Faz tempo que não posto nada, então aqui vai um conto excelente de incesto pra começar esse 2015. Comentem, compartilhem e curtam do jeito que vocês gostam hehe. Abraços.
Onde eu morava, tinha uma vizinha com dois filhos, um menino e uma menina, que na verdade não eram tão crianças assim. Os dois já estavam no ensino médio, mas ele tinha 18 e ela 19, ambos tinham repetido de ano. Um dia, a mãe deles me encontrou num dos corredores do prédio.
— Andrea, quero te pedir um grande favor.
— Sim, pode falar, senhora.
— Mas não aqui, podemos ir até a sua casa?
Eu sou universitária, moro sozinha e não tive problema em levá-la. Lá dentro, ela me pediu algo que eu jamais imaginaria.
— Você sabe que tenho dois filhos, estão numa idade difícil. Eu saio a tarde toda para trabalhar e não posso ficar de olho neles. Me dá muita vergonha te contar isso, mas é pelo bem deles. Uns dias atrás, encontrei uma camisinha usada na minha casa e não sei se foi a Bere ou o Lucas que usou.
Eu fiquei gelada, sem saber o que dizer. A confissão dela foi muito direta, eu não falava nada, não sabia o que responder.
— O que quero te pedir é se todas as tardes, quando você chegar da faculdade, poderia ir umas horas cuidar deles. Eu deixo a comida pronta, seria só para vigiar. Se eles vissem alguém em casa, acho que não iam mais trazer o namorado ou a namorada, quem quer que tenha sido. Claro que eu te pagaria por isso, e seriam só algumas horas à tarde.
Eu não sabia o que dizer. Por um lado, ficar "cuidando" de dois adolescentes, não sei se queria fazer aquilo. Além disso, eles obviamente não iam concordar e não iam se comportar bem comigo. Por outro, a ideia de um dinheiro extra me agradava.
— Não sei o que te dizer, dona Sandra. Precisaria ajustar alguns horários e ver. Se a senhora quiser, aviso em alguns dias.
A conversa não durou mais que isso. Durante uns dois dias fiquei pensando e no final decidi topar.
Naquele dia, fui na casa da senhora para contar. Ela ficou muito feliz. Me apresentou aos filhos, mas na verdade eu já os conhecia, porque moravam na casa ao lado. Foi óbvio que eles não queriam que eu ficasse, mas fazer o quê, eu já tinha topado.
A partir do dia seguinte, comecei a ficar na casa deles. Nas primeiras semanas, tudo foi bem tranquilo, nenhum dos dois me dava atenção, cada um na sua e não acontecia nada.
Lucas, que tava no primeiro ano do ensino fundamental, levava os amigos dele e jogavam videogame, computador e essas coisas, na minha opinião ele não poderia ter sido o do "incidente".
Bere já tava no terceiro ano, mas ela não levava nenhum homem pra casa, saía muito com uma amiga, chegavam, comiam alguma coisa e subiam pro quarto dela, ficavam horas lá e eu não escutava nenhum barulhinho.
Não fazia ideia de quem poderia ter sido, a mãe dela tava muito feliz que eu tava lá, porque não tinha acontecido nenhum "incidente" desses de novo.
Um dia pedi permissão pra senhora pra chegar mais tarde, peguei a chave dela um dia antes pra poder entrar. Tanto o Lucas quanto a Bere sabiam que eu chegaria depois do horário combinado.
No final, meu evento na escola terminou mais cedo do que eu pensei e fui cuidar dos meus "filhos adotivos". Cheguei na casa e não precisei bater porque tava com a chave. Entrei e não tinha ninguém no andar de baixo, quando cheguei na cozinha, escutei uns barulhos que vinham do andar de cima, então subi pra avisar os meninos que já tinha chegado.
Enquanto subia a escada, os barulhos viravam gemidos, era óbvio o que tava rolando. Um dos dois tinha aproveitado que eu chegaria tarde pra trazer o namorado ou a namorada. Finalmente ia saber qual dos dois era.
Cheguei no final da escada e comecei a andar pelo corredor na surdina pra ninguém me ouvir. Os barulhos vinham do quarto da Bere!!! Entrei no banheiro que era do lado do quarto e subi na privada pra olhar por uma espécie de janelinha que tinha, e o que vi me deixou gelada!!!
Bere tava deitada na beira da cama, tava nua da cintura pra cima, vi os peitos dela, muito maiores do que parecem quando ela tá vestida. Era branquinha e tinha o peito cheio de sardas, os bicos clarinhos e pequenos, tinha uns peitos muito bonitos. Só tava com a saia da escola, que tava arregada.
Ajoelhado no chão, tava comendo a buceta dela nada mais nada menos que o Lucas, o irmão dela!!! Ele se ajudava com uma mão enquanto a língua percorria toda a rachinha da irmã. Ela gemia cada vez mais alto e tava ficando vermelha de tesão.
— Mais, mais, irmãozinho, mmmmmm assim, assim… ninguém me faz igual você.
Ela começou a se mexer como se tivesse sendo penetrada e agarrou a cabeça do Lucas pra ele não largar o serviço. De repente, um gemido mais forte e profundo saiu dela. Era óbvio que tinha gozado. Toda suada e com uma cara de perversidade que eu nunca imaginaria nela, ela se levantou da cama.
O Lucas, que já tava pelado desde que comecei a ver eles, colocou uma camisinha e sentou na beirada de um sofá. Ela virou de costas pra ele e sentou no colo dele.
Ela se mexia muito rápido pra frente e pra trás, às vezes dava pulos e eu via o pau do irmão dela entrando e saindo. Ela não parava de gemer e pedir mais pro irmãozinho dela.
A real é que a cena me deixou com tesão e eu comecei a me tocar enquanto olhava, enfiando a mão dentro da calça e da calcinha que eu tava usando.
Depois de um tempo, a Bere ficou de quatro na cama e o Lucas meteu nela feito um louco. Ela gritava de prazer, queria ser eu no lugar dela. O Lucas não era feio e era bem dotado pra idade que tinha. Enquanto enfiava até o fundo, dava tapas na bunda da irmã até deixar as nádegas vermelhas. Ela gritava a cada tapa, já nem sabia mais se era de prazer ou de dor.
Eu no banheiro já me acariciava minha bucetinha com mais intensidade, conseguia enfiar uns dedos com muita facilidade por causa do quanto minha xereca já estava molhada. Era uma delícia, tinha que morder os lábios pra não soltar um gemido a qualquer momento que pudesse fazer com que me descobrissem.
Lucas estava em cima da irmã, os dois de bruços e ela com a cabeça virada de lado, nessa posição se ela apenas virasse na direção certa descobriria que eu estava espionando, mas ela não se mexia, só curtia as investidas que o irmão dava nela.
— Irmã, já quero gozar.
— Na minha boca, quero te provar mais uma vez.
Enquanto ele se levantava ao lado da cama e ela se ajoelhava, eu acelerei o ritmo das minhas mãos, com uma acariciava meu clitóris e enfiava uns dedos da outra mão na minha bucetinha até ter um grande orgasmo, não sei como, mas não fiz o menor barulho.
Já não vi como o Lucas gozou na cara da irmã dele, mas vi ela toda cheia de porra, o rostinho dela, os peitos, o cabelo. Ela tava sorrindo e mostrando pro irmão o que tinha na boca pra depois engolir, o Lucas passou o dedo e deu pra ela chupar, e ela chupou gostoso.
Fui pra minha casa e voltei uns 15 minutos depois fazendo o maior barulho que consegui, os dois estavam vendo TV como se nada tivesse acontecido.
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Quero deixar claro que a história é totalmente fictícia, as fotos são de atores pornô da Fakings e não de colegiais reais. Abraços e compartilhem.
Onde eu morava, tinha uma vizinha com dois filhos, um menino e uma menina, que na verdade não eram tão crianças assim. Os dois já estavam no ensino médio, mas ele tinha 18 e ela 19, ambos tinham repetido de ano. Um dia, a mãe deles me encontrou num dos corredores do prédio.— Andrea, quero te pedir um grande favor.
— Sim, pode falar, senhora.
— Mas não aqui, podemos ir até a sua casa?
Eu sou universitária, moro sozinha e não tive problema em levá-la. Lá dentro, ela me pediu algo que eu jamais imaginaria.
— Você sabe que tenho dois filhos, estão numa idade difícil. Eu saio a tarde toda para trabalhar e não posso ficar de olho neles. Me dá muita vergonha te contar isso, mas é pelo bem deles. Uns dias atrás, encontrei uma camisinha usada na minha casa e não sei se foi a Bere ou o Lucas que usou.
Eu fiquei gelada, sem saber o que dizer. A confissão dela foi muito direta, eu não falava nada, não sabia o que responder.
— O que quero te pedir é se todas as tardes, quando você chegar da faculdade, poderia ir umas horas cuidar deles. Eu deixo a comida pronta, seria só para vigiar. Se eles vissem alguém em casa, acho que não iam mais trazer o namorado ou a namorada, quem quer que tenha sido. Claro que eu te pagaria por isso, e seriam só algumas horas à tarde.
Eu não sabia o que dizer. Por um lado, ficar "cuidando" de dois adolescentes, não sei se queria fazer aquilo. Além disso, eles obviamente não iam concordar e não iam se comportar bem comigo. Por outro, a ideia de um dinheiro extra me agradava.
— Não sei o que te dizer, dona Sandra. Precisaria ajustar alguns horários e ver. Se a senhora quiser, aviso em alguns dias.
A conversa não durou mais que isso. Durante uns dois dias fiquei pensando e no final decidi topar.
Naquele dia, fui na casa da senhora para contar. Ela ficou muito feliz. Me apresentou aos filhos, mas na verdade eu já os conhecia, porque moravam na casa ao lado. Foi óbvio que eles não queriam que eu ficasse, mas fazer o quê, eu já tinha topado.
A partir do dia seguinte, comecei a ficar na casa deles. Nas primeiras semanas, tudo foi bem tranquilo, nenhum dos dois me dava atenção, cada um na sua e não acontecia nada.
Lucas, que tava no primeiro ano do ensino fundamental, levava os amigos dele e jogavam videogame, computador e essas coisas, na minha opinião ele não poderia ter sido o do "incidente".
Bere já tava no terceiro ano, mas ela não levava nenhum homem pra casa, saía muito com uma amiga, chegavam, comiam alguma coisa e subiam pro quarto dela, ficavam horas lá e eu não escutava nenhum barulhinho.
Não fazia ideia de quem poderia ter sido, a mãe dela tava muito feliz que eu tava lá, porque não tinha acontecido nenhum "incidente" desses de novo.
Um dia pedi permissão pra senhora pra chegar mais tarde, peguei a chave dela um dia antes pra poder entrar. Tanto o Lucas quanto a Bere sabiam que eu chegaria depois do horário combinado.
No final, meu evento na escola terminou mais cedo do que eu pensei e fui cuidar dos meus "filhos adotivos". Cheguei na casa e não precisei bater porque tava com a chave. Entrei e não tinha ninguém no andar de baixo, quando cheguei na cozinha, escutei uns barulhos que vinham do andar de cima, então subi pra avisar os meninos que já tinha chegado.
Enquanto subia a escada, os barulhos viravam gemidos, era óbvio o que tava rolando. Um dos dois tinha aproveitado que eu chegaria tarde pra trazer o namorado ou a namorada. Finalmente ia saber qual dos dois era.
Cheguei no final da escada e comecei a andar pelo corredor na surdina pra ninguém me ouvir. Os barulhos vinham do quarto da Bere!!! Entrei no banheiro que era do lado do quarto e subi na privada pra olhar por uma espécie de janelinha que tinha, e o que vi me deixou gelada!!!
Bere tava deitada na beira da cama, tava nua da cintura pra cima, vi os peitos dela, muito maiores do que parecem quando ela tá vestida. Era branquinha e tinha o peito cheio de sardas, os bicos clarinhos e pequenos, tinha uns peitos muito bonitos. Só tava com a saia da escola, que tava arregada.
Ajoelhado no chão, tava comendo a buceta dela nada mais nada menos que o Lucas, o irmão dela!!! Ele se ajudava com uma mão enquanto a língua percorria toda a rachinha da irmã. Ela gemia cada vez mais alto e tava ficando vermelha de tesão.— Mais, mais, irmãozinho, mmmmmm assim, assim… ninguém me faz igual você.
Ela começou a se mexer como se tivesse sendo penetrada e agarrou a cabeça do Lucas pra ele não largar o serviço. De repente, um gemido mais forte e profundo saiu dela. Era óbvio que tinha gozado. Toda suada e com uma cara de perversidade que eu nunca imaginaria nela, ela se levantou da cama.
O Lucas, que já tava pelado desde que comecei a ver eles, colocou uma camisinha e sentou na beirada de um sofá. Ela virou de costas pra ele e sentou no colo dele.
Ela se mexia muito rápido pra frente e pra trás, às vezes dava pulos e eu via o pau do irmão dela entrando e saindo. Ela não parava de gemer e pedir mais pro irmãozinho dela.A real é que a cena me deixou com tesão e eu comecei a me tocar enquanto olhava, enfiando a mão dentro da calça e da calcinha que eu tava usando.
Depois de um tempo, a Bere ficou de quatro na cama e o Lucas meteu nela feito um louco. Ela gritava de prazer, queria ser eu no lugar dela. O Lucas não era feio e era bem dotado pra idade que tinha. Enquanto enfiava até o fundo, dava tapas na bunda da irmã até deixar as nádegas vermelhas. Ela gritava a cada tapa, já nem sabia mais se era de prazer ou de dor.
Eu no banheiro já me acariciava minha bucetinha com mais intensidade, conseguia enfiar uns dedos com muita facilidade por causa do quanto minha xereca já estava molhada. Era uma delícia, tinha que morder os lábios pra não soltar um gemido a qualquer momento que pudesse fazer com que me descobrissem.Lucas estava em cima da irmã, os dois de bruços e ela com a cabeça virada de lado, nessa posição se ela apenas virasse na direção certa descobriria que eu estava espionando, mas ela não se mexia, só curtia as investidas que o irmão dava nela.
— Irmã, já quero gozar.
— Na minha boca, quero te provar mais uma vez.
Enquanto ele se levantava ao lado da cama e ela se ajoelhava, eu acelerei o ritmo das minhas mãos, com uma acariciava meu clitóris e enfiava uns dedos da outra mão na minha bucetinha até ter um grande orgasmo, não sei como, mas não fiz o menor barulho.
Já não vi como o Lucas gozou na cara da irmã dele, mas vi ela toda cheia de porra, o rostinho dela, os peitos, o cabelo. Ela tava sorrindo e mostrando pro irmão o que tinha na boca pra depois engolir, o Lucas passou o dedo e deu pra ela chupar, e ela chupou gostoso.
Fui pra minha casa e voltei uns 15 minutos depois fazendo o maior barulho que consegui, os dois estavam vendo TV como se nada tivesse acontecido. ----------------------------------------------------------------------------
Quero deixar claro que a história é totalmente fictícia, as fotos são de atores pornô da Fakings e não de colegiais reais. Abraços e compartilhem.
3 comentários - Tudo em família, o que a babá descobriu