Bem-vindos a um Relato Gold, este pertence à famosa Saga Um negão come a minha mãe na minha frente, lida por mais de 500 mil pessoas. Se você não leu, essa é a sua chance!!!
UM NEGÃO COME A MINHA MÃE NA MINHA FRENTE
(Tempo de leitura estimado: 33 minutos)Meu nome é Marcos e tenho 21 anos, não vou descrever minha família, só vou dizer que somos uma família normal ou pelo menos éramos. Sou filho único e moramos em Barcelona. A origem dessa história aconteceu numa tarde em que voltávamos do supermercado, eu e minha mãe. Voltávamos de carro e eu estava dirigindo quando, ao virar para entrar na nossa rua, quase atropelei um preto de uns 50 anos. O cara estava atravessando a rua quando me deparei com ele de frente. Aquele cara gritou comigo.
"ONDE É QUE VOCÊ VAI COM TANTA PRESA, MULEQUE?"
"E o que você tem a ver com isso, piranha? Não vê que não tem faixa de pedestre aqui?" respondi.
A verdade é que ele tinha razão, já que estava atravessando a rua quando eu virei para entrar, mas me enchia o saco um preto vir com marra pra cima de mim. Minha mãe disse pra gente continuar, então segui em frente até o final da rua, onde ficava o nosso prédio.
Estacionei e começamos a tirar as sacolas do porta-malas quando ouvi uma voz atrás de mim.
"É melhor você não andar com tanta pressa pela vida, muleque."
Quando me virei, vi o preto que eu quase tinha atropelado. Aí fiquei puto e respondi:
"Vai dar uma volta, some daqui."
Ele respondeu:
"Como assim 'sumir daqui'? Pelo menos podia pedir desculpas, a culpa foi sua."
Aí eu perdi a paciência de vez:
"Pedir desculpas? O que vou te dar são dois tapas, seu preto de merda. O que você tinha que fazer é voltar pro seu país, que lá com certeza vocês ainda andam a cavalo."
Aí começou uma discussão de foice que quase virou briga. Aquele preto devia ter uns 2 metros de altura, mas era um cara de uns 50 anos, e eu não ia deixar um preto idiota da idade do meu pai vir com graça pra cima de mim. Quase dei dois sopapos nele, se não fosse pela minha mãe, que pediu pra gente entrar em casa.
O preto ainda teve tempo de me dizer:
"Olha, muleque, não vem com graça não, que eu sei onde você mora."
E ainda por cima o preto se dava ao luxo de... luxo de me ameaçar, minha mãe tinha se posto no meio da porta do prédio e não me deixou sair pra quebrar a cara daquele babaca que já tava indo embora descendo a rua, fiquei a tarde toda bem nervoso pensando em encontrar aquele cara de novo e encher ele de porrada.
Os dias passaram e eu já tinha esquecido do incidente quando um dia, ao sair de casa e pegar o carro pra buscar uns amigos, me pareceu ver o negão na frente do portão do meu prédio sentado num banco. Quando voltei, não tinha ninguém, e os dias foram passando sem eu ver ele de novo, então esqueci completamente daquele sujeito. Deviam ter se passado mais de 20 dias daquele incidente. Era quarta-feira à noite, umas 22:00, e meu pai foi trabalhar. Ele trabalhava à noite como vigilante de segurança, assim como minha mãe, que também trabalhava à noite como enfermeira no mesmo hospital onde meu pai é vigilante. Minha mãe não trabalhava às quartas porque era o dia de folga dela. Uns 15 minutos depois do meu pai ter saído, tocaram a campainha. Achei que fosse ele, mas estranhei que, se tivesse esquecido as chaves de casa e voltasse pra pegá-las, não teria chamado no interfone pra eu jogar pela janela. Olhei pelo olho mágico e não vi ninguém.
Minha mãe estava na cozinha e perguntou:
"Quem é, filho?"
"Algum babaca brincando, porque não tem ninguém."
Pouco depois de me sentar, tocaram a campainha de novo. Levantei, e dessa vez também não tinha ninguém na porta. Já tava começando a me irritar quando, antes de chegar no sofá, tocaram a campainha de novo. Dessa vez, abri a porta sem olhar e também não tinha ninguém. Fui até a escada e, antes de chegar no elevador, vi uma sombra aparecendo por trás da parede, do lado da escada. Não deu tempo de ver mais nada porque senti um soco na cara que me jogou de costas no chão.
Ainda tava doendo do soco na cara quando senti um chute no estômago e, depois, alguém me arrastando pelos braços. Até a porta da minha casa, consegui ver que era aquele preto filho da puta que tinha me batido. Ele tava com uma mochila nas costas e me puxou pra dentro de casa, fechando a porta.
Ele me deu outro chute na barriga e largou a mochila no chão. Tirou uma faca bem grande de dentro dela. Minha mãe perguntou de novo da cozinha quem era, e o preto, sabendo onde ela tava, entrou na cozinha com a faca. Eu ouvi minha mãe gritar de lá:
"AAHHH, o que você tá fazendo aqui? O que você quer?"
O preto empurrou minha mãe pra fora. Ela era uma boneca nas mãos dele. Aquele preto de dois metros parecia mais velho que minha mãe, mas era muito mais alto que ela, e não teve trabalho nenhum pra tirar ela da cozinha.
Com a faca na mão, ele mandou minha mãe pegar a fita isolante da mochila que tava no chão e usar pra me amarrar numa cadeira. Minha mãe perguntou de novo, entre soluços, o que ele queria, mas o preto não respondeu. Só balançou a faca na frente dela, e ela entendeu na hora. Chorando, ela me ajudou a levantar do chão e me levou pra sala. Ainda dolorido e sangrando pelo nariz por causa das porradas, minha mãe me ajudou a sentar numa das cadeiras da mesa de jantar. Depois, passou a fita nas minhas mãos e pernas, grudando nos braços e nas pernas da cadeira.
"Na boca também, que seu filho tem a boca grande pra caralho", o preto falou pra minha mãe.
Mamãe obedeceu, e então o preto chegou perto de mim pra ver se eu tava bem amarrado e amordaçado. Vendo que eu já tava completamente imóvel, largou a faca na mesinha da sala, sabendo que não precisava se preocupar com minha mãe, porque fisicamente ela não era páreo pra ele e não tinha medo dela enfrentar ele.
Minha mãe, soluçando, começou a implorar:
"Pelo amor de Deus, nos deixa em paz. Se você quer dinheiro, a gente pode te dar o que tem. Leva o que quiser. Desculpa meu filho pela merda que ele fez... Outro dia, mas não nos faça mal."
"Sente-se e cale a boca, senhora", o preto disse pra minha mãe com um olhar que gelava o sangue.
Minha mãe obedeceu e sentou no sofá.
"Olha, senhora, não quero seu dinheiro, vim ensinar um pouco de educação pra vocês. Seu filho é um putinho malcriado, como me mostrou no outro dia, e não sabe o que é a palavra respeito. Sou muito mais velho que ele e ele me tratou com uma falta de respeito total no outro dia, quase me atropelou e ainda por cima quase espera que eu peça desculpas. Sem falar que seu filho é um racista de merda, me chamando de preto de merda como se por ser preto eu não tivesse nem direito de atravessar a rua nesse país sem que um pivete gostoso me atropele. Por outro lado, grande parte da culpa é sua por não ter educado ele direito, então vou dar uma lição nos dois."
Minha mãe estava completamente apavorada no sofá, sem saber o que fazer. A única coisa que conseguiu dizer é que meu pai estava prestes a chegar, ao que aquele cara respondeu:
"Não se preocupe, senhora, estou observando vocês há vários dias. Sei perfeitamente que seu marido trabalha à noite e não volta antes das 6 da manhã, assim como sabia que a senhora folga às quartas. Não sou nenhum idiota como seu filho deve achar que todos nós, da mesma cor de pele, somos."
O preto voltou a pegar a mochila dele, pegou do chão e colocou na mesa da sala. De lá, tirou uma câmera de vídeo, ligou e começou a gravar eu e minha mãe.
Minha mãe pareceu juntar forças e se atreveu a ameaçá-lo:
"Se não sair imediatamente da minha casa, vou denunciar você à polícia. Se for embora agora, prometo que não vamos falar nada disso."
O preto começou a rir:
"Kkkk, não se preocupe, senhora, vocês não vão falar nada disso. Disso eu vou cuidar, fique tranquila."
O preto continuou gravando com a câmera e disse pra minha mãe levantar do sofá e tirar a mesinha da sala pra abrir espaço no meio. os sofás e o tapete, minha mãe obedeceu sem saber o que aquele preto pretendia.
"Agora tire a roupa, senhora"
Aquelas palavras me surpreenderam, olhei pra minha mãe e vi que ela tinha ficado ainda mais chocada do que eu.
"Que isso, maluco? Não vou me despir, esquece"
O preto se aproximou da minha mãe, que estava usando um roupão de casa. Minha mãe tinha mais ou menos 1,65m e parecia uma boneca do lado daquele cara. O preto esticou a mão e agarrou o cinto do roupão dela com uma mão, enquanto com a outra continuava filmando. Deu um puxão forte e arrancou o cinto do roupão, fazendo com que ela cambaleasse pra frente com o tranco. O roupão sem cinto se abriu, e antes que desse pra ver alguma coisa, mamãe segurou os dois lados com as mãos e cruzou o tecido, impedindo que aquele preto visse qualquer coisa.
O preto nem se abalou. Foi até a mesa da sala, pegou a faca, voltou pra perto da minha mãe e disse, sem mudar o tom:
"Pelo bem ou pelo mal?"
Tinha algo no tom de voz daquele homem que fez eu e minha mãe entendermos que aquele sujeito não hesitaria em usar a faca. Apesar da calma aparente — ou talvez justamente por causa da calma com que agia e falava com minha mãe — sabíamos que aquele preto era um cara perigoso.
Minha mãe começou a chorar de novo, mas como era de se esperar, o preto não mostrou nenhum sinal de fraqueza. Ele balançou a faca de novo, igual tinha feito quando mandou minha mãe me amarrar na cadeira da sala, e, como naquela vez, ela entendeu na hora. Mamãe jogou o roupão pra trás pelos ombros e deixou cair no chão. Por baixo, ela estava usando um conjunto de lingerie bem comum, uma calcinha e um sutiã brancos, que aquele preto tratou de filmar com a câmera.
"Agora o sutiã, senhora"
O choro da minha mãe ficou ainda mais desesperado, e ela se recusou de novo. obedecer, então o negão se aproximou da minha mãe. Eu temi o pior e tentei me soltar, mas estava muito bem amarrado e era impossível me mexer. No máximo, eu conseguia mover a cadeira alguns centímetros. O negão enfiou a faca entre o ombro e a alça do sutiã da minha mãe. Ela olhava aterrorizada, e com um único movimento da faca, o negão cortou a alça esquerda do sutiã dela. Depois fez exatamente o mesmo com a direita, fazendo com que o sutiã caísse no chão, não fosse porque minha mãe segurava as taças do sutiã com as duas mãos.
O negão agora enfiou a faca entre a calcinha da minha mãe e seus quadris e, sorrindo, fez outro movimento com a faca afiada, cortando a lateral da calcinha dela, fazendo com que ela deslizasse pelos joelhos até os tornozelos.
Com um movimento rápido, minha mãe baixou a mão direita para cobrir a buceta, enquanto a outra mão continuava cobrindo os peitos, fazendo com que ela ainda se sentisse coberta na frente daquele cara.
O negão aproximou a ponta da faca do pescoço da minha mãe e, novamente de forma muito calma, disse:
"Já chega de brincadeira, senhora. Levante as mãos."
Minha mãe ainda manteve a posição até sentir a ponta da faca do negão pressionar um pouco mais seu pescoço. Isso foi o suficiente e, completamente aterrorizada, minha mãe ergueu as mãos para o céu como se estivesse sendo apontada por uma arma. O sutiã, dessa vez, caiu no chão junto com a calcinha, e minha mãe ficou completamente nua na frente daquele tipo, que estava a poucos centímetros dela.
O negão deu alguns passos para trás para poder gravar com a câmera o corpo nu da minha mãe por completo. Minha mãe tremia de medo, estava com a pele arrepiada. A pele dela era muito branca, e dava para perceber da minha posição que ela estava muito assustada. Mamãe tinha um corpo normal para seus 42 anos. Os peitos dela eram de tamanho normal e um pouco caídos. A buceta dela... Ela estava meio arrumada, mas tinha bastante cabelo loiro. Dava pra ver perfeitamente as lágrimas da minha mãe caindo dos olhos dela até os peitos.
"É engraçado o movimento que suas tetas fazem enquanto a senhora treme, e vejo que seus bicos estão duros. A senhora deve ser daquelas que gosta de ficar de quatro."
"É por causa do frio, seu filho da puta", respondeu minha mãe.
"Que personalidade a senhora tem, eu não insultei a senhora. Percebe como precisa de umas aulas de educação? Não se preocupe, que a senhora vai ver como suas tetas vão balançar quando eu colocar a senhora de quatro, e te garanto que não vai ser por causa do frio."
O negão pediu pra minha mãe dar umas voltas em si mesma. Aproveitou pra largar a faca de novo na mesa, e quando mamãe estava de costas pra ele, aquele negão aproveitou pra dar um tapa na bunda da minha mãe. Ela se virou na hora e gritou:
"NÃO OUSA ME TOCAR, NEGÃO FILHO DA PUTA!"
"Olha só a gatinha, já vi de quem seu filho puxou. Acho que vou me divertir pra caralho com a senhora."
Ele pegou a faca de novo e, pra nossa surpresa, saiu da sala e entrou na cozinha. Minha mãe, nua, se aproximou de mim e tentou me soltar, mas era impossível sem nada pra cortar a fita que ele tinha usado pra me amarrar. O negão demorou só uns segundos pra voltar com um pepino e uma cerveja. Quando viu minha mãe, mandou ela voltar pro lugar, e ela obedeceu sem reclamar. Depois, largou a faca de novo na mesa junto com o pepino e a cerveja. Colocou a câmera numa estante da sala, apontando pro centro, onde estavam ele e minha mãe, mas antes focou em mim por uns segundos. Aí pegou o pepino e disse pra minha mãe:
"Espero que a senhora não se importe de eu ter pego isso da sua cozinha."
Mamãe não respondeu. O negão mandou ela se virar de novo, mas dessa vez ela não obedeceu, então ele deu um tapa leve nela. Não usou quase força, mas foi o suficiente pra fazer entender que minha mãe ia fazer o que ele queria, na boa ou na marra, então ela se virou de novo. O negão a colocou de um jeito que ela ficasse de frente pra mim, e ele se posicionou atrás dela, admirando a bunda da minha mãe.
"Garoto, adivinha quem vai comer a buceta da sua mãe?" o negão disse, olhando pra mim.
"Nem pense nisso…" minha mãe falou, sem terminar a frase. Vejo a expressão no rosto dela mudar, e ela se inclina um pouco pra frente, como se o negão estivesse empurrando ela suavemente por trás. Vejo ele se ajoelhar atrás dela e, mesmo sem conseguir ver da minha posição, sei exatamente o que está rolando. Minha mãe fecha os olhos e começa a chorar de novo. Entendo que aquele filho da puta tá comendo a bunda dela. Não sei quanto tempo passou, mas logo vejo a mão do negão começar a apalpar a buceta da minha mãe por trás, até que ele enfia um dedo. Percebo o corpo dela se tensar, e eu tento gritar e me soltar da cadeira de novo, mas não consigo nada.
Logo vejo o negão aproximar o pepino que ele pegou na cozinha da buceta da minha mãe. Sei exatamente o que aquele porco pretende:
"Gosta de salada de pepino?" ele pergunta pra minha mãe.
Ela abre os olhos, cheios de lágrimas, sem entender as palavras dele, até que olha pra própria xota e vê a ponta do pepino começando a forçar a entrada na buceta dela.
Minha mãe tenta se jogar pra frente, mas ouço um "tapa" e ela solta um gritinho enquanto o negão fala:
"Fica quieta, senhora."
Deduzo que ele deu um tapa na bunda dela, e ela fica imóvel de novo, deixando ele fazer o que quiser.
Da minha posição, vejo o pepino entrando devagar na buceta da minha mãe, enquanto o corpo dela vai se tensando cada vez mais, até que o negão consegue enfiar o pepino até o fundo da xota dela. Depois, ele começa a mexer. Pepino em círculos, posso ver minha mãe novamente de olhos fechados, com uma expressão estranha no rosto, o corpo dela se move como por inércia no ritmo dos movimentos lentos que o negão faz com o pepino dentro da buceta dela, mamãe morde os lábios e de repente eu a ouço gritar.
"Aghhhhhh, porco"
Aquele grito não tinha sido como os anteriores, não tinha sido de dor, mas de prazer, o filho da puta obrigou minha mãe a ter um orgasmo na frente dele e mamãe, completamente envergonhada, se deixa cair de joelhos no chão com o pepino ainda enfiado na buceta dela.
O negão se levanta e começa a rir
"Haha, parece que a senhora gosta mesmo de salada de pepino"
Mamãe, chorando, pede pra ele deixar a gente em paz e sumir de uma vez por todas, já que conseguiu o que queria nos humilhando, mas o porco começa a rir de novo.
"Hahaha, mas a gente acabou de começar, como é que eu vou embora agora?"
Com essas palavras, mamãe para de chorar, começa a perceber que vai ser o brinquedo daquele homem pelo tempo que ele quiser. Mamãe tira o pepino que ainda estava enfiado na buceta dela e joga no chão.
O negão, sem perder tempo, tira o moletom que estava vestindo, depois tira a camiseta e a calça e joga pra mim enquanto diz
"Moleque, guarda minha roupa pra mim, por favor"
Ele ficou de cueca na frente da minha mãe, parecia um armário, era um cara de certa idade, mas não era gordo, era preto como carvão e a altura dele fazia ele parecer um gorila enorme.
"Vamos, senhora, tira a minha cueca"
Mamãe já sabia que não adiantava implorar nem chorar, então se aproximou, ficando de joelhos na frente dele. Meus pulsos doíam de tanto tentar me soltar sem conseguir nada.
Mamãe esticou os braços até pegar as bordas da cueca do negão e puxou pra baixo até deixar nos joelhos dele. Pude ver a cara de mamãe, como se estivesse vendo um monstro. Não demorou pra entender que, quando baixei as calças daquele cara, o pau dele ficou bem na frente dos olhos da minha mãe e, mesmo mole, era um pau enorme. Eu só tinha visto algo parecido em filmes e, pela cara da minha mãe, tava claro que ela também não.
"Que cara de susto, senhora, nunca viu uma ferramenta como a minha, né?"
Minha mãe não respondeu e baixou a cabeça, olhando pro chão.
"Dá as minhas cuecas pro seu filho guardar pra mim."
Igual o preto tinha feito, minha mãe pegou as cuecas e jogou pra mim, que caíram aos meus pés.
Vejo o preto pegar uma das mãos da minha mãe e colocar em cima do pau dele. Ela tenta tirar, mas ele segura por cima, deixando a mão dela em contato com o pau dele, um pau preto cheio de veias enormes que me dá vontade de vomitar só de olhar.
O preto começa a se masturbar com a mão da minha mãe, que continua olhando fixamente pro chão enquanto novas lágrimas começam a cair pelo rosto dela até o chão. O preto não para de me encarar até que diz:
"Moleque, você também nunca viu um pau como o meu, né?"
"Agora a senhora sozinha."
O preto solta a mão dele da da minha mãe, e agora é ela sozinha que masturba aquele bastardo. Minha mãe continua com o olhar preso no chão, mas como uma autômata, a mão dela vai pra frente e pra trás, puxando a pele do pau daquele preto pra trás e pra frente enquanto ele vai crescendo a cada momento na mão da minha mãe.
"Moleque, tenho que dizer que você tem uma mãe que faz umas punhetas boas, hehe."
"Olha o que a senhora conseguiu, isso é por sua causa", ele diz pra minha mãe enquanto apoia a palma da mão no queixo dela e a obriga a olhar pra frente. Mamãe se surpreende de novo ao ver o pau daquele porco, que dessa vez aponta direto pra cara dela, duro como pedra, formando um ângulo reto, com a ponta a poucos centímetros do rosto dela.
"Que cano do caralho. Carne, né, senhora?"
"Sai daqui de uma vez, já foi longe demais, vai acabar se metendo numa encrenca", minha mãe disse mais uma vez, tentando que aquilo acabasse logo, mas sem sucesso.
"Vamos, chupa."
Mamãe não se mexe, então o negão pega minha mãe pela cabeça com a mão direita e a puxa até a vara dele. Mamãe não abre a boca, então o negão esfrega a pica toda no rosto dela, coloca em cima da cara dela, a ponta da pica daquele filho da puta chega na testa da minha mãe. Mamãe continua sem obedecer, então o negão pega a pica dele e começa a bater na cara da minha mãe com ela.
"Menina má, come toda a comida senão vou ficar bravo."
Mamãe insiste em não meter a pica na boca, então o negão se irrita e pega a faca de novo numa mão enquanto fode a câmera com a outra, aproxima a faca do rosto da minha mãe.
"Ou você chupa minha pica ou eu corto seu pescoço."
Pela primeira vez, o negão expressa a violência dele de forma verbal, sem deixar dúvidas. Dessa vez, mamãe não resiste mais e eu vejo ela pegar a pica do negão pela base e puxar para perto. Um engulho me vem quando vejo minha mãe deslizar os lábios pela pica daquele negão.
Minha mãe passa a língua na ponta da pica daquele filho da puta enquanto ele grava tudo em close.
"Agora as bolas, senhora."
Mamãe chupa as bolas pretas e peludas dele, são grandes como a pica. Primeiro, ela mete uma na boca, depois a outra. Mamãe começa a masturbar ele com força, como se quisesse que aquilo acabasse logo, mas o negão pede calma.
"Mais devagar, senhora, e diz olhando pra câmera o que você tá fazendo."
Mamãe continua no que tá fazendo até ver o negão aproximar a faca do pescoço dela de novo, e com a pica na mão perto do rosto dela, não tem escolha a não ser olhar pra câmera e dizer:
"Tô chupando uma pica."
"Muito bem, senhora, mas fala a cor da pica."
"Tô comendo uma pica preta"
"Isso aí, muito bem, ouviu, moleque? Sua mãe tá falando que tá comendo uma pica preta, haha"
"Diz pra câmera o quanto você adora essa pica preta enorme"
O preto move a faca de novo e mamãe obedece
"Adoro comer essa pica preta enorme"
"Hahaha, que situação, moleque, com o tanto que você gosta de preto e olha como sua mãe se diverte chupando uma pica preta"
"Agora, senhora, coloca minha pica na sua boca bem devagar e olhando pra câmera"
Minha mãe, bem devagar e olhando pra câmera, foi engolindo aquela pica aos poucos até conseguir enfiar quase metade daquele pedaço de carne, pra meu espanto e nojo — eu teria vomitado de ver aquela pica entrando na boca da minha mãe se não fosse porque minha boca estava fechada com fita.
O preto tirou a pica da boca da minha mãe, pegou a cerveja que tinha trazido da cozinha e sentou no sofá na minha frente.
"O que cê tá fazendo aí, senhora? Sentei porque tava cansado de ficar em pé. Vem aqui e continua no que tava fazendo"
Mamãe se aproximou do preto de novo, ficando de joelhos entre as pernas dele. Da minha posição, eu não conseguia ver a pica do preto porque minha mãe estava ajoelhada na frente, e a única coisa que eu via era a cabeça, as costas e a bunda da minha mãe.
Vi minha mãe esticar uma mão pra segurar a pica e começar uma nova punheta. A pica era tão grande que minha mãe precisou das duas mãos e mesmo assim não cobria a pica toda do preto, que curtia uma punheta de duas mãos feita pela minha própria mãe.
"Beija minha pica, senhora"
Não consegui ver, mas pelo movimento que a cabeça da minha mãe fez, imaginei que ela tinha beijado a ponta da pica daquele cara. Aí ele deu um gole na cerveja e largou no sofá enquanto, com a mão livre, levava a cabeça da minha mãe até a pica e forçava ela a descer. Da minha posição, a única coisa que eu via era a bunda empinada da mamãe e a cabeça dela subindo e descendo, comendo a pica daquele homem no ritmo que o preto marcava a mão dele na cabeça da mamãe.
"Moleque, adoro a hospitalidade dos brancos, uma cerveja e um boquete gostoso, hahaha" ele disse de novo, olhando pra mim.
"Desculpa, que sem noção que sou, daí onde você está não dá pra ver sua mãe chupando minha pica, vou te contando pra você não ficar na vontade de saber."
"Sua mãe tá devorando minha pica, moleque, agora tá lambendo e beijando minhas bolas igual uma gatinha, se eu colocar a pica na cara dela chega na testa, porra, sua mãe é foda, moleque, cada vez engole com mais vontade."
O negão se levantou e foi pra outro sofá pra que dessa vez eu pudesse ver tudo direitinho, a língua da minha mãe saboreando as bolas daquele porco como se realmente gostasse de fazer aquilo, mamãe chupava, engolia, lambia e mordiscava aquela pica igual uma puta.
"Muito bem, senhora, tá melhorando bastante, agora vou ensinar a fazer um garganta profunda."
Minha mãe não sabia do que ele tava falando, mas não demorou pra descobrir, ela tava chupando a pica do negão quando ele apoiou as duas mãos na cabeça dela e empurrou com força pra baixo, mamãe tentou se soltar apoiando as mãos nas coxas daquele negão, mas não conseguiu, começou a ter ânsia enquanto o negão continuava empurrando a cabeça da minha mãe pra baixo até que a porra do púbis dele roçou no nariz dela, ficou uns segundos ali e depois soltou, mamãe se jogou pra trás e começou a tossir porque tinha quase se engasgado com aquela pica.
"Muito bem, senhora, chegou perto."
Mamãe não parava de tossir e o negão falou pra ela:
"Fica tranquila, senhora, que agora vou dar um pouco de leite pra clarear a garganta da senhora."
Mamãe entendeu o que o negão queria dizer com aquilo e tentou pegar a faca, mas ele foi mais rápido e afastou mamãe com um tapa.
"Fica calma, senhora, vou gozar e quero que a senhora engula todo o meu leite, se fizer isso igual uma putinha, prometo que tudo vai acabar."
Eu comecei a protestar. De novo, mas não tinha como gritar. Pra minha surpresa, a idiota da minha mãe parecia ter acreditado no que o negão falou e voltou a se ajoelhar aos pés dele. Ela aperta a mão em volta da pica do negão enquanto com a outra segura os ovos dele, começa a bater uma rapidinho enquanto chupa a ponta da pica. Mamãe chupa a pica dele enquanto bate uma com uma mão e usa a outra pra massagear os ovos dele como uma puta de primeira. Mamãe parece convencida de que tudo vai acabar com isso e se esforça ao máximo, pra meu desgosto e repulsa. O negão não perde nada e grava a cena toda, solta a faca e começa a empurrar a cabeça da minha mãe com força contra a pica dele. De repente, o corpo enorme daquele negão fica tenso, ele se adianta e tira a pica da boca da minha mãe enquanto começa a bater uma. Na hora, solta o primeiro jato de porra que acerta o céu da boca da minha mãe. Mamãe crava as unhas na bunda do negão, puxando ele pra perto, enfiando aquela pica na boca dela o máximo que consegue.
Eu tenho ânsia de novo imaginando que a porra daquele negão tá descendo pela garganta da minha mãe. Parece que mamãe tá quase se engasgando e não consegue evitar tirar aquela carne toda da boca enquanto a pica continua cuspindo. Dessa vez, os jatos acertam os peitos e o pescoço da minha mãe, enquanto o negão continua apontando a câmera e a pica pra ela, sem perder nenhum detalhe da gozada que tava jogando nela.
Quando acabou, o negão ficou sentado no sofá bufando, e minha mãe de joelhos na frente dele, com os peitos e o pescoço sujos de porra.
O negão dá o roupão pra ela e manda ela se limpar com ele. Depois de se limpar, mamãe vai vestir o roupão, mas o negão toma mais um gole da cerveja dele e fala:
"Senhora, quem disse que a senhora pode se vestir?"
"Mas você disse..."
"O que eu disse?"
"Você sabe"
"Mas quero ouvir a senhora dizer"
"Você disse que se eu engolisse toda a sua porra, isso ia acabar Muito bem, isso aí, mas ela não engoliu toda minha porra, limpou os peitos e o pescoço do meu leite, então acho que não terminou"
Completamente destruída, mamãe começou a chorar de novo
"O que mais você quer, filho da puta?"
Eu sabia perfeitamente que aquele preto não tinha terminado e que nunca ia nos deixar ali sem antes ter fodido minha mãe.
Ele colocou a câmera de vídeo de volta na estante e pediu pra minha mãe sentar no sofá e abrir as pernas. Mamãe sentou, mas não abriu as pernas, então o preto agarrou um mamilo dela e apertou com força, fazendo minha mãe abrir as pernas na hora.
"Beleza, garoto, me deseja sorte que vou entrar numa selva, hahaha"
Terminou a frase e enfiou a cabeça entre as pernas da minha mãe, começando a chupar a buceta dela.
"Filho da puta, me larga" minha mãe disse, sem ousar fazer mais nada, já que o preto com a cabeça entre as pernas dela ainda segurava a faca na mão direita.
"Isso é pro seu bem, senhora, tem que preparar o caminho antes de meter a tuneladora"
Mamãe não pareceu entender direito aquela frase, mas eu sim, ele estava preparando a buceta da mamãe pro que viria depois. Mamãe não parava de se mexer e até levava as mãos à boca tentando abafar os gemidos que aquele porco fazia ela sentir com as lambidas dele. De vez em quando, ele tirava a cabeça e aproveitava pra meter um ou dois dedos na buceta da minha mãe. Deve ter ficado chupando o grelo da mamãe por uns cinco minutos até tirar a cabeça de entre as pernas dela.
Mamãe estava deitada de costas no sofá e, embora o preto estivesse de joelhos, o pau dele ficava na altura da buceta da minha mãe por causa da altura dele. O preto largou a faca no chão e enfiou as mãos por baixo da bunda da mamãe, agarrando ela e puxando pra perto dele. Ele se colocou entre as pernas da minha mãe e começou a se masturbar. Em poucos segundos, já estava pronto de novo com aquele pau preto enorme e duro. apontando pra buceta da minha mãe, pra idade dela ela se recuperava rápido, acho que em parte por saber que ia foder uma mulher branca com o filho dela olhando.
Quando a pica dele ficou dura, ele colocou em cima da barriga da minha mãe, a pica daquele cara chegava nela acima do umbigo, quando mamãe percebeu o que ia rolar, falou pro negão.
"Por favor, tira meu filho daqui, não quero que ele veja mais nada"
"Mas dona, se isso é pelo seu filho, faz parte da lição, ele tem que ver tudo pra aprender a valorizar os negros e esquecer esse racismo"
O negão colocou a cabeça da pica entre os lábios da buceta da minha mãe e começou a passar devagar por eles, esfregando a pica dura nas partes dela, o negão apoiou as mãos nos quadris dela e me olhou sorrindo enquanto ia fazendo pressão aos poucos até sumir completamente a ponta da pica na buceta da mamãe, que fechou os olhos de repente com o que tava recebendo, sem tirar os olhos de mim o negão foi enfiando a pica centímetro por centímetro na buceta da mamãe, com calma.
"Caralho, que bucetinha apertada e quente que sua mãe tem, garoto, aposto que seu pai tem uma pica pequenininha e por isso ela tem a buceta tão apertadinha"
Enquanto o negão sentia as paredes da buceta da mamãe apertando o pau dele, ela sentia aquela barra de aço entrando dentro dela, a cara da mamãe era um poema difícil de descrever.
"Olha aqui, garoto, vai ver como a espada entra na bainha até o cabo"
Quando terminou de falar isso, deu uma última enfiada de quadril e gritou
"ATÉ O FUNDO"
Enquanto mamãe não conseguia evitar um
"AHHHHHMMMMMMMM"
Com essa última enfiada, o negão conseguiu empalar ela inteira, e eu podia ver que a única coisa que aparecia era o pelo loiro da buceta da minha mãe todo enroscado, contrastando com o pelo preto e crespo do negão.
Eles ficaram completamente parados enquanto o negão Estico minhas mãos até os peitos da minha mãe, que acaricio, e vou descendo as mãos até os quadris dela, enquanto ela mantinha os olhos fechados.
O negão começou uns movimentos lentos de quadril enquanto segurava minha mãe pelos quadris, começou a foder ela devagar e os peitos da mamãe começaram a tremer suavemente com as investidas lentas daquele negão que estava penetrando ela na sala de casa.
O negão levantou do sofá por um momento, deixando minha mãe escarrapachada, e pegou a câmera de vídeo, levou até perto dela e agarrou as pernas da mamãe, colocando-as sobre os ombros dele, fazendo com que a penetração ficasse ainda mais funda.
Começou a gravar a buceta da minha mãe, imagino que ele gostava de ver como o pau dele entrava e saía da buceta dela uma e outra vez. Em dado momento, vi ele tirar o pau completamente e empurrar o quadril de uma vez até o fundo, fazendo minha mãe dar um grito forte que dessa vez ela não conseguiu abafar, mesmo mordendo os lábios.
"Sabe, moleque, enfiei na sua mãe até o talo, só tão pra fora minhas bolas balançando, hehe"
"Senhora, a senhora sabe que eu gosto de ouvir você falar umas coisinhas, olha pra câmera e diz que quer ele dentro"
Mamãe olhou pra câmera e disse:
"Quero ele dentro"
"Não é assim, senhora, a senhora sabe fazer melhor, sua puta"
Dito isso, o negão filho da puta começou a meter com toda força, como se tentasse enfiar as bolas também dentro da minha mãe. Dessa vez, os peitos da minha mãe balançavam rápido e os gemidos dela eram perfeitamente audíveis. Ela olhou pra câmera e dessa vez disse:
"Tá bom, tá bom, seu filho da puta, quero ele dentro, quero tudo dentro, assim, assim, me fode, enfia até o fundo"
"Ha ha ha, muito bem, senhora, viu como quando quer, faz direito?"
A verdade é que as palavras da minha mãe me deixaram perplexo, e cheguei a duvidar se era por causa das ameaças daquele negão ou se, pelo contrário, ela realmente sentia aquilo.
A força com que aquele O negrão fez minha mãe ter um novo e sonoro orgasmo naquela noite e, como da vez anterior, mamãe começou a chorar pela humilhação daquele ato sexual. O negrão deixou minha mãe de lado por um momento e sentou no sofá em frente a mim, onde minha mãe tinha chupado ele antes, e de onde eu só via a cabeça dela subindo e descendo.
Quando ele sentou, ordenou que minha mãe se sentasse em cima dele, e dessa vez ela obedeceu sem hesitar.
"Quero que você sente de costas pra mim, pra seu filho poder ver melhor dessa vez."
Minha mãe subiu em cima do negrão e agarrou aquela pica enorme com a mão, apontando pra sua buceta. Ela foi se agachando até sentir a ponta da pica na entrada da buceta. Dessa vez, mamãe estava de olhos abertos, me olhando, e eu não consegui desviar o olhar dos olhos dela enquanto via ela começar a descer bem devagar. Mamãe estava indo tão devagar que o negrão colocou as mãos enormes nos ombros dela e gritou:
"PRA BAIXOOOOO"
Ele apertou as mãos pra baixo, fazendo minha mãe sentar em cima dele, coxa com coxa, fazendo aquela pica toda entrar até só sobrarem as bolas pra fora da minha mãe.
Eu podia ver minha mãe parada, sentada em cima do negrão, sem se mexer e sem parar de me olhar com aquela pica enorme dentro dela até as bolas.
Em câmera lenta, o negrão agarrou os quadris da minha mãe e foi tirando a pica de dentro dela. A pica foi saindo devagar enquanto minha mãe subia, sentindo a buceta ficar vazia aos poucos até sair completamente. Dessa vez, foi minha mãe que sentou naquela vara, sentando de uma vez e enfiando a pica toda pra dentro. O negrão, com as mãos enormes segurando os quadris dela, começou a foder ela num ritmo frenético, subindo e descendo, descendo e subindo, uma e outra vez. Mamãe gritava sem conseguir evitar ao sentir tudo aquilo dentro dela, e dessa vez a Os peitos subiam e desciam no mesmo ritmo que a pica entrava e saía dentro dela.
"Moleque, me conta como balançam os peitos da sua mãe, porque daqui não consigo ver."
A cada vai e vem dos corpos, o pau preto entrava mais fundo até enfiar tudo dentro da minha mãe uma vez atrás da outra, ela parecia ter uma buceta sem fundo. Tentei fechar os olhos, mas os gemidos que escapavam da boca dela eram agonizantes e não me deixavam escapar daquela situação nojenta.
"Vira pra cá, senhora, quero chupar esses peitos."
Minha mãe ia se levantar pra virar, mas o preto não deixou. O porco fez ela girar em torno do próprio eixo com o pau enfiado dentro dela, sem deixar escapar nem por um segundo. Quando ela virou, ele levantou ela de novo. Dessa vez, da minha posição, eu via as costas e a bunda da minha mãe, e a pica do preto apontando pra buceta dela, que desceu mais uma vez naquela estaca.
Ela continuava subindo e descendo, agora de costas pra mim, enquanto eu ouvia o preto fazendo barulhinhos de sucção.
"GLUP, GLUP."
"Que peitos gostosos que sua mãe tem, moleque. Só falta gozar neles."
"Adoro sua xota, senhora. Tenho que dizer que é uma das melhores que já comi."
Minha mãe só continuou subindo e descendo.
"Vai, senhora, não vai me responder?"
"Adoro sua pica, ummmm, é muito grande, ummmm."
Aquele preto adorava nos humilhar o tempo todo, não só comendo minha mãe, mas querendo que ela agradecesse por estar sendo comida.
Ele agarrou a bunda da minha mãe, se levantou com ela nos braços, chegou perto de mim e começou a foder ela a um metro de distância. Os braços dele subiam e desciam ela cada vez mais rápido.
Ele encostou minha mãe na parede e, segurando ela nos braços, continuou fodendo com gosto. Agora eu só via o contraste horrível do corpo nu daquele preto cobrindo completamente o corpo branco e pequeno da minha Mãe contra a parede, eu via a bunda do negão se mexendo pra frente e pra trás, penetrando até as entranhas da minha mãe.
Depois ele abaixou a mamãe e colocou ela no chão, deixando ela livre por um momento.
"Vamos dar uma pausa de uns segundos, senhora, que não quero gozar ainda, não sou um moleque e não conseguiria me recuperar uma terceira vez."
Ele deu um tapa na bunda da minha mãe e mandou ela sentar no tapete. Mamãe obedeceu sem reclamar. O negão começou a procurar entre os CDs até achar um.
"Pô, vocês têm um disco do Bob Marley? Achava que vocês não gostavam de negros, hehehe."
Ele colocou o disco no aparelho de som e começou a ouvir.
Chegou perto da minha mãe e disse:
"Já te comeram o cu alguma vez?"
Mamãe não respondeu, então o negão deu um pequeno chute nela.
"Tô perguntando se já te deram no cu?"
"Sim, meu marido já fez umas duas vezes."
Aquilo, tenho que admitir, me surpreendeu. Nunca pensei que meus pais praticassem esses tipos de putaria.
"Melhor pra você, assim não vai doer tanto quando eu te comer o cu."
Aquelas palavras ainda ecoam nos meus ouvidos. Aquele filho da puta não tinha o suficiente, ainda queria comer o cu da minha mãe.
Ele foi pra cozinha e dessa vez demorou menos que a anterior.
"Você não tem muita coisa, então só achei isso."
Ele trouxe um pote de creme na mão, ficou na frente da minha mãe e começou a passar creme na pica e nas bolas.
"Come a sobremesa, senhora."
"De novo, seu filho da puta?"
"Senhora, faço isso pro seu bem. Vou meter esse pauzão no seu cu. Quer que eu faça com a pica bem lubrificada ou prefere que eu meta seco e sem dó?"
Diante disso, mamãe começou a chupar a pica e as bolas dele de novo. Deixou tudo bem babado e comeu todo o creme. Depois, o porco disse que também queria sobremesa, então passou creme nos peitos da mamãe e comeu, deixando eles cheios de cuspe.
"Fica de quatro no tapete, olhando pro seu filho."
Mamãe obedece e o negão se posiciona. atrás
"Que bundão gostoso sua mãe tem, parece uns bongôs, hahaha"
Começa a dar tapas na bunda da minha mãe cada vez mais fortes no ritmo da música do Bob Marley, e mamãe solta gritinhos leves com cada tapa.
"Primeiro um dedinho, depois dois dedinhos, depois três dedinhos"
Enquanto fala isso, vejo minha mãe fazendo caretas de dor, o porco está enfiando os dedos no cu dela.
"Bom, vou meter o pau no seu cu de uma vez, não quero que a gente perca tempo"
Coloca a cabeça do pau na entrada do cu da mamãe e me olha sorrindo.
"Vou comer o cu da sua mãe, moleque, e tudo é por sua causa"
Agarra as nádegas da mamãe e cospe no cu dela, aperta um pouco, depois mais um pouco, a cara da mamãe mostra o esforço que ela tá fazendo pra aguentar aquele monstro dentro dela, vejo ele apertar mais um pouco.
"PARA, FILHO DA PUTA, VAI RASGAR MEU CU"
"Não, senhora, não sou eu, a culpa é do seu filho, então é ele o responsável por ter o cu rasgado"
"Tá pronta? 1... 2... e 3"
Quando chega no três, aperta o cu da minha mãe de um jeito bestial, enfiando tudo de uma vez, o grito da mamãe é completamente desgarrador, logo ele começa a se mexer no cu dela e os gritos vão ficando mais calmos, o negão começa a bombar ritmadamente no cu da mamãe, as estocadas são fortes e dessa vez os peitos da mamãe balançam pra frente e pra trás de um jeito bestial.
"Olha, senhora, já falei que seus peitos iam balançar de verdade quando eu te colocasse de quatro"
Consigo ouvir, apesar da música, as bolas enormes dele batendo na bunda da mamãe cada vez que ele enfia tudo no cu dela, vejo ele tatear a buceta da minha mãe com as mãos grandes, enfiando vários dedos lá dentro.
"Me peça pra rasgar seu cu, senhora"
Minha mãe se recusa a falar de novo, e o negão começa a bater forte nas nádegas dela, cada vez com mais força até que mamãe não aguenta mais e grita:
"Continua, mamão. Aaarg, não para, arromba meu cu, parte meu cu."
O negão se apoia mais pra frente cobrindo minha mãe, nessa posição pega as tetas dela com as mãozonas e começa a espremer enquanto enfia no cu dela.
"Tô comendo ela igual uma puta, então late igual uma puta, late"
"AU, AU"
Minha mãe, que aquele filho da puta já não consegue mais humilhar, começa a latir igual uma puta sem parar
"Jajajaj, muito bem, uma putinha obediente"
O negão segurava minha mãe pelas tetas, ela não conseguia se mexer nem se afastar daquele corpo que tava atravessando o cu dela sem parar, os gritos da minha mãe voltaram e ficaram mais intensos, e ela começou a chorar de novo, o negão mexia a cintura sem parar enquanto fazia caretas debochando de mim.
"Que cu hein, dona, que cu glorioso"
Minha mãe tava com o cabelo encharcado de suor, aquela sessão de sexo tava destruindo ela por dentro e por fora.
O negão pegou o cabelo da minha mãe como se fosse rédea de cavalo e com a outra mão começou a dar tapinhas leves no cu dela.
"Vai, vai, cavalinho"
Era isso que o negão dizia enquanto sentia o cu da minha mãe abrigando a ferramenta enorme dele uma e outra vez, até que chegou a hora e ele agarrou minha mãe e, num movimento rápido, levantou ela do chão com o pau ainda enfiado no cu dela.
Minha mãe era bem pequena e fácil de manusear pra aquele gorila, então com o pau enterrado no cu dela, ele foi dando passos pequenos até ficar na minha altura.
"Olha aqui embaixo, moleque, olha"
Ele disse enquanto mexia os dedos que seguravam o cu da minha mãe, me fazendo olhar pra baixo e ver como o pau daquele gorila tinha desaparecido completamente, a única coisa que dava pra ver eram os ovos dele, então era óbvio que eram os intestinos da minha mãe que estavam abrigando aquele pau sumido.
Ele baixou minha mãe no chão e fez ela apoiar as mãos nos meus joelhos, assim a cara dela ficava a uns 30 cm de distância.
"Fica nessa posição ou Vou me enfurecer" — disse o preto pra minha mãe.
Depois se separou, tirando o pistolão das entranhas da mamãe e ficou olhando pra bunda dela.
"Porra, garoto, nem te conto como ficou aberta a bunda da sua mãe, cabe um bonde aí, haha"
"Bem, senhora, quero que me convide pra entrar na sua bunda"
Mamãe abriu um pouco mais as pernas e rebolou a raba como uma puta, sabendo o que aquele cara queria dela. O gorila ficou olhando, mas não se decidiu.
"Não é suficiente. Quero que olhe pro seu filho e diga o que você quer"
Mamãe me olhou de novo e, sem piscar, me disse:
"Quero que esse preto meta no meu cu"
"Não ouvi, senhora"
"QUERO QUE ESSE PRETO ME FODA NO CU"
"Muito bem, mas isso não é um convite. Preciso de algo mais, algo que dê vontade de voltar nessa casa. Não se diga, senhora, a senhora é uma boa anfitriã"
Mais uma vez, me olhando nos olhos, mamãe disse:
"Quero que você arrebente meu cu, pode arrebentar meu cu quando quiser, meu cu tá à sua inteira disposição"
"Muito bem, senhora, é isso aí, assim sim"
O preto, que tinha pegado a câmera de vídeo de novo, deu um passo à frente, abriu as nádegas da mamãe e esfregou o pau no cu dela. Devia estar com o buraco do cu tão aberto que, com um único empurrão, meteu tudo pra dentro.
"Que close do caralho, garoto. Depois te mando uma cópia, nem te conto como fica bonito meu pau preto entrando nessa bunda branca"
"Além de foder, sabe o que a gente, preto, faz muito bem, garoto? Nós, pretos, temos muito ritmo"
Dito isso, o preto começou a sodomizar minha mãe no ritmo da música que tocava no quarto. Com as mãos na cintura dela, ele se movia pra frente e pra trás como se fosse uma dança, mas não estava dançando — tava enrabando minha mãe.
As tetas da mamãe quase batiam na minha cara enquanto ela rebolava no ritmo da música, ou melhor, no ritmo do pau do gorila, que marcava o compasso no cu da minha mãe como a batuta de um maestro.
Pra frente. atrás, adiante atrás, pau dentro, pau fora, peitos atrás, peitos adiante
"Não aguento mais, não aguento mais" gritou o preto e empurrou mamãe para o chão, fazendo ela ficar de joelhos na frente dele de novo.
"Tenho que admitir, senhora, que é um prazer tê-la aos meus pés. Agora a senhora sabe o que os pretos sentiram por séculos."
O preto tentou enfiar o pau na boca de mamãe de novo, mas ela não abriu a boca.
"Sabe de uma coisa, senhora? Os pretos não têm porra, a gente tem chocolate, hahaha, e se prepara porque aí vem uma boa dose de chocolate pra senhora."
O preto agarrou a cabeça de mamãe com a mão esquerda enorme enquanto com a direita batia uma naquele pedaço de carne preta, apontou pro rosto de mamãe e gritou:
"Aí vem sua dose de chocolate!"
Aquele preto começou a descarregar o conteúdo dos ovos dele na cara da minha mãe. O preto puxou o cabelo dela fazendo ela gritar, e o porco aproveitou pra um dos jatos cair na boca de mamãe, que tentou cuspir. Outro jato acertou o nariz dela, e mais dois na testa, nas bochechas e no rosto dela.
"Fiquei muito tempo esperando esse momento, então preparei reservas pra senhora, haha."
Quando terminou de gozar na cara da minha mãe, ele se afastou e admirou a obra. Pegou a câmera de vídeo de novo e focou no rosto dela, que estava completamente coberto de porra. Encostou o pau na cara de mamãe e começou a esfregar ele por todo o rosto dela, levando a porra até a boca de mamãe, que continuava fechada, enquanto ele gravava tudo.
Depois pegou a roupa do chão enquanto minha mãe continuava imóvel, com a cara cheia de porra e o corpo suado.
Ele se vestiu e disse pra gente:
"São 5 da manhã. Como o tempo passa quando a gente se diverte, né?"
"Espero que essa lição tenha servido pra vocês. Eu, hein, adorei dar essa aula de boas maneiras. Se eu fosse a senhora, limpava essa cara. Não sei se seu marido ia gostar de chegar em... chegar em casa e encontrar a esposa pelada com a cara cheia de porra, agora vou embora, claro que se falarem alguma coisa sobre isso, vou garantir que essa noite maravilhosa vire o vídeo mais visto da internet"
Ele vazou de casa e nos deixou lá, mamãe limpou o rosto e me soltou sem dizer uma palavra, eu falei que a gente tinha que denunciar ele e comecei a ligar pra polícia, mamãe me deu um tapa e me fez desligar o telefone, foi a primeira vez que ela botou a mão em mim.
"Não vamos denunciar nada, isso não aconteceu"
"Mas mamãe?"
"Sem mas, acho que já paguei um preço alto por sua causa, então agora você vai fazer o que eu mandar."
Mamãe foi tomar banho e depois fomos pra cama, quando acordamos agimos como se o que aconteceu tivesse sido só um pesadelo, passaram-se alguns dias e eu quase tinha esquecido o ocorrido quando chegou um pacote em casa que dizia:
"Aula de Urbanidade e Boas Maneiras em DVD……. 1ª AULAEspero que vocês gostem, abraços
T3X0N OVAIRED
UM NEGÃO COME A MINHA MÃE NA MINHA FRENTE
(Tempo de leitura estimado: 33 minutos)Meu nome é Marcos e tenho 21 anos, não vou descrever minha família, só vou dizer que somos uma família normal ou pelo menos éramos. Sou filho único e moramos em Barcelona. A origem dessa história aconteceu numa tarde em que voltávamos do supermercado, eu e minha mãe. Voltávamos de carro e eu estava dirigindo quando, ao virar para entrar na nossa rua, quase atropelei um preto de uns 50 anos. O cara estava atravessando a rua quando me deparei com ele de frente. Aquele cara gritou comigo.
"ONDE É QUE VOCÊ VAI COM TANTA PRESA, MULEQUE?"
"E o que você tem a ver com isso, piranha? Não vê que não tem faixa de pedestre aqui?" respondi.
A verdade é que ele tinha razão, já que estava atravessando a rua quando eu virei para entrar, mas me enchia o saco um preto vir com marra pra cima de mim. Minha mãe disse pra gente continuar, então segui em frente até o final da rua, onde ficava o nosso prédio.
Estacionei e começamos a tirar as sacolas do porta-malas quando ouvi uma voz atrás de mim.
"É melhor você não andar com tanta pressa pela vida, muleque."
Quando me virei, vi o preto que eu quase tinha atropelado. Aí fiquei puto e respondi:
"Vai dar uma volta, some daqui."
Ele respondeu:
"Como assim 'sumir daqui'? Pelo menos podia pedir desculpas, a culpa foi sua."
Aí eu perdi a paciência de vez:
"Pedir desculpas? O que vou te dar são dois tapas, seu preto de merda. O que você tinha que fazer é voltar pro seu país, que lá com certeza vocês ainda andam a cavalo."
Aí começou uma discussão de foice que quase virou briga. Aquele preto devia ter uns 2 metros de altura, mas era um cara de uns 50 anos, e eu não ia deixar um preto idiota da idade do meu pai vir com graça pra cima de mim. Quase dei dois sopapos nele, se não fosse pela minha mãe, que pediu pra gente entrar em casa.
O preto ainda teve tempo de me dizer:
"Olha, muleque, não vem com graça não, que eu sei onde você mora."
E ainda por cima o preto se dava ao luxo de... luxo de me ameaçar, minha mãe tinha se posto no meio da porta do prédio e não me deixou sair pra quebrar a cara daquele babaca que já tava indo embora descendo a rua, fiquei a tarde toda bem nervoso pensando em encontrar aquele cara de novo e encher ele de porrada.
Os dias passaram e eu já tinha esquecido do incidente quando um dia, ao sair de casa e pegar o carro pra buscar uns amigos, me pareceu ver o negão na frente do portão do meu prédio sentado num banco. Quando voltei, não tinha ninguém, e os dias foram passando sem eu ver ele de novo, então esqueci completamente daquele sujeito. Deviam ter se passado mais de 20 dias daquele incidente. Era quarta-feira à noite, umas 22:00, e meu pai foi trabalhar. Ele trabalhava à noite como vigilante de segurança, assim como minha mãe, que também trabalhava à noite como enfermeira no mesmo hospital onde meu pai é vigilante. Minha mãe não trabalhava às quartas porque era o dia de folga dela. Uns 15 minutos depois do meu pai ter saído, tocaram a campainha. Achei que fosse ele, mas estranhei que, se tivesse esquecido as chaves de casa e voltasse pra pegá-las, não teria chamado no interfone pra eu jogar pela janela. Olhei pelo olho mágico e não vi ninguém.
Minha mãe estava na cozinha e perguntou:
"Quem é, filho?"
"Algum babaca brincando, porque não tem ninguém."
Pouco depois de me sentar, tocaram a campainha de novo. Levantei, e dessa vez também não tinha ninguém na porta. Já tava começando a me irritar quando, antes de chegar no sofá, tocaram a campainha de novo. Dessa vez, abri a porta sem olhar e também não tinha ninguém. Fui até a escada e, antes de chegar no elevador, vi uma sombra aparecendo por trás da parede, do lado da escada. Não deu tempo de ver mais nada porque senti um soco na cara que me jogou de costas no chão.
Ainda tava doendo do soco na cara quando senti um chute no estômago e, depois, alguém me arrastando pelos braços. Até a porta da minha casa, consegui ver que era aquele preto filho da puta que tinha me batido. Ele tava com uma mochila nas costas e me puxou pra dentro de casa, fechando a porta.
Ele me deu outro chute na barriga e largou a mochila no chão. Tirou uma faca bem grande de dentro dela. Minha mãe perguntou de novo da cozinha quem era, e o preto, sabendo onde ela tava, entrou na cozinha com a faca. Eu ouvi minha mãe gritar de lá:
"AAHHH, o que você tá fazendo aqui? O que você quer?"
O preto empurrou minha mãe pra fora. Ela era uma boneca nas mãos dele. Aquele preto de dois metros parecia mais velho que minha mãe, mas era muito mais alto que ela, e não teve trabalho nenhum pra tirar ela da cozinha.
Com a faca na mão, ele mandou minha mãe pegar a fita isolante da mochila que tava no chão e usar pra me amarrar numa cadeira. Minha mãe perguntou de novo, entre soluços, o que ele queria, mas o preto não respondeu. Só balançou a faca na frente dela, e ela entendeu na hora. Chorando, ela me ajudou a levantar do chão e me levou pra sala. Ainda dolorido e sangrando pelo nariz por causa das porradas, minha mãe me ajudou a sentar numa das cadeiras da mesa de jantar. Depois, passou a fita nas minhas mãos e pernas, grudando nos braços e nas pernas da cadeira.
"Na boca também, que seu filho tem a boca grande pra caralho", o preto falou pra minha mãe.
Mamãe obedeceu, e então o preto chegou perto de mim pra ver se eu tava bem amarrado e amordaçado. Vendo que eu já tava completamente imóvel, largou a faca na mesinha da sala, sabendo que não precisava se preocupar com minha mãe, porque fisicamente ela não era páreo pra ele e não tinha medo dela enfrentar ele.
Minha mãe, soluçando, começou a implorar:
"Pelo amor de Deus, nos deixa em paz. Se você quer dinheiro, a gente pode te dar o que tem. Leva o que quiser. Desculpa meu filho pela merda que ele fez... Outro dia, mas não nos faça mal."
"Sente-se e cale a boca, senhora", o preto disse pra minha mãe com um olhar que gelava o sangue.
Minha mãe obedeceu e sentou no sofá.
"Olha, senhora, não quero seu dinheiro, vim ensinar um pouco de educação pra vocês. Seu filho é um putinho malcriado, como me mostrou no outro dia, e não sabe o que é a palavra respeito. Sou muito mais velho que ele e ele me tratou com uma falta de respeito total no outro dia, quase me atropelou e ainda por cima quase espera que eu peça desculpas. Sem falar que seu filho é um racista de merda, me chamando de preto de merda como se por ser preto eu não tivesse nem direito de atravessar a rua nesse país sem que um pivete gostoso me atropele. Por outro lado, grande parte da culpa é sua por não ter educado ele direito, então vou dar uma lição nos dois."
Minha mãe estava completamente apavorada no sofá, sem saber o que fazer. A única coisa que conseguiu dizer é que meu pai estava prestes a chegar, ao que aquele cara respondeu:
"Não se preocupe, senhora, estou observando vocês há vários dias. Sei perfeitamente que seu marido trabalha à noite e não volta antes das 6 da manhã, assim como sabia que a senhora folga às quartas. Não sou nenhum idiota como seu filho deve achar que todos nós, da mesma cor de pele, somos."
O preto voltou a pegar a mochila dele, pegou do chão e colocou na mesa da sala. De lá, tirou uma câmera de vídeo, ligou e começou a gravar eu e minha mãe.
Minha mãe pareceu juntar forças e se atreveu a ameaçá-lo:
"Se não sair imediatamente da minha casa, vou denunciar você à polícia. Se for embora agora, prometo que não vamos falar nada disso."
O preto começou a rir:
"Kkkk, não se preocupe, senhora, vocês não vão falar nada disso. Disso eu vou cuidar, fique tranquila."
O preto continuou gravando com a câmera e disse pra minha mãe levantar do sofá e tirar a mesinha da sala pra abrir espaço no meio. os sofás e o tapete, minha mãe obedeceu sem saber o que aquele preto pretendia.
"Agora tire a roupa, senhora"
Aquelas palavras me surpreenderam, olhei pra minha mãe e vi que ela tinha ficado ainda mais chocada do que eu.
"Que isso, maluco? Não vou me despir, esquece"
O preto se aproximou da minha mãe, que estava usando um roupão de casa. Minha mãe tinha mais ou menos 1,65m e parecia uma boneca do lado daquele cara. O preto esticou a mão e agarrou o cinto do roupão dela com uma mão, enquanto com a outra continuava filmando. Deu um puxão forte e arrancou o cinto do roupão, fazendo com que ela cambaleasse pra frente com o tranco. O roupão sem cinto se abriu, e antes que desse pra ver alguma coisa, mamãe segurou os dois lados com as mãos e cruzou o tecido, impedindo que aquele preto visse qualquer coisa.
O preto nem se abalou. Foi até a mesa da sala, pegou a faca, voltou pra perto da minha mãe e disse, sem mudar o tom:
"Pelo bem ou pelo mal?"
Tinha algo no tom de voz daquele homem que fez eu e minha mãe entendermos que aquele sujeito não hesitaria em usar a faca. Apesar da calma aparente — ou talvez justamente por causa da calma com que agia e falava com minha mãe — sabíamos que aquele preto era um cara perigoso.
Minha mãe começou a chorar de novo, mas como era de se esperar, o preto não mostrou nenhum sinal de fraqueza. Ele balançou a faca de novo, igual tinha feito quando mandou minha mãe me amarrar na cadeira da sala, e, como naquela vez, ela entendeu na hora. Mamãe jogou o roupão pra trás pelos ombros e deixou cair no chão. Por baixo, ela estava usando um conjunto de lingerie bem comum, uma calcinha e um sutiã brancos, que aquele preto tratou de filmar com a câmera.
"Agora o sutiã, senhora"
O choro da minha mãe ficou ainda mais desesperado, e ela se recusou de novo. obedecer, então o negão se aproximou da minha mãe. Eu temi o pior e tentei me soltar, mas estava muito bem amarrado e era impossível me mexer. No máximo, eu conseguia mover a cadeira alguns centímetros. O negão enfiou a faca entre o ombro e a alça do sutiã da minha mãe. Ela olhava aterrorizada, e com um único movimento da faca, o negão cortou a alça esquerda do sutiã dela. Depois fez exatamente o mesmo com a direita, fazendo com que o sutiã caísse no chão, não fosse porque minha mãe segurava as taças do sutiã com as duas mãos.
O negão agora enfiou a faca entre a calcinha da minha mãe e seus quadris e, sorrindo, fez outro movimento com a faca afiada, cortando a lateral da calcinha dela, fazendo com que ela deslizasse pelos joelhos até os tornozelos.
Com um movimento rápido, minha mãe baixou a mão direita para cobrir a buceta, enquanto a outra mão continuava cobrindo os peitos, fazendo com que ela ainda se sentisse coberta na frente daquele cara.
O negão aproximou a ponta da faca do pescoço da minha mãe e, novamente de forma muito calma, disse:
"Já chega de brincadeira, senhora. Levante as mãos."
Minha mãe ainda manteve a posição até sentir a ponta da faca do negão pressionar um pouco mais seu pescoço. Isso foi o suficiente e, completamente aterrorizada, minha mãe ergueu as mãos para o céu como se estivesse sendo apontada por uma arma. O sutiã, dessa vez, caiu no chão junto com a calcinha, e minha mãe ficou completamente nua na frente daquele tipo, que estava a poucos centímetros dela.
O negão deu alguns passos para trás para poder gravar com a câmera o corpo nu da minha mãe por completo. Minha mãe tremia de medo, estava com a pele arrepiada. A pele dela era muito branca, e dava para perceber da minha posição que ela estava muito assustada. Mamãe tinha um corpo normal para seus 42 anos. Os peitos dela eram de tamanho normal e um pouco caídos. A buceta dela... Ela estava meio arrumada, mas tinha bastante cabelo loiro. Dava pra ver perfeitamente as lágrimas da minha mãe caindo dos olhos dela até os peitos.
"É engraçado o movimento que suas tetas fazem enquanto a senhora treme, e vejo que seus bicos estão duros. A senhora deve ser daquelas que gosta de ficar de quatro."
"É por causa do frio, seu filho da puta", respondeu minha mãe.
"Que personalidade a senhora tem, eu não insultei a senhora. Percebe como precisa de umas aulas de educação? Não se preocupe, que a senhora vai ver como suas tetas vão balançar quando eu colocar a senhora de quatro, e te garanto que não vai ser por causa do frio."
O negão pediu pra minha mãe dar umas voltas em si mesma. Aproveitou pra largar a faca de novo na mesa, e quando mamãe estava de costas pra ele, aquele negão aproveitou pra dar um tapa na bunda da minha mãe. Ela se virou na hora e gritou:
"NÃO OUSA ME TOCAR, NEGÃO FILHO DA PUTA!"
"Olha só a gatinha, já vi de quem seu filho puxou. Acho que vou me divertir pra caralho com a senhora."
Ele pegou a faca de novo e, pra nossa surpresa, saiu da sala e entrou na cozinha. Minha mãe, nua, se aproximou de mim e tentou me soltar, mas era impossível sem nada pra cortar a fita que ele tinha usado pra me amarrar. O negão demorou só uns segundos pra voltar com um pepino e uma cerveja. Quando viu minha mãe, mandou ela voltar pro lugar, e ela obedeceu sem reclamar. Depois, largou a faca de novo na mesa junto com o pepino e a cerveja. Colocou a câmera numa estante da sala, apontando pro centro, onde estavam ele e minha mãe, mas antes focou em mim por uns segundos. Aí pegou o pepino e disse pra minha mãe:
"Espero que a senhora não se importe de eu ter pego isso da sua cozinha."
Mamãe não respondeu. O negão mandou ela se virar de novo, mas dessa vez ela não obedeceu, então ele deu um tapa leve nela. Não usou quase força, mas foi o suficiente pra fazer entender que minha mãe ia fazer o que ele queria, na boa ou na marra, então ela se virou de novo. O negão a colocou de um jeito que ela ficasse de frente pra mim, e ele se posicionou atrás dela, admirando a bunda da minha mãe.
"Garoto, adivinha quem vai comer a buceta da sua mãe?" o negão disse, olhando pra mim.
"Nem pense nisso…" minha mãe falou, sem terminar a frase. Vejo a expressão no rosto dela mudar, e ela se inclina um pouco pra frente, como se o negão estivesse empurrando ela suavemente por trás. Vejo ele se ajoelhar atrás dela e, mesmo sem conseguir ver da minha posição, sei exatamente o que está rolando. Minha mãe fecha os olhos e começa a chorar de novo. Entendo que aquele filho da puta tá comendo a bunda dela. Não sei quanto tempo passou, mas logo vejo a mão do negão começar a apalpar a buceta da minha mãe por trás, até que ele enfia um dedo. Percebo o corpo dela se tensar, e eu tento gritar e me soltar da cadeira de novo, mas não consigo nada.
Logo vejo o negão aproximar o pepino que ele pegou na cozinha da buceta da minha mãe. Sei exatamente o que aquele porco pretende:
"Gosta de salada de pepino?" ele pergunta pra minha mãe.
Ela abre os olhos, cheios de lágrimas, sem entender as palavras dele, até que olha pra própria xota e vê a ponta do pepino começando a forçar a entrada na buceta dela.
Minha mãe tenta se jogar pra frente, mas ouço um "tapa" e ela solta um gritinho enquanto o negão fala:
"Fica quieta, senhora."
Deduzo que ele deu um tapa na bunda dela, e ela fica imóvel de novo, deixando ele fazer o que quiser.
Da minha posição, vejo o pepino entrando devagar na buceta da minha mãe, enquanto o corpo dela vai se tensando cada vez mais, até que o negão consegue enfiar o pepino até o fundo da xota dela. Depois, ele começa a mexer. Pepino em círculos, posso ver minha mãe novamente de olhos fechados, com uma expressão estranha no rosto, o corpo dela se move como por inércia no ritmo dos movimentos lentos que o negão faz com o pepino dentro da buceta dela, mamãe morde os lábios e de repente eu a ouço gritar.
"Aghhhhhh, porco"
Aquele grito não tinha sido como os anteriores, não tinha sido de dor, mas de prazer, o filho da puta obrigou minha mãe a ter um orgasmo na frente dele e mamãe, completamente envergonhada, se deixa cair de joelhos no chão com o pepino ainda enfiado na buceta dela.
O negão se levanta e começa a rir
"Haha, parece que a senhora gosta mesmo de salada de pepino"
Mamãe, chorando, pede pra ele deixar a gente em paz e sumir de uma vez por todas, já que conseguiu o que queria nos humilhando, mas o porco começa a rir de novo.
"Hahaha, mas a gente acabou de começar, como é que eu vou embora agora?"
Com essas palavras, mamãe para de chorar, começa a perceber que vai ser o brinquedo daquele homem pelo tempo que ele quiser. Mamãe tira o pepino que ainda estava enfiado na buceta dela e joga no chão.
O negão, sem perder tempo, tira o moletom que estava vestindo, depois tira a camiseta e a calça e joga pra mim enquanto diz
"Moleque, guarda minha roupa pra mim, por favor"
Ele ficou de cueca na frente da minha mãe, parecia um armário, era um cara de certa idade, mas não era gordo, era preto como carvão e a altura dele fazia ele parecer um gorila enorme.
"Vamos, senhora, tira a minha cueca"
Mamãe já sabia que não adiantava implorar nem chorar, então se aproximou, ficando de joelhos na frente dele. Meus pulsos doíam de tanto tentar me soltar sem conseguir nada.
Mamãe esticou os braços até pegar as bordas da cueca do negão e puxou pra baixo até deixar nos joelhos dele. Pude ver a cara de mamãe, como se estivesse vendo um monstro. Não demorou pra entender que, quando baixei as calças daquele cara, o pau dele ficou bem na frente dos olhos da minha mãe e, mesmo mole, era um pau enorme. Eu só tinha visto algo parecido em filmes e, pela cara da minha mãe, tava claro que ela também não.
"Que cara de susto, senhora, nunca viu uma ferramenta como a minha, né?"
Minha mãe não respondeu e baixou a cabeça, olhando pro chão.
"Dá as minhas cuecas pro seu filho guardar pra mim."
Igual o preto tinha feito, minha mãe pegou as cuecas e jogou pra mim, que caíram aos meus pés.
Vejo o preto pegar uma das mãos da minha mãe e colocar em cima do pau dele. Ela tenta tirar, mas ele segura por cima, deixando a mão dela em contato com o pau dele, um pau preto cheio de veias enormes que me dá vontade de vomitar só de olhar.
O preto começa a se masturbar com a mão da minha mãe, que continua olhando fixamente pro chão enquanto novas lágrimas começam a cair pelo rosto dela até o chão. O preto não para de me encarar até que diz:
"Moleque, você também nunca viu um pau como o meu, né?"
"Agora a senhora sozinha."
O preto solta a mão dele da da minha mãe, e agora é ela sozinha que masturba aquele bastardo. Minha mãe continua com o olhar preso no chão, mas como uma autômata, a mão dela vai pra frente e pra trás, puxando a pele do pau daquele preto pra trás e pra frente enquanto ele vai crescendo a cada momento na mão da minha mãe.
"Moleque, tenho que dizer que você tem uma mãe que faz umas punhetas boas, hehe."
"Olha o que a senhora conseguiu, isso é por sua causa", ele diz pra minha mãe enquanto apoia a palma da mão no queixo dela e a obriga a olhar pra frente. Mamãe se surpreende de novo ao ver o pau daquele porco, que dessa vez aponta direto pra cara dela, duro como pedra, formando um ângulo reto, com a ponta a poucos centímetros do rosto dela.
"Que cano do caralho. Carne, né, senhora?"
"Sai daqui de uma vez, já foi longe demais, vai acabar se metendo numa encrenca", minha mãe disse mais uma vez, tentando que aquilo acabasse logo, mas sem sucesso.
"Vamos, chupa."
Mamãe não se mexe, então o negão pega minha mãe pela cabeça com a mão direita e a puxa até a vara dele. Mamãe não abre a boca, então o negão esfrega a pica toda no rosto dela, coloca em cima da cara dela, a ponta da pica daquele filho da puta chega na testa da minha mãe. Mamãe continua sem obedecer, então o negão pega a pica dele e começa a bater na cara da minha mãe com ela.
"Menina má, come toda a comida senão vou ficar bravo."
Mamãe insiste em não meter a pica na boca, então o negão se irrita e pega a faca de novo numa mão enquanto fode a câmera com a outra, aproxima a faca do rosto da minha mãe.
"Ou você chupa minha pica ou eu corto seu pescoço."
Pela primeira vez, o negão expressa a violência dele de forma verbal, sem deixar dúvidas. Dessa vez, mamãe não resiste mais e eu vejo ela pegar a pica do negão pela base e puxar para perto. Um engulho me vem quando vejo minha mãe deslizar os lábios pela pica daquele negão.
Minha mãe passa a língua na ponta da pica daquele filho da puta enquanto ele grava tudo em close.
"Agora as bolas, senhora."
Mamãe chupa as bolas pretas e peludas dele, são grandes como a pica. Primeiro, ela mete uma na boca, depois a outra. Mamãe começa a masturbar ele com força, como se quisesse que aquilo acabasse logo, mas o negão pede calma.
"Mais devagar, senhora, e diz olhando pra câmera o que você tá fazendo."
Mamãe continua no que tá fazendo até ver o negão aproximar a faca do pescoço dela de novo, e com a pica na mão perto do rosto dela, não tem escolha a não ser olhar pra câmera e dizer:
"Tô chupando uma pica."
"Muito bem, senhora, mas fala a cor da pica."
"Tô comendo uma pica preta"
"Isso aí, muito bem, ouviu, moleque? Sua mãe tá falando que tá comendo uma pica preta, haha"
"Diz pra câmera o quanto você adora essa pica preta enorme"
O preto move a faca de novo e mamãe obedece
"Adoro comer essa pica preta enorme"
"Hahaha, que situação, moleque, com o tanto que você gosta de preto e olha como sua mãe se diverte chupando uma pica preta"
"Agora, senhora, coloca minha pica na sua boca bem devagar e olhando pra câmera"
Minha mãe, bem devagar e olhando pra câmera, foi engolindo aquela pica aos poucos até conseguir enfiar quase metade daquele pedaço de carne, pra meu espanto e nojo — eu teria vomitado de ver aquela pica entrando na boca da minha mãe se não fosse porque minha boca estava fechada com fita.
O preto tirou a pica da boca da minha mãe, pegou a cerveja que tinha trazido da cozinha e sentou no sofá na minha frente.
"O que cê tá fazendo aí, senhora? Sentei porque tava cansado de ficar em pé. Vem aqui e continua no que tava fazendo"
Mamãe se aproximou do preto de novo, ficando de joelhos entre as pernas dele. Da minha posição, eu não conseguia ver a pica do preto porque minha mãe estava ajoelhada na frente, e a única coisa que eu via era a cabeça, as costas e a bunda da minha mãe.
Vi minha mãe esticar uma mão pra segurar a pica e começar uma nova punheta. A pica era tão grande que minha mãe precisou das duas mãos e mesmo assim não cobria a pica toda do preto, que curtia uma punheta de duas mãos feita pela minha própria mãe.
"Beija minha pica, senhora"
Não consegui ver, mas pelo movimento que a cabeça da minha mãe fez, imaginei que ela tinha beijado a ponta da pica daquele cara. Aí ele deu um gole na cerveja e largou no sofá enquanto, com a mão livre, levava a cabeça da minha mãe até a pica e forçava ela a descer. Da minha posição, a única coisa que eu via era a bunda empinada da mamãe e a cabeça dela subindo e descendo, comendo a pica daquele homem no ritmo que o preto marcava a mão dele na cabeça da mamãe.
"Moleque, adoro a hospitalidade dos brancos, uma cerveja e um boquete gostoso, hahaha" ele disse de novo, olhando pra mim.
"Desculpa, que sem noção que sou, daí onde você está não dá pra ver sua mãe chupando minha pica, vou te contando pra você não ficar na vontade de saber."
"Sua mãe tá devorando minha pica, moleque, agora tá lambendo e beijando minhas bolas igual uma gatinha, se eu colocar a pica na cara dela chega na testa, porra, sua mãe é foda, moleque, cada vez engole com mais vontade."
O negão se levantou e foi pra outro sofá pra que dessa vez eu pudesse ver tudo direitinho, a língua da minha mãe saboreando as bolas daquele porco como se realmente gostasse de fazer aquilo, mamãe chupava, engolia, lambia e mordiscava aquela pica igual uma puta.
"Muito bem, senhora, tá melhorando bastante, agora vou ensinar a fazer um garganta profunda."
Minha mãe não sabia do que ele tava falando, mas não demorou pra descobrir, ela tava chupando a pica do negão quando ele apoiou as duas mãos na cabeça dela e empurrou com força pra baixo, mamãe tentou se soltar apoiando as mãos nas coxas daquele negão, mas não conseguiu, começou a ter ânsia enquanto o negão continuava empurrando a cabeça da minha mãe pra baixo até que a porra do púbis dele roçou no nariz dela, ficou uns segundos ali e depois soltou, mamãe se jogou pra trás e começou a tossir porque tinha quase se engasgado com aquela pica.
"Muito bem, senhora, chegou perto."
Mamãe não parava de tossir e o negão falou pra ela:
"Fica tranquila, senhora, que agora vou dar um pouco de leite pra clarear a garganta da senhora."
Mamãe entendeu o que o negão queria dizer com aquilo e tentou pegar a faca, mas ele foi mais rápido e afastou mamãe com um tapa.
"Fica calma, senhora, vou gozar e quero que a senhora engula todo o meu leite, se fizer isso igual uma putinha, prometo que tudo vai acabar."
Eu comecei a protestar. De novo, mas não tinha como gritar. Pra minha surpresa, a idiota da minha mãe parecia ter acreditado no que o negão falou e voltou a se ajoelhar aos pés dele. Ela aperta a mão em volta da pica do negão enquanto com a outra segura os ovos dele, começa a bater uma rapidinho enquanto chupa a ponta da pica. Mamãe chupa a pica dele enquanto bate uma com uma mão e usa a outra pra massagear os ovos dele como uma puta de primeira. Mamãe parece convencida de que tudo vai acabar com isso e se esforça ao máximo, pra meu desgosto e repulsa. O negão não perde nada e grava a cena toda, solta a faca e começa a empurrar a cabeça da minha mãe com força contra a pica dele. De repente, o corpo enorme daquele negão fica tenso, ele se adianta e tira a pica da boca da minha mãe enquanto começa a bater uma. Na hora, solta o primeiro jato de porra que acerta o céu da boca da minha mãe. Mamãe crava as unhas na bunda do negão, puxando ele pra perto, enfiando aquela pica na boca dela o máximo que consegue.
Eu tenho ânsia de novo imaginando que a porra daquele negão tá descendo pela garganta da minha mãe. Parece que mamãe tá quase se engasgando e não consegue evitar tirar aquela carne toda da boca enquanto a pica continua cuspindo. Dessa vez, os jatos acertam os peitos e o pescoço da minha mãe, enquanto o negão continua apontando a câmera e a pica pra ela, sem perder nenhum detalhe da gozada que tava jogando nela.
Quando acabou, o negão ficou sentado no sofá bufando, e minha mãe de joelhos na frente dele, com os peitos e o pescoço sujos de porra.
O negão dá o roupão pra ela e manda ela se limpar com ele. Depois de se limpar, mamãe vai vestir o roupão, mas o negão toma mais um gole da cerveja dele e fala:
"Senhora, quem disse que a senhora pode se vestir?"
"Mas você disse..."
"O que eu disse?"
"Você sabe"
"Mas quero ouvir a senhora dizer"
"Você disse que se eu engolisse toda a sua porra, isso ia acabar Muito bem, isso aí, mas ela não engoliu toda minha porra, limpou os peitos e o pescoço do meu leite, então acho que não terminou"
Completamente destruída, mamãe começou a chorar de novo
"O que mais você quer, filho da puta?"
Eu sabia perfeitamente que aquele preto não tinha terminado e que nunca ia nos deixar ali sem antes ter fodido minha mãe.
Ele colocou a câmera de vídeo de volta na estante e pediu pra minha mãe sentar no sofá e abrir as pernas. Mamãe sentou, mas não abriu as pernas, então o preto agarrou um mamilo dela e apertou com força, fazendo minha mãe abrir as pernas na hora.
"Beleza, garoto, me deseja sorte que vou entrar numa selva, hahaha"
Terminou a frase e enfiou a cabeça entre as pernas da minha mãe, começando a chupar a buceta dela.
"Filho da puta, me larga" minha mãe disse, sem ousar fazer mais nada, já que o preto com a cabeça entre as pernas dela ainda segurava a faca na mão direita.
"Isso é pro seu bem, senhora, tem que preparar o caminho antes de meter a tuneladora"
Mamãe não pareceu entender direito aquela frase, mas eu sim, ele estava preparando a buceta da mamãe pro que viria depois. Mamãe não parava de se mexer e até levava as mãos à boca tentando abafar os gemidos que aquele porco fazia ela sentir com as lambidas dele. De vez em quando, ele tirava a cabeça e aproveitava pra meter um ou dois dedos na buceta da minha mãe. Deve ter ficado chupando o grelo da mamãe por uns cinco minutos até tirar a cabeça de entre as pernas dela.
Mamãe estava deitada de costas no sofá e, embora o preto estivesse de joelhos, o pau dele ficava na altura da buceta da minha mãe por causa da altura dele. O preto largou a faca no chão e enfiou as mãos por baixo da bunda da mamãe, agarrando ela e puxando pra perto dele. Ele se colocou entre as pernas da minha mãe e começou a se masturbar. Em poucos segundos, já estava pronto de novo com aquele pau preto enorme e duro. apontando pra buceta da minha mãe, pra idade dela ela se recuperava rápido, acho que em parte por saber que ia foder uma mulher branca com o filho dela olhando.
Quando a pica dele ficou dura, ele colocou em cima da barriga da minha mãe, a pica daquele cara chegava nela acima do umbigo, quando mamãe percebeu o que ia rolar, falou pro negão.
"Por favor, tira meu filho daqui, não quero que ele veja mais nada"
"Mas dona, se isso é pelo seu filho, faz parte da lição, ele tem que ver tudo pra aprender a valorizar os negros e esquecer esse racismo"
O negão colocou a cabeça da pica entre os lábios da buceta da minha mãe e começou a passar devagar por eles, esfregando a pica dura nas partes dela, o negão apoiou as mãos nos quadris dela e me olhou sorrindo enquanto ia fazendo pressão aos poucos até sumir completamente a ponta da pica na buceta da mamãe, que fechou os olhos de repente com o que tava recebendo, sem tirar os olhos de mim o negão foi enfiando a pica centímetro por centímetro na buceta da mamãe, com calma.
"Caralho, que bucetinha apertada e quente que sua mãe tem, garoto, aposto que seu pai tem uma pica pequenininha e por isso ela tem a buceta tão apertadinha"
Enquanto o negão sentia as paredes da buceta da mamãe apertando o pau dele, ela sentia aquela barra de aço entrando dentro dela, a cara da mamãe era um poema difícil de descrever.
"Olha aqui, garoto, vai ver como a espada entra na bainha até o cabo"
Quando terminou de falar isso, deu uma última enfiada de quadril e gritou
"ATÉ O FUNDO"
Enquanto mamãe não conseguia evitar um
"AHHHHHMMMMMMMM"
Com essa última enfiada, o negão conseguiu empalar ela inteira, e eu podia ver que a única coisa que aparecia era o pelo loiro da buceta da minha mãe todo enroscado, contrastando com o pelo preto e crespo do negão.
Eles ficaram completamente parados enquanto o negão Estico minhas mãos até os peitos da minha mãe, que acaricio, e vou descendo as mãos até os quadris dela, enquanto ela mantinha os olhos fechados.
O negão começou uns movimentos lentos de quadril enquanto segurava minha mãe pelos quadris, começou a foder ela devagar e os peitos da mamãe começaram a tremer suavemente com as investidas lentas daquele negão que estava penetrando ela na sala de casa.
O negão levantou do sofá por um momento, deixando minha mãe escarrapachada, e pegou a câmera de vídeo, levou até perto dela e agarrou as pernas da mamãe, colocando-as sobre os ombros dele, fazendo com que a penetração ficasse ainda mais funda.
Começou a gravar a buceta da minha mãe, imagino que ele gostava de ver como o pau dele entrava e saía da buceta dela uma e outra vez. Em dado momento, vi ele tirar o pau completamente e empurrar o quadril de uma vez até o fundo, fazendo minha mãe dar um grito forte que dessa vez ela não conseguiu abafar, mesmo mordendo os lábios.
"Sabe, moleque, enfiei na sua mãe até o talo, só tão pra fora minhas bolas balançando, hehe"
"Senhora, a senhora sabe que eu gosto de ouvir você falar umas coisinhas, olha pra câmera e diz que quer ele dentro"
Mamãe olhou pra câmera e disse:
"Quero ele dentro"
"Não é assim, senhora, a senhora sabe fazer melhor, sua puta"
Dito isso, o negão filho da puta começou a meter com toda força, como se tentasse enfiar as bolas também dentro da minha mãe. Dessa vez, os peitos da minha mãe balançavam rápido e os gemidos dela eram perfeitamente audíveis. Ela olhou pra câmera e dessa vez disse:
"Tá bom, tá bom, seu filho da puta, quero ele dentro, quero tudo dentro, assim, assim, me fode, enfia até o fundo"
"Ha ha ha, muito bem, senhora, viu como quando quer, faz direito?"
A verdade é que as palavras da minha mãe me deixaram perplexo, e cheguei a duvidar se era por causa das ameaças daquele negão ou se, pelo contrário, ela realmente sentia aquilo.
A força com que aquele O negrão fez minha mãe ter um novo e sonoro orgasmo naquela noite e, como da vez anterior, mamãe começou a chorar pela humilhação daquele ato sexual. O negrão deixou minha mãe de lado por um momento e sentou no sofá em frente a mim, onde minha mãe tinha chupado ele antes, e de onde eu só via a cabeça dela subindo e descendo.
Quando ele sentou, ordenou que minha mãe se sentasse em cima dele, e dessa vez ela obedeceu sem hesitar.
"Quero que você sente de costas pra mim, pra seu filho poder ver melhor dessa vez."
Minha mãe subiu em cima do negrão e agarrou aquela pica enorme com a mão, apontando pra sua buceta. Ela foi se agachando até sentir a ponta da pica na entrada da buceta. Dessa vez, mamãe estava de olhos abertos, me olhando, e eu não consegui desviar o olhar dos olhos dela enquanto via ela começar a descer bem devagar. Mamãe estava indo tão devagar que o negrão colocou as mãos enormes nos ombros dela e gritou:
"PRA BAIXOOOOO"
Ele apertou as mãos pra baixo, fazendo minha mãe sentar em cima dele, coxa com coxa, fazendo aquela pica toda entrar até só sobrarem as bolas pra fora da minha mãe.
Eu podia ver minha mãe parada, sentada em cima do negrão, sem se mexer e sem parar de me olhar com aquela pica enorme dentro dela até as bolas.
Em câmera lenta, o negrão agarrou os quadris da minha mãe e foi tirando a pica de dentro dela. A pica foi saindo devagar enquanto minha mãe subia, sentindo a buceta ficar vazia aos poucos até sair completamente. Dessa vez, foi minha mãe que sentou naquela vara, sentando de uma vez e enfiando a pica toda pra dentro. O negrão, com as mãos enormes segurando os quadris dela, começou a foder ela num ritmo frenético, subindo e descendo, descendo e subindo, uma e outra vez. Mamãe gritava sem conseguir evitar ao sentir tudo aquilo dentro dela, e dessa vez a Os peitos subiam e desciam no mesmo ritmo que a pica entrava e saía dentro dela.
"Moleque, me conta como balançam os peitos da sua mãe, porque daqui não consigo ver."
A cada vai e vem dos corpos, o pau preto entrava mais fundo até enfiar tudo dentro da minha mãe uma vez atrás da outra, ela parecia ter uma buceta sem fundo. Tentei fechar os olhos, mas os gemidos que escapavam da boca dela eram agonizantes e não me deixavam escapar daquela situação nojenta.
"Vira pra cá, senhora, quero chupar esses peitos."
Minha mãe ia se levantar pra virar, mas o preto não deixou. O porco fez ela girar em torno do próprio eixo com o pau enfiado dentro dela, sem deixar escapar nem por um segundo. Quando ela virou, ele levantou ela de novo. Dessa vez, da minha posição, eu via as costas e a bunda da minha mãe, e a pica do preto apontando pra buceta dela, que desceu mais uma vez naquela estaca.
Ela continuava subindo e descendo, agora de costas pra mim, enquanto eu ouvia o preto fazendo barulhinhos de sucção.
"GLUP, GLUP."
"Que peitos gostosos que sua mãe tem, moleque. Só falta gozar neles."
"Adoro sua xota, senhora. Tenho que dizer que é uma das melhores que já comi."
Minha mãe só continuou subindo e descendo.
"Vai, senhora, não vai me responder?"
"Adoro sua pica, ummmm, é muito grande, ummmm."
Aquele preto adorava nos humilhar o tempo todo, não só comendo minha mãe, mas querendo que ela agradecesse por estar sendo comida.
Ele agarrou a bunda da minha mãe, se levantou com ela nos braços, chegou perto de mim e começou a foder ela a um metro de distância. Os braços dele subiam e desciam ela cada vez mais rápido.
Ele encostou minha mãe na parede e, segurando ela nos braços, continuou fodendo com gosto. Agora eu só via o contraste horrível do corpo nu daquele preto cobrindo completamente o corpo branco e pequeno da minha Mãe contra a parede, eu via a bunda do negão se mexendo pra frente e pra trás, penetrando até as entranhas da minha mãe.
Depois ele abaixou a mamãe e colocou ela no chão, deixando ela livre por um momento.
"Vamos dar uma pausa de uns segundos, senhora, que não quero gozar ainda, não sou um moleque e não conseguiria me recuperar uma terceira vez."
Ele deu um tapa na bunda da minha mãe e mandou ela sentar no tapete. Mamãe obedeceu sem reclamar. O negão começou a procurar entre os CDs até achar um.
"Pô, vocês têm um disco do Bob Marley? Achava que vocês não gostavam de negros, hehehe."
Ele colocou o disco no aparelho de som e começou a ouvir.
Chegou perto da minha mãe e disse:
"Já te comeram o cu alguma vez?"
Mamãe não respondeu, então o negão deu um pequeno chute nela.
"Tô perguntando se já te deram no cu?"
"Sim, meu marido já fez umas duas vezes."
Aquilo, tenho que admitir, me surpreendeu. Nunca pensei que meus pais praticassem esses tipos de putaria.
"Melhor pra você, assim não vai doer tanto quando eu te comer o cu."
Aquelas palavras ainda ecoam nos meus ouvidos. Aquele filho da puta não tinha o suficiente, ainda queria comer o cu da minha mãe.
Ele foi pra cozinha e dessa vez demorou menos que a anterior.
"Você não tem muita coisa, então só achei isso."
Ele trouxe um pote de creme na mão, ficou na frente da minha mãe e começou a passar creme na pica e nas bolas.
"Come a sobremesa, senhora."
"De novo, seu filho da puta?"
"Senhora, faço isso pro seu bem. Vou meter esse pauzão no seu cu. Quer que eu faça com a pica bem lubrificada ou prefere que eu meta seco e sem dó?"
Diante disso, mamãe começou a chupar a pica e as bolas dele de novo. Deixou tudo bem babado e comeu todo o creme. Depois, o porco disse que também queria sobremesa, então passou creme nos peitos da mamãe e comeu, deixando eles cheios de cuspe.
"Fica de quatro no tapete, olhando pro seu filho."
Mamãe obedece e o negão se posiciona. atrás
"Que bundão gostoso sua mãe tem, parece uns bongôs, hahaha"
Começa a dar tapas na bunda da minha mãe cada vez mais fortes no ritmo da música do Bob Marley, e mamãe solta gritinhos leves com cada tapa.
"Primeiro um dedinho, depois dois dedinhos, depois três dedinhos"
Enquanto fala isso, vejo minha mãe fazendo caretas de dor, o porco está enfiando os dedos no cu dela.
"Bom, vou meter o pau no seu cu de uma vez, não quero que a gente perca tempo"
Coloca a cabeça do pau na entrada do cu da mamãe e me olha sorrindo.
"Vou comer o cu da sua mãe, moleque, e tudo é por sua causa"
Agarra as nádegas da mamãe e cospe no cu dela, aperta um pouco, depois mais um pouco, a cara da mamãe mostra o esforço que ela tá fazendo pra aguentar aquele monstro dentro dela, vejo ele apertar mais um pouco.
"PARA, FILHO DA PUTA, VAI RASGAR MEU CU"
"Não, senhora, não sou eu, a culpa é do seu filho, então é ele o responsável por ter o cu rasgado"
"Tá pronta? 1... 2... e 3"
Quando chega no três, aperta o cu da minha mãe de um jeito bestial, enfiando tudo de uma vez, o grito da mamãe é completamente desgarrador, logo ele começa a se mexer no cu dela e os gritos vão ficando mais calmos, o negão começa a bombar ritmadamente no cu da mamãe, as estocadas são fortes e dessa vez os peitos da mamãe balançam pra frente e pra trás de um jeito bestial.
"Olha, senhora, já falei que seus peitos iam balançar de verdade quando eu te colocasse de quatro"
Consigo ouvir, apesar da música, as bolas enormes dele batendo na bunda da mamãe cada vez que ele enfia tudo no cu dela, vejo ele tatear a buceta da minha mãe com as mãos grandes, enfiando vários dedos lá dentro.
"Me peça pra rasgar seu cu, senhora"
Minha mãe se recusa a falar de novo, e o negão começa a bater forte nas nádegas dela, cada vez com mais força até que mamãe não aguenta mais e grita:
"Continua, mamão. Aaarg, não para, arromba meu cu, parte meu cu."
O negão se apoia mais pra frente cobrindo minha mãe, nessa posição pega as tetas dela com as mãozonas e começa a espremer enquanto enfia no cu dela.
"Tô comendo ela igual uma puta, então late igual uma puta, late"
"AU, AU"
Minha mãe, que aquele filho da puta já não consegue mais humilhar, começa a latir igual uma puta sem parar
"Jajajaj, muito bem, uma putinha obediente"
O negão segurava minha mãe pelas tetas, ela não conseguia se mexer nem se afastar daquele corpo que tava atravessando o cu dela sem parar, os gritos da minha mãe voltaram e ficaram mais intensos, e ela começou a chorar de novo, o negão mexia a cintura sem parar enquanto fazia caretas debochando de mim.
"Que cu hein, dona, que cu glorioso"
Minha mãe tava com o cabelo encharcado de suor, aquela sessão de sexo tava destruindo ela por dentro e por fora.
O negão pegou o cabelo da minha mãe como se fosse rédea de cavalo e com a outra mão começou a dar tapinhas leves no cu dela.
"Vai, vai, cavalinho"
Era isso que o negão dizia enquanto sentia o cu da minha mãe abrigando a ferramenta enorme dele uma e outra vez, até que chegou a hora e ele agarrou minha mãe e, num movimento rápido, levantou ela do chão com o pau ainda enfiado no cu dela.
Minha mãe era bem pequena e fácil de manusear pra aquele gorila, então com o pau enterrado no cu dela, ele foi dando passos pequenos até ficar na minha altura.
"Olha aqui embaixo, moleque, olha"
Ele disse enquanto mexia os dedos que seguravam o cu da minha mãe, me fazendo olhar pra baixo e ver como o pau daquele gorila tinha desaparecido completamente, a única coisa que dava pra ver eram os ovos dele, então era óbvio que eram os intestinos da minha mãe que estavam abrigando aquele pau sumido.
Ele baixou minha mãe no chão e fez ela apoiar as mãos nos meus joelhos, assim a cara dela ficava a uns 30 cm de distância.
"Fica nessa posição ou Vou me enfurecer" — disse o preto pra minha mãe.
Depois se separou, tirando o pistolão das entranhas da mamãe e ficou olhando pra bunda dela.
"Porra, garoto, nem te conto como ficou aberta a bunda da sua mãe, cabe um bonde aí, haha"
"Bem, senhora, quero que me convide pra entrar na sua bunda"
Mamãe abriu um pouco mais as pernas e rebolou a raba como uma puta, sabendo o que aquele cara queria dela. O gorila ficou olhando, mas não se decidiu.
"Não é suficiente. Quero que olhe pro seu filho e diga o que você quer"
Mamãe me olhou de novo e, sem piscar, me disse:
"Quero que esse preto meta no meu cu"
"Não ouvi, senhora"
"QUERO QUE ESSE PRETO ME FODA NO CU"
"Muito bem, mas isso não é um convite. Preciso de algo mais, algo que dê vontade de voltar nessa casa. Não se diga, senhora, a senhora é uma boa anfitriã"
Mais uma vez, me olhando nos olhos, mamãe disse:
"Quero que você arrebente meu cu, pode arrebentar meu cu quando quiser, meu cu tá à sua inteira disposição"
"Muito bem, senhora, é isso aí, assim sim"
O preto, que tinha pegado a câmera de vídeo de novo, deu um passo à frente, abriu as nádegas da mamãe e esfregou o pau no cu dela. Devia estar com o buraco do cu tão aberto que, com um único empurrão, meteu tudo pra dentro.
"Que close do caralho, garoto. Depois te mando uma cópia, nem te conto como fica bonito meu pau preto entrando nessa bunda branca"
"Além de foder, sabe o que a gente, preto, faz muito bem, garoto? Nós, pretos, temos muito ritmo"
Dito isso, o preto começou a sodomizar minha mãe no ritmo da música que tocava no quarto. Com as mãos na cintura dela, ele se movia pra frente e pra trás como se fosse uma dança, mas não estava dançando — tava enrabando minha mãe.
As tetas da mamãe quase batiam na minha cara enquanto ela rebolava no ritmo da música, ou melhor, no ritmo do pau do gorila, que marcava o compasso no cu da minha mãe como a batuta de um maestro.
Pra frente. atrás, adiante atrás, pau dentro, pau fora, peitos atrás, peitos adiante
"Não aguento mais, não aguento mais" gritou o preto e empurrou mamãe para o chão, fazendo ela ficar de joelhos na frente dele de novo.
"Tenho que admitir, senhora, que é um prazer tê-la aos meus pés. Agora a senhora sabe o que os pretos sentiram por séculos."
O preto tentou enfiar o pau na boca de mamãe de novo, mas ela não abriu a boca.
"Sabe de uma coisa, senhora? Os pretos não têm porra, a gente tem chocolate, hahaha, e se prepara porque aí vem uma boa dose de chocolate pra senhora."
O preto agarrou a cabeça de mamãe com a mão esquerda enorme enquanto com a direita batia uma naquele pedaço de carne preta, apontou pro rosto de mamãe e gritou:
"Aí vem sua dose de chocolate!"
Aquele preto começou a descarregar o conteúdo dos ovos dele na cara da minha mãe. O preto puxou o cabelo dela fazendo ela gritar, e o porco aproveitou pra um dos jatos cair na boca de mamãe, que tentou cuspir. Outro jato acertou o nariz dela, e mais dois na testa, nas bochechas e no rosto dela.
"Fiquei muito tempo esperando esse momento, então preparei reservas pra senhora, haha."
Quando terminou de gozar na cara da minha mãe, ele se afastou e admirou a obra. Pegou a câmera de vídeo de novo e focou no rosto dela, que estava completamente coberto de porra. Encostou o pau na cara de mamãe e começou a esfregar ele por todo o rosto dela, levando a porra até a boca de mamãe, que continuava fechada, enquanto ele gravava tudo.
Depois pegou a roupa do chão enquanto minha mãe continuava imóvel, com a cara cheia de porra e o corpo suado.
Ele se vestiu e disse pra gente:
"São 5 da manhã. Como o tempo passa quando a gente se diverte, né?"
"Espero que essa lição tenha servido pra vocês. Eu, hein, adorei dar essa aula de boas maneiras. Se eu fosse a senhora, limpava essa cara. Não sei se seu marido ia gostar de chegar em... chegar em casa e encontrar a esposa pelada com a cara cheia de porra, agora vou embora, claro que se falarem alguma coisa sobre isso, vou garantir que essa noite maravilhosa vire o vídeo mais visto da internet"
Ele vazou de casa e nos deixou lá, mamãe limpou o rosto e me soltou sem dizer uma palavra, eu falei que a gente tinha que denunciar ele e comecei a ligar pra polícia, mamãe me deu um tapa e me fez desligar o telefone, foi a primeira vez que ela botou a mão em mim.
"Não vamos denunciar nada, isso não aconteceu"
"Mas mamãe?"
"Sem mas, acho que já paguei um preço alto por sua causa, então agora você vai fazer o que eu mandar."
Mamãe foi tomar banho e depois fomos pra cama, quando acordamos agimos como se o que aconteceu tivesse sido só um pesadelo, passaram-se alguns dias e eu quase tinha esquecido o ocorrido quando chegou um pacote em casa que dizia:
"Aula de Urbanidade e Boas Maneiras em DVD……. 1ª AULAEspero que vocês gostem, abraços
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2 comentários - Un negro se folla a mi madre en mi presencia