Real, real.
Sou o Hugo, digamos. Tenho 36, e minha namorada 45. Ela é uma bomba sexual. É daquelas gostosas tatuadas, tipo "suicide girls", que são médias, magras, proporcionadas, e que têm um corpo melhor que as novinhas de 20 e 18 anos, sabe qual que tô falando? Morena, linda, uma cintura de violão, bunda empinada, pernas femininas e definidas, e uns pezinhos pequenos e lindos que ela arqueia 5 segundos antes de gozar.
Eu sou de Villa la Angostura e conheci ela trabalhando em Buenos Aires. Uma mulher foda, que me fez viver um swing no primeiro mês de namoro. Ela tá sempre na moda e se veste muito sexy: minishorts, minissaias, barriga de fora, salto alto, e sempre de fio dental, tanguinhas e aqueles bem fininhos.
Toda quinta-feira ela faz shows particulares pra mim por 40 minutos, com lingerie nova que compra pra ocasião, e aí vem o ensaio de fotos obrigatório. Depois a gente trepa igual camelo a noite toda, com uns estímulos de substâncias que nem vale a pena mencionar.
Me deixando assim, tipo, comendo caviar no meu tesão, numa sexta, depois de tomar duas garrafas de Dom Pérignon, zoando, a gente resolveu ir no cinema pornô que fica na Suipacha e Corrientes, pra ver algum filme, mas na real era pra olhar outros casais e homens e mulheres sozinhos.
Já eram 3 da manhã, então os espectadores já estavam bem doidões. Entramos na sala hétero e sentamos. Um lugar pequeno e quente. Ela tava com um vestido preto mini, de costas nuas, sem sutiã, umas botas de salto até o joelho e por baixo umas meias de renda preta, coroadas por uma calcinha fio dental preta que dizia "baby".
No filme, rolavam cenas entre atrizes e atores franceses de ménage e orgias, com as mulheres de lingerie e salto. Isso me excitava pra caralho, esse tipo de glam porn. Ela começou a passar a mão na minha coxa por cima da calça jeans, e perguntava rindo se eu não queria um ménage.
A gente já começou a ficar no fogo. Eu metia a mão por baixo do vestidinho fino, na parte de cima das meias, onde... A temperatura era 10 graus acima do resto do corpo, e a umidade beirava os cem por cento. A gente tava louco, já transando de lado pra continuar vendo o filme.
De repente, ouço uns saltos de mulher se aproximando pelo corredor entre as poltronas do lado dela. Uma mulher, alta, com um rabinho preso no cabelo, legging, sandália de salto e uma regata justa, branca, era só o que dava pra ver.
Ela fala "com licença", passa na frente da minha mulher, Andrea, e depois na minha frente, se apoiando na minha perna esquerda e me mostrando bem a bunda. Senta do meu lado e já pergunta na lata: "o que vocês tão fazendo aqui, o que tão procurando?" A gente ficou gelado e super quente. Claramente era uma puta que trabalhava no cinema com esse tipo de público só, casais e tarados.
Começamos a conversar, e Andrea pergunta na cara dura: "quanto você cobra pra casais?" Naquela época, há 2 anos, ela deu um preço equivalente a um jantar caro num lugar exclusivo.
A gente levantou. Minha mulher tava apalpando a teta esquerda e me olhava, balançando a cabeça que sim, e enquanto me pegava no pau, sussurrava no meu ouvido: "o que sempre fantasiamos". Esse foi o plano de voo.
Saímos, entramos num táxi e eu falei: "pro mais perto".
Chegamos num hotel muito chique de Palermo e entramos os três. Paguei.
E o jogo começou.
Eu mandava nelas, dizia o que tinham que fazer. Patricia, a puta, vestida com uma saia preta curta por cima da legging, sandália de salto e com os dedos dos pés pintados de rosa, tirou a regata branca justa e depois a saia, ficando só num conjunto de lingerie caro, preto de renda. Mandei minha mulher se despir e olhar nos olhos dela enquanto isso.
Andrea concordou quase sem ouvir, de tão tesuda que tava. Continuava se tocando nos peitos e na buceta já em chamas e completamente molhada.
Ficou só de fio dental e eu obriguei ela a deixar as botas e as meias.
Falei: "me surpreendam". Patricia, que tinha muita experiência, agarrou ela pela nuca e começou a beijar de língua, metendo a língua enquanto... Andrea só conseguiu agarrar o queixo e o pescoço dela. Primeira vez dela.
Dava pra ouvir o barulho dos tecidos da lingerie se esfregando.
Mandei elas deitarem.
Mas foi aí que a Andrea levantou e falou: "Agora é minha vez de dar as ordens."
"Patricia, chupa essa pica enorme que ele tem." Nessa altura, eu já tava batendo uma com a calça no joelho.
Minha pica parecia que ia explodir de tão grande e quente que tava.
Quando ela começa a me chupar de quatro, a Andrea me pega pela cabeça e começa a me beijar só com a língua dela, experiente e safada.
Ela se tocava por cima da calcinha fio dental encharcada e enfiava o dedão na bunda, puxando o tecido.
Ela mandou eu colocar uma camisinha e meter forte, igual um bruto, que queria ouvir o barulho da bunda da Patricia e das minhas bolas batendo nela.
Enfiei de uma vez. Sensação incrível estar comendo essa gostosa e a Andrea olhando e se tocando.
Depois ela mandou eu sentar a Patricia na minha cara e comer ela, que sentou na minha pica de um jeito intenso e descontrolado. Gritava. "Vai, filho da puta, come eu e a puta com a boca."
Gozamos os três aos berros.
Tomamos um champanhe, despachamos a Patricia pegando o celular dela, e continuamos transando enquanto via pornô.
De manhã, a gente se olhava estranho, mas no fundo, tínhamos amadurecido. Continua...
Sou o Hugo, digamos. Tenho 36, e minha namorada 45. Ela é uma bomba sexual. É daquelas gostosas tatuadas, tipo "suicide girls", que são médias, magras, proporcionadas, e que têm um corpo melhor que as novinhas de 20 e 18 anos, sabe qual que tô falando? Morena, linda, uma cintura de violão, bunda empinada, pernas femininas e definidas, e uns pezinhos pequenos e lindos que ela arqueia 5 segundos antes de gozar.
Eu sou de Villa la Angostura e conheci ela trabalhando em Buenos Aires. Uma mulher foda, que me fez viver um swing no primeiro mês de namoro. Ela tá sempre na moda e se veste muito sexy: minishorts, minissaias, barriga de fora, salto alto, e sempre de fio dental, tanguinhas e aqueles bem fininhos.
Toda quinta-feira ela faz shows particulares pra mim por 40 minutos, com lingerie nova que compra pra ocasião, e aí vem o ensaio de fotos obrigatório. Depois a gente trepa igual camelo a noite toda, com uns estímulos de substâncias que nem vale a pena mencionar.
Me deixando assim, tipo, comendo caviar no meu tesão, numa sexta, depois de tomar duas garrafas de Dom Pérignon, zoando, a gente resolveu ir no cinema pornô que fica na Suipacha e Corrientes, pra ver algum filme, mas na real era pra olhar outros casais e homens e mulheres sozinhos.
Já eram 3 da manhã, então os espectadores já estavam bem doidões. Entramos na sala hétero e sentamos. Um lugar pequeno e quente. Ela tava com um vestido preto mini, de costas nuas, sem sutiã, umas botas de salto até o joelho e por baixo umas meias de renda preta, coroadas por uma calcinha fio dental preta que dizia "baby".
No filme, rolavam cenas entre atrizes e atores franceses de ménage e orgias, com as mulheres de lingerie e salto. Isso me excitava pra caralho, esse tipo de glam porn. Ela começou a passar a mão na minha coxa por cima da calça jeans, e perguntava rindo se eu não queria um ménage.
A gente já começou a ficar no fogo. Eu metia a mão por baixo do vestidinho fino, na parte de cima das meias, onde... A temperatura era 10 graus acima do resto do corpo, e a umidade beirava os cem por cento. A gente tava louco, já transando de lado pra continuar vendo o filme.
De repente, ouço uns saltos de mulher se aproximando pelo corredor entre as poltronas do lado dela. Uma mulher, alta, com um rabinho preso no cabelo, legging, sandália de salto e uma regata justa, branca, era só o que dava pra ver.
Ela fala "com licença", passa na frente da minha mulher, Andrea, e depois na minha frente, se apoiando na minha perna esquerda e me mostrando bem a bunda. Senta do meu lado e já pergunta na lata: "o que vocês tão fazendo aqui, o que tão procurando?" A gente ficou gelado e super quente. Claramente era uma puta que trabalhava no cinema com esse tipo de público só, casais e tarados.
Começamos a conversar, e Andrea pergunta na cara dura: "quanto você cobra pra casais?" Naquela época, há 2 anos, ela deu um preço equivalente a um jantar caro num lugar exclusivo.
A gente levantou. Minha mulher tava apalpando a teta esquerda e me olhava, balançando a cabeça que sim, e enquanto me pegava no pau, sussurrava no meu ouvido: "o que sempre fantasiamos". Esse foi o plano de voo.
Saímos, entramos num táxi e eu falei: "pro mais perto".
Chegamos num hotel muito chique de Palermo e entramos os três. Paguei.
E o jogo começou.
Eu mandava nelas, dizia o que tinham que fazer. Patricia, a puta, vestida com uma saia preta curta por cima da legging, sandália de salto e com os dedos dos pés pintados de rosa, tirou a regata branca justa e depois a saia, ficando só num conjunto de lingerie caro, preto de renda. Mandei minha mulher se despir e olhar nos olhos dela enquanto isso.
Andrea concordou quase sem ouvir, de tão tesuda que tava. Continuava se tocando nos peitos e na buceta já em chamas e completamente molhada.
Ficou só de fio dental e eu obriguei ela a deixar as botas e as meias.
Falei: "me surpreendam". Patricia, que tinha muita experiência, agarrou ela pela nuca e começou a beijar de língua, metendo a língua enquanto... Andrea só conseguiu agarrar o queixo e o pescoço dela. Primeira vez dela.
Dava pra ouvir o barulho dos tecidos da lingerie se esfregando.
Mandei elas deitarem.
Mas foi aí que a Andrea levantou e falou: "Agora é minha vez de dar as ordens."
"Patricia, chupa essa pica enorme que ele tem." Nessa altura, eu já tava batendo uma com a calça no joelho.
Minha pica parecia que ia explodir de tão grande e quente que tava.
Quando ela começa a me chupar de quatro, a Andrea me pega pela cabeça e começa a me beijar só com a língua dela, experiente e safada.
Ela se tocava por cima da calcinha fio dental encharcada e enfiava o dedão na bunda, puxando o tecido.
Ela mandou eu colocar uma camisinha e meter forte, igual um bruto, que queria ouvir o barulho da bunda da Patricia e das minhas bolas batendo nela.
Enfiei de uma vez. Sensação incrível estar comendo essa gostosa e a Andrea olhando e se tocando.
Depois ela mandou eu sentar a Patricia na minha cara e comer ela, que sentou na minha pica de um jeito intenso e descontrolado. Gritava. "Vai, filho da puta, come eu e a puta com a boca."
Gozamos os três aos berros.
Tomamos um champanhe, despachamos a Patricia pegando o celular dela, e continuamos transando enquanto via pornô.
De manhã, a gente se olhava estranho, mas no fundo, tínhamos amadurecido. Continua...
4 comentários - Relato en el cine porno con mi novia y una puta