Cheguei em casa e a primeira coisa que fiz foi me trancar no quarto. Não consegui segurar o choro, não parava de pensar que eu tinha sido o primeiro homem a comer o cu da minha mãe e que, da noite pro dia, chegou outro, um primo, sobrinho dela, e em menos de duas semanas já tá metendo nela a toda hora e onde quiser, e pior ainda, ela curtindo tudo aquilo. Senti uma dor forte no peito ao lembrar como meu primo deixa o cu da minha mãe arrebentado toda vez que come ela, não conseguia entender como ele fazia aquilo e ficava pensando comigo mesmo: deve ter uma pica de burro esse desgraçado.
Mais pra noite, fui pro Hospital cobrir meu plantão na emergência. Por sorte, tava calmo, não tinha muitos pacientes pra atender, então decidi ir esperar a Luísa no consultório do Dr. Gonzales. Bati na porta e ninguém respondeu, bati de novo até ouvir a voz do chefe perguntando quem era. Respondi na hora e, depois de um instante, ele abriu a porta todo acelerado. "Entra", disse ele, quase me empurrando pra dentro. Ao entrar, deduzi na hora o motivo da demora pra abrir: lá dentro, uma auxiliar de enfermagem mal tava colocando o sutiã. Quando me viu, baixou a cabeça e continuou se vestindo. Obviamente a gente se conhecia, eu quis relevar, então sentei e me acomodei num sofá que o Gonzales tem no consultório. Ele, já mais relaxado, me disse: "Você já conhece a Estefânia, né, meu filho?" Respondi que sim. Nisso, ele se aproximou dela e começou a beijá-la. "Não acha ela gostosa?", perguntou. Respondi que sim, muito gostosa. Ele me contou que a mina tinha cometido um erro ao marcar umas amostras de sangue e que, por sorte, ele tinha percebido, e ela, em agradecimento, tinha se oferecido pra retribuir o favor. A mina saiu do consultório já toda arrumada. Eu sabia que, numa noite de solidão no hospital, já tinha pra quem recorrer, porque a Estefânia agora também me devia um favor.
Eram umas 9 da noite. Noite e Luísa não aparecia em lugar nenhum, e Gonzales já estava desesperado me cobrando porque eu tinha cortado o rolo dele com a auxiliar de enfermagem. Nisso, meu celular tocou, era a Luísa dizendo que já estava vindo para o hospital com o marido dela, que a esperássemos na emergência, e desligou. Não entendi nada, fiquei pensando, e Gonzales, intrigado, me perguntou se era ela. Eu disse que sim, que já estava a caminho. "Porra", ele falou, meio com raiva. Respondi que sim, que ia chegar junto com o marido. Ele também ficou estranhado e disse: "Sabe de uma coisa, rapaz? Três já é multidão pra uma mulher só. Então, se quiser, usa meu consultório quando eles chegarem, mas eu não entro nessa barca."
Ao descer para a emergência, esperei umas meia hora até meus vizinhos aparecerem, Luísa e o marido. Quando chegaram, notei que Luísa vinha bem agasalhada com um casacão comprido e com as mãos na barriga. Os enfermeiros saíram para ajudar, porque ela vinha se apoiando no marido. Quando entraram e me viram, o vizinho se dirigiu a mim, pedindo que eu examinasse a esposa dele, que já fazia um tempão que ela estava se sentindo muito mal do estômago e dava uns gritos horríveis de dor. Pedi a um dos enfermeiros que me ajudasse a subi-la até o consultório do Dr. Gonzales, que lá eu examinaria melhor, e expliquei que eram meus vizinhos, então ninguém falou nada. Na hora, entendi qual era o plano da Luísa: muito provavelmente a dor dela era fingida, e como o marido não a deixaria sair sozinha à noite, ela inventou tudo aquilo.
Ao chegar no consultório do Gonzales, ele estava lá preenchendo uns formulários. Eu fiz a Luísa entrar numa cadeira de rodas, junto com o marido — sim, o mesmo que tinha passado a mão e a língua na minha mãe. O coitado parecia angustiado. Pra disfarçar a situação, pedi ao meu chefe, o Dr. Gonzales, que me ajudasse a examinar a Luísa como um favor pessoal, por ser uma amiga da família, enquanto piscava um olho pra ele. Ele sacou na hora a ideia e respondeu: "Beleza, sendo assim... assim, rapaz, não tenho problema nenhum, até porque aqui tenho utensílios melhores do que lá na emergência. E expliquei pro senhor, ou melhor, pro marido da Luísa, que ele precisava sair um momento enquanto examinávamos a paciente. Acompanhei o vizinho até a sala de espera, que fica em frente ao consultório do Dr. Gonzales, pedi pra ele se acalmar, que provavelmente era uma intoxicação, mas pra não correr risco nenhum, pedi um favor pro meu chefe me ajudar. Ele, muito agradecido, apertou minha mão e pediu desculpas mais uma vez pelo que aconteceu com minha mãe. Eu disse que aquilo era coisa do passado e que ia atender a esposa dele da melhor forma possível, e me retirei pra dentro do consultório.
Ao entrar, tranquei a porta e notei que a Luísa já tinha se sentado na maca. Já não mostrava mais dor nenhuma e ainda estava com o jaleco vestido, mas sem nenhuma das outras roupas que usava pra se proteger do frio. "Linda vizinha você tem, rapaz", disse o Gonzales. Ela, sorrindo, desceu da maca e desabotoou o cinto do jaleco. Pra minha surpresa e do meu chefe, ela estava completamente nua por baixo. Não tinha nenhuma peça de roupa. Embora já tivesse comido ela, não posso negar que vê-la daquele jeito me excitou pra caralho. O Gonzales ficou pasmo olhando a buceta linda dela, estilizada com uma seta apontando pra baixo, ou seja, pra bocetinha dela. Ela percebeu isso e, tocando a seta, apontou pro Gonzales: "Doutor, olha aqui que sinto uma dorzinha gostosa agora mesmo. Será que vocês dois poderiam me examinar, por favor? É que ouvi dizer que duas cabeças pensam melhor que uma." O Gonzales se aproximou dela, tirou o jaleco e jogou em cima da mesa. Começou a apalpar os peitos da Luísa enquanto dizia que precisava examiná-los muito bem. Ela, sorrindo, pegou a cabeça dele e levou até os peitos pra ele chupar, e me chamando com o dedo indicador, disse: "E você, não vai me examinar, doutor? Olha que aqui tenho um probleminha", enfiando o mesmo dedo indicador na buceta. Na mesma hora, fui pra cima dela. Aproximei também e me ajoelhei diante dela, comecei a meter a língua na buceta delicada dela enquanto me segurava nela, envolvendo sua cintura. Mais acima do meu campo de ação, Gonzales a beijava na boca com uma agonia que não disfarçava a excitação dele, enquanto continuava brincando com os peitos dela. Luísa, num momento de descanso que Gonzales deu à boca dela, para depois chupar os peitos dela, perguntou pra nós dois: "E como os doutores me acham? Tô dodói?" Gonzales respondeu na hora: "Senhora, a verdade é que eu sinto a senhora muito quente e não paro de notar que os peitos tão bem inchados." Nós três sorrimos e eu continuei: "Luísa, preciso medir sua temperatura." Ato contínuo, enfiei o dedo indicador direito no cu dela. Ela deu um pulo, mas não me tirou de lá. Quando enfiei tudo o que dava, falei pra Gonzales: "Doutor, por aqui atrás a temperatura também tá muito elevada." Luísa, de olhos fechados, respondeu: "Elevada vocês dois me deixaram. Então, por favor, parem de frescura e tirem essas pirocas que já quero provar."
Nós nos afastamos dela, e Gonzales foi o primeiro a tirar a piroca. Ela imediatamente se ajoelhou diante dele e, dando um beijinho, disse: "Nossa, doutor, esse termômetro é o que quero que enfiem pra medir a temperatura bem fundo lá dentro." Começou a lamber e a engolir tudo. Gonzales não tinha uma piroca muito grande, mas a grossura era bem respeitável. Era grossa, até mais que a minha, mas não tão comprida, onde eu levava vantagem.
Gonzales curtia pra caralho o boquete que a minha vizinha Luísa tava dando. Os dois me olhavam e sorriam. Gonzales me disse: "Que vizinha boqueteira você tem, meu filho. Como essa puta chupa, engole tudo, a vagabunda." Luísa só sorria, entregue ao trabalho dela. Ao notar que eu não entrava em ação, ela me chamou de novo com o dedo e disse: "Vem aqui, doutor, não vê que eu também preciso de muita atenção?" E se colocou de quatro, sem parar de chupar a piroca do Gonzales. Imediatamente, eu... me ajoelhei atrás dela e comecei a passar a língua por toda a rachadura, do cu até a buceta dela, a putinha pegou as duas mãos e abriu o cu, como me convidando a meter a língua bem fundo, verdade que não pensei duas vezes e enfiei a língua no cu dela o máximo que pude, ela soltou um gemido forte que me fez parar com medo de ouvir lá fora, onde o marido dela ainda esperava, a safada só falou – não para não, filho, que delícia essa língua no meu cu, e continuou chupando a pica do Gonzales, que me olhava todo feliz segurando a cabeça da Luisa.
Continuei lambendo o cu da Luisa e resolvi meter dois dedos na buceta dela, que já tava bem molhada, ela não gostou muito da ideia e se levantou, voltando à posição que tava, enquanto me dizia – Nada de dedinho, pai, se tem duas picas na mão, o lógico é me penetrarem com uma delas, não é? O Gonzales caiu na risada e falou – o vizinho tem razão, filho, e como você já provou essa coisinha gostosa, eu mereço a primeira vez esta noite pra foder ela como ela merece.
A Luisa sentou na maca abrindo as pernas o máximo que podia pra dar passagem à pica bem dura que o Gonzales apresentava, que ao vê-la nessa posição não hesitou e levou a boca até a virilha dela pra provar os sucos que a buceta molhada da Luisa oferecia, que não desgostou da ideia do Doutor – ai, doutor, que língua brincalhona o senhor tem, vai me fazer gritar e não vou ter culpa, o Gonzales parou de lamber a buceta dela e encaixou a pica no meio da virilha pra esfregar nos lábios vaginais da Luisa, que ofegava de olhos fechados apontando o rosto pra cima – para de brincadeira, doutor, mete logo, enfia essa pica na minha buceta agora, não aguento mais, quero agora mesmo, dizia a Luisa, o Gonzales não se fez de rogado, com um só empurrão meteu tudo, eu não perdia detalhe vendo a minha vizinha gozar. Vizinho, parado junto à maca ao lado dela, o Gonzales enquanto entrava e saía da buceta dela me deu um tapinha no ombro e me parabenizou: — Ei, mermão, que vizinha gostosa do caralho, mas é verdade, temos que dar um tratamento bom nela porque acho que ela tá com febre interna, a putinha tá queimando meu pau lá dentro.
A Luisa tava adorando as investidas do Gonzales, incentivando ele a meter mais forte, nisso eu reagi e lembrei que já fazia mais de 10 minutos que a gente tava a sós com a Luisa e que o marido dela devia estar desesperado lá fora. Falei pra eles continuarem na deles que eu ia ver como o vizinho estava, e a putinha da Luisa, no meio dos gemidos, se atreveu a dizer: — Se quiser, chama ele pra entrar pra ver o bom tratamento que tão dando na esposinha doentinha dele. Claro que logo em seguida esclareceu que era brincadeira.
Ao sair, fui pra salinha de espera do segundo andar onde estava meu vizinho, o marido da Luisa. Quando cheguei, ouvi ele falando no celular e ele não percebeu minha presença porque tava de costas pra mim: — Mas como a putinha saiu na piranhagem, não imaginava que ela tivesse esse tipo de gosto sexual, quem vê ela tão decente e respeitável, a putinha, mas agradeço muito, mermão, por me dar a oportunidade de fazer o mesmo com ela também. Amanhã mesmo deposito a grana na conta... Nisso ele virou e me viu, e desligou a chamada na hora. — Me diga, mermão, como tá minha Luisa? — ele perguntou. Expliquei que o Dr. Gonzales era um médico especialista com muita experiência e que a Luisa tava em boas mãos, que ele tinha me explicado que era caso de intoxicação comum, mas que com o tratamento que tava dando naquele momento a dor devia passar em menos de meia hora. Ele se jogou em mim e me abraçou, e mais uma vez se desculpou pelo que aconteceu com minha mãe. Mais uma vez falei pra ele esquecer aquilo e que o importante agora era a Luisa se recuperar logo. Dei a mão pra ele mais uma vez e fui embora. sem antes notar um gesto irônico no rosto dele, um gesto debochado que me desagradou e me retirei na hora.
Entrei no consultório pensando no que era aquela conversa telefônica que tinha ouvido do vizinho, mas depois lembrei que com o histórico de putanheiro dele, com certeza era algum marido vendendo a própria esposa. Como ele e a Luisa fazem parte da comunidade Swinger da Colômbia, não dei mais atenção e tranquei a porta pra agora sim entrar em ação com a Luisa.
Quando me aproximei, o Gonzales ainda estava enfiado na Luisa, mas agora ela tava de costas pra ele, apoiada com os cotovelos na maca. O Gonzales me viu e perguntou: "Você contou pro marido dessa puta que eu tô atendendo ela como ela merece? Olha como ela enfia a pica na buceta dela sozinha." Eu assenti com a cabeça enquanto me masturbava pra esquentar antes da minha vez. Via a Luisa separar as nádegas com as duas mãos e se empurrar pra frente e pra trás num ritmo cadenciado que ia fazer o Gonzales gozar. Falei pra ele não gozar dentro, mas foi tarde demais. O Gonzales gozou e quando se separou dela, vi a buceta vermelhinha da Luisa escorrendo toda a porra que o Doutor tinha derramado nela.
A Luisa me olhou sorrindo e disse: "Mas do que você tá preocupado, rapaz? Não vê que eu tenho outro buraquinho disponível pra você?" O Gonzales também se aproximou e falou: "Desculpa, rapaz, mas essa bucetinha tava pedindo pra ser cheia aos berros e eu não aguentei. Agora vai você pelo cu enquanto eu descanso um pouco." Exausto, o Gonzales se afastou e sentou na cadeira da escrivaninha dele.
Luisa: "E então, meu filho! Vai me deixar com a bunda aberta assim? Olha que já tá prontinha pra você meter." Enquanto falava, ela mesma enfiava dois dedos no cu e me mostrava como tinha dilatado. Me aproximei dela e, como sei que ela adora quando faço isso, abri as bandas das nádegas dela e cuspi dentro do cu já aberto. O corpo dela estremeceu. tirando mais a bunda dela - uii que sujo doutor, me faz o favor e tira isso que jogou aí dentro, me faz o favor, me ajoelhei e mais uma vez enfiei a língua na bunda dela, é que definitivamente o meu negócio é cuzinho, - ai papai que gostoso sentir essa língua tão fundo, que vício enorme pelo meu cu papai, você gosta? Gosta do cu da sua vizinha? Adorei, respondi sem parar de lamber a racha traseira dela, e ela continuava perguntando – você gosta de comer o cu da sua vizinha? Vai meter na sua vizinha pelo rabo com o marido tão perto? Não aguentei mais e encaixei a pica no ânus dela e de um só empurrão enfiei tudo, aiiii ela gemeu sem controle, eu imediatamente coloquei uma mão na boca dela pra segurar os gemidos, a putinha queria morder a mão mas não deixava e continuei furando a bunda dela, falava no ouvido sem parar de meter gostoso.
- gosta vizinha? gosta de como a gente tá cuidando de você? Falava baixinho no ouvido – olha como esse cu tá trabalhado, tudo que enfiam aí sai não é? Quando percebi que ela já tava mais controlada tirei a mão da boca dela e falei goza devagar vizinha, não vai ser que o vizinho descubra o tratamento de pica que a gente tá dando na putinha da esposa dele, ela respondeu – não ligo se o filho da puta descobrir, se ele come outros buracos eu também posso comer outras picas por fora, sorrimos os três, até o Gonzales que parecia já recuperado tava batendo uma enquanto eu metia no cu da nossa paciente.
Não posso negar que naquele dia aproveitei a Luisa como nunca tinha feito antes, então agora quem começava a perder o controle era eu, comecei a enfiar muito mais forte e a gemer baixinho no ouvido dela, - toma putinha, já que você gosta tanto, e ela respondia também bem baixinho – enfia esse termômetro até os intestinos seu arrombado, enfia tudo que cabe sim, obedeci e comecei a meter com mais violência, - então vai me comer bem forte pelo cu! Espero que isso não seja vingança pelo que tá rolando com você e sua ::::, tapei a boca dela com a mão de novo na hora. Luisa sabia muito bem que eu tava mal por causa da putaria do meu primo com a minha mãe gostosa. Gonzales interveio me chamando a atenção — Ei, meu filho, não seja tão bruto com a paciente, não vê que é sua vizinha? Quer matar ela na porrada ou o quê? Eu respondi — Fica tranquilo, doutor, que eu sei que é assim que ela gosta.
Comecei a meter no cu dela mais devagar pra ela se acalmar um pouco e falei no ouvido dela: desculpa, mas a culpa é sua, fica de boca solta e isso não é bom pra gente. Se tiver algo pra me dizer, fala depois, entendeu? Ela balançou a cabeça e eu tirei minha mão da boca dela. Deixei ela se mexer à vontade, era ela quem rebolava a cintura marcando o ritmo da penetração no cu dela. Ela se movia em círculos primeiro e depois de uns segundos metia de uma vez até minhas bolas baterem na bunda dela.
Gonzales percebeu o espetáculo — Pô, isso parece muito gostoso, quero provar! Já tô pronto de novo. Respondi — Deixa eu terminar, doutor, ainda não gozei. Comecei a meter mais forte no cu da Luisa, enfiava e tirava tudo, sentia a respiração dela ficando mais pesada. Ela me abraçou e apertou contra ela. Falei — Luisa, já tô quase, vou gozar dentro de você... — Sim, meu filho, faz isso, enche meu cu de leiteeee, me inunda toda com seu gozo quente, aiiii sim.
Não aguentei mais e gozei com uma porrada de porra que pensei que tinha mijado dentro dela. Gonzales não esperou a Luisa se recuperar, pegou ela pelo braço e levou pra cadeira da mesa dele. Ele sentou e fez ela montar de costas pra ele pra enfiar o pau no cu dela. Notei que o cu dela não resistiu, porque não só tava dilatado, mas também sabia que ainda tava cheio da minha porra, já que Gonzales não deu tempo pra nada. Gonzales fazia Luisa pular no colo dele pra que o pau entrasse e saísse com força do cu dela, Luisa tava adorando pra caralho, com uma mão ela apertava um peito e com a outra enfiava um dedo na buceta, que ao sentir todo molhado, ela colocava na boca enquanto me olhava sorrindo. Quando me aproximei dos meus parceiros de trio, Luisa apontou com o dedo indicador pra própria vagina.
- Vem, Kevin, é por aqui que eu quero você, goza e me come pela buceta, já tá escorrendo e pronta. Gonzales girou a posição da cadeira sem tirar o pau do cu de Luisa, que ao me ver chegando, abriu ainda mais as pernas e comentou - Ô, senhores, vou contar pra vocês que faz tempo que não sinto dois paus dentro de mim, então, por favor, vão devagarzinho, porque essa vai ser a melhor visita ao pronto-socorro que eu já tive.
As palavras dela me esquentaram, e eu me posicionei de pé na frente dela, enfiando meu pau na buceta dela. Gonzales não facilitou a parada, porque não parou de se mexer dentro do cu dela nem por um segundo. Finalmente, estávamos os dois dentro dos buracos de Luisa, exatamente como eu tinha prometido. Luisa me abraçou com os braços e começou a me beijar sem controle.
Luisa: é assim que eu quero vocês, enche meus buracos, inunda tudo com essa porra, não aguento mais, goza logo, por favor, quero me sentir cheia por todos os lados.
Gonzales não demorou pra soltar a porra dentro do cu de Luisa, mas eu, que tinha começado a meter mais tarde na bucetinha dela, ainda não tinha conseguido gozar. Tirei o pau de Gonzales de dentro dela e carreguei Luisa, mantendo ela enfiada no meu pau pela buceta. De pé, fiz ela cavalgar no meu pau, que entrava e saía por completo. Eu sentia o desespero dela pra me fazer gozar, ela me beijava, me acariciava, mas foi só ela sussurrar no meu ouvido o que disse que me fez explodir. Não podia acreditar, me surpreendeu, me esquentou e depois me esfriou.
- Enche minha buceta igual seu primo e meu marido encheram a da sua mãe hoje à tarde.
Fiquei exausto, soltei ela e fui andando. Atrás, sentei na mesa do Gonzales, não conseguia acreditar no que a Luísa tinha me dito, meu mundo inteiro tava girando. Quis acreditar que era por causa da foda que eu tinha acabado de dar nela, mas não, no fundo eu sabia que o problema tava na minha cabeça e no meu coração, me sentia totalmente destruído. Gonzales percebeu minha mudança de atitude — "O que foi, rapaz, tá bem? Caramba, te deixaram seco, hein? Que vizinha gostosa do caralho!" Enquanto arrumava a roupa e ia pro banheiro interno do consultório.
Luísa chegou perto de mim e me abraçou, dizendo — "Não era minha intenção te machucar, meu filho. Eu gosto muito de você, e sei o que uma mãe significa pra alguém, o que ela representa. Sei que você tá decepcionado com a sua, mas foi um momento de prazer onde não medi o que tava falando." Meu ânimo apareceu, perguntando — "Quer dizer que o que você me disse é mentira?" Ela respondeu — "Não, nada disso. O que te falei é 100% verdade. Hoje encontrei meu marido e o primo dele dando uma surra de foda na sua mãe no quarto de hóspedes do nosso apartamento. Sabe que não me importo com quem meu marido come, contanto que eu também possa transar. O fato é que hoje inventei essa história de dor de estômago, porque ele não teria me deixado vir dar pra vocês dois. Porque eles, ao se sentirem descobertos, pararam o que estavam fazendo. Meu marido ficou muito puto comigo e disse que não me perdoaria pelo que fiz. Parece que ele ainda tem muita vontade na sua mãe."
Quando Gonzales saiu do banheiro, pedi pra Luísa ir se limpar também. Gonzales me deu um tapinha nas costas e me parabenizou pelo trabalho que fizemos com a vizinha. Ele disse — "Vou falar com o marido enquanto você descansa um pouco. Vou explicar os problemas da paciente e as complicações." Enquanto piscava o olho e saía do consultório.
Quando Luísa saiu do banheiro, deixei ela se arrumar. Cheguei perto dela e, chorando, não consegui me segurar e a abracei. Ela correspondeu ao meu abraço, pedindo... que me acalmasse, era impossível conter minhas lágrimas, ela me afastou dela e me disse — se serve de algo, o que aconteceu esta tarde com sua mãe foi a primeira vez que aconteceu, pelo visto meu marido os pegou esta tarde no estacionamento do prédio enquanto sua mãe chupava a pica do primo dela, e esse último, ao se ver descoberto, para não correr riscos, convidou meu marido para participar. Ali no estacionamento, dentro do carro, ela fez sexo oral nos dois, e então meu marido os convidou para subir ao nosso apartamento. Ele me contou que Milena disse que não, mas que seu primo a convenceu.
Já não aguentava mais, mil pensamentos passavam pela minha cabeça, o que mais me assustava era querer tirar do papel aquele filho da puta do meu primo, por ser um frouxo, mas no fundo sabia que não era capaz, além disso, minha mãe também tinha culpa por ser uma puta, e o que dizer de mim, o principal culpado por despertar a ninfomaníaca, a vadia, a gostosa que existia dentro da minha mãe. Me acalmei um pouco e pedi para Luísa continuar contando.
— Olha, depois de tudo, meu marido ficou meio animado porque, embora não tenha fodido sua mãe por completo, ele me disse que conseguiu enfiar o cu dela enquanto o primo metia a pica na buceta dela. Ah, e agora lembro, meu marido, surpreso, me contou que viu sua mãe fazer algo que só tinha visto em filmes. O primeiro a dar no cu dela foi Carlos, o primo, enquanto ele a tinha enculada, ela passou um consolo para ele, e ele começou a pressionar entre a pica dele e o cu de Milena até conseguir enfiar metade. Não satisfeita com isso, sua mãe continuava se mexendo e pedindo para Carlos continuar enfiando o consolo até que ele enfiou por completo. Meu marido me contou que nunca tinha visto algo assim ao vivo, ele disse que Carlos começou a foder sua mãe com violência, e que ela curtia muito o ato. Quando Carlos gozou, sua mãe já tinha encharcado os lençóis da cama com os sucos dela. Carlos tirou Primeiro o consolo, depois eu tirei a pica do cu da Milena. A próxima coisa que viram foi como o cu da sua mãe tinha ficado totalmente aberto, e o Carlos, insatisfeito, enfiou a mão inteira. Quando tirou, o cu da sua mãe estava totalmente pra fora, prolapsado, acho que é a palavra que meu marido usou.
Então era isso. Era assim que o Carlos conseguia deixar o cu da minha mãe totalmente arrebentado. Entendi tudo perfeitamente, até as palavras do vizinho elogiando o jeito que minha mãe dava o cu. Mas as coisas não iam ficar assim, pensei.
Luísa continuou me contando que, aparentemente, meu primo e o marido dela pretendiam continuar a farra com a minha mãe, mas dessa vez num clube de swing, onde pagariam pra fazer o mesmo show ao vivo para os espectadores. Foi aí que entendi completamente as palavras do vizinho, e tenho certeza de que o dinheiro que cairia na conta seria para o Carlos, meu primo. Mas que não pensem que vão se safar...
CONTINUA...
Mais pra noite, fui pro Hospital cobrir meu plantão na emergência. Por sorte, tava calmo, não tinha muitos pacientes pra atender, então decidi ir esperar a Luísa no consultório do Dr. Gonzales. Bati na porta e ninguém respondeu, bati de novo até ouvir a voz do chefe perguntando quem era. Respondi na hora e, depois de um instante, ele abriu a porta todo acelerado. "Entra", disse ele, quase me empurrando pra dentro. Ao entrar, deduzi na hora o motivo da demora pra abrir: lá dentro, uma auxiliar de enfermagem mal tava colocando o sutiã. Quando me viu, baixou a cabeça e continuou se vestindo. Obviamente a gente se conhecia, eu quis relevar, então sentei e me acomodei num sofá que o Gonzales tem no consultório. Ele, já mais relaxado, me disse: "Você já conhece a Estefânia, né, meu filho?" Respondi que sim. Nisso, ele se aproximou dela e começou a beijá-la. "Não acha ela gostosa?", perguntou. Respondi que sim, muito gostosa. Ele me contou que a mina tinha cometido um erro ao marcar umas amostras de sangue e que, por sorte, ele tinha percebido, e ela, em agradecimento, tinha se oferecido pra retribuir o favor. A mina saiu do consultório já toda arrumada. Eu sabia que, numa noite de solidão no hospital, já tinha pra quem recorrer, porque a Estefânia agora também me devia um favor.
Eram umas 9 da noite. Noite e Luísa não aparecia em lugar nenhum, e Gonzales já estava desesperado me cobrando porque eu tinha cortado o rolo dele com a auxiliar de enfermagem. Nisso, meu celular tocou, era a Luísa dizendo que já estava vindo para o hospital com o marido dela, que a esperássemos na emergência, e desligou. Não entendi nada, fiquei pensando, e Gonzales, intrigado, me perguntou se era ela. Eu disse que sim, que já estava a caminho. "Porra", ele falou, meio com raiva. Respondi que sim, que ia chegar junto com o marido. Ele também ficou estranhado e disse: "Sabe de uma coisa, rapaz? Três já é multidão pra uma mulher só. Então, se quiser, usa meu consultório quando eles chegarem, mas eu não entro nessa barca."
Ao descer para a emergência, esperei umas meia hora até meus vizinhos aparecerem, Luísa e o marido. Quando chegaram, notei que Luísa vinha bem agasalhada com um casacão comprido e com as mãos na barriga. Os enfermeiros saíram para ajudar, porque ela vinha se apoiando no marido. Quando entraram e me viram, o vizinho se dirigiu a mim, pedindo que eu examinasse a esposa dele, que já fazia um tempão que ela estava se sentindo muito mal do estômago e dava uns gritos horríveis de dor. Pedi a um dos enfermeiros que me ajudasse a subi-la até o consultório do Dr. Gonzales, que lá eu examinaria melhor, e expliquei que eram meus vizinhos, então ninguém falou nada. Na hora, entendi qual era o plano da Luísa: muito provavelmente a dor dela era fingida, e como o marido não a deixaria sair sozinha à noite, ela inventou tudo aquilo.
Ao chegar no consultório do Gonzales, ele estava lá preenchendo uns formulários. Eu fiz a Luísa entrar numa cadeira de rodas, junto com o marido — sim, o mesmo que tinha passado a mão e a língua na minha mãe. O coitado parecia angustiado. Pra disfarçar a situação, pedi ao meu chefe, o Dr. Gonzales, que me ajudasse a examinar a Luísa como um favor pessoal, por ser uma amiga da família, enquanto piscava um olho pra ele. Ele sacou na hora a ideia e respondeu: "Beleza, sendo assim... assim, rapaz, não tenho problema nenhum, até porque aqui tenho utensílios melhores do que lá na emergência. E expliquei pro senhor, ou melhor, pro marido da Luísa, que ele precisava sair um momento enquanto examinávamos a paciente. Acompanhei o vizinho até a sala de espera, que fica em frente ao consultório do Dr. Gonzales, pedi pra ele se acalmar, que provavelmente era uma intoxicação, mas pra não correr risco nenhum, pedi um favor pro meu chefe me ajudar. Ele, muito agradecido, apertou minha mão e pediu desculpas mais uma vez pelo que aconteceu com minha mãe. Eu disse que aquilo era coisa do passado e que ia atender a esposa dele da melhor forma possível, e me retirei pra dentro do consultório.
Ao entrar, tranquei a porta e notei que a Luísa já tinha se sentado na maca. Já não mostrava mais dor nenhuma e ainda estava com o jaleco vestido, mas sem nenhuma das outras roupas que usava pra se proteger do frio. "Linda vizinha você tem, rapaz", disse o Gonzales. Ela, sorrindo, desceu da maca e desabotoou o cinto do jaleco. Pra minha surpresa e do meu chefe, ela estava completamente nua por baixo. Não tinha nenhuma peça de roupa. Embora já tivesse comido ela, não posso negar que vê-la daquele jeito me excitou pra caralho. O Gonzales ficou pasmo olhando a buceta linda dela, estilizada com uma seta apontando pra baixo, ou seja, pra bocetinha dela. Ela percebeu isso e, tocando a seta, apontou pro Gonzales: "Doutor, olha aqui que sinto uma dorzinha gostosa agora mesmo. Será que vocês dois poderiam me examinar, por favor? É que ouvi dizer que duas cabeças pensam melhor que uma." O Gonzales se aproximou dela, tirou o jaleco e jogou em cima da mesa. Começou a apalpar os peitos da Luísa enquanto dizia que precisava examiná-los muito bem. Ela, sorrindo, pegou a cabeça dele e levou até os peitos pra ele chupar, e me chamando com o dedo indicador, disse: "E você, não vai me examinar, doutor? Olha que aqui tenho um probleminha", enfiando o mesmo dedo indicador na buceta. Na mesma hora, fui pra cima dela. Aproximei também e me ajoelhei diante dela, comecei a meter a língua na buceta delicada dela enquanto me segurava nela, envolvendo sua cintura. Mais acima do meu campo de ação, Gonzales a beijava na boca com uma agonia que não disfarçava a excitação dele, enquanto continuava brincando com os peitos dela. Luísa, num momento de descanso que Gonzales deu à boca dela, para depois chupar os peitos dela, perguntou pra nós dois: "E como os doutores me acham? Tô dodói?" Gonzales respondeu na hora: "Senhora, a verdade é que eu sinto a senhora muito quente e não paro de notar que os peitos tão bem inchados." Nós três sorrimos e eu continuei: "Luísa, preciso medir sua temperatura." Ato contínuo, enfiei o dedo indicador direito no cu dela. Ela deu um pulo, mas não me tirou de lá. Quando enfiei tudo o que dava, falei pra Gonzales: "Doutor, por aqui atrás a temperatura também tá muito elevada." Luísa, de olhos fechados, respondeu: "Elevada vocês dois me deixaram. Então, por favor, parem de frescura e tirem essas pirocas que já quero provar."
Nós nos afastamos dela, e Gonzales foi o primeiro a tirar a piroca. Ela imediatamente se ajoelhou diante dele e, dando um beijinho, disse: "Nossa, doutor, esse termômetro é o que quero que enfiem pra medir a temperatura bem fundo lá dentro." Começou a lamber e a engolir tudo. Gonzales não tinha uma piroca muito grande, mas a grossura era bem respeitável. Era grossa, até mais que a minha, mas não tão comprida, onde eu levava vantagem.
Gonzales curtia pra caralho o boquete que a minha vizinha Luísa tava dando. Os dois me olhavam e sorriam. Gonzales me disse: "Que vizinha boqueteira você tem, meu filho. Como essa puta chupa, engole tudo, a vagabunda." Luísa só sorria, entregue ao trabalho dela. Ao notar que eu não entrava em ação, ela me chamou de novo com o dedo e disse: "Vem aqui, doutor, não vê que eu também preciso de muita atenção?" E se colocou de quatro, sem parar de chupar a piroca do Gonzales. Imediatamente, eu... me ajoelhei atrás dela e comecei a passar a língua por toda a rachadura, do cu até a buceta dela, a putinha pegou as duas mãos e abriu o cu, como me convidando a meter a língua bem fundo, verdade que não pensei duas vezes e enfiei a língua no cu dela o máximo que pude, ela soltou um gemido forte que me fez parar com medo de ouvir lá fora, onde o marido dela ainda esperava, a safada só falou – não para não, filho, que delícia essa língua no meu cu, e continuou chupando a pica do Gonzales, que me olhava todo feliz segurando a cabeça da Luisa.
Continuei lambendo o cu da Luisa e resolvi meter dois dedos na buceta dela, que já tava bem molhada, ela não gostou muito da ideia e se levantou, voltando à posição que tava, enquanto me dizia – Nada de dedinho, pai, se tem duas picas na mão, o lógico é me penetrarem com uma delas, não é? O Gonzales caiu na risada e falou – o vizinho tem razão, filho, e como você já provou essa coisinha gostosa, eu mereço a primeira vez esta noite pra foder ela como ela merece.
A Luisa sentou na maca abrindo as pernas o máximo que podia pra dar passagem à pica bem dura que o Gonzales apresentava, que ao vê-la nessa posição não hesitou e levou a boca até a virilha dela pra provar os sucos que a buceta molhada da Luisa oferecia, que não desgostou da ideia do Doutor – ai, doutor, que língua brincalhona o senhor tem, vai me fazer gritar e não vou ter culpa, o Gonzales parou de lamber a buceta dela e encaixou a pica no meio da virilha pra esfregar nos lábios vaginais da Luisa, que ofegava de olhos fechados apontando o rosto pra cima – para de brincadeira, doutor, mete logo, enfia essa pica na minha buceta agora, não aguento mais, quero agora mesmo, dizia a Luisa, o Gonzales não se fez de rogado, com um só empurrão meteu tudo, eu não perdia detalhe vendo a minha vizinha gozar. Vizinho, parado junto à maca ao lado dela, o Gonzales enquanto entrava e saía da buceta dela me deu um tapinha no ombro e me parabenizou: — Ei, mermão, que vizinha gostosa do caralho, mas é verdade, temos que dar um tratamento bom nela porque acho que ela tá com febre interna, a putinha tá queimando meu pau lá dentro.
A Luisa tava adorando as investidas do Gonzales, incentivando ele a meter mais forte, nisso eu reagi e lembrei que já fazia mais de 10 minutos que a gente tava a sós com a Luisa e que o marido dela devia estar desesperado lá fora. Falei pra eles continuarem na deles que eu ia ver como o vizinho estava, e a putinha da Luisa, no meio dos gemidos, se atreveu a dizer: — Se quiser, chama ele pra entrar pra ver o bom tratamento que tão dando na esposinha doentinha dele. Claro que logo em seguida esclareceu que era brincadeira.
Ao sair, fui pra salinha de espera do segundo andar onde estava meu vizinho, o marido da Luisa. Quando cheguei, ouvi ele falando no celular e ele não percebeu minha presença porque tava de costas pra mim: — Mas como a putinha saiu na piranhagem, não imaginava que ela tivesse esse tipo de gosto sexual, quem vê ela tão decente e respeitável, a putinha, mas agradeço muito, mermão, por me dar a oportunidade de fazer o mesmo com ela também. Amanhã mesmo deposito a grana na conta... Nisso ele virou e me viu, e desligou a chamada na hora. — Me diga, mermão, como tá minha Luisa? — ele perguntou. Expliquei que o Dr. Gonzales era um médico especialista com muita experiência e que a Luisa tava em boas mãos, que ele tinha me explicado que era caso de intoxicação comum, mas que com o tratamento que tava dando naquele momento a dor devia passar em menos de meia hora. Ele se jogou em mim e me abraçou, e mais uma vez se desculpou pelo que aconteceu com minha mãe. Mais uma vez falei pra ele esquecer aquilo e que o importante agora era a Luisa se recuperar logo. Dei a mão pra ele mais uma vez e fui embora. sem antes notar um gesto irônico no rosto dele, um gesto debochado que me desagradou e me retirei na hora.
Entrei no consultório pensando no que era aquela conversa telefônica que tinha ouvido do vizinho, mas depois lembrei que com o histórico de putanheiro dele, com certeza era algum marido vendendo a própria esposa. Como ele e a Luisa fazem parte da comunidade Swinger da Colômbia, não dei mais atenção e tranquei a porta pra agora sim entrar em ação com a Luisa.
Quando me aproximei, o Gonzales ainda estava enfiado na Luisa, mas agora ela tava de costas pra ele, apoiada com os cotovelos na maca. O Gonzales me viu e perguntou: "Você contou pro marido dessa puta que eu tô atendendo ela como ela merece? Olha como ela enfia a pica na buceta dela sozinha." Eu assenti com a cabeça enquanto me masturbava pra esquentar antes da minha vez. Via a Luisa separar as nádegas com as duas mãos e se empurrar pra frente e pra trás num ritmo cadenciado que ia fazer o Gonzales gozar. Falei pra ele não gozar dentro, mas foi tarde demais. O Gonzales gozou e quando se separou dela, vi a buceta vermelhinha da Luisa escorrendo toda a porra que o Doutor tinha derramado nela.
A Luisa me olhou sorrindo e disse: "Mas do que você tá preocupado, rapaz? Não vê que eu tenho outro buraquinho disponível pra você?" O Gonzales também se aproximou e falou: "Desculpa, rapaz, mas essa bucetinha tava pedindo pra ser cheia aos berros e eu não aguentei. Agora vai você pelo cu enquanto eu descanso um pouco." Exausto, o Gonzales se afastou e sentou na cadeira da escrivaninha dele.
Luisa: "E então, meu filho! Vai me deixar com a bunda aberta assim? Olha que já tá prontinha pra você meter." Enquanto falava, ela mesma enfiava dois dedos no cu e me mostrava como tinha dilatado. Me aproximei dela e, como sei que ela adora quando faço isso, abri as bandas das nádegas dela e cuspi dentro do cu já aberto. O corpo dela estremeceu. tirando mais a bunda dela - uii que sujo doutor, me faz o favor e tira isso que jogou aí dentro, me faz o favor, me ajoelhei e mais uma vez enfiei a língua na bunda dela, é que definitivamente o meu negócio é cuzinho, - ai papai que gostoso sentir essa língua tão fundo, que vício enorme pelo meu cu papai, você gosta? Gosta do cu da sua vizinha? Adorei, respondi sem parar de lamber a racha traseira dela, e ela continuava perguntando – você gosta de comer o cu da sua vizinha? Vai meter na sua vizinha pelo rabo com o marido tão perto? Não aguentei mais e encaixei a pica no ânus dela e de um só empurrão enfiei tudo, aiiii ela gemeu sem controle, eu imediatamente coloquei uma mão na boca dela pra segurar os gemidos, a putinha queria morder a mão mas não deixava e continuei furando a bunda dela, falava no ouvido sem parar de meter gostoso.
- gosta vizinha? gosta de como a gente tá cuidando de você? Falava baixinho no ouvido – olha como esse cu tá trabalhado, tudo que enfiam aí sai não é? Quando percebi que ela já tava mais controlada tirei a mão da boca dela e falei goza devagar vizinha, não vai ser que o vizinho descubra o tratamento de pica que a gente tá dando na putinha da esposa dele, ela respondeu – não ligo se o filho da puta descobrir, se ele come outros buracos eu também posso comer outras picas por fora, sorrimos os três, até o Gonzales que parecia já recuperado tava batendo uma enquanto eu metia no cu da nossa paciente.
Não posso negar que naquele dia aproveitei a Luisa como nunca tinha feito antes, então agora quem começava a perder o controle era eu, comecei a enfiar muito mais forte e a gemer baixinho no ouvido dela, - toma putinha, já que você gosta tanto, e ela respondia também bem baixinho – enfia esse termômetro até os intestinos seu arrombado, enfia tudo que cabe sim, obedeci e comecei a meter com mais violência, - então vai me comer bem forte pelo cu! Espero que isso não seja vingança pelo que tá rolando com você e sua ::::, tapei a boca dela com a mão de novo na hora. Luisa sabia muito bem que eu tava mal por causa da putaria do meu primo com a minha mãe gostosa. Gonzales interveio me chamando a atenção — Ei, meu filho, não seja tão bruto com a paciente, não vê que é sua vizinha? Quer matar ela na porrada ou o quê? Eu respondi — Fica tranquilo, doutor, que eu sei que é assim que ela gosta.
Comecei a meter no cu dela mais devagar pra ela se acalmar um pouco e falei no ouvido dela: desculpa, mas a culpa é sua, fica de boca solta e isso não é bom pra gente. Se tiver algo pra me dizer, fala depois, entendeu? Ela balançou a cabeça e eu tirei minha mão da boca dela. Deixei ela se mexer à vontade, era ela quem rebolava a cintura marcando o ritmo da penetração no cu dela. Ela se movia em círculos primeiro e depois de uns segundos metia de uma vez até minhas bolas baterem na bunda dela.
Gonzales percebeu o espetáculo — Pô, isso parece muito gostoso, quero provar! Já tô pronto de novo. Respondi — Deixa eu terminar, doutor, ainda não gozei. Comecei a meter mais forte no cu da Luisa, enfiava e tirava tudo, sentia a respiração dela ficando mais pesada. Ela me abraçou e apertou contra ela. Falei — Luisa, já tô quase, vou gozar dentro de você... — Sim, meu filho, faz isso, enche meu cu de leiteeee, me inunda toda com seu gozo quente, aiiii sim.
Não aguentei mais e gozei com uma porrada de porra que pensei que tinha mijado dentro dela. Gonzales não esperou a Luisa se recuperar, pegou ela pelo braço e levou pra cadeira da mesa dele. Ele sentou e fez ela montar de costas pra ele pra enfiar o pau no cu dela. Notei que o cu dela não resistiu, porque não só tava dilatado, mas também sabia que ainda tava cheio da minha porra, já que Gonzales não deu tempo pra nada. Gonzales fazia Luisa pular no colo dele pra que o pau entrasse e saísse com força do cu dela, Luisa tava adorando pra caralho, com uma mão ela apertava um peito e com a outra enfiava um dedo na buceta, que ao sentir todo molhado, ela colocava na boca enquanto me olhava sorrindo. Quando me aproximei dos meus parceiros de trio, Luisa apontou com o dedo indicador pra própria vagina.
- Vem, Kevin, é por aqui que eu quero você, goza e me come pela buceta, já tá escorrendo e pronta. Gonzales girou a posição da cadeira sem tirar o pau do cu de Luisa, que ao me ver chegando, abriu ainda mais as pernas e comentou - Ô, senhores, vou contar pra vocês que faz tempo que não sinto dois paus dentro de mim, então, por favor, vão devagarzinho, porque essa vai ser a melhor visita ao pronto-socorro que eu já tive.
As palavras dela me esquentaram, e eu me posicionei de pé na frente dela, enfiando meu pau na buceta dela. Gonzales não facilitou a parada, porque não parou de se mexer dentro do cu dela nem por um segundo. Finalmente, estávamos os dois dentro dos buracos de Luisa, exatamente como eu tinha prometido. Luisa me abraçou com os braços e começou a me beijar sem controle.
Luisa: é assim que eu quero vocês, enche meus buracos, inunda tudo com essa porra, não aguento mais, goza logo, por favor, quero me sentir cheia por todos os lados.
Gonzales não demorou pra soltar a porra dentro do cu de Luisa, mas eu, que tinha começado a meter mais tarde na bucetinha dela, ainda não tinha conseguido gozar. Tirei o pau de Gonzales de dentro dela e carreguei Luisa, mantendo ela enfiada no meu pau pela buceta. De pé, fiz ela cavalgar no meu pau, que entrava e saía por completo. Eu sentia o desespero dela pra me fazer gozar, ela me beijava, me acariciava, mas foi só ela sussurrar no meu ouvido o que disse que me fez explodir. Não podia acreditar, me surpreendeu, me esquentou e depois me esfriou.
- Enche minha buceta igual seu primo e meu marido encheram a da sua mãe hoje à tarde.
Fiquei exausto, soltei ela e fui andando. Atrás, sentei na mesa do Gonzales, não conseguia acreditar no que a Luísa tinha me dito, meu mundo inteiro tava girando. Quis acreditar que era por causa da foda que eu tinha acabado de dar nela, mas não, no fundo eu sabia que o problema tava na minha cabeça e no meu coração, me sentia totalmente destruído. Gonzales percebeu minha mudança de atitude — "O que foi, rapaz, tá bem? Caramba, te deixaram seco, hein? Que vizinha gostosa do caralho!" Enquanto arrumava a roupa e ia pro banheiro interno do consultório.
Luísa chegou perto de mim e me abraçou, dizendo — "Não era minha intenção te machucar, meu filho. Eu gosto muito de você, e sei o que uma mãe significa pra alguém, o que ela representa. Sei que você tá decepcionado com a sua, mas foi um momento de prazer onde não medi o que tava falando." Meu ânimo apareceu, perguntando — "Quer dizer que o que você me disse é mentira?" Ela respondeu — "Não, nada disso. O que te falei é 100% verdade. Hoje encontrei meu marido e o primo dele dando uma surra de foda na sua mãe no quarto de hóspedes do nosso apartamento. Sabe que não me importo com quem meu marido come, contanto que eu também possa transar. O fato é que hoje inventei essa história de dor de estômago, porque ele não teria me deixado vir dar pra vocês dois. Porque eles, ao se sentirem descobertos, pararam o que estavam fazendo. Meu marido ficou muito puto comigo e disse que não me perdoaria pelo que fiz. Parece que ele ainda tem muita vontade na sua mãe."
Quando Gonzales saiu do banheiro, pedi pra Luísa ir se limpar também. Gonzales me deu um tapinha nas costas e me parabenizou pelo trabalho que fizemos com a vizinha. Ele disse — "Vou falar com o marido enquanto você descansa um pouco. Vou explicar os problemas da paciente e as complicações." Enquanto piscava o olho e saía do consultório.
Quando Luísa saiu do banheiro, deixei ela se arrumar. Cheguei perto dela e, chorando, não consegui me segurar e a abracei. Ela correspondeu ao meu abraço, pedindo... que me acalmasse, era impossível conter minhas lágrimas, ela me afastou dela e me disse — se serve de algo, o que aconteceu esta tarde com sua mãe foi a primeira vez que aconteceu, pelo visto meu marido os pegou esta tarde no estacionamento do prédio enquanto sua mãe chupava a pica do primo dela, e esse último, ao se ver descoberto, para não correr riscos, convidou meu marido para participar. Ali no estacionamento, dentro do carro, ela fez sexo oral nos dois, e então meu marido os convidou para subir ao nosso apartamento. Ele me contou que Milena disse que não, mas que seu primo a convenceu.
Já não aguentava mais, mil pensamentos passavam pela minha cabeça, o que mais me assustava era querer tirar do papel aquele filho da puta do meu primo, por ser um frouxo, mas no fundo sabia que não era capaz, além disso, minha mãe também tinha culpa por ser uma puta, e o que dizer de mim, o principal culpado por despertar a ninfomaníaca, a vadia, a gostosa que existia dentro da minha mãe. Me acalmei um pouco e pedi para Luísa continuar contando.
— Olha, depois de tudo, meu marido ficou meio animado porque, embora não tenha fodido sua mãe por completo, ele me disse que conseguiu enfiar o cu dela enquanto o primo metia a pica na buceta dela. Ah, e agora lembro, meu marido, surpreso, me contou que viu sua mãe fazer algo que só tinha visto em filmes. O primeiro a dar no cu dela foi Carlos, o primo, enquanto ele a tinha enculada, ela passou um consolo para ele, e ele começou a pressionar entre a pica dele e o cu de Milena até conseguir enfiar metade. Não satisfeita com isso, sua mãe continuava se mexendo e pedindo para Carlos continuar enfiando o consolo até que ele enfiou por completo. Meu marido me contou que nunca tinha visto algo assim ao vivo, ele disse que Carlos começou a foder sua mãe com violência, e que ela curtia muito o ato. Quando Carlos gozou, sua mãe já tinha encharcado os lençóis da cama com os sucos dela. Carlos tirou Primeiro o consolo, depois eu tirei a pica do cu da Milena. A próxima coisa que viram foi como o cu da sua mãe tinha ficado totalmente aberto, e o Carlos, insatisfeito, enfiou a mão inteira. Quando tirou, o cu da sua mãe estava totalmente pra fora, prolapsado, acho que é a palavra que meu marido usou.
Então era isso. Era assim que o Carlos conseguia deixar o cu da minha mãe totalmente arrebentado. Entendi tudo perfeitamente, até as palavras do vizinho elogiando o jeito que minha mãe dava o cu. Mas as coisas não iam ficar assim, pensei.
Luísa continuou me contando que, aparentemente, meu primo e o marido dela pretendiam continuar a farra com a minha mãe, mas dessa vez num clube de swing, onde pagariam pra fazer o mesmo show ao vivo para os espectadores. Foi aí que entendi completamente as palavras do vizinho, e tenho certeza de que o dinheiro que cairia na conta seria para o Carlos, meu primo. Mas que não pensem que vão se safar...
CONTINUA...
8 comentários - Cuca pro pai, bum pro filho