O relato que comparto com vocês neste post é uma experiência que aconteceu comigo há pouco tempo na pequena cidade onde moro e trabalho.
Por questões da vida, surgiu a oportunidade de reencontrar minha ex-namorada, uma mulher com um rosto lindo, lábios grossos, pele branca, cabelo cacheado, peitos pequenos, bundas médias e uma distribuição corporal muito boa, de altura não muito alta. Toda essa descrição física contrasta com a minha; um moreno com traços indígenas e a sorte de ter uma ex-namorada gostosa.
Ela chegou depois de uma longa viagem de 12 horas por terra até a cidade onde combinamos de nos encontrar. Eu não sabia como reagir, nem estava seguro do porquê a convidei, já que, entre outras coisas, não sentia que a amava. De qualquer forma, já tinha acontecido, ela estava comigo e, ao ficar cara a cara comigo, a recebi com um abraço afetuoso que, no fundo, não era tão afetuoso assim. Da parte dela, foi a mesma coisa. Convidei ela para caminhar um pouco pela cidade e conversamos sobre vários assuntos, menos sobre amor.
Depois de alguns minutos, não foi difícil me fazer convidar para o hotel onde ela estava hospedada. E, desde aquele momento, vieram os pensamentos mais perversos com ela. Para minha sorte, o fechamento do quarto criou uma disposição especial para meus propósitos obscuros. Não aguentei e coloquei meus lábios em busca dos dela, como água benta cada beijo que ela me dava. Por minha vez, minhas mãos faziam seu percurso habitual sobre o corpo dela. Tanto tempo sem tocá-la e, naquele momento, estava acontecendo, estava rolando. Cada beijo que ela me dava chegava até o fundo do meu instinto, o instinto acelerava o pulso e, consequentemente, meu pau sofria uma tensão descomunal.
Assim se passaram alguns minutos e começou a parte boa. Primeiro a blusa e uma chupada de mamilo. Minha boca, em total descontrole, seguiu um percurso que vai dos peitos dela até o botão da calça jeans dela, desabotoei o botão para me livrar lentamente da roupa de baixo dela. Uau pra Minha surpresa: me deparo com uma calcinha fio-dental vermelha que fez minha glande, cheia de sangue, inchar ainda mais. Com uma voz delicada, ela pergunta: "Você gosta da minha calcinha fio-dental?" E eu respondo com voz de depravado: "Adoro, mas quero chupar sua pussy."
Então, com a aprovação dela, começo a acariciar os peitos dela e a chupar toda a buceta dela. Como um animal, ela geme e começa a se contorcer na cama daquele velho hotel. Minha língua não parava de percorrer a vagina dela de um lado para o outro, de cima para baixo, em todas as direções, desenhando figuras geométricas variadas. Que momento intenso estava acontecendo, e isso que eu só estava chupando ela com a calcinha fio-dental levemente puxada de lado. Como seria o momento que guardávamos com tanto zelo para depois? Pensava eu comigo mesmo.
Filha da puta, não aguento mais. Coloquei ela de quatro e, diante da majestosidade da paisagem, sem piedade alguma, penetro devagar. Sinto uma buceta ardente que aquece todo o meu pau com seu calor. Ela, toda puta, me come com o maior tesão possível. As costas dela, o cabelo, o tom de pele, a voz — tudo faz parte desse momento mágico. Sem perder o ritmo, deito ela na cama, abro bem as pernas dela, desabrochada como uma rosa, e continuo aproveitando o sexo dela, os peitos, a cintura, os gemidos, e vê-la nessa posição de guerra. Não aguento mais e gozo no corpo dela, derramando jorros de porra.
Pra esse post, vou deixar a história por aqui, mas depois conto o que veio em seguida, que também é puro fogo. Inclui sexo anal, facial, dupla penetração. Também vou contar minhas experiências de infidelidade. Hehe.
Por questões da vida, surgiu a oportunidade de reencontrar minha ex-namorada, uma mulher com um rosto lindo, lábios grossos, pele branca, cabelo cacheado, peitos pequenos, bundas médias e uma distribuição corporal muito boa, de altura não muito alta. Toda essa descrição física contrasta com a minha; um moreno com traços indígenas e a sorte de ter uma ex-namorada gostosa.
Ela chegou depois de uma longa viagem de 12 horas por terra até a cidade onde combinamos de nos encontrar. Eu não sabia como reagir, nem estava seguro do porquê a convidei, já que, entre outras coisas, não sentia que a amava. De qualquer forma, já tinha acontecido, ela estava comigo e, ao ficar cara a cara comigo, a recebi com um abraço afetuoso que, no fundo, não era tão afetuoso assim. Da parte dela, foi a mesma coisa. Convidei ela para caminhar um pouco pela cidade e conversamos sobre vários assuntos, menos sobre amor.
Depois de alguns minutos, não foi difícil me fazer convidar para o hotel onde ela estava hospedada. E, desde aquele momento, vieram os pensamentos mais perversos com ela. Para minha sorte, o fechamento do quarto criou uma disposição especial para meus propósitos obscuros. Não aguentei e coloquei meus lábios em busca dos dela, como água benta cada beijo que ela me dava. Por minha vez, minhas mãos faziam seu percurso habitual sobre o corpo dela. Tanto tempo sem tocá-la e, naquele momento, estava acontecendo, estava rolando. Cada beijo que ela me dava chegava até o fundo do meu instinto, o instinto acelerava o pulso e, consequentemente, meu pau sofria uma tensão descomunal.
Assim se passaram alguns minutos e começou a parte boa. Primeiro a blusa e uma chupada de mamilo. Minha boca, em total descontrole, seguiu um percurso que vai dos peitos dela até o botão da calça jeans dela, desabotoei o botão para me livrar lentamente da roupa de baixo dela. Uau pra Minha surpresa: me deparo com uma calcinha fio-dental vermelha que fez minha glande, cheia de sangue, inchar ainda mais. Com uma voz delicada, ela pergunta: "Você gosta da minha calcinha fio-dental?" E eu respondo com voz de depravado: "Adoro, mas quero chupar sua pussy."
Então, com a aprovação dela, começo a acariciar os peitos dela e a chupar toda a buceta dela. Como um animal, ela geme e começa a se contorcer na cama daquele velho hotel. Minha língua não parava de percorrer a vagina dela de um lado para o outro, de cima para baixo, em todas as direções, desenhando figuras geométricas variadas. Que momento intenso estava acontecendo, e isso que eu só estava chupando ela com a calcinha fio-dental levemente puxada de lado. Como seria o momento que guardávamos com tanto zelo para depois? Pensava eu comigo mesmo.
Filha da puta, não aguento mais. Coloquei ela de quatro e, diante da majestosidade da paisagem, sem piedade alguma, penetro devagar. Sinto uma buceta ardente que aquece todo o meu pau com seu calor. Ela, toda puta, me come com o maior tesão possível. As costas dela, o cabelo, o tom de pele, a voz — tudo faz parte desse momento mágico. Sem perder o ritmo, deito ela na cama, abro bem as pernas dela, desabrochada como uma rosa, e continuo aproveitando o sexo dela, os peitos, a cintura, os gemidos, e vê-la nessa posição de guerra. Não aguento mais e gozo no corpo dela, derramando jorros de porra.
Pra esse post, vou deixar a história por aqui, mas depois conto o que veio em seguida, que também é puro fogo. Inclui sexo anal, facial, dupla penetração. Também vou contar minhas experiências de infidelidade. Hehe.
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