As semanas foram passando, eu continuava almoçando com o Luisito e ele continuava me acompanhando até o ponto do ônibus. A gente não falou sobre a noite na casa do irmão dele e, com o tempo, entendi que foi um sonho, quente e molhado, mas um sonho.
Na academia, eu tava indo bem, em todos os sentidos. Voltei a pegar o ritmo, meu corpo tava se moldando do jeito que eu queria. Chamei a atenção de dois ou três caras, até que eles se dignaram a olhar pra minha bunda quando eu fazia agachamento ou glúteo, já que minhas recusas pra sair com eles eram bem firmes.
O Nahuel também não deu mais em cima de mim. O Alberto aparecia raramente. Meu "namorado" me largou, mas não fiquei mal nem nada, porque já tava esperando. A gente era colega desde o jardim de infância e eu conhecia ele bem demais pra saber quando ele ia fazer uma jogada dessas. Boa sorte pra ele!!
Um dia, quando voltei do trabalho, encontrei duas das minhas melhores amigas tomando chimarrão com a minha mãe. A gente se cumprimentou e eu sentei com elas. Tive que fazer um resumo da minha vida nos últimos meses que a gente não se via e pular as partes do meu sonho com o Luisito só porque a minha mãe tava perto. Eu tinha comentado, de passagem, que o Luisito me chamava a atenção (por causa da rola que ele tem), mas não queria nada sério, ainda mais depois do meu ex. Combinamos de sair no sábado, pra uma das baladas mais importantes de Ramos Mejía, a famosa Pinar de Rocha.
Durante a semana, enquanto almoçava com o Luisito, falei pra ele ir no sábado:
- Com umas amigas, a gente vai pro Pinar no sábado, por que você não vem com seus amigos? De quebra, se você gostar de alguma das minhas amigas, te apresento!
- Esse sábado? Acho que não tenho nada, depois falo com meus amigos e te respondo amanhã, tá bom?
- Beleza, então - tentando ver quais eram as intenções dele, insisti de novo - Você vai ver que quando olhar pras minhas amigas, vai ficar doido!!
- Com você já fico
A resposta dele me desmontou, e ele percebeu, porque continuou falando de outro assunto, um dos rumores sobre uma cliente importante que a fábrica tinha. Não tocou mais no assunto. O assunto: quando terminou o horário de almoço, cada um voltou pro seu trampo.
Poucas horas depois, no escritório, o Nahuel chega com um buquê de flores. Tentei recusar, mas ele disse que não era dele, e sim de um "cliente". O buquê era umas calas brancas lindas (sim, eu gosto dessas flores, mesmo que associem a defunto) com um cartão que dizia: "Obrigado por alegrar minha manhã, em cada visita que você me faz. Mariano". Uopa. Mariano era o dono de uma marca de roupa importante, que fazia os bordados com a gente. Mas o cara era casado, tinha uma família linda com três filhos pequenos, mas mesmo com seus 50 anos era um coroa gostoso, sempre bronzeado, em boa forma e com MUITA grana. O presente me surpreendeu, e não só a mim. Vocês precisavam ver a cara do Luisito quando passou do meu lado e viu o buquê de flores.
Naquela mesma tarde, na saída, me deparo com um carrão estacionado na porta da fábrica. Um lindo Mitsubishi Eclipse cinza prateado, e encostado nele, o dono do buquê de flores.
- Oi, gostosa, como cê tá? Gostou das flores?
- Oi, Mariano, tô bem, cansada, amei as flores, são minhas preferidas.
- Eu sei, seu amigo me contou ontem quando liguei pra ele e contei minhas intenções! Espero que não fique brava.
- Depois desse buquê enorme de calas, não fico brava com nada. Mas vou falar com aquele dedo-duro!
- Hahahaha, ele me disse que você ia ficar puta com ele. Vai pra casa? Sobe que te levo.
Não foi uma pergunta, ele mandou eu subir no carro e eu não consegui resistir. O cheiro do perfume importado dele tomava conta do carro inteiro, misturado com o cheiro de couro do banco. Ele ia devagar, com música de fundo, falando do trânsito, do dia, de coisas sem importância. A poucas quadras da minha casa, a conversa virou pra mim:
- Você mudou minhas manhãs desde o primeiro dia que pisou na minha empresa.
- Tanto assim? Vou só uns minutos e depois vou embora!! Cê tá exagerando um pouco. capas
- Para nada, gostosa. No primeiro dia que você chegou, entrou com aquele passo decidido de sempre e me enlouqueceu. Não paro de pensar em você um dia sequer!
- Mas você é casado, Mariano, tem filhos, e eu, pela minha idade, poderia ser uma delas.
- Mas não é. E sim, sou casado, mas não posso evitar. Tenho filhos, e daí?
- É que não sei, isso é errado. Sua esposa é linda.
- Mas não como você. Você é uma princesa, doce mas temperamental, e isso me deixa louco, louco de verdade. Não vou largar minha esposa, são muitos anos, mas também não quero te perder.
- Mariano, não se ofenda, mas você não pode perder algo que não tem.
- Tem razão. Vamos jantar, você e eu. Hoje à noite, umas 21h passo para te buscar.
- Não, você é casado, não dá.
- Fica linda, minha menina, às 21h passo. Te vejo hoje à noite.
Mariano é o tipo de pessoa que não aceita um não. É a filosofia dele nos negócios e, pelo visto, na vida também. Não me deixou espaço ou lugar para dizer não. Depois de confirmar minha presença, atendeu uma ligação e não me deixou recusar o convite. Assim que entrei em casa, liguei pro meu amigo e xinguei ele pra caralho, mas contei o que tinha acontecido na volta pra casa, e ele me disse que Mariano é insistente, mas respeitoso, e que nada aconteceria que eu não quisesse. Só que, quando Mariano te convida pra sair, você tem que se arrumar toda, nada de restaurante meia-boca, é sempre o melhor do melhor. Tinha duas horas até ele passar pra me buscar, então cumprimentei minha mãe e fui tomar um banho. Retoquei a depilação, não porque pensasse em comer ele, mas senti necessidade de fazer, então me depilei toda, tirando a linha de pelos que deixava em cima da minha buceta. Abri o guarda-roupa, tinha exatamente uma hora para decidir o que vestir. Peguei uma calça jeans, mas lembrei do que meu amigo disse: "se arrumar toda, o melhor do melhor", então guardei de volta. Aí vi ele: o conjunto de roupas que tenho guardado. Para o doutor Minbielle, um neurocirurgião que tem uma queda por novinhas que se vestem de forma sexy.
Depois de me trocar e me pintar, me olhei no espelho. Até eu mesma me dava. A camisa lilás com os dois últimos botões abertos deixava ver o sutiã preto com renda violeta. Por baixo, tinha a tanga do mesmo conjunto, com uma saia curta preta e justa, mas bem curtinha, só dois dedos abaixo da bunda. Pra agasalhar, já que começava a fazer frio, escolhi uma jaqueta de couro preta colada no corpo. E nos pés, coloquei os únicos sapatos de salto alto que tenho.
Quando saí do quarto, me deparei com meu irmão, que soltou aquele comentário típico de irmão mais velho ciumento: "Vai sair na rua assim, toda putona? Para de palhaçada e vai se trocar." E minha resposta de sempre: "Vai tomar no cu, Martin, não sou sua namorada." Minha resposta sempre acertava em cheio, porque minha cunhada me ouvia e começava a rir, e dessa vez ela disse que se a pessoa com quem eu estava saindo não se sentisse atraído por mim, era viado ou um baita de um otário.
Às 21h em ponto, ouvi a buzina do carro do Mariano. Ele me esperava lá dentro, já que vocês podem imaginar a reação do idiota do meu irmão e do meu pai se me vissem saindo com um cara da idade do meu pai. Quando estava quase chegando no carro, ele desceu, me cumprimentou com um beijo na bochecha, acompanhado de um "você está linda, gata", e me abriu a porta. Quando subi, a saia subiu um pouco mais do que eu queria, mas os olhos do Mariano não viram nada além dos meus. "Ele é muito respeitoso", lembrei.
O trajeto durou um pouco, embora tenhamos atravessado toda a Capital pela rodovia a uma velocidade que me dava arrepios. Chegamos a um restaurante lindo, exclusivo e caríssimo em Puerto Madero. O cara do manobrista abriu a porta pra mim e me deu uma olhada de cima a baixo, deve ter pensado que eu era uma acompanhante VIP novinha ao lado de um velho. Entramos e a maître, na verdade a maître, nos acompanhou até a mesa. Mesa. O Mariano pediu uma garrafa de vinho sem nem olhar o cardápio e depois me entregou pra eu escolher o que comer. Não fazia a menor ideia do que escolher, então deixei ele decidir por mim.
A gente conversou sobre a vida, música, carros. Em nenhum momento durante o jantar delicioso que tivemos, ele deu em cima de novo. Nenhuma alusão sexual ou erótica.
— Você tá linda, pequena.
— Valeu pelo elogio, mas se continuar me chamando de pequena, vai parecer um velho tarado pedófilo.
— Kkkkkkk, "pequena" é carinhoso, como você prefere que eu te chame?
— Ana? Ani?
— "Preciosa" eu gosto mais.
— É menos pedófilo que "pequena".
— Kkkkkkk não fica na defensiva, te respeito só pelo fato de ser mulher. Uma mulher incrível, por sinal.
— Valeu, você também.
— Eu também o quê? Melhor a gente tomar algo, vem, vamos caminhar.
— Melhor, ele me deixou sem graça, "também o quê"? que porra tava acontecendo comigo? nunca nenhum homem conseguiu me intimidar, mas ele tinha algo especial, algo que não sei o quê, mas me dominava. Caminhamos um pouco por Puerto Madero, ele me mostrou o prédio que tavam construindo, enquanto dizia que no 16º andar ia ter o próprio apartamento que usaria como escritório. Pra eu olhar pra cima, a gente deu um passo pra trás e ele me segurou pela cintura. As mãos dele na minha cintura me arrepiaram toda, e se não fosse pela escuridão naquela área, ele teria visto como os pelinhos da nuca ficaram em pé.
A gente continuou andando, e vimos um carro balançando de um lado pro outro. Parece que um casal não aguentou a vontade e tava se pegando. Isso me fez lembrar do sonho que tive com o Luisito, os gemidos da cunhada e o baita gostoso que caminhava do meu lado. Eu tentava, mas não conseguia desviar o olhar do carro. O Mariano percebeu e me perguntou "vamos?" e eu, sem prestar atenção, aceitei. Ele me pegou pela mão e entrou num prédio. Acenou pro segurança com a cabeça e a gente entrou. Elevador. Assim que as portas se fecharam, ele me beija e eu, sem saber por quê, devolvo o beijo. Enquanto me beija, acaricia minhas costas, tem mãos grandes e macias. O elevador para e entramos num corredor, ele enfiou a mão no casaco e tirou uma chave, que abriu uma porta, que se fechou atrás de nós. Ele me beija de novo na boca, e percorre meu corpo com as mãos, acariciando dos meus ombros até minha cintura. Me pega pela mão e me leva até uma janelona que dava pra reserva ecológica. Tirei minha jaqueta e joguei no chão acarpetado.
Quando me viro, procurando ele entre as sombras, ele se aproxima pelo lado e me beija de novo. Me apoia contra o vidrão. Com minhas mãos, pego no cabelo dele e acaricio. Ele beija meu pescoço, minha orelha, saboreia e chupa o lóbulo com possessão, me arrepia quando fazem isso. Desabotoo a camisa dele, mas ele não faz o mesmo. Na escuridão não consigo ver o rosto dele, mas sinto o peito torneado. Desabotoo a calça dele e deixo cair pelo próprio peso no chão, ele tira. Tenho ele na minha frente, pelado e só de cueca. Eu ainda estou vestida, mas por pouco tempo.
Ele parte pra cima de novo. Me beija de novo, quero abraçar ele, mas ele puxa meus braços e apoia contra o vidrão. Começa a desabotoar minha camisa, mas o tesão fala mais alto e arranca ela de uma vez, os botões caem no chão, não ligo. Meus peitos ficam à mostra, cobertos pelo sutiã. "Que peitos lindos você tem, pequena." Dessa vez o "pequena" não me irrita, me excita. Ele desabotoa meu sutiã. Me apalpa os peitos, massageia, aperta, torce os bicos e eu me arrepio. Ele nota, sente, me vira e me apoia de frente pro vidrão. Não importa se alguém me vê, que me veja. Ele está atrás de mim, abaixa minha saia e minha bunda empinada fica à vista dele, estogo entregue, quero que ele me coma bem comido.
Sinto ele apalpar minha bunda, arranca minha calcinha fio dental com as mãos. Fico molhada, estou com muito tesão e molhada. Ele pega em mim, sinto teu pau duro entre minhas nádegas. Me beija as costas, o pescoço e aperta meus peitos. Sinto um calor no corpo todo que me deixa louca. Passa a língua, me beija as costas, chega no meu cu virgem. Separa minhas bandas, passa o nariz pelo meu buraco, tô toda entregue. A língua dele percorre e saboreia o buraco do meu cu, que sem saber por que se dilata. Quero ele dentro de mim, quero que me coma, mas me faz implorar. Me dá uma linguada na minha buceta, meus lábios se abrem, continuo me molhando, mete um dedo na minha buceta e a outra mão acaricia meu clitóris, primeiro devagar e depois com frenesi, me arqueio, colo mais o peito na janela, não aguento mais e gozo uma, duas, três vezes seguidas, não solta meu clitóris, não para de saborear minha buceta. Quero me virar mas ele não deixa. "Garota, vou te comer como nunca te comeram", me excita. Sinto o pau duro, a cabeça roçando minha buceta, ele guia com a mão e passo a passo abre caminho entre meus lábios da buceta abertos. Se crava no fundo do meu ser e eu gemo, gemo de prazer. Uma, duas, três, quatro, cinco penetrações fundas sem parar, tira ele por completo e instintivamente jogo a raba pra trás, ele mete de novo e tira por completo, uma, duas, três até sete vezes, tira e coloca completamente. Sinto meu corpo tenso, quero mais, tô quente, não aguento mais. Ele mete de uma vez e sinto como se quase as bolas entrassem por completo. Gozo mais duas vezes, seguidas, minhas pernas amolecem. Ele pressente, me agarra pela cintura e me coloca num sofá que até então eu não tinha visto. Me deita de costas, toca meus peitos e volta a esfregar o pau na minha buceta, imploro que me coma, quero sentir ele dentro.
- Gosta assim, garota?
- Adoro, me come por favor, não aguento mais, me come.
- Você é minha puta?
- Sou sua puta, toda sua, me come.
Sem pedir mais, ele enfia Mete, sinto as bolas dele batendo na minha bunda. Ele me fode com posse e selvageria, me dói, mas me dá mais prazer que dor. Ele me come naquela posição. Entra uma vez e outra, por vários minutos que pareceram horas. Perdi a noção do tempo, meu corpo descarregava prazer uma vez e outra, eu me molhava, tive uma série incontável de orgasmos.
Peço pra ele gozar dentro, quero sentir o esperma grosso dele me encher toda, tomo pílulas, deixo claro, e isso deixa ele a mil. Sinto as estocadas profundas cada vez mais fortes, sinto a respiração ofegante dele e, depois de um grunhido, ele descarrega o esperma grosso dentro de mim, me enche a pussy de porra e eu gozo de novo, três vezes seguidas, minha porra se mistura com a dele. Eu não aguento mais. Ele sai de dentro de mim e se senta no sofá. Eu toco na minha pussy, e ainda tenho meus lábios abertos. Ele me partiu ao meio, como disse. Me comeu como nunca tinham me comido. Chego perto dele, beijo a boca dele enquanto toco na cock dele. Desço até aquela cock linda que me arrancou tantos orgasmos, chupo ela, posso sentir restos de porra dele e meus sucos. Amo a combinação de sabores. Enquanto chupo, enquanto passo minha língua das bolas dele até a cabeça, enquanto enfio toda aquela cock majestosa na boca, ele suspira:
- Que girl slut que você é. Amo como você é, assim bem slut, amo que você se entrega, amo o sabor da sua pussy, do seu cu. Vou comer esse seu cu, ouviu? Mmmm assim, garota, chupa assim, você é uma head master de luxo... mmmmm assim assim, continua assim, garota
Todas as palavras dele me acenderam, pude notar que ainda estava molhada. Enquanto chupava, enquanto me engasgava com a cock dele, eu me tocava, estava louca, não me reconhecia. Ele se levanta antes de gozar, e aquela rapidez fez a pica escapar da minha boca. Ele me agarra pelos cabelos e me obriga a ficar de pé. Aquela violência, estranha pra mim, me deixou louca. Ele me tratava como a slut dele e me esquentava. Ele me levou até a cama, a poucos metros de onde estávamos, me joguei de bruços e ele me obrigou a ficar de quatro. Ele estava duro de novo, apoiou a cabeça da piroca na minha bunda. "Sou virgem de cu, por favor", imploro, ele aceita, "Hoje à noite não, mas da próxima vez vou te comer no cu a noite toda, puta". Isso me excita, me deixa a mil. Sem pensar, sem hesitar, ele enfia na minha buceta de uma vez, uma, duas, três, quatro estocadas até o fundo. Eu sentia que morria de prazer, não conseguia parar de gemer e gritar como uma puta de pornô, ele continuava me comendo como um louco, segurando minha cintura e dando tapas na minha bunda. Sentia as nádegas ardendo, não doía, eu curtia, pedia mais e ele atendia meus pedidos. Ele me comeu por vários minutos, e eu não parava de gozar, uma vez atrás da outra. Ele tirou a piroca da minha buceta, enfiou na minha boca e começou a me comer sem dó. Eu engasgava, pensei que ia vomitar, meus olhos lacrimejavam de sufocar com aquela piroca. Ele me dava tapas e me puxava pelos cabelos de novo para enfiar a piroca até o fundo da minha garganta. Vi ele gozar, vi a expressão no rosto dele no momento exato em que três jatos enormes de porra acertaram em cheio minha cara.
Ele se jogou para o lado e eu fiquei saboreando cada gota de porra. A gente dormiu. Não sei quantas horas passaram até o despertador tocar. Eram 7 horas. Olhei para o lado e não tinha ninguém. Levantei, chamei ele, mas ele não respondeu. Encontrei em cima da mesa de vidro da sala uma caixa com uma carta.
"Gata, adorei a noite passada. Tive que sair cedo e como você dormia como um anjo, não quis te acordar. Na caixa tem um conjunto da Victoria's Secret que me atrevi a comprar depois do acidente com o seu — sim, acidental — e uma camisa que, pelo visto, a sua rasgou. Toma um banho tranquila, às 8 um táxi vai te buscar para te levar à fábrica, já está pago. A chave deixa com o Segurança lá embaixo, ele já foi avisado.
Espero que você tenha se divertido tanto quanto eu, vai saber de mim em breve.
Beijos, gostosa. Mariano
Na academia, eu tava indo bem, em todos os sentidos. Voltei a pegar o ritmo, meu corpo tava se moldando do jeito que eu queria. Chamei a atenção de dois ou três caras, até que eles se dignaram a olhar pra minha bunda quando eu fazia agachamento ou glúteo, já que minhas recusas pra sair com eles eram bem firmes.
O Nahuel também não deu mais em cima de mim. O Alberto aparecia raramente. Meu "namorado" me largou, mas não fiquei mal nem nada, porque já tava esperando. A gente era colega desde o jardim de infância e eu conhecia ele bem demais pra saber quando ele ia fazer uma jogada dessas. Boa sorte pra ele!!
Um dia, quando voltei do trabalho, encontrei duas das minhas melhores amigas tomando chimarrão com a minha mãe. A gente se cumprimentou e eu sentei com elas. Tive que fazer um resumo da minha vida nos últimos meses que a gente não se via e pular as partes do meu sonho com o Luisito só porque a minha mãe tava perto. Eu tinha comentado, de passagem, que o Luisito me chamava a atenção (por causa da rola que ele tem), mas não queria nada sério, ainda mais depois do meu ex. Combinamos de sair no sábado, pra uma das baladas mais importantes de Ramos Mejía, a famosa Pinar de Rocha.
Durante a semana, enquanto almoçava com o Luisito, falei pra ele ir no sábado:
- Com umas amigas, a gente vai pro Pinar no sábado, por que você não vem com seus amigos? De quebra, se você gostar de alguma das minhas amigas, te apresento!
- Esse sábado? Acho que não tenho nada, depois falo com meus amigos e te respondo amanhã, tá bom?
- Beleza, então - tentando ver quais eram as intenções dele, insisti de novo - Você vai ver que quando olhar pras minhas amigas, vai ficar doido!!
- Com você já fico
A resposta dele me desmontou, e ele percebeu, porque continuou falando de outro assunto, um dos rumores sobre uma cliente importante que a fábrica tinha. Não tocou mais no assunto. O assunto: quando terminou o horário de almoço, cada um voltou pro seu trampo.
Poucas horas depois, no escritório, o Nahuel chega com um buquê de flores. Tentei recusar, mas ele disse que não era dele, e sim de um "cliente". O buquê era umas calas brancas lindas (sim, eu gosto dessas flores, mesmo que associem a defunto) com um cartão que dizia: "Obrigado por alegrar minha manhã, em cada visita que você me faz. Mariano". Uopa. Mariano era o dono de uma marca de roupa importante, que fazia os bordados com a gente. Mas o cara era casado, tinha uma família linda com três filhos pequenos, mas mesmo com seus 50 anos era um coroa gostoso, sempre bronzeado, em boa forma e com MUITA grana. O presente me surpreendeu, e não só a mim. Vocês precisavam ver a cara do Luisito quando passou do meu lado e viu o buquê de flores.
Naquela mesma tarde, na saída, me deparo com um carrão estacionado na porta da fábrica. Um lindo Mitsubishi Eclipse cinza prateado, e encostado nele, o dono do buquê de flores.
- Oi, gostosa, como cê tá? Gostou das flores?
- Oi, Mariano, tô bem, cansada, amei as flores, são minhas preferidas.
- Eu sei, seu amigo me contou ontem quando liguei pra ele e contei minhas intenções! Espero que não fique brava.
- Depois desse buquê enorme de calas, não fico brava com nada. Mas vou falar com aquele dedo-duro!
- Hahahaha, ele me disse que você ia ficar puta com ele. Vai pra casa? Sobe que te levo.
Não foi uma pergunta, ele mandou eu subir no carro e eu não consegui resistir. O cheiro do perfume importado dele tomava conta do carro inteiro, misturado com o cheiro de couro do banco. Ele ia devagar, com música de fundo, falando do trânsito, do dia, de coisas sem importância. A poucas quadras da minha casa, a conversa virou pra mim:
- Você mudou minhas manhãs desde o primeiro dia que pisou na minha empresa.
- Tanto assim? Vou só uns minutos e depois vou embora!! Cê tá exagerando um pouco. capas
- Para nada, gostosa. No primeiro dia que você chegou, entrou com aquele passo decidido de sempre e me enlouqueceu. Não paro de pensar em você um dia sequer!
- Mas você é casado, Mariano, tem filhos, e eu, pela minha idade, poderia ser uma delas.
- Mas não é. E sim, sou casado, mas não posso evitar. Tenho filhos, e daí?
- É que não sei, isso é errado. Sua esposa é linda.
- Mas não como você. Você é uma princesa, doce mas temperamental, e isso me deixa louco, louco de verdade. Não vou largar minha esposa, são muitos anos, mas também não quero te perder.
- Mariano, não se ofenda, mas você não pode perder algo que não tem.
- Tem razão. Vamos jantar, você e eu. Hoje à noite, umas 21h passo para te buscar.
- Não, você é casado, não dá.
- Fica linda, minha menina, às 21h passo. Te vejo hoje à noite.
Mariano é o tipo de pessoa que não aceita um não. É a filosofia dele nos negócios e, pelo visto, na vida também. Não me deixou espaço ou lugar para dizer não. Depois de confirmar minha presença, atendeu uma ligação e não me deixou recusar o convite. Assim que entrei em casa, liguei pro meu amigo e xinguei ele pra caralho, mas contei o que tinha acontecido na volta pra casa, e ele me disse que Mariano é insistente, mas respeitoso, e que nada aconteceria que eu não quisesse. Só que, quando Mariano te convida pra sair, você tem que se arrumar toda, nada de restaurante meia-boca, é sempre o melhor do melhor. Tinha duas horas até ele passar pra me buscar, então cumprimentei minha mãe e fui tomar um banho. Retoquei a depilação, não porque pensasse em comer ele, mas senti necessidade de fazer, então me depilei toda, tirando a linha de pelos que deixava em cima da minha buceta. Abri o guarda-roupa, tinha exatamente uma hora para decidir o que vestir. Peguei uma calça jeans, mas lembrei do que meu amigo disse: "se arrumar toda, o melhor do melhor", então guardei de volta. Aí vi ele: o conjunto de roupas que tenho guardado. Para o doutor Minbielle, um neurocirurgião que tem uma queda por novinhas que se vestem de forma sexy.
Depois de me trocar e me pintar, me olhei no espelho. Até eu mesma me dava. A camisa lilás com os dois últimos botões abertos deixava ver o sutiã preto com renda violeta. Por baixo, tinha a tanga do mesmo conjunto, com uma saia curta preta e justa, mas bem curtinha, só dois dedos abaixo da bunda. Pra agasalhar, já que começava a fazer frio, escolhi uma jaqueta de couro preta colada no corpo. E nos pés, coloquei os únicos sapatos de salto alto que tenho.
Quando saí do quarto, me deparei com meu irmão, que soltou aquele comentário típico de irmão mais velho ciumento: "Vai sair na rua assim, toda putona? Para de palhaçada e vai se trocar." E minha resposta de sempre: "Vai tomar no cu, Martin, não sou sua namorada." Minha resposta sempre acertava em cheio, porque minha cunhada me ouvia e começava a rir, e dessa vez ela disse que se a pessoa com quem eu estava saindo não se sentisse atraído por mim, era viado ou um baita de um otário.
Às 21h em ponto, ouvi a buzina do carro do Mariano. Ele me esperava lá dentro, já que vocês podem imaginar a reação do idiota do meu irmão e do meu pai se me vissem saindo com um cara da idade do meu pai. Quando estava quase chegando no carro, ele desceu, me cumprimentou com um beijo na bochecha, acompanhado de um "você está linda, gata", e me abriu a porta. Quando subi, a saia subiu um pouco mais do que eu queria, mas os olhos do Mariano não viram nada além dos meus. "Ele é muito respeitoso", lembrei.
O trajeto durou um pouco, embora tenhamos atravessado toda a Capital pela rodovia a uma velocidade que me dava arrepios. Chegamos a um restaurante lindo, exclusivo e caríssimo em Puerto Madero. O cara do manobrista abriu a porta pra mim e me deu uma olhada de cima a baixo, deve ter pensado que eu era uma acompanhante VIP novinha ao lado de um velho. Entramos e a maître, na verdade a maître, nos acompanhou até a mesa. Mesa. O Mariano pediu uma garrafa de vinho sem nem olhar o cardápio e depois me entregou pra eu escolher o que comer. Não fazia a menor ideia do que escolher, então deixei ele decidir por mim.
A gente conversou sobre a vida, música, carros. Em nenhum momento durante o jantar delicioso que tivemos, ele deu em cima de novo. Nenhuma alusão sexual ou erótica.
— Você tá linda, pequena.
— Valeu pelo elogio, mas se continuar me chamando de pequena, vai parecer um velho tarado pedófilo.
— Kkkkkkk, "pequena" é carinhoso, como você prefere que eu te chame?
— Ana? Ani?
— "Preciosa" eu gosto mais.
— É menos pedófilo que "pequena".
— Kkkkkkk não fica na defensiva, te respeito só pelo fato de ser mulher. Uma mulher incrível, por sinal.
— Valeu, você também.
— Eu também o quê? Melhor a gente tomar algo, vem, vamos caminhar.
— Melhor, ele me deixou sem graça, "também o quê"? que porra tava acontecendo comigo? nunca nenhum homem conseguiu me intimidar, mas ele tinha algo especial, algo que não sei o quê, mas me dominava. Caminhamos um pouco por Puerto Madero, ele me mostrou o prédio que tavam construindo, enquanto dizia que no 16º andar ia ter o próprio apartamento que usaria como escritório. Pra eu olhar pra cima, a gente deu um passo pra trás e ele me segurou pela cintura. As mãos dele na minha cintura me arrepiaram toda, e se não fosse pela escuridão naquela área, ele teria visto como os pelinhos da nuca ficaram em pé.
A gente continuou andando, e vimos um carro balançando de um lado pro outro. Parece que um casal não aguentou a vontade e tava se pegando. Isso me fez lembrar do sonho que tive com o Luisito, os gemidos da cunhada e o baita gostoso que caminhava do meu lado. Eu tentava, mas não conseguia desviar o olhar do carro. O Mariano percebeu e me perguntou "vamos?" e eu, sem prestar atenção, aceitei. Ele me pegou pela mão e entrou num prédio. Acenou pro segurança com a cabeça e a gente entrou. Elevador. Assim que as portas se fecharam, ele me beija e eu, sem saber por quê, devolvo o beijo. Enquanto me beija, acaricia minhas costas, tem mãos grandes e macias. O elevador para e entramos num corredor, ele enfiou a mão no casaco e tirou uma chave, que abriu uma porta, que se fechou atrás de nós. Ele me beija de novo na boca, e percorre meu corpo com as mãos, acariciando dos meus ombros até minha cintura. Me pega pela mão e me leva até uma janelona que dava pra reserva ecológica. Tirei minha jaqueta e joguei no chão acarpetado.
Quando me viro, procurando ele entre as sombras, ele se aproxima pelo lado e me beija de novo. Me apoia contra o vidrão. Com minhas mãos, pego no cabelo dele e acaricio. Ele beija meu pescoço, minha orelha, saboreia e chupa o lóbulo com possessão, me arrepia quando fazem isso. Desabotoo a camisa dele, mas ele não faz o mesmo. Na escuridão não consigo ver o rosto dele, mas sinto o peito torneado. Desabotoo a calça dele e deixo cair pelo próprio peso no chão, ele tira. Tenho ele na minha frente, pelado e só de cueca. Eu ainda estou vestida, mas por pouco tempo.
Ele parte pra cima de novo. Me beija de novo, quero abraçar ele, mas ele puxa meus braços e apoia contra o vidrão. Começa a desabotoar minha camisa, mas o tesão fala mais alto e arranca ela de uma vez, os botões caem no chão, não ligo. Meus peitos ficam à mostra, cobertos pelo sutiã. "Que peitos lindos você tem, pequena." Dessa vez o "pequena" não me irrita, me excita. Ele desabotoa meu sutiã. Me apalpa os peitos, massageia, aperta, torce os bicos e eu me arrepio. Ele nota, sente, me vira e me apoia de frente pro vidrão. Não importa se alguém me vê, que me veja. Ele está atrás de mim, abaixa minha saia e minha bunda empinada fica à vista dele, estogo entregue, quero que ele me coma bem comido.
Sinto ele apalpar minha bunda, arranca minha calcinha fio dental com as mãos. Fico molhada, estou com muito tesão e molhada. Ele pega em mim, sinto teu pau duro entre minhas nádegas. Me beija as costas, o pescoço e aperta meus peitos. Sinto um calor no corpo todo que me deixa louca. Passa a língua, me beija as costas, chega no meu cu virgem. Separa minhas bandas, passa o nariz pelo meu buraco, tô toda entregue. A língua dele percorre e saboreia o buraco do meu cu, que sem saber por que se dilata. Quero ele dentro de mim, quero que me coma, mas me faz implorar. Me dá uma linguada na minha buceta, meus lábios se abrem, continuo me molhando, mete um dedo na minha buceta e a outra mão acaricia meu clitóris, primeiro devagar e depois com frenesi, me arqueio, colo mais o peito na janela, não aguento mais e gozo uma, duas, três vezes seguidas, não solta meu clitóris, não para de saborear minha buceta. Quero me virar mas ele não deixa. "Garota, vou te comer como nunca te comeram", me excita. Sinto o pau duro, a cabeça roçando minha buceta, ele guia com a mão e passo a passo abre caminho entre meus lábios da buceta abertos. Se crava no fundo do meu ser e eu gemo, gemo de prazer. Uma, duas, três, quatro, cinco penetrações fundas sem parar, tira ele por completo e instintivamente jogo a raba pra trás, ele mete de novo e tira por completo, uma, duas, três até sete vezes, tira e coloca completamente. Sinto meu corpo tenso, quero mais, tô quente, não aguento mais. Ele mete de uma vez e sinto como se quase as bolas entrassem por completo. Gozo mais duas vezes, seguidas, minhas pernas amolecem. Ele pressente, me agarra pela cintura e me coloca num sofá que até então eu não tinha visto. Me deita de costas, toca meus peitos e volta a esfregar o pau na minha buceta, imploro que me coma, quero sentir ele dentro.
- Gosta assim, garota?
- Adoro, me come por favor, não aguento mais, me come.
- Você é minha puta?
- Sou sua puta, toda sua, me come.
Sem pedir mais, ele enfia Mete, sinto as bolas dele batendo na minha bunda. Ele me fode com posse e selvageria, me dói, mas me dá mais prazer que dor. Ele me come naquela posição. Entra uma vez e outra, por vários minutos que pareceram horas. Perdi a noção do tempo, meu corpo descarregava prazer uma vez e outra, eu me molhava, tive uma série incontável de orgasmos.
Peço pra ele gozar dentro, quero sentir o esperma grosso dele me encher toda, tomo pílulas, deixo claro, e isso deixa ele a mil. Sinto as estocadas profundas cada vez mais fortes, sinto a respiração ofegante dele e, depois de um grunhido, ele descarrega o esperma grosso dentro de mim, me enche a pussy de porra e eu gozo de novo, três vezes seguidas, minha porra se mistura com a dele. Eu não aguento mais. Ele sai de dentro de mim e se senta no sofá. Eu toco na minha pussy, e ainda tenho meus lábios abertos. Ele me partiu ao meio, como disse. Me comeu como nunca tinham me comido. Chego perto dele, beijo a boca dele enquanto toco na cock dele. Desço até aquela cock linda que me arrancou tantos orgasmos, chupo ela, posso sentir restos de porra dele e meus sucos. Amo a combinação de sabores. Enquanto chupo, enquanto passo minha língua das bolas dele até a cabeça, enquanto enfio toda aquela cock majestosa na boca, ele suspira:
- Que girl slut que você é. Amo como você é, assim bem slut, amo que você se entrega, amo o sabor da sua pussy, do seu cu. Vou comer esse seu cu, ouviu? Mmmm assim, garota, chupa assim, você é uma head master de luxo... mmmmm assim assim, continua assim, garota
Todas as palavras dele me acenderam, pude notar que ainda estava molhada. Enquanto chupava, enquanto me engasgava com a cock dele, eu me tocava, estava louca, não me reconhecia. Ele se levanta antes de gozar, e aquela rapidez fez a pica escapar da minha boca. Ele me agarra pelos cabelos e me obriga a ficar de pé. Aquela violência, estranha pra mim, me deixou louca. Ele me tratava como a slut dele e me esquentava. Ele me levou até a cama, a poucos metros de onde estávamos, me joguei de bruços e ele me obrigou a ficar de quatro. Ele estava duro de novo, apoiou a cabeça da piroca na minha bunda. "Sou virgem de cu, por favor", imploro, ele aceita, "Hoje à noite não, mas da próxima vez vou te comer no cu a noite toda, puta". Isso me excita, me deixa a mil. Sem pensar, sem hesitar, ele enfia na minha buceta de uma vez, uma, duas, três, quatro estocadas até o fundo. Eu sentia que morria de prazer, não conseguia parar de gemer e gritar como uma puta de pornô, ele continuava me comendo como um louco, segurando minha cintura e dando tapas na minha bunda. Sentia as nádegas ardendo, não doía, eu curtia, pedia mais e ele atendia meus pedidos. Ele me comeu por vários minutos, e eu não parava de gozar, uma vez atrás da outra. Ele tirou a piroca da minha buceta, enfiou na minha boca e começou a me comer sem dó. Eu engasgava, pensei que ia vomitar, meus olhos lacrimejavam de sufocar com aquela piroca. Ele me dava tapas e me puxava pelos cabelos de novo para enfiar a piroca até o fundo da minha garganta. Vi ele gozar, vi a expressão no rosto dele no momento exato em que três jatos enormes de porra acertaram em cheio minha cara.
Ele se jogou para o lado e eu fiquei saboreando cada gota de porra. A gente dormiu. Não sei quantas horas passaram até o despertador tocar. Eram 7 horas. Olhei para o lado e não tinha ninguém. Levantei, chamei ele, mas ele não respondeu. Encontrei em cima da mesa de vidro da sala uma caixa com uma carta.
"Gata, adorei a noite passada. Tive que sair cedo e como você dormia como um anjo, não quis te acordar. Na caixa tem um conjunto da Victoria's Secret que me atrevi a comprar depois do acidente com o seu — sim, acidental — e uma camisa que, pelo visto, a sua rasgou. Toma um banho tranquila, às 8 um táxi vai te buscar para te levar à fábrica, já está pago. A chave deixa com o Segurança lá embaixo, ele já foi avisado.
Espero que você tenha se divertido tanto quanto eu, vai saber de mim em breve.
Beijos, gostosa. Mariano
11 comentários - Luisito me surpreendeu II
me encantó ana, besitos, suerte 😘