? - disse Tomás olhando as mãos dela acariciando sem nenhum pudor.
- Te dando uma lição de amor. A gente aprende enquanto faz, meu amor. Seu pai diz que eu sou muito boa nisso. isso.
Tudo isso que parecia loucura, para a Glória era algo totalmente normal. Ela sabia que podia mostrar pro filho dela que sexo era algo amoroso e não depravado. De qualquer forma, o jeito que ela ia ensinar não era lá muito convencional, mas ela tinha certeza que depois disso o Tomas ia seguir pelo caminho certo.
Agora a Glória começava a passar a língua dela ao longo do pau do filho, enquanto acariciava os ovos dele. A piroca era mais ou menos do mesmo tamanho que a do marido dela, meio grossa na ponta. Quando ela provou o gosto que tinha, a ideia de "só ensinar" foi embora e ela quis se dedicar a aproveitar a peça virgem do Tomas.
- Não consigo fazer isso, mãe! Isso é um erro! - disse o moleque enquanto se levantava da cama e subia as calças; sem olhar pra mãe dele que agora tava deitada de barriga pra cima com os peitos de fora.
- Ah, meu bebê. Não se envergonha... sou sua mãe.
- Bom, esse é o problema, cê não acha?!
- Não seja ridículo, vamos, anos de experiência como os meus você não tira de nenhum livro de gibi... né?
O Tomas pensou que a mãe dele tinha um pouco de razão. Se ela tava disposta a ser comida por ele, não ia ter nenhum tipo de remorso. Além disso, a mãe dele era muito gostosa, sem roupa ali deitada na cama parecia a melhor mulher que ele já conheceu. Ele não tinha nada a perder e ao mesmo tempo tudo a ganhar, então se livrou da culpa e se aproximou de novo da cama, deitando em cima da cara da Glória formando um 69 invertido.
A mãe dele pegou o jovem membro e meteu na boca sem pensar duas vezes, enquanto o filho agora chupava como podia a buceta que tantos homens desejaram. A Glória rodeava os braços na cintura do Tomas pra puxar ele mais pra boca dela, assim conseguia saborear cada milímetro daquele pinto virgem que agora tanto queria.
- Aahhmmf... shlppp... mmmmmm... - eram os únicos sons que os dois conseguiam fazer.
A Glória fez sinal pro filho dela pra mudaram de posição. Ela queria que ele aprendesse como se devia chupar uma pussy. Então abriu as pernas na cama e guiou o filho suavemente até sua racha enquanto dava instruções de como fazer.
- Acho que vamos focar mais na sua habilidade oral. É uma destreza que vai te ser muito útil - disse Glória ao seu querido filho enquanto sentia a língua na sua parte mais íntima - Não posso te dizer quantas vezes já gozei com isso, é incrível. Se aprender a fazer direito, vai ser um grande amante, te garanto.
Era um deleite estar assim, sem nenhuma vergonha, aproveitando o momento. Sentia a língua de Tomás indo e vindo pelos seus lábios, de vez em quando ela indicava que chupasse seu clitóris e seu cu, coisa que ela adorava demais. Quando soube que já era suficiente, disse ao filho:
- Huff!! Descansa cinco minutos, bebê... não queremos que você crie músculo na língua! Bem, agora, o que tanto esperávamos... o evento principal.
Tomás soube exatamente ao que a mãe se referia e a ideia lhe pareceu genial. Parou de chupar aquele buraco que tão delicioso lhe parecia e se colocou sobre a mãe. A racha da Glória estava bem aberta e molhada, o pau de Tomás também estava bem lubrificado, então não houve problemas na penetração. Tomás sentiu seu membro entrar como manteiga dentro da sua voluptuosa mãe, mas em nenhum momento notou que o túnel não o apertava o suficiente para gozar, era magistral.
- Aaah-haaaaaya!! - gritou a mãe quando ele começou a se mover - Isso é meu pequeno safado, meu pestinha! Isso, isso é, isso... (meu Deus), assim que se faz... mostra pra mamãe o que você tem!!
- Ooohh, isso é incrível, mãe! Ungh, Oooog!! - gemeu Tomás por causa daquele prazer tão descomunal.
- Lembra, querido - disse Glória olhando nos olhos dele - quanto mais tempo você conseguir prolongar o ato, melhor a gente vai passar os dois.
Os dois pareciam namorados que tinham esperado muito tempo para fazer isso. Tomás aproveitava a cavidade experiente da sua mãe gostosa enquanto Glória curtia a oportunidade de ensinar ao seu filhote tudo que sabia sobre sexo. Agora trocavam de posição, Glória ia montá-lo. Sem tirar o belo suporte da sua entrada, ela se ajeitou numa boa posição para poder cavalgá-lo. Começou então com movimentos lentos e depois rápidos, como antes, era tanto tesão que sentia que não queria parar de transar com o filho.
- Como faço pra me segurar e não gozar tão cedo, mãe? - perguntou Tomás, sem vontade imediata de acabar com aquela realidade.
- Concentração (ufa)!. A mente domina o corpo, isso tudo requer um pouco de prática, só isso.
- Oooohh, Ufa!. Oh Deus! Mãe, acho que não vou aguentar mais! Oohhh...!! - gemeu o pestinha, prestes a ter um orgasmo.
- Concentra-te, caralho! Pensa em algo totalmente diferente, como táxis, corporações, plantas!.
Mas tudo era em vão, o momento já chegava e Glória sabia que não podia fazer nada para evitar. Ela se soltou levemente do filho (não queria engravidar, claro) e pegou a rola entre as mãos, bem na hora em que ele começava a gozar.
- Ai, não, espera!! - disse Glória enquanto os jorros brotavam insaciavelmente, direto no seu rosto, no seu cabelo e nos seus peitos.
Quando tudo terminou, Glória se levantou e se limpou como pôde com uns lenços que Tomás tinha no quarto.
- Desculpa, mãe... - disse o menino baixinho, já muito exausto para falar.
- Não se preocupa... só precisa de um pouco mais de prática, querido. Se nos apressarmos, dá tempo de tentar de novo antes que...
Nesse momento, ouve-se o barulho da porta. Era Lilly que tinha voltado mais cedo do que o previsto.
- Oi, mãe, joguem todo o confete! Sua querida filha está em casa.
- Merda, sua irmã!! - exclamou Glória - Ela não pode nos encontrar assim!!! Rápido, Tomás, se esconde!
Mas Tomás não se Mostrava muita energia pra responder, Glória tinha que fazer alguma coisa e rápido...
- Nicolás estragou a comida... - disse Lilly - Eu tinha que estudar pra uma prova super difícil de álgebra, e agora tô morrendo de fome. O que tem pra comer, mãe? Ma...?
Lilly percebeu que alguma coisa tava rolando. A primeira coisa que fez foi olhar no quarto dos pais, mas não tinha ninguém lá. Então foi pro quarto do Tomás... lá encontrou a mãe vestida, cobrindo o filho.
- Mãe... o que cê tá fazendo aqui? - perguntou a filha, desconfiada.
- Ah, Lilly! Não te ouvi chegar. Tava cobrindo o pequeno Tomás pra ele não passar frio à noite - disse Glória, tentando manter a calma.
- Sério? A escola deve ser bem puxada então. Tomás tá exausto e nem são oito horas da noite ainda - apontou Lilly, irritada, desconfiando que tinha rolado algo estranho ali.
- Hummm, o que aconteceu foi que...
Glória tava encurralada de vez, se fizesse um movimento brusco, a filha ia notar a mancha de porra escondida na bochecha direita, que ela não tinha conseguido limpar...
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Era uma noite como qualquer outra na casa da Glória, uma mulher que muitas invejavam pela aparência quase jovem. Ela tinha cabelo loiro e comprido até as costas, olhos castanhos claros e uma estatura normal, não baixinha como a maioria das amigas. Estava muito orgulhosa das suas medidas naturais, que eram 96-61-90. Há muitos anos se casou com o amor da sua vida, com quem teve dois filhos: Lilly, que agora tinha 21 anos, e Tomas, de 18.
Tomas era o que todos chamam de caso perdido. Na escola, sempre ia mal, só se importava com sexo e mulheres, principalmente com as histórias eróticas. Não era coincidência que passava horas trancado no quarto se masturbando, olhando revistas e gibis, se imaginando naquelas situações. Para ele, não existia mais nada. Naquela noite, o marido da Glória trabalhava até tarde e a Lilly tinha ido jantar com o namorado fora, então mãe e filho estavam sozinhos em casa. Tomas já tinha ido para o quarto há um tempinho, para "aproveitar" a privacidade enquanto a irmã estava fora. Glória foi até ele perguntar o que queria comer, e, acreditando na inocência do filho, entrou sem pedir permissão como sempre fazia, só que dessa vez encontrou algo diferente.
- Ei, Tomas, sua irmã está jantando com o Nicolau, então pensei que a gente podia... aiiiiii... o que você tá fazendo???
- M-m-m-mãe??? - gritou Tomas com o coração na boca.
Ela tentou se acalmar para não assustar o filho. Se aproximou das revistas que estavam espalhadas no chão enquanto Tomas levantava a calça, tentando mostrar um pouco de decência para a mulher que o trouxe ao mundo.
- Tá tudo bem - suspirou Glória - Que tipo de Obscenidade, você tá escondendo algo de mim? O quê... histórias em quadrinhos? Ai Tomas, você sabe que essas coisas vão destruir seu cérebro. Mmmm, na verdade, essa aqui é bem elegante e divertida! - disse Gloria pegando uma que não era indecente - Todas são tão boas assim? - perguntou com inocência.
Depois pegou outra revista, totalmente diferente da anterior, achando que ia encontrar algo interessante.
- Ai meu Deus!! Isso não é pornografia normal!! Dá pra sentir meus neurônios morrendo a cada segundo...
- Você tá exagerando, mãe. Não é tão ruim quanto você tá pintando. - disse o filho com um certo tom de raiva.
- Claro que é! Mulheres vestidas de porca montando um cavalo? Se é isso que te excita, então a gente precisa ter uma conversa séria.
Gloria tentou se acalmar, esboçou um sorriso no rosto e sentou na cama do filho enquanto apoiava a mão no ombro dele.
- Querido, não tem nada de errado em se entregar a uma diversão erótica... é a natureza do homem. Mas me pergunto que impacto essas historinhas têm em você. Não vou te encontrar dormindo com a puta da família, vou?
- Qual é, relaxa de uma vez, ok? Não sou nenhum pervertido que não sabe o que faz.
- Tá bom, talvez não, mas mesmo assim não quero que você aprenda sobre sexualidade por um livro de histórias em quadrinhos. Esse tipo de quadrinho celebra todo tipo de besteira absurda e ignorante - disse a mãe, cheia de razão.
Tomas olhou pra ela com um certo espanto, ele já tava acostumado com tudo aquilo e não achava que as coisas fossem tão diferentes assim. A mãe dele tava disposta a explicar custasse o que custasse, não queria que um dia o filho dela fosse conhecido como o mais degenerado de todos, isso é que não.
- Por exemplo - disse Gloria - ao contrário do que essas ilustrações mostram, as mulheres não curtem leite quente e molhado na boca delas.
- Impossível! - exclamou o filho espantado - Eu pensei que as fêmeas adorassem isso. Não é uma demonstração sutil de paixão? Por assim dizer?
- Uma boca cheia de 'paixão' não é minha ideia de sutileza. Outra sacanagem que esses quadrinhos fazem é como raramente descrevem o sexo como um ato de amor."
Naquele momento, Glória se levanta da cama e começa a tirar a roupa enquanto continuava falando.
- Não, não tô dizendo que as pessoas não curtem sexo sem amor... mas sem a parcela emocional, o significado de fazer amor fica vazio. Acredite, é muito melhor fazer isso com alguém que te corresponde.
Tomás olhava pra mãe meio inquieto, não entendia o que tava rolando, mas com certeza tava adorando ver aquela gostosa de calcinha e sutiã, quase pelada. Glória continuava explicando sem dar a mínima pro que tava fazendo na frente do filho.
- O maior erro de todos, eu acho, são as situações inacreditáveis que os personagens se metem (...).
Agora Glória só tava de sutiã, que mal segurava os peitões, uma calcinha que parecia saída de uma lua de mel e umas ligas presas nas meias. Tudo isso era demais pro Tomás, e mesmo nunca tendo visto a mãe daquele jeito, não conseguiu evitar ficar de boa com a situação. Glória sentou de novo na cama, enquanto aproximava as mãos da virilha do Tomás pra descobrir o pau dele, que já tava meio duro.
- As minas podem fazer um monte de coisa, mas cair na cama obedecendo o cara? Hahahaha! O otário que escreve isso não sai de casa. - falou enquanto olhava pra entreperna dele.
Tomás tava sentindo a mão macia da mãe acariciando o pau dele, era uma delícia, mas tudo era muito estranho, até parecia errado.
- Esse tipo de putaria nunca acontece na vida real, sabia?
- Ma... mamãe? O que cê tá fazendo, afinal? - disse Tomás olhando as mãos dela acariciando sem nenhum pudor.
- Te dando uma lição de amor. A gente aprende enquanto faz, meu amor. Seu pai diz que eu sou muito boa nisso. isso.
Tudo isso que parecia loucura, para a Glória era algo totalmente normal. Ela sabia que podia mostrar pro filho dela que sexo era algo amoroso e não depravado. De qualquer forma, o jeito que ela ia ensinar não era lá muito convencional, mas ela tinha certeza que depois disso o Tomas ia seguir pelo caminho certo.
Agora a Glória começava a passar a língua dela ao longo do pau do filho, enquanto acariciava os ovos dele. A piroca era mais ou menos do mesmo tamanho que a do marido dela, meio grossa na ponta. Quando ela provou o gosto que tinha, a ideia de "só ensinar" foi embora e ela quis se dedicar a aproveitar a peça virgem do Tomas.
- Não consigo fazer isso, mãe! Isso é um erro! - disse o moleque enquanto se levantava da cama e subia as calças; sem olhar pra mãe dele que agora tava deitada de barriga pra cima com os peitos de fora.
- Ah, meu bebê. Não se envergonha... sou sua mãe.
- Bom, esse é o problema, cê não acha?!
- Não seja ridículo, vamos, anos de experiência como os meus você não tira de nenhum livro de gibi... né?
O Tomas pensou que a mãe dele tinha um pouco de razão. Se ela tava disposta a ser comida por ele, não ia ter nenhum tipo de remorso. Além disso, a mãe dele era muito gostosa, sem roupa ali deitada na cama parecia a melhor mulher que ele já conheceu. Ele não tinha nada a perder e ao mesmo tempo tudo a ganhar, então se livrou da culpa e se aproximou de novo da cama, deitando em cima da cara da Glória formando um 69 invertido.
A mãe dele pegou o jovem membro e meteu na boca sem pensar duas vezes, enquanto o filho agora chupava como podia a buceta que tantos homens desejaram. A Glória rodeava os braços na cintura do Tomas pra puxar ele mais pra boca dela, assim conseguia saborear cada milímetro daquele pinto virgem que agora tanto queria.
- Aahhmmf... shlppp... mmmmmm... - eram os únicos sons que os dois conseguiam fazer.
A Glória fez sinal pro filho dela pra mudaram de posição. Ela queria que ele aprendesse como se devia chupar uma pussy. Então abriu as pernas na cama e guiou o filho suavemente até sua racha enquanto dava instruções de como fazer.
- Acho que vamos focar mais na sua habilidade oral. É uma destreza que vai te ser muito útil - disse Glória ao seu querido filho enquanto sentia a língua na sua parte mais íntima - Não posso te dizer quantas vezes já gozei com isso, é incrível. Se aprender a fazer direito, vai ser um grande amante, te garanto.
Era um deleite estar assim, sem nenhuma vergonha, aproveitando o momento. Sentia a língua de Tomás indo e vindo pelos seus lábios, de vez em quando ela indicava que chupasse seu clitóris e seu cu, coisa que ela adorava demais. Quando soube que já era suficiente, disse ao filho:
- Huff!! Descansa cinco minutos, bebê... não queremos que você crie músculo na língua! Bem, agora, o que tanto esperávamos... o evento principal.
Tomás soube exatamente ao que a mãe se referia e a ideia lhe pareceu genial. Parou de chupar aquele buraco que tão delicioso lhe parecia e se colocou sobre a mãe. A racha da Glória estava bem aberta e molhada, o pau de Tomás também estava bem lubrificado, então não houve problemas na penetração. Tomás sentiu seu membro entrar como manteiga dentro da sua voluptuosa mãe, mas em nenhum momento notou que o túnel não o apertava o suficiente para gozar, era magistral.
- Aaah-haaaaaya!! - gritou a mãe quando ele começou a se mover - Isso é meu pequeno safado, meu pestinha! Isso, isso é, isso... (meu Deus), assim que se faz... mostra pra mamãe o que você tem!!
- Ooohh, isso é incrível, mãe! Ungh, Oooog!! - gemeu Tomás por causa daquele prazer tão descomunal.
- Lembra, querido - disse Glória olhando nos olhos dele - quanto mais tempo você conseguir prolongar o ato, melhor a gente vai passar os dois.
Os dois pareciam namorados que tinham esperado muito tempo para fazer isso. Tomás aproveitava a cavidade experiente da sua mãe gostosa enquanto Glória curtia a oportunidade de ensinar ao seu filhote tudo que sabia sobre sexo. Agora trocavam de posição, Glória ia montá-lo. Sem tirar o belo suporte da sua entrada, ela se ajeitou numa boa posição para poder cavalgá-lo. Começou então com movimentos lentos e depois rápidos, como antes, era tanto tesão que sentia que não queria parar de transar com o filho.
- Como faço pra me segurar e não gozar tão cedo, mãe? - perguntou Tomás, sem vontade imediata de acabar com aquela realidade.
- Concentração (ufa)!. A mente domina o corpo, isso tudo requer um pouco de prática, só isso.
- Oooohh, Ufa!. Oh Deus! Mãe, acho que não vou aguentar mais! Oohhh...!! - gemeu o pestinha, prestes a ter um orgasmo.
- Concentra-te, caralho! Pensa em algo totalmente diferente, como táxis, corporações, plantas!.
Mas tudo era em vão, o momento já chegava e Glória sabia que não podia fazer nada para evitar. Ela se soltou levemente do filho (não queria engravidar, claro) e pegou a rola entre as mãos, bem na hora em que ele começava a gozar.
- Ai, não, espera!! - disse Glória enquanto os jorros brotavam insaciavelmente, direto no seu rosto, no seu cabelo e nos seus peitos.
Quando tudo terminou, Glória se levantou e se limpou como pôde com uns lenços que Tomás tinha no quarto.
- Desculpa, mãe... - disse o menino baixinho, já muito exausto para falar.
- Não se preocupa... só precisa de um pouco mais de prática, querido. Se nos apressarmos, dá tempo de tentar de novo antes que...
Nesse momento, ouve-se o barulho da porta. Era Lilly que tinha voltado mais cedo do que o previsto.
- Oi, mãe, joguem todo o confete! Sua querida filha está em casa.
- Merda, sua irmã!! - exclamou Glória - Ela não pode nos encontrar assim!!! Rápido, Tomás, se esconde!
Mas Tomás não se Mostrava muita energia pra responder, Glória tinha que fazer alguma coisa e rápido...
- Nicolás estragou a comida... - disse Lilly - Eu tinha que estudar pra uma prova super difícil de álgebra, e agora tô morrendo de fome. O que tem pra comer, mãe? Ma...?
Lilly percebeu que alguma coisa tava rolando. A primeira coisa que fez foi olhar no quarto dos pais, mas não tinha ninguém lá. Então foi pro quarto do Tomás... lá encontrou a mãe vestida, cobrindo o filho.
- Mãe... o que cê tá fazendo aqui? - perguntou a filha, desconfiada.
- Ah, Lilly! Não te ouvi chegar. Tava cobrindo o pequeno Tomás pra ele não passar frio à noite - disse Glória, tentando manter a calma.
- Sério? A escola deve ser bem puxada então. Tomás tá exausto e nem são oito horas da noite ainda - apontou Lilly, irritada, desconfiando que tinha rolado algo estranho ali.
- Hummm, o que aconteceu foi que...
Glória tava encurralada de vez, se fizesse um movimento brusco, a filha ia notar a mancha de porra escondida na bochecha direita, que ela não tinha conseguido limpar...
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