Meu novo colega de escritório (Conto Bi)

Franco era um colega novo no trabalho. Se adaptou rápido ao nosso jeito de trampar, era gente boa, desenrolado, engraçado. O que se diz um bom parceiro. Se sentiu à vontade logo depois de entrar e tava de boa. Era um cara bonitão sem ser nada demais. Alto, corpulento, másculo, cabelo curto, barba, meio hipster. Tinha namorada, morava junto com ela, mas dava pra ver que curtia uma bagunça. E eu achava que ele era bi. Não sei o que me fazia pensar isso, já que nunca tinha adivinhado a sexualidade de ninguém.
Devo admitir que fantasiei com ele várias vezes. Mas eu nunca tinha dado em cima de um cara e não tava nos meus planos. Sempre que fiquei com caras, conheci pela internet ou algo assim, nunca de pegação. Então nem pensei que podia rolar algo.
O tempo passou, e a gente se deu super bem. Como morávamos perto, sempre voltávamos juntos no meu carro pra gastar menos e fumar um baseado. De vez em quando fazia um after office que era tomar uma cerveja e depois ir pra casa. Eu deixava ele na 197 e Panamericana e seguia viagem.
Uma tarde de sexta, no escritório nos liberaram bem mais cedo. Fomos tomar uma cerveja, com o baseado correspondente. Tomamos umas brejas e começamos a voltar. Fomos falando besteira, estávamos alterados. Uns comentários mais quentes sobre essa ou aquela gostosa. Nada. Conversa típica de homem que tá um pouco bêbado. "Que bom que te façam isso ou aquilo" bla bla. Mas tudo muito hétero. Na minha cabeça, morria de vontade de dar uma sugestão pra ver o que rolava, mas sabia que não ia fazer.
Descemos na 197 e Panamericana, onde eu sempre deixava ele. Parei no posto de gasolina, onde ele sempre descia e eu seguia pela Panamericana. Quando ele foi descer, se aproximou, como sempre, pra me dar um tapinha nas costas e um beijo, como sempre, como amigos. Mas dessa vez o beijo foi na minha boca. Congelei. Não reagi. E ele percebeu, se afastou e disse "Desculpa". Sem dizer nada, puxei ele pra perto e beijei ele primeiro. Começamos a nos pegar feito loucos. Realmente não esperava por isso. Tava meio bêbado, meio chapado, meio tarado, e isso foi o golpe final que faltava. Na hora de ficar com um cara sempre fui direto. Nada sutil, nada romântico. E isso não ia mudar. Enquanto a gente se pegava, na vista de todo carro e pedestre que passasse por ali, coloquei minha mão esquerda no volume dele, que não hesitei em apertar, e que, por sinal, já tava durinho.

Franco: "Não podemos deixar isso aqui, não me esquenta!"
Eu: "Eu não tava pensando em deixar isso aqui... E você?"
Franco: "Eu também não."
Eu: "Vamos pra um motel."

Enquanto ele dirigia, ele ia me tocando a pica, e eu a dele. A gente conversava. Távamos soltos. Eu tava morrendo de vontade de ver a dela. Parecia promissora.

Eu: "Tira ela, quero ver."
Franco: "Aaaa... Você é viciado, hein" enquanto desafivelava a calça jeans.

Ele tirou uma pica muito bonita. Sem pelos. Uns 17 cm, mas grossa, uns 6 cm. Fiquei com água na boca. Pouca prepúcio, quase toda a cabeça pra fora. Linda.

Eu: "Aaaa, caralho, que pica linda."
Franco: "Hahaha, não é a primeira vez que me falam isso."
Eu: "Imagino que não. É ideal pra tudo."
Franco: "Tudo?"
Eu: "Boca e cu! Hahaha."
Franco: "Hahahaha. Você é passivo, pelo visto. Ou tô enganado?"
Eu: "Prefiro ser. Nunca fui ativo, mas curto a ideia de ser. Depende."
Franco: "Não te imaginava passivo, me excita pra caralho que você seja tão másculo e passivo."
Eu: "E você?"
Franco: "Eu diria versátil, mais puxado pra ativo, mas com muito boquete. Embora nunca tenham metido em mim."

Não tínhamos muita viagem até qualquer motel, já que na Panamericana tem muitos, mas eu ia enrolando pra conversar e esquentar o clima ainda mais.

Eu: "Sempre achei que você curtia caras... não sei por quê. Sempre te achei bi."
Franco: "E por que você não chegou em mim?"
Eu: "Nunca cheguei em um cara."
Franco: "Mas percebo que experiência você tem..."
Eu: "Sim... muita internet hahaha. Conheci eles por lá."
Franco: "Tá explicado. Eu comecei assim, mas era Cara, e eu me mandei depois. E com você, eu tinha que testar, na pior das hipóteses eu levava um fora, e eu tinha a sensação de que não ia ser assim"
Eu: "Você vai levar um fora... em outro lugar"

Chegamos no hotel. Passamos como se nada fosse. Tava bem vazio, pelo visto. Descemos do carro, entramos no quarto e nos pegamos de boca. Começamos a tirar a roupa e eu parei.

Eu: "Gosto de ver um cara se despindo sozinho, então, cada um por si"
Cada um por si se despiu. Fiquei olhando ele o tempo todo. Ele tinha uma barriguinha, e isso me encanta. Mais magro que eu. Pouco pelo no corpo, que também me agrada. E quando ele baixou a cueca, ficou balançando a bela pica dele. Meio mole, meio borrachuda. Linda, balançava e se mexia, junto com dois ovos consideravelmente grandes. Sem pelo nenhum, tudo raspado.

Ficamos os dois pelados, um na frente do outro. Me aproximei, peguei na pica dele e comecei a amassar. Ele me beijou. A pica dele ficou dura quase na hora. A minha começou a ficar borrachuda. Empurrei ele pra cama e ele caiu sentado na borda. Me ajoelhei no chão, peguei na pica dele, comecei a masturbar enquanto olhava pra ela. Era mais bonita do que eu tinha notado no carro. Daquelas picas que você quer foto e ficar vendo o dia inteiro. Cuspi nela, e continuei a masturbação, enquanto alternava meu olhar da pica dele pros olhos dele. Ele só sorria.

Não aguentei mais e comecei a chupar. Devagar no começo, pra babar bem. E conforme o boquete avançava, fui engolindo tudo, até meter ela inteira na boca. Eu engasgava e adorava. Ele gemia e acariciava meu cabelo. Eu me afogava, meus olhos se enchiam de lágrimas, e quando eu tirava a pica da boca, tinham longos fios de baba. Meu cu se preparava. Tava ansioso.

Franco se levantou, ficou de pé enquanto eu continuava mamando. Ele me puxou pelo cabelo, me empurrou na cama, e eu caí de costas. Pegou um travesseiro, colocou na minha barriga, e meu cu ficou entregue.

Franco: "Vejo que não sou o único que se depila todo”
Eu: “Não. Nem fodendo que vou dar um cu peludo kkkkk”

Franco mergulhou de cabeça pra chupar meu cu. Enfiava a língua, lambia tudo, e meu cu só dilatava, pedindo mais daquela pica. A baba escorria do meu cu até minhas bolas. Eu tava em êxtase. Franco começou a enfiar um dedo. Entrou rápido.

Franco: “Você dilata na hora, viado”
Eu: “Experimenta”

Foi como acender um pavio. Ele se sentiu desafiado. Parou de chupar meu cu, levantou, pegou camisinhas e se aproximou, com a pica duríssima, do lado da cama.

Franco: “Chupa” ele falou enquanto abria a camisinha com os dentes.

Chupei um pouco, passando a mão nas bolas dele e na racha do cu. Ele abriu as pernas. Eu cuspi nos meus dedos e comecei a passar no buraquinho do cu dele. Ele ficou ali, curtindo, com a camisinha na mão e a pica durona. Eu continuei com o boquete e a dedada no cu, deitado na cama, com a bunda pronta e esperando a pica dele. Tirei a pica da boca, toda babada, ele segurou e colocou a camisinha. Abriu o lubrificante, e meus dedos não saíam do cu dele, mas nunca cheguei a enfiar. Ele passou um pouco de lubrificante na pica, massageou, e subiu na cama. Se ajeitou atrás de mim e começou a derramar lubrificante no meu buraco. Espalhou com os dedos e encaixou a cabeça da pica na racha. Começou a passar no meu buraco. Instintivamente, levantei a bunda, e ele começou a empurrar bem devagar. Foi entrando bem lentamente. Sabia o que tava fazendo, mas comentou: “que buraco bom, como dilata na hora”. Dava pra ver que já tinha comido uns cus de caras antes.

Eu sentia aquela pica grossa abrindo caminho devagar pelo meu cu. Passou daquele ponto onde dói, bem devagar, e quando a cabeça já tinha passado completamente, quase sem esforço, o resto da pica entrou. Nós dois soltamos um gemido longo. Ele deixou enterrada por um instante, se movia devagar em círculos, deitado em cima de mim. Devagar, começou a bombar, eu sentia ela saindo, as veias daquela pica grossa dava pra sentir. Sentia como eu me revirava toda, a cabeça se enterrando, e se movendo bem devagar.
Os movimentos dele aceleravam aos poucos, junto com a facilidade de entrar e sair.
Os gemidos de nós dois aumentavam junto com o ritmo. Num movimento, ele quase tira a pica inteira, só deixou a cabeça pra dentro, parou, e enfiou de uma vez. Eu vi estrelas de prazer, explodi num gemido. Franco entendeu o recado e aumentou o ritmo. Cada vez mais violento. Meter e tirar quase por completo. Até que ele tirou ela inteira de dentro de mim. Eu sabia o que vinha e adorava. Ele apoiou e enfiou de uma. E começou o mete-saca do pauzão dele por completo. Tirava inteira e metia inteira. Meu cu já não oferecia resistência.

Franco: “Fica de quatro”

Eu não hesitei. Me entreguei. Fiquei de quatro, empinei bem a bunda. Meu buraco entregue, minhas bolas e pau balançando. O pau babava, mas tava mole. Me recusava a me tocar, porque ia gozar e não queria.

Ele apoiou o pau e meteu de uma vez. Começou a me comer com força. Me perfurava. Eu me sentia cada vez mais entregue. Sentia minhas bolas batendo nas dele e adorava. Me vi refletido num espelho, de quatro e Franco me comendo, e me senti a putinha dele. Meu corpo foi tomado pelo prazer, e eu não sabia quanto tempo mais aguentava sem gozar. Tirei o pau do meu cu.

Eu: “Não quero gozar ainda. Vem. Me come”, falei enquanto me deitava de barriga pra cima e abria as pernas.

Ele colocou minhas pernas nos ombros dele. Ajeitou o pau no buraco e meteu devagar. Nessa posição, eu sentia ainda mais. Ele começou a gemer muito.

Franco: “Que apertado que tá”
Eu: “Me come com força”

Franco segurou minhas mãos e com minhas pernas no ombro, feito uma mola, começou a me dar com tudo. Eu sentia ele se enterrar. Doía um pouco, mas eu adorava. Nós dois gemíamos. De novo a onda de prazer antes de gozar, mas bem antes de eu mandar ele parar, ele freou. Tirou o pau de uma vez, eu vi estrelas e ele caiu exausto do meu lado.

Franco: “Não aguento mais… Se continuar, eu gozo”
Eu: “Nós dois”

O pau dele tava duro como uma rocha. E nós dois a ponto de gozar.
Me levantei, passei minhas pernas por cima do corpo dele, e sentei em cima da pica dele. Peguei nela, apontei pro meu cu, e sentei devagar. Fui sentindo como entrava até o fundo. Fiquei sentado uns segundos sem fazer nada, e comecei a me mexer em círculos. Depois pra trás e pra frente. Devagar fui aumentando o ritmo. A pica entrava e saía devagar. Me agachei e comecei um mete-sai, que fez a minha pica ficar duríssima. Franco pegou nela e começou a me bater uma.

Eu: “Vou gozar”
Franco: “Vai, goza em mim”

Foi automático, quando ele disse isso, comecei a jorrar porra, a espirrar tudo no Franco. Eu gemia. Meu cu pulsava, a pica do Fran parecia mais grossa. Quando me levantei e ela saiu, vi estrelas. Senti o cu arrebentado, mas feliz. Mesmo depois de ter gozado, ainda tava com tesão. E o Fran, nem se fala. Tirei a camisinha dele, joguei fora, e comecei a chupar ele igual um louco. Queria ver ele gozar. E ele não demorou. Depois de 2 minutos de boquete, senti a pica inchar. Continuei chupando, e recebi os primeiros jatos de leite na boca. Engoli. E o resto pra fora. Queria ver aquela pica cuspindo porra. Foi incrível.

Ficamos os dois, pelados, gozados, e morrendo de rir. Pedimos umas cervejas e conversamos sobre outras experiências com caras.

Os dois tínhamos relativamente poucas experiências. Poucos homens e, no geral, repetíamos com eles, mais ou menos vezes. Eu sempre passivo, e ele sempre ativo.

Eu: “Não entendo por que alguns são só ativos. Tipo, se você vai transar com um cara, que pelo menos seja diferente de uma mina… não entendo muito. Quando tô com um cara, quero fazer o que não posso com uma mina.”
Franco: “Hahahaha. Eu sempre fui ativo. Sei lá. É diferente, é tipo transar com um amigo. O sexo é mais putaria e isso me agrada. Além disso, ver um cara de quatro com a pica e as bolas balançando, adoro.”
Eu: “Mentira!!! Amo isso. É um show lindo. Ainda mais se estiver depilado.”

Franco se virou na cama, ficou de quatro e se abriu o cu. Não tinha um único pelo. As bolas dele pendiam e o pau dele mais atrás se mexia.

Eu: “Que buraquinho lindo que você tem… e essas bolas”
Franco: “Chupa ele”

Me aproximei. Franco deixou o cu empinado, mas o peito apoiado na cama. Passei minha língua pelas bolas dele e subi até o cu dele repetidamente. A cada lambida, Franco se entregava mais. Meu pau começava a endurecer. Comecei a lamber o cu dele. De vez em quando lambia o caminho entre os ovos e o buraco. Ele se contorcia, e eu comecei a bater uma punheta leve.

Franco: “Você se atreve a comer? Você gostaria?”

Não respondi. Cuspi no cu dele e continuei com o que estava fazendo. Ele entendeu minha resposta. E como estava perto do criado-mudo, pegou as camisinhas e o lubrificante e me passou. O pau dele nunca amoleceu. O cu dele se abriu um pouco. Era virgem e dava pra notar. Passei lubrificante e enfiei dedos pra continuar dilatando. O tesão dele era enorme, porque o cu dele pedia. Coloquei uma camisinha, lubrifiquei e pus um travesseiro na barriga dele. Franco se entregou. Eu não podia acreditar que ia comer um cara. Meu pau explodia. Olhava pras bolas dele, que me encantavam, com aquele buraquinho fechado e faminto.

Apoiei o pau na racha e comecei a mexer. Ele mexia o cu, de vez em quando dava uma rebolada. E ele gostava. Então, comecei a meter devagar, bem devagar. O cu dele estava cheio de lubrificante, e meu pau também. Entrou devagar, e chegou no ponto em que tem que fazer força pra passar. Apertei, devagar mas firme, o esfíncter, e meu pau entrou. Enfiei quase tudo e fiquei parado. Dava pra ver que doía ou ardia. Mas ele não disse nada.

Comecei a comer ele bem suave, quase nem tirava, a ideia era dilatar, e estava funcionando. Aos poucos ficou mais fácil tirar e meter. Até que pegamos um ritmo. Coloquei ele de quatro e toquei no pau dele. Estava mole, e isso me deixou louco. O pau e as bolas dele balançavam a cada estocada minha. Ele começou a gemer de prazer.

Eu: “Você gosta?”
Franco: “Adoro! Me come, vai…”

Continuei comendo ele, um pouco. Tirei ele de lá e o virei. virei. Coloquei as pernas dela nos ombros e meti. Ver o pau dela mole, as bolas, e meu pau entrando no cu dela me deixava louco. O pau dela balançava pra todo lado. Era uma imagem linda. Fiquei muito excitado e comecei a comer ela com força. E isso fez o pau dela endurecer.

Franco: “Tira que não quero gozar”

Tirei, e ele sentou de frente pra mim. Me deu um beijo na boca. Nossas picas se roçavam, e eu comecei uma punheta mútua. As duas picas na minha mão, nós dois olhando pra elas. Era uma imagem linda. Duas picas bonitas, sem pelo, duras, se roçando. Não demorou muito pra estarmos prestes a gozar os dois, até que explodimos num gozada quase ao mesmo tempo. Nos encharcou de porra.

Eu: “Topa a gente se limpar num 69?”

A resposta dele foi se ajeitar pra começar a chupar a minha. E foi o que fizemos. Comemos toda a porra que tínhamos no corpo. Chupamos as bundinhas, as bolas e as picas. E ficamos largados, mortos.

Tomamos banho juntos, alguns beijos, outros momentos que pareciam estar na academia conversando com um conhecido. Era um amigo, um colega de trabalho e um foda. Era ideal.

Nos vestimos, prometemos que aquilo não terminava ali e deixei ele pegar o busão pra casa. Fui embora feliz, esperando o próximo encontro.

TUDO RELATADO É FANTASIA

7 comentários - Meu novo colega de escritório (Conto Bi)

kramalo +1
esta muy bueno....mirá si se te hace realidad..?
Ojala. Si bien cogi con flacos, nunca me paso de levantarme uno, o que me levante. Todos los conoci via internet
muy buen relato, me voló la cabeza!
Ojalá me tocaran compañeros así!!!!
Lo mismo digo. Gracias por leer!
espectacular relato.... habrá algun compañerito por la marquez y panamericana? jajajaja
Siempre hay un goloso cerca! jajajaja
¡Que rabia me dio enterarme que era una fantasía! jjajajaja Pero muy bueno el realto va punto
Excelente relatooo! me re calento! en unos minutos me clavo alta paja con esto! te felicito! 🤤