Valeu por quem me segue, quem comenta e dá aquela moral, uns fenômenos.
Um dia de maio, a Jazmin me ligou e pediu pra eu ir na escola do guri, que tava tendo problema com ele. Era dia de reunião e eu tive que encarar a diretora e as professoras, mas uma das professoras era chamativamente gostosa: 1,70 de altura, cabelo preto cacheado, peitão bonito e uma bunda redonda e linda. Era justamente a professora do meu filho. Me falaram que o guri era um bagunceiro de marca maior e que tavam com muita vontade de meter ele pra fora na base do chute. Eu conversei com a diretora e convenci ela a não fazer isso, que eu ia dar um jeito. Depois, falei com a professora do menino. Me apresentei: "Sou Ricardo, mas todo mundo me chama de Ricky", e contei minha situação. Ela disse que era a professora Luciana e que gostava muito do meu filho. Falei pra ela não se preocupar, que eu faria de tudo. Dei meu cartão e, tocando na mão dela: "Luciana, aqui tá meu telefone. Se tiver qualquer dúvida, me liga." Virei as costas e fui embora.
Conversei com a Jazmin e ela disse que não podia criar o guri, que não tinha tempo pra um filho, que queria a vida de antes. Eu falei que ia conversar com minha mulher pra ver se podia trazer ele pra morar com a gente. Conversei com a patroa e decidimos que ele vinha morar em casa. Problema resolvido: o guri se adaptou rápido e na escola não chegava mais reclamação. No resto do ano, fui em umas reuniões e fiquei mais amigo e camarada da professora.
Com o tempo, o guri terminou o ano e fizeram a festinha. Fui e ajudei a preparar tudo junto com a Luciana. Zoamos, fizemos piadas, trocamos olhares cúmplices e fui descobrindo a vida dela. Tirei a idade: 29 anos, separada, sem filhos. Na época, tava namorando, mas não se davam bem. Propus se depois da festinha a gente não saía pra tomar alguma coisa pra encerrar o ano, já que no ano seguinte ela não seria mais professora do guri. Com essa proposta, ela não conseguiu recusar.
A festinha acabou e eu saí com o guri. Ela me olhou estranho, e eu falei: "Aqui perto tem um café com parquinho." Chegamos, mandei o guri direto pro parquinho, e eu e ela fomos pra uma mesa o mais longe possível. Começamos a conversar, eu me joguei de "uma" na piscina.
Eu: — Me entristece muito que ano que vem você não esteja cuidando e educando meu filho.
Luciana: — Bom, olha, também me dói muito não continuar cuidando do seu menino, adoro seu filho e ele me ajudou a passar pelo momento difícil que tive ao perder uma criança e depois me separar, o que ainda não consegui superar. Você é um cara incrível, adorei te conhecer.
Eu: — Olha, Luciana, você caiu super bem pra mim, meu filho está todo feliz, mas tenho que confessar uma coisa.
Fiquei calado e fiz um sinal como se ela não ligasse pra mim.
Luciana: — Me fala, Ricky, o que que tá rolando?
Eu: — Lu, eu gosto muito de você como mulher e queria que a gente saísse junto pra algum lugar, só nós dois, e se rolar algo, tudo bem, o que você acha?
A cara dela se transformou enquanto ficava vermelha que nem tomate.
Luciana: — Olha, Ricky, sua proposta me lisonjeia, até porque eu adoraria, já que gosto de você, mas não sou segunda de ninguém, além disso, estou com alguém e não seria ético da minha parte.
Eu: — Ok, te entendo, só queria te falar isso que tá rolando aqui dentro.
Tudo se cortou quando meu filho apareceu e ela aproveitou pra cumprimentar ele, me cumprimentou e vazou na maior, eu pensei: "falei merda, ferrei tudo". O ano acabou, começou o outro, fui viajar com a família, voltei e lá vamos nós de novo pra escola, mas estranhamente uma semana antes, aparece uma mensagem no celular de um número que eu não conhecia: "você vai ter uma surpresa bem gostosa". Não dei bola, mas também não deletei o número por via das dúvidas.
Chegou o dia, primeiro dia de aula, a cerimônia, a diretora fala e começa a apresentar as professoras (pensei: "beleza, agora vou ver ela"). Apresenta as da sala de 4 anos e minha surpresa foi que a Luciana já não estava mais lá, eram duas minas novas. Quis morrer. A diretora fala todos os motivos e apresenta a da sala de pré-escola, e a diretora apresenta como novas a auxiliar fulana, ciclana e a professora Luciana... não acreditei, vejo ela, ela me vê e pisca um olho. Ahh, beleza, o que que tá rolando aqui, pensei. , saudação, reunião e quando tá terminando, ela me encara
Lu: - Oi, Ricky!!!
Eu: - Oi, Lu...ciana, como cê tá? Tô vendo que cê tá muito melhor, cê tá linda!!!
Lu: - Cê também tá muito gostoso.
Eu: - Perdão!!!
Lu: - Nas férias, conheci o Pato e virei amiga dele.
Eu: - Ahhhh!!! Não tô entendendo, peraí!!! Cê tá falando da mulher do meu primo?
Lu: - Exatamente, e ela me contou tudo.
Eu: - Tudo, tudo mesmo?
Lu: - Sip!!!!
Eu: - Isso é bom ou ruim?
Lu: - É ótimo, te mandei uma mensagem e cê não respondeu, esse é meu número, me liga que a gente combina algo.
Eu: - Mas, mas... Ok. Daqui a pouco te ligo.
Lu: - Fechou!!! Desde a última vez que te vi, fiquei com muita vontade de te falar que sim, e depois de conhecer o Pato, me arrependi ainda mais de ter dito não.
A gente se despediu e ela falou no meu ouvido: - Tô morrendo de vontade de ficar com você. Eu olhei pra ela e fui embora (que otário, não falei nada, pensei) pro trabalho, me fiz de besta e não liguei, esperei uns dias e liguei, ela perguntou o que houve que demorei tanto pra ligar e inventei qualquer desculpa, combinei de passar buscar ela no jardim de infância, fingi que tava doente no trampo e fui buscar ela, mandei uma mensagem que a gente ia se encontrar no bar da outra vez, quando ela aparece, se aproxima, eu levanto pra cumprimentar ela e ela me arrebenta a boca num beijo, falando: - Me leva pra um motel, não aguento mais!!! Eu olho pra ela, pego na mão dela e saímos do lugar, andamos umas quadras, que o motel tava lá, e a gente entrou, me falaram que o quarto disponível era com garagem, quando a gente tá lá, sai um carro e eu reconheço, é o da diretora, olho pra dentro e vejo que ela tá acompanhada de um moleque de boné e jaquetão, ela fica toda noiada e acelera saindo rápido, por sorte ela não viu a Luciana, a gente entra no quarto, mal deixo ela fechar a porta e ela me encurrala contra a porta, me beijando: - Gostoso, passei o verão inteiro quebrando a cabeça com o que cê falou e me xinguei várias vezes, agora que te tenho, não vou deixar você escapar. Ela falava. Eu não saía do meu espanto. — Calma, meu amor, temos um tempinho só pra nós dois — falei. Começamos a nos despir um ao outro, ela puxou minha calça pra baixo, enfiou a mão na minha cueca, pegou na minha rola e começou a me bater uma punheta. — Para! Para! O que que há com você? Tá desesperada, meu amor? — eu dizia, e ela meteu a boca pra chupar enquanto continuava abaixando minha calça. Parou, baixou a própria calça e disse: — Me come, me come, Ricky!!! — Ela virou de costas pra mim, encaixou minha rola na entrada daquela buceta, que prometia ser bem apertada, e enfiou até o fundo, começando a rebolar como uma louca. Na hora, molhou toda aquela buceta, que era como prometia, bem apertada. Seguimos assim por mais um tempo. — Isso, isso, isso, Ricky, assim, assim, gostoso, assim, meu amor, continua, continua, continua, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!! aghhhhhhh!!! — E na hora gozou na minha rola, banhando ela toda e escorrendo. Sentir ela assim na minha rola, encostei ela na parede e meti feito uma britadeira até gozar. — Toma, filha da puta, vou te fazer gozar de novo, toma, toma, toma ahhhhhhhhhhhh!!!! — Ela gozou de novo. — Isso, papai, isso, papai, acaba comigo, enche toda de porra dentro, quero sentir tudo, isso, isso, isso, siiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!! — Gozando os dois ao mesmo tempo (nem pensei, nem perguntei se podia fazer isso). Saí de dentro dela e via todo meu sêmen escorrendo, ela enfiava a mão e chupava como se fosse o néctar mais gostoso. Eu sentei no degrau porque minhas pernas começaram a tremer, fiquei bem acabado. Ela, vendo a cena, disse: — Campeão, não vai me brochar agora que vem a melhor parte!!! — Eu olhei pra ela e, com todo meu orgulho, falei: — Me dá cinco minutos que você vai ver como eu rasgo essa bunda de novela. — Ela me olhou e riu. Depois eu ia entender por que aquele risinho safado... ela tinha guardado o melhor pra depois...
Continua...
Um dia de maio, a Jazmin me ligou e pediu pra eu ir na escola do guri, que tava tendo problema com ele. Era dia de reunião e eu tive que encarar a diretora e as professoras, mas uma das professoras era chamativamente gostosa: 1,70 de altura, cabelo preto cacheado, peitão bonito e uma bunda redonda e linda. Era justamente a professora do meu filho. Me falaram que o guri era um bagunceiro de marca maior e que tavam com muita vontade de meter ele pra fora na base do chute. Eu conversei com a diretora e convenci ela a não fazer isso, que eu ia dar um jeito. Depois, falei com a professora do menino. Me apresentei: "Sou Ricardo, mas todo mundo me chama de Ricky", e contei minha situação. Ela disse que era a professora Luciana e que gostava muito do meu filho. Falei pra ela não se preocupar, que eu faria de tudo. Dei meu cartão e, tocando na mão dela: "Luciana, aqui tá meu telefone. Se tiver qualquer dúvida, me liga." Virei as costas e fui embora.
Conversei com a Jazmin e ela disse que não podia criar o guri, que não tinha tempo pra um filho, que queria a vida de antes. Eu falei que ia conversar com minha mulher pra ver se podia trazer ele pra morar com a gente. Conversei com a patroa e decidimos que ele vinha morar em casa. Problema resolvido: o guri se adaptou rápido e na escola não chegava mais reclamação. No resto do ano, fui em umas reuniões e fiquei mais amigo e camarada da professora.
Com o tempo, o guri terminou o ano e fizeram a festinha. Fui e ajudei a preparar tudo junto com a Luciana. Zoamos, fizemos piadas, trocamos olhares cúmplices e fui descobrindo a vida dela. Tirei a idade: 29 anos, separada, sem filhos. Na época, tava namorando, mas não se davam bem. Propus se depois da festinha a gente não saía pra tomar alguma coisa pra encerrar o ano, já que no ano seguinte ela não seria mais professora do guri. Com essa proposta, ela não conseguiu recusar.
A festinha acabou e eu saí com o guri. Ela me olhou estranho, e eu falei: "Aqui perto tem um café com parquinho." Chegamos, mandei o guri direto pro parquinho, e eu e ela fomos pra uma mesa o mais longe possível. Começamos a conversar, eu me joguei de "uma" na piscina.
Eu: — Me entristece muito que ano que vem você não esteja cuidando e educando meu filho.
Luciana: — Bom, olha, também me dói muito não continuar cuidando do seu menino, adoro seu filho e ele me ajudou a passar pelo momento difícil que tive ao perder uma criança e depois me separar, o que ainda não consegui superar. Você é um cara incrível, adorei te conhecer.
Eu: — Olha, Luciana, você caiu super bem pra mim, meu filho está todo feliz, mas tenho que confessar uma coisa.
Fiquei calado e fiz um sinal como se ela não ligasse pra mim.
Luciana: — Me fala, Ricky, o que que tá rolando?
Eu: — Lu, eu gosto muito de você como mulher e queria que a gente saísse junto pra algum lugar, só nós dois, e se rolar algo, tudo bem, o que você acha?
A cara dela se transformou enquanto ficava vermelha que nem tomate.
Luciana: — Olha, Ricky, sua proposta me lisonjeia, até porque eu adoraria, já que gosto de você, mas não sou segunda de ninguém, além disso, estou com alguém e não seria ético da minha parte.
Eu: — Ok, te entendo, só queria te falar isso que tá rolando aqui dentro.
Tudo se cortou quando meu filho apareceu e ela aproveitou pra cumprimentar ele, me cumprimentou e vazou na maior, eu pensei: "falei merda, ferrei tudo". O ano acabou, começou o outro, fui viajar com a família, voltei e lá vamos nós de novo pra escola, mas estranhamente uma semana antes, aparece uma mensagem no celular de um número que eu não conhecia: "você vai ter uma surpresa bem gostosa". Não dei bola, mas também não deletei o número por via das dúvidas.
Chegou o dia, primeiro dia de aula, a cerimônia, a diretora fala e começa a apresentar as professoras (pensei: "beleza, agora vou ver ela"). Apresenta as da sala de 4 anos e minha surpresa foi que a Luciana já não estava mais lá, eram duas minas novas. Quis morrer. A diretora fala todos os motivos e apresenta a da sala de pré-escola, e a diretora apresenta como novas a auxiliar fulana, ciclana e a professora Luciana... não acreditei, vejo ela, ela me vê e pisca um olho. Ahh, beleza, o que que tá rolando aqui, pensei. , saudação, reunião e quando tá terminando, ela me encara
Lu: - Oi, Ricky!!!
Eu: - Oi, Lu...ciana, como cê tá? Tô vendo que cê tá muito melhor, cê tá linda!!!
Lu: - Cê também tá muito gostoso.
Eu: - Perdão!!!
Lu: - Nas férias, conheci o Pato e virei amiga dele.
Eu: - Ahhhh!!! Não tô entendendo, peraí!!! Cê tá falando da mulher do meu primo?
Lu: - Exatamente, e ela me contou tudo.
Eu: - Tudo, tudo mesmo?
Lu: - Sip!!!!
Eu: - Isso é bom ou ruim?
Lu: - É ótimo, te mandei uma mensagem e cê não respondeu, esse é meu número, me liga que a gente combina algo.
Eu: - Mas, mas... Ok. Daqui a pouco te ligo.
Lu: - Fechou!!! Desde a última vez que te vi, fiquei com muita vontade de te falar que sim, e depois de conhecer o Pato, me arrependi ainda mais de ter dito não.
A gente se despediu e ela falou no meu ouvido: - Tô morrendo de vontade de ficar com você. Eu olhei pra ela e fui embora (que otário, não falei nada, pensei) pro trabalho, me fiz de besta e não liguei, esperei uns dias e liguei, ela perguntou o que houve que demorei tanto pra ligar e inventei qualquer desculpa, combinei de passar buscar ela no jardim de infância, fingi que tava doente no trampo e fui buscar ela, mandei uma mensagem que a gente ia se encontrar no bar da outra vez, quando ela aparece, se aproxima, eu levanto pra cumprimentar ela e ela me arrebenta a boca num beijo, falando: - Me leva pra um motel, não aguento mais!!! Eu olho pra ela, pego na mão dela e saímos do lugar, andamos umas quadras, que o motel tava lá, e a gente entrou, me falaram que o quarto disponível era com garagem, quando a gente tá lá, sai um carro e eu reconheço, é o da diretora, olho pra dentro e vejo que ela tá acompanhada de um moleque de boné e jaquetão, ela fica toda noiada e acelera saindo rápido, por sorte ela não viu a Luciana, a gente entra no quarto, mal deixo ela fechar a porta e ela me encurrala contra a porta, me beijando: - Gostoso, passei o verão inteiro quebrando a cabeça com o que cê falou e me xinguei várias vezes, agora que te tenho, não vou deixar você escapar. Ela falava. Eu não saía do meu espanto. — Calma, meu amor, temos um tempinho só pra nós dois — falei. Começamos a nos despir um ao outro, ela puxou minha calça pra baixo, enfiou a mão na minha cueca, pegou na minha rola e começou a me bater uma punheta. — Para! Para! O que que há com você? Tá desesperada, meu amor? — eu dizia, e ela meteu a boca pra chupar enquanto continuava abaixando minha calça. Parou, baixou a própria calça e disse: — Me come, me come, Ricky!!! — Ela virou de costas pra mim, encaixou minha rola na entrada daquela buceta, que prometia ser bem apertada, e enfiou até o fundo, começando a rebolar como uma louca. Na hora, molhou toda aquela buceta, que era como prometia, bem apertada. Seguimos assim por mais um tempo. — Isso, isso, isso, Ricky, assim, assim, gostoso, assim, meu amor, continua, continua, continua, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!! aghhhhhhh!!! — E na hora gozou na minha rola, banhando ela toda e escorrendo. Sentir ela assim na minha rola, encostei ela na parede e meti feito uma britadeira até gozar. — Toma, filha da puta, vou te fazer gozar de novo, toma, toma, toma ahhhhhhhhhhhh!!!! — Ela gozou de novo. — Isso, papai, isso, papai, acaba comigo, enche toda de porra dentro, quero sentir tudo, isso, isso, isso, siiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!! — Gozando os dois ao mesmo tempo (nem pensei, nem perguntei se podia fazer isso). Saí de dentro dela e via todo meu sêmen escorrendo, ela enfiava a mão e chupava como se fosse o néctar mais gostoso. Eu sentei no degrau porque minhas pernas começaram a tremer, fiquei bem acabado. Ela, vendo a cena, disse: — Campeão, não vai me brochar agora que vem a melhor parte!!! — Eu olhei pra ela e, com todo meu orgulho, falei: — Me dá cinco minutos que você vai ver como eu rasgo essa bunda de novela. — Ela me olhou e riu. Depois eu ia entender por que aquele risinho safado... ela tinha guardado o melhor pra depois...
Continua...
16 comentários - A professora gostosa do jardim
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