Pamela diz "Não"… (45)




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Compêndio INa manhã daquela segunda-feira, me senti bem triste. Não era pelo fato de a Pamela estar aninhada do meu lado ou por eu estar com minha ereção matinal. Me sentia rejeitado pela Marisol, mas não sabia por quê.Pamela diz "Não"… (45)Inclusive, quando ela foi pra universidade, não abriu a porta pra se despedir. Pensei que, de algum jeito, era difícil pra ela me ver com a prima dela.

Já a Pamela era mais educada. Não era mais aquela diva infame que tinha se mudado pra minha casa. Longe disso, era uma mina normal, com suas próprias frustrações e personalidade, e mesmo não sendo honesta consigo mesma, era gostoso que ela me provocasse, pra se deixar levar pelos próprios desejos.

— Tô vendo que você sentiu saudades das minhas tetas, seu porco! — disse ela, ao ver minha ereção matinal.
peitoes“Na verdade, tava com mais saudade da sua bunda. Adoro ver você puta quando eu meto.”
“Eu não gosto disso, não!” ela falou, toda vermelha. “E se eu faço, é só pra satisfazer seus desejos pervertidos…”
“Beleza, vou tomar um banho. Quer que eu traga o café da manhã?”
“Quê? Por que você vai levantar tão cedo?” ela disse, bem irritada.
“Se eu não te conhecesse, diria que você não quer que eu levante…”
Sexo anal“Não é isso!” disse ela, vermelha que nem tomate. “É que eu tô falando… que tá um frio do caramba pra você levantar tão cedo…”

“Então… você quer que eu fique deitado aqui, contigo… pra não passar frio?” perguntei, meio na dúvida.

“Que nada! Pô!” ela respondeu, morrendo de vergonha. “Se quer levantar, levanta e para de me encher o saco!”

Disse, virando e me dando as costas.

“Não é que eu queira. Na real, preferia ficar agarradinho do teu lado mais um pouco, mas cê sabe que tenho que ir trabalhar.”

“É verdade! Você tem aquela reunião, com aquela puta!” falou, virando de novo e me encarando.

“Tá bom!” disse ela, com a cara fechada. “Vou deixar você me arrebentar a buceta, mas só pra não trair a Marisol com aquela vagabunda!”

“Não precisa, eu…” consegui falar, mas ela já tinha pegado no meu pau e enfiado na bunda dela.

“Esqueço como você é bruto!” disse ela, acho que se referindo à grossura do meu troço, enquanto enfiava a cabeça no buraco dela.
prima“O que você está esperando? Vai meter ou vou ter que enfiar sozinha, ainda por cima?” disse Pamela, como se estivesse me dando ordens.

E comecei a penetrar a tal da Pamela, toda puta da vida.

“Se a Marisol… soubesse… as coisas que eu tenho… que aguentar… por ela.” reclamava, enquanto rebolava a bunda.

“Eu sei! Você é uma prima foda!” eu dizia, enfiando bem na bunda apertada dela.

“Ainda por cima… traindo ela com aquela vagabunda… de peito pequeno…” ela pegou minhas mãos com violência e colocou nos peitos dela “Isso sim é peito de verdade!”

Continuei metendo, beliscando de leve os bicos dos peitos dela. Realmente, Pamela queria destruir o próprio cu na minha pica.

“Pamela, você tá gemendo?”

“Como é que… me diz… isso? Cê acha que eu tô gostando… enquanto você enfia no meu cu?” ela dizia, ainda puta.

“Claro que não!...” falei, metendo bem forte “É que eu tô ouvindo você reclamar… e pensei que podia… ser gemido…”
infidelidade“Diabos!... Tô reclamando... porque você é o filho da puta... mais inútil que já conheci!... Odeio que você... enfie seu pau... com tanta violência!...” ela protestava.

Eu já não sabia mais no que acreditar...

“Se quiser, vou mais devagar” falei, preocupado.

“Não ouse!” ela disse, pegando uma das minhas mãos. “Odeio isso... mas aguento... faço isso pela Marisol... pra você não enganar ela... com aquela puta.”

“Valeu!...” respondi, mesmo ela me tendo na mão “Você é tão boazinha!”

“Pelo menos... devia tentar... me fazer sentir... melhor...” ela colocou minha mão na boceta dela, toda molhada.

Acariciei o clitóris dela, enquanto enfiava uns dedos na rachinha.

“Tá se sentindo... melhor?”

“Claro... que não!... Você é um inútil!... Não sei por que... deixo você me tocar!... Seu bruto!” ela dizia, mas os fluidos dela diziam o contrário.

Tava tão molhado e apertado. Eu já não aguentava mais.

“Pamela... quero gozar!... Quer que eu tire?”

“Seu maldito!... Cê acha... que dá pra lavar... os lençóis... se gozar fora, seu animal?”

“Então... quer que eu goze... no seu cu?” já não aguentava mais.

“Não quero... mas você é um maldito... filho da puta... filho de uma vadia!”

Enchi ela de porra, enquanto ela me enchia de xingamentos.

“Você não sabe... o quanto te odeio... por gozar no meu cu!...” ela dizia, enquanto relaxava o intestino. “Sinto seu leite... no meu estômago... Porco nojento!...”

Ficamos um tempo, até conseguir me desgrudar. Ao ver meu pau, ainda duro, ela disse:

“Se quiser... pode enfiar... na minha boceta... mas sem tanta violência.”

“Adoraria... mas tenho que ir... trabalhar” falei, pegando minhas roupas pra ir ao banheiro.

“Pelo menos... não vai ficar pensando... naquela puta... suja.” Ela disse, se ajeitando de novo pra dormir.
Pamela diz "Não"… (45)Tomei um banho, me vesti e fui pro escritório…
Acho que não preciso contar o que rolou por lá de novo…
Voltei lá pra 1 hora, gritando pela Marisol. Ainda tava felizão por ter tirado da cartola “a mãe de todos os coelhos”!
“Por que você tá gritando tanto? Não vê que a Marisol ainda não chegou?” — disse a Pamela.
Beijei ela com paixão, acariciando os quadris e uma parte da bunda dela. De repente, levei um tapa na cara.
“Quem te deu permissão pra me beijar desse jeito?” — ela falou, toda vermelha.
peitoesFoi mal!" falei, esfregando meu rosto de dor.

"Por que... você tá tão feliz?" ela disse, meio arrependida pelo tapa.

"Porque tô muito feliz!" falei, sorrindo, mesmo dolorido.

"É por... aquela puta... né?" ela disse, meio triste.

"Em parte, sim!... mas é porque descobri algo muito importante e preciso comemorar..."

O rosto dela animou um pouco, mas ela manteve a postura de Amazona.

"E você acha que meus lábios são uma festa, pra você poder comemorar?"

"Não... mas achei... que você poderia ter gostado."

"Claro que não!... Como tudo que você faz, você é um inútil!" ela disse, muito puta.

"Me desculpa! Fui sem noção!"

Ela sorriu de leve.

"Tava te esperando pra almoçar... mas já que você vem tão 'feliz', vou deixar você brincar um pouco com meus peitos. Mas só um pouco" disse, me pegando pela mão e me levando pro quarto.

"Sério?"

"Sim, mas só vou deixar você pegar meus peitos. Nada mais..."

Passaram 3 horas e, mesmo tendo acesso só aos peitos dela, eu comi ela, arrebentei a bunda dela e abusei dela de todas as maneiras possíveis, bem motivado ao pensar no que fizeram com a secretária peituda do advogado.

Ela tava exausta e satisfeita, mas a Pamela continuava irritada.
Sexo anal“Você é um filho da puta!... Agora o almoço esfriou!...” ela reclamou pra mim.

“Me desculpa!” eu falei.

Ela se acomodou do meu lado e disse:

“A única coisa que espero é que hoje à noite você me deixe dormir e não fique pegando nas minhas tetas de novo. Seu bastardo!”

Tem vezes que a Pamela me dá muito o que pensar…
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1 comentários - Pamela diz "Não"… (45)

DGE1976 +1
Cierto la q estaba arriba de la mesa...
te adelanto que la politica de los lunes casuales cambio bastante, en especial, gracias a su cooperacion...