Finalmente, Mari se entrega completamente ao prazer e perde a virgindade com o irmão mais velho...
Eu me sentia mal pelo que tinha acontecido, mas consegui disfarçar da melhor forma possível. Para a Mariza não foi difícil, já que, por causa da personalidade dela ser bem estranha, não era incomum pra minha irmã ficar muito quieta ou muito eufórica. Eu sabia muito bem que ela não sentia nada por mim, que era apaixonada pelo namorado dela, e que eu tinha sido só um encontro carnal sem importância.
Naquela noite, depois de apagar as luzes, minha irmã me abraçou e me beijou. Disse que tinha sentido minha falta, que tava com muita vontade de ficar comigo e, mesmo depois de ter fodido o fim de semana inteiro, fisicamente sem muita energia e com a cabeça no que tinha rolado com a Mariza, tive que fazer sacanagem com minha irmã. Depois que a gente terminou, como sempre, ela disse que tinha pensado muito e que, por me amar tanto, tava disposta a experimentar comigo, mas queria que fosse algo especial, então a gente deixaria pro fim de semana.
A semana passou normal, até que na quarta-feira à tarde, minha irmã não estava em casa. A Mariza me pega pela cintura e diz que tava com uma vontade louca de foder. Falei que também queria, mas que não sabia quando minha irmã ia chegar. Ela disse que tinha acabado de falar com ela e que não chegaria cedo, então a gente tinha umas duas horas pra se acabar. Não me segurei e a gente foi pro quarto dela, fodendo como animais no cio, metendo no cu dela por um tempão.
É verdade que o sexo com a Mariza era extraordinário, mas eu me sentia mal por estar traindo minha irmã. Só que não dava pra fazer nada, já tinha me metido nessa e sabia que ia acabar mal.
Minha irmã, naquela semana, tava mais fogosa do que nunca. Não tinha uma noite que não me procurasse. Nossos encontros foram muito quentes, quase ao ponto de na quinta-feira quase termos transado, só no final nos seguramos pra fazer disso algo especial.
Finalmente chegou o fim de semana. Mariza saiu bem cedo no sábado pra viajar e se encontrar com o corno do namorado dela, eu trabalhei até meio-dia e quando voltei, minha irmã tinha preparado um almoço delicioso pra mim. Depois de comer, ela mandou eu tomar banho e esperar ela no quarto de Mariza. Ela entrou no banheiro, também tomou banho e depois de um tempo, entrou no quarto de Mariza com uma camisola branca minúscula que ficava espetacular nela. Ela estava uma delícia, linda demais. Não podia acreditar na mulher gostosa que naquela tarde ia me entregar a virgindade dela. Ela me perguntou se eu gostava e, claro, falei que ela estava divina. Ela se deitou do meu lado e começamos a nos beijar e nos tocar bem devagar. Depois de um tempo, como sempre, as tetas lindas e grandes dela foram parar na minha boca. As tetas dela eram mil vezes melhores que as da Mariza, o tamanho, o cheiro, a textura macia da pele, a inocência dela...
Devagar, tirei aquela roupinha, deixando ela completamente pelada. Montei ela em cima de mim, me deliciei com as tetas dela no meu rosto enquanto passava a mão na bunda dela e ela esfregava a buceta no meu pau, nos esquentando um ao outro. Senti a mão dela tocando meu pau, levando ele até a buceta molhada dela. Ela estava nervosa, muito nervosa, mas com vontade de fazer. Senti os pelinhos dela roçando na ponta do meu pau, depois os lábios da buceta dela se abrindo só um pouco, enquanto ela encaixava meu pau na intimidade dela e, quando vi que estava bem posicionado, ela começou a descer bem devagar.
Suavemente, eu me mexia, bem devagar, tentando arrancar a virgindade dela sem que doesse. Eu via no rosto dela uma expressão de dor, mas ela continuava no trabalho dela, tentando enfiar meu pau pra dentro. Num momento, eu Doeu um pouco ser eu quem tirasse aquele fruto proibido e, mesmo estando muito excitado, perguntei se ela queria voltar atrás. Ela disse que não, que eu só não me mexesse. Continuou tentando enfiar e não conseguia, a dor era grande. Mudamos de posição. Desci até a buceta dela e chupei por um bom tempo para molhar bem. Com minha língua, enfiava o mais fundo que podia, até que ela mesma me fez sair e montar nela. Com minhas mãos segurando suas nádegas gostosas, a mão dela guiou meu pau para a entrada da buceta, pedindo mais uma vez para eu ir devagar.
Uma leve pressão da minha parte naquela buceta molhada e os olhos fechados da minha irmã mostraram um pouco de dor. Fiquei parado sem me mexer por um minuto e depois repeti. De novo os olhos fechados e um gemidinho de dor, mas mesmo assim ela se segurou nas minhas costas e me empurrou contra ela. Uma terceira tentativa e parte do meu pau entrou no corpo dela. Senti a dor dela, ela pediu reclamando para eu não me mexer, que doía muito, mas que eu não saísse. Ela estava linda, com as pernas abertas, com os peitos grandes e duros, beijados suavemente por mim, apoiado nos meus braços, só com meu peso na região pubiana dela. Uma nova tentativa e meu pau entrou um pouco mais. Eu estava lentamente tomando a virgindade dela.
O rosto de dor da minha irmã não conseguia esconder, mas ela pedia para eu não sair. Eu também senti um pouco de dor, porque ela estava muito apertada, mas aguentei sem sair. Comecei a me mover bem devagar, tirando meu pau só um centímetro e fazendo uma pressão suave de novo, uma e outra vez, fodendo ela bem, mas bem devagar. Minha irmã, com as pernas abertas, agarrada nas minhas costas, gemia de dor, mas aguentava as pequenas investidas do irmão, que cada vez tentava entrar um pouco mais, até que numa dessas tentativas, senti como se A buceta dela se abriu e consegui entrar um pouco mais fundo.
Não tinha mais volta, a virgindade da minha irmã tinha morrido, era a passagem dela de menina pra mulher e devagar fui entrando cada vez mais fundo, sentindo as mãos dela apertando forte minhas costas, aguentando a dor nesse passo importante da vida dela.
Aos poucos a buceta foi se acostumando e eu já sentia que as paredes dela tinham dilatado, meu pau entrava e saía da buceta da minha irmã, e apesar de tudo, ela me disse que ainda doía, mas que mesmo assim, tava gostando. Continuei metendo devagar, sentindo meu pau sumir dentro do corpo da minha irmã. Dei uma olhadinha pra baixo e vi um pouco de sangue, mas continuei mesmo assim.
Continuamos assim por um bom tempo, cada vez mais relaxada, ela aceitava meu pau. Fiquei parado com meu pau enfiado no corpo dela, sentindo ela mesma contrair o útero apertando ele, me dizendo pra não me mexer, pra deixar ele ali, que assim sentia prazer.
Depois ela começou a relaxar e a curtir. Me disse que sentia ele muito gostoso, mas não tanto pra gozar, mas que queria me sentir gozando dentro dela, que queria sentir o irmão enchendo ela de leite e foi o que eu fiz. Me mexi um pouco mais forte, comecei a foder ela um pouco mais duro. Ela já aguentava mais fácil, embora sentisse um pouco de dor, pedia mais e mais.
Meu pau entrava e saía num ritmo calmo do corpo da minha irmã, sem soltar a bunda gostosa dela, metendo cada vez mais fundo. Depois deixei ele parado de novo, enfiado até o talo, e ela começou a se mexer, apertando ele e se movendo cada vez mais rápido. Me disse pra esperar, que tava curtindo e que se pudesse, ia gozar. Fiquei sentindo um prazer físico ao sentir meu pau sendo chupado pelo Buceta da minha irmã e um prazer mórbido ao ver o rosto dela, com os olhos fechados já começando a aproveitar.
Não demorou muito e minha irmã, se movendo bem rápido, começou a gemer cada vez mais forte, até que soltou um grito alto, me agarrou com força pelo cu e, gemendo, disse que estava gozando. Comecei a me mover agora, metendo com força a pica na minha irmã e também, entre gemidos fortes, comecei a gozar, dizendo que estava me acabando, o que a excitou ainda mais, enchendo a buceta dela de porra incestuosa quente, que chegou bem no fundo do ser dela. Gemendo os dois como loucos, minha irmã agarrada no meu corpo com força, se mexendo e gritando, pedindo pra eu não parar de me mover.
Foi incrível, gozamos juntos, numa mistura de gritos e gemidos de prazer e um pouco de dor, terminando com um beijo fogoso que só era interrompido pelos gemidos da minha irmã, que ainda continuava gozando.
Já mais calmos, minha pica completamente molhada, continuava entrando e saindo devagar, aproveitando a buceta da minha irmã, que ainda curtia a pica mole do irmão dela.
Saí de dentro dela e da buceta virgem dela. Começou a sair meu sêmen, misturado com um pouco de sangue, e uma mancha avermelhada evidente no lençol da Mariza, que deixava claro nosso incesto consumado. Não tinha mais volta, tínhamos consumado nossa relação.
Ficamos deitados a tarde toda e, depois de umas duas horas, fizemos de novo. De qualquer forma, doeu nela, mas também consegui fazê-la gozar.
Convidei ela pra sair pra "comemorar" nosso encontro e, acredite se quiser, fui pro mesmo PUB que tinha ido com a Mariza. Só aí comentei que conheci aquele lugar por causa dela. Ela não gostou muito de eu ter saído com a Mariza, mas como eu disse que foi só Tinha sido uma saída inocente, não passou disso.
Depois de umas quantas doses da minha parte, e só duas da minha irmãzinha, voltamos pro apê, obviamente pra foder. Deitamos como se fôssemos um casal, tirando a roupa cada um do seu lado da cama, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Enquanto minha irmã fazia isso, eu admirava aquele corpo gostoso, seus quadris largos, a bunda redonda, macia, linda, num conjunto de lingerie preta que eu também nunca tinha visto antes, mais sensual, mais provocante. Os peitos divinos dela num sutiã de renda que realçava divinamente aqueles peitões. A verdade é que eu gostava muito mais do corpo da minha irmã, embora a Mariza fodesse melhor, era só questão de treinar minha irmã na cama.
Assim que deitamos, nos beijamos. Sem apagar a luz pra poder ver o rosto e o corpo dela, beijei ela apaixonadamente, amassando aquelas nádegas deliciosas com força, puxando ela pra perto de mim. Depois, como de costume, chupei os peitos dela uma vez e outra, e só aí comecei a tirar a calcinha e o sutiã, deixando ela completamente pelada.
Fiz ela chupar minha piroca por um bom tempo, e como sempre, ela fez um trabalho espetacular. Da minha parte, também fiquei um tempão beijando a buceta dela, até que fiz ela montar em mim e terminamos num 69 fabuloso, eu comendo a bunda da minha irmã enquanto ela descansava o corpo no meu peito, deixando a buceta na minha cara.
Depois, deitei ela de lado e, por trás, fui acariciando a boceta dela com minha piroca, até encontrar a posição certa e dei uma empurradinha, entrando sem esforço. No começo doeu um pouco, mas só um pouco; daqui a pouco ela já se mexia sem problema nenhum, rebolando a bunda pra trás.
Coloquei ela de costas e fodi ela um tempão nessa posição. Depois, deitei de costas e ela subiu, com as pernas de cada lado, e foi muito melhor. gostoso. Minha irmã se mexia deliciosamente com os olhos fechados, com as tetonas balançando pra cima e pra baixo, aproveitando a pica do irmão mais velho. Era divino ter ela assim, eu tinha uma visão perfeita das tetas dela e da minha pica entrando nela.
Agora era eu quem a segurava pra ela não gozar muito rápido. Assim como tinha aprendido com a Mariza, falei pra ela que queria que esse encontro fosse bem longo, que queria foder ela por um bom tempo e que tentasse não gozar, mesmo sendo muito difícil, já que tudo era novo e excitante pra ela.
Entre gemidos, ela me dizia o quanto tava gostando e que queria aprender tudo comigo, que eu não tivesse vergonha de pedir qualquer coisa. Na hora me veio à mente o cu da Mariza e que o da minha irmã também podia ser usado pra mesma satisfação, mas era demais pra só um fim de semana, então decidi deixar pra depois. Mas pedi pra ela ficar de quatro. Nessa posição, com a raba empinada, levantada, ela parecia maior, mais caderuda e mais gostosa, então não tive pena de meter tudo. Agarrado nas nádegas dela, minha pica entrou e saiu várias vezes, fazendo ela gemer de prazer. Ela já não sentia dor, só prazer, e pedia mais e mais, e eu não hesitava em dar.
Foi uma fodida de campeonato. Por causa do álcool no meu sangue, eu tava muito duro e resistente, então meti pica por muito mais tempo. De novo com minha irmã sentada em cima de mim, cavalgando, colocando as tetas na minha cara enquanto era fodida, ela disse que não aguentava mais, que tava quase gozando. Eu soltei ela, ela sentou de vez na minha pica e, enquanto gozava, agarrou as próprias tetas e, com o rosto todo amassado, começou a gemer muito alto, levando as mãos na buceta, se acariciando pra depois se tocar nas tetas de novo, era algo realmente excitante e, quando ela começou a gritando que estava gozando, não aguentava mais e meti com tudo, os dois gritando alto enquanto chegávamos aos nossos respectivos orgasmos.
Caímos exaustos, minha irmã deitada no meu peito, brincou com meu pau molhado, mole, já sem força, me dizendo o quanto tinha gostado.
Ela já tinha me dito que naquele fim de semana era completamente impossível engravidar por causa do período menstrual, mas que na segunda-feira sem falta falaria com a Mariza, pela experiência dela, pra ajudar a escolher umas pílulas anticoncepcionais.
Fiquei com medo da Mariza desconfiar de algo, mas ela disse que não tinha problema, que inventaria um suposto namorado e que jamais poderia desconfiar.
Assim, cansados, dormimos. De manhã, transamos um par de vezes e mais algumas depois do almoço. Minha irmã realmente tinha virado uma viciada no meu pau e a toda hora me procurava. Felizmente, embaixo do nosso apartamento tinha uma lavanderia aberta, e mandamos lavar a colcha da Mariza, que mostrava nosso encontro incestuoso e fogoso.
Mariza chegou no domingo à noite e nem desconfiou do que tinha acontecido na cama dela. Perguntou pela colcha e minha irmã disse que tinha uma promoção de dois por um e que tinha mandado lavar a dela e a da Mariza pra aproveitar a oferta, coisa que era verdade, claro que ela não sabia que dentro daquela máquina de lavar, se misturavam os fluidos dela, os meus e os da Mariza.
Fim.
Eu me sentia mal pelo que tinha acontecido, mas consegui disfarçar da melhor forma possível. Para a Mariza não foi difícil, já que, por causa da personalidade dela ser bem estranha, não era incomum pra minha irmã ficar muito quieta ou muito eufórica. Eu sabia muito bem que ela não sentia nada por mim, que era apaixonada pelo namorado dela, e que eu tinha sido só um encontro carnal sem importância.
Naquela noite, depois de apagar as luzes, minha irmã me abraçou e me beijou. Disse que tinha sentido minha falta, que tava com muita vontade de ficar comigo e, mesmo depois de ter fodido o fim de semana inteiro, fisicamente sem muita energia e com a cabeça no que tinha rolado com a Mariza, tive que fazer sacanagem com minha irmã. Depois que a gente terminou, como sempre, ela disse que tinha pensado muito e que, por me amar tanto, tava disposta a experimentar comigo, mas queria que fosse algo especial, então a gente deixaria pro fim de semana.
A semana passou normal, até que na quarta-feira à tarde, minha irmã não estava em casa. A Mariza me pega pela cintura e diz que tava com uma vontade louca de foder. Falei que também queria, mas que não sabia quando minha irmã ia chegar. Ela disse que tinha acabado de falar com ela e que não chegaria cedo, então a gente tinha umas duas horas pra se acabar. Não me segurei e a gente foi pro quarto dela, fodendo como animais no cio, metendo no cu dela por um tempão.
É verdade que o sexo com a Mariza era extraordinário, mas eu me sentia mal por estar traindo minha irmã. Só que não dava pra fazer nada, já tinha me metido nessa e sabia que ia acabar mal.
Minha irmã, naquela semana, tava mais fogosa do que nunca. Não tinha uma noite que não me procurasse. Nossos encontros foram muito quentes, quase ao ponto de na quinta-feira quase termos transado, só no final nos seguramos pra fazer disso algo especial.
Finalmente chegou o fim de semana. Mariza saiu bem cedo no sábado pra viajar e se encontrar com o corno do namorado dela, eu trabalhei até meio-dia e quando voltei, minha irmã tinha preparado um almoço delicioso pra mim. Depois de comer, ela mandou eu tomar banho e esperar ela no quarto de Mariza. Ela entrou no banheiro, também tomou banho e depois de um tempo, entrou no quarto de Mariza com uma camisola branca minúscula que ficava espetacular nela. Ela estava uma delícia, linda demais. Não podia acreditar na mulher gostosa que naquela tarde ia me entregar a virgindade dela. Ela me perguntou se eu gostava e, claro, falei que ela estava divina. Ela se deitou do meu lado e começamos a nos beijar e nos tocar bem devagar. Depois de um tempo, como sempre, as tetas lindas e grandes dela foram parar na minha boca. As tetas dela eram mil vezes melhores que as da Mariza, o tamanho, o cheiro, a textura macia da pele, a inocência dela...
Devagar, tirei aquela roupinha, deixando ela completamente pelada. Montei ela em cima de mim, me deliciei com as tetas dela no meu rosto enquanto passava a mão na bunda dela e ela esfregava a buceta no meu pau, nos esquentando um ao outro. Senti a mão dela tocando meu pau, levando ele até a buceta molhada dela. Ela estava nervosa, muito nervosa, mas com vontade de fazer. Senti os pelinhos dela roçando na ponta do meu pau, depois os lábios da buceta dela se abrindo só um pouco, enquanto ela encaixava meu pau na intimidade dela e, quando vi que estava bem posicionado, ela começou a descer bem devagar.
Suavemente, eu me mexia, bem devagar, tentando arrancar a virgindade dela sem que doesse. Eu via no rosto dela uma expressão de dor, mas ela continuava no trabalho dela, tentando enfiar meu pau pra dentro. Num momento, eu Doeu um pouco ser eu quem tirasse aquele fruto proibido e, mesmo estando muito excitado, perguntei se ela queria voltar atrás. Ela disse que não, que eu só não me mexesse. Continuou tentando enfiar e não conseguia, a dor era grande. Mudamos de posição. Desci até a buceta dela e chupei por um bom tempo para molhar bem. Com minha língua, enfiava o mais fundo que podia, até que ela mesma me fez sair e montar nela. Com minhas mãos segurando suas nádegas gostosas, a mão dela guiou meu pau para a entrada da buceta, pedindo mais uma vez para eu ir devagar.
Uma leve pressão da minha parte naquela buceta molhada e os olhos fechados da minha irmã mostraram um pouco de dor. Fiquei parado sem me mexer por um minuto e depois repeti. De novo os olhos fechados e um gemidinho de dor, mas mesmo assim ela se segurou nas minhas costas e me empurrou contra ela. Uma terceira tentativa e parte do meu pau entrou no corpo dela. Senti a dor dela, ela pediu reclamando para eu não me mexer, que doía muito, mas que eu não saísse. Ela estava linda, com as pernas abertas, com os peitos grandes e duros, beijados suavemente por mim, apoiado nos meus braços, só com meu peso na região pubiana dela. Uma nova tentativa e meu pau entrou um pouco mais. Eu estava lentamente tomando a virgindade dela.
O rosto de dor da minha irmã não conseguia esconder, mas ela pedia para eu não sair. Eu também senti um pouco de dor, porque ela estava muito apertada, mas aguentei sem sair. Comecei a me mover bem devagar, tirando meu pau só um centímetro e fazendo uma pressão suave de novo, uma e outra vez, fodendo ela bem, mas bem devagar. Minha irmã, com as pernas abertas, agarrada nas minhas costas, gemia de dor, mas aguentava as pequenas investidas do irmão, que cada vez tentava entrar um pouco mais, até que numa dessas tentativas, senti como se A buceta dela se abriu e consegui entrar um pouco mais fundo.
Não tinha mais volta, a virgindade da minha irmã tinha morrido, era a passagem dela de menina pra mulher e devagar fui entrando cada vez mais fundo, sentindo as mãos dela apertando forte minhas costas, aguentando a dor nesse passo importante da vida dela.
Aos poucos a buceta foi se acostumando e eu já sentia que as paredes dela tinham dilatado, meu pau entrava e saía da buceta da minha irmã, e apesar de tudo, ela me disse que ainda doía, mas que mesmo assim, tava gostando. Continuei metendo devagar, sentindo meu pau sumir dentro do corpo da minha irmã. Dei uma olhadinha pra baixo e vi um pouco de sangue, mas continuei mesmo assim.
Continuamos assim por um bom tempo, cada vez mais relaxada, ela aceitava meu pau. Fiquei parado com meu pau enfiado no corpo dela, sentindo ela mesma contrair o útero apertando ele, me dizendo pra não me mexer, pra deixar ele ali, que assim sentia prazer.
Depois ela começou a relaxar e a curtir. Me disse que sentia ele muito gostoso, mas não tanto pra gozar, mas que queria me sentir gozando dentro dela, que queria sentir o irmão enchendo ela de leite e foi o que eu fiz. Me mexi um pouco mais forte, comecei a foder ela um pouco mais duro. Ela já aguentava mais fácil, embora sentisse um pouco de dor, pedia mais e mais.
Meu pau entrava e saía num ritmo calmo do corpo da minha irmã, sem soltar a bunda gostosa dela, metendo cada vez mais fundo. Depois deixei ele parado de novo, enfiado até o talo, e ela começou a se mexer, apertando ele e se movendo cada vez mais rápido. Me disse pra esperar, que tava curtindo e que se pudesse, ia gozar. Fiquei sentindo um prazer físico ao sentir meu pau sendo chupado pelo Buceta da minha irmã e um prazer mórbido ao ver o rosto dela, com os olhos fechados já começando a aproveitar.
Não demorou muito e minha irmã, se movendo bem rápido, começou a gemer cada vez mais forte, até que soltou um grito alto, me agarrou com força pelo cu e, gemendo, disse que estava gozando. Comecei a me mover agora, metendo com força a pica na minha irmã e também, entre gemidos fortes, comecei a gozar, dizendo que estava me acabando, o que a excitou ainda mais, enchendo a buceta dela de porra incestuosa quente, que chegou bem no fundo do ser dela. Gemendo os dois como loucos, minha irmã agarrada no meu corpo com força, se mexendo e gritando, pedindo pra eu não parar de me mover.
Foi incrível, gozamos juntos, numa mistura de gritos e gemidos de prazer e um pouco de dor, terminando com um beijo fogoso que só era interrompido pelos gemidos da minha irmã, que ainda continuava gozando.
Já mais calmos, minha pica completamente molhada, continuava entrando e saindo devagar, aproveitando a buceta da minha irmã, que ainda curtia a pica mole do irmão dela.
Saí de dentro dela e da buceta virgem dela. Começou a sair meu sêmen, misturado com um pouco de sangue, e uma mancha avermelhada evidente no lençol da Mariza, que deixava claro nosso incesto consumado. Não tinha mais volta, tínhamos consumado nossa relação.
Ficamos deitados a tarde toda e, depois de umas duas horas, fizemos de novo. De qualquer forma, doeu nela, mas também consegui fazê-la gozar.
Convidei ela pra sair pra "comemorar" nosso encontro e, acredite se quiser, fui pro mesmo PUB que tinha ido com a Mariza. Só aí comentei que conheci aquele lugar por causa dela. Ela não gostou muito de eu ter saído com a Mariza, mas como eu disse que foi só Tinha sido uma saída inocente, não passou disso.
Depois de umas quantas doses da minha parte, e só duas da minha irmãzinha, voltamos pro apê, obviamente pra foder. Deitamos como se fôssemos um casal, tirando a roupa cada um do seu lado da cama, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Enquanto minha irmã fazia isso, eu admirava aquele corpo gostoso, seus quadris largos, a bunda redonda, macia, linda, num conjunto de lingerie preta que eu também nunca tinha visto antes, mais sensual, mais provocante. Os peitos divinos dela num sutiã de renda que realçava divinamente aqueles peitões. A verdade é que eu gostava muito mais do corpo da minha irmã, embora a Mariza fodesse melhor, era só questão de treinar minha irmã na cama.
Assim que deitamos, nos beijamos. Sem apagar a luz pra poder ver o rosto e o corpo dela, beijei ela apaixonadamente, amassando aquelas nádegas deliciosas com força, puxando ela pra perto de mim. Depois, como de costume, chupei os peitos dela uma vez e outra, e só aí comecei a tirar a calcinha e o sutiã, deixando ela completamente pelada.
Fiz ela chupar minha piroca por um bom tempo, e como sempre, ela fez um trabalho espetacular. Da minha parte, também fiquei um tempão beijando a buceta dela, até que fiz ela montar em mim e terminamos num 69 fabuloso, eu comendo a bunda da minha irmã enquanto ela descansava o corpo no meu peito, deixando a buceta na minha cara.
Depois, deitei ela de lado e, por trás, fui acariciando a boceta dela com minha piroca, até encontrar a posição certa e dei uma empurradinha, entrando sem esforço. No começo doeu um pouco, mas só um pouco; daqui a pouco ela já se mexia sem problema nenhum, rebolando a bunda pra trás.
Coloquei ela de costas e fodi ela um tempão nessa posição. Depois, deitei de costas e ela subiu, com as pernas de cada lado, e foi muito melhor. gostoso. Minha irmã se mexia deliciosamente com os olhos fechados, com as tetonas balançando pra cima e pra baixo, aproveitando a pica do irmão mais velho. Era divino ter ela assim, eu tinha uma visão perfeita das tetas dela e da minha pica entrando nela.
Agora era eu quem a segurava pra ela não gozar muito rápido. Assim como tinha aprendido com a Mariza, falei pra ela que queria que esse encontro fosse bem longo, que queria foder ela por um bom tempo e que tentasse não gozar, mesmo sendo muito difícil, já que tudo era novo e excitante pra ela.
Entre gemidos, ela me dizia o quanto tava gostando e que queria aprender tudo comigo, que eu não tivesse vergonha de pedir qualquer coisa. Na hora me veio à mente o cu da Mariza e que o da minha irmã também podia ser usado pra mesma satisfação, mas era demais pra só um fim de semana, então decidi deixar pra depois. Mas pedi pra ela ficar de quatro. Nessa posição, com a raba empinada, levantada, ela parecia maior, mais caderuda e mais gostosa, então não tive pena de meter tudo. Agarrado nas nádegas dela, minha pica entrou e saiu várias vezes, fazendo ela gemer de prazer. Ela já não sentia dor, só prazer, e pedia mais e mais, e eu não hesitava em dar.
Foi uma fodida de campeonato. Por causa do álcool no meu sangue, eu tava muito duro e resistente, então meti pica por muito mais tempo. De novo com minha irmã sentada em cima de mim, cavalgando, colocando as tetas na minha cara enquanto era fodida, ela disse que não aguentava mais, que tava quase gozando. Eu soltei ela, ela sentou de vez na minha pica e, enquanto gozava, agarrou as próprias tetas e, com o rosto todo amassado, começou a gemer muito alto, levando as mãos na buceta, se acariciando pra depois se tocar nas tetas de novo, era algo realmente excitante e, quando ela começou a gritando que estava gozando, não aguentava mais e meti com tudo, os dois gritando alto enquanto chegávamos aos nossos respectivos orgasmos.
Caímos exaustos, minha irmã deitada no meu peito, brincou com meu pau molhado, mole, já sem força, me dizendo o quanto tinha gostado.
Ela já tinha me dito que naquele fim de semana era completamente impossível engravidar por causa do período menstrual, mas que na segunda-feira sem falta falaria com a Mariza, pela experiência dela, pra ajudar a escolher umas pílulas anticoncepcionais.
Fiquei com medo da Mariza desconfiar de algo, mas ela disse que não tinha problema, que inventaria um suposto namorado e que jamais poderia desconfiar.
Assim, cansados, dormimos. De manhã, transamos um par de vezes e mais algumas depois do almoço. Minha irmã realmente tinha virado uma viciada no meu pau e a toda hora me procurava. Felizmente, embaixo do nosso apartamento tinha uma lavanderia aberta, e mandamos lavar a colcha da Mariza, que mostrava nosso encontro incestuoso e fogoso.
Mariza chegou no domingo à noite e nem desconfiou do que tinha acontecido na cama dela. Perguntou pela colcha e minha irmã disse que tinha uma promoção de dois por um e que tinha mandado lavar a dela e a da Mariza pra aproveitar a oferta, coisa que era verdade, claro que ela não sabia que dentro daquela máquina de lavar, se misturavam os fluidos dela, os meus e os da Mariza.
Fim.
26 comentários - Dormindo com minha irmã Mari (Final)
+2 :3
me he tragado los 4 relatos
recomiendame el siguiente 😃
Es la mejor de toda poringa 😉