Capítulo 1: A florista e eu
Lembro com grande ironia que o melhor presente que deu a melhor sensação a uma mulher que eu pude captar foi uns buquês turquesa artificiais para Miriam Urrutia, minha ex-colega, a primeira com quem conheci o corpo feminino. Claro que, como a história conta, não rolou nada além de um desejo casual, mútuo numa tarde em que o tédio e a solidão venceram mais do que o amor e o sonho de algo juntos. Mas minha história, e relato, não é narrar um início sexual impróprio e pouco feliz com alguém de quem já mal lembro, graças a Deus, mas sim um romance que tive com uma mulher estranha (naquela época) florista, cuja fantasia preenchia minha vazia experiência amorosa naquele tempo.
Era meu primeiro ano sabático depois do colégio, com tudo o que isso significa para alguém de 20 anos numa zona urbana bem perto do centro da capital. A gente tinha se mudado recentemente por causa de um acordo de trabalho da minha mãe, que precisava, por razões contratuais, se estabelecer na área. Deixei meus amigos para trás, porque, pela distância, não os veria fácil. Deixei aquela garota, já quase mulher, que levou ou deixou algo muito meu, sendo nós dois participantes do mais maravilhoso que um ser humano pode dar: amor. Mas não quero ficar piegas e continuar meu relato, que lembro vividamente numa tarde-noite chuvosa...
Nunca aconteceu tudo num instante com vocês, e sentir que a vida estava conspirando contra vocês? Meu pai sempre esteve ausente na minha vida; se esse era o desejo dele, não reclamo. Ninguém nasce sendo pai, nem todos estão preparados para tal mérito. Minha mãe era supervisora numa clínica dermatológica no turno da noite nessa nova etapa das nossas vidas, então cabia a mim, como filho único que sou, passar a madrugada inteira sozinho, esperando por ela. Como um bom adolescente, ainda que um pouco tímido e ingênuo, saí naquela tarde nublada rumo a uns cinemas para passear, conhecer gente e me divertir um pouco. Mas tudo deu errado, ou melhor, não saiu como planejado, mas é assim que as coisas acontecem.
Quando terminei minha saída, a lua já abria caminho se intrometendo no sol e mostrando sua presença inevitável, já escurecia.
Os quarteirões que escolhi caminhar me pregaram uma peça, revelando seu percurso feio durante o anoitecer, por causa das pessoas, da falta de vida.
Uns homens, mais parecidos com almas saindo do anonimato da escuridão, roubaram todas as minhas coisas, o pouco que eu carregava, tudo.
Comecei a correr entre a chuvisqueira que tirava minha visibilidade e meu aparente esquecimento do caminho por causa do nervosismo do que tinha vivido.
Tropeco numa daquelas lajotas quebradas e saltadas da capital e machuco a perna caindo no chão, o que me acalma é que estava bem perto.
Cheguei ao hall do prédio e, sem chaves nem nada, fiquei nas escadas, tentando descansar do que aconteceu.
De repente... levanto a cabeça e vejo uma mão se estendendo procurando a minha. No meu rosto molhado e com a brisa das gotas me incomodando, mal enxergo a silhueta de uma mulher de meia-idade segurando um guarda-chuva e repetindo algumas palavras que eu mal conseguia entender por causa do meu estado de incredulidade e choque com o ocorrido.
Ela me levanta pela mão, perguntando o que tinha acontecido, e, quase com um instinto materno, puxa a manga da minha roupa para ver meu ferimento.
Ela me leva até um lugar na rua das flores e termina de fechar com chave, sempre com seu guarda-chuva colorido e cabo azul, mostrando e brincando com as cores da sua roupa cheia de flores de todos os tipos.
Eu, sem saber o que estava rolando, quase submisso pela minha inocência, a sigo, ou melhor, ela me leva pela mão por um quarteirão e meio e me enfia num primeiro andar.
Ela abre a porta e acende a luz, me faz sentar e deixa a bolsa para pegar produtos de primeiros socorros.
Ela me cura enquanto eu observo ela fazer isso. Ela pergunta por que eu fiquei fora do prédio. E diante da minha explicação, ela cedeu e me ofereceu um dos dois quartos dela pra eu passar a madrugada lá. Recusei por achar muito invasivo e, depois de cuidar do meu ferimento, fui embora agradecendo.
Voltei pra onde moro e esperei, igual um cachorrinho, no meio do som de uma noite cheia de trovões e relâmpagos, mas não aguentei mais de uma hora e meia. Já era madrugada de sexta-feira quando pensei em aceitar e pedir pra aquela mulher nobre o lugar que ela tinha me oferecido.
Voltei encharcado e desejando que aquela noite acabasse. Bati na porta enquanto sentia que, do outro lado, corriam o olho mágico pra ver quem era. Ela abriu a porta, se mostrando toda. Já trocada, usava uma camisola de cetim, tipo vestido, que chegava no chão. O cabelo solto e molhado — era outra mulher. Sem dizer uma palavra, me deixou entrar, depois fechou a porta e trancou. Me entregou uma toalha e tirou minha jaqueta toda molhada, levando pro quintal.
Tinha porta-retratos de uma senhora mais velha e dela, todos iguais. Ela me mostrou o quarto onde eu ficaria. Só tinha uma cama de solteiro e um criado-mudo, suficiente pra passar a noite e agradecer infinitas vezes.
Um silêncio profundo reinava na casa. Ela sumiu por um instante e eu comecei a secar meu cabelo com a toalha. Quando voltou, devolvi a toalha. Ela trouxe uma roupa na mão e deixou do meu lado. Segurou a toalha e me disse pra tirar a camiseta, que estava encharcada. Falei que não ia tirar, mesmo agradecendo, mas ela me puxou pela cintura e tirou à força. Depois, começou a me secar com a toalha. Eu não entendia a obsessão dela por mim, mas quando secava minhas costas ou meu peito, dava pra ver que por baixo da camisola ela não usava mais nada.
Me assustei, fiquei nervoso, quando ela passou a toalha na minha cintura, quase na altura do meu pelo pubiano. Ela disse que eu poderia ser filho dela, o que freou de vez minhas palpitações sobre o que eu tava imaginando de errado. entendia da situação. na minha frente, ela secava minhas costas nuas apoiando os peitos no meu peito. a respiração dela, calma e serena, eu sentia no meu ouvido direito, o roçar do corpo dela e o calor eram uma chama viva em mim prestes a explodir. ela soltou meu cinto e mandou eu ir ao banheiro me secar, mas uma mísera dose de sacanagem da minha parte me fez recusar, fingindo que minha perna doía muito e que eu não conseguia... ela me levantou da cadeira como quem pega uma criança pra passear e, com a frieza de quem já viveu isso, desabotoou meu zíper, deixando cair minha calça encharcada de água.
minhas pernas brancas, com pouco pelo e a vergonha da minha cueca molhada marcando a silhueta do meu pau... ela se ajoelhou, séria, desdenhosa diante de uma situação constrangedora pra mim. com a toalha, começou a esfregar minhas pernas, meu cu, pra me secar e limpar o ferimento. enquanto fazia isso, eu tentava não mostrar meu tesão, mas falhei, e numa esfregada dela, meu pau endureceu. ela viu, e eu comecei a me desculpar, pedindo perdão. fiquei muito nervoso, tentei me afastar, ela ficou brava, me chamando de exagerado. num descuido, ela puxou minha cueca molhada pra baixo e deixou meu pau exposto. abriu minhas pernas com a mão e passou a toalha, fazendo com que, mesmo eu me segurando, meu pau ficasse ainda mais duro. de repente, ela largou o pano já molhado por minha causa e me entregou a roupa. fiquei nu, sentado na cadeira, e ela foi pro banheiro. me aproximei da fechadura da porta e vi ela levantando a camisola com as mãos pra ir ao banheiro. depois, parou e se secou com papel entre as pernas. voltei pro assento ainda sem me vestir.
ela saiu em paz consigo mesma, como se tudo fosse natural. se surpreendeu que eu ainda estivesse nu e começou a me vestir ela mesma, fez isso sem sequer tocar uma vez no meu pau. depois de terminar, ela se virou e, intuitivamente, acariciei a bunda dela. ela tirou minha mão na hora e me levou pro quarto, onde Fecha a porta e se afasta para dormir.
Me deito e fico rolando, ainda com o pau duro do que vivi. Umas duas horas passam e, louco por mais, vou em silêncio até o quarto dela. Uma luz fraca sai da fechadura da porta trancada. Lá estava ela, apoiando a perna num dos móveis perto da cama, se depilando. Já não tinha nada vestido além do que dava pra ver até a cintura. Num dos movimentos dela, a buceta apareceu, lisinha, quase me convidando pra brincar com ela.
Eu tava explodindo, e não era pra menos. Mil ideias me vinham, desde bater uma ali mesmo até entrar e fazer amor com ela. Não sabia o que fazer, as pernas dela e a vulva quase pedindo sexo, paixão, tudo.
Como um bom covarde, voltei pro quarto tentar dormir. Menos ainda bater uma, senão ia deixar cheiro.
Já dormindo, acordo com um toque na bochecha. Abro os olhos e lá estava ela, sentada de camisola. Séria, me pergunta se eu estive espiando no corredor. Nego com a cabeça, mas ela, desconfiada e puta, mete a mão debaixo do lençol e, num instante, enfia dentro da cueca que ela tinha me emprestado. Ela agarra minhas bolas, apertando, e repete se eu estive espiando e por quê.
Com a dor, confesso que sim, que vi ela se depilando e fiquei excitado com aquilo. Ela para de apertar e começa a passar a mão de um jeito que meu pau endurece na hora. Ela sorri, me desnuda e começa a puxar, batendo uma pra mim enquanto eu começo a gozar e me agarro na cabeceira da cama.
Tiro a mão da cabeceira e acaricio os peitos dela por cima do vestido, mas ela pega minha mão e enfia dentro do camisola, tocando o mamilo enorme dela, sentindo a auréola enrugada no meio daqueles peitos enormes e carnudos que mal cabiam na minha mão. Ela puxava mais forte, apertando minha cabeça e descendo a pele pra estimular meu esperma. Eu, quase como um reflexo, me agarrava no peito dela com Uma mão e de vez em quando eu beliscava o mamilo dela, me segurando nele. A coisa começou a ficar mais frenética, comecei a exigir que ela começasse a chupar meu pau, ela sem soltar a mão do meu pau tira com a outra a camisola dela com minha ajuda, ficando nua. Para de se sentar, levanta e volta, mas se ajoelha na cama do meu lado, abre as pernas e enquanto me masturba, eu tento acariciar a bunda dela, mas excitada, ela estica uma das pernas se abrindo de um jeito que pega minha mão e leva até a buceta dela e tenta enfiar pra dentro. Começo e sinto que de repente meus dedos estavam dentro dela, eu tava penetrando ela daquele jeito e enquanto ela começava a gemer pela própria paixão, ela se contrai em minha direção deixando os peitos caírem no meu rosto, o que faz eu abrir a boca e começar a lamber, me alimentando dos peitos dela, mastigando, mostrando os dentes, esticava eles, passava minha língua pra acalmar a ardência das mordidas. Abria a boca tentando chupar o máximo possível o peito dela. Parece que com o movimento dos meus dedos lá dentro, já molhados, úmidos, ela tira eles se afastando e volta pra cima de mim sentando em cima da minha cara e se deixando cair até meu pau pra começar a chupar. Minha boca fica molhada de repente e o clitóris dela se perde entre meus lábios, de onde sai minha língua que entra e se mete entre os lábios flácidos da buceta dela. Sinto de repente meu pau molhado e acariciado pela língua dela, que brinca com a minha cabeça começando de repente a puxar com a boca meu pau já vermelho e meio dolorido. Ela começa a gritar depois dos sussurros e minha boca fica mais molhada do que a buceta dela desperdiça. Sinto como ela desce com a mão minha pele e abrindo o buraco da minha cabeça passa a ponta da língua limpando minha auréola coberta de porra na ponta. Abre a boca enfiando tudo lá dentro e continua chupando. Com minha boca toda molhada servindo de colchão pra buceta dela, me segurando na bunda dela com meus desejos que deslizam pra dentro, eu solto um grito qual acabei enchendo a boca dela com meu esperma e observando como ela toma absolutamente tudo. Fico exausto enquanto ela continua passando a língua como se fosse um pirulito no meu pau. Assim por uns minutos até que, ainda em cima de mim, ela se toca na minha boca pra gozar de novo, tiro a mão dela e chupo ela de novo pra ela gozar.
O que nunca imaginei era o quanto ela podia ser viciada, já que peço pra ir no banheiro mijar, e ela fica me olhando e eu sem pressa vou até lá, mas atrás entra ela me levando pro chuveiro. Lá ela se ajoelha e me pede pra mijar no peito dela. Ela fecha os olhos grandes com um sorrisinho, larga as duas mãos como quem oferece algo, empina o peito usando as grandes dimensões e eles se molham, deixando cair nos dois bicos gotas da chuva dourada que ela tanto gostava de fazer. Depois de mijar nela, ela se aproxima com os braços e volta a lamber meu pau com a desculpa de me limpar tudo. Me endurece de novo, e de forma quase animal eu abro as pernas dela, ela cai na banheira e eu atrás dela mergulho pra penetrar ela. Consigo rápido enquanto ela, entre desejos e êxtase, me pede pra parar e pensar em não gozar dentro dela, mas não oferece resistência, pelo contrário, me abraça e faz força pra aguentar meu pau penetrando a buceta dela. Tô com dificuldade de gozar de novo, já entrando umas 4 da manhã continuava penetrando ela enquanto beijava os peitos dela. Tiro o pau e viro ela, ela agora obediente faz isso e enfio dois dedos enquanto mordo a bunda dela. Ela grita pra eu abrir o armário, o que faço, e encontro um capuz cujo formato circular encaixava bem no cu dela. Enfio ele, enquanto masturbo ela com isso tocando a buceta dela com minhas mãos, deixando descansar meu pau já meio cansado. Os minutos passavam, eu tirava aquele capuz da bunda dela e enfiava meus dedos, cada vez doía mais... Assim continuei enfiando meus Quatro dedos e depois o capuz até que o cu dela já ardia e doía demais. Dava pra ver ele vermelho por dentro da brancura da pele dela. Foi assim que, vendo que as mãos dela já tremiam de tanto se apoiar dentro da banheira e o cu dela já vermelho e dolorido, eu tirei meus dedos que se moviam lá dentro, me segurei nela e comecei a penetrá-la analmente. Como uma besta, igual ela tinha me pedido enquanto eu fazia sexo oral nela.
Não durou muito penetrar o cu dela. Ela gemeu, começou a chorar, pediu pra eu tirar. Eu tirei, mas virei ela, segurando pela perna, e a penetrei, gozando dentro da buceta dela. Ela, quase desmaiando, não disse nem fez nada, só ficou quietinha. Eu gozei e deixei meu pau enfiado dentro dela, deitei no peito dela e, enquanto mal beijava o peito dela, senti que tinha me apaixonado.
Lembro com grande ironia que o melhor presente que deu a melhor sensação a uma mulher que eu pude captar foi uns buquês turquesa artificiais para Miriam Urrutia, minha ex-colega, a primeira com quem conheci o corpo feminino. Claro que, como a história conta, não rolou nada além de um desejo casual, mútuo numa tarde em que o tédio e a solidão venceram mais do que o amor e o sonho de algo juntos. Mas minha história, e relato, não é narrar um início sexual impróprio e pouco feliz com alguém de quem já mal lembro, graças a Deus, mas sim um romance que tive com uma mulher estranha (naquela época) florista, cuja fantasia preenchia minha vazia experiência amorosa naquele tempo.
Era meu primeiro ano sabático depois do colégio, com tudo o que isso significa para alguém de 20 anos numa zona urbana bem perto do centro da capital. A gente tinha se mudado recentemente por causa de um acordo de trabalho da minha mãe, que precisava, por razões contratuais, se estabelecer na área. Deixei meus amigos para trás, porque, pela distância, não os veria fácil. Deixei aquela garota, já quase mulher, que levou ou deixou algo muito meu, sendo nós dois participantes do mais maravilhoso que um ser humano pode dar: amor. Mas não quero ficar piegas e continuar meu relato, que lembro vividamente numa tarde-noite chuvosa...
Nunca aconteceu tudo num instante com vocês, e sentir que a vida estava conspirando contra vocês? Meu pai sempre esteve ausente na minha vida; se esse era o desejo dele, não reclamo. Ninguém nasce sendo pai, nem todos estão preparados para tal mérito. Minha mãe era supervisora numa clínica dermatológica no turno da noite nessa nova etapa das nossas vidas, então cabia a mim, como filho único que sou, passar a madrugada inteira sozinho, esperando por ela. Como um bom adolescente, ainda que um pouco tímido e ingênuo, saí naquela tarde nublada rumo a uns cinemas para passear, conhecer gente e me divertir um pouco. Mas tudo deu errado, ou melhor, não saiu como planejado, mas é assim que as coisas acontecem.
Quando terminei minha saída, a lua já abria caminho se intrometendo no sol e mostrando sua presença inevitável, já escurecia.
Os quarteirões que escolhi caminhar me pregaram uma peça, revelando seu percurso feio durante o anoitecer, por causa das pessoas, da falta de vida.
Uns homens, mais parecidos com almas saindo do anonimato da escuridão, roubaram todas as minhas coisas, o pouco que eu carregava, tudo.
Comecei a correr entre a chuvisqueira que tirava minha visibilidade e meu aparente esquecimento do caminho por causa do nervosismo do que tinha vivido.
Tropeco numa daquelas lajotas quebradas e saltadas da capital e machuco a perna caindo no chão, o que me acalma é que estava bem perto.
Cheguei ao hall do prédio e, sem chaves nem nada, fiquei nas escadas, tentando descansar do que aconteceu.
De repente... levanto a cabeça e vejo uma mão se estendendo procurando a minha. No meu rosto molhado e com a brisa das gotas me incomodando, mal enxergo a silhueta de uma mulher de meia-idade segurando um guarda-chuva e repetindo algumas palavras que eu mal conseguia entender por causa do meu estado de incredulidade e choque com o ocorrido.
Ela me levanta pela mão, perguntando o que tinha acontecido, e, quase com um instinto materno, puxa a manga da minha roupa para ver meu ferimento.
Ela me leva até um lugar na rua das flores e termina de fechar com chave, sempre com seu guarda-chuva colorido e cabo azul, mostrando e brincando com as cores da sua roupa cheia de flores de todos os tipos.
Eu, sem saber o que estava rolando, quase submisso pela minha inocência, a sigo, ou melhor, ela me leva pela mão por um quarteirão e meio e me enfia num primeiro andar.
Ela abre a porta e acende a luz, me faz sentar e deixa a bolsa para pegar produtos de primeiros socorros.
Ela me cura enquanto eu observo ela fazer isso. Ela pergunta por que eu fiquei fora do prédio. E diante da minha explicação, ela cedeu e me ofereceu um dos dois quartos dela pra eu passar a madrugada lá. Recusei por achar muito invasivo e, depois de cuidar do meu ferimento, fui embora agradecendo.
Voltei pra onde moro e esperei, igual um cachorrinho, no meio do som de uma noite cheia de trovões e relâmpagos, mas não aguentei mais de uma hora e meia. Já era madrugada de sexta-feira quando pensei em aceitar e pedir pra aquela mulher nobre o lugar que ela tinha me oferecido.
Voltei encharcado e desejando que aquela noite acabasse. Bati na porta enquanto sentia que, do outro lado, corriam o olho mágico pra ver quem era. Ela abriu a porta, se mostrando toda. Já trocada, usava uma camisola de cetim, tipo vestido, que chegava no chão. O cabelo solto e molhado — era outra mulher. Sem dizer uma palavra, me deixou entrar, depois fechou a porta e trancou. Me entregou uma toalha e tirou minha jaqueta toda molhada, levando pro quintal.
Tinha porta-retratos de uma senhora mais velha e dela, todos iguais. Ela me mostrou o quarto onde eu ficaria. Só tinha uma cama de solteiro e um criado-mudo, suficiente pra passar a noite e agradecer infinitas vezes.
Um silêncio profundo reinava na casa. Ela sumiu por um instante e eu comecei a secar meu cabelo com a toalha. Quando voltou, devolvi a toalha. Ela trouxe uma roupa na mão e deixou do meu lado. Segurou a toalha e me disse pra tirar a camiseta, que estava encharcada. Falei que não ia tirar, mesmo agradecendo, mas ela me puxou pela cintura e tirou à força. Depois, começou a me secar com a toalha. Eu não entendia a obsessão dela por mim, mas quando secava minhas costas ou meu peito, dava pra ver que por baixo da camisola ela não usava mais nada.
Me assustei, fiquei nervoso, quando ela passou a toalha na minha cintura, quase na altura do meu pelo pubiano. Ela disse que eu poderia ser filho dela, o que freou de vez minhas palpitações sobre o que eu tava imaginando de errado. entendia da situação. na minha frente, ela secava minhas costas nuas apoiando os peitos no meu peito. a respiração dela, calma e serena, eu sentia no meu ouvido direito, o roçar do corpo dela e o calor eram uma chama viva em mim prestes a explodir. ela soltou meu cinto e mandou eu ir ao banheiro me secar, mas uma mísera dose de sacanagem da minha parte me fez recusar, fingindo que minha perna doía muito e que eu não conseguia... ela me levantou da cadeira como quem pega uma criança pra passear e, com a frieza de quem já viveu isso, desabotoou meu zíper, deixando cair minha calça encharcada de água.
minhas pernas brancas, com pouco pelo e a vergonha da minha cueca molhada marcando a silhueta do meu pau... ela se ajoelhou, séria, desdenhosa diante de uma situação constrangedora pra mim. com a toalha, começou a esfregar minhas pernas, meu cu, pra me secar e limpar o ferimento. enquanto fazia isso, eu tentava não mostrar meu tesão, mas falhei, e numa esfregada dela, meu pau endureceu. ela viu, e eu comecei a me desculpar, pedindo perdão. fiquei muito nervoso, tentei me afastar, ela ficou brava, me chamando de exagerado. num descuido, ela puxou minha cueca molhada pra baixo e deixou meu pau exposto. abriu minhas pernas com a mão e passou a toalha, fazendo com que, mesmo eu me segurando, meu pau ficasse ainda mais duro. de repente, ela largou o pano já molhado por minha causa e me entregou a roupa. fiquei nu, sentado na cadeira, e ela foi pro banheiro. me aproximei da fechadura da porta e vi ela levantando a camisola com as mãos pra ir ao banheiro. depois, parou e se secou com papel entre as pernas. voltei pro assento ainda sem me vestir.
ela saiu em paz consigo mesma, como se tudo fosse natural. se surpreendeu que eu ainda estivesse nu e começou a me vestir ela mesma, fez isso sem sequer tocar uma vez no meu pau. depois de terminar, ela se virou e, intuitivamente, acariciei a bunda dela. ela tirou minha mão na hora e me levou pro quarto, onde Fecha a porta e se afasta para dormir.
Me deito e fico rolando, ainda com o pau duro do que vivi. Umas duas horas passam e, louco por mais, vou em silêncio até o quarto dela. Uma luz fraca sai da fechadura da porta trancada. Lá estava ela, apoiando a perna num dos móveis perto da cama, se depilando. Já não tinha nada vestido além do que dava pra ver até a cintura. Num dos movimentos dela, a buceta apareceu, lisinha, quase me convidando pra brincar com ela.
Eu tava explodindo, e não era pra menos. Mil ideias me vinham, desde bater uma ali mesmo até entrar e fazer amor com ela. Não sabia o que fazer, as pernas dela e a vulva quase pedindo sexo, paixão, tudo.
Como um bom covarde, voltei pro quarto tentar dormir. Menos ainda bater uma, senão ia deixar cheiro.
Já dormindo, acordo com um toque na bochecha. Abro os olhos e lá estava ela, sentada de camisola. Séria, me pergunta se eu estive espiando no corredor. Nego com a cabeça, mas ela, desconfiada e puta, mete a mão debaixo do lençol e, num instante, enfia dentro da cueca que ela tinha me emprestado. Ela agarra minhas bolas, apertando, e repete se eu estive espiando e por quê.
Com a dor, confesso que sim, que vi ela se depilando e fiquei excitado com aquilo. Ela para de apertar e começa a passar a mão de um jeito que meu pau endurece na hora. Ela sorri, me desnuda e começa a puxar, batendo uma pra mim enquanto eu começo a gozar e me agarro na cabeceira da cama.
Tiro a mão da cabeceira e acaricio os peitos dela por cima do vestido, mas ela pega minha mão e enfia dentro do camisola, tocando o mamilo enorme dela, sentindo a auréola enrugada no meio daqueles peitos enormes e carnudos que mal cabiam na minha mão. Ela puxava mais forte, apertando minha cabeça e descendo a pele pra estimular meu esperma. Eu, quase como um reflexo, me agarrava no peito dela com Uma mão e de vez em quando eu beliscava o mamilo dela, me segurando nele. A coisa começou a ficar mais frenética, comecei a exigir que ela começasse a chupar meu pau, ela sem soltar a mão do meu pau tira com a outra a camisola dela com minha ajuda, ficando nua. Para de se sentar, levanta e volta, mas se ajoelha na cama do meu lado, abre as pernas e enquanto me masturba, eu tento acariciar a bunda dela, mas excitada, ela estica uma das pernas se abrindo de um jeito que pega minha mão e leva até a buceta dela e tenta enfiar pra dentro. Começo e sinto que de repente meus dedos estavam dentro dela, eu tava penetrando ela daquele jeito e enquanto ela começava a gemer pela própria paixão, ela se contrai em minha direção deixando os peitos caírem no meu rosto, o que faz eu abrir a boca e começar a lamber, me alimentando dos peitos dela, mastigando, mostrando os dentes, esticava eles, passava minha língua pra acalmar a ardência das mordidas. Abria a boca tentando chupar o máximo possível o peito dela. Parece que com o movimento dos meus dedos lá dentro, já molhados, úmidos, ela tira eles se afastando e volta pra cima de mim sentando em cima da minha cara e se deixando cair até meu pau pra começar a chupar. Minha boca fica molhada de repente e o clitóris dela se perde entre meus lábios, de onde sai minha língua que entra e se mete entre os lábios flácidos da buceta dela. Sinto de repente meu pau molhado e acariciado pela língua dela, que brinca com a minha cabeça começando de repente a puxar com a boca meu pau já vermelho e meio dolorido. Ela começa a gritar depois dos sussurros e minha boca fica mais molhada do que a buceta dela desperdiça. Sinto como ela desce com a mão minha pele e abrindo o buraco da minha cabeça passa a ponta da língua limpando minha auréola coberta de porra na ponta. Abre a boca enfiando tudo lá dentro e continua chupando. Com minha boca toda molhada servindo de colchão pra buceta dela, me segurando na bunda dela com meus desejos que deslizam pra dentro, eu solto um grito qual acabei enchendo a boca dela com meu esperma e observando como ela toma absolutamente tudo. Fico exausto enquanto ela continua passando a língua como se fosse um pirulito no meu pau. Assim por uns minutos até que, ainda em cima de mim, ela se toca na minha boca pra gozar de novo, tiro a mão dela e chupo ela de novo pra ela gozar.
O que nunca imaginei era o quanto ela podia ser viciada, já que peço pra ir no banheiro mijar, e ela fica me olhando e eu sem pressa vou até lá, mas atrás entra ela me levando pro chuveiro. Lá ela se ajoelha e me pede pra mijar no peito dela. Ela fecha os olhos grandes com um sorrisinho, larga as duas mãos como quem oferece algo, empina o peito usando as grandes dimensões e eles se molham, deixando cair nos dois bicos gotas da chuva dourada que ela tanto gostava de fazer. Depois de mijar nela, ela se aproxima com os braços e volta a lamber meu pau com a desculpa de me limpar tudo. Me endurece de novo, e de forma quase animal eu abro as pernas dela, ela cai na banheira e eu atrás dela mergulho pra penetrar ela. Consigo rápido enquanto ela, entre desejos e êxtase, me pede pra parar e pensar em não gozar dentro dela, mas não oferece resistência, pelo contrário, me abraça e faz força pra aguentar meu pau penetrando a buceta dela. Tô com dificuldade de gozar de novo, já entrando umas 4 da manhã continuava penetrando ela enquanto beijava os peitos dela. Tiro o pau e viro ela, ela agora obediente faz isso e enfio dois dedos enquanto mordo a bunda dela. Ela grita pra eu abrir o armário, o que faço, e encontro um capuz cujo formato circular encaixava bem no cu dela. Enfio ele, enquanto masturbo ela com isso tocando a buceta dela com minhas mãos, deixando descansar meu pau já meio cansado. Os minutos passavam, eu tirava aquele capuz da bunda dela e enfiava meus dedos, cada vez doía mais... Assim continuei enfiando meus Quatro dedos e depois o capuz até que o cu dela já ardia e doía demais. Dava pra ver ele vermelho por dentro da brancura da pele dela. Foi assim que, vendo que as mãos dela já tremiam de tanto se apoiar dentro da banheira e o cu dela já vermelho e dolorido, eu tirei meus dedos que se moviam lá dentro, me segurei nela e comecei a penetrá-la analmente. Como uma besta, igual ela tinha me pedido enquanto eu fazia sexo oral nela.
Não durou muito penetrar o cu dela. Ela gemeu, começou a chorar, pediu pra eu tirar. Eu tirei, mas virei ela, segurando pela perna, e a penetrei, gozando dentro da buceta dela. Ela, quase desmaiando, não disse nem fez nada, só ficou quietinha. Eu gozei e deixei meu pau enfiado dentro dela, deitei no peito dela e, enquanto mal beijava o peito dela, senti que tinha me apaixonado.
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