A espiã do clube (conto Futanari)

Corri o mais rápido que pude pelos corredores, até esbarrei em alguns alunos da turma. Quando cheguei no corredor que dava praquela coisa, já dava pra notar por baixo da saia — ela estava subindo. Procurei nervosamente as chaves do clube, quando achei, abri rápido e bati a porta, trancando por dentro.

Aquela coisa já estava pra fora e, como pude, me livrei da saia, larguei os livros e o resto no chão, tirei o resto da roupa e agarrei com força aquele sexo monstruoso. Senti minha personalidade mudar de repente, mas precisava descarregar aquilo pra poder ir pras aulas — senão não seria a primeira vez que eu faltaria.

Movi minhas mãos com energia, sentindo sua força, calor e dureza. Minhas veias pulsavam forte, mas não conseguia que ele baixasse ou chegar ao orgasmo. Parecia até crescer mais ainda. Meu corpo ardia demais, até meus peitinhos doíam. Na hora em que pensei que não tinha jeito, caí no chão. De lá, notei uma caixa no fundo do clube. Me aproximei e vi uma espécie de "Onahole", com um pote grande de lubrificante. Olhei por dentro e era quase idêntico ao de uma mulher. Era bem grande e de um vermelho brilhante. Na parte de fora da caixa dizia: "Presente da Aoi, aproveita...".

Finalmente tinha chegado. Peguei o pote de lubrificante e apertei com força lá dentro, e introduzi meu sexo com tudo. Parecia que não ia caber, mas com um empurrão entrou inteiro. Senti que estava quente e úmido. Comecei a mover com força, sentindo como aquela coisa apertava demais meu pau e como minhas veias pulsavam. Não aguentei mais e comecei a gemer de prazer. Aquilo era incrível, estava nas nuvens, era como estar dentro de alguém de um jeito que nem prestei atenção que estavam entrando no clube. Se fosse outra pessoa, teria me pego.

— Nossa, parece que você está aproveitando bastante... que bom... — disse Aoi enquanto me olhava com cara de safada, enquanto eu subia e descia com força naquela porra. A sensação que ele me proporcionava era incrível, sentia o calor me inundando por completo, não consegui fazer nada além de acelerar meus movimentos cada vez mais rápido.

— Mas você esqueceu disso... — disse Aoi de novo, enquanto remexia na caixa e tirava uma espécie de tubo de borracha e um consolador do mesmo tamanho que meu pau. Eu nem sabia o que aquilo significava, mas não demoraria para ele me mostrar.

Ele pegou o tubo, conectou ao que eu estava usando, e a outra ponta na base do consolador, apontando direto pra minha buceta, que já estava toda molhada por causa dos meus fluidos.

— Isso não vai...caber em mim... — falei com um tom de medo, era impossível, mas eu sabia que nada ia pará-lo, mesmo que, no fundo, eu estivesse com uma vontade do caralho.

Com um empurrão seco, aquilo tudo entrou dentro de mim até a metade. Tentei gritar, mas nada saiu da minha garganta; aquilo perfurou meu interior, a cada centímetro abrindo caminho até bater no meu útero. Dava pra sentir o volume dele na minha barriga. Mas, assim que ficou lá dentro, continuei mexendo com força o que tinha nas mãos, sentindo o quanto eu estava apertada, o calor me tomando. Ao mesmo tempo, Aoi mexia aquele consolador, ajustando ele no meu corpinho que se contorcia de prazer enquanto eu gemia que nem uma louca. Num momento, eu arqueei as costas e notei as veias daquele monstro ficarem ainda mais inchadas. Sabia que estava prestes a gozar, sentia que uma enxurrada de porra ia sair. Naquela hora, soltei um grito de prazer que encheu a sala. O que eu não esperava era o que ia acontecer em seguida: em vez de sair pra fora, notei que tudo que eu estava descarregando ia direto pra dentro de mim. Sentia o calor e o quanto era grosso, minha barriga começou a encher de um jeito inacreditável, parecia que eu estava grávida, mas não parava de entrar mais.

— Não aguento mais...tá doendo... — falei enquanto via minha barriga continuar inchando.

— A culpa é toda sua... — disse Aoi, que na hora tirou o tampão daquilo, e como um rio, começou... Saiu esperma pela válvula que deveria estar naquele tubo, parecia uma fonte. Fiquei deitada por um momento, quase de olhos virados. Em seguida, Aoi tirou o "Onahole" e o consolo, e começou a sair esperma pra todo lado. Minha buceta parecia uma cachoeira. Pelo menos eu estava tranquila. Aquela coisa começou a descer. Tentei me levantar, mas minhas pernas tremeram. Fui até o banheiro pra relaxar e me acalmar enquanto Aoi limpava aquilo.

Abri a torneira e entrei, deixando a água quente me limpar por completo e me relaxar. Pelo menos naquele momento eu estava tranquila. O que eu não entendia era por que naquela hora tinha saído pra fora, não tinha motivo nenhum.

Depois de um tempo, saí, me arrumei e escovei o cabelo. Fiz as tranças e vi que Aoi já tinha terminado.

— Bom, a gente... perdeu a primeira hora... — disse Aoi enquanto preparava as coisas e pegava alguns documentos pra montar o estande.

— Desculpa... foi minha culpa... — falei enquanto Aoi se aproximava de mim e levantava minha saia. Na hora, senti ela colocar um adesivo de novo, esperando que esse aguentasse. Cada vez que sentia o toque dela, dava um arrepio na espinha.

— Não se sinta mal por isso... A Christine me ensinou a fazer isso... então não se preocupa, ainda tenho alguns no armário... — disse Aoi sorrindo pra mim, mas parecia meio preocupada com quem a gente poderia encontrar hoje ou se era uma armadilha.

— Te notei meio preocupada...? — perguntei estranhando enquanto a via pegar os papéis.

— É, um pouco com quem a gente pode encontrar. Sei que é uma garota... o que não tenho certeza é se... pode ser uma armadilha... — respondeu Aoi com o rosto meio sério. Nunca tinha visto ela assim, e não me surpreendia. Ela não queria perder nada do que tinha conseguido até agora, e eu também não.

Por um momento, fiquei calada, olhando como ela estava. Sentia a preocupação dela, mas não podia fazer nada. Na hora, bateram na porta do clube, mas a gente não tinha... Nem ideia de quem era, por sorte tava tudo arrumado.

— Quem é...? — perguntou Aoi, curiosa.
— Sou Alex... abre a porta logo... — disse Alex, que parecia estar de mau humor.

— Ela vai vir conferir isso... — falei enquanto organizava os papéis, e Aoi abria a porta pra encontrar uma Alex pistola, que entrou como se fosse atropelar tudo, olhando pra cada canto. Por sorte, tava tudo no lugar.

— Alex... o que você quer...? — perguntou Aoi, com o sorriso e a simpatia de sempre, ao contrário de Alex, que sentou na mesa na hora, exibindo o uniforme de cheerleader — até agora nunca tinha visto ela com roupa normal.

— Queria falar com você sobre o estande... tá no mesmo lugar de sempre... mas, sinceramente, duvido que alguém chegue perto dele... boa sorte... mas o que mais me intriga é que conseguiram membros e... o propósito do clube de vocês... — disse Alex, enquanto andava pelo clube tentando descobrir alguma coisa, mas não achava nada.

— Nunca se sabe o que você pode encontrar na academia... olha como a Akemi apareceu... então tenho esperanças... mas muito obrigada pela sorte... — falou Aoi, sorrindo pra ela enquanto me ajudava a colocar alguns papéis em ordem.

— É verdade, mas às vezes também se encontra... gente que te apunhala pelas costas... — disse Alex, tentando começar uma briga, mas sabia que ia se dar mal se continuasse por aquele caminho.

— Olha, Alex... as pessoas decidiram, simples assim, fizeram uma escolha livre, é isso... preferiram alguém que tinha cabeça e se importava... a alguém que dá mais importância à aparência física... — disse Aoi, acertando onde mais doía, embora soubesse que não era a intenção dela.

— Olha, não sei o que você fez naquelas eleições... mas foi tudo um golpe seu... — disse Alex, acusando ela.

— Também foi um golpe o da Etsuko...? — perguntei enquanto organizava os papéis, mesmo sabendo que tava me metendo num terreno perigoso, de certa forma. Me sentia como se estivesse afundando, mas a Aoi me olhou agradavelmente surpresa.

— Isso... foi... bom... ela não precisava estar ali... além disso, o negócio da Kameko é o atletismo, não ficar perdendo tempo com vocês... — disse a Alex, com a voz entrecortada, sabendo que tinha acertado onde doía, e ela me olhou surpresa por eu saber daquilo.

— A Kameko... se mandou por causa do que vocês fizeram com a Etsuko... o motivo eu não sei... só sei que ela era pequena... que vivia grudada na Kameko... que vocês viam elas felizes... Mas mesmo assim, como você pode ver, a Etsuko voltou a sorrir estando com a Kameko, e nesse clube a gente não liga que ela esteja aqui... — falei, esfregando tudo na cara dela, mesmo sabendo que ia me odiar ainda mais.

— Melhor deixar pra lá... Aoi, você já sabe... seu lugar é o de sempre... — disse a Alex, se fazendo de orgulhosa, mas dava pra ver que aquelas verdades tinham doído. Na hora, ela saiu do clube batendo a porta.

— Você é um anjo... — disse a Aoi, se aproximando de mim e me dando um beijo na testa. Foi como se eu tivesse sido a salvadora dela.

Aoi pegou os papéis e a gente saiu dali. Fomos andando de boa pelos corredores, sem pressa, conversando sobre nossas coisas, esperando a sirene tocar pra próxima aula. Os corredores estavam completamente vazios e o silêncio era quase total, a gente tinha até que falar quase sussurrando. Passamos na cafeteria pra pegar algo e continuar discutindo. Ficamos falando sobre como a Christine ensinou ela a fazer aquilo, pra pelo menos não ter que ir pra corrida, e a gente sobre como fomos atacadas no apartamento. Daí passamos pra menina que encontramos naquele lugar, mas não chegávamos a conclusão nenhuma, além de que parecia que a polícia ainda tava procurando ela. Pedimos uns refrigerantes e continuamos batendo papo. Aos poucos, o tempo foi passando até a gente ouvir a sirene. Na hora, saímos de lá e fomos pras nossas aulas, enquanto passávamos pelos corredores lotados de gente e professores indo de um lado pro outro. Senti... como se me olhasse às vezes quando eu passava ouvia cochichos mas não conseguia ouvir direito sobre quem era ou sobre o quê, assim finalmente chegamos assim que fiquei na porta vi Kameko se aproximar e começar a me contar o que tinham dado tentei copiar as anotações dela mas eram um desastre mas aos poucos fui refazendo enquanto via Etsuko entrar pela porta alegre e que na hora pegou uma cadeira e sentou ao lado de Kameko.

-- Você está melhor...?...-- perguntou Etsuko enquanto via que a mão dela descia por baixo da mesa e que o rosto de Kameko mudava quase imediatamente, as cores tinham subido nas bochechas, por sorte estávamos num canto da sala e ninguém nos via.

-- Sim, estou melhor...obrigada...-- falei enquanto continuava copiando aquelas anotações ou refazendo elas pra ficarem mais entendíveis, enquanto podia ver Kameko tentando reprimir os gemidos o máximo que conseguia mordendo o lábio inferior, mas os bicos dos peitos começavam a marcar lentamente na blusa, por um momento fiquei olhando pra eles, mas logo reagi e continuei com o que estava fazendo, isso foi suficiente pra Kameko baixar o olhar e vê-los e na hora cruzou os braços por cima, enquanto Etsuko continuava com suas brincadeiras debaixo da mesa com cara de safada quando passou um momento tocou a sirene.

-- Foi genial...Até depois...-- disse Etsuko enquanto se despedia lambendo a mão e com um sorriso safado.

-- Ela sempre faz a mesma coisa comigo...depois vou fazer ela pagar no clube...essa não me escapa...além disso temos mais tempo livre...-- disse Kameko enquanto aos poucos tentava relaxar o máximo que podia mas estava bem difícil.

Embora eu soubesse que aquelas brincadeiras agradavam as duas, num instante chegou o professor da hora seguinte todos que estavam fora entraram quase correndo, aquela aula não era exatamente uma das minhas favoritas mas não tinha outra opção podia ver como Kameko se desesperava Tomando nota, até o intervalo tudo ocorreu sem problemas.

— Vamos, temos que resolver umas paradas no clube... — disse Kameko, me pegando pelo braço e me puxando. Quando estávamos no anexo da união da academia, fiquei olhando pela janela por um momento, como se estivesse absorta no campus, até que Kameko me despertou me arrastando de novo. Quando entramos no clube, peguei o bentô e comecei a tomar café da manhã, enquanto Kameko pegava algumas coisas para ajudar Aoi a levar parte do estande até o local da reunião.

— Já volto, não demoro... — disse Kameko, pegando várias coisas pesadas que pareciam não pesar nada para ela, e saíram dali. Fiquei sozinha de novo, olhando o lugar. O silêncio parecia me envolver, mas não durou muito. Logo ouvi a porta abrir, e era Etsuko procurando por Kameko.

— Oi, Akemi... Viu a Kameko? — perguntou Etsuko, olhando por todo lado.

— Sim, ela disse que... volta já... foi ajudar a Aoi com o estande... — respondi, saboreando o café da manhã, e vi logo como Etsuko olhava para ele com vontade de provar, se lambendo.

— Quer um pouco? — falei, pegando um pouco de arroz com os hashis, que ela comeu de uma bocada. Pensei que ela seria capaz de comer minha mão de tão rápida.

— Mmmmmmmm... Tá uma delícia... — disse Etsuko, saboreando o arroz que tinha feito quase sem barulho. Vi Kameko se aproximando dela por trás, me fazendo sinal para não falar nada, queria ver o que ia rolar.

Na hora, ela colocou as mãos nos peitinhos de Etsuko, que deu um grito de susto, mas ao mesmo tempo, quando percebeu, de prazer. Imediatamente, ela começou a mexer os seios, a respiração de Etsuko ficou ofegante de repente. As mãos de Etsuko começaram a desabotoar a blusa, que caiu no chão junto com a saia. Kameko fez o mesmo, soltando ela por um momento, mas logo continuou com ela, fazendo-a gemer. Eu via como Seus fluidos começavam a escorrer pelas coxas, deixando-as brilhantes sob aquelas luzes. Observei como a boceta dela ficou completamente ereta, pulsando com vida própria enquanto as veias se marcavam.

— Coloca uma das suas bocetas nela, quero castigar essa puta... — disse Kameko, enquanto continuava massageando os peitinhos de Etsuko e seus bicos se endureciam. Procurei nos meus bolsos e encontrei um lacinho rosa que tinha guardado, e logo coloquei na bocetinha dela, apertando.

— Não... Não... de novo não... — protestou Etsuko enquanto eu dava o nó. Na mesma hora, Kameko levantou uma das pernas dela, pegou sua própria boceta já pulsando e apontou para a entrada da boceta de Etsuko, que já estava mais que lubrificada. De uma só vez, meteu tudo. Em seguida, pegou a outra perna e começou a mover com força, fazendo a boceta entrar e sair, perfurando com tudo, fazendo Etsuko sentir no fundo. Ela gemia como uma louca sentindo aquela potência, enquanto Kameko acompanhava os gritos de prazer com os seus próprios. Por mim, eu não sentia desejo nenhum naquele momento, então continuei almoçando enquanto via que, a cada estocada, a coitada da Etsuko gemia uma e outra vez. Dava pra ver a cara de Kameko sorrindo com suas investidas contínuas, sem ter pena nenhuma.

A cada estocada, a boceta de Kameko parecia brilhar com os fluidos que escorriam dela, e Etsuko tinha a cara descomposta de prazer. Assim continuaram por um bom tempo, enquanto Kameko a perfurava sem compaixão, parecendo ter uma resistência sobre-humana.

Depois de um tempo, a porta se abriu, e nem isso foi suficiente para Kameko parar de fazer Etsuko gozar ou castigá-la do seu jeito. Era Aoi, que vinha acompanhada por uma garota de cabelo desgrenhado castanho claro, traços meio arredondados e bem infantis, olhos combinando com o cabelo. Ela usava o uniforme típico da academia, tinha uma compleição média e era um pouco mais alta que eu.

— Bom, vou apresentar vocês a... Misaki... nossa suposta espiã... — disse Aoi, apresentando ela pra gente. Na mesma hora, a Kameko tirou a pica da Etsuko e deixou ela descansar um pouco, ficou olhando pra Misaki enquanto sorria.

— Prazer em conhecer vocês... me chamo Misaki... — disse Misaki, fazendo uma reverência ao cumprimentar. Mesmo não sendo oriental, a aparência dela passava confiança, não sei por quê.

— Ela quer entrar pro nosso clube... e cuidar da gente... e como vocês vão ver, não é futanari... igual a gente... — disse Aoi, levantando a saia dela e mostrando a buceta no ar, que pelo visto não tava usando calcinha.

— Nossa, finalmente alguém... que tem uma menor que a minha... — disse Etsuko, se levantando de onde tava e todas se juntaram em volta da Misaki pra cumprimentar ela.

— Bom, por ser sua primeira vez, deixamos você escolher... — disse Aoi, enquanto se despiam. Fizeram um círculo em volta dela, que se ajoelhou e ficou olhando uma coleção de picas, cada uma mais curiosa que a outra. Ela parou um instante olhando a da Aoi.

— São incríveis... já usei brinquedos, mas nunca tive uns de verdade tão de perto... eles soltam muito calor e parecem que tão vivos... — disse Misaki, até que finalmente escolheu a da Aoi, que fez sinal de vitória.

— Que pena... eu queria que ela me escolhesse... — disse Etsuko, reclamando ao ver a escolha dela.

— Não se preocupa com isso... você sabe que adora... sentir ela dentro... — disse Kameko, enquanto pegava ela de novo e continuava o que tava fazendo.

— Hoje você não vai se juntar, Akemi...? — perguntou Aoi, enquanto Misaki se despia completamente.

— Não, já tive o suficiente antes... e quero descansar um pouco... Além disso, tenho que arrumar uns papéis... — falei, enquanto continuava comendo e, por assim dizer, aproveitando o espetáculo que tavam me dando.

Na mesma hora, Misaki se ajoelhou e colocou a boca em volta da glande da pica da Aoi e começou a lamber, saboreando devagar, sem pressa. Aoi começou a gemer. Misaki foi, aos poucos, introduzindo o pau na boca, molhando ele com a saliva, fazendo ele deslizar e sentindo a pulsação daquelas veias, que iam ficando um pouco mais grossas. Ela só tinha um pedaço na boca, mas parecia que Aoi, mesmo gemendo, não estava curtindo muito.

— Pra fazer ela gozar, você tem que enfiar mais fundo... — disse Aoi, e com um empurrão das mãos, puxou a cabeça de Misaki pra perto, enfiando quase até a metade. Dava até pra ver o volume da glande dela na garganta da garota.

Na hora, vi a cara de Aoi mudar completamente. Ela ficou nas nuvens, começou a meter o pau pra dentro e pra fora enquanto a coitada da Misaki lutava pra respirar. Os gemidos de Aoi começaram a encher a sala, junto com os de Kameko e Etsuko, que continuavam na delas.

Aoi não parava de forçar a garganta de Misaki, que respirava quando dava, mas mesmo assim dava pra ver na cara dela que tava gostando. O corpo de Aoi se tensionou por um momento — sabia que tava quase lá — mas de repente tirou o pau pra fora, fazendo a coitada da Misaki tossir.

— Bom, chegou a hora do teu batismo de fogo... Ji, ji, ji... — disse Aoi, enquanto deitava ela no chão e se colocava por cima. A coitada viu Aoi colocar a cabeça do pau na entrada da sua buceta e, aos poucos, ir enfiando. A cada centímetro, soltava um gemido. O corpo dela tava pegando fogo, dava pra ver o rubor nas bochechas e como os peitos, mesmo sendo de tamanho médio, tinham os bicos duros como pedra. A mesma coisa com os de Aoi, que ia com cuidado pra não machucar, além de curtir e fazer ela gozar com calma.

— Não... se preocupa... não sou virgem... — disse Misaki, meio sem fôlego pelo que tava sentindo. Os fluidos da buceta dela não paravam de sair e molhar o pau de Aoi, que continuava entrando. Mas aquilo foi o sinal verde pra ela.

— Então não preciso me segurar... — disse Aoi, enquanto metia com força. Dava pra ver o volume do pau dela na barriga de Misaki. Pouco a pouco, ela continuava entrando sem parar, até pensei que já tinha chegado ao limite. Aoi a abraçou com força, imprimindo ainda mais intensidade.

— Estou... no meu limite... não aguento mais... — disse Misaki, ofegando como podia ao se sentir tão preenchida, mas sabia que Aoi não daria trégua alguma e queria ter ela toda dentro de si.

— Mas se você só tem um pouco mais da metade... tem que se esforçar mais... — disse Aoi, dando ânimo como se aquilo fosse pouco diante do que a pobre garota já tinha aguentado.

Aoi continuou investindo com toda a força que podia; a cada tentativa, introduzia mais alguns centímetros. Misaki não parava de gemer, assim como Aoi; suas vozes se misturavam de forma lasciva. A buceta delas não parava de jorrar fluidos, molhando as coxas e o chão onde estavam. Os olhos de Misaki quase viraram quando, finalmente, Aoi deu a última estocada e enfiou tudo de uma vez. O volume em sua barriga era considerável, até pensei que tinha entrado dentro do útero dela. Naquele momento, Aoi se moveu um pouco mais, e elas continuaram gemendo; seus peitos se roçavam um no outro, com certeza causando dor e prazer ao mesmo tempo.

— Ei... eu também quero entrar nessa... — disse Etsuko do outro lado, querendo provar Misaki também, que instantaneamente se desfez do laço.

Naquele instante, Aoi tirou o pau dela com um gemido sonoro, colocou Misaki de quatro, mostrando a buceta bem dilatada, e em seguida apontou para a entrada do cu dela. Encostou a cabeça e começou a abrir caminho com força. Isso fez Misaki gemer de prazer como uma louca, sentindo aquilo penetrando sem descanso, como se fosse uma cobra que parecia não ter fim. Logo depois, Etsuko colocou o pinto pequeno na boca dela, que o introduziu de uma vez, e Misaki o prendeu, chupando com força. Misaki começou a mamar com gosto enquanto Etsuko mexia os quadris. Nesse momento, Kameko decidiu se juntar à festa; abriu o cu de Etsuko. com as mãos dele e enfiou, abrindo caminho dentro dela, fazendo com que introduzisse o pau na boca de Misaki de uma só vez, soltando um gemido de prazer e começando a gozar. A pobre Misaki não sabia onde tinha se metido.

— Se você não consegue controlar... a Etsuko... não vai saber o que fazer... — disse Aoi enquanto continuava metendo com força, fazendo a coitada gemer, embora não desse para ouvir direito, já que ela tinha que engolir o esperma de Etsuko, que não parava de escorrer garganta abaixo até o estômago. As mãos de Aoi seguravam firme o quadril de Misaki, e as dela se agarravam ao chão, fechando os punhos com força, parecendo estar adorando cada segundo.

Dava para ver Aoi continuando a se divertir, gemendo como uma louca, enquanto a pobre Misaki só conseguia engolir toda aquela enxurrada quente de Etsuko. Observei a garganta de Misaki se movendo enquanto ela engolia sem parar, enquanto a expressão de Etsuko era de puro êxtase, e Kameko continuava metendo com força, forçando ela a enfiar o pau inteiro na boca e não deixar escapar nada. Num instante, Kameko e Aoi deram a última estocada, e ambas soltaram um gemido descontrolado, enchendo o quarto inteiro, tensionando os corpos e jorrando toda a carga quente. Aoi dentro de Misaki, eu via a barriga dela crescer desmedidamente com a gozada de Etsuko e a de Aoi, enquanto Kameko descarregava no cu de Etsuko com uma última investida. Ficaram assim por um tempo, até que a pobre finalmente teve que deixar o pau de Etsuko sair, não aguentava mais engolir, o estômago dela estava cheio dos dois lados.

— Foi maravilhoso... essa boca é sensacional... — disse Etsuko, enquanto caía exausta no chão para descansar. Eu via o esperma jorrando do cu de Misaki, e ela estava desmaiada no chão, a coitada tinha recebido mais do que esperava.

Fiquei por um momento olhando para ela deitada no chão descansando, enquanto as outras se levantavam. Com as pernas tremendo de cansanço, exceto a Kameko, que continuava de boa, elas foram pro banheiro relaxar e se limpar. Eu continuei com os papéis por uns momentos.

A Misaki voltou a consciência depois de um tempo e veio me abraçar por trás, de um jeito bem carinhoso e amigável. Parece que queria me conhecer um pouco mais.

— Só falta conhecer você... — disse a Misaki, enquanto se colocava na minha frente e começou a descer. Num instante, levantou minha saia e viu o selo e o pequeno volume, que achou engraçado.

— Melhor você parar... Não faz isso... — falei, tentando abaixar a saia, mas não conseguia fazer nada, ela tava determinada a continuar.

— Que lindo... — disse a Misaki, enquanto descolava o adesivo e olhava pra aquele pequeno sexo, que logo começou a colocar na boca com cuidado. Senti o calor e a umidade dela, como se tivesse me sugando, e na hora caí de costas no chão e fechei os olhos. Nesse momento, minha outra personalidade entrou, mas eu ainda tava de olhos fechados. Senti aquilo começar a crescer de um jeito descomunal. Quando abri os olhos, vi a Misaki tentando encaixar na boca o máximo que podia, não acreditava no que tava rolando, mas logo coloquei a mão nela, empurrando pra entrar mais fundo na boca dela.

— Nunca te falaram que você tem que... chupar mais fundo? — falei, apertando com força minha mão pra fazer ela engolir mais. Só ouvi ela engasgando e tentando respirar. Depois de um tempo, parei de empurrar, e ela se afastou tossindo, enquanto eu tirava o uniforme.

— É impossível isso caber na minha boca... — disse ela, tocando a mandíbula assustada.

— Eu sei, não cabe em boca nenhuma... — falei, tirando a última peça, a jaqueta. Ela deu uns passos pra trás, assustada, mas de pernas abertas. Num instante, coloquei minha glande na entrada da buceta dela, que tava quente e molhada pelo que tinha feito antes. Não foi muito difícil enfiar. Assim que entrei, senti o aperto da buceta dela, como se... me envolveu literalmente, num momento investi com força enquanto na barriga dela dava pra ver o volume do meu pau, em seguida me deitei no chão e comecei a me mover devagar enquanto ela começava a gemer alto, colocou as mãos no volume que subia e descia lentamente, aquilo era maravilhoso, uma sensação única, não podia deixá-la escapar e ainda mais agora, num momento me ajoelhei e levantei uma das pernas dela e continuei movendo meus quadris com força dentro dela, a cada investida, perfurava seu interior enquanto os fluidos dela e os meus não paravam de sair, lubrificando ainda mais, apesar da felicidade com que entrava, o interior dela me apertava com força, era como se me sugasse pra dentro, uma sensação maravilhosa.

Misaki não parava de gemer descontroladamente, no meu rosto se desenhou um sorriso quase diabólico, por assim dizer, não ia perder a chance de gozar dentro dela, enquanto as outras não estavam.

Por um momento me levantei com meu pau monstruoso dentro dela, o que fez até ela ficar de pé, não pude evitar colocar as mãos na barriga dela.

-- Por favor... não me levanta desse jeito... não cabe mais... -- disse Misaki com um pouco de medo na voz, e não dava pra dizer que não tinha.

Na hora senti como se meu pau se encaixasse e entrasse um pouco mais dentro dela, ultrapassando a última barreira, ela não conseguiu evitar soltar um gemido que não soube distinguir se era de prazer ou de dor,

-- Puxa... parece que entrou um pouco mais... sabia... dá pra dizer que agora tô na sua barriga... -- falei sorrindo pra ela, sabendo que se entrasse mais.

-- Não me mexe rápido, por favor... -- disse Misaki quase implorando, mas naquele momento eu tava meio descontrolado, queria descarregar tudo que tinha dentro dela, agarrei com força a cintura dela e comecei a me mover com força.

Meus movimentos ficavam cada vez mais acelerados, aquela sensação me tomava, era maravilhoso estar dentro dela, queria Talar ela com força, que ela sentisse até onde chegava. O corpo dela me absorvia, era uma força indescritível. Meu pau, em um momento, achei até que ficou mais grosso, minhas veias pulsavam, eu não parava de gemer, acompanhando os próprios gritos de prazer dela. Em um momento, senti que estava quase no limite, o mesmo que ela. Meu pau ficou tenso, mais rígido. A buceta dela me prendeu com força enquanto soltava um grito arrasador de prazer e, acima de tudo, a pressão dela na minha cabeça foi uma sensação maravilhosa. Senti como se descarregasse tudo que tinha. Um rio de porra inundou ela por completo, no fundo do ser dela. Vi que ela estava quase com os olhos virados, queria desmaiar, mas não conseguia, por tudo que eu estava descarregando dentro dela. Era maravilhoso.

— É inacreditável... É a primeira vez que gozo dentro de alguém na minha vida... — falei, enquanto minha cara mudava completamente de prazer, mas não pensava em parar por aí, queria continuar dentro dela. A barriga dela continuava crescendo a cada momento.

— Não aguento mais... Isso é demais... Vou estourar... — disse Misaki, entrecortado, enquanto eu a via como uma louca. Ela queria que aquilo acabasse, mas tinha despertado o monstro que vivia dentro de mim.

— Mas se isso foi só o começo... Ainda tenho mais... Sei que você aguenta... — falei, tentando animar ela pra continuar, mas sabia que ela estava no limite. Na hora, senti umas mãos me agarrarem por trás com força e puxarem, me tirando de dentro dela. Na mesma hora, o corpo da Misaki caiu no chão, soltando porra em abundância.

— Se continuar assim, vai acabar com ela... É melhor deixar ela descansar. Além disso, vou fazer algo que você adora... — disse Aoi, enquanto eu esperneava sem controle, querendo continuar dentro dela. Mas logo senti a buceta da Aoi no meu cu, começando a entrar devagar. Na hora, comecei a sentir ela girar e vibrar dentro de mim. Aquilo era maravilhoso. Meu corpo estava invadido. Pelo prazer absoluto, não consegui fazer nada além de me entregar nas mãos dela enquanto ela segurava meus braços e começava a investir com força, perfurando meu interior, tentando acalmar minha ansiedade que aos poucos foi desaparecendo. Aquilo era incrível, eu podia sentir todo o calor da buceta dela e como ela se enfiava nos cantos mais escondidos do meu corpo de um jeito surpreendente. Eu ouvia Aoi gemendo de prazer, e eu a acompanhava; aquilo era maravilhoso, não podia pedir mais. Os movimentos dela aceleraram com força, eu sentia como ela entrava e saía rápido, sem descanso pra minha bunda, que já começava a ficar um pouco dolorida, mas eu não ligava. Num momento, Aoi me puxou com força contra ela, dando um empurrão final que fez ela entrar por completo, e eu senti uma enxurrada de porra me inundar inteira, até vazando pra fora com força. Nossos gritos de prazer inundaram o clube, mas por sorte estávamos longe. Caímos uma em cima da outra, exaustas por completo. Ficamos assim abraçadas, eu sentindo dentro de mim a buceta dela ainda vibrando, me fazendo gozar como uma louca. Eu via minha boceta começar a descer devagar, parecia que já estava satisfeita, e era um alívio, mas agora a gente precisava tomar banho de novo. Por sorte, as aulas estavam suspensas por causa dos estandes, e a gente tinha bastante tempo.

Depois de um tempo, acordamos e Aoi tirou aquela coisa de dentro de mim, e fomos pro banheiro nós três. Ao entrar, vi Kameko bebendo alguma coisa e Etsuko meio tonta, sem saber por quê. Entramos no banho, a temperatura estava ótima. Aoi ficou atrás de mim e começou a lavar meu cabelo enquanto eu olhava pra Misaki. Baixei a cabeça de vergonha, mas logo encontrei coragem pra olhar nos olhos dela.

— Desculpa, não foi minha intenção... espero não ter te machucado... — falei, quase envergonhada pelo que tinha feito.

— Não se preocupa... além disso, nunca tinha rolado isso comigo antes... a gente pode fazer quando você quiser... e eu tô aqui pra isso mesmo... — disse Misaki, me dando um sorriso. Ingenuamente, eu adorava aquele sorriso que ela tinha.

— Bom, ela era nossa espiã... — disse Aoi nos apresentando a ela, mas eu ainda não entendia direito por que ela não tinha contado pra ninguém.

— Tenho uma pergunta... Por que você não disse nada nem tentou nos chantagear...? — perguntou Kameko enquanto tentava fazer Etsuko reagir, que ainda estava tonta.

— Não adiantaria nada... além disso, vocês não fazem mal a ninguém... não incomodam ninguém... e acho muito bom que vocês tentem reunir garotas como vocês... pelo menos aqui elas podem ser quem realmente são... Alguém mais sabe sobre vocês...? E o que mais me intriga é o que acontece com ela...? — perguntou Misaki, estranhando ao ver o que estava acontecendo comigo.

— Bom, além da gente, sabe... a Ashley, a enfermeira que podemos dizer que é a tutora desse clube... e também a Christine, a tia dela... embora ela seja um caso especial... além de ser meu anjo... — respondeu Aoi, explicando enquanto me dava um beijo na testa e jogava um balde de água na minha cabeça para me clarear.

— Muito bem, além disso, esse clube é muito bom... — disse Misaki, relaxando um pouco, enquanto Kameko continuava brigando com Etsuko, que finalmente tinha reagido.

— Isso é normal...? — perguntou Misaki, olhando estranhamente para elas enquanto brigavam entre si.

— Sim, não se preocupa, elas são assim... mas não conseguem ficar uma sem a outra... — respondeu Aoi, enquanto as observava. Passamos um tempinho discutindo besteiras, sobre o curso e como ela nos descobriu.

Depois que nos banhamos, limpamos aquela bagunça e arrumamos um pouco o clube. Nem percebemos que já era quase hora de ir embora. Naquele dia, eu estava nas nuvens, mas Aoi tirou um adesivo dos livros dela. Não pude fazer nada além de levantar a saia e, na hora, senti aquele calafrio percorrer minha espinha.

— Desculpa... você sabe que a Christine... quer que você coloque isso... — disse Aoi, me olhando com um sorriso e continuando com as coisas dela.

Kameko se aproximou quase na mesma hora para... Perguntar alguma coisa, dava pra ver a vergonha no rosto dela.

— Será que eu poderia ir estudar com vocês..?....tô precisando...as provas tão chegando...— perguntou Kameko, baixando a cabeça enquanto Etsuko a olhava meio estranhada ao lado.

2 comentários - A espiã do clube (conto Futanari)

Refkan
Sí que lo pasaron bien con la nueva integrante. o.o Aoi siempre dispuesta a calmar el demonio que hay en Akemi. XD
euhn
Esto no es un hentai m parece q ya vi ?