Fodi minha sobrinha

Bom, essa é a primeira história que escrevo, espero que gostem. Já faz um tempinho que tudo isso aconteceu.

Tenho uma sobrinha de 18 anos, muito gostosa, com um corpo fenomenal. Todo mundo quer pegar ela, mas ela sempre foi meio na dela. Já teve namorado, mas ainda não tinha dado pra ninguém. Os peitos dela não são muito grandes, mas o que mais chama atenção é aquele rabo enorme e lindo, é a inveja de muitas e o sonho de todos os caras do meu bairro.

Bom, tudo começou num sábado. Ela foi convidada pra uma festa de fim de ano e me perguntou se eu podia levar ela, porque o pai dela com certeza não ia querer, ia ficar descansando. Então aceitei. Ela se arrumou e quando terminou, chegou na minha casa. Tava linda demais, vestindo uma calça jeans azul e uma camisa branca. Não consegui evitar de olhar pra ela e falar como ela tava gostosa. Se não fosse pelo meu irmão que tava com a gente, eu teria comido ela naquela hora.

Saímos de casa rumo à casa das amigas dela. Tava difícil dirigir, ficava olhando ela de canto de olho. Que tortura na minha cabeça! Mil coisas passavam na minha mente sobre o que eu faria com ela se fosse minha mina. Enfim, chegamos e ela, muito educada, me convidou pra entrar e ficar um pouco com elas. Mas o namorado dela tava lá, e a gente não se dava bem, então falei que ia beber com meus amigos, mas que voltaria pra buscar ela assim que ela me ligasse. Ela aceitou e eu fui embora.

Como eu só menti pra não ficar na festa, não tinha nada pra fazer. Tomei um banho e comecei a beber sozinho. A noite chegou e recebi a ligação. Já tava dormindo. Era ela, e dava pra perceber que tava muito bêbada.

Fui pra festa e já imaginava um monte de coisa que faria com ela. Queria dar em cima, mostrar minhas intenções de comer ela. Além disso, ela tava bêbada, seria fácil. E se não desse certo, eu diria que foi por causa da bebida.

Cheguei na festa e a maioria das pessoas já tava muito bêbada.

— Ei, Karina, sabe onde ela tá?

— Acho que tá com o namorado dela. Já tá muito bêbada, melhor você levar ela embora.

— Valeu.

Fui pra parte de trás e, realmente, ela tava lá. Já quase não conseguia ficar em pé. O cara dela tava pior, já tava bem dormido.

- Karina, vamos embora.

- Claro, só vou me despedir das minhas amigas e a gente vai.

- Beleza, te espero aqui.

Já no caminho pra casa.

- Você bebeu muito, né?

- Sim, todo mundo bebeu demais. Acho que vou vomitar, para o carro, por favor.

- Claro.

Parei e ajudei ela a descer, mas sem querer acabei pegando num peito dela quando segurei ela. Ela não falou nada, só me sorriu. Fiquei sem palavras, mas ela quebrou o silêncio.

- Olha só. Mas já solta, né? (com um tom de deboche)

- Desculpa, não sei no que eu tava pensando.

- De boa, pra isso que servem os amigos, mas pede licença.

- É verdade. Já tá se sentindo melhor?

- Tô, mas sabe, já é tarde e acho que meu pai não vai me abrir a porta, ainda mais do jeito que eu tô. Posso ficar na sua casa?

- Claro.

- Mas não vai fazer nada comigo, vai? (com um sorriso no rosto)

- Claro que não.

- Então qual é a graça? Melhor não ficar na sua casa (com tom de deboche).

Tudo isso me deu confiança e fui com tudo.

- Bom, só se você quiser. Afinal, eu tô tão bêbado quanto você e amanhã a gente nem vai lembrar.

- E o que você faria comigo?

- De tudo (rindo um pouco).

- Mas não vai contar pra ninguém, né?

- Claro que não. E o que você quer fazer? (me aproximando mais dela)

- Quero fazer isso com você. Não sei se é o álcool, mas tô muito tarada.

- Então o que a gente tá esperando?

Subimos na caminhonete e no caminho fiquei apalpando os peitos dela e ela começou a chupar minha rola. Era um sonho, não conseguia acreditar.

Chegamos em casa e como só moramos eu e meu irmão, não foi difícil entrar. Além disso, meu mano tava numa festa com os amigos num buteco.

Assim que entramos, encostei ela na parede e beijei ela enquanto minhas mãos percorriam todo aquele corpo gostoso. Ela também não perdia tempo e pegava na minha pica.

Comecei a tirar a camisa dela e ela não ficou atrás, tirou a minha camisa e me deu mais um boquete. Depois levantei ela e levei pra cama, deitei ela e terminei de despir ela. Ela tava como se tivesse possuída, era outra pessoa, mas eu não ia perder a chance. oportunidade perguntando
devolvi o favor dando a primeira mamada nela, não demorou nada pra gozar e pedia aos gritos pra eu meter logo, mas eu queria aproveitar cada momento, talvez fosse a única chance que eu teria, então continuei com meu trabalho e em poucos segundos o segundo orgasmo dela
até me senti lisonjeado, mas a hora tinha chegado, ia penetrar ela. a primeira vez dela, mesmo que não parecesse, aos poucos encaixei a pica na entrada da buceta dela e fui entrando devagar

queria enfiar tudo de uma vez, mas não queria machucar ela. além disso, se eu fizesse tudo direito, ela ia querer repetir. os gemidos dela eram de dor e ao mesmo tempo de prazer, e quando entrei tudo, parei um pouco, ela era realmente virgem, um fio de sangue comprovava e meu pau sentia, tava apertado naquela buceta rosada linda

a sensação era indescritível. comecei o vai e vem, primeiro devagar pra depois ir mais rápido, os gritinhos dela viraram gemidos de prazer e cada vez mais altos, tanto que se alguém tivesse em casa ouviria sem problema nenhum. o terceiro orgasmo dela não demorou e quase gozei sentindo, não sei como me segurei. talvez porque queria arrombar o cu dela, mas primeiro as prioridades

virei ela de costas e comecei a foder, dessa vez mais rápido e fundo. a dúvida não me largava e tive que perguntar por que ela tava tão safada

-kari, por que você tava tão safada?

-meu namorado ficou me esquentando, mas o cara dormiu e já era hora de eu começar a aproveitar isso. todas as minhas amigas já fizeram e eu era a única garota que ainda era virgem.

-e por que comigo?

-eu gosto de você. além disso, você é meu tio, não ia me machucar, e eu vi como você me olha. você também queria me foder, né?

-sim, quem não ia, com esse corpo que você tem

-além disso, tô bêbada e amanhã você não vai poder me culpar, tenho desculpa, não acha?

-sim, mas eu gostaria de repetir

-quando você quiser, já sabe que essa bunda pequena é só sua

-tem certeza?

-sim, mas tem que tratar ela bem e dar pito nela todo dia ou ela ia procurar outra rola

- quero te comer pelo cu?
- tá doendo pra caralho, Luci me disse que dói muito
- mas você disse que essa bunda era minha
- não vou fazer, melhor continuar me comendo

continuei comendo ela, mas não ia ficar sem vontade de comer ela pelo cu. comecei a enfiar um dedo no cu dela, ela ficou brava, mas eu continuei com o dedo no buraco. comecei a enfiar e ela tirou minha mão.

- te falei que não

tirei o pito e coloquei no cu dela, segurei as mãos dela e tentei enfiar, mas não entrou

- não, mano, vai doer pra caralho, não mete
- só um pouquinho e tiro logo
- não

tentei enfiar de novo, mas mais devagar, enquanto falava como ela estava gostosa de quatro. a cabeça estava na entrada e fui empurrando devagar até ter a cabeça dentro do cu dela. ela só gemia um pouco, sentia uma dor. soltei as mãos dela e comecei a masturbar a buceta dela pra relaxar. ela não tentou mais se soltar, então fui enfiando devagar e quando finalmente tava tudo dentro, comecei a tirar e meter

no começo ela parou, disse que tava doendo um pouco, pra esperar, mas eu continuei. depois de alguns minutos aumentei a velocidade e os gemidos de dor sumiram, os gemidos de antes voltaram. ela começou a gostar tanto quanto eu. essa bunda tava bem apertadinha

comecei a comer ela mais forte e rápido, e não demorou pra ela gozar, apertando tanto a bunda que não tive escolha a não ser encher o cu dela de porra, mas sem tirar o pito. caímos na cama e, sem tirar, abracei ela.

- gostou?
- sim, muito, mas meu cu tá doendo. você me deve uma, hein
- vou pagar com minha rola, onde assino?
- já derramou sua tinta dentro de mim, é mais que suficiente

fomos tomar banho e comi ela de novo. dormimos juntos e depois disso comemos em todos os lugares da casa, mas isso eu conto outra hora. espero que tenham gostado

4 comentários - Fodi minha sobrinha

buen relato men yo tengo una sobrina que me quiere coger pero no se a dado la oportunidad.
Excelente aporte
Buen relato, lástima tantas faltas de ortografía.