Atende o telefone...
- Alô?
- Oi, filho, você ainda tá em casa?
- Tô, pai... (já tinha ficado tarde, eram 5 pras 12, depois de tudo que rolou, o tempo passou e eu não fui pra facul.)
- E por que você não foi pra escola? Cadê sua mãe?
- É que atrasei, tava ajudando minha mãe com umas coisas e o tempo voou... ela? Hmm, tá ocupada agora.
Eu atendi o telefone porque ela tava deitada no sofá de bruços, não sei se tava dormindo ou acordada depois de tudo, mas tava imóvel, respirando ainda meio ofegante. A bunda dela tava empinada e a buceta tava molhada, dos sucos dela e da minha gozada...
- Ah, então beleza. Tô ligando pra avisar que amanhã, sábado, a gente vai cedo pro sítio com seu avô. Quero visitar eles. Preparem as coisas de hoje, porque vamos sair às 5 da manhã.
- Ok, pai... vou avisar ela. Vou desligar porque tô indo pra facul, vou entrar na segunda aula.
- Fala sério, filho, se cuida. Depois a gente se vê.
Se ele soubesse que eu tinha acabado de comer gostoso a minha mãe de bunda grande... verdade, bateu um pouco de remorso, mas a vontade de realizar meu sonho foi mais forte. Cheguei perto dela e dei um tapa na bunda dela: PLAFFF!!! Adorava bater naquele rabo, era gostoso sentir a carne dela nas minhas mãos...
- Levanta, mãe... era meu pai. Ele disse pra gente preparar as coisas porque amanhã vamos cedo pro sítio com o vô. Eu tenho que ir pra facul agora, já atrasei...
- Mmmm... me dá 2 minutinhos, amor... tô exausta. Foi tão gostoso tudo...
- Hehehe, eu sei, mas já vou, mãe...
- Tá bom... daqui a pouco eu levanto pra tomar um banho. Vai com cuidado... te amo, amor.
Ela ficou lá onde tava. Eu entrei no banho, me arrumei e fui pra universidade. O dia inteiro fiquei pensando no que tava rolando ultimamente. Comecei a refletir se era certo o jeito que a gente "se mostrava" amor... sempre tive a noção de que isso não era certo. Mas ela é tão gostosa... mas no fim das contas é minha mãe e eu devia respeito a ela. Talvez os desejos por ela não devessem ter se manifestado, quer dizer, uma coisa é fantasiar na mente e outra bem diferente é colocar em prática. Mas também vinham à mente as lembranças de todas as coisas que ela fazia sabendo que eu não tirava os olhos da bunda dela, de todas as vezes que ela conscientemente queria me excitar ou pelo menos gostava de se sentir desejada por um homem mais novo que ela, era como uma forma de provar pra si mesma que ainda era comível e apetecível, sei lá… talvez coisas de mulher… também lembrava dos boquetes que ela me deu, da cara que fazia quando eu enfiava meu pau até o fundo da garganta dela, porque dava pra ver que ela curtia mesmo que quase engasgasse, pensei na foda que acabei de dar nela, no que ela disse sobre aquela bunda que sempre desejei ser minha a partir de agora e que eu poderia comer ela quando quisesse… tudo que poderíamos fazer no sítio do vô se desse, porque não criava tanta expectativa, o sítio fica tipo umas 1 hora de onde a gente mora mais ou menos, chama Valle de Bravo e é um lugar turístico, não tem praia mas tem um lago enorme e morros ao redor, onde dá pra fazer rapel e saltar de parapente, verdade é um lugar lindo, além disso tem mata em algumas partes e o sítio do meu avô tem uma entrada pra essa mata. Lá moram meu avô e minha avó, pais do meu pai, e meus 2 tios que são irmãos do meu pai, cada um com sua família, tenho primos lá então também gostava da ideia de ir, sempre é bom sair da rotina embora por outro lado não tivesse tanta vontade de sair de casa já que com o que rolava com minha mãe sabia que teria infinitas oportunidades de comer ela, já que de manhã normalmente ficávamos sozinhos eu e ela. Mas mesmo assim naquele sábado acordamos cedo, embora estivesse sol e o dia prometesse calor, então não era tão ruim…
—Bom Filho, vamos logo, seu pai e sua irmã já estão desesperados no carro, ele disse que já estamos atrasados, anda!!!
Minha mãe me disse, subiu pra me buscar no quarto, eles já tinham levado as coisas deles, eu tava arrumando umas roupas… (tudo em cima da hora) mas parei na hora que vi ela, parada na porta do meu quarto, tava uma delícia do caralho, meu olhar foi de baixo pra cima, ela calçava umas sandálias daquelas de verão pra andar na rua, tinha as unhas do pé pintadas de azul céu, muito bonito por sinal… as pernas dela estavam livres porque ela tava enfiada num short que pelo jeito era de jeans com tecido ajustável, então ficava nela como uma deusa, caralho, as pernas já começavam a ser torneadas, pareciam fortes, firmes, carnudas junto com as panturrilhas que também estavam marcadas, aquele short caía muito gostoso nela, era bege com bolsos nas laterais e atrás na bunda… levantei o olhar e ela tava com uma camisetinha justa, já disse que minha mãe não é magérrima mas também não é gorda, então vestida assim mostrava a carne certa de uma boa mulher, tava radiante com aqueles óculos de sol e o cabelo preso num coque atrás da cabeça, o pescoço dela aparecia lindamente desenhado, de dar vontade de morder. Ela deu um sorriso depois que percebeu que eu olhei ela de cima a baixo com cara de idiota, imagino…
— Ah… mãe… mãe, como você tá gostosa!
— Ownnn obrigada, querido, mas só peguei os trapos que encontrei… (sim, claro)… mas anda, vamos, que seu pai já ficou bravo, diz que você tá demorando demais…
— Já terminei, já vou…
E saímos do meu quarto, eu ia atrás dela e aí me maravilhei como aquele shortinho justo caía nela… fiquei de boca aberta, a bunda dela parecia volumosa e enorme. Ela andava e levantava a bunda direita, depois a esquerda, depois a direita e assim por diante, tava bestificado…
— Jááá… olha pra frente ou vai cair!! Jijiji
Ela me disse, sabendo que eu tava olhando pra aquele rabão.
— Jeje, bom, mãe, é que, sério, cada vez você me surpreende mais com essas roupas que você veste, nunca te vi se vestir assim… você tá uma delícia, que bundão você carrega, meu Deus.
— Já sei, meu rei, e você sabe que é seu, mas espera a gente chegar no rancho, não seja tão óbvio aqui, além disso seu pai tá aqui… espera aí.
E se inclinou na minha frente, parou a bunda e se abaixou pra pegar alguma coisa do chão sem dobrar os joelhos, eu fiquei atrás dela, como sempre, com meu pacote enfiado nas nádegas dela. Ela tinha se abaixado pra pegar um lápis que tava caído no corredor da sala que dá pra porta, mas sabia o que tava fazendo porque ficou esfregando a bunda em mim.
— Hummm, dá pra sentir, amor.
Ela tava falando do meu pau, que já tava começando a acordar. Como dava pra ver as cadeiras dela com aquele short e inclinada. Uuuffff!!! Até notei o fio da calcinha fio dental branca que ela tava usando.
— Bom, vamos logo… (e se levantou)
— Mas que bundão gostoso você tem, mamãe… e dei um tapa nela… PLAFFF!!!
— Uuuyyy, que gostoso… — ela disse.
Aos poucos, ela ia soltando a puta que tem dentro… pensei.
O caminho até o rancho foi normal, chegamos na casa do meu avô, que nos recebeu bem. Fazia um tempinho que a gente não ia, então a recepção foi calorosa, verdade que fiquei feliz em ver meus avós… como era fim de semana, todos os meus tios e suas famílias estavam lá. Não sei se foi impressão minha ou talvez imaginação, mas no momento em que meus tios viram minha mãe descer do carro do jeito que ela tava vestida, parecia que queriam comer ela com os olhos, embora fizessem isso discretamente, também vi como olhavam pra bunda dela desviando um pouco o olhar…
— Uau, cunhada, mas como você tá gostosa!! Até parece que rejuvenesceu uns anos!! Olha esse corpinho que você arrumou, hein!! O que você deu pra ele, cunhado??
— Falaram minhas tias, esposas dos irmãos do meu pai, e todo mundo riu.
— Jeje, sim, bom, não é pra tanto… (disse minha mãe)
— Não dei nada… mas o que quer que ela esteja tomando ou fazendo isso, eu aprovo, contanto que ela continue assim…
Ela toma meu gozo, engole meu pau e eu como ela com toda a força que posso… foi o que pensei. E acho que minha mãe também pensou, porque assim que ela disse isso pro meu pai, ela virou pra mim com um sorriso cúmplice.
— Hehehe, bom, eu comecei a fazer uns “exercícios” que são ótimos.
— Ah, então você tem que me contar quais são, porque eu também quero ficar assim… olha, parece que você voltou aos vinte anos!!… disse minha tia Mony.
— Hihihi, não posso contar. É segredo de família, hihihi… (e ela me olhou de novo) Eu só ria e pensava. Se elas soubessem do que ela tá falando…
Entramos em casa e, pra ser sincero, todo mundo tinha razão sobre como minha mãe estava, porque a real é que ela se destacava entre todas com aquela raba e aqueles quadris que ela sabia rebolando ao andar, coisa que ela adorava porque me contou… No meio de tanta conversa sobre como a gente estava e coisas irrelevantes, meu avô disse que não poderíamos dormir lá na casa dele, pelo menos não por dois dias, porque estavam reformando os quartos e era verdade, já que tinha pás, picaretas, tijolos e coisas de pedreiro lá fora no quintal.
— Uhh, então nem se fala, vamos ter que voltar hoje mesmo de noite pra casa. (meu pai disse pra minha mãe)
— Não, filho, lá no centro tem uns hotéis meio simples, mas muito bonitos, e ainda têm open bar e essas coisas… meu avô disse pro meu pai.
— Sim, meu amor, temos que ficar num desses, eu não quero voltar (minha mãe disse).
E foi assim… Almoçamos e saímos pra dar uma volta no mercadinho, onde vendem todo tipo de pingente e essas coisas. Pra onde a gente ia, era lugar onde ela chamava a atenção de todos os homens, e ainda percebi outra coisa: da minha irmã… Ela tem 1,67m, magra como eu, pele branca e cabelo castanho ondulado, de peito não tem muito, diria que normalzinho, mas puta merda, ela tava seguindo o mesmo caminho da mãe. Nunca em todo esse tempo eu a vi como naquele dia… ela também tava usando um short daqueles. de verão, mas azul clarinho e o quadril dela se destacava muito bem. Por um momento, eu me atrasei um pouco e deixei as duas andarem na frente, iam juntas, mãe e filha… as duas com o mesmo atrativo, A BUNDA…. e minha irmã também sabia rebolar, rebolando o quadril pra esquerda e pra direita…. as duas têm bunda boa, mas são de tipos diferentes… enquanto a da minha mãe é de coroa big booty, com nádegas grandes, mas não murchas, ainda com forma, a da minha irmã é de novinha, com a bunda empinada, arrebitada, durinha e bem definida…. ela não tem as pernas grossas da minha mãe, são mais fininhas, porque ela é mais magra, mas tem carne onde precisa ter e do jeito que eu gosto…. naquelas bundonas…. Tendo visto isso, avancei e me igualei a elas, meu pai, minha irmã, minha mãe e eu. Chegamos num hotel, meu pai entrou e fez as reservas pra passar essa noite lá…..puta merda!! foi o que pensei ao acreditar que minhas esperanças de ter algo com minha mãe iam embora, porque teríamos mais oportunidades se ficássemos na casa do meu avô. Mas por outro lado, gostei um pouco da ideia porque meu pai disse que não conseguiu quarto separado pra minha irmã e pra mim, então íamos dividir o mesmo, só que tinha duas camas…. ok, no mínimo eu poderia ver algo mais dela… pensei…. embora não saiba por que isso veio na minha cabeça, se quem me deixava louco era minha mãe e a bunda dela, não minha irmã…….(que também é big booty, agora que penso) Estávamos voltando pelo mesmo mercado pra casa do meu avô quando, por um momento, virei à direita e, oh meu Deus!!! Vi uma mina mais ou menos da minha idade, loira, mais ou menos 1,70 de altura, dava pra ver que não tinha um grama de gordura no corpo, além de parecer malhada na academia…. ela usava uma calça jeans azul na cintura com uma blusa justinha por cima, além de ter uma bundona, tinha uns peitos dos sonhos, nunca vi igual…. Tinha uma bunda que, por deus!! Parecia que ia rasgar o jeans. calça!! que mina!! e ela rebolava de um jeito desumano cada vez que andava, fiquei besta por uns segundos, acho que até parei de andar, quando de repente ouço uma voz…. Minha mãe chegou perto do meu ouvido e falou bem devagar;
-para de olhar pra bunda dela assim!!! Quase engoliu ela!! Para de olhar pra essa piranha!!
O que foi isso?? Ciúmes?? Naaah acho que não, ela tendo uma rabeta capaz de competir com qualquer piranha….ou será que tava com ciúmes??
Ela seguiu em frente e continuou andando, notei uma cara de irritação nela, não falei nada e comecei a andar também, mas ficava virando pra trás pra ver aquela mina de bucetão, a verdade é que ela era uma gostosa, mas quando voltei o olhar pra frente vi outras duas rabudas, mãe e filha, minha irmã e minha mãe…..mas que delícia que elas são e eu procurando em outros lugares….pensei.
Chegamos na casa do vô, minha mãe nem me olhava, parecia mesmo que tinha ficado brava. Talvez ela tenha ficado com ciúmes mesmo. Teve um momento em que minha mãe entrou em casa porque ia ao banheiro, toda a família estava no jardim, era hora do almoço e estavam fazendo um churrasco….eu entrei em casa atrás da minha mãe, esperei uns segundos pra não parecer óbvio. Esperei ela sair do banheiro e, bem quando ela ia abrindo a porta do banheiro, eu entrei.
-o que você tá fazendo aqui….sai!!!
-me fala o que você tem?? Por que você tá me evitando??
Entrei e tranquei a porta, abracei ela contra mim, meus braços em volta da cintura dela, ela tava na minha frente…..
-do que você tá falando?? Não tenho nada….sai daqui Dany, podem nos descobrir!!
-fica tranquila que isso não vai acontecer….me fala logo Mãe…o que você tem? É por causa daquela mina??
Ela desviou o rosto e vi que ficou ainda mais brava pelas caretas que fazia….
-nãoooo!!.....não é isso. Me larga!! O que você quer comigo…vai procurar aquela tipa se você fala tanto dela!!!
(reação típica de mulher)
-ah então é isso mesmo….fica tranquila mamãe, eu te amo, você me deixa louco por essa rabeta, não procuro outra……
Falei isso enquanto amassava a bunda dela com as duas mãos, ela tava colada em mim mí….
-hummmm….me deixa….não faz isso….
-por quê?? Sabe que você adora quando eu pego na sua bunda…..
-huuum……..não…..sai daqui, podem vir…..mmmm
-espera……não vão vir……mamãe como eu amo esses pedaços de carne, você não precisa ficar com ciúmes, a bunda que você tem é incrível, não quero outra (sim, como se)…….
Eu dizia isso no ouvido dela enquanto amassava e beijava o pescoço, tinha um cheiro muito gostoso do perfume dela e de mulher com vontade de pica…..
-mmmm……buceta sai daqui….é perigoso…..
Ela começava a ceder, já falava meio sem fôlego e segurava meu ferro por cima do tecido…..sentia a mão dela deliciosa passando pelo comprimento da pica dura e dando apertões…eu com uma mão pegava na bunda dela e com a outra comecei a apalpar um peito…..
-hummm meu amor…….não faz isso…..não aqui…..
-olha como você me deixa, mamãe…….sempre dura pra te comer…..tá sentindo??
-aiiiii sinto uma delícia como ele endurece na minha mão……e quando você encosta hummmmm sinto ele entre minhas nádegas…….
Já estávamos super quentes, estávamos nos perdendo nos nossos desejos, com as mãos ela começou a desabotoar minha calça….
-me dá……….me dá aqui……vai, bebê…..
-já quer ela???
-sim……vai……..aqui rápido………
TOC TOC TOC TOC!!!!!
-quem tá no banheiro???
Merda!!! Alguém estava do lado de fora do banheiro…..tinha batido e perguntava quem estava lá dentro…..pela voz eu soube que era meu Tio. A calentura baixou em segundos, minha bunda grande e eu nos olhamos nos olhos assustados, cara a cara……
-é…….sou eu……..Ana………….é que o Dany passou mal e veio vomitar, já já a gente sai. Dá pra você passar um pouco de papel? Acabou aqui.
-okay espera……disse meu Tio.
-rápido levanta a tampa do vaso e finge que tá vomitando……
Meu Tio voltou com o papel e ela abriu a porta pra ele ver que eu estava lá dentro. Ajo como se estivesse com náuseas….
-buuggghh buuugghhhh buuuggghh
-puxa, você tá mesmo mal, sobrinho. O que você comeu??
-acho que foi a estrada, cunhada. Disse ela.
—mmm, deve ser isso mesmo, normalmente as pessoas enjoam quando viajam de carro…
—buuuggh buggh buggh coofff cooofff siii… acho que foi isso…
—ai, meu amor (ela disse, acariciando meu cabelo) fica tranquilo… já vai passar…
—precisam ir no médico? Tem um aqui perto…
—não, cunhada, valeu… foi só enjoo mesmo… é que desde pequeno o Dany tem medo quando vomita e sempre segurava minha mão na hora, queria que eu estivesse ali com ele… sabe como é, manias…
—então vou no banheiro lá de cima, queria entrar mas acho melhor deixar você se recuperar… (meu Tio falou).
E ele foi embora, eu e minha mãe nos olhamos com um sorriso cúmplice, feito duas crianças que acabaram de contar uma mentirinha… quase fomos pegos de novo…
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Já eram quase 7:30 da noite e a gente ia pro hotel onde íamos passar a noite. Como tinha bar ali mesmo, meus tios, meu avô e meu pai iam ficar lá pra tomar umas cervejas, e as esposas deles também estavam por perto, conversando entre si. Eu tava com os primos. Já um pouco mais tarde, decidi ir pro meu quarto, desiludido, achando que não ia rolar nada de “ação” com ela, ou pelo menos não naquele dia. Minha irmã continuava conversando com minhas primas mais novas que ela, talvez 1 ou 2 anos mais novas, mas mesmo assim ela se divertia com elas. Levantei da mesa, me despedi dos meus primos, tios e avô, depois fui até a mesa onde estavam minhas tias e minha mãe.
—bom, vou indo… vou dormir, tô cansado. Falei. E me mandei.
Já tava no quarto pensando em tanta coisa, com uma puta vontade de meter forte na mamãe… comecei a pegar no sono quando ouço chegar uma mensagem no meu celular…
—pussy, vem pro meu quarto daqui a 15 minutinhos. Essa é nossa chance…
Era do número da minha mãe. Esfreguei os olhos pra ver e ler de novo, até o sono foi embora. Levantei da cama, coloquei minha jeans e camiseta e fiquei esperando. Depois daquele tempo, parecia uma eternidade. Fui pro quarto dela, bati duas vezes e ninguém abriu, mas a porta não tinha tranca, então consegui entrar sozinho…
— Mãe??? Cê tá aí???
Fechei a porta e senti alguém me abraçando por trás, ela tinha se escondido atrás da porta pra me esperar, me pegou de surpresa…
— Tô aqui, filhão… — ela falou no meu ouvido, tava atrás de mim e pegou no meu pacote com uma mão, enquanto com a outra ouvi ela trancar a porta, mesmo que não adiantasse nada porque meu pai tinha uma chave.
Me virei e a gente se deu um beijo safado, vi ela vestida de um jeito que deixava claro que queria rola naquela noite. Ela tava com uma cinta-liga preta com detalhes em vinho, por baixo uma calcinha fio dental de renda vinho também, a cinta-liga presa numas meias pretas, as mesmas meias que ela tava usando no dia que encontrei ela “por acaso” na cozinha há um tempo… as pernas dela pareciam fortes e carnudas, em cima tava com um sutiã vinho também, era tipo um conjuntinho que contrastava incrível com a pele dela e marcava as curvas.
— Cê tá uma gostosa do caralho, mãe…
— Gostou?? Comprei isso antes de vir… queria te mostrar aqui.
— Vira aí…
Ela se virou e eu pude ver meu delírio, aquilo que fazia meu pau ficar duro. A bundona dela…
— Mmmmm, que rabo gostoso você tem…
— Cê acha?? Não acha muito grande?? Jijiji
— Nada, tem o tamanho certo, que bunda gostosa, mamãe.
E eu grudei nela por trás, esfregando meu pau que já começava a endurecer. A gente se aproximou da cômoda que tinha na frente da cama, com um espelho. Ela se colocou na frente dele e eu atrás, ela apoiou as duas mãos e se inclinou, eu coloquei as mãos nos ombros dela, ela se esfregava em mim, mexia os quadris sentindo meu pau entre eles, se abaixava devagar e depois subia, como se percorresse o comprimento da minha rola com a bunda.
— Mmmmm, que gostoso, bebê, uummfff
— Tá me deixando duro pra caralho, mãe… já deixa eu meter, tá saindo leite sozinho.
— Jijiji, já quer, né? Dar uma sarrada em mim, meu filho?
- Ora, isso não é óbvio? Passei o dia inteiro esperando por isso…
- Mmmm, eu também, pussy (continuava rebolando do jeito que só ela sabe)
- Então vamos pra cama, mãe, porque meu pai pode chegar… anda…
- Espera, coração, deixa eu sentir… mmmm… ahhhh!!! Viu como teus tios me olhavam quando a gente chegou? Percebeu eles olhando pra minha bunda? Hummm???
Isso me surpreendeu, mesmo sabendo que ela gostava de ser olhada, não pensei que curtisse ser assediada… ou talvez eu não quisesse saber… parecia que ela ficava com tesão com isso…
- Sim… sim, percebi como te olhavam… mas tu não seria capaz de…
Ela não me deixou terminar e disse:
- Não seria capaz de dar pra eles?? Hummm… ahhh que gostoso…
- Bem, tu não seria capaz disso, né??
- Mmmmmhhh não, meu amor, já não preciso mais… tenho você… mmmmm!!!! Quero que saiba que já pensei nisso sim, na falta de sexo pesado… amo seu pai e ele não tem nada de errado na cama, exceto que, cê sabe… ele não me fode com força… você me dá com força, pussy, ou não?? Não quer dar com força na mamãe?? Hummmmm… (e começou a esfregar a bunda mais forte em mim)
- Aaah, pelo amor de Deus, mãe… sabe que eu te arrebentaria toda… sempre quis isso e agora parece que tô num sonho… aahhh que gostoso como tu rebola, vamos logo trepar…
- Já quer buceta?? Hummmm? Quer uma bunda grande?? É?? Então me come, porra!! Ou será que essa raba não é suficiente pra você?
Era como se ela tivesse me instigando, provocando ou desafiando… Parei ela e virei de frente pra mim, ainda de pé como estávamos, nos beijamos e eu amassei aquela bunda enorme com as duas mãos, cada nádega não cabia numa mão só, sobrava carne. Tirei a roupa dela e me despi rápido sob o olhar dela, que esperava. Me aproximei, desci as mãos, peguei nas pernas dela, levantei e ela me abraçou com os dois braços no pescoço enquanto me dava mordidas no pescoço e lambia minha orelha…
- Mmmm sim, meu amor… me enfia, me empala…
E foi o que eu fiz, deixei ela descer devagar no meu pau, que tava apontando pro céu como se desejasse que aquela boceta se aproximasse… para ter contato. Segurei as pernas dela entre meus braços, minhas mãos pousei nas nádegas dela com as palmas abertas, meu pau afundou devagar mas fácil pelo molhada que ela já tava…
-aaaaaaah!!!!. Exclamou ao se sentir empalada.
Não era tão leve, mas também não era pesada, como falei antes, é uma mulher carnuda e firme. Sabia que não ia aguentar ela o tempo todo assim, eu de pé carregando ela, mas queria dar umas enfiadas assim por uns minutos. Comecei a mexer minha cintura pra cima, com meus braços levantava ela de leve acompanhando minhas enfiadas, quando saía dela levantava ela e quando afundava deixava ela cair
-mmmm!!! Aaahhh aaahh ah sim bebê assim assim asssim mrrrrbbbbssss
Sentia como as nádegas dela tremiam, tava me esforçando, começava a suar, ela gemia mas me mordia o ombro, se segurava com os braços em volta deles… ouvia os gemidos dela no meu ouvido…
-Aaah meu rei que gostosoooo……..mmmmmmmmhhh me dááá me dá mais!!!
-Quer mais…….mm?? Quer??? O que você quer??
-Aaahhhhh siiiim assimmm me dá maaais maaais…….pau……quero pau…..quero vara, pica, ferrooo!!!
Consegui nos ver no espelho que tava na nossa frente, eu carregando ela e ela com as nádegas tremendo a cada enfiada, enfiada naquele liga e as pernas dela com as meias, os peitos dela com o sutiã ainda vestido, adorava comer ela assim com o sutiã, os peitos dela pareciam mais gostosos, sentia como ela também tava suando. De repente cansei nessa posição. Não sou um super musculoso nem treinado como alguns se “descrevem”, eu cansava mesmo de carregar ela.
-Já cansou, minha vida?? Ai mas se eu sei que peso e sou gorda jijijijijii me desculpa meu amor, vem vamos pra cama quer?
-Não, não tá pesada, como você vai ser gorda pelo amor de deus!! Você é uma delícia e todo mundo vê… vamos pra cama.
Ela passou na minha frente rebolando a bunda, aquilo que me deixava ANOnadado. Ver ela mexer as nádegas quando anda ufff. Subiu de quatro na cama, se ajoelhou levantando ainda mais se dava pra ver aquela delícia de raba que ela carrega atrás, abriu as pernas me deixando ver a buceta dela enquanto com uma mão por baixo se tocava, tava melada, ainda de salto alto, era uma obra-prima do erotismo, ela era uma escultura, uma deusa que exalava sexo e pedia que eu desse pra ela….
— Vem, cabritinho… — disse ela batendo na própria bunda com as duas mãos.
— Anda, vem e me fode com força, meu rei… ou o quê?? Esse rabo te assusta?? Jijijiji
— Ou tá achando muito velha? Quer a bunda daquela pirralha que viu no mercado?? (e rebolava a raba de um jeito delicioso) Essa bunda não te satisfaz? Não sabe o que ela pode fazer, pirralho jijijijiji
Caminhei até ela, pensando que hoje podia ser o dia de enfiar tudo no cu dela, arrebentar aquilo do jeito que ela pedia aos gritos. Parei atrás dela, amassando aquela carne…
— Mmmhhh você é fascinado por isso, né??
— Sim, mamãe… é que você tem uma raba que poucas têm.
— Então o que tá esperando, filho?? Falei que era sua, não foi?? Anda…
Apontei meu pau pra buceta molhada dela e meti…
— Enterra em mim, amor… siiiim… hummmmmm!!! Que pau meu deus… que pau!!
— Você adora, né?? Adora paus jovens, certo??
— Mmmmmh aahhhh aahhhh sim, eu gosto… gosto do seu pau jovem… me preenche tão gostoso.
Peguei as duas mãos dela e segurei atrás das costas com uma das minhas, enquanto a outra agarrava uma das nádegas. Comecei a meter forte na buceta dela…
— Mmmmm!!! Siiiiim siiiim siiiim assimiiii aaahhh me dá me dá me dá……………agggggghhhh!!!
Olhava pra baixo e via a bunda dela tremendo a cada estocada, ela enfiou a cabeça no lençol fazendo um ângulo perfeito pra deixar a penetrada ainda mais funda…
Aaaaaaaaahhh siiiiiiiiiiiiii aiiii filha da puta como você fode bem!!!
— Tá gostando, rabuda?? Humm??
— Aaahhh como aaahhh como não, meu amor ahhhhh aaahhh como não!!! Me fode me fode!!!
PLAFFF!!! Tá gostando??? PLAFFFF ehhh???? PLAFFFFF!!!
— Hummm… huummmm siim aaahhh aaayyyy…..siiiiii ayyyyy!!!
Sii siiis siii siiii siiiiiii siiiiii siiiiii!!! porra porra porra!!
Do nada tirei ela pra fora assim rápido, ela virou pra me olhar como quem implora….
— que foi??? Continua, pussy…..
— vem aqui, ma……
E deitei ela, peguei as duas pernas dela, juntei e levantei, as duas juntas… eu fiquei na frente dela, coloquei as duas pernas num dos meus ombros e enfiei tudo…..
— huuummm!!!! Aaahhh!!!
— é gostoso assim, né??
— hummmm!!! Mmmm!!! Muito gostoso aaahhh!!!
— quer mais rápido??
— si!!
Que??
— que sim, pussy…
— o que você disse? Não te ouço….
— hummm!!! Que eu quero mais rápido!!! Me come gostoso, bebê!!! Antes do seu pai chegar, seu filho da puta!!!
Comecei a meter forte, as pernas dela ficavam tensas, eu sentia elas no meu peito e no meu ombro, aquelas duas torres que ela tem de pernas estavam levantadas, as pernas carnudas dela, malhadas por horas e horas de exercício…. enquanto eu metia o mais forte que podia, eu mordia as canelas dela que estavam na altura da minha boca. Isso deixava ela mais louca ainda…
— aaaahhhh!!! Filho da puta!!!! Sabe muito bem!!! Aaaahhhh aayyyy!!! Você vai me fazer gozar!!!
— jeje é isso que eu quero…..
— ayyyy!!! Mais!!! Mais!!!!! Aaahhhhh!!! Já tô quase!!! Quase!!! Mmmmm!!!!
— me come assiiiiim me come assiiiiiim siiiii!!!
Eu tava metendo nela o mais forte que podia
E ela gozou…..
Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhh ayyyyyy ayyyyy siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii vai vai vaiiiiiiiii vaiiiiiiiii não para que já tô lááááááá aaah sua puta madreeeee!!! Que filho da puta você é!!!!!!!!!!!!!!
Eu penetrava ela com fúria, as pernas dela batiam e nossos corpos faziam barulho…..faaap fap fap fap fap fap fap
Depois disso ela ficou tremendo de olhos fechados e as mãos agarradas no lençol. Eu ainda não tinha gozado e queria mais. Deitei do lado dela, deixando claro que queria que ela montasse em mim, que montasse no macho dela, no pau dela…… ela se levantou como pôde, com o cabelo no rosto e na testa, molhado de suor, o quarto tava cheio daquele “cheirinho” característico do sexo…
A gente tava nessa quando ouvimos a porta abrir e meu pai entrou na escuridão, ou melhor, na pouca visibilidade que tinha, porque só o abajur do móvel do lado da cama tava aceso… rapidinho me virei de lado, minha mãe ficou de costas pra ele… ele vinha bêbado pra caralho, nem conseguia ver por onde andava, se deitou assim, sem mais nem menos, na cama do lado dela, então ela ficou no meio, entre ele e eu.
- Alô?
- Oi, filho, você ainda tá em casa?
- Tô, pai... (já tinha ficado tarde, eram 5 pras 12, depois de tudo que rolou, o tempo passou e eu não fui pra facul.)
- E por que você não foi pra escola? Cadê sua mãe?
- É que atrasei, tava ajudando minha mãe com umas coisas e o tempo voou... ela? Hmm, tá ocupada agora.
Eu atendi o telefone porque ela tava deitada no sofá de bruços, não sei se tava dormindo ou acordada depois de tudo, mas tava imóvel, respirando ainda meio ofegante. A bunda dela tava empinada e a buceta tava molhada, dos sucos dela e da minha gozada...
- Ah, então beleza. Tô ligando pra avisar que amanhã, sábado, a gente vai cedo pro sítio com seu avô. Quero visitar eles. Preparem as coisas de hoje, porque vamos sair às 5 da manhã.
- Ok, pai... vou avisar ela. Vou desligar porque tô indo pra facul, vou entrar na segunda aula.
- Fala sério, filho, se cuida. Depois a gente se vê.
Se ele soubesse que eu tinha acabado de comer gostoso a minha mãe de bunda grande... verdade, bateu um pouco de remorso, mas a vontade de realizar meu sonho foi mais forte. Cheguei perto dela e dei um tapa na bunda dela: PLAFFF!!! Adorava bater naquele rabo, era gostoso sentir a carne dela nas minhas mãos...
- Levanta, mãe... era meu pai. Ele disse pra gente preparar as coisas porque amanhã vamos cedo pro sítio com o vô. Eu tenho que ir pra facul agora, já atrasei...
- Mmmm... me dá 2 minutinhos, amor... tô exausta. Foi tão gostoso tudo...
- Hehehe, eu sei, mas já vou, mãe...
- Tá bom... daqui a pouco eu levanto pra tomar um banho. Vai com cuidado... te amo, amor.
Ela ficou lá onde tava. Eu entrei no banho, me arrumei e fui pra universidade. O dia inteiro fiquei pensando no que tava rolando ultimamente. Comecei a refletir se era certo o jeito que a gente "se mostrava" amor... sempre tive a noção de que isso não era certo. Mas ela é tão gostosa... mas no fim das contas é minha mãe e eu devia respeito a ela. Talvez os desejos por ela não devessem ter se manifestado, quer dizer, uma coisa é fantasiar na mente e outra bem diferente é colocar em prática. Mas também vinham à mente as lembranças de todas as coisas que ela fazia sabendo que eu não tirava os olhos da bunda dela, de todas as vezes que ela conscientemente queria me excitar ou pelo menos gostava de se sentir desejada por um homem mais novo que ela, era como uma forma de provar pra si mesma que ainda era comível e apetecível, sei lá… talvez coisas de mulher… também lembrava dos boquetes que ela me deu, da cara que fazia quando eu enfiava meu pau até o fundo da garganta dela, porque dava pra ver que ela curtia mesmo que quase engasgasse, pensei na foda que acabei de dar nela, no que ela disse sobre aquela bunda que sempre desejei ser minha a partir de agora e que eu poderia comer ela quando quisesse… tudo que poderíamos fazer no sítio do vô se desse, porque não criava tanta expectativa, o sítio fica tipo umas 1 hora de onde a gente mora mais ou menos, chama Valle de Bravo e é um lugar turístico, não tem praia mas tem um lago enorme e morros ao redor, onde dá pra fazer rapel e saltar de parapente, verdade é um lugar lindo, além disso tem mata em algumas partes e o sítio do meu avô tem uma entrada pra essa mata. Lá moram meu avô e minha avó, pais do meu pai, e meus 2 tios que são irmãos do meu pai, cada um com sua família, tenho primos lá então também gostava da ideia de ir, sempre é bom sair da rotina embora por outro lado não tivesse tanta vontade de sair de casa já que com o que rolava com minha mãe sabia que teria infinitas oportunidades de comer ela, já que de manhã normalmente ficávamos sozinhos eu e ela. Mas mesmo assim naquele sábado acordamos cedo, embora estivesse sol e o dia prometesse calor, então não era tão ruim…
—Bom Filho, vamos logo, seu pai e sua irmã já estão desesperados no carro, ele disse que já estamos atrasados, anda!!!
Minha mãe me disse, subiu pra me buscar no quarto, eles já tinham levado as coisas deles, eu tava arrumando umas roupas… (tudo em cima da hora) mas parei na hora que vi ela, parada na porta do meu quarto, tava uma delícia do caralho, meu olhar foi de baixo pra cima, ela calçava umas sandálias daquelas de verão pra andar na rua, tinha as unhas do pé pintadas de azul céu, muito bonito por sinal… as pernas dela estavam livres porque ela tava enfiada num short que pelo jeito era de jeans com tecido ajustável, então ficava nela como uma deusa, caralho, as pernas já começavam a ser torneadas, pareciam fortes, firmes, carnudas junto com as panturrilhas que também estavam marcadas, aquele short caía muito gostoso nela, era bege com bolsos nas laterais e atrás na bunda… levantei o olhar e ela tava com uma camisetinha justa, já disse que minha mãe não é magérrima mas também não é gorda, então vestida assim mostrava a carne certa de uma boa mulher, tava radiante com aqueles óculos de sol e o cabelo preso num coque atrás da cabeça, o pescoço dela aparecia lindamente desenhado, de dar vontade de morder. Ela deu um sorriso depois que percebeu que eu olhei ela de cima a baixo com cara de idiota, imagino…
— Ah… mãe… mãe, como você tá gostosa!
— Ownnn obrigada, querido, mas só peguei os trapos que encontrei… (sim, claro)… mas anda, vamos, que seu pai já ficou bravo, diz que você tá demorando demais…
— Já terminei, já vou…
E saímos do meu quarto, eu ia atrás dela e aí me maravilhei como aquele shortinho justo caía nela… fiquei de boca aberta, a bunda dela parecia volumosa e enorme. Ela andava e levantava a bunda direita, depois a esquerda, depois a direita e assim por diante, tava bestificado…
— Jááá… olha pra frente ou vai cair!! Jijiji
Ela me disse, sabendo que eu tava olhando pra aquele rabão.
— Jeje, bom, mãe, é que, sério, cada vez você me surpreende mais com essas roupas que você veste, nunca te vi se vestir assim… você tá uma delícia, que bundão você carrega, meu Deus.
— Já sei, meu rei, e você sabe que é seu, mas espera a gente chegar no rancho, não seja tão óbvio aqui, além disso seu pai tá aqui… espera aí.
E se inclinou na minha frente, parou a bunda e se abaixou pra pegar alguma coisa do chão sem dobrar os joelhos, eu fiquei atrás dela, como sempre, com meu pacote enfiado nas nádegas dela. Ela tinha se abaixado pra pegar um lápis que tava caído no corredor da sala que dá pra porta, mas sabia o que tava fazendo porque ficou esfregando a bunda em mim.
— Hummm, dá pra sentir, amor.
Ela tava falando do meu pau, que já tava começando a acordar. Como dava pra ver as cadeiras dela com aquele short e inclinada. Uuuffff!!! Até notei o fio da calcinha fio dental branca que ela tava usando.
— Bom, vamos logo… (e se levantou)
— Mas que bundão gostoso você tem, mamãe… e dei um tapa nela… PLAFFF!!!
— Uuuyyy, que gostoso… — ela disse.
Aos poucos, ela ia soltando a puta que tem dentro… pensei.
O caminho até o rancho foi normal, chegamos na casa do meu avô, que nos recebeu bem. Fazia um tempinho que a gente não ia, então a recepção foi calorosa, verdade que fiquei feliz em ver meus avós… como era fim de semana, todos os meus tios e suas famílias estavam lá. Não sei se foi impressão minha ou talvez imaginação, mas no momento em que meus tios viram minha mãe descer do carro do jeito que ela tava vestida, parecia que queriam comer ela com os olhos, embora fizessem isso discretamente, também vi como olhavam pra bunda dela desviando um pouco o olhar…
— Uau, cunhada, mas como você tá gostosa!! Até parece que rejuvenesceu uns anos!! Olha esse corpinho que você arrumou, hein!! O que você deu pra ele, cunhado??
— Falaram minhas tias, esposas dos irmãos do meu pai, e todo mundo riu.
— Jeje, sim, bom, não é pra tanto… (disse minha mãe)
— Não dei nada… mas o que quer que ela esteja tomando ou fazendo isso, eu aprovo, contanto que ela continue assim…
Ela toma meu gozo, engole meu pau e eu como ela com toda a força que posso… foi o que pensei. E acho que minha mãe também pensou, porque assim que ela disse isso pro meu pai, ela virou pra mim com um sorriso cúmplice.
— Hehehe, bom, eu comecei a fazer uns “exercícios” que são ótimos.
— Ah, então você tem que me contar quais são, porque eu também quero ficar assim… olha, parece que você voltou aos vinte anos!!… disse minha tia Mony.
— Hihihi, não posso contar. É segredo de família, hihihi… (e ela me olhou de novo) Eu só ria e pensava. Se elas soubessem do que ela tá falando…
Entramos em casa e, pra ser sincero, todo mundo tinha razão sobre como minha mãe estava, porque a real é que ela se destacava entre todas com aquela raba e aqueles quadris que ela sabia rebolando ao andar, coisa que ela adorava porque me contou… No meio de tanta conversa sobre como a gente estava e coisas irrelevantes, meu avô disse que não poderíamos dormir lá na casa dele, pelo menos não por dois dias, porque estavam reformando os quartos e era verdade, já que tinha pás, picaretas, tijolos e coisas de pedreiro lá fora no quintal.
— Uhh, então nem se fala, vamos ter que voltar hoje mesmo de noite pra casa. (meu pai disse pra minha mãe)
— Não, filho, lá no centro tem uns hotéis meio simples, mas muito bonitos, e ainda têm open bar e essas coisas… meu avô disse pro meu pai.
— Sim, meu amor, temos que ficar num desses, eu não quero voltar (minha mãe disse).
E foi assim… Almoçamos e saímos pra dar uma volta no mercadinho, onde vendem todo tipo de pingente e essas coisas. Pra onde a gente ia, era lugar onde ela chamava a atenção de todos os homens, e ainda percebi outra coisa: da minha irmã… Ela tem 1,67m, magra como eu, pele branca e cabelo castanho ondulado, de peito não tem muito, diria que normalzinho, mas puta merda, ela tava seguindo o mesmo caminho da mãe. Nunca em todo esse tempo eu a vi como naquele dia… ela também tava usando um short daqueles. de verão, mas azul clarinho e o quadril dela se destacava muito bem. Por um momento, eu me atrasei um pouco e deixei as duas andarem na frente, iam juntas, mãe e filha… as duas com o mesmo atrativo, A BUNDA…. e minha irmã também sabia rebolar, rebolando o quadril pra esquerda e pra direita…. as duas têm bunda boa, mas são de tipos diferentes… enquanto a da minha mãe é de coroa big booty, com nádegas grandes, mas não murchas, ainda com forma, a da minha irmã é de novinha, com a bunda empinada, arrebitada, durinha e bem definida…. ela não tem as pernas grossas da minha mãe, são mais fininhas, porque ela é mais magra, mas tem carne onde precisa ter e do jeito que eu gosto…. naquelas bundonas…. Tendo visto isso, avancei e me igualei a elas, meu pai, minha irmã, minha mãe e eu. Chegamos num hotel, meu pai entrou e fez as reservas pra passar essa noite lá…..puta merda!! foi o que pensei ao acreditar que minhas esperanças de ter algo com minha mãe iam embora, porque teríamos mais oportunidades se ficássemos na casa do meu avô. Mas por outro lado, gostei um pouco da ideia porque meu pai disse que não conseguiu quarto separado pra minha irmã e pra mim, então íamos dividir o mesmo, só que tinha duas camas…. ok, no mínimo eu poderia ver algo mais dela… pensei…. embora não saiba por que isso veio na minha cabeça, se quem me deixava louco era minha mãe e a bunda dela, não minha irmã…….(que também é big booty, agora que penso) Estávamos voltando pelo mesmo mercado pra casa do meu avô quando, por um momento, virei à direita e, oh meu Deus!!! Vi uma mina mais ou menos da minha idade, loira, mais ou menos 1,70 de altura, dava pra ver que não tinha um grama de gordura no corpo, além de parecer malhada na academia…. ela usava uma calça jeans azul na cintura com uma blusa justinha por cima, além de ter uma bundona, tinha uns peitos dos sonhos, nunca vi igual…. Tinha uma bunda que, por deus!! Parecia que ia rasgar o jeans. calça!! que mina!! e ela rebolava de um jeito desumano cada vez que andava, fiquei besta por uns segundos, acho que até parei de andar, quando de repente ouço uma voz…. Minha mãe chegou perto do meu ouvido e falou bem devagar;
-para de olhar pra bunda dela assim!!! Quase engoliu ela!! Para de olhar pra essa piranha!!
O que foi isso?? Ciúmes?? Naaah acho que não, ela tendo uma rabeta capaz de competir com qualquer piranha….ou será que tava com ciúmes??
Ela seguiu em frente e continuou andando, notei uma cara de irritação nela, não falei nada e comecei a andar também, mas ficava virando pra trás pra ver aquela mina de bucetão, a verdade é que ela era uma gostosa, mas quando voltei o olhar pra frente vi outras duas rabudas, mãe e filha, minha irmã e minha mãe…..mas que delícia que elas são e eu procurando em outros lugares….pensei.
Chegamos na casa do vô, minha mãe nem me olhava, parecia mesmo que tinha ficado brava. Talvez ela tenha ficado com ciúmes mesmo. Teve um momento em que minha mãe entrou em casa porque ia ao banheiro, toda a família estava no jardim, era hora do almoço e estavam fazendo um churrasco….eu entrei em casa atrás da minha mãe, esperei uns segundos pra não parecer óbvio. Esperei ela sair do banheiro e, bem quando ela ia abrindo a porta do banheiro, eu entrei.
-o que você tá fazendo aqui….sai!!!
-me fala o que você tem?? Por que você tá me evitando??
Entrei e tranquei a porta, abracei ela contra mim, meus braços em volta da cintura dela, ela tava na minha frente…..
-do que você tá falando?? Não tenho nada….sai daqui Dany, podem nos descobrir!!
-fica tranquila que isso não vai acontecer….me fala logo Mãe…o que você tem? É por causa daquela mina??
Ela desviou o rosto e vi que ficou ainda mais brava pelas caretas que fazia….
-nãoooo!!.....não é isso. Me larga!! O que você quer comigo…vai procurar aquela tipa se você fala tanto dela!!!
(reação típica de mulher)
-ah então é isso mesmo….fica tranquila mamãe, eu te amo, você me deixa louco por essa rabeta, não procuro outra……
Falei isso enquanto amassava a bunda dela com as duas mãos, ela tava colada em mim mí….
-hummmm….me deixa….não faz isso….
-por quê?? Sabe que você adora quando eu pego na sua bunda…..
-huuum……..não…..sai daqui, podem vir…..mmmm
-espera……não vão vir……mamãe como eu amo esses pedaços de carne, você não precisa ficar com ciúmes, a bunda que você tem é incrível, não quero outra (sim, como se)…….
Eu dizia isso no ouvido dela enquanto amassava e beijava o pescoço, tinha um cheiro muito gostoso do perfume dela e de mulher com vontade de pica…..
-mmmm……buceta sai daqui….é perigoso…..
Ela começava a ceder, já falava meio sem fôlego e segurava meu ferro por cima do tecido…..sentia a mão dela deliciosa passando pelo comprimento da pica dura e dando apertões…eu com uma mão pegava na bunda dela e com a outra comecei a apalpar um peito…..
-hummm meu amor…….não faz isso…..não aqui…..
-olha como você me deixa, mamãe…….sempre dura pra te comer…..tá sentindo??
-aiiiii sinto uma delícia como ele endurece na minha mão……e quando você encosta hummmmm sinto ele entre minhas nádegas…….
Já estávamos super quentes, estávamos nos perdendo nos nossos desejos, com as mãos ela começou a desabotoar minha calça….
-me dá……….me dá aqui……vai, bebê…..
-já quer ela???
-sim……vai……..aqui rápido………
TOC TOC TOC TOC!!!!!
-quem tá no banheiro???
Merda!!! Alguém estava do lado de fora do banheiro…..tinha batido e perguntava quem estava lá dentro…..pela voz eu soube que era meu Tio. A calentura baixou em segundos, minha bunda grande e eu nos olhamos nos olhos assustados, cara a cara……
-é…….sou eu……..Ana………….é que o Dany passou mal e veio vomitar, já já a gente sai. Dá pra você passar um pouco de papel? Acabou aqui.
-okay espera……disse meu Tio.
-rápido levanta a tampa do vaso e finge que tá vomitando……
Meu Tio voltou com o papel e ela abriu a porta pra ele ver que eu estava lá dentro. Ajo como se estivesse com náuseas….
-buuggghh buuugghhhh buuuggghh
-puxa, você tá mesmo mal, sobrinho. O que você comeu??
-acho que foi a estrada, cunhada. Disse ela.
—mmm, deve ser isso mesmo, normalmente as pessoas enjoam quando viajam de carro…
—buuuggh buggh buggh coofff cooofff siii… acho que foi isso…
—ai, meu amor (ela disse, acariciando meu cabelo) fica tranquilo… já vai passar…
—precisam ir no médico? Tem um aqui perto…
—não, cunhada, valeu… foi só enjoo mesmo… é que desde pequeno o Dany tem medo quando vomita e sempre segurava minha mão na hora, queria que eu estivesse ali com ele… sabe como é, manias…
—então vou no banheiro lá de cima, queria entrar mas acho melhor deixar você se recuperar… (meu Tio falou).
E ele foi embora, eu e minha mãe nos olhamos com um sorriso cúmplice, feito duas crianças que acabaram de contar uma mentirinha… quase fomos pegos de novo…
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Já eram quase 7:30 da noite e a gente ia pro hotel onde íamos passar a noite. Como tinha bar ali mesmo, meus tios, meu avô e meu pai iam ficar lá pra tomar umas cervejas, e as esposas deles também estavam por perto, conversando entre si. Eu tava com os primos. Já um pouco mais tarde, decidi ir pro meu quarto, desiludido, achando que não ia rolar nada de “ação” com ela, ou pelo menos não naquele dia. Minha irmã continuava conversando com minhas primas mais novas que ela, talvez 1 ou 2 anos mais novas, mas mesmo assim ela se divertia com elas. Levantei da mesa, me despedi dos meus primos, tios e avô, depois fui até a mesa onde estavam minhas tias e minha mãe.
—bom, vou indo… vou dormir, tô cansado. Falei. E me mandei.
Já tava no quarto pensando em tanta coisa, com uma puta vontade de meter forte na mamãe… comecei a pegar no sono quando ouço chegar uma mensagem no meu celular…
—pussy, vem pro meu quarto daqui a 15 minutinhos. Essa é nossa chance…
Era do número da minha mãe. Esfreguei os olhos pra ver e ler de novo, até o sono foi embora. Levantei da cama, coloquei minha jeans e camiseta e fiquei esperando. Depois daquele tempo, parecia uma eternidade. Fui pro quarto dela, bati duas vezes e ninguém abriu, mas a porta não tinha tranca, então consegui entrar sozinho…
— Mãe??? Cê tá aí???
Fechei a porta e senti alguém me abraçando por trás, ela tinha se escondido atrás da porta pra me esperar, me pegou de surpresa…
— Tô aqui, filhão… — ela falou no meu ouvido, tava atrás de mim e pegou no meu pacote com uma mão, enquanto com a outra ouvi ela trancar a porta, mesmo que não adiantasse nada porque meu pai tinha uma chave.
Me virei e a gente se deu um beijo safado, vi ela vestida de um jeito que deixava claro que queria rola naquela noite. Ela tava com uma cinta-liga preta com detalhes em vinho, por baixo uma calcinha fio dental de renda vinho também, a cinta-liga presa numas meias pretas, as mesmas meias que ela tava usando no dia que encontrei ela “por acaso” na cozinha há um tempo… as pernas dela pareciam fortes e carnudas, em cima tava com um sutiã vinho também, era tipo um conjuntinho que contrastava incrível com a pele dela e marcava as curvas.
— Cê tá uma gostosa do caralho, mãe…
— Gostou?? Comprei isso antes de vir… queria te mostrar aqui.
— Vira aí…
Ela se virou e eu pude ver meu delírio, aquilo que fazia meu pau ficar duro. A bundona dela…
— Mmmmm, que rabo gostoso você tem…
— Cê acha?? Não acha muito grande?? Jijiji
— Nada, tem o tamanho certo, que bunda gostosa, mamãe.
E eu grudei nela por trás, esfregando meu pau que já começava a endurecer. A gente se aproximou da cômoda que tinha na frente da cama, com um espelho. Ela se colocou na frente dele e eu atrás, ela apoiou as duas mãos e se inclinou, eu coloquei as mãos nos ombros dela, ela se esfregava em mim, mexia os quadris sentindo meu pau entre eles, se abaixava devagar e depois subia, como se percorresse o comprimento da minha rola com a bunda.
— Mmmmm, que gostoso, bebê, uummfff
— Tá me deixando duro pra caralho, mãe… já deixa eu meter, tá saindo leite sozinho.
— Jijiji, já quer, né? Dar uma sarrada em mim, meu filho?
- Ora, isso não é óbvio? Passei o dia inteiro esperando por isso…
- Mmmm, eu também, pussy (continuava rebolando do jeito que só ela sabe)
- Então vamos pra cama, mãe, porque meu pai pode chegar… anda…
- Espera, coração, deixa eu sentir… mmmm… ahhhh!!! Viu como teus tios me olhavam quando a gente chegou? Percebeu eles olhando pra minha bunda? Hummm???
Isso me surpreendeu, mesmo sabendo que ela gostava de ser olhada, não pensei que curtisse ser assediada… ou talvez eu não quisesse saber… parecia que ela ficava com tesão com isso…
- Sim… sim, percebi como te olhavam… mas tu não seria capaz de…
Ela não me deixou terminar e disse:
- Não seria capaz de dar pra eles?? Hummm… ahhh que gostoso…
- Bem, tu não seria capaz disso, né??
- Mmmmmhhh não, meu amor, já não preciso mais… tenho você… mmmmm!!!! Quero que saiba que já pensei nisso sim, na falta de sexo pesado… amo seu pai e ele não tem nada de errado na cama, exceto que, cê sabe… ele não me fode com força… você me dá com força, pussy, ou não?? Não quer dar com força na mamãe?? Hummmmm… (e começou a esfregar a bunda mais forte em mim)
- Aaah, pelo amor de Deus, mãe… sabe que eu te arrebentaria toda… sempre quis isso e agora parece que tô num sonho… aahhh que gostoso como tu rebola, vamos logo trepar…
- Já quer buceta?? Hummmm? Quer uma bunda grande?? É?? Então me come, porra!! Ou será que essa raba não é suficiente pra você?
Era como se ela tivesse me instigando, provocando ou desafiando… Parei ela e virei de frente pra mim, ainda de pé como estávamos, nos beijamos e eu amassei aquela bunda enorme com as duas mãos, cada nádega não cabia numa mão só, sobrava carne. Tirei a roupa dela e me despi rápido sob o olhar dela, que esperava. Me aproximei, desci as mãos, peguei nas pernas dela, levantei e ela me abraçou com os dois braços no pescoço enquanto me dava mordidas no pescoço e lambia minha orelha…
- Mmmm sim, meu amor… me enfia, me empala…
E foi o que eu fiz, deixei ela descer devagar no meu pau, que tava apontando pro céu como se desejasse que aquela boceta se aproximasse… para ter contato. Segurei as pernas dela entre meus braços, minhas mãos pousei nas nádegas dela com as palmas abertas, meu pau afundou devagar mas fácil pelo molhada que ela já tava…
-aaaaaaah!!!!. Exclamou ao se sentir empalada.
Não era tão leve, mas também não era pesada, como falei antes, é uma mulher carnuda e firme. Sabia que não ia aguentar ela o tempo todo assim, eu de pé carregando ela, mas queria dar umas enfiadas assim por uns minutos. Comecei a mexer minha cintura pra cima, com meus braços levantava ela de leve acompanhando minhas enfiadas, quando saía dela levantava ela e quando afundava deixava ela cair
-mmmm!!! Aaahhh aaahh ah sim bebê assim assim asssim mrrrrbbbbssss
Sentia como as nádegas dela tremiam, tava me esforçando, começava a suar, ela gemia mas me mordia o ombro, se segurava com os braços em volta deles… ouvia os gemidos dela no meu ouvido…
-Aaah meu rei que gostosoooo……..mmmmmmmmhhh me dááá me dá mais!!!
-Quer mais…….mm?? Quer??? O que você quer??
-Aaahhhhh siiiim assimmm me dá maaais maaais…….pau……quero pau…..quero vara, pica, ferrooo!!!
Consegui nos ver no espelho que tava na nossa frente, eu carregando ela e ela com as nádegas tremendo a cada enfiada, enfiada naquele liga e as pernas dela com as meias, os peitos dela com o sutiã ainda vestido, adorava comer ela assim com o sutiã, os peitos dela pareciam mais gostosos, sentia como ela também tava suando. De repente cansei nessa posição. Não sou um super musculoso nem treinado como alguns se “descrevem”, eu cansava mesmo de carregar ela.
-Já cansou, minha vida?? Ai mas se eu sei que peso e sou gorda jijijijijii me desculpa meu amor, vem vamos pra cama quer?
-Não, não tá pesada, como você vai ser gorda pelo amor de deus!! Você é uma delícia e todo mundo vê… vamos pra cama.
Ela passou na minha frente rebolando a bunda, aquilo que me deixava ANOnadado. Ver ela mexer as nádegas quando anda ufff. Subiu de quatro na cama, se ajoelhou levantando ainda mais se dava pra ver aquela delícia de raba que ela carrega atrás, abriu as pernas me deixando ver a buceta dela enquanto com uma mão por baixo se tocava, tava melada, ainda de salto alto, era uma obra-prima do erotismo, ela era uma escultura, uma deusa que exalava sexo e pedia que eu desse pra ela….
— Vem, cabritinho… — disse ela batendo na própria bunda com as duas mãos.
— Anda, vem e me fode com força, meu rei… ou o quê?? Esse rabo te assusta?? Jijijiji
— Ou tá achando muito velha? Quer a bunda daquela pirralha que viu no mercado?? (e rebolava a raba de um jeito delicioso) Essa bunda não te satisfaz? Não sabe o que ela pode fazer, pirralho jijijijiji
Caminhei até ela, pensando que hoje podia ser o dia de enfiar tudo no cu dela, arrebentar aquilo do jeito que ela pedia aos gritos. Parei atrás dela, amassando aquela carne…
— Mmmhhh você é fascinado por isso, né??
— Sim, mamãe… é que você tem uma raba que poucas têm.
— Então o que tá esperando, filho?? Falei que era sua, não foi?? Anda…
Apontei meu pau pra buceta molhada dela e meti…
— Enterra em mim, amor… siiiim… hummmmmm!!! Que pau meu deus… que pau!!
— Você adora, né?? Adora paus jovens, certo??
— Mmmmmh aahhhh aahhhh sim, eu gosto… gosto do seu pau jovem… me preenche tão gostoso.
Peguei as duas mãos dela e segurei atrás das costas com uma das minhas, enquanto a outra agarrava uma das nádegas. Comecei a meter forte na buceta dela…
— Mmmmm!!! Siiiiim siiiim siiiim assimiiii aaahhh me dá me dá me dá……………agggggghhhh!!!
Olhava pra baixo e via a bunda dela tremendo a cada estocada, ela enfiou a cabeça no lençol fazendo um ângulo perfeito pra deixar a penetrada ainda mais funda…
Aaaaaaaaahhh siiiiiiiiiiiiii aiiii filha da puta como você fode bem!!!
— Tá gostando, rabuda?? Humm??
— Aaahhh como aaahhh como não, meu amor ahhhhh aaahhh como não!!! Me fode me fode!!!
PLAFFF!!! Tá gostando??? PLAFFFF ehhh???? PLAFFFFF!!!
— Hummm… huummmm siim aaahhh aaayyyy…..siiiiii ayyyyy!!!
Sii siiis siii siiii siiiiiii siiiiii siiiiii!!! porra porra porra!!
Do nada tirei ela pra fora assim rápido, ela virou pra me olhar como quem implora….
— que foi??? Continua, pussy…..
— vem aqui, ma……
E deitei ela, peguei as duas pernas dela, juntei e levantei, as duas juntas… eu fiquei na frente dela, coloquei as duas pernas num dos meus ombros e enfiei tudo…..
— huuummm!!!! Aaahhh!!!
— é gostoso assim, né??
— hummmm!!! Mmmm!!! Muito gostoso aaahhh!!!
— quer mais rápido??
— si!!
Que??
— que sim, pussy…
— o que você disse? Não te ouço….
— hummm!!! Que eu quero mais rápido!!! Me come gostoso, bebê!!! Antes do seu pai chegar, seu filho da puta!!!
Comecei a meter forte, as pernas dela ficavam tensas, eu sentia elas no meu peito e no meu ombro, aquelas duas torres que ela tem de pernas estavam levantadas, as pernas carnudas dela, malhadas por horas e horas de exercício…. enquanto eu metia o mais forte que podia, eu mordia as canelas dela que estavam na altura da minha boca. Isso deixava ela mais louca ainda…
— aaaahhhh!!! Filho da puta!!!! Sabe muito bem!!! Aaaahhhh aayyyy!!! Você vai me fazer gozar!!!
— jeje é isso que eu quero…..
— ayyyy!!! Mais!!! Mais!!!!! Aaahhhhh!!! Já tô quase!!! Quase!!! Mmmmm!!!!
— me come assiiiiim me come assiiiiiim siiiii!!!
Eu tava metendo nela o mais forte que podia
E ela gozou…..
Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhh ayyyyyy ayyyyy siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii vai vai vaiiiiiiiii vaiiiiiiiii não para que já tô lááááááá aaah sua puta madreeeee!!! Que filho da puta você é!!!!!!!!!!!!!!
Eu penetrava ela com fúria, as pernas dela batiam e nossos corpos faziam barulho…..faaap fap fap fap fap fap fap
Depois disso ela ficou tremendo de olhos fechados e as mãos agarradas no lençol. Eu ainda não tinha gozado e queria mais. Deitei do lado dela, deixando claro que queria que ela montasse em mim, que montasse no macho dela, no pau dela…… ela se levantou como pôde, com o cabelo no rosto e na testa, molhado de suor, o quarto tava cheio daquele “cheirinho” característico do sexo…
A gente tava nessa quando ouvimos a porta abrir e meu pai entrou na escuridão, ou melhor, na pouca visibilidade que tinha, porque só o abajur do móvel do lado da cama tava aceso… rapidinho me virei de lado, minha mãe ficou de costas pra ele… ele vinha bêbado pra caralho, nem conseguia ver por onde andava, se deitou assim, sem mais nem menos, na cama do lado dela, então ela ficou no meio, entre ele e eu.
7 comentários - Mete forte na Mamãe 5
y para cuando la continuacion?!!