A sorte desse velho não acaba... e quando ele já vai foder a enfermeira, aparece a colegial moreninha pedindo pica também...
O velho estava indo pra terceira visita à enfermeira e chegou meia hora antes pra entrar o mais rápido possível... algo compreensível pra um velho que não sabe quanto tempo mais vai poder aproveitar os prazeres.
Quando já tinha esperado uns quinze minutos, o celular dele tocou com sinal de mensagem...
"Tô precisando de pica... Sou a colegial moreninha do outro dia..."
Emílio não conseguia acreditar no que lia... mas sem hesitar respondeu:
"Ok... daqui a uma hora no mesmo lugar do outro dia."
Mandou rápido e ficou pensando...
E: sim... em uma hora vou ter tempo de aproveitar a enfermeirinha e depois vou cuidar daquela colegial...
Entre pensamentos, nem percebeu que a ruiva estava saindo pra buscá-lo.
O velho se levantou decidido e entrou na sala. A ruiva viu que o velho já estava de pau duro, mas não disse nada e fechou a porta.
Quando ela se virou, o homem já tinha tirado ele pra fora...
E: vamos, ajoelha e chupa...
Enf: hoje vem com vontade... brincou a ruiva enquanto se aproximava do membro.
E: depois você vai saber por quê... O velho piscou o olho pra ela e incentivou a continuar.
A mulher botou gosto na coisa e chupou como se a vida dela dependesse disso...
E: isso aí... lambe bem... assim, assim...
Depois de um tempo, o velho a puxou, agarrou pelos cabelos e guiou ela até atrás da escrivaninha. A enfermeira andou de quatro, exagerando nos movimentos e rebolando bem a bunda.
Emílio mandou ela sentar sobre os pés dele, ainda ajoelhada, fez ela abrir a boca e colocou na entrada...
E: agora tudo... até o final.
Assim começou a meter de novo devagar, mas sem parar, decidido a fazer o pau desaparecer na boquinha daquela puta.
Pra mulher foi mais fácil dessa vez engolir tudo, mas ela não aguentava muito com ele lá no fundo da garganta; então Emílio, na mesma velocidade que colocou, tirou de novo... e ficou nisso por um Bom tempo metendo e tirando a ferramenta dele do começo ao fim, proporcionando uma boa fodida de boca na mulher; que fechava os olhos cada vez que Emilio dava um leve tranco com o quadril pra sentir uma boa enfiada, enquanto também empurrava a cabeça dela com a mão por trás, fazendo ela bater na barriga do velho. E no queixo batiam as bolas toda vez que ele vinha...
Foi assim que o casal ficou por uns 6 minutos, um dando e a outra recebendo, até que o velho deu vontade de explorar novas partes daquela gostosa...
Ele colocou ela de pé e enfiou as mãos por baixo da camiseta de enfermeira pra encontrar de novo aquelas tetas voluptuosas que apalpou com gosto... Depois desceu as mãos até os quadris da ruiva e com um movimento brusco girou ela, deixando ela de costas, apoiada na mesa com os braços...
Aproveitando a posição, desceu as mãos até as nádegas que ficaram empinadas. Apertou elas também e deu um tapa forte em cada bunda...
Sem conseguir esperar mais, agarrou firme as calças e puxou elas pra baixo até o joelho.
Ele tinha a visão de umas bundas brancas deliciosas que engoliam uma calcinha fio-dental preta bem fina, que mal cobria mais abaixo a buceta da ruiva.
Sem perder mais tempo, Emilio foi direto apalpar a rachinha da mulher... Primeiro por fora, sentiu um montinho quente que massageou... Depois afastou o pano preto e deixou à mostra a bocetinha rosada da ruiva com alguns pelinhos cor de cobre.
Abriu os lábios superiores pra admirar melhor o buraquinho... Embora já aberto, o tamanho daquele buraquinho naquele momento era bem menor do que ia ficar quando Emilio enfiasse a pica dele por ali...
E: "Que gostoso, vou te foder gostoso..." Disse o velho no ouvido da enfermeirinha enquanto já enfiava um dedo na bocetinha dela.
Ao descobrir que estava molhada, não pensou em perder mais tempo lubrificando. Abriu as nádegas com uma mão pra ter uma visão melhor da rachinha; cuspiu na entrada como lubrificante e finalmente pegou no pau com a outra mão e aproximou da entrada sem meter ainda...
Acariciava com a ponta a entradinha da ruiva preparando ela pra penetração. Pegou firme no pau, puxou a pele e colocou a cabecinha na entrada e respirou fundo. Quando soltou o ar, aproveitou pra descarregar toda a força no membro, iniciando uma forte penetração...
Enfª: Aaaih... Ai! cuidado que minha buceta não é de borracha...
Mas o velho, ignorando, continuou metendo com firmeza... Tava muito tarado, com o pau durasso e ainda por cima a vontade de foder uma mulherão daqueles e como aquela xota era linda.
Seguiu avançando com decisão apesar do desconforto que a mulher sentia e só parou quando... mesmo com esforço, não entrava mais pau, quase batendo no fundo...
Nesse momento, percebeu mais os gemidos da ruiva...
E: aguenta... logo você vai começar a gozar... além disso, você tá bem molhada.
Dito isso, esperou um pouco pra essa rachinha se acostumar com a grossura do pau dele, mas não ia se contentar em meter quase tudo... queria meter Tudo.
Depois de uns minutos sem tirar, mandou a enfermeira subir as pernas na mesa, ficando de joelhos como de quatro, mas mais aberta e mais exposta...
Quando a enfermeirinha se colocou nessa posição, Emilio viu que assim seria mais fácil conseguir o que queria... Meter Tudo.
Na hora, encostou no furinho do cu da ruiva, o que deixou ele mais excitado e motivado a terminar o que tinha começado... Vendo a jovem mais aberta, colocou a mão esquerda na cintura dela e a mão direita na altura do ombro direito; e aproveitando que já tinha metido junto com o desequilíbrio da mulher nessa posição... puxou o corpo da ruiva pra perto dele enquanto foi com toda a cintura pra frente... abrindo ainda mais a rachinha da enfermeira com o pau inteiro, conseguindo finalmente a Penetração mais Profunda...
A Ruiva ao sentir uma picada tão forte dentro dela quis ir pra frente, mas o velho a segurava firme... e a manteve ali, aproveitando o clímax.
Enfm: Aaahhhh!!... seu Emílio, como o senhor tá me castigando com essa pica. UUhhh... que dor, é grande demais pra minha buceta. Tira ela agora.
E: Não posso fazer isso, gostosa, faz tempo que não sentia um prazer assim e nunca imaginei encontrar isso com você; agora não pode me negar... Aguenta mais um pouquinho, linda. Depois prometo te dar mais prazer e sua porção de leite... Ahh, que gostosa!!!
A enfermeirinha não teve escolha a não ser aguentar e esperar quieta até que seu cuzinho se dilatasse e se adaptasse à grossura daquele pau...
Quando a pressão passou e o prazer diminuiu, Emílio agiu...
Ele se retirou devagar e ficou na entrada por uns segundos, pra deixar a ruiva descansar.
Logo em seguida, voltou com tudo e dessa vez mais devagar foi enfiando de novo... obviamente, dessa vez não precisou fazer tanta força, porque o caminho já tava aberto. Assim, ele aplicou uns minutos de vai e vem; enchendo e esvaziando o buraquinho da enfermeira.
A jovem viu naqueles momentos a dor sumir devagar e uma sensação de bem-estar que logo virou desejo... Emílio também percebeu isso, porque a mulher recebia as últimas penetradas com vontade e gestos de querer ser completamente preenchida...
Enfm: Seu Emílio... acho que já tô pronta pro senhor me meter bem forte...
E: Kkkkk... ah é... agora você quer, hein! Disse dando uma leve batida ao enfiar de novo.
Enfm: Uuuff...
E: Diz, putinha, você quer minha pica. Insistiu, dando uma batida mais forte.
Enfm: Ahh!... sim, eu quero... quero que me crave bem forte!
E: Ok, vadiazinha... como prometi, agora é sua vez de aproveitar.
Emílio tirou quase tudo do cuzinho e deixou só a pontinha enfiada; colocou as duas mãos na cintura da mulher gostosa e se preparou pra dar o que era dela...
E: Toma!!! Enfiou até o fundo com um movimento forte de quadril e com todo o peso. do corpo dela, segurando bem a ruiva.
A enfermeirinha deu um pulo ao receber aquela investida que lhe deu prazer e uma pontada ao mesmo tempo.
E: E Toma!! Finalizou Emilio, partindo pra cima de novo.
Enf: Ooohh... seu dotô Emilio, que cock tem... que tasty!
E: pois é toda sua, foxy! Metendo com mais força, se pudesse...
Enf: Aissi... Assim me dá tudo... adoro.
E: como me deixa, so slut... Fode-te! O velho investia de novo com brutalidade.
Enf: Ééé... isso é isso, seu velho filho da puta! Me fode viva.
O casal ia se esquentando cada vez mais um com o outro.
Emilio enfiava forte e recolhia devagar, mostrando sua hombridade pra aquela women; enquanto a enfermeira, toda tesuda, o incentivava mais pra receber com gosto todas aquelas investidas do velho, aumentando seu êxtase de prazer...
Os dois continuaram se dando prazer até que o celular do velhote tocou. Ele, sem parar de meter na enfermeirinha, embora mais devagar... viu que era uma mensagem da moreninha que ele esperava.
" Tô chegando, falta pouco."
Emilio olhou pro relógio na parede e, de certa forma, já tinha passado quase uma hora desde que entrou... o prazer com aquela women o tinha distraído...
E: bom, sua putinha, agora vou te comer mais rápido até gozar e encher sua bucetinha com meu cum...
Enf: mas seu dotô Emilio, se o senhor gozar, eu vou ficar grávida...
E: você é enfermeira... com certeza sabe como evitar, além disso, na minha idade as chances são muito pequenas... Explicou o velho pervertido enquanto largava o celular e aumentava o ritmo das investidas...
Enf: mas... Tentou retrucar a mulher, sem muito sucesso, já se viu dominada de novo pelo prazer, e aceitou de bom grado o aumento do ritmo de Emilio.
Enf: aiss... seu dotô Emilio... o senhor sabe mesmo dominar uma mulher como eu...
E: eu sei, slut... como você e como outras, e ainda tenho uma surpresinha que vai provar isso...
A ruiva, sem entender muito, parou de falar pra aproveitar mais aquela fodida que estava levando...
Emilio já sentia um formigamento nos ovos... sinal de que já estavam se preparando pra baixar.
Ele deu umas duas estocadas fortes e na terceira se afastou um pouco pra trás e avisou a ruiva...
E: bem porquinha, agora vou te enfiar até o fundo, porque já tô quase gozando... você não se mexe até eu descarregar toda a minha porra em você.
Segurou firme pela última vez a enfermeira e investiu com o corpo todo...
A mulher recebeu a pior das enfiadas e gritou; mas tentou obedecer o velho...
O velho prendeu a respiração enquanto sentia os ovos trabalhando e o pau inchando pra uma erupção total...
Ficou parado uns instantes cravado no fundo da mulher e quando sentiu o líquido percorrendo o pau pra sair disparado, soltou o ar e deixou escapar todas as forças num suspiro...
E: Ahhhhhhhhhhhhhhhh... aí vai toda a minha porra!!
Por sua vez, a ruiva ficou quieta recebendo descargas enormes de leite dentro dela, que sentia enchendo toda a cavidade...
Emilio continuava gemendo e descarregando porra sem controle, e a mulher sentia que ia transbordar, mas não se mexia porque também curtia aquela sensação de calor e cócegas que os fluidos do Emilio davam...
O velho não se mexeu até se sentir totalmente vazio... e já sem muita vontade foi saindo devagar...
A enfermeira correu pra tampar a rachinha que se sentiu vazia, pra não derramar o líquido na mesa de trabalho...
Enf: e como é que eu vou lidar com isso... vai cair tudo pra fora.
E: fica tranquila... agora é que vem a surpresinha. Mas me faz um favor, fica um tempo debaixo da mesa.
A mulher, meio confusa, aceitou mais uma vez as perversões daquele velho, e tampando com força a rachinha pra não desperdiçar a enxurrada de porra que guardava dentro dela... entrou de quatro debaixo da mesa pra não perder o líquido tão precioso.
Emilio enfiou o pau dentro da calça e saiu pra procurar a moreninha que com certeza já devia estar... de fato, viu ela sentada na frente e fez sinal. pra que ela entrasse...
E: passa, gostosa, que surpresa que tive ao receber tua mensagem... a que se deve? Questionou o velho enquanto voltava ao assento da enfermeira e a moreninha sentava na frente.
M: acho que o mensagem ficou claro... Cortou a jovem o velho pra não ter que dar explicações.
E: sim, mas eu quero que fique bem claro que em nenhum momento te forcei ou chamei pra fazer nada e que tu sozinha veio... então responde minha pergunta.
M: bem, então vou falar claro... vim porque tô muito necessitada de sexo e como os caras da minha idade já me entediam, quero experimentar coisas novas... isso basta?
E: bom, por enquanto sim... mas quero que saiba que as coisas serão do meu jeito e gosto; e se não concordar, volta por onde veio. Esclareceu o velho autoritário...
M: já te disse que tô disposta a tudo novo... não me enche mais... Cortou de novo a moreninha com seu jeito adolescente de falar.
E: então não se fala mais nisso e vamos começar já. Faz tudo que eu for mandando sem reclamar.
M: ok.
E: fica de pé e deixa eu ver teu corpo...
A jovem assim fez e Emilio pôde ver a figura sexy da garota coberta por uma camiseta justa rosa que transparecia um sutiã preto e marcava um bom decote; nas pernas, uns shorts jeans que cobriam pouco e marcavam muito, tanto a bunda quanto a rachinha da novinha...
A enfermeira que permanecia debaixo da mesa não saía do seu espanto... talvez não tanto pelo Emilio, mas pelo claro desejo da jovem de ter uma aventura com aquele velho... e que porra queria aquele pervertido?
O velho, depois de aproveitar a vista, ficou autoritário de novo...
E: fica de quatro... Obediente, a garota agiu esperando novas instruções.
E: ok, engatinha até debaixo da mesa, que vai conhecer tua companheira de aventuras...
Intrigada, a moreninha rebolou até onde o velho apontou...
Ambas as mulheres, ao se verem, se estudaram... pois ambas já tinham se visto por ali, embora nunca tivessem tido contato.
E: não se Fiquem pasmadas...dar 2 beijos. O velho animou pra quebrar o gelo...
Ambas de quatro assim procederam, mas ainda não disseram nada... O que era normal, pois nunca tinham se visto de quatro, submissas ao mesmo homem no prazer carnal...
E: Beleza, moreninha, vou botar à prova sua conformidade agora... Viu, essa ruiva e eu, antes de você chegar, demos uma trepada daquelas. Então precisamos da sua ajuda pra continuar...
A Moreninha acreditou nas palavras do velho, pois via a mulher que acabara de conhecer nua, de quatro debaixo da mesma escrivaninha... E o que aconteceu depois deu mais razão ao velho...
E: Primeiro... que tal limpar os restos que ainda tão aqui...? Disse o pervertido, puxando mais uma vez o falo cheio de restos de porra...
A jovem, surpresa com as coisas que tava vendo, mas sem vontade de voltar atrás nas palavras... aproximou devagar a boca aberta daquele membro.
Emilio cuidou de enfiar um pouco e esperou que o resto a jovem fizesse.
Ela prendeu a rola com os lábios e começou a lamber e chupar os fluidos que sobraram nele...
Assim que terminou a limpeza, esperou com a boca cheia e cara de nojo... pra saber o que devia fazer.
E: Olha, ruiva... diferente de você, a moreninha tem nojo do meu gozo... Bom, pra começar, não vou obrigar ela a engolir... Você vai se acostumando, linda. Brincou o velhote, piscando um olho.
E: Passa devagar da sua boca pra da sua companheira... e aprende com ela...
Sem esperar mais, a jovem fez sinal pra ruiva abrir a boca.
A enfermeira aceitou e abriu a boca, olhando pro teto do quarto.
A jovem se levantou um pouco pra deixar cair o líquido que carregava na boca da companheira...
A primeira gota caiu rápido e errado.
E: Por favor, senhoritas... com mais elegância. Sugeriu Emilio, que já tinha sentado no sofá se masturbando enquanto fingia ver um filme pornô, mas na real...
A moreninha caprichou pra soltar o resto e conseguiu. cria um fio de sêmen que escorreu devagar até a boquinha da enfermeira...
Ela, sem perder a sensualidade, olhou pro Emílio de boca aberta e mexeu a língua no presente dele, e finalmente engoliu...
E: uff...é isso aí. Dizia o velho enquanto se punhetava que nem um maluco.
E: vira aí, minha ruivinha...
Quando a enfermeira virou de quatro, Emílio esticou o braço da poltrona pra abrir as nádegas dela e se dirigir à moreninha...
E: cê vai ver, nessa bucetinha eu descarreguei toda a minha porra...Quero que você se deite de barriga pra cima com a boca bem aberta pra ela esvaziar direitinho a buceta dela. Insisto, abre bem a boca porque a verdade é que foi uma gozada e tanto. Depois você devolve pra sua colega, porque é o prêmio dela...
A jovenzinha, resignada a aguentar mais o gosto daquele líquido viscoso do velho, se deitou pra esperar...
A ruiva foi se posicionando no sinal do Emílio de um jeito que a cabeça da moreninha ficou entre as pernas e os joelhos da enfermeira... e ela se ergueu até ficar sentada nos próprios pés pra descarregar melhor na boca da jovem...
O líquido demorou pra cair... primeiro saiu em jorros; mas finalmente vários esguichos saíram daquela vagina enchendo a boquinha da jovem, parecia uma torneira aberta cada vez que saía da bucetinha da ruiva jorros de sêmen quente...
Depois de esvaziar tudo, a ruiva se deitou pra esperar de boca aberta também...
A moreninha, de boca fechada e com todo cuidado, se inclinou pra descarregar na boca da ruiva.
Emílio, vendo a cena do intercâmbio se repetir... não aguentou mais e se aproximou das mulheres pra descarregar nas caras delas o pouco líquido que ainda tinha nos ovos...
Quando o momento de êxtase acabou, pediu pra elas limparem a carinha com as ataduras, porque já achava leite suficiente por hoje...
Continua...
O velho estava indo pra terceira visita à enfermeira e chegou meia hora antes pra entrar o mais rápido possível... algo compreensível pra um velho que não sabe quanto tempo mais vai poder aproveitar os prazeres.
Quando já tinha esperado uns quinze minutos, o celular dele tocou com sinal de mensagem...
"Tô precisando de pica... Sou a colegial moreninha do outro dia..."
Emílio não conseguia acreditar no que lia... mas sem hesitar respondeu:
"Ok... daqui a uma hora no mesmo lugar do outro dia."
Mandou rápido e ficou pensando...
E: sim... em uma hora vou ter tempo de aproveitar a enfermeirinha e depois vou cuidar daquela colegial...
Entre pensamentos, nem percebeu que a ruiva estava saindo pra buscá-lo.
O velho se levantou decidido e entrou na sala. A ruiva viu que o velho já estava de pau duro, mas não disse nada e fechou a porta.
Quando ela se virou, o homem já tinha tirado ele pra fora...
E: vamos, ajoelha e chupa...
Enf: hoje vem com vontade... brincou a ruiva enquanto se aproximava do membro.
E: depois você vai saber por quê... O velho piscou o olho pra ela e incentivou a continuar.
A mulher botou gosto na coisa e chupou como se a vida dela dependesse disso...
E: isso aí... lambe bem... assim, assim...
Depois de um tempo, o velho a puxou, agarrou pelos cabelos e guiou ela até atrás da escrivaninha. A enfermeira andou de quatro, exagerando nos movimentos e rebolando bem a bunda.
Emílio mandou ela sentar sobre os pés dele, ainda ajoelhada, fez ela abrir a boca e colocou na entrada...
E: agora tudo... até o final.
Assim começou a meter de novo devagar, mas sem parar, decidido a fazer o pau desaparecer na boquinha daquela puta.
Pra mulher foi mais fácil dessa vez engolir tudo, mas ela não aguentava muito com ele lá no fundo da garganta; então Emílio, na mesma velocidade que colocou, tirou de novo... e ficou nisso por um Bom tempo metendo e tirando a ferramenta dele do começo ao fim, proporcionando uma boa fodida de boca na mulher; que fechava os olhos cada vez que Emilio dava um leve tranco com o quadril pra sentir uma boa enfiada, enquanto também empurrava a cabeça dela com a mão por trás, fazendo ela bater na barriga do velho. E no queixo batiam as bolas toda vez que ele vinha...
Foi assim que o casal ficou por uns 6 minutos, um dando e a outra recebendo, até que o velho deu vontade de explorar novas partes daquela gostosa...
Ele colocou ela de pé e enfiou as mãos por baixo da camiseta de enfermeira pra encontrar de novo aquelas tetas voluptuosas que apalpou com gosto... Depois desceu as mãos até os quadris da ruiva e com um movimento brusco girou ela, deixando ela de costas, apoiada na mesa com os braços...
Aproveitando a posição, desceu as mãos até as nádegas que ficaram empinadas. Apertou elas também e deu um tapa forte em cada bunda...
Sem conseguir esperar mais, agarrou firme as calças e puxou elas pra baixo até o joelho.
Ele tinha a visão de umas bundas brancas deliciosas que engoliam uma calcinha fio-dental preta bem fina, que mal cobria mais abaixo a buceta da ruiva.
Sem perder mais tempo, Emilio foi direto apalpar a rachinha da mulher... Primeiro por fora, sentiu um montinho quente que massageou... Depois afastou o pano preto e deixou à mostra a bocetinha rosada da ruiva com alguns pelinhos cor de cobre.
Abriu os lábios superiores pra admirar melhor o buraquinho... Embora já aberto, o tamanho daquele buraquinho naquele momento era bem menor do que ia ficar quando Emilio enfiasse a pica dele por ali...
E: "Que gostoso, vou te foder gostoso..." Disse o velho no ouvido da enfermeirinha enquanto já enfiava um dedo na bocetinha dela.
Ao descobrir que estava molhada, não pensou em perder mais tempo lubrificando. Abriu as nádegas com uma mão pra ter uma visão melhor da rachinha; cuspiu na entrada como lubrificante e finalmente pegou no pau com a outra mão e aproximou da entrada sem meter ainda...
Acariciava com a ponta a entradinha da ruiva preparando ela pra penetração. Pegou firme no pau, puxou a pele e colocou a cabecinha na entrada e respirou fundo. Quando soltou o ar, aproveitou pra descarregar toda a força no membro, iniciando uma forte penetração...
Enfª: Aaaih... Ai! cuidado que minha buceta não é de borracha...
Mas o velho, ignorando, continuou metendo com firmeza... Tava muito tarado, com o pau durasso e ainda por cima a vontade de foder uma mulherão daqueles e como aquela xota era linda.
Seguiu avançando com decisão apesar do desconforto que a mulher sentia e só parou quando... mesmo com esforço, não entrava mais pau, quase batendo no fundo...
Nesse momento, percebeu mais os gemidos da ruiva...
E: aguenta... logo você vai começar a gozar... além disso, você tá bem molhada.
Dito isso, esperou um pouco pra essa rachinha se acostumar com a grossura do pau dele, mas não ia se contentar em meter quase tudo... queria meter Tudo.
Depois de uns minutos sem tirar, mandou a enfermeira subir as pernas na mesa, ficando de joelhos como de quatro, mas mais aberta e mais exposta...
Quando a enfermeirinha se colocou nessa posição, Emilio viu que assim seria mais fácil conseguir o que queria... Meter Tudo.
Na hora, encostou no furinho do cu da ruiva, o que deixou ele mais excitado e motivado a terminar o que tinha começado... Vendo a jovem mais aberta, colocou a mão esquerda na cintura dela e a mão direita na altura do ombro direito; e aproveitando que já tinha metido junto com o desequilíbrio da mulher nessa posição... puxou o corpo da ruiva pra perto dele enquanto foi com toda a cintura pra frente... abrindo ainda mais a rachinha da enfermeira com o pau inteiro, conseguindo finalmente a Penetração mais Profunda...
A Ruiva ao sentir uma picada tão forte dentro dela quis ir pra frente, mas o velho a segurava firme... e a manteve ali, aproveitando o clímax.
Enfm: Aaahhhh!!... seu Emílio, como o senhor tá me castigando com essa pica. UUhhh... que dor, é grande demais pra minha buceta. Tira ela agora.
E: Não posso fazer isso, gostosa, faz tempo que não sentia um prazer assim e nunca imaginei encontrar isso com você; agora não pode me negar... Aguenta mais um pouquinho, linda. Depois prometo te dar mais prazer e sua porção de leite... Ahh, que gostosa!!!
A enfermeirinha não teve escolha a não ser aguentar e esperar quieta até que seu cuzinho se dilatasse e se adaptasse à grossura daquele pau...
Quando a pressão passou e o prazer diminuiu, Emílio agiu...
Ele se retirou devagar e ficou na entrada por uns segundos, pra deixar a ruiva descansar.
Logo em seguida, voltou com tudo e dessa vez mais devagar foi enfiando de novo... obviamente, dessa vez não precisou fazer tanta força, porque o caminho já tava aberto. Assim, ele aplicou uns minutos de vai e vem; enchendo e esvaziando o buraquinho da enfermeira.
A jovem viu naqueles momentos a dor sumir devagar e uma sensação de bem-estar que logo virou desejo... Emílio também percebeu isso, porque a mulher recebia as últimas penetradas com vontade e gestos de querer ser completamente preenchida...
Enfm: Seu Emílio... acho que já tô pronta pro senhor me meter bem forte...
E: Kkkkk... ah é... agora você quer, hein! Disse dando uma leve batida ao enfiar de novo.
Enfm: Uuuff...
E: Diz, putinha, você quer minha pica. Insistiu, dando uma batida mais forte.
Enfm: Ahh!... sim, eu quero... quero que me crave bem forte!
E: Ok, vadiazinha... como prometi, agora é sua vez de aproveitar.
Emílio tirou quase tudo do cuzinho e deixou só a pontinha enfiada; colocou as duas mãos na cintura da mulher gostosa e se preparou pra dar o que era dela...
E: Toma!!! Enfiou até o fundo com um movimento forte de quadril e com todo o peso. do corpo dela, segurando bem a ruiva.
A enfermeirinha deu um pulo ao receber aquela investida que lhe deu prazer e uma pontada ao mesmo tempo.
E: E Toma!! Finalizou Emilio, partindo pra cima de novo.
Enf: Ooohh... seu dotô Emilio, que cock tem... que tasty!
E: pois é toda sua, foxy! Metendo com mais força, se pudesse...
Enf: Aissi... Assim me dá tudo... adoro.
E: como me deixa, so slut... Fode-te! O velho investia de novo com brutalidade.
Enf: Ééé... isso é isso, seu velho filho da puta! Me fode viva.
O casal ia se esquentando cada vez mais um com o outro.
Emilio enfiava forte e recolhia devagar, mostrando sua hombridade pra aquela women; enquanto a enfermeira, toda tesuda, o incentivava mais pra receber com gosto todas aquelas investidas do velho, aumentando seu êxtase de prazer...
Os dois continuaram se dando prazer até que o celular do velhote tocou. Ele, sem parar de meter na enfermeirinha, embora mais devagar... viu que era uma mensagem da moreninha que ele esperava.
" Tô chegando, falta pouco."
Emilio olhou pro relógio na parede e, de certa forma, já tinha passado quase uma hora desde que entrou... o prazer com aquela women o tinha distraído...
E: bom, sua putinha, agora vou te comer mais rápido até gozar e encher sua bucetinha com meu cum...
Enf: mas seu dotô Emilio, se o senhor gozar, eu vou ficar grávida...
E: você é enfermeira... com certeza sabe como evitar, além disso, na minha idade as chances são muito pequenas... Explicou o velho pervertido enquanto largava o celular e aumentava o ritmo das investidas...
Enf: mas... Tentou retrucar a mulher, sem muito sucesso, já se viu dominada de novo pelo prazer, e aceitou de bom grado o aumento do ritmo de Emilio.
Enf: aiss... seu dotô Emilio... o senhor sabe mesmo dominar uma mulher como eu...
E: eu sei, slut... como você e como outras, e ainda tenho uma surpresinha que vai provar isso...
A ruiva, sem entender muito, parou de falar pra aproveitar mais aquela fodida que estava levando...
Emilio já sentia um formigamento nos ovos... sinal de que já estavam se preparando pra baixar.
Ele deu umas duas estocadas fortes e na terceira se afastou um pouco pra trás e avisou a ruiva...
E: bem porquinha, agora vou te enfiar até o fundo, porque já tô quase gozando... você não se mexe até eu descarregar toda a minha porra em você.
Segurou firme pela última vez a enfermeira e investiu com o corpo todo...
A mulher recebeu a pior das enfiadas e gritou; mas tentou obedecer o velho...
O velho prendeu a respiração enquanto sentia os ovos trabalhando e o pau inchando pra uma erupção total...
Ficou parado uns instantes cravado no fundo da mulher e quando sentiu o líquido percorrendo o pau pra sair disparado, soltou o ar e deixou escapar todas as forças num suspiro...
E: Ahhhhhhhhhhhhhhhh... aí vai toda a minha porra!!
Por sua vez, a ruiva ficou quieta recebendo descargas enormes de leite dentro dela, que sentia enchendo toda a cavidade...
Emilio continuava gemendo e descarregando porra sem controle, e a mulher sentia que ia transbordar, mas não se mexia porque também curtia aquela sensação de calor e cócegas que os fluidos do Emilio davam...
O velho não se mexeu até se sentir totalmente vazio... e já sem muita vontade foi saindo devagar...
A enfermeira correu pra tampar a rachinha que se sentiu vazia, pra não derramar o líquido na mesa de trabalho...
Enf: e como é que eu vou lidar com isso... vai cair tudo pra fora.
E: fica tranquila... agora é que vem a surpresinha. Mas me faz um favor, fica um tempo debaixo da mesa.
A mulher, meio confusa, aceitou mais uma vez as perversões daquele velho, e tampando com força a rachinha pra não desperdiçar a enxurrada de porra que guardava dentro dela... entrou de quatro debaixo da mesa pra não perder o líquido tão precioso.
Emilio enfiou o pau dentro da calça e saiu pra procurar a moreninha que com certeza já devia estar... de fato, viu ela sentada na frente e fez sinal. pra que ela entrasse...
E: passa, gostosa, que surpresa que tive ao receber tua mensagem... a que se deve? Questionou o velho enquanto voltava ao assento da enfermeira e a moreninha sentava na frente.
M: acho que o mensagem ficou claro... Cortou a jovem o velho pra não ter que dar explicações.
E: sim, mas eu quero que fique bem claro que em nenhum momento te forcei ou chamei pra fazer nada e que tu sozinha veio... então responde minha pergunta.
M: bem, então vou falar claro... vim porque tô muito necessitada de sexo e como os caras da minha idade já me entediam, quero experimentar coisas novas... isso basta?
E: bom, por enquanto sim... mas quero que saiba que as coisas serão do meu jeito e gosto; e se não concordar, volta por onde veio. Esclareceu o velho autoritário...
M: já te disse que tô disposta a tudo novo... não me enche mais... Cortou de novo a moreninha com seu jeito adolescente de falar.
E: então não se fala mais nisso e vamos começar já. Faz tudo que eu for mandando sem reclamar.
M: ok.
E: fica de pé e deixa eu ver teu corpo...
A jovem assim fez e Emilio pôde ver a figura sexy da garota coberta por uma camiseta justa rosa que transparecia um sutiã preto e marcava um bom decote; nas pernas, uns shorts jeans que cobriam pouco e marcavam muito, tanto a bunda quanto a rachinha da novinha...
A enfermeira que permanecia debaixo da mesa não saía do seu espanto... talvez não tanto pelo Emilio, mas pelo claro desejo da jovem de ter uma aventura com aquele velho... e que porra queria aquele pervertido?
O velho, depois de aproveitar a vista, ficou autoritário de novo...
E: fica de quatro... Obediente, a garota agiu esperando novas instruções.
E: ok, engatinha até debaixo da mesa, que vai conhecer tua companheira de aventuras...
Intrigada, a moreninha rebolou até onde o velho apontou...
Ambas as mulheres, ao se verem, se estudaram... pois ambas já tinham se visto por ali, embora nunca tivessem tido contato.
E: não se Fiquem pasmadas...dar 2 beijos. O velho animou pra quebrar o gelo...
Ambas de quatro assim procederam, mas ainda não disseram nada... O que era normal, pois nunca tinham se visto de quatro, submissas ao mesmo homem no prazer carnal...
E: Beleza, moreninha, vou botar à prova sua conformidade agora... Viu, essa ruiva e eu, antes de você chegar, demos uma trepada daquelas. Então precisamos da sua ajuda pra continuar...
A Moreninha acreditou nas palavras do velho, pois via a mulher que acabara de conhecer nua, de quatro debaixo da mesma escrivaninha... E o que aconteceu depois deu mais razão ao velho...
E: Primeiro... que tal limpar os restos que ainda tão aqui...? Disse o pervertido, puxando mais uma vez o falo cheio de restos de porra...
A jovem, surpresa com as coisas que tava vendo, mas sem vontade de voltar atrás nas palavras... aproximou devagar a boca aberta daquele membro.
Emilio cuidou de enfiar um pouco e esperou que o resto a jovem fizesse.
Ela prendeu a rola com os lábios e começou a lamber e chupar os fluidos que sobraram nele...
Assim que terminou a limpeza, esperou com a boca cheia e cara de nojo... pra saber o que devia fazer.
E: Olha, ruiva... diferente de você, a moreninha tem nojo do meu gozo... Bom, pra começar, não vou obrigar ela a engolir... Você vai se acostumando, linda. Brincou o velhote, piscando um olho.
E: Passa devagar da sua boca pra da sua companheira... e aprende com ela...
Sem esperar mais, a jovem fez sinal pra ruiva abrir a boca.
A enfermeira aceitou e abriu a boca, olhando pro teto do quarto.
A jovem se levantou um pouco pra deixar cair o líquido que carregava na boca da companheira...
A primeira gota caiu rápido e errado.
E: Por favor, senhoritas... com mais elegância. Sugeriu Emilio, que já tinha sentado no sofá se masturbando enquanto fingia ver um filme pornô, mas na real...
A moreninha caprichou pra soltar o resto e conseguiu. cria um fio de sêmen que escorreu devagar até a boquinha da enfermeira...
Ela, sem perder a sensualidade, olhou pro Emílio de boca aberta e mexeu a língua no presente dele, e finalmente engoliu...
E: uff...é isso aí. Dizia o velho enquanto se punhetava que nem um maluco.
E: vira aí, minha ruivinha...
Quando a enfermeira virou de quatro, Emílio esticou o braço da poltrona pra abrir as nádegas dela e se dirigir à moreninha...
E: cê vai ver, nessa bucetinha eu descarreguei toda a minha porra...Quero que você se deite de barriga pra cima com a boca bem aberta pra ela esvaziar direitinho a buceta dela. Insisto, abre bem a boca porque a verdade é que foi uma gozada e tanto. Depois você devolve pra sua colega, porque é o prêmio dela...
A jovenzinha, resignada a aguentar mais o gosto daquele líquido viscoso do velho, se deitou pra esperar...
A ruiva foi se posicionando no sinal do Emílio de um jeito que a cabeça da moreninha ficou entre as pernas e os joelhos da enfermeira... e ela se ergueu até ficar sentada nos próprios pés pra descarregar melhor na boca da jovem...
O líquido demorou pra cair... primeiro saiu em jorros; mas finalmente vários esguichos saíram daquela vagina enchendo a boquinha da jovem, parecia uma torneira aberta cada vez que saía da bucetinha da ruiva jorros de sêmen quente...
Depois de esvaziar tudo, a ruiva se deitou pra esperar de boca aberta também...
A moreninha, de boca fechada e com todo cuidado, se inclinou pra descarregar na boca da ruiva.
Emílio, vendo a cena do intercâmbio se repetir... não aguentou mais e se aproximou das mulheres pra descarregar nas caras delas o pouco líquido que ainda tinha nos ovos...
Quando o momento de êxtase acabou, pediu pra elas limparem a carinha com as ataduras, porque já achava leite suficiente por hoje...
Continua...
2 comentários - As Aventuras de um Velho: A Enfermeira e a Colegial